quarta-feira, 23 de abril de 2014

EBD Editora Betel - Efeitos Danosos do Complexo de Superioridade

Assembleia de Deus CONAMAD
Lição 05 – 04 de Maio de 2014
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ALERTA AOS DESAVISADOS: NÃO SOMOS A CONAMAD. NÃO SOMOS A AD MADUREIRA, NEM SEUS DIRETORES. NEM MESMO SOMOS OFICIAIS. POR FAVOR, NÃO NOS INTERPRETE MAL. SE QUISER FALAR CONOSCO, DIGA SEU NOME, EMAIL E CIDADE E AMAREMOS LHES RESPONDER (NÃO HÁ COMO RESPONDER OU AJUDAR ANÔNIMOS!). NÃO PODEMOS LHES AJUDAR A "VER" ALGO OU "ADIANTAR" NADA COM AS PESSOAS E/OU ENTIDADES CITADAS ACIMA. FAVOR NÃO INSISTIR NISTO.

Base para o Trimestre

Clique aqui e leia nossa lista de estudos, artigos, apostilas, teses e dissertações que irão te dar bases ministeriais, acadêmicas e clinicais para poder periciar as lições deste trimestre. Leia, releia, anote e assista aos vídeos tantas vezes quantas forem necessárias. Tente ler todos os livros indicados (ao menos os examinem).

Texto Áureo

“Porque o dia do Senhor dos Exér­citos será contra todo o soberbo e altivo e contra todo o que se exalta, para que seja abatido;” Is 2:12

Verdade Aplicada

A soberba é um mal que precede à queda.

Objetivos da Lição

Definir complexo de superiori­dade;
Mostrar as consequências desse mal;
Explicar como esse mal se apre­senta na igreja.

Textos de Referência

Dn 3:1 O Rei Nabucodonosor fez uma estatua de ouro, cuja altura era de sessenta côvados, e a sua largura, de seis côvados; levantou-a no campo de Dura, na província de Babilônia.
Dn 3:2 E o rei Nabucodonosor mandou ajuntar os sátrapas, os prefeitos, os presidentes, os juízes, os tesoureiros, os conselheiros, os oficiais e todos os governadores das províncias, para que viessem à consagração da estátua que o rei Nabucodonosor tinha levantado.
Dn 3:3 Então, se ajuntaram os sátrapas, os prefeitos, os presiden­tes, os juízes, os tesoureiros, os conselheiros, os oficiais e todos os governadores das províncias, para a consagração da estátua que o rei Nabucodonosor tinha levantado, e estavam em pé diante da imagem que Nabucodonosor tinha levantado.
Dn 3:4 E o arauto apregoava em alta voz: Ordena-se a vós, ó povos, nações e gente de todas as línguas:
Dn 3:5 Quando ouvirdes o som da buzina, do pífaro, da harpa, da sambuca, do saltério, da gaita de foles e de toda sorte de música, vos prostrareis e adorareis a imagem de ouro que o rei Nabucodonosor tem levantado.


Introdução

1. O Complexo de Superioridade na Igreja

1.1 O que é complexo de superioridade?
1.2 A falta de auto-conhecimento induz ao erro
1.3 Sintomas mais comuns do Complexo de Superioridade

2. Um mau exemplo

2.1 A ânsia pelo poder
2.2 Um homem fraco escondido sob a falsa superioridade
2.3 Um forte desejo de se sentir superior

3. Um velho conhecido da Igreja

3.1 Uma tentativa desastrosa
3.2 O domínio exercido por Satanás
3.3 O desejo desenfreado de querer ser adorado


Fontes:

Bíblia Sagrada ARC/ARA/ACF/TB/BV/RV/NTLH
Enfermidades da Alma (revista EBD professor) – Editora Betel – 2º Trimestre 2014 – Lição 05

domingo, 13 de abril de 2014

EBD Editora Betel - Vencendo a Timidez e suas Consequências

Assembleia de Deus CONAMAD
Lição 04 – 27 de Abril de 2014
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Base para o Trimestre

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Texto Aureo

“Não to mandei eu? Esforça-te e tem bom ânimo; não pasmes, nem te espantes, porque o Senhor, teu Deus, é contigo, por onde quer que andares.” Js 1:9

Josué vai fazer que a Lei de Deus seja seu governo. É-lhe ordenado meditar nela dia e noite para que possa compreendê-la. Quaisquer que sejam os assuntos do mundo que tenhamos em mente, não devemos deixar de lado a única coisa necessária. Todas as ordens de Josué ao povo, e seus juízos, devem estar conforme com a lei de Deus. Ele mesmo deve submeter-se aos mandamentos; a dignidade ou o domínio de nenhum homem o coloca por acima da Lei de Deus.
Ele deve alentar a si mesmo com a promessa e a presença de Deus. Que o sentir suas próprias doenças não desanimem a você; Deus é todo-suficiente. Eu te mandei, chamei e comissionei para fazê-lo, e podes ter a certeza que te sustentarei em, e te tirarei de, isso. Quando estamos na senda do dever, temos razão para sermos fortes e muito ousados. Nosso Senhor Jesus, como aqui Josué, foi sustentado em seus sofrimentos por considerar a vontade de Deus e o mandamento de seu Pai.

Matthew

Verdade Aplicada

A timidez pode impedir a concretização dos propósitos de Deus para nossa vida.

Objetivos da Lição

Conhecer a origem da timidez;
Mostrar os efeitos da timidez no indivíduo;
Explicar como vencer a timidez.

Textos de Referência

Ex 3.1 - E apascentava Moisés o rebanho de Jetro, seu sogro, sacerdote em Midiã; e levou o rebanho atrás do deserto e veio ao monte de Deus, a Horebe.
Ex 3.2 - E apareceu-lhe o Anjo do Senhor em uma chama de fogo, no meio de uma sarça; e olhou, e eis que a sarça ardia no fogo, e a sarça não se consumia.
Ex 3.3 - E Moisés disse: Agora me virarei para lá e verei esta grande visão, porque a sarça se não queima..
Ex 3.4 - E, vendo o Senhor que se virava para lá a ver, bradou Deus a ele do meio da sarça e disse: Moisés! Moisés! E ele disse: Eis-me aqui.


Introdução

Abordaremos um tema que possivelmente fará com que muitos se identifiquem, talvez não por serem tímidos, mas por conhecerem ou conviverem com pessoas tímidas ou extremamente tímidas. Quase a metade da população relata sofrer de timidez. Todos somos tímidos, em algum grau. E isso não é problema. Só é quando isso interfere em nossa vida social. Timidez e acanhamento, no fundo, é uma questão de confiança. Confiança em si mesmo!
            Queremos lembrar que timidez na Bíblia (Dt 2:8, Jz 7:3, Mc 4:40, II Tm 2:1) tem sentidos pontuais (como acontece com muitas coisas). È indispensável sabermos o contexto do texto, os sentidos do texto e os pretextos existentes ou imagináveis (para nossa defesa e auxiliar aos outros). Pessoalmente passei por uma experiência muito curiosa: ao ler “tímidos” em Apocalipse (21:8), tive um impacto tão grande que me tornei meu próprio terapeuta e desinibidor! Assim, passei a fazer de tudo para deixar de ser tímido (eu era em excesso). Muitos anos depois é que descobri tratar-se de outro sentido, nesta passagem. Lembre-se: medo de pessoas, situações públicas e similares não é falta de fé em Deus. Na maioria das vezes é falta de confiança em si ou descupas.



1. Que é a Timidez?

A timidez se caracteriza por um desconforto diante de situações sociais, desconforto que “atrapalha o indivíduo na conquista de seus objetivos, sejam eles pessoais ou profissionais”. Estudos recentes confirmam que ninguém nasce tímido nem se sente tímido o tempo todo. As pessoas ficam tímidas quando se sentem em situações de inferioridade ou vulnerabilidade. Portanto como cristãos precisamos reagir contra este sentimento (Is 35:3 e 4).
Destaque para os alunos que os cristãos não precisam temer situações de inferioridade ou vulnerabilidade (Lc 11:11 e 12). A timidez causa desconforto e inibição em relações interpessoais que interferem nos objetivos pessoais e profissionais. Traços como vergonha, medo, solidão, depressão e ansiedade podem vir a se manifestar em seu lado afetivo.

Quer sejamos introvertidos ou extrovertidos, todos nós podemos experienciar esse sentimento de timidez em algum momento das nossas vidas. Socialmente, construiu-se a ideia errada de que só os introvertidos vivem a experiência da timidez, mas isso não é verdade. A timidez tem mais a ver com estar à vontade consigo mesmo, especialmente quando se encontra em situações sociais. Para muitas pessoas, esta condição pode por vezes estender-se até à idade adulta. Talvez você hesite em fazer um telefonema ou abordar alguém para pedir uma orientação. Às vezes isso pode prejudicar mais do que ajudá-lo. Você começa a evitar algumas situações, evita ir a lugares, evita constrangimentos, pode evitar defender a sua opinião por receio do confronto e da exposição.
A timidez pode estar confinada a algumas situações específicas não se tornando incapacitante nem angustiante. No entanto, em determinadas situações, algumas pessoas pouco a pouco vão generalizando os acontecimentos incómodos ao ponto de poderem vir a desenvolver timidez incapacitante e alguns transtornos de ansiedade, como a fobia social e ataques de pânico.

escolapsicologia.com


Continua...

1.1 As causas da Timidez

Em elaboração

1.2 Tipo de timidez

A timidez pode variar, por exemplo, da dificuldade de falar em público, até chegar à fobia social, a mais grave de todas, impedindo a pessoa de fazer até mesmo as coisas mais simples do dia a dia.

Em elaboração

1.3 Timidez ou fobia social?

Explique para os alunos que a fé cristã não é antissocial, pois Jesus frequentou festas (Jo 2:1 e 2), banquetes (Lc 5:29 e 30) e fez visitas (Mc 1:29).


Continua...


2. O tímido tem muitos medos

O tímido tem medo de gente, tem medo de não ser aceito e tem medo de ser rejeitado! Ele possui pensamentos e sentimentos negativos sobre si, sentimentos de inferioridade, sua autoestima e confiança em si mesmo são muito baixas, tem medo de errar, etc.. Esta atitude é anticristã, pois para nós agradável é viver em comunhão (Sl 133).
Quanto mais inseguro o tímido se sentir em relação a outras pessoas, quanto mais nova for á situação e quanto menos conhecida seja a pessoa com quem o tímido está se relacionando, maior será a necessidade de ele se refugiar internamente, retrair-se, pois se sente muito ameaçado.

Em elaboração

2.1 Os sintomas fisiológicos mais observados da Timidez

Em elaboração

2.2 Os sintomas comportamentais mais comuns da Timidez

Em elaboração

2.3 Os sintomas afetivos da timidez

Em elaboração


3. Moisés é confrontado com sua timidez

Há vários casos de tímidos na Bíblia, pessoas como Gideão (Jz 6:2,3,11-15), o profeta Jeremias (Jr 1:4-6) e o caso de Moisés (Ex 3:11). Ele nasceu numa época em que os hebreus eram escravos no Egito. Faraó com receio do crescimento do povo hebreu ordenou que toda criança do sexo masculino fosse sacrificada (Ex 1:22). Mas, Moisés foi salvo pela filha de Faraó e adotado por ela como um filho. Foi educado em toda ciência dos egípcios, sendo poderoso em palavras e obras (At 7:22). Viveu durante os primeiros quarenta anos de sua vida como um príncipe e, num certo dia, saiu para ver seus irmãos hebreus quando encontrou um egípcio espancando um homem do seu povo. Matou o egípcio com as próprias mãos e escondeu na areia. Contudo, a notícia se espalhou e Faraó procurou matá-lo. Moisés teve que fugir para as terras de Midiã, onde passaria os próximos 40 anos. Refugiado e com muito medo, Deus aparece a ele, dando-lhe um propósito maior na vida. Moisés seria levantado para libertar sua família e todo o seu povo. Seu trauma de fugitivo, contudo, falou mais alto, transformando-o em um homem tímido. Segundo o dicionário, tímido é alguém assustado, medroso, receoso, sem coragem. Era exatamente assim que Moisés se via. “Quem sou eu para apresentar-me ao faraó e tirar os israelitas do Egito?” (Ex 3:11).
A Timidez está enraizada no Medo, num medo irracional de falar e ser humilhado ou ignorado. O tímido faz de tudo para não ser percebido.

Em elaboração

3.1 Um homem tímido e o desafio de liderar

Creia no propósito de Deus para sua vida e fique atento para ouvir e cumprir o seu chamado. E, se você achar que não tem capacidade fique em paz, apenas creia no Senhor e o Espírito Santo de Deus, pois Ele o transformará como fez com Davi, com Moisés, com Paulo, com Pedro e tantos outros quando foram chamados. Considere a afirmação bíblica: “Deus não nos deu espírito de covardia, mas de poder, de amor e de equilíbrio“ (II Tm 1:7).

Em elaboração

3.2 A cura da timidez e da autoestima de Moisés

Se você tem levado uma vida sem direção sem propósito, sem grandes expectativas. Saiba que Deus tem um propósito para todos nós, ele não o colocou no mundo sem motivo, Ele quer fazer algo através da sua vida.

Em elaboração

3.3 A vitória de Moisés sobre a timidez

Quando alguém percebe claramente, no coração, como é visto por Deus, então tudo muda e passa a ter uma visão renovada do seu valor e da sua vida. Cada pessoa é única, singular, “sui generis”, e cada ser humano precisa convencer-se de que veio a essa Terra exatamente para descobrir, expressar; revelar e viver o que há de exclusivo, de único nele.

Em elaboração


Conclusão

Algumas pessoas, por mais que tentem, acabam desistindo de lutar contra a timidez. É importante saber que timidez não é doença, não é defeito e não faz de ninguém um ser inferior aos demais. Deus quer nos libertar de toda timidez para nos comissionar como libertadores de nossa família e de nosso povo!

Fontes:

Bíblia Sagrada ARC/ARA/ACF/TB/BV/RV/NTLH
Enfermidades da Alma (revista EBD professor) – Editora Betel – 2º Trimestre 2014 – Lição 04

Princípios de Interpretação Bíblica – Vilson Scholz – Ed. ULBRA
Novo Dicionário da Bíblia – John Davis – Ed. Hagnos
Enciclopédia Ilúmina
O Antigo Testamento Interpretado – Norman Champlin – Hagnos
O Novo Comentário da Bíblia – F. Davidson – Vida Nova
Comentário Bíblico Matthew Henry (Conciso) – Matthew Henry – CPAD
Comentário Bíblico Moody – Editora Batista Regular
Comentário Bíblico Esperança NT – Editora Evangélica Esperança
Ajudando uns aos outros pelo Aconselhamento – Gary R. Collins – Vida Nova
Aconselhamento Cristão – Gary R. Collins – Vida Nova
Princípios Básicos de Aconselhamento Bíblico – Dr. Lawrence J. Crabb – Refúgio
Jesus, O maior Psicólogo que já existiu - Mark W. Baker – Sextante
Problemas Cruciais: Uma perspectiva bíblica (link)
A Responsabilidade Pessoal pelos Atos Humanos e o Destino (link)
A Bíblia tem Solução para os Problemas da Depressão, Tendências Suicidas, emocionais e outros problemas similares? (I) (II)
Restauração da Alma - O que é o que não é? (link)
Auto-confrontação (link)
Quadro Avaliativo: Terapia Psicológica x Aconselhamento Bíblico (link)

Como Superar a Timidez (link)

EBD Editora Betel - Como Vencer a Angústia

Assembleia de Deus CONAMAD
Lição 03 – 20 de Abril de 2014
Revistaebd Revista escola bíblica dominical editora betel conamad Passagem bíblica trecho bíblico bíblia como estudar teologia bíblia escola dominical escola dominical betel escola biblica betel escola bíblica betel escola dominical conamad auxilio professor ajuda professor subsídio professor auxílio professor subsidio comentario ebd comentário bíblico ebd professor mestre comentário biblico escola dominical comentario biblico escola bíblica comentario bíblico pregação pregador palestra estudo bíblico bíblico


ALERTA AOS DESAVISADOS: NÃO SOMOS A CONAMAD. NÃO SOMOS A AD MADUREIRA, NEM SEUS DIRETORES. NEM MESMO SOMOS OFICIAIS. POR FAVOR, NÃO NOS INTERPRETE MAL. SE QUISER FALAR CONOSCO, DIGA SEU NOME, EMAIL E CIDADE E AMAREMOS LHES RESPONDER (NÃO HÁ COMO RESPONDER OU AJUDAR ANÔNIMOS!). NÃO PODEMOS LHES AJUDAR A "VER" ALGO OU "ADIANTAR" NADA COM AS PESSOAS E/OU ENTIDADES CITADAS ACIMA. FAVOR NÃO INSISTIR NISTO.

Base para o Trimestre

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Texto Aureo

“Eu, porém, cantarei a tua força; pela manhã, louvarei com alegria a tua misericórdia, porquanto tu foste o meu alto refúgio e proteção no dia da minha angústia”. Sl 59:16

Verdade Aplicada

Em momentos de angústia, devemos ter fé para confiar no Senhor e na sua resposta.

Objetivos da Lição

Definir o que é angústia;
Mostrar as diversas faces da angústia;
Apresentar a cura para a angústia.

Textos de Referência

I Sm 13:5 - E os filisteus se ajuntaram para pelejar contra Israel: trinta mil carros, e seis mil cavaleiros, e povo em multidão como a areia que está a borda do mar; e subiram e se acamparam em Micmás, ao oriente de Bete-Áven.
I Sm 13:6 - Vendo, pois, os homens de Israel que estavam em angústia (porque o povo estava apertado), o povo se escondeu pelas cavernas, e pelos espinhais, e pelos penhascos, e pelas fortificações, e pelas covas,
I Sm 13:7 - e os hebreus passaram o Jordão para a terra de Gade e Gileade; e, estando Saul ainda em Gilgal, todo o povo veio atrás dele, tremendo.
I Sm 13:22 - E sucedeu que, no dia da peleja, se não achou nem espada, nem lança na mão de todo o povo que estava com Saul e com Jônatas; porém acharam-se com Saul é com Jônatas, seu filho.
I Sm 14:6 - Disse, pois, Jônatas ao moço que lhe levava as armas: Vem, passemos à guarnição destes incircuncisos; porventura, operará o Senhor por nós, porque para com o Senhor nenhum impedimento há de livrar com muitos ou com poucos.
I Sm 14:7 - Então, o seu pajem de armas lhe disse: Faze tudo o que tens no coração; volta, eis-me aqui contigo, conforme o teu coração.


Introdução

Nesta lição, abordaremos a Angústia: uma enfermidade da alma, caracterizada por uma busca desenfreada do homem por preencher algo que lhe corrói o interior. Um sentimento insaciável rasga o peito, gritando para ser alimentado e pôr fim à sua angústia, à sua dor interior e exterior, podendo causar doenças psicossomáticas.


1. O que é a Angústia?

A Angústia se caracteriza por um sentimento de sufocamento e sensação de aperto no peito, acompanhados da falta de humor, de ressentimento e até dor física; isso pode evoluir a outras enfermidades. Biblicamente ela ocorre pela primeira vez no episódio da queda do homem (Gn 3:7a). Quando Adão e Eva percebem que estão nus e nada mais podem fazer para retornar ao estado original, então são tomados por um estado de angústia seguido de medo (Gn 3:8-10). Assim, quando o ser humano enfrenta situações de confrontos, problemas ou cobranças, sem saber o que fazer a angústia pode se apoderar do seu coração.
Exemplifique para os alunos com a seguinte situação, imagine-se diante de uma pessoa afogando-se incapaz de salvá-la. Você sabe que o precisa fazer mas também sabe que não tem como fazer, neste momento o sentimento natural é de uma agonia mental, atrelada a um sufixo semelhante ao da asma, e uma dor ou compressão no peito”, isto é angústia. Quando este sentimento perdura por muito tempo, caracteriza uma enfermidade da alma.

A Angústia estaria associada a causas psicológicas como: traumas, complexos, meio ambiente repressor ou desgastante podem desencadear sensações de opressão.
A serenidade tem a ver com a Fé e o Otimismo. Fé em Deus e em si mesmo! Sensações de vazio interior e mudanças de vida podem estar associadas à angústia. Quando a pessoa se aposenta, pode sentir esta sensação de insegurança. O que farei agora? A "Síndrome do Ninho Vazio" pode ser também uma das causas da angústia ou ansiedade. Os filhos estão criados, estudam fora e os pais se sentem vazios. Viveram sempre em função dos filhos e agora?
Às vezes, a causa pode ser espiritual. Uma oração fervorosa pode melhorar esta opressão. Vivemos num mundo muito material e imediatista. Nosso espírito precisa também de alimento espiritual. Praticar esportes, lazer, uma atividade, amigos, são bons remédios para evitar a angústia. Só será considerada patológica se junto com ela estiverem outros sintomas como: falta de concentração, tristeza permanente, inquietação, pensamentos negativos. Pode ser o início de uma depressão. Ou então, se a angústia estiver sendo um fator limitante em sua vida. Nesse caso, procure ajuda profissional. Pessoas muito inseguras ou com dificuldade em expressar os sentimentos, são propensas à angústia.

minhavida.com.br

Chamamos de angústia a forte sensação psicológica, caracterizada por "abafamento", insegurança, falta de humor, ressentimento e dor. Na moderna psiquiatria é considerada uma doença que pode produzir problemas psicossomáticos.
A angústia é também uma emoção que precede algo (um acontecimento, uma ocasião, circunstância), também pode-se chegar a angústia através de lembranças traumáticas que dilaceraram ou fragmentaram o ego.
Angústia quando a integridade psíquica está ameaçada, também costuma-se haver angústia em estados paranoicos onde a percepção é redobrada e em casos de ansiedade persecutória.
A angústia exerce função crucial na simbolização de perigos reais (situação, circunstância) e imaginários (consequências temidas).

palavra10.comunidades.net



No tocante à análise do problema da angústia, Arthur Schopenhauer nos apresenta em sua filosofia uma visão extremamente pessimista da vida: para ele, viver é necessariamente sofrer. Por mais que se tente conferir algum sentido à vida, na verdade, ela não possui sentido ou finalidade alguma. A própria vontade é um mal. Nós queremos vencer, desejamos vencer. Mas a vontade gera a angústia e a dor e, os mais tenros momentos de prazer, por mais profícuos que possam vir a ser, são apenas intervalos frente à infelicidade.
É com base em Schopenhauer que um outro pensador alemão, Friedrich Wilhelm Nietzsche, concluiu que, dentre todos os povos da Antiguidade, os gregos foram os que apresentaram maior sensibilidade para compreender o sofrimento e a tragicidade da existência humana, como que permeada pela dor, solidão e morte. No entanto, os mesmos gregos criaram uma sociedade baseada no princípio do equilíbrio: nada em demasia como forma de combater todos os nossos instintos e paixões. A arte é concebida, nesta concepção da vida, como catarse. Assim surgiram as tragédias gregas que, enquanto arte da representação e da aparência, nos colocam ainda hoje em contato com toda a tragicidade e angústia de nossa existência. Segundo Nietzsche é preciso ter consciência de que a vida é sim uma tragédia, para que possamos desviar um instante os olhos da nossa própria indigência, desse nosso horizonte limitado, colocando mais alegria em nossas vidas. A arte tem essa função.
Jean-Paul Sartre, filósofo francês contemporâneo, representante maior da corrente existencialista, defendeu que a angústia surge no exato momento em que o homem percebe a sua condenação irrevogável à liberdade, isto é, o homem está condenado a ser livre, posto que sempre haverá uma opção de escolha: mesmo diante de A, pode optar por escolher não-A. Ao perceber tal condenação, ele se sente angustiado em saber que é senhor de seu destino.

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Para o filósofo Arthur Schopenhauer, viver significa necessariamente sofrer. Quanto mais o homem busca a vitória, mais ele se desencanta por não conseguir conferir sentido algum à vida. Os pequenos momentos de prazer, por mais proveitosos que sejam, são insuficientes para produzir a verdadeira felicidade o que acaba por gerar a angústia. Dessa forma, para a Filosofia existencialista, o ser humano está condenado a passar pela vida como um sobrevivente, pois a angústia de viver com sofrimento, faz desse mal um problema eterno, uma doença incurável. Entretanto, para o Cristianismo, ao contrário da filosofia, nenhum ser humano está condenado a existir como sobrevivente, pois, ao encontrar-se com Cristo, uma fonte de alegria brota no seu interior (Jo 7.38).


1.2 Angústia, uma enfermidade perceptível

É como se fosse um modismo natural ou comum, que pouco a pouco vai sendo incorporado aos costumes e hábitos cristãos. Não há nenhum outro evangelho ou revelação além do que está exposto na Bíblia Sagrada. Nada podemos acrescentar para mudarmos as regras do jogo ou virarmos a mesa, como é mais comum nos meios esportivos ou darmos o famoso jeitinho brasileiro, que se adequa a todos os seguimentos da sociedade, como se pudéssemos mudar a revelação de Deus que está em Cristo Jesus.
Estas idéias e práticas, estão sendo inseridas em nossa cultura em doses homeopáticas. No do dia a dia entre estudantes e professores nas escolas e universidades, no convívio e companheirismo nas amizades de rua. Com os vizinhos, por intermédio dos próprios pais e principalmente pela televisão, pelo rádio, cinema, jornais, revistas, serviços de sexo via telefone e ultimamente via Internet.
A igreja não tem se dado conta de que está havendo uma mudança nos hábitos e modos de vida das pessoas, como conseqüência do modelo sócio-cultural em que fomos mergulhados pela sociedade moderna.
Vamos abordar as questões básicas desse envolvimento, sem desejarmos esgotar este assunto, e veremos então como ele se dá na sociedade em que vivemos e o modo como poderemos superar todo o envolvimento da igreja com o mundo.
Devemos ter empatia e devemos nos identificar com o mundo em seus problemas, suas aflições, suas angústias e suas ansiedades, sem contudo compartilharmos com ele de seus pecados e das abominações de Canaã, porque sabemos que está reservado para o fogo eterno porque tem se esquecido de Deus. Na oração que Jesus fez por seus discípulos, pediu ao Pai que não tirasse os discípulos do mundo, mas que os livrasse do mal. E o mal é esse que está estampado aos nossos olhos e aos nossos ouvidos. Há um perigo constante que nos cerca e há tentações que nos rodeiam. Embora estejamos debaixo da graça ela não nos basta, porque o mundanismo está atingindo a todos sem clemência, crianças, adolescentes e jovens neófitos, estão ficando à margem da comunhão com Deus e da benção que Ele prometeu a Abraão quando disse: - “... em ti serão benditas todas as famílias da terra (Gn 12:3).

bibliapage.com

Um sentimento de espera (impaciente? sem confiança?) de algo que não sabemos definir ou nomear. Quando se está angustiado, não dá para definir ao certo o que se sente. É algo coisa ruim, uma dor no peito, um nó (um “mau presságio”, dizia-se no passado). Quem o sente sabe como é este mal e suas imprecisões. Ela paralisa o corpo, faz as gandulas segregarem substâncias intoxicantes e paralizantes: a mente e o individuo ficam sem ação produtiva/reativa.
Vejamos algo mais palpável: mentalize uma represa lacrada. A água começa a subir. A pressão dela vai empurrando e oprimindo as paredes, aumentando, aumentando… Há um momento crítico: esse acúmulo de tensão quer uma saída. Ou abrem-se as comportas ou a pressão arrebenta tudo. O homem que passar pela angústia, como não consegue se expressar para explicar o que sente, tem a sensação de algo perdido. Perda de algo que não sabe explicar. É nesse ponto que encontramos a angustia e a Bíblia.


1.3 A angústia na realidade social

Existem problemas naturais, aos quais estamos sujeitos, que são alheios a nossa vontade, como: Um pai pouco amoroso, uma mãe que abandona o filho e ele depois fica sabendo, um chefe no trabalho que te persegue, Uma gravidez de risco, e eu poderia escrever muitas coisas aqui como exemplo, no entanto, quando estamos de mãos dadas com Deus, através de nosso Redentor e Salvador Jesus Cristo, TEMOS 100% DE CHANCE DE VENCER! É isso mesmo, temos 100% de chance de vencer!
Angústia, medo, depressão, incerteza, tristeza, solidão, raiva, rancor, são tão somente consequencias em uma vida que ainda não colocou os problemas que lhe acometem e que geraram algumas consequencias que querem nos derrubar, aos pés da Cruz, ou seja, nas mãos do Senhor Jesus.
Isso não é "papo de crente" já viví várias experiencias em minha vida natural que sofreram a ação sobrenatural do Senhor Jesus Cristo. Estou falando para voce porque aconteceu comigo.
Quero que voce tenha a mesma felicidade que eu tenho, com a certeza que Deus age. Mesmo como sou, cheio de defeitos e alguns momentos angustiantes, sempre me lembro que o certo é confiar em Deus e entrego tudo aos pés de Cristo.

bibliaensina.bloguepessoal.com

Sentimento ruim, desagradável e definhador que pode atingir qualquer pessoa. Infelizmente o homem não está livre dele. Como vimos anteriormente, ela é uma das consequências diretas do pecado. A angústia é uma das enfermidades da alma que mais oprime o Homem (SL 31.10). Pode ocorrer por breves momentos, como reflexo natural das emoções. Quando permanente, é sintomático de uma enfermidade da alma. Pessoas em o quadro de angústias podem desenvolver outros distúrbios emocionais tais como: cansaço físico e mental, desânimo, baixa estima e depressão. Notemos com atenção que os resultados são sempre tendendo a destrutivos. Seria algo apenas da mente e/ou da carne? Nada correlacionado ao Pecado, iniquidade ou ações das Trevas?
Exemplifique para os alunos como na realidade social, deparamo-nos com situações enervantes, que produzem ou reforçam o sentimento de angústia: os fenômenos naturais trágicos (tempestades, terremotos, inundações, etc.) e os fenômenos sociais (violência urbana, guerras, terrorismo). Destaque que, apesar de tudo, nós temos o antídoto, a cura, que é o socorro de Deus bem presente na hora da angústia (Sl 46).



2. As diversas faces da Angústia

Reconhecer um quadro de angústia é uma função que cabe a especialistas. Infelizmente, a maioria dos angustiados só procura ajuda especializada quando a sensação ruim beira o insuportável. As pessoas chegam ao pronto socorro, com dor e opressão no tórax, peso e desconforto no peito, de acordo com o cardiologista César Jardim, supervisor do pronto-socorro do Hospital do Coração, em São Paulo. Os sintomas se assemelham aos de problemas cardiológicos, como infarto. Mas aqueles com problemas realmente cardiovasculares somam 30% dos casos.
Incentivar o diagnóstico e um tratamento por especialistas devem ser o nosso conselho para aqueles que se encontram nessa situação. A angústia é um problema de saúde e necessita de acompanhamento. Se alguém está se sentindo sufocado, é preciso buscar auxílio.

Há também os pensamentos de conteúdo negativo, violento ou sexual, que trazem grande angústia para muitos servos de Deus. As pessoas começam a sentir-se afastadas de Deus, longe da comunhão com Cristo, vazias do Espírito Santo e perdidas com relação à fé. Tais pensamentos surgem como ondas, indo e vindo em diversos momentos, às vezes de forma mais fraca, outras de forma muito forte e constante. Pensamentos de blasfêmia e envolvendo a sexualidade com Deus também são vistos, aterrorizando as pessoas que sofrem esses ataques, fazendo-as desejar até mesmo a morte. Eu li em um site, há pouco tempo, um rapaz de uma igreja que, sofrendo com tais ataques, tentou o suicídio, saltando do sexto andar de um prédio. Apesar dessa loucura e de várias fraturas sofridas pelo corpo, o rapaz não morreu e então pôde perceber que Deus era com ele.

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Segundo pesquisadores, o primeiro grande momento de angústia se dá ao nascermos: a separação da mãe com o filho seria o começo das angústias da vida. Ela seria uma reação defensiva individual. Sempre estaria ligada a situações traumáticas. Pode ser de origem interna (carência afetiva, agressividade reprimida, insatisfação, culpa) ou externa (decepção, susto) sem que consiga controlá-la. A Angústia surgiria, segundo estes entendimentos e observações, como uma forma de defesa desses traumas.


2.1 O que a Bíblia diz sobre a Angústia?

O que é Angústia? Muitos poderiam dar uma resposta bem pessoal e subjetiva a essa pergunta. Falando de modo geral, angústia é um sentimento que acompanha o homem desde seu nascimento até a morte em todas as situações da vida; a angústia é companheira do ser humano. A angústia é uma das mais fortes opressoras da humanidade, é um sentimento da alma que pode atacar na mesma medida tanto o rei como o mendigo. Angústia é uma emoção que pode ser abafada mas não desligada. O homem natural não pode se desviar nem escapar dela. Na verdade existiram e existem pessoas de caráter forte que, com sua determinação, se posicionam obstinadamente diante da angústia, mas elas também não conseguem vencê-la totalmente. Podemos tentar ignorar a angústia, mas não escaparemos de situações dolorosas.

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Uma das coisas que mais desanimam o cristão que esforça para ser fiel ao Senhor é a experiência da angústia. O sentimento de angústia é um mal crescente, que pode ficar avassalador. Ele é um misto de prostração, de ansiedade, de revolta, de sofrimento. Sua vivência é especialmente dolorosa quando começa a desenvolver uma sensação de abandono, de “não tem jeito”.
Crente pode experimentar angústia? Pode e experimenta. E não necessariamente porque se afastou do Senhor ou incorreu em pecado. A Bíblia, em várias ocasiões, descreve a angústia dos “justos”. No seu cômputo geral, o ensino bíblico diz que o Senhor usa o mal da angústia para, finalmente, fortalecer a vida espiritual dos que O seguem. Os bons crentes, quando assaltados pela angústia, agarram-se com o Senhor, de uma forma intensa e definitiva – de uma maneira que não acontece, quando tudo é tranqüilidade. 

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O Senhor Jesus nos alertou sobre como enfrentar as dores, a contar com elas e que ele mesmo nos ajudaria, enviando O Consolador. Ele nunca disse que pouco sofreríamos nem que neste mundo não haveria sofrimento. Muitos muitas vezes pregam que o cristão (ou que se converte) não terá mais tribulações ou tentações. Existem canções toscas e chulas falando de vitórias, honras e exaltações ao homem. Todas elas meritórias, certeiras e infalíveis. Adiáveis? Somente por um pouco! Cristo disse: “No mundo tereis aflições...” (Jo 16:33). Ele acrescenta uma palavra diferenciadora: “mas”. Assim, Jesus afirma que a sua vitória sobre o Mundo é a nossa vitória também (“mas tende bom ânimo, eu venci o Mundo”). Por meio dele, temos a possibilidade de vencer e superar a angústia, mas as teremos seguramente.


2.2 Angústia é sinal de que há conflito

Nem todos possuem angústia ou ansiedade alta demais. Estando forte, ela se manifesta na pessoa por um dos “Transtornos de Ansiedade”, como fobia, doença do pânico, transtorno obsessivo-compulsivo, etc., por reações no corpo (doenças psicossomáticas), além de outras manifestações com ou sem doença orgânica junto.
Ansiedade tem que ver com conflitos mentais. É como um alerta na mente indicando que algo funciona mal em sua vida, podendo ser a maneira de pensar negativa, auto-acusadora, auto-destrutiva, maus tratos contra si mesmo, ou também fruto de dificuldades no relacionamento com pessoas do seu passado e/ou presente, de você consigo mesmo, ou uma mistura disto. Maus tratos físicos pioram a angústia.
Todos temos perdas. Não podemos ganhar tudo nesta vida injusta. Mas estar vivo é maravilhoso. Ter dores é realmente ruim. Entretanto, pense: o que é bom passa, mas o que é ruim, também passa.
Resumindo:
1) Angústia é sinal de que há conflito dentro da pessoa.
2) Identifique qual o PIOR conflito que gera a angústia (ou tristeza).
3) Se não consegue identificar nada e a angústia forte não passa, talvez seja necessário ajuda profissional com psiquiatra que atue com psicoterapia ou com psicólogo clínico.
4) Veja o que você pode fazer para mudar a situação e tome um atitude.
5) Faça o que depende de você, e pare de adiar o que pode e precisa fazer AGORA.
6) Se algo não depende de você, comece a pensar que precisa aceitar a situação.
7) Ao aceitá-la, ao invés de ficar brigando consigo mesmo(a), com pessoas, com a vida ou com Deus, relaxe e aceite. Há uma perda. E ela é real.
8) Volte-se para outras coisas em sua vida, pois você ainda está vivo(a) e lúcido(a), por isso pode fazer algo de bom para si mesmo(a).

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A pessoa angustiada precisa pensar e tentar discernir o que a perturba, identificar o problema. Quando existem vários problemas, é importante definir qual o pior. Definindo qual o pior problema, o passo seguinte é agir para resolvê-lo. Quando não há solução ou a solução depende de outros, a saída é aceitar a perda. Aceitar não é concordar com o fato. É olhar a realidade e concluir: “Isto ocorreu em minha vida e não posso fazer nada para mudar.” É preciso seguir em frente, pois submeter-se à vontade de Deus é libertador (Rm 12:2). Algumas pessoas parecem ter muita dificuldade em conciliar a iniciativa humana com a dependência de Deus. Elas pensam que ou se tem uma coisa ou outra. Na realidade, ambas são inseparáveis. O senso de dependência do Senhor nos leva a uma ação corajosa, equilibrada e vitoriosa (Ex 14:15).


2.3 Angústia um sentimento comum na pós-modernidade

A Angústia sem dúvida é inerente ao ser humano, mas certamente é fomentada e potencializada nas situações trágicas (Mc 13.7). O que se percebe no nosso cotidiano é uma grande angústia. Mas por que tanta angústia? Por que esse sentimento de vazio, de incompletude? Vivemos num mundo que nos diz, incessantemente, que precisamos ter satisfação logo, que a dor precisa ser evitada e/ou suprimida e que a felicidade é a melhor escolha. O medo de não fazer boas escolhas leva os indivíduos a experimentarem um sentimento de angústia que passa pela ideia de que algumas dessas escolhas podem ser definitivas e não possuem retorno. Os males pós-modernos nascem da liberdade, em vez da opressão.
Ao proporcionar ao indivíduo liberdade de escolha, sem a presença de referências duradouras e com opções inesgotáveis, após-modernidade o induz a um nível de ansiedade sem precedentes.


3. Como lidar com a angústia

A situação na qual o povo de Israel se encontrava era extremamente difícil, quase desesperadora. Estava prestes a entrar em uma guerra com pouquíssimas chances de vencer. O adversário, o poderoso exército filisteu, somavam trinta mil carros, e seis mil cavaleiros (I Sm 13:5), enquanto o exército israelita somava seiscentos homens (I Sm 13:15). Enquanto os filisteus dirigiam-se à batalha armados até os dentes, entre o povo que estava com Saul e com Jônatas não se achou nem espada, nem lança. E como nenhum soldado tinha sequer uma arma, os olhares e atenções se dirigiram para Saul e Jônatas, que eram o rei e o príncipe herdeiro de Israel e os únicos a possuírem armas (I Sm 13:22). Só que os líderes também não pareciam saber o que fazer.
É em momentos como esse que a angústia se apodera do nosso coração. Para o dicionário, angústia é estreiteza, brevidade, grande aflição, ansiedade acompanhada de opressão e tristeza.

3.1 Evitar se concentrar na dor

Outra ação importante e que também está relacionada este primeiro passo é a busca de soluções para os pensamentos negativos, ou seja, tentar se mobilizar para resolver estas questões que causam sofrimento.
Acho importante fazer atividades que dêem prazer, não só pela atividade em si, mas as conseqüências que elas trazem para a vida e para auto-estima de cada um. Quando sentimos prazer ao fazer algo nossa auto-estima acaba sendo influenciada de maneira positiva e conseqüentemente temos pensamentos como “sou bom nisso” , “isto me dá muito prazer”, “me sinto feliz”.
Pessoas que ficam muito presas ao passado, principalmente quando o passado não lhes traz boas lembranças, tendem a generalizar o que vai acontecer no presente e no futuro. Pensamentos como “já que aconteceu antes, com certeza desta vez vai acontecer também” , ou “nunca mais vou arranjar um namorado” são comuns e as pessoas acabam predestinando seu presente e seu futuro com estes pensamentos.
Pensar negativo em algum momento da vida é normal, todos já passamos por isso. Porém o quanto estes pensamentos influenciam suas ações e lhe causam sofrimento é que precisam ser observados de forma mais cuidadosa.
É importante procurar ajuda quando os pensamentos estão impedindo a pessoa de exercer atividades cotidianas, como trabalhar por exemplo.

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Angustia é um aperto, uma dor no peito causada por frustrações, sentimentos de culpa, conflitos familiares, conflitos amorosos, conflitos conjugais, inseguranças, tristezas, traição, perdas, problemas financeiros, etc. Parece que o peito vai estourar, a garganta se fecha e a ansiedade ataca. Temos que aliviar esta pressão interna equilibrando o corpo e re-programando a mente.
Sem trabalhar a causa para eliminar de forma definitiva a ANGUSTIA vamos estar sempre expostos a este problema.
Se não for trabalhada a causa a angustia vai voltar. Um dia é por sentimento de frustrações, outro por sentimento de culpa ou insegurança. Sempre estaremos expostos a pressões que nos vai causar angustia se não estivermos preparados.
Quando mais a pessoa se amar, menos angustia vai ter.
Só não tem angustia pessoas seguras e felizes. 
A solução só vai existir se fortalecermos o nosso emocional para conseguir racionalizar os acontecimentos. Um médico não se angustia ao atender um ferido, mas a mãe do ferido se angustia com medo que morra. Se a angustia existe temos que convir que temos que nos treinar para nos livrar deste mal. Se a mãe fosse mais racional ficaria torcendo para o sucesso do medico que está atendendo o filho. Você pode me dizer que quem tem angustia é por que ama. Quem ama não sofre, por que amor não é sofrimento. Amor é uma alegria no peito e angustia e uma dor no peito.
Não podemos combater a angustia só atuando na mente, com relaxamentos, meditações ou atuando só no físico com alimentação e exercícios.
A solução passa necessariamente pelo conhecimento da causa que sempre vai ser fraquezas emocionais que já vieram desde a gestação e depois temos que trabalhar o equilíbrio físico para podermos reprogramar a mente.

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A angústia pode ser tornar uma aliada para nos alertar para as mudanças que devemos realizar em nossa vida.
            Temos erros contra Deus?Sim, toda a Humanidade. Imagine se ele lembrasse dos sofrimentos que nós causamos nele! Não queremos dizer que ele iria ter angústia como os homens, mas nossas iniquidades o faz sofrer (Jr 13:17). Diz a Bíblia: “Se tu, Senhor, observares as iniquidades, Senhor, quem subsistirá? (Sl 130:3). Sigamos o exemplo do Pai e não fiquemos remoendo desilusões, dores, problemas nem mágoas antigas. Assim teremos mais tranquilidade aguardando o futuro, que só a ele pertence.


3.2 Identificar como mudar a situação

A Angústia é uma opressão do Inferno. A Mente não suporta estar sob um ataque aflitivo por muito tempo. O espírito do angustiado que não conhece o Senhor pode levá-lo a cometer loucuras contra si ou outras pessoas.
Não há melhor saída para esse tormento do que ler um salmo, um capítulo dos evangelhos e abrir o coração para Deus. Então, a pessoa que não via mais sentido na vida e estava tomada de desejos maus entende que a fé pode ajudá-la. No entanto, isso não é o bastante. É preciso abrir o coração para o Altíssimo, clamar pela Sua misericórdia, invocando-O com todas as forças.
Nada de ruim que nos acontece vem por acaso. O Império das Trevas, depois de nos ter estudado, observado os pontos fracos, envia sua tropa para nos tentar. Se não procurarmos a ajuda divina, ficaremos sozinhos na batalha, e, com isso, o inimigo consegue penetrar em nossa vida e nos vencer. Em todas as situações, é melhor abrirmos o coração, confessarmos os pecados e seguirmos a orientação dada por Deus em Sua Palavra.
O salmista declara que, em meio à angústia, ele invocou o Altíssimo. Após clamar ao Senhor, o salmista foi colocado em um largo lugar. Deus dará folga a todo aquele que estiver em apuros, desde que este faça o que Ele orienta pelas Escrituras. Quem não ora segundo o que lhe é ensinado não tem o socorro do Senhor, mesmo que esteja imbuído da mais santa sinceridade. Na verdade, é a Palavra de Deus que leva o Pai a agir por nós.

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 “Disse, pois, Jônatas ao seu escudeiro: Vem e passemos à guarnição destes incircuncisos; porventura, o Senhor nos ajudará nisto, porque para o Senhor nenhum impedimento há de livrar com muitos ou com poucos” (I Sm 14:6).

Nas Profundezas da Angústia o Cristão deve Clamar, Confessar e Confiar em Deus (vídeo)

3.3 Confiar em Deus é o segredo da vitória

Aqueles que se dedicam a Cristo como Senhor, e que um dia entrarão no Reino do Céu, hão de sofrer “muitas tribulações” ao longo do seu caminho. Por viverem em meio a um mundo hostil, têm que se engajar na guerra espiritual contra o pecado e o poder de satanás (Ef. 6.12; cf. Rm. 8.17; 2 Ts. 1. 4-7; II Tm. 2. 12).
Por outro lado, a vida verdadeiramente cristã é uma contínua batalha contra os poderes do Mal.
(1) – Os que são fiéis a Cristo, à sua Palavra e aos caminhos de justiça, terão problemas e aflições neste mundo (Jo. 16. 33). Somente o “crente” morno ou de meio termo viverá em paz com este mundo (cf. Ap. 3. 14-17).
(2) – O presente mundo ímpio, bem como os falsos crentes, continuarão como adversários do evangelho de Cristo até quando o Senhor derrubar o sistema maligno deste mundo, na sua vinda (Ap. 19, 20). Entrementes, a esperança do crente “está reservada nos céus” (Cl 1:5) e está “já prestes para se revelar no último tempo” (I Pedro 1:5)
Sua esperança não consiste nesta vida, nem neste mundo, mas no aparecimento do seu Salvador para levá-lo para si.

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Diante de angústia ou tentação a oração é nossa arma de defesa e de ataque. Ficar passivo é uma prisão. Como os discípulos muitas vezes fizeram diante de lutas, em vez de ficarmos em Cristo e clamarmos, nos entristecemos; nos deprimimos e passivos ficamos. Não é cristo quem dorme no barco durante a tempestade: é ele que vez ou outra nos desperta de um sono pesado (culpas, angústia, frustrações e medo), que tentam nos aprisionar e intimidar muitas vezes estando nós em lugar seguro!
Deus ainda é o nosso “socorro bem presente na hora da angústia”. Não precisamos cair diante de tentações, nos isolar de Deus e nem ficarmos revoltados ao nos decepcionamos com outros ou com nós mesmos. Existe socorro para nós! Orar é manter intimidade e comunhão com Deus. Deus começou a conversa. Orando nós a continuamos. A iniciativa desta amizade eterna veio do Alto. Deus continua nos amando (apesar de nós). Além disso, ele continua apto a nos transformar. Nos sustenta se tropeçarmos, nos levanta se cairmos. Tira-nos dos poços de dor e autopiedade, e nos faz prosseguir. A oração mostra-nos a realidade dos céus.



Conclusão

A consciência de que o Senhor nos chama à batalha nos deve levar ação, mas não a qualquer ação. Atirar-se afoitamente contra os obstáculos e conduzir-se de maneira impensada não é o que vai nos tirar da situação de angústia e levar-nos ao sucesso. A ação inconsequente pode ser tão ruim quanto à passividade.


Fontes:

Bíblia Sagrada ARC/ARA/ACF/TB/BV/RV/NTLH
Enfermidades da Alma (revista EBD professor) – Editora Betel – 2º Trimestre 2014 – Lição 03
Princípios de Interpretação Bíblica – Vilson Scholz – Ed. ULBRA
Novo Dicionário da Bíblia – John Davis – Ed. Hagnos
Enciclopédia Ilúmina
O Antigo Testamento Interpretado – Norman Champlin – Hagnos
O Novo Comentário da Bíblia – F. Davidson – Vida Nova
Comentário Bíblico Matthew Henry (Conciso) – Matthew Henry – CPAD
Comentário Bíblico Moody – Editora Batista Regular
Comentário Bíblico Esperança NT – Editora Evangélica Esperança
Ajudando uns aos outros pelo Aconselhamento – Gary R. Collins – Vida Nova
Aconselhamento Cristão – Gary R. Collins – Vida Nova
Princípios Básicos de Aconselhamento Bíblico – Dr. Lawrence J. Crabb – Refúgio
Jesus, O maior Psicólogo que já existiu - Mark W. Baker – Sextante
Problemas Cruciais: Uma perspectiva bíblica (link)
A Responsabilidade Pessoal pelos Atos Humanos e o Destino (link)
A Bíblia tem Solução para os Problemas da Depressão, Tendências Suicidas, emocionais e outros problemas similares? (I) (II)
Restauração da Alma - O que é o que não é? (link)
Auto-confrontação (link)
Quadro Avaliativo: Terapia Psicológica x Aconselhamento Bíblico (link)
Ansiedade X Angústia: E agora, o que eu sinto? (link)
Angústia, Emoção Precedente Traumática, Paranóia (link)
Como Sair da Angústia (link)
Angústia, Medo, Depressão, Solidão, Tristeza, Incertezas... (link)
Sua Angústia não é Você: Como lidar com ela? (link)

Bibliografia Indicada (estude mais)

A Angústia do Homem: Uma abordagem filosófica (link)
A Angústia de Abrão (link)
Aprendendo a Confiar em Deus (link)
Angústia e Declínio da Representação: Uma leitura psicanalítica do Mal-Estar na Contemporaneidade (link)
Seja mais São, Percebendo sua Doença (Link)

Questionário

1. Qual a visão filosófica da angústia?
R: Viver significa necessariamente sofrer.
2. Cite uma maneira de se lidar com a angústia.
R: Evitar se concentrar na dor/ Identificar como mudar a situação/Confiar em Deus.
3. Por que a angústia é comum na pós-modernidade?
R: Vivemos num mundo que diz que a felicidade é a melhor escolha.
4. O que a Bíblia diz sobre a angústia?
R: “No mundo, passais por aflições..” (Jo 16:33).
5. O que é a angústia?

R: Quando o indivíduo enfrenta situações de confrontos, pressão, impotência diante dos problemas ou cobranças sem saber o que fazer.