domingo, 13 de abril de 2014

EBD Editora Betel - Vencendo a Timidez e suas Consequências

Assembleia de Deus CONAMAD
Lição 04 – 27 de Abril de 2014
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Base para o Trimestre

Clique aqui e leia nossa lista de estudos, artigos, apostilas, teses e dissertações que irão te dar bases ministeriais, acadêmicas e clinicais para poder periciar as lições deste trimestre. Leia, releia, anote e assista aos vídeos tantas vezes quantas forem necessárias. Tente ler todos os livros indicados (ao menos os examinem).

Texto Áureo

“Não to mandei eu? Esforça-te e tem bom ânimo; não pasmes, nem te espantes, porque o Senhor, teu Deus, é contigo, por onde quer que andares.” Js 1.9

Verdade Aplicada

A timidez pode impedir a con­cretização dos propósitos de Deus para nossa vida.

Objetivos da Lição

Conhecer a origem da timi­dez;
 Mostrar os efeitos da timidez no indivíduo;
► Explicar como vencer a ti­midez.

Textos de Referência

Êx 3.1 E apascentava Moisés o rebanho de Jetro, seu sogro, sacerdote em Midiã; e levou o rebanho atrás do deserto e veio ao monte de Deus, a Horebe.
Êx 3.2 E apareceu-lhe o Anjo do Senhor em uma chama de fogo, no meio de uma sarça; e olhou, e eis que a sarça ardia no fogo, e a sarça não se consumia.
Êx 3.3 E Moisés disse: Agora me virarei para lá e verei esta grande visão, porque a sarça se não queima.
Êx 3.4 E, vendo o Senhor que se virava para lá a ver, bradou Deus a ele do meio da sarça e disse: Moisés! Moisés! E ele disse: Eis-me aqui.

EBD Editora Betel - Como Vencer a Angústia

Assembleia de Deus CONAMAD
Lição 03 – 20 de Abril de 2014
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Base para o Trimestre

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Texto Aureo

“Eu, porém, cantarei a tua força; pela manhã, louvarei com alegria a tua misericórdia, porquanto tu foste o meu alto refúgio e proteção no dia da minha angústia”. Sl 59:16

Verdade Aplicada

Em momentos de angústia, devemos ter fé para confiar no Senhor e na sua resposta.

Objetivos da Lição

Definir o que é angústia;
Mostrar as diversas faces da angústia;
Apresentar a cura para a angústia.

Textos de Referência

I Sm 13:5 - E os filisteus se ajuntaram para pelejar contra Israel: trinta mil carros, e seis mil cavaleiros, e povo em multidão como a areia que está a borda do mar; e subiram e se acamparam em Micmás, ao oriente de Bete-Áven.
I Sm 13:6 - Vendo, pois, os homens de Israel que estavam em angústia (porque o povo estava apertado), o povo se escondeu pelas cavernas, e pelos espinhais, e pelos penhascos, e pelas fortificações, e pelas covas,
I Sm 13:7 - e os hebreus passaram o Jordão para a terra de Gade e Gileade; e, estando Saul ainda em Gilgal, todo o povo veio atrás dele, tremendo.
I Sm 13:22 - E sucedeu que, no dia da peleja, se não achou nem espada, nem lança na mão de todo o povo que estava com Saul e com Jônatas; porém acharam-se com Saul é com Jônatas, seu filho.
I Sm 14:6 - Disse, pois, Jônatas ao moço que lhe levava as armas: Vem, passemos à guarnição destes incircuncisos; porventura, operará o Senhor por nós, porque para com o Senhor nenhum impedimento há de livrar com muitos ou com poucos.
I Sm 14:7 - Então, o seu pajem de armas lhe disse: Faze tudo o que tens no coração; volta, eis-me aqui contigo, conforme o teu coração.


Introdução

Nesta lição, abordaremos a Angústia: uma enfermidade da alma, caracterizada por uma busca desenfreada do homem por preencher algo que lhe corrói o interior. Um sentimento insaciável rasga o peito, gritando para ser alimentado e pôr fim à sua angústia, à sua dor interior e exterior, podendo causar doenças psicossomáticas.


1. O que é a Angústia?

A Angústia se caracteriza por um sentimento de sufocamento e sensação de aperto no peito, acompanhados da falta de humor, de ressentimento e até dor física; isso pode evoluir a outras enfermidades. Biblicamente ela ocorre pela primeira vez no episódio da queda do homem (Gn 3:7a). Quando Adão e Eva percebem que estão nus e nada mais podem fazer para retornar ao estado original, então são tomados por um estado de angústia seguido de medo (Gn 3:8-10). Assim, quando o ser humano enfrenta situações de confrontos, problemas ou cobranças, sem saber o que fazer a angústia pode se apoderar do seu coração.
Exemplifique para os alunos com a seguinte situação, imagine-se diante de uma pessoa afogando-se incapaz de salvá-la. Você sabe que o precisa fazer mas também sabe que não tem como fazer, neste momento o sentimento natural é de uma agonia mental, atrelada a um sufixo semelhante ao da asma, e uma dor ou compressão no peito”, isto é angústia. Quando este sentimento perdura por muito tempo, caracteriza uma enfermidade da alma.

A Angústia estaria associada a causas psicológicas como: traumas, complexos, meio ambiente repressor ou desgastante podem desencadear sensações de opressão.
A serenidade tem a ver com a Fé e o Otimismo. Fé em Deus e em si mesmo! Sensações de vazio interior e mudanças de vida podem estar associadas à angústia. Quando a pessoa se aposenta, pode sentir esta sensação de insegurança. O que farei agora? A "Síndrome do Ninho Vazio" pode ser também uma das causas da angústia ou ansiedade. Os filhos estão criados, estudam fora e os pais se sentem vazios. Viveram sempre em função dos filhos e agora?
Às vezes, a causa pode ser espiritual. Uma oração fervorosa pode melhorar esta opressão. Vivemos num mundo muito material e imediatista. Nosso espírito precisa também de alimento espiritual. Praticar esportes, lazer, uma atividade, amigos, são bons remédios para evitar a angústia. Só será considerada patológica se junto com ela estiverem outros sintomas como: falta de concentração, tristeza permanente, inquietação, pensamentos negativos. Pode ser o início de uma depressão. Ou então, se a angústia estiver sendo um fator limitante em sua vida. Nesse caso, procure ajuda profissional. Pessoas muito inseguras ou com dificuldade em expressar os sentimentos, são propensas à angústia.

minhavida.com.br

Chamamos de angústia a forte sensação psicológica, caracterizada por "abafamento", insegurança, falta de humor, ressentimento e dor. Na moderna psiquiatria é considerada uma doença que pode produzir problemas psicossomáticos.
A angústia é também uma emoção que precede algo (um acontecimento, uma ocasião, circunstância), também pode-se chegar a angústia através de lembranças traumáticas que dilaceraram ou fragmentaram o ego.
Angústia quando a integridade psíquica está ameaçada, também costuma-se haver angústia em estados paranoicos onde a percepção é redobrada e em casos de ansiedade persecutória.
A angústia exerce função crucial na simbolização de perigos reais (situação, circunstância) e imaginários (consequências temidas).

palavra10.comunidades.net



No tocante à análise do problema da angústia, Arthur Schopenhauer nos apresenta em sua filosofia uma visão extremamente pessimista da vida: para ele, viver é necessariamente sofrer. Por mais que se tente conferir algum sentido à vida, na verdade, ela não possui sentido ou finalidade alguma. A própria vontade é um mal. Nós queremos vencer, desejamos vencer. Mas a vontade gera a angústia e a dor e, os mais tenros momentos de prazer, por mais profícuos que possam vir a ser, são apenas intervalos frente à infelicidade.
É com base em Schopenhauer que um outro pensador alemão, Friedrich Wilhelm Nietzsche, concluiu que, dentre todos os povos da Antiguidade, os gregos foram os que apresentaram maior sensibilidade para compreender o sofrimento e a tragicidade da existência humana, como que permeada pela dor, solidão e morte. No entanto, os mesmos gregos criaram uma sociedade baseada no princípio do equilíbrio: nada em demasia como forma de combater todos os nossos instintos e paixões. A arte é concebida, nesta concepção da vida, como catarse. Assim surgiram as tragédias gregas que, enquanto arte da representação e da aparência, nos colocam ainda hoje em contato com toda a tragicidade e angústia de nossa existência. Segundo Nietzsche é preciso ter consciência de que a vida é sim uma tragédia, para que possamos desviar um instante os olhos da nossa própria indigência, desse nosso horizonte limitado, colocando mais alegria em nossas vidas. A arte tem essa função.
Jean-Paul Sartre, filósofo francês contemporâneo, representante maior da corrente existencialista, defendeu que a angústia surge no exato momento em que o homem percebe a sua condenação irrevogável à liberdade, isto é, o homem está condenado a ser livre, posto que sempre haverá uma opção de escolha: mesmo diante de A, pode optar por escolher não-A. Ao perceber tal condenação, ele se sente angustiado em saber que é senhor de seu destino.

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Para o filósofo Arthur Schopenhauer, viver significa necessariamente sofrer. Quanto mais o homem busca a vitória, mais ele se desencanta por não conseguir conferir sentido algum à vida. Os pequenos momentos de prazer, por mais proveitosos que sejam, são insuficientes para produzir a verdadeira felicidade o que acaba por gerar a angústia. Dessa forma, para a Filosofia existencialista, o ser humano está condenado a passar pela vida como um sobrevivente, pois a angústia de viver com sofrimento, faz desse mal um problema eterno, uma doença incurável. Entretanto, para o Cristianismo, ao contrário da filosofia, nenhum ser humano está condenado a existir como sobrevivente, pois, ao encontrar-se com Cristo, uma fonte de alegria brota no seu interior (Jo 7.38).


1.2 Angústia, uma enfermidade perceptível

É como se fosse um modismo natural ou comum, que pouco a pouco vai sendo incorporado aos costumes e hábitos cristãos. Não há nenhum outro evangelho ou revelação além do que está exposto na Bíblia Sagrada. Nada podemos acrescentar para mudarmos as regras do jogo ou virarmos a mesa, como é mais comum nos meios esportivos ou darmos o famoso jeitinho brasileiro, que se adequa a todos os seguimentos da sociedade, como se pudéssemos mudar a revelação de Deus que está em Cristo Jesus.
Estas idéias e práticas, estão sendo inseridas em nossa cultura em doses homeopáticas. No do dia a dia entre estudantes e professores nas escolas e universidades, no convívio e companheirismo nas amizades de rua. Com os vizinhos, por intermédio dos próprios pais e principalmente pela televisão, pelo rádio, cinema, jornais, revistas, serviços de sexo via telefone e ultimamente via Internet.
A igreja não tem se dado conta de que está havendo uma mudança nos hábitos e modos de vida das pessoas, como conseqüência do modelo sócio-cultural em que fomos mergulhados pela sociedade moderna.
Vamos abordar as questões básicas desse envolvimento, sem desejarmos esgotar este assunto, e veremos então como ele se dá na sociedade em que vivemos e o modo como poderemos superar todo o envolvimento da igreja com o mundo.
Devemos ter empatia e devemos nos identificar com o mundo em seus problemas, suas aflições, suas angústias e suas ansiedades, sem contudo compartilharmos com ele de seus pecados e das abominações de Canaã, porque sabemos que está reservado para o fogo eterno porque tem se esquecido de Deus. Na oração que Jesus fez por seus discípulos, pediu ao Pai que não tirasse os discípulos do mundo, mas que os livrasse do mal. E o mal é esse que está estampado aos nossos olhos e aos nossos ouvidos. Há um perigo constante que nos cerca e há tentações que nos rodeiam. Embora estejamos debaixo da graça ela não nos basta, porque o mundanismo está atingindo a todos sem clemência, crianças, adolescentes e jovens neófitos, estão ficando à margem da comunhão com Deus e da benção que Ele prometeu a Abraão quando disse: - “... em ti serão benditas todas as famílias da terra (Gn 12:3).

bibliapage.com

Um sentimento de espera (impaciente? sem confiança?) de algo que não sabemos definir ou nomear. Quando se está angustiado, não dá para definir ao certo o que se sente. É algo coisa ruim, uma dor no peito, um nó (um “mau presságio”, dizia-se no passado). Quem o sente sabe como é este mal e suas imprecisões. Ela paralisa o corpo, faz as gandulas segregarem substâncias intoxicantes e paralizantes: a mente e o individuo ficam sem ação produtiva/reativa.
Vejamos algo mais palpável: mentalize uma represa lacrada. A água começa a subir. A pressão dela vai empurrando e oprimindo as paredes, aumentando, aumentando… Há um momento crítico: esse acúmulo de tensão quer uma saída. Ou abrem-se as comportas ou a pressão arrebenta tudo. O homem que passar pela angústia, como não consegue se expressar para explicar o que sente, tem a sensação de algo perdido. Perda de algo que não sabe explicar. É nesse ponto que encontramos a angustia e a Bíblia.


1.3 A angústia na realidade social

Existem problemas naturais, aos quais estamos sujeitos, que são alheios a nossa vontade, como: Um pai pouco amoroso, uma mãe que abandona o filho e ele depois fica sabendo, um chefe no trabalho que te persegue, Uma gravidez de risco, e eu poderia escrever muitas coisas aqui como exemplo, no entanto, quando estamos de mãos dadas com Deus, através de nosso Redentor e Salvador Jesus Cristo, TEMOS 100% DE CHANCE DE VENCER! É isso mesmo, temos 100% de chance de vencer!
Angústia, medo, depressão, incerteza, tristeza, solidão, raiva, rancor, são tão somente consequencias em uma vida que ainda não colocou os problemas que lhe acometem e que geraram algumas consequencias que querem nos derrubar, aos pés da Cruz, ou seja, nas mãos do Senhor Jesus.
Isso não é "papo de crente" já viví várias experiencias em minha vida natural que sofreram a ação sobrenatural do Senhor Jesus Cristo. Estou falando para voce porque aconteceu comigo.
Quero que voce tenha a mesma felicidade que eu tenho, com a certeza que Deus age. Mesmo como sou, cheio de defeitos e alguns momentos angustiantes, sempre me lembro que o certo é confiar em Deus e entrego tudo aos pés de Cristo.

bibliaensina.bloguepessoal.com

Sentimento ruim, desagradável e definhador que pode atingir qualquer pessoa. Infelizmente o homem não está livre dele. Como vimos anteriormente, ela é uma das consequências diretas do pecado. A angústia é uma das enfermidades da alma que mais oprime o Homem (SL 31.10). Pode ocorrer por breves momentos, como reflexo natural das emoções. Quando permanente, é sintomático de uma enfermidade da alma. Pessoas em o quadro de angústias podem desenvolver outros distúrbios emocionais tais como: cansaço físico e mental, desânimo, baixa estima e depressão. Notemos com atenção que os resultados são sempre tendendo a destrutivos. Seria algo apenas da mente e/ou da carne? Nada correlacionado ao Pecado, iniquidade ou ações das Trevas?
Exemplifique para os alunos como na realidade social, deparamo-nos com situações enervantes, que produzem ou reforçam o sentimento de angústia: os fenômenos naturais trágicos (tempestades, terremotos, inundações, etc.) e os fenômenos sociais (violência urbana, guerras, terrorismo). Destaque que, apesar de tudo, nós temos o antídoto, a cura, que é o socorro de Deus bem presente na hora da angústia (Sl 46).



2. As diversas faces da Angústia

Reconhecer um quadro de angústia é uma função que cabe a especialistas. Infelizmente, a maioria dos angustiados só procura ajuda especializada quando a sensação ruim beira o insuportável. As pessoas chegam ao pronto socorro, com dor e opressão no tórax, peso e desconforto no peito, de acordo com o cardiologista César Jardim, supervisor do pronto-socorro do Hospital do Coração, em São Paulo. Os sintomas se assemelham aos de problemas cardiológicos, como infarto. Mas aqueles com problemas realmente cardiovasculares somam 30% dos casos.
Incentivar o diagnóstico e um tratamento por especialistas devem ser o nosso conselho para aqueles que se encontram nessa situação. A angústia é um problema de saúde e necessita de acompanhamento. Se alguém está se sentindo sufocado, é preciso buscar auxílio.

Há também os pensamentos de conteúdo negativo, violento ou sexual, que trazem grande angústia para muitos servos de Deus. As pessoas começam a sentir-se afastadas de Deus, longe da comunhão com Cristo, vazias do Espírito Santo e perdidas com relação à fé. Tais pensamentos surgem como ondas, indo e vindo em diversos momentos, às vezes de forma mais fraca, outras de forma muito forte e constante. Pensamentos de blasfêmia e envolvendo a sexualidade com Deus também são vistos, aterrorizando as pessoas que sofrem esses ataques, fazendo-as desejar até mesmo a morte. Eu li em um site, há pouco tempo, um rapaz de uma igreja que, sofrendo com tais ataques, tentou o suicídio, saltando do sexto andar de um prédio. Apesar dessa loucura e de várias fraturas sofridas pelo corpo, o rapaz não morreu e então pôde perceber que Deus era com ele.

Instituto Gamaliel

Segundo pesquisadores, o primeiro grande momento de angústia se dá ao nascermos: a separação da mãe com o filho seria o começo das angústias da vida. Ela seria uma reação defensiva individual. Sempre estaria ligada a situações traumáticas. Pode ser de origem interna (carência afetiva, agressividade reprimida, insatisfação, culpa) ou externa (decepção, susto) sem que consiga controlá-la. A Angústia surgiria, segundo estes entendimentos e observações, como uma forma de defesa desses traumas.


2.1 O que a Bíblia diz sobre a Angústia?

O que é Angústia? Muitos poderiam dar uma resposta bem pessoal e subjetiva a essa pergunta. Falando de modo geral, angústia é um sentimento que acompanha o homem desde seu nascimento até a morte em todas as situações da vida; a angústia é companheira do ser humano. A angústia é uma das mais fortes opressoras da humanidade, é um sentimento da alma que pode atacar na mesma medida tanto o rei como o mendigo. Angústia é uma emoção que pode ser abafada mas não desligada. O homem natural não pode se desviar nem escapar dela. Na verdade existiram e existem pessoas de caráter forte que, com sua determinação, se posicionam obstinadamente diante da angústia, mas elas também não conseguem vencê-la totalmente. Podemos tentar ignorar a angústia, mas não escaparemos de situações dolorosas.

apaz.com.br

Uma das coisas que mais desanimam o cristão que esforça para ser fiel ao Senhor é a experiência da angústia. O sentimento de angústia é um mal crescente, que pode ficar avassalador. Ele é um misto de prostração, de ansiedade, de revolta, de sofrimento. Sua vivência é especialmente dolorosa quando começa a desenvolver uma sensação de abandono, de “não tem jeito”.
Crente pode experimentar angústia? Pode e experimenta. E não necessariamente porque se afastou do Senhor ou incorreu em pecado. A Bíblia, em várias ocasiões, descreve a angústia dos “justos”. No seu cômputo geral, o ensino bíblico diz que o Senhor usa o mal da angústia para, finalmente, fortalecer a vida espiritual dos que O seguem. Os bons crentes, quando assaltados pela angústia, agarram-se com o Senhor, de uma forma intensa e definitiva – de uma maneira que não acontece, quando tudo é tranqüilidade. 

devocionais.amoremcristo.com

O Senhor Jesus nos alertou sobre como enfrentar as dores, a contar com elas e que ele mesmo nos ajudaria, enviando O Consolador. Ele nunca disse que pouco sofreríamos nem que neste mundo não haveria sofrimento. Muitos muitas vezes pregam que o cristão (ou que se converte) não terá mais tribulações ou tentações. Existem canções toscas e chulas falando de vitórias, honras e exaltações ao homem. Todas elas meritórias, certeiras e infalíveis. Adiáveis? Somente por um pouco! Cristo disse: “No mundo tereis aflições...” (Jo 16:33). Ele acrescenta uma palavra diferenciadora: “mas”. Assim, Jesus afirma que a sua vitória sobre o Mundo é a nossa vitória também (“mas tende bom ânimo, eu venci o Mundo”). Por meio dele, temos a possibilidade de vencer e superar a angústia, mas as teremos seguramente.


2.2 Angústia é sinal de que há conflito

Nem todos possuem angústia ou ansiedade alta demais. Estando forte, ela se manifesta na pessoa por um dos “Transtornos de Ansiedade”, como fobia, doença do pânico, transtorno obsessivo-compulsivo, etc., por reações no corpo (doenças psicossomáticas), além de outras manifestações com ou sem doença orgânica junto.
Ansiedade tem que ver com conflitos mentais. É como um alerta na mente indicando que algo funciona mal em sua vida, podendo ser a maneira de pensar negativa, auto-acusadora, auto-destrutiva, maus tratos contra si mesmo, ou também fruto de dificuldades no relacionamento com pessoas do seu passado e/ou presente, de você consigo mesmo, ou uma mistura disto. Maus tratos físicos pioram a angústia.
Todos temos perdas. Não podemos ganhar tudo nesta vida injusta. Mas estar vivo é maravilhoso. Ter dores é realmente ruim. Entretanto, pense: o que é bom passa, mas o que é ruim, também passa.
Resumindo:
1) Angústia é sinal de que há conflito dentro da pessoa.
2) Identifique qual o PIOR conflito que gera a angústia (ou tristeza).
3) Se não consegue identificar nada e a angústia forte não passa, talvez seja necessário ajuda profissional com psiquiatra que atue com psicoterapia ou com psicólogo clínico.
4) Veja o que você pode fazer para mudar a situação e tome um atitude.
5) Faça o que depende de você, e pare de adiar o que pode e precisa fazer AGORA.
6) Se algo não depende de você, comece a pensar que precisa aceitar a situação.
7) Ao aceitá-la, ao invés de ficar brigando consigo mesmo(a), com pessoas, com a vida ou com Deus, relaxe e aceite. Há uma perda. E ela é real.
8) Volte-se para outras coisas em sua vida, pois você ainda está vivo(a) e lúcido(a), por isso pode fazer algo de bom para si mesmo(a).

esperanca.com.br

A pessoa angustiada precisa pensar e tentar discernir o que a perturba, identificar o problema. Quando existem vários problemas, é importante definir qual o pior. Definindo qual o pior problema, o passo seguinte é agir para resolvê-lo. Quando não há solução ou a solução depende de outros, a saída é aceitar a perda. Aceitar não é concordar com o fato. É olhar a realidade e concluir: “Isto ocorreu em minha vida e não posso fazer nada para mudar.” É preciso seguir em frente, pois submeter-se à vontade de Deus é libertador (Rm 12:2). Algumas pessoas parecem ter muita dificuldade em conciliar a iniciativa humana com a dependência de Deus. Elas pensam que ou se tem uma coisa ou outra. Na realidade, ambas são inseparáveis. O senso de dependência do Senhor nos leva a uma ação corajosa, equilibrada e vitoriosa (Ex 14:15).


2.3 Angústia um sentimento comum na pós-modernidade

A Angústia sem dúvida é inerente ao ser humano, mas certamente é fomentada e potencializada nas situações trágicas (Mc 13.7). O que se percebe no nosso cotidiano é uma grande angústia. Mas por que tanta angústia? Por que esse sentimento de vazio, de incompletude? Vivemos num mundo que nos diz, incessantemente, que precisamos ter satisfação logo, que a dor precisa ser evitada e/ou suprimida e que a felicidade é a melhor escolha. O medo de não fazer boas escolhas leva os indivíduos a experimentarem um sentimento de angústia que passa pela ideia de que algumas dessas escolhas podem ser definitivas e não possuem retorno. Os males pós-modernos nascem da liberdade, em vez da opressão.
Ao proporcionar ao indivíduo liberdade de escolha, sem a presença de referências duradouras e com opções inesgotáveis, após-modernidade o induz a um nível de ansiedade sem precedentes.


3. Como lidar com a angústia

A situação na qual o povo de Israel se encontrava era extremamente difícil, quase desesperadora. Estava prestes a entrar em uma guerra com pouquíssimas chances de vencer. O adversário, o poderoso exército filisteu, somavam trinta mil carros, e seis mil cavaleiros (I Sm 13:5), enquanto o exército israelita somava seiscentos homens (I Sm 13:15). Enquanto os filisteus dirigiam-se à batalha armados até os dentes, entre o povo que estava com Saul e com Jônatas não se achou nem espada, nem lança. E como nenhum soldado tinha sequer uma arma, os olhares e atenções se dirigiram para Saul e Jônatas, que eram o rei e o príncipe herdeiro de Israel e os únicos a possuírem armas (I Sm 13:22). Só que os líderes também não pareciam saber o que fazer.
É em momentos como esse que a angústia se apodera do nosso coração. Para o dicionário, angústia é estreiteza, brevidade, grande aflição, ansiedade acompanhada de opressão e tristeza.

3.1 Evitar se concentrar na dor

Outra ação importante e que também está relacionada este primeiro passo é a busca de soluções para os pensamentos negativos, ou seja, tentar se mobilizar para resolver estas questões que causam sofrimento.
Acho importante fazer atividades que dêem prazer, não só pela atividade em si, mas as conseqüências que elas trazem para a vida e para auto-estima de cada um. Quando sentimos prazer ao fazer algo nossa auto-estima acaba sendo influenciada de maneira positiva e conseqüentemente temos pensamentos como “sou bom nisso” , “isto me dá muito prazer”, “me sinto feliz”.
Pessoas que ficam muito presas ao passado, principalmente quando o passado não lhes traz boas lembranças, tendem a generalizar o que vai acontecer no presente e no futuro. Pensamentos como “já que aconteceu antes, com certeza desta vez vai acontecer também” , ou “nunca mais vou arranjar um namorado” são comuns e as pessoas acabam predestinando seu presente e seu futuro com estes pensamentos.
Pensar negativo em algum momento da vida é normal, todos já passamos por isso. Porém o quanto estes pensamentos influenciam suas ações e lhe causam sofrimento é que precisam ser observados de forma mais cuidadosa.
É importante procurar ajuda quando os pensamentos estão impedindo a pessoa de exercer atividades cotidianas, como trabalhar por exemplo.

marisapsicologa.com.br

Angustia é um aperto, uma dor no peito causada por frustrações, sentimentos de culpa, conflitos familiares, conflitos amorosos, conflitos conjugais, inseguranças, tristezas, traição, perdas, problemas financeiros, etc. Parece que o peito vai estourar, a garganta se fecha e a ansiedade ataca. Temos que aliviar esta pressão interna equilibrando o corpo e re-programando a mente.
Sem trabalhar a causa para eliminar de forma definitiva a ANGUSTIA vamos estar sempre expostos a este problema.
Se não for trabalhada a causa a angustia vai voltar. Um dia é por sentimento de frustrações, outro por sentimento de culpa ou insegurança. Sempre estaremos expostos a pressões que nos vai causar angustia se não estivermos preparados.
Quando mais a pessoa se amar, menos angustia vai ter.
Só não tem angustia pessoas seguras e felizes. 
A solução só vai existir se fortalecermos o nosso emocional para conseguir racionalizar os acontecimentos. Um médico não se angustia ao atender um ferido, mas a mãe do ferido se angustia com medo que morra. Se a angustia existe temos que convir que temos que nos treinar para nos livrar deste mal. Se a mãe fosse mais racional ficaria torcendo para o sucesso do medico que está atendendo o filho. Você pode me dizer que quem tem angustia é por que ama. Quem ama não sofre, por que amor não é sofrimento. Amor é uma alegria no peito e angustia e uma dor no peito.
Não podemos combater a angustia só atuando na mente, com relaxamentos, meditações ou atuando só no físico com alimentação e exercícios.
A solução passa necessariamente pelo conhecimento da causa que sempre vai ser fraquezas emocionais que já vieram desde a gestação e depois temos que trabalhar o equilíbrio físico para podermos reprogramar a mente.

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A angústia pode ser tornar uma aliada para nos alertar para as mudanças que devemos realizar em nossa vida.
            Temos erros contra Deus?Sim, toda a Humanidade. Imagine se ele lembrasse dos sofrimentos que nós causamos nele! Não queremos dizer que ele iria ter angústia como os homens, mas nossas iniquidades o faz sofrer (Jr 13:17). Diz a Bíblia: “Se tu, Senhor, observares as iniquidades, Senhor, quem subsistirá? (Sl 130:3). Sigamos o exemplo do Pai e não fiquemos remoendo desilusões, dores, problemas nem mágoas antigas. Assim teremos mais tranquilidade aguardando o futuro, que só a ele pertence.


3.2 Identificar como mudar a situação

A Angústia é uma opressão do Inferno. A Mente não suporta estar sob um ataque aflitivo por muito tempo. O espírito do angustiado que não conhece o Senhor pode levá-lo a cometer loucuras contra si ou outras pessoas.
Não há melhor saída para esse tormento do que ler um salmo, um capítulo dos evangelhos e abrir o coração para Deus. Então, a pessoa que não via mais sentido na vida e estava tomada de desejos maus entende que a fé pode ajudá-la. No entanto, isso não é o bastante. É preciso abrir o coração para o Altíssimo, clamar pela Sua misericórdia, invocando-O com todas as forças.
Nada de ruim que nos acontece vem por acaso. O Império das Trevas, depois de nos ter estudado, observado os pontos fracos, envia sua tropa para nos tentar. Se não procurarmos a ajuda divina, ficaremos sozinhos na batalha, e, com isso, o inimigo consegue penetrar em nossa vida e nos vencer. Em todas as situações, é melhor abrirmos o coração, confessarmos os pecados e seguirmos a orientação dada por Deus em Sua Palavra.
O salmista declara que, em meio à angústia, ele invocou o Altíssimo. Após clamar ao Senhor, o salmista foi colocado em um largo lugar. Deus dará folga a todo aquele que estiver em apuros, desde que este faça o que Ele orienta pelas Escrituras. Quem não ora segundo o que lhe é ensinado não tem o socorro do Senhor, mesmo que esteja imbuído da mais santa sinceridade. Na verdade, é a Palavra de Deus que leva o Pai a agir por nós.

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 “Disse, pois, Jônatas ao seu escudeiro: Vem e passemos à guarnição destes incircuncisos; porventura, o Senhor nos ajudará nisto, porque para o Senhor nenhum impedimento há de livrar com muitos ou com poucos” (I Sm 14:6).

Nas Profundezas da Angústia o Cristão deve Clamar, Confessar e Confiar em Deus (vídeo)

3.3 Confiar em Deus é o segredo da vitória

Aqueles que se dedicam a Cristo como Senhor, e que um dia entrarão no Reino do Céu, hão de sofrer “muitas tribulações” ao longo do seu caminho. Por viverem em meio a um mundo hostil, têm que se engajar na guerra espiritual contra o pecado e o poder de satanás (Ef. 6.12; cf. Rm. 8.17; 2 Ts. 1. 4-7; II Tm. 2. 12).
Por outro lado, a vida verdadeiramente cristã é uma contínua batalha contra os poderes do Mal.
(1) – Os que são fiéis a Cristo, à sua Palavra e aos caminhos de justiça, terão problemas e aflições neste mundo (Jo. 16. 33). Somente o “crente” morno ou de meio termo viverá em paz com este mundo (cf. Ap. 3. 14-17).
(2) – O presente mundo ímpio, bem como os falsos crentes, continuarão como adversários do evangelho de Cristo até quando o Senhor derrubar o sistema maligno deste mundo, na sua vinda (Ap. 19, 20). Entrementes, a esperança do crente “está reservada nos céus” (Cl 1:5) e está “já prestes para se revelar no último tempo” (I Pedro 1:5)
Sua esperança não consiste nesta vida, nem neste mundo, mas no aparecimento do seu Salvador para levá-lo para si.

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Diante de angústia ou tentação a oração é nossa arma de defesa e de ataque. Ficar passivo é uma prisão. Como os discípulos muitas vezes fizeram diante de lutas, em vez de ficarmos em Cristo e clamarmos, nos entristecemos; nos deprimimos e passivos ficamos. Não é cristo quem dorme no barco durante a tempestade: é ele que vez ou outra nos desperta de um sono pesado (culpas, angústia, frustrações e medo), que tentam nos aprisionar e intimidar muitas vezes estando nós em lugar seguro!
Deus ainda é o nosso “socorro bem presente na hora da angústia”. Não precisamos cair diante de tentações, nos isolar de Deus e nem ficarmos revoltados ao nos decepcionamos com outros ou com nós mesmos. Existe socorro para nós! Orar é manter intimidade e comunhão com Deus. Deus começou a conversa. Orando nós a continuamos. A iniciativa desta amizade eterna veio do Alto. Deus continua nos amando (apesar de nós). Além disso, ele continua apto a nos transformar. Nos sustenta se tropeçarmos, nos levanta se cairmos. Tira-nos dos poços de dor e autopiedade, e nos faz prosseguir. A oração mostra-nos a realidade dos céus.



Conclusão

A consciência de que o Senhor nos chama à batalha nos deve levar ação, mas não a qualquer ação. Atirar-se afoitamente contra os obstáculos e conduzir-se de maneira impensada não é o que vai nos tirar da situação de angústia e levar-nos ao sucesso. A ação inconsequente pode ser tão ruim quanto à passividade.


Fontes:

Bíblia Sagrada ARC/ARA/ACF/TB/BV/RV/NTLH
Enfermidades da Alma (revista EBD professor) – Editora Betel – 2º Trimestre 2014 – Lição 03
Princípios de Interpretação Bíblica – Vilson Scholz – Ed. ULBRA
Novo Dicionário da Bíblia – John Davis – Ed. Hagnos
Enciclopédia Ilúmina
O Antigo Testamento Interpretado – Norman Champlin – Hagnos
O Novo Comentário da Bíblia – F. Davidson – Vida Nova
Comentário Bíblico Matthew Henry (Conciso) – Matthew Henry – CPAD
Comentário Bíblico Moody – Editora Batista Regular
Comentário Bíblico Esperança NT – Editora Evangélica Esperança
Ajudando uns aos outros pelo Aconselhamento – Gary R. Collins – Vida Nova
Aconselhamento Cristão – Gary R. Collins – Vida Nova
Princípios Básicos de Aconselhamento Bíblico – Dr. Lawrence J. Crabb – Refúgio
Jesus, O maior Psicólogo que já existiu - Mark W. Baker – Sextante
Problemas Cruciais: Uma perspectiva bíblica (link)
A Responsabilidade Pessoal pelos Atos Humanos e o Destino (link)
A Bíblia tem Solução para os Problemas da Depressão, Tendências Suicidas, emocionais e outros problemas similares? (I) (II)
Restauração da Alma - O que é o que não é? (link)
Auto-confrontação (link)
Quadro Avaliativo: Terapia Psicológica x Aconselhamento Bíblico (link)
Ansiedade X Angústia: E agora, o que eu sinto? (link)
Angústia, Emoção Precedente Traumática, Paranóia (link)
Como Sair da Angústia (link)
Angústia, Medo, Depressão, Solidão, Tristeza, Incertezas... (link)
Sua Angústia não é Você: Como lidar com ela? (link)

Bibliografia Indicada (estude mais)

A Angústia do Homem: Uma abordagem filosófica (link)
A Angústia de Abrão (link)
Aprendendo a Confiar em Deus (link)
Angústia e Declínio da Representação: Uma leitura psicanalítica do Mal-Estar na Contemporaneidade (link)
Seja mais São, Percebendo sua Doença (Link)

Questionário

1. Qual a visão filosófica da angústia?
R: Viver significa necessariamente sofrer.
2. Cite uma maneira de se lidar com a angústia.
R: Evitar se concentrar na dor/ Identificar como mudar a situação/Confiar em Deus.
3. Por que a angústia é comum na pós-modernidade?
R: Vivemos num mundo que diz que a felicidade é a melhor escolha.
4. O que a Bíblia diz sobre a angústia?
R: “No mundo, passais por aflições..” (Jo 16:33).
5. O que é a angústia?

R: Quando o indivíduo enfrenta situações de confrontos, pressão, impotência diante dos problemas ou cobranças sem saber o que fazer.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

EBD Editora Betel - Vencendo o Medo da Rejeição

Assembleia de Deus CONAMAD
Lição 02 – 13 de Abril de 2014
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Base para o Trimestre


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Texto Aureo

“Então respondeu Moisés e disse: Mas eis que não me crerão, nem ouvirão a minha voz, porque dirão: O Senhor não te apareceu”. Ex 4:1

Eis que não crerão. A terceira dificuldade de Moisés, como as outras, centralizava-se em si mesmo. Os sinais de Deus não só seriam um testemunho a Israel e ao Egito, da presença de Deus com o seu mensageiro, mas teriam também a finalidade de infundir confiança e fortalecer a fé de Moisés.

Comentário Bíblico Moody AT/NT

Verdade Aplicada

O medo da rejeição afeta a nossa tomada de decisão em relação à obra à qual fomos separados pelo Senhor.

Objetivos da Lição

Definir o que é medo da rejeição;
Mostrar o que pensa aquele que se acha rejeitado;
Apresentar como devemos nos comportar ante essa situação.

Textos de Referência

Ex 3:1 - E apascentava Moisés o rebanho de Jetro, seu sogro, sacerdote em Midiã; e levou o rebanho atrás do deserto e veio ao monte de Deus, a Horebe.
Ex 3:2 - E apareceu-lhe o Anjo do Senhor em uma chama de fogo, no meio de uma sarça; e olhou, e eis que a sarça ardia no fogo, e a sarça não se consumia.
Ex 3:3 - Disse mais: Eu sou o Deus de teu pai, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó. E Moisés encobriu o seu rosto, porque temeu olhar para Deus.
Ex 3:4 - Então, Moisés disse a Deus: Quem sou eu, que vá a Faraó e tire do Egito os filhos de Israel?
Ex 4:10 - Então, disse Moisés ao Senhor: Ah! Senhor! Eu não sou homem eloquente, nem de ontem, nem de anteontem, nem ainda desde que tens falado ao teu servo; porque sou pesado de boca e pesado de língua.


Introdução

É muito fácil encontrarmos, no meio do povo de Deus, pessoas que receberam um chamado especial e, ainda assim, sentem-se incapazes de realizá-lo. O caso de Moisés nos leva a enxergar como essas pessoas se deixam levar por um sentimento negativo que acaba por impossibilitá-los de fazer o que o Senhor espera deles.
            Moisés sabia que fora deixado em um cesto entre a vegetação (junco) à margem do rio, que era de um povo rejeitado pela nação dominante, os egípcios, e que era filho adotivo da filha do Faraó, ou seja, ele possuía muitos incentivos naturais para sentir-se muito inferior. Não é o caso de estar certo ou errado ou não saber confiar em Deus, mas de fatos realmente enganadores da propriocepção (comparar sub-item 3.2).

A Rejeição é bastante poderosa. Deixamos de fazer muitas coisas pelo simples medo de ser rejeitado, até por pessoas que não têm nenhuma ligação emocional conosco. Isso você pode ver no dia-a-dia. Pessoas que têm dificuldades de pedir informação, de chamar alguém pra dançar, de vender algo... Vendedores que buscam clientes fora do seu ambiente de trabalho, que visitam empresas e a abordam pessoas para expor seus produtos e serviços, tem que ser mestres na superação do sentimento de rejeição. A grande maioria vai dizer não ao vendedor, outros vão tratar com indiferença, uns vão até ser grosseiros. Um pequeno percentual é que irá realmente se interessar e comprar no final das contas.
Racionalmente, não seria nada de mais oferecer um serviço ou produto a alguém. O pior que pode ocorrer é se ouvir um não. Mas... emocionalmente não é tão simples.
A Rejeição costuma deixar marcas na auto-estima. Ainda mais quando a pessoa é rejeitada na infância pelos pais. Nesse caso, as marcas podem ser bastante profundas e influenciar o comportamento pelo resto da vida, caso a pessoa não perceba e nem trate o sentimento.
A Rejeição pode ocorrer de várias formas: Filhos que são abandonados pelos pais, levados para adoção, filhos que se sentem preteridos e percebem outro irmão como sendo mais querido, filhos que são criticados demais, não elogiados e comparados negativamente com outras crianças.

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1. O pensamento de Deus

Ao se apresentar a Moisés o Senhor já tinha em mente como iria agir em favor de seu povo. É fato e todos nós sabemos que Deus é o Todo Poderoso e é capaz de realizar qualquer coisa, porém em muitas passagens bíblicas, vemos o Todo Poderoso se utilizando de mãos humanas para realizar a sua obra. Por exemplo em I Sm 17:46, fica clara a intenção do Senhor que poderia ter matado o gigante, mas preferiu se fazer presente através da capacitação fornecida por ele a Davi (I Sm 17:40).

Eu sou o que sou. Outras traduções desta difícil frase incluem: Eu sou quem sou; Eu serei o que serei (Moffatt; Lutero); Eu sou Aquele que existe (Catholic Commentary); Eu faço acontecer aquilo que vai acontecer (Meek, op. cit., pág. 107; e Wm. F. Albright, From the Stone Age to Christianity, pág. 260). O nome expressa "não existência abstrata, mas manifestação ativa de existência. .. não o que Deus será em Si mesmo. . . mas o que Ele demonstrará de Si mesmo aos outros . . . Ele será para Moisés e Seu povo o que Ele será – algo indefinido, mas o que, ao descobrir-se mais completamente o todo de Sua natureza, pelas lições da história e ensinamentos dos profetas, provará ser mais do que as palavras podem expressar" (Cambridge Bible).
Um pensamento semelhante está expresso por Keil e Delitzsch: "A pergunta (v. 13) . . . pressupunha que o nome expressava a natureza e as operações de Deus e que Deus manifestaria em feitos a natureza expressa no nome... (Ele) designou-se por este nome como o Deus absoluto ... agindo com capacidade desagrilhoada e com auto-independência". Comentando o nome de Jeová em Gn. 2:4, os mesmos mestres dizem: "Ele é o Deus pessoal em Sua manifestação histórica na qual a plenitude do Ser Divino revela-se ao mundo ... o Deus da história da salvação. Isto não se mostra na etimologia do nome, mas na expansão histórica". Deus, então, revelou-se a Moisés não como o Deus Criador de poder Elohim, mas como o Deus pessoal da salvação, e tudo o que o "Eu sou" contém será manifesto através dos séculos vindouros, culminando naquele em cujo "Eu sou" ilumina as palavras do N.T.

Comentário Bíblico Moody AT/NT


1.1 É Deus quem escolhe a quem usar

Poderíamos pensar que, ao receber a incumbência divina, a resposta de Moisés fosse: "eis-me aqui", ou, "que queres que eu faça?" Mas não; ainda não estava preparado para isto. Sem dúvida, era a lembrança do seu primeiro fracasso que o impedia de responder assim. Quando se age sem Deus em qualquer coisa é certo ficar-se desanimado, mesmo quando Deus nos manda. "Então, Moisés disse a Deus: Quem sou eu, que vá a Faraó e tire do Egito os filhos de Israel?" (versículo 11). Este procedimento em nada se assemelha ao homem que, quarenta anos antes, cuidava que os seus irmãos entenderiam que Deus lhes havia de dar liberdade pela sua mão (At 7:25). Tal é o homem! Precipitado umas vezes, vagaroso outras. Moisés aprendera muito desde o dia em que matara o egípcio. Crescera no conhecimen­to de si próprio, e este conhecimento produzira modéstia e timidez. Contudo não tinha, evidentemente, confiança em Deus.

Estudos sobre o Livro do êxodo – C.H. Mackintosh

As ferramentas de Deus somos nós... uns são como a chave de fenda, outros como o alicate, outros são como os parafusos, e outros são como as buchas para os parafusos...
Mas, se Deus quiser apertar um parafuso, a chave de fenda não precisa ficar se gloriando, achando que somente ela é capaz de fazer isso.
Irmão, em se tratando de Deus, até a bucha pode apertar o parafuso... então, não se glorie.
É isso que diz o texto: Deus usa coisas “loucas”, coisas “fracas”, coisas “vis e desprezíveis”, coisas que “não são”, aos olhos humanos, para confundir, envergonhar, reduzir a nada aqueles que se acham o máximo.
Desta maneira, ninguém vai poder se gloriar diante de Deus, pois a capacidade humana nada pode realizar para Deus por si mesma