segunda-feira, 17 de novembro de 2014

EBD Editora Betel - Eliseu e o Milagre da Ressurreição

Assembleia de Deus CONAMAD
Lição 08 – 23 de novembro de 2014
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1º Trimestre 2015 – Em breve...


Texto Áureo

“Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam” Hb 11:6

O Apóstolo enfatiza mais uma vez, de forma expressa, que a benevolência de Deus paira sobre a fé do ser humano, sobre seu apego perseverante às promessas de Deus: De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador (“recompensador”) dos que o buscam. No presente caso não se trata de uma obrigação dogmática que nos é imposta, mas sim de uma ordem e regra que Deus instituiu. A fé em Deus, tal como nos é evidenciada no exemplo das testemunhas da fé do AT, é a premissa que Deus ordenou para todo o que quiser alcançar a salvação. Assim como as testemunhas do AT, também os membros da igreja do NT estão condicionados à fé. Retoma-se a explicação do conceito de fé do v. 1. A existência de Deus faz parte das coisas celestiais invisíveis que não são acessíveis à nossa compreensão racional. Repetidamente o NT fala da invisibilidade de Deus (cf. Cl 1:15 e 16). A eternidade de Deus e sua invisibilidade neste mundo estão interligadas de modo indissociável, “(ele) habita em luz inacessível” (I Tm 6:16). Não obstante, uma pessoa tem condições de experimentar o Deus invisível no encontro com Jesus Cristo de maneira tal como se estivesse visivelmente presente (Jo 1:18; Hb 11:27). Se por um lado a natureza invisível de Deus constitui premissa não expressa para a fé, por outro lado a fé seguramente é mais do que apenas um processo mental, no qual uma pessoa admite a invisibilidade de Deus. Nossa fé, pelo contrário, é expressão de uma comunhão total de vida com Deus, que abrange todas as esferas da vida. Fé é o passo em direção de Deus, pelo qual nos aproximamos dele, e está vinculada de modo indissociável à pessoa de nosso Senhor Jesus Cristo (Jo 14:1 e 6; Hb 7:25). Quem por meio de Cristo chegou à comunhão com Deus, quem vive com Deus, também está cheio da profunda esperança por um juízo final de Deus, no qual o Deus abscôndito e sua justiça oculta serão manifestos. Deus será o “recompensador”. A volta de Jesus para a redenção definitiva de sua igreja trará concomitantemente o juízo sobre os inimigos de Deus.

Comentári Bíblico NT Esperança – Fritz Laubach

Verdade Aplicada

É muito importante saber honrar as pessoas, principalmente, honrar aqueles que foram levantados por Deus para nos revelar seu intento, seu caminho e sua vontade.



Objetivos da Lição

Ensinar sobre a sunamita e como seus atos de bondade redundou em bênçãos;
Falar sobre o encontro com o profeta e como a sunamita agiu diante da morte de seu filho;
Descrever o livramento e a restituição como frutos da bondade da sunamita.

Textos de Referência

II Rs 4:16-21


Introdução

A Mulher de Suném que o texto se refere, era descendente dos filhos de Issacar, que segundo o registro do primeiro livro das Crônicas, eram aqueles que aconselhavam o reino e conheciam a ciência dos tempos (Js 19:17-18; I Cr 12:32). Ou seja, o Rei só se movia debaixo de seus conselhos.

Issacar foi o pai de Jó (Gn 46:33), o que confirma a citada sabedoria. Vejamos mais sobre Issacar:

Continua...

Em aproximadamente 874 - 782 antes de Cristo, surgiu no Reino do Norte de Israel o Profeta Eliseu, discípulo de Elias (I Re 19:16 e 19). Lemos várias histórias sobre o ministério deste profeta na Bíblia, inclusive uma sobre esta mulher. Uma história marcante sobre uma mulher de nome desconhecido, cujo testemunho de vida seguiu por milênios. Um exemplo de Fé!
Ela foi assim chamada devido à cidade de Suném, que significa declive. Sabe-se que Suném estava localizada em umas terras elevadas, a cinco quilômetros ao norte do Vale de Jezreel.


Continua...


1. A mulher de Suném

A versão espanhola (RV – Reina Valera)¹ apresenta a sunamita como uma “mulher importante”. O termo “importante” significa: Pessoa com dignidade, que tem méritos; pessoa que tem uma formosa maneira de ser. Ela era uma mulher rica em todos os sentidos da palavra.

¹ Nota: Esta versão é bem difícil de ser encontrada em Língua Portuguesa (pessoalmente tenho uma). Creio que menos de 5% das pessoas a possuam ou mesmo a tenham visto. Logo, citá-la aqui é um requinte que deveria ser evitado.

Continua...

1.1 Uma mulher sensível e de fácil entendimento

Nossos lares serão transformados quando construirmos um lugar de adoração para o Senhor, um lugar onde o Senhor possa estar. O simbolismo da acomodação de profeta e o que pôde realizar revela simplesmente o que acontece em nossas vidas quando abrimos a porta para Deus e permitimos que Ele se torne íntimo a todos nós.

Em elaboração

1.2 Um bom relacionamento produz bênçãos poderosas

Em elaboração

1.3 É dando que se recebe

De acordo com Êxodo 23:26, uma mulher israelita não ter filhos era estar debaixo de maldição. Observe o peso espiritual dessa palavra: “Ela não tem filho”. Segundo o costume da época, por ser de idade avançada, seu marido não dormia no mesmo quarto que ela. A palavra “velho” indica que era um homem de aproximadamente de oitenta anos.

Em elaboração


2. Eliseu e o filho da sunamita

A profecia de Eliseu se cumpriu no tempo determinado, o “tempo da vida” corresponde a nove meses, o tempo de uma gestação (II Rs 4:16a). Sua palavra foi tão poderosa que naquela mesma noite o homem se tornou fértil, e a mulher foi curada de sua esterilidade.

Em elaboração

2.1 O menino adoece e morre

O que as atitudes dessa mulher nos remete é uma segurança sobrenatural, uma confiança em Deus que não a desespera. Qual mulher pegaria seu filho morto nos braços e apenas o deixaria numa cama, e partiria ao encontro do profeta? É uma atitude sã e ao mesmo tempo sobrenatural. Pois, nem a seu marido ela conferiu o ocorrido. Ainda dizem que mulheres são frágeis!

Em elaboração

2.2 O encontro com o profeta

Em elaboração

2.3 Eliseu ressuscita o menino

Lemos na revista: “...assim como a bênção dele [Elias] passou para sua vida [de Eliseu], a sua bênção (de Eliseu] passará para mim”. Tendo acrescentado grifos devido às ambiguidades, chamamos a atenção para a bênção da “porção dobrada” que muitos pedem a Deus, com muito boa intenção. Entretanto, este “dobro bíblico” foi de Elias para Eliseu, não de Deus para qualquer outro ser ou pessoa! Leiam atentamente as indicações de artigos constantes na introdução. Elias operou treze milagres e Eliseu apenas vinte e cinco: não houve o dobro, certo? Errado. A cova/cadáver de Eliseu ressuscitou a um soldado, completando vinte e seis. Efetivando o dobro que Elias concedera a seu sucessor.
Que mulher! Ela possuía uma maneira especial e uma fenomenal habilidade para se conduzir nas questões da vida. Uma mulher equilibrada, prudente e inteligente. Ela realmente revela a ciência de Issacar, uma capacidade para entender os tempos e se mover.

Continua...


3. Os frutos colhidos pela atuação da bondade

Ao acolher o profeta em sua casa, a mulher sunamita não somente teve o benefício de um filho e a experiência sobrenatural de um milagre, ela viu seu lar totalmente transformado. Agora, uma fome se estende pela terra, e ela é a única que é avisada. Vejamos mais esses frutos por ela colhidos.

Em elaboração

3.1 O aviso e o livramento

O Espírito Santo chama a mulher e diz: “Jeová mandou a fome sobre a terra”. Ela foi avisada, poucos o são. Ela tinha ouvidos apurados para discernir a voz de Deus. O profeta lhe avisa, e ela prontamente avisa sua família e deixa suas terras segundo o aviso profético.

Em elaboração

3.2 Movendo-se no tempo certo

Em elaboração

3.3 A restituição de todas as perdas

Em elaboração


Conclusão

O Senhor recompensou a obediência com a restituição de todos os bens. Seu único esforço foi sair e voltar no tempo certo, foi mover-se no tempo de Deus. Como seria sábio para algumas pessoas retornarem ao lugar da bênção, da revelação, e do livramento!


Fontes:

Bíblia Sagrada ARC/ARA/ACF/TB/BV/RV/NTLH
Milagres do Antigo Testamento (revista EBD professor) – Editora Betel – 4º Trimestre 2014 – Lição 08
Merece Confiança o Antigo Testamento? – Gleason L. Archer Jr. – Ed. Vida Nova
Todos os Milagres da Bíblia – Larry Richards – Ed. Hagnos
Milagres – C.S. Lewis – Ed. Vida
Milagre (vários autores)
A Outra Face dos Milagres (ebook)
Os Milagres Posteriores à Morte de Jesus (link)
A Pessoa de Jesus no Antigo Testamento – Jair José Rodrigues – CPAD
Dicionário Davis – John Davis – JUERP
Novo Dicionário da Bíblia – John Davis – Ed. Hagnos
Enciclopédia Ilúmina
O Antigo Testamento Interpretado – Norman Champlin – Hagnos
O Novo Comentário da Bíblia – F. Davidson – Vida Nova
Comentário Bíblico F. B. Meyer – F. B. Meyer – Ed. Betânia
Comentário Bíblico Matthew Henry (Conciso) – Matthew Henry – CPAD
Comentário Bíblico Moody – Editora Batista Regular
Comentário Bíblico Esperança NT – Editora Evangélica Esperança
Comentário Bíblico Africano – Editora Mundo Cristão
Milagres do Antigo Testamento (link)
Devem os Milagres na Bíblia ser interpretados Literalmente? (link)
Introdução Bíblica – Norman L. Geisler & William E. Nix – Ed. Vida
Um Aviso Divino aos Pastores e Profetas (link)
Filhos de Issacar (link)

Filhos de Issacar II (link)

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

EBD Editora Betel - Eliseu e o Milagre da Multiplicação do Azeite

Assembleia de Deus CONAMAD
Lição 07 – 16 de novembro de 2014
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Texto Áureo

“O meu Deus, segundo as suas riquezas, suprirá todas as vossas necessidades em glória, por Cristo Jesus” Fp 4:19

“Meu Deus”, o Deus ao qual sirvo, o Deus cujo poder e fidelidade experimentei tantas vezes, “há de suprir cada uma de vossas necessidades segundo sua riqueza pela glória em Cristo Jesus”. Com certeza Paulo pensa, no começo da frase, nas diversas privações e dificuldades exteriores em Filipos. Deus pode “preencher todas as necessidades”, afinal é “rico”. Contudo, assim como nas intercessões de todas as cartas o olhar de Paulo imediatamente se dirigia para a constituição interior da vida eclesial, assim ele também situa as “necessidades” dos filipenses mais profundamente do que nas coisas que lhes faltam exteriormente. Mas justamente ali está muito mais à disposição deles a riqueza de Deus, que na verdade é uma “riqueza por glória em Cristo Jesus”. Naquilo em que os filipenses agora estão privados – também por causa de sua pronta doação para Paulo – eles por fim obterão glórias eternas.

Comentário Bíblico Esperança NT – Werner de Boor

Verdade Aplicada

Os grandes milagres vividos pelos servos de Deus em todos os tempos sempre se originaram da simplicidade das coisas ou das pessoas que deles se acercavam.

Objetivos da Lição

Apresentar o contraste da visão de Eliseu e da viúva, e a importância de um profeta;
Mostrar as atitudes de fé e os passos que produziram esse grande milagre;
Alertar sobre os tipos de vasos e o valor de um vaso moldado pelo oleiro.

Textos de Referência

II Rs 4.1-3


Introdução

A Bíblia relata que uma mulher, das mulheres dos filhos dos profetas, clamou a Eliseu, pois seu marido havia falecido, e deixado uma dívida que ela não tinha condições de pagar, e por isso, os credores vieram a sua casa para levar seus filhos como escravos (II Rs 4:1).

Depois da morte do Rei Davi, que reinou 40 anos, seu filho Salomão assumiu o trono, reinando por 38 anos. Durante seu reinado houve paz como nunca e Salomão concentrou suas energias em construções, a mais importante e notável sendo a do Templo (em 960 A.C.), que armazenaria a Arca da Aliança. O Rei Davi reinou de 1000 a 960 A. C. O Rei Salomão reinou de 960 a 922 A.C. O Reino Dividido começa em 922 A.C.
Durante o período do Reino Dividido, os profetas Elias e seu sucessor Eliseu tiveram seus ministérios proféticos no Reino do Norte, isto é, no Reino de Israel.

Eliseu Multiplica Azeite da Viúva – John Hatton

A história começa com Eliseu de volta a Israel. Provavelmente, ele estava numa cidade onde havia uma escola dos profetas: Betel, Jericó ou Gilgal (II Re 2:3, 5; 4:38). Enquanto estava ali, “certa mulher, das mulheres dos discípulos dos profetas” (II Re 4:1a) foi até ele. A descrição dessa mulher nos permite saber que alguns dos aprendizes de profeta (“discípulos dos profetas”) estavam acima da idade dos que costumamos chamar de “universitários” (de dezoito a vinte e dois anos). Ela também nos informa que os aprendizes não eram celibatários. Alguns alegam que o estado de solteiro é mais santo que o de casado, mas a Bíblia ensina que “digno de honra” é “o Matrimônio” (Hb 13:4a).
A mulher tinha uma história trágica para contar (II Re 4:1b). Ela descreveu o marido como um “servo” de Eliseu (v. 2). Tanto ela como o marido sempre estiveram prontos para escutar e acatar os ensinos do profeta.
A seguir, ela também disse que o marido “temia ao Senhor”: Ele possuía um profundo respeito por Deus e sua Palavra. A tradição judaica não inspirada identificou esse homem como o Obadias que escondeu cem profetas em duas cavernas e os alimentou (veja I Re 18:3, 4)1. Entretanto, parece improvável que o gerente da casa do Rei Acabe fosse um aprendiz de profeta. Digamos apenas que o marido da mulher tinha sido um homem bom. Podem acontecer tragédias com homens bons? Podem, sim. Elas também podem acontecer com quem está tentando de todo coração servir ao Senhor? Podem e acontecem.

Eliseu, O homem que salvou uma família – David Roper

Certa mulher, das mulheres. A presença de homens casados entre os discípulos dos profetas indica que os profetas não eram monges. Ele temia ao Senhor. Fora um servo de Deus fiel. É chegado o credor. O fato de filhos serem algumas vezes exigidos em pagamento de dívidas encontra-se freqüentemente registrado nos registros cuneiformes.

Comentário Bíblico Moody – Editora Batista Regular

Notemos que o milagre foi operado pelo fato de alguém ter honrado ao Senhor. No caso deste profeta que morreu endividado, é bem possível que as dificuldades que lhe foram impostas e à sua família, pelas perseguições de Jezabel, tenham feito ele chegar a este extremo. Sabe-se que havia fome naquela terra e vários outros filhos dos profetas (aprendizes?) passavam sérios apertos (II Re 4:38-44).



1. Clamando por um milagre

Como se não bastasse perder o marido, essa mulher ainda teve que suportar a pressão dos credores, que desejavam a todo custo levar seus filhos cativos como pagamento das dívidas deixadas pelo falecido. A escravidão naquele tempo era tão séria que era iminente a destruição de sua família.

Sobre as mulheres pesavam os árduos trabalhos do lar, trabalhavam no campo, faziam pães, teciam e etc., porém a mulher não herdava do marido, nem as filhas de seu pai. O voto de uma mulher casada não valia, exceto se fosse consentido pelo marido, que poderia anulá-lo. Na família, a mulher só era mais estimada ao se tornar mãe, especialmente de um filho varão.
Social e juridicamente, a situação da israelita era inferior à das mulheres dos países vizinhos. Quase sempre, a mulher tinha os mesmos direitos de um chefe de família no Egito. As Babilônicas podiam adquirir bens, agir judicialmente e ter parte na herança de seu marido.
No Reino do Norte de Israel, frequentemente as viúvas, especialmente as com vários filhos, ficavam em situações miseráveis. Eram protegidas pela Lei Religiosa, mas os homens pareciam ignorar. A Lei exortava o povo à caridade para com elas, juntamente com os órfãos e os estrangeiros.
Eliseu seria era provido pela mulher rica¹ de Suném (em um pequeno quarto, (II Re 4:8-37). Josafá, o fiel rei de Judá, vivia em seu palácio. Quem era mais importante para Deus? O Senhor não traçou que seus ministros se esforçassem para serem ricos de bens materiais. Eliseu seria pobre para com Deus, por não ter possuídos muitos bens materiais? A maneira de entender do Mundo, não compreende Deus, já que ele mesmo permitiu a muitos de seus ministros passar por este mundo sendo rejeitados, desprezados, humilhados, especialmente pelos poderosos e sábios deste século. Os chamados pelo Senhor que vierem a ser dominados pelo desejo de ficarem ricos, correrão o grande risco de apostatar da fé (I Tim 6:9 e 10).
A Salomão Deus prometeu riquezas e glórias terrenas, o que não representava qualquer real vantagem de Salomão em relação aos demais cristãos. A Elias e a João Batista foi determinado um modo de vida rústico e totalmente modesto, no vestir e em se alimentar, e até mesmo em lhes ter proibido a constituição de uma família. O Senhor ajusta o pé à caminhada e a caminhada ao pé, mas como regra geral, com poucas exceções, sempre condenará a falsa glória do Mundo, a sua luxúria e impiedade e honrará aqueles que viveram modestamente em santo trato e piedade. Os que vierem a alegar no Juízo Final falta de tempo para servi-lo pela necessidade de acumular riquezas, serão indesculpáveis. O Senhor deve ser nosso maior bem!
Teria o profeta falecido, ficado endividado por se envolver tanto com a Obra de Deus que veio a negligenciar completamente sua Família? Caso assim tenha sido, caberia ter uma maior sabedoria sobre que o cuidado pelo Reino começa pelo cuidado com a nossa própria casa. A Bíblia nos ensina a ter em boa ordem todas as coisas.

¹ Nota: A versão ARC diz “mulher grave”.


1.1 Eliseu é chamado pela viúva

Geralmente o tipo de pedido que a viúva fez a Eliseu, era direcionado ao rei, a autoridade judicial suprema do país. Porém como a lei não proibía a tomada dos filhos pelo credor, e como era algo já culturalmente aceito (até nas demais nações em redor de israel, de acordo com o código de Hamurabi, artigo 117), a viúva não viu outra saída, a não ser clamar pela misericórdia divina.
Profundo o testemunho que esta mulher dá a respeito do seu falecido marido. Ela vem a Eliseu demonstrando muito respeito e humildade. Com seu coração quebrantado, chama-o de Senhor, pois sabia que o seu pedido se dirigia a Deus, através do seu profeta.
A viúva em suas palavras, estava dizendo apenas uma verdade para Eliseu e não uma reclamação. Ela fala do fato inegável de que Eliseu conhecia a lealdade com que seu falecido marido servia a Deus e ao próprio Eliseu. Ela o relembra da vida piedosa que seu marido teve.

Eliseu Multiplica o Azeite da Viúva – www.rudecruz.com

Porque não devemos contrair dívidas

1. Porque a dívida é escravidão
O rico domina sobre o pobre, e o que toma emprestado é servo do que empresta (Pv. 22:7).
A perspectiva bíblica da dívida é bem clara: “quem toma emprestado é escravo de quem empresta”. Em outras palavras a dívida do ponto de vista de Deus é escravidão.
Por preço fostes comprados; não vos torneis escravos de homens. (I Co 7:23)
Quanto mais devemos mais servis nos tornamos. Não possuímos total liberdade para escolhermos por nós mesmos como gastaremos a nossa renda, por que nos obrigamos legalmente a pagar essas dívidas. A escravidão da dívida rouba a sua generosidade para com Deus. Já ouvi pessoas dizerem se eu tivesse dava muito mais! Ela não tem porque se, pois em escravidão.
2. Porque a dívida é uma maldição
No Velho Testamento uma das bênçãos decorrentes da obediência era ficar livre das dívidas - Dt. 28:1-2 e 12. A maldição decorrente da desobediência incluía as dívidas como lemos nos versos 15 e 43 a 44. Pense bem antes de fazê-la! Pastor então não pode comprar parcelado? Pode desde que esteja dentro do seu orçamento.
3. Porque a dívida demonstra a presunção do homem
Quando entramos numa dívida presumimos que ganharemos dinheiro suficiente para poder paga-la. Presumimos que continuaremos em nosso emprego ou que o nosso negócio será lucrativo. A Bíblia, porém, condena a presunção, pois o amanhã pertence a Deus! (Tg. 4:13-16).
4. Porque algumas vezes a dívida impede Deus de fazer um milagre
Muitas vezes antes de orar e esperar pelo milagre de Deus nós simplesmente optamos pelo caminho largo e fácil da dívida. Pensamos que a oportunidade de endividamento seja a porta de Deus e entramos por ele inocentemente. Se você compreender que a dívida não é o melhor de Deus você não olhará para ela como a porta de Deus, antes você esperará a provisão completa e perfeita de Deus.

A Escravidão da Dívida – igrejahebrom.com

Eliseu fora comunicado de uma grave situação. Ao profeta foi pedido ajudar no alívio da aflição da viúva. Como não trabalhava com finanças, não tinha posses, nem podia financiar a dívida ou conseguir um empréstimo (como ela iria pagar as parcelas?). Mas, ele foi chamado para resolver! Assim, ele entra com o sobrenatural: a empossou como vendedora de azeite, e deu a ela um estoque em suas mãos, que resolveria tudo (“... vende e paga tua dívida; e tu e teus filhos vivei do resto” II Re 4:7).
Essa mulher passava por um sério desespero, pois além de perder seu marido, ela estava falida e prestes a perder o fruto de seu matrimônio. Filhos que poderiam ajudá-la. Sua situação era lastimável e sem precedentes.


1.2 A visão do profeta diante da viúva

Possivelmente muitas igrejas, muitos líderes, muitos ministérios, muitos lares, muitas famílias, estão sofrendo como a viúva estava,simplesmente, porque estão cegamente ignorando a botija de azeite que está dentro de casa.
A viúva tinha uma fonte que nas mãos de Deus seria utilizada com grandes milagres, mas para que isto se manifestasse, ela primeiro teria que ir ao profeta de Deus, para que ele lhe abrisse a visão naquilo que ela não estava conseguindo enxergar.
Jesus NÃO disse que o profeta de casa não merecia honra, muito pelo contrário, ele afirmou categoricamente que o profeta de casa(a botija de azeite),deveria ser honrado e acreditado, mas , infelizmente isso não está acontecendo em muitos lugares por aí. Jesus sofreu muitas privações no seu ministério em sua própria pátria como lemos acima, mas nem por isso ele se deixou abalar.
Aquela pobre viúva que estava precisando urgentemente de um milagre da parte de Deus, só veio entender, o que é valorizar a botija de azeite que estava dentro de sua casa, quando os credores vieram tomar os seus dois filhos para serem escravos.
O profeta Eliseu dirigido pela palavra profética, disse aquela mulher: Declara-me o que é que voçê tem casa? O interessante a se notar, é que o profeta poderia dizer: declara-me o que é que voçê precisa que eu mandarei alguém te dar? Então, encima disto, profetizaria o dinheiro que ela precisava. Mas não foi desta forma que Deus iluminou o profeta Eliseu. A iluminação que Eliseu recebeu da parte do Senhor, foi com o intuíto de fazê-la enxergar que em sua casa existia uma peça chave que se chamava botija de azeite, que se ela utilizasse teria a plena aprovação e cooperação de Deus.

 A Botija de Azeite que Livrou os Filhos da Viúva da Escravidão – Lunaide Soares Viola

Vemos que ele pondera sobre o que fazer (“que te hei de fazer?). Ele poderia clamar ao Senhor para que alguém trouxesse vasos. Mas ele fez ela agir pela fé: iria usar uma botija de azeite (v.2). Como pagar uma dívida gigante com um pouquinho e azeite? Como encher muitos vasos com isto? Mesmo assim, ela se dispôs a caminhar por fé (II Co 5:7).
Caso ela não tivesse a botija de azeite, Deus poderia ter operado diferente. Mas ela possuía esse pouco; esse algo seu! Ele opera diante da escassez total, sim. Entretanto, se tivermos algo, pouco que seja, sobre este pouco que possuímos ele agirá nos ensinando a fazer o melhor com o que temos.


1.3 A necessidade do profético em nossos dias

A Igreja de Cristo necessita de profetas (não confundir com o Ofíco de Profeta, visto em todo o A.T.), como também do Dom de Profecia. Estes citados, os profetas, são homens inspirados pelo Senhor para ver o Futuro. Podem receber instruções, direções e alertas do Mundo Espiritual e mostrar a realidade vindoura pelo Espírito Santo. Assim é o Ministério Profético (Ef 4:16).
A Visão Humana (da mulher) estava detida na perda dos filhos, na morte de seu marido, na dívida e na vida de miséria. A visão do profeta entendia e via no pouco de azeite (uma única botija) como a fonte de tudo o que ela precisava. Tais homens visionários nos ensinam a ousar, empreender, sonhar e buscar em Deus para seguirmos adiante. Uma palavra profética pode mudar nossa vida (Mt 8.8; Lc 7.7). Deixemos nossas limitações de lado e creiamos na palavra profética: tudo mudará!
Milagres são sempre sobrenaturais. Se nos guiarmos pelo que vemos diremos como a viúva: “Não tenho nada”. Mas, se olharmos como Eliseu, os milagres sempre se tornarão realidade em nossas vidas. Denuncia (dizer o que está errado) e pronuncia (fazer o que é certo) são marcas de ministério profético autêntico.



2. Os passos para um grande milagre

Eliseu pede que aquela mulher corra até seus vizinhos, e lhes peça muitas vasilhas emprestadas para que o azeite daquela pequena botija venha enchê-las. Ela deveria confiar na palavra do profeta e agir por intermédio da fé no que ele disse. A Fé também exige uma atitude, uma ação (Hb 11:1-6).

A Fé sempre tem sido a marca dos servos de Deus desde o começo do Mundo. Onde o Espírito regenerador de Deus implanta o princípio, fará que se receba a verdade acerca da justificação por meio dos sofrimentos e os méritos de Cristo. As mesmas coisas que são objeto de nossa esperança são o objeto de nossa fé. É uma firme persuasão e expectativa de que Deus cumprirá todo o que nos tem prometido em Cristo. Este convencimento dá a alma o gozo dessas coisas agora; lhes dá uma subsistência ou realidade na alma pelas primícias e antecipação delas. A fé demonstra à mente a realidade das coisas que não se podem ver com os olhos do corpo. É a plena demonstração de tudo o revelado por Deus como santo, justo e bom. Este enfoque da fé se explica mediante o exemplo de muitas pessoas de tempos passados que obtiveram bom testemunho ou um caráter honorável na palavra de Deus. a fé foi o princípio de sua santa obediência, seus serviços notáveis e sofrimentos pacientes.
A Bíblia dá o relato mais veraz e exato de todas as coisas e devemos crê-las sem discutir o relato da criação que dão as Escrituras, porque não corresponde com as fantasias divergentes dos homens. todo o que vemos das obras da criação foi executado por ordem de Deus.
Aqui seguem-se alguns exemplos ilustres de fé, de gente do Antigo Testamento. Abel trouxe um sacrifício expiatório das primícias do rebanho, reconhecendo-se como pecador que merecia morrer e esperando misericórdia somente o meio do grande Sacrifício. A ira e inimizade orgulhosas de Caim contra o aceito adorador de Deus conduziram ao espantoso efeito que os mesmos princípios produzem em toda época: a perseguição cruel e até o assassinato dos crentes. Por fé Abel ainda fala, embora esteja morto; deixou um exemplo instrutivo e eloqüente.
Enoque foi trasladado ou transportado, pois não viu morte; Deus o levou ao céu como fará Cristo com os santos que estiverem vivos em sua segunda vinda. Não podemos ir a Deus a menos que acreditemos que Ele é o que Ele mesmo tem revelado ser nas Escrituras. Os que desejam achar a Deus, devem buscá-lo com todo seu coração.
A fé de Noé influiu em sua prática: o levou a preparar a arca. Sua fé condenou a incredulidade dos outros; e sua obediência condenou o desprezo e a rebelião deles. Os bons exemplos convertem aos pecadores ou os condenam. Isto mostra como os crentes, estando advertidos por Deus que fujam da ira vindoura, são movidos pelo temor a refugiar-se em Cristo, e chegam a ser herdeiros da justiça da fé.

Comentário Bíblico Matthew Henry (Conciso) – Matthew Henry

Ficar parado aguardando no Senhor nem sempre é ficar inerte; demonstra confiança. Se recebemos a direção de aguardar nele, devemos ir às reuniões de oração, orar, jejuar, participar da congregação, ativar a fé. Não é ficar parado esperando que caia do céu alguma coisa. Devemos declarar para nosso espírito e para os outros: Eu confio! Confiar em Deus é uma atitude espiritual, mas é uma atitude mental, uma atitude milagrosa! É muito profundo, pois isto implica em fé; conhecimentos mais profundos porque é minha vida, é tua vida.
Se nossa vida, emprego ou situação econômica estiverem em jogo não podemos de forma alguma baixar a cabeça mesmo em desvantagem. Ter medo não é não ter fé. Claro! O Medo é uma coisa natural, desde que não seja intimidador, estrangulador da tua vida. Não pode nos amarrar. Um pouco é aceitável, passou do pouco, tem que reagir com as armas espirituais.
De igual modo, os ímpetos do desespero, os impulsos ou mesmo agir sem discernir (ainda que seja uma “voz”, “visão”, “sonho”, “revelação” ou “profecia”) são terrivelmente destrutivos e podem causar mesmo a Morte. Coloquemos tudo diante do Senhor em oração, até mesmo as decisões, antes de tomá-las e realizar ações.


2.1 Pedindo vasilhas emprestadas

Eliseu disse à mulher: “Vai, pede emprestadas vasilhas a todos os teus vizinhos; vasilhas vazias” (v. 3a). A palavra hebraica traduzida por “vasilhas” é genérica. Era usada para vasilhas de todos os tamanhos, formas e materiais. A única qualidade que cada vasilha tinha de possuir era estar vazia. O profeta acrescentou uma admoestação: “não poucas” (v. 3b). Convém guardar esse detalhe das instruções.
A mulher saiu (v. 5a) e começou a pedir as vasilhas emprestadas. Não muito depois, a casa estava cheia de vasilhas, grandes, pequenas, médias, velhas e novas, decorativas e comuns, vasilhas e mais vasilhas. Então, ela fechou a porta da frente (v. 5b).
Finalmente, a mulher disse a um dos filhos: “Traga-me, mais uma” e o menino respondeu: “Já acabaram” (v. 6; NVI). Todas as vasilhas que haviam emprestado estavam cheias. Então, “o azeite parou” (v. 6b): o azeite parou de escoar da pequena botija; ela estava vazia; o milagre estava terminado. Agora, ela devia ter compreendido a importância da instrução: “não poucas”. O total de azeite foi limitado pelo número de vasilhas emprestadas.

Eliseu, O homem que salvou uma família – David Roper

As panelas emprestadas (dos vizinhos) visavam atendimento a uma necessidade. Assim, serviriam para demonstrar até onde ia a fé e obediência dela. Ao atender ao que o profeta lhe ordenara fazer, a quantidade de vasilhas seria proporcional ao azeite que seria multiplicado (usando o que lhe restara: uma única botija em sua casa). Notemos que ela não sabia de tal proporção!
Não é dito qual foi a quantidade de azeite que Deus multiplicou. Entretanto, era muito grande já que a venda do azeite não apenas daria para pagar a dívida como também para sustentá-la e a seus dois filhos (v. 1 a 7).
Além do milagre da multiplicação do azeite propriamente, vemos o enorme cuidado e assistência que o Pai provê aos seus servos necessitados. A promessa dele de cuidar dos que são seus, será sempre conforme sua soberamia e fidelidade em cumprir todas as suas promessas. 
Na realização de um milagre a fé e a obediência devem trabalhar em conjunto. Existem pessoas que creem, mas não agem, e a fé exige uma atitude. Davi tinha fé, mas possuía a funda. É preciso ter coragem para oferecer o pouco que temos nas mãos do Deus que tudo pode, para que segundo Sua Palavra, a multiplicação aconteça.


2.2 Milagres extraídos daquilo que não é aparente

A mulher tinha uma dívida que não podia pagar. Nós carregamos a dívida do Pecado, uma dívida que jamais poderemos pagar (veja Is 64:6; Rm 6:23a).
Os filhos da mulher haviam sido ameaçados de escravidão. Nós fomos escravizados pelo Pecado (veja Tt 3:3; II Pe 2:19; Rm 6:6).
Deus nos providencia tudo generosamente – como fez à viúva – mas primeiro ele espera que façamos o que estiver ao nosso alcance. Ele nos pediu para confiarmos nele, para sermos imersos em água e a partir daí vivermos para ele (Mc 16:16; Rm 6:3–6; Gl 3:26, 27).
Se nos sujeitarmos a ele e à sua vontade, ele encherá nossas vidas vazias tão certo quanto encheu as vasilhas vazias para aquela viúva em Israel. Ele perdoará nossos pecados (At 2:38), nos dará esperança de vida eterna (Tt 1:2) e nos fortalecerá dia a dia (Ef 6:10).

Eliseu, O homem que salvou uma família – David Roper

Atitudes de fé são firmadas na espiritualidade e na sensibilidade (Gl 5.16; Tg 2.18). O desespero devido ao medo de perder seus filhos, a impedia de ver que o pouco azeite (a botija) poderia sanar suas dívidas (somente de modo sobrenatural, é claro). A Religiosidade e a aparência externa das coisas, podem nos enganar. Necessitamos de discernimento. Devemos nos aplicar em buscar o Dom de Discernimento de Espíritos (I Co 12:10; I Jo 2:20). O que ela menos imaginava, gerou o milagre. Onde aparentemente nada havia! O Criador pode tirar o tudo que precisamos de onde quiser. 
Eliseu perguntou sobre o que ela possuia em casa pois, se  algum prato ou mobília, animais, jóias, prata ou ouro, diria que vendesse-os para tentar quitar suas dívidas com os credores. Deus trabalha em nossa vida mesmo com o que parece pouco. Ele pode multiplicar muitas vezes o pouco que temos (Ex 14:13 e 14; II Re 6:16 e 17; Rm 4:17).


2.3 Milagres de portas fechadas

Também a oração deve estar na esfera secreta. Entre os judeus era usual que se realizasse publicamente a oração, assim como a beneficência. Como os horários de oração estavam determinados para de manhã, ao meio-dia e à noite, muitas vezes se via uma pessoa parada na rua orando. Desse modo ela cumpria pontual e fielmente o horário da oração. Nessa circunstância a pessoa não dizia a oração em voz alta (o que era proibido), mas a murmurava.
Jesus repele o caráter público da oração. Ele afirma no v. 6: Quando orares, entra no teu quarto, teu tameion, e, fechada a porta, orarás a teu pai que está em secreto (crypta).
O que é um tameion?
O tameion (= câmara) é o quarto dos suprimentos, é o recinto escondido, secreto, a peça mais íntima da casa, porque os suprimentos precisam estar seguros de ladrões e animais selvagens. Essa câmara de suprimentos é a única peça na casa do agricultor palestino que pode ser trancada. Tampouco possui janelas. Portanto, é duplamente apropriada para ilustrar o sentido do “secreto”, porque ninguém pode entrar nem olhar para dentro. – Com que nitidez é caracterizada, assim, por Jesus, a diferença entre a natureza da oração em contraposição à prática da oração dos fariseus! Quantas vezes o próprio Jesus procurou a solidão da noite para orar.
A pequena câmara de oração, da qual Jesus fala, também pode estar localizada no meio da alvoroço do Mundo e no meio das pessoas. Mas estará lá somente quando primeiro temos o sagrado costume de nos retirarmos ao quarto secreto como Jesus aconselhou.
É também excelente a maneira como a palavra do quartinho indica a posição de Deus diante de uma oração em segredo. Deus a recompensará, diz o texto bíblico. No grego o verbo “recompensar” significa “devolver o que se recebeu”, “saldar uma dívida”. Portanto, Deus considera a oração como nosso presente a ele, o qual ele nos devolve, como dívida que ele tem conosco e que ele salda a nós à maneira divina.
Com a palavra da oração em local oculto, porém, Jesus jamais quis dizer que seus discípulos somente poderiam orar num quartinho. Jesus não interditou a oração comunitária na sinagoga. Ele próprio costumava ir à sinagoga.

Comentário Bíblico Esperança NT – Fritz Rienecker

Concordamos com a revista sobre orar para Deus abrir portas, e que o fato de alguma porta estar fechada nos servirá ou de impedimento total ou de motivo para nos aplicarmos firmemente em clamar. Mas no caso em análise, fechar a porta é totalmente diferente. Simplesmente aquela viúva pobre e endividada havia apelado a Eliseu certa que o justo e a sua descendência não serão jamais desamparados pelo Senhor (Sl 37:25).
Para que não houvesse interrupções (ela correria muito menos riscos de ser interrompida), enquanto Deus operava o milagre, era ela quem encheria todas aquelas vasilhas com a ajuda de seus dois filhos. Po isso o profeta determinou que ficasse dentro de casa e fechasse a porta, quando começasse a encher as vasilhas com o azeite daquela botija que ela tinha em sua casa.
Já vimos que o milagre foi operado devido à fidelidade do profeta falecido, da fé e da busca da viúva, e à misericórdia Divina. Mas há uma grande pergunta: Se eu já tenho dívidas, como irei me livrar delas? Pela singularidade de cada circunstância, a estratégia para sair das dívidas será única.
Quando nos voltamos para o Senhor há suprimento específico para toda necessidade. Quando ele intervém, seu poder divino satisfaz a necessidade humana (toda). O azeite representa a maravilhosa graça suprida em Cristo Jesus. Deus irá usar aquilo que temos – uma botija de azeite, 5 pães e 2 peixes, a vara para abrir o mar, etc. A resposta pode estar em nossas mãos! A obediência à voz de Deus nos faz prosperar e enxergar além do material e do finito. 
É certo que devemos orar para que as portas se abram, mas também não podemos nos esquecer que porta fechada se refere aquilo que é secreto, que exige silêncio. Muitos perdem as bênçãos porque deixam a porta aberta. Falam demais, contam vitória antes do milagre. Existe o tempo de falar e o de estar calado. Milagres se anunciam depois de concluídos, boas ideias podem ser plagiadas. Cuidado!



3. Botijas que enchem vasos

Na casa de Deus existem vários tipos de vasos, e cada um tem uma função específica. Existem vasos pequenos, médios, e grandes; vasos de ouro, de prata, de pau, e de barro; vasos para a honra, e vasos para a desonra (II Tm 2:20). Porém, o destaque desse milagre não foi um vaso, e sim uma botija.

Aquela mulher que perderia seus filhos por causa das dívidas foi salva por vasilhas emprestadas. Nós somos estas vasilhas. “Emprestamos” nossa vida, talentos e nosso tempo para sermos usados por Deus, levando o óleo do resgate àqueles que estão presos às dívidas do pecado.
Sem as vasilhas não haveria multiplicação do azeite. Se não houver cristãos dispostos a serem cheios do Espírito Santo e se tornarem ferramentas do nosso Deus não haverá resgate para os perdidos.
E, além disso, as vasilhas devem estar vazias para que se possa enchê-las.
Mas eu lhe pergunto: será que estamos vazios ou nada mais cabe em nossas vidas?
Muitas vezes estamos tão cheios de pensamentos e desejos deste mundo que não há espaço para o azeite, isso quando nos deixamos ser usados. Queremos ser cheios do azeite ou daquilo que nos agrada?
As luzes brilhantes de neon fixadas ao nosso redor, os pixels do computador e as telas de nossos televisores ofuscam nossa visão, fazendo com que deixemos as prioridades do Reino de Nosso Pai em segundo plano, sempre optando pelas NOSSAS prioridades e anseios.
As escolhas que fazemos consistem em saciar nossa vontade e desejos para só então (com o que sobra) olharmos para as necessidades do Reino de Deus ou das pessoas que nos cercam.
Engraçado que Jesus mesmo se esvaziou de si mesmo (Fp 2:7) para fazer a vontade do Pai. Se somos discípulos, não deveríamos agir de igual modo?
Esvaziar-nos de nossos desejos e trocá-los pelos desejos de Deus. Encher-nos do óleo do Espírito Santo e deixar de lado tudo o que atrapalha nossa caminhada cristã nesta Terra.
Quando cessaram as vasilhas cessou o azeite. Quantas pessoas ainda terão que se perder até que nos despertemos?

Onde estão as Vasilhas Vazias? – Cristiano Marcello

3.1 O valor de uma botija

Muitas vezes no desespero da nossa vida olhamos para a nossa botija de azeite que está em nossa casa e achamos que ela nunca será suficiente para resolver problemas, e ainda mais se estes problemas se tornam gigantesco.
A botija de azeite que está em nossa casa é suficiente porque Deus a torna suficiente. Tudo aquilo que Deus nos concede é bom e suficiente, porque ele nos concede conforme aquilo que precisamos. O pão, o arroz, os sapatos, as vestes, etc, são recursos suficientes e fundamentais.
Deus não precisa de grandes negócios para principiar grandes milagres, muito pelo contrário, ele muitas vezes utilizará o ponto de partida pequenos recursos para a realização de grandes obras.
Eu posso pela permissão do Espirito Santo com muito temor e tremor, nomear o nosso Senhor Jesus Cristo como a botija, o vaso de Azeite, enviado por Deus, para pagar as nossas dívidas, a fim de, libertarmos da escravidão.
Lógico que havia diferença entre a botija da viúva, com a pessoa de Jesus Cristo, porém, não podemos ignorar que ambos foram indicados e apontados por Deus para serem utilizados na libertação da escravidão e pagamento de dívidas de pessoas.
Baseado que Deus sempre utilizará coisas pequenas para realizar coisas grandes, ao ponto de vista dos Nazarenos quem era Jesus? Um Zé coitado que dizia que era o Messias, da tribo de Davi, porém, morando em Nazaré, em uma cidade discriminada e desconsiderada pelos grandes da época, e até mesmo, pelos os seus patríotas.
Jesus ali se reduziu a pequenez para nos dar uma grande lição: Deus dar partida a grandes milagres através de pessoas pequenas , vis e desprezíveis (I Co 1:26-31). Nem por isso Jesus deixou de ser o Cristo, nem por isso, Jesus deixou de ser Deus exaltado e glorificado pelo pai. Mas antes ele por amor de nós e do nosso resgate, se tornou pequeno e reduzido como humano.

 A Botija de Azeite que Livrou os Filhos da Viúva da Escravidão – Lunaide Soares Viola

João se satisfez por completo com o lugar e a obra designados, mas Jesus veio para uma obra mais importante. Ele sabia que Jesus cresceria em honra e influência, porque seu reino e sua paz não teriam fim, enquanto que a ele o seguiriam cada vez menos. João sabia que Jesus veio do céu como o Filho de Deus, enquanto ele era um homem mortal e pecador, que somente podia falar das coisas mais simples da religião. As palavras de Jesus eram a palavra de Deus; Ele tinha o Espírito, não segundo a medida como os profetas, senão em toda sua plenitude. A vida eterna pode ter-se somente pela fé nEle, e assim só pode ser obtida; mas não podem participar da salvação todos os que não crêem no Filho de Deus, e a ira de Deus está sobre eles para sempre.

Comentário Bíblico Matthew Henry (Conciso) – Matthew Henry

O mundo de hoje e a Teologia da Prosperidade estão causando aos seres humanos sérias dificuldades em valorizar coisas pequenas. Neste milagre aprendemos a valorizar tais coisas (I Co 1:27, Is 53:2 e 3). Uma botija de azeite em casa e o o Profeta manda ela pedir aos vizinhos vasilhas, como disse David Roper no 2.1. Humanamente pensa-se na lógica de que o vaso/vasilha que enche(ria) a botija. Mas aqui as posições foram trocadas. É a botija que encheu vários vasos. É normal imaginar que o pequeno sempre receberá do grande (Hb 7:7). Agora é o pequeno (e único) que dá de si, é quem se torna a fonte; visto como nada é quem sobressai dando vida. Foi exatamente do que ela via como nada que os vasos foram cheios!
É comum valorizarmos títulos, ou o que pensam ao nosso respeito. Precisamos entender que a ótica Divina não escolhe beleza, estatura, ou renome. De onde surgiu Jesus? De Nazaré. De família nobre? Não. Nascido em meio aos animais, mas da simplicidade, Ele se tornou a fonte de tudo o que somos e realizamos.


3.2 Vasos de ouro e de prata

O Vaso de Ouro: o vaso de ouro é aquele que mais possui valor, é um vaso que não quebra, é um vaso mais belo, aquele o qual se tem orgulho de ter. Para se conseguir o ouro puro, a pessoa tem que tirar a sujeira que esta junto, outros minerais, terra. O ouro é um material que estando a grandes temperaturas não se vai, ele não se consome.
Para o Senhor o este é o tipo de servo o qual faz menção da eternidade, é aquele que pode estar na luta que for, esta na presença do Senhor e feliz. Ele não varia, esta sempre feliz. Entende e segue as orientações do Senhor. Ë aquele que para ser como é o Senhor retirou toda a sujeira, retirou pedras de sua vida para que estivesse retamente na presença Dele. É aquele que guarda a beleza, porque é o que dá bom testemunho, é o que tem sabedoria, é o que tem a palavra certa na ora certa.É o servo que tem seus pensamentos voltados ao Senhor, que procura sempre estar preocupado com as coisas de Deus. Este é o vaso de ouro, o vaso nobre.
O vaso de Prata: a prata é um material valioso também, possui alto valor. Ele se consome, mas o ourives para fazer qualquer material de prata coloca na alta temperatura até o momento que ele olha para o material e reflete seu próprio rosto. Mas isto não é feito de qualquer jeito, o ourives tem que estar ali sempre perto para saber a ora certa de tirar o material do fogo
Para o Senhor este é o tipo de servo que também esta preocupado com as coisas do Senhor. É aquele que tem uma palavra de salvação para dar, é aquele que esta firmado no Senhor, seguindo as orientações. Ele também passa pela prova de fogo, até que o Senhor olha para ele e vê seu rosto refletido. É o tipo de servo que na luta e aflição ora pela ajuda do Senhor em sua vida. Em nenhum momento o Senhor sai de perto de sua vida, esta ali perto ajudando, vendo a ora certa de tirá-lo da cilada e sempre direcionando.

Vasos de Honra e Desonra – icmbelavista.comunidades.net

Esses tipos são muito valiosos e se destacam numa grande mansão ou palácio. Não existem em qualquer casa. Muitas pessoas fariam de tudo para ser de ouro e de prata como esses vasos, mas nasceram para ser de pau ou barro, (materiais fáceis de mudar a forma). Os mais valiosos são mais rígidos. Ao tentar mudar sua forma, podemos rachá-los! Ao surgirem os de ouro e de prata sabe-se que os de pau e de barro já trabalharam por eles. Uma boa comida não se prepara em vasos de ouro ou de prata. A função que desempenha (honra ou desonra – II Tm 2:20) é o ponto determinante. Não é o tamanho, o material ou a forma, mas o que possui dentro de si que faz a diferença (Mt 25:4).


3.3 Vasos de barro

O Vaso de Pau: todos sabemos que o vaso de madeira é aquele que apodrece mais facilmente, quando cheio de água enche e racha. É um vaso que se toma cuidado para que não se estrague. A madeira não resiste ao fogo
Este é o tipo de servo que tem dificuldades de seguir as orientações do Senhor, é aquele muito cheio de razão, o vaso que logo apodrece por insistir em estar fora da orientação. É aquele que condena, que quando chamado atenção fica chateado, sai da igreja e diz: "sai da igreja porque aquele irmão isso e aquilo". fala mal dos outros, faz fofoca. É aquele que o pastor tem que ter muito cuidado para dar a ele uma orientação ou entregar um dom, porque senão sai da obra É um tipo de vaso que tem que ter cuidado para não estragar. Quando provado, não agüenta e sai da obra, não agüenta a prova de fogo. Ele estraga.
O Vaso de Barro: é um vaso pesado, é aquele vaso que se coloca no canto, frágil, tem que ter cuidado para não quebrar, é um vaso de mesmas beleza.
Este é o servo que ainda não teve uma experiência com o Senhor, precisa ter muito cuidado para falar com ele porque é frágil, não segue as orientações do Senhor, é aquele que não esta disposto para a obra. Dá um mau testemunho, se prende no homem , não em Deus, fica no canto pois não é usado pelo Senhor, pois esta indisposto. Não quer compromisso.

Vasos de Honra e Desonra – http://icmbelavista.comunidades.net

A Bíblia nos chama de barro e, embora haja uma similaridade química entre o barro e o vaso, as Escrituras fazem clara distinção (teológica) entre os dois. Podemos ter a aparência de um vaso quando o barro é manipulado, assim como o próprio barro é um vaso em desenvolvimento.
O vaso, por si mesmo, não endurece ou se recicla. Quando o vaso era mal manipulado e rachava, os oleiros da antiguidade ajuntavam os cacos e os colocavam em um local próprio, semelhante ao lugar em que Jó se assentou enquanto coçava suas feridas (Jó 2:8). O Vale de Hinom, do lado de fora de Jerusalém, era um desses locais, onde toda a cidade colocava os entulhos, inclusive, vasos quebrados. Foi ali que Deus levou Jeremias.
Como lição para Judá (e para nós), Deus joga o vaso de barro no monte de entulhos, não apenas desprezando-o, mas destruindo-o. Quando Jeremias, obediente à ordem de Deus, quebra o vaso de barro, Ele explica: “Deste modo quebrarei Eu este povo e esta cidade, como se quebra o vaso do oleiro, que não pode mais refazer-se”, nem com fita adesiva, superbonder ou qualquer outro agente humano. O vaso está em cacos. O “teste” acabou.

Lições da Fábrica de Vasos – Keisha McKenzie

O vaso de barro é interessante: Frágil, quebra com muita facilidade, o que possibilita ao oleiro refazê-lo sempre que necessário (Jr 18:4). A beleza do vaso de barro está no seu interior! Sem parecer nem formosura, pode portar dentro de si um inestimável tesouro (II Co 4:7). Ou seja, ele pode ser útil guardando objetos, substâncias e etc. A grandeza de alguém deve ser consagrada para o louvor ao dono do tesouro que nele está, Deus. O Senhor está recrutando botijas, e multiplicando o azeite que elas possuem para dividirem com outros vasos.
O segredo para se encher é estar vazio; Vazio de si mesmo, da vaidade, do pecado, que é a rachadura por onde se derrama toda a unção. O propósito divino é só parar quando todos os vasos estiverem cheios. Fechemos a porta para o pecado, abramos nossas vidas para o puro azeite que o Senhor nos oferece.



Conclusão

O primeiro estágio dessa mulher era de calamidade total, mas seu final foi milagroso, próspero e sobrenatural. O importante não é como começamos, mas como iremos terminar diante de Deus. Ainda há tempo para mudanças, façamos como fez essa mulher, convidemos ao Senhor para vir a nossa casa e contemos a ele o que se passa conosco.


Fontes:

Bíblia Sagrada ARC/ARA/ACF/TB/BV/RV/NTLH
Milagres do Antigo Testamento (revista EBD professor) – Editora Betel – 4º Trimestre 2014 – Lição 07
Merece Confiança o Antigo Testamento? – Gleason L. Archer Jr. – Ed. Vida Nova
Todos os Milagres da Bíblia – Larry Richards – Ed. Hagnos
Milagres – C.S. Lewis – Ed. Vida
Milagre (vários autores)
A Outra Face dos Milagres (ebook)
Os Milagres Posteriores à Morte de Jesus (link)
A Pessoa de Jesus no Antigo Testamento – Jair José Rodrigues – CPAD
Dicionário Davis – John Davis – JUERP
Novo Dicionário da Bíblia – John Davis – Ed. Hagnos
Enciclopédia Ilúmina
O Antigo Testamento Interpretado – Norman Champlin – Hagnos
O Novo Comentário da Bíblia – F. Davidson – Vida Nova
Comentário Bíblico F. B. Meyer – F. B. Meyer – Ed. Betânia
Comentário Bíblico Matthew Henry (Conciso) – Matthew Henry – CPAD
Comentário Bíblico Moody – Editora Batista Regular
Comentário Bíblico Esperança NT – Editora Evangélica Esperança
Comentário Bíblico Africano – Editora Mundo Cristão
Milagres do Antigo Testamento (link)
Devem os Milagres na Bíblia ser interpretados Literalmente? (link)
Introdução Bíblica – Norman L. Geisler & William E. Nix – Ed. Vida
Eliseu Multiplica Azeite da Viúva (link)
Eliseu, O homem que salvou uma família (link)
Eliseu Multiplica o Azeite da Viúva (link)
A Visão Profética Futurista (link)
12 Passos para que Você Experimente o Extraordinário de Deus em sua Vida (link)
Ela não Pediu Vasos Emprestados... por isso Parou o Azeite! (link)
Vasos de Honra e Desonra (link)
Lições da Fábrica de Vasos (link)

Bibliografia Indicada (estude mais)

O Papel Profético da Igreja no Mundo Moderno (link)
Palavras Proféticas para os Dias Atuais (link)
O Jarro, O Vaso e a Botija (link)
Crise - Tempo de Deus Fazer Milagres (link)
Os Principais Erros estão nos Pequenos Gastos (link)
A Simbologia dos Vasos na Bíblia (link)
Belsazar e a Escritura na Parede (link)
Somos Vasos nas Mãos do Oleiro (link)
Quem Quebrou o Vaso de Barro (link)
Porque o Vaso se Quebrou na Mão do Oleiro? (link)
Quebrando o Vaso (link)

Questionário

1. A que foi dirigido o clamor da mulher viúva?
R. Ao profeta Eliseu (II Rs 4:1).
2. Qual a pergunta feita pelo profeta a mulher?
R. Que te hei de fazer? Dize-me que é que tens em casa (II Rs 4:2).
3. Qual foi a fonte do milagre da vida daquela mulher?
R. A botija de azeite que estava em sua casa (II Rs 4:2).
4. Qual o segredo de ser um vaso escolhido por Deus?
R. A função que desempenha. Se ele é para honra ou para desonra (II Tm 2:20).
5. Onde reside a beleza de um vaso?

R. Em seu interior (II Co 4:7).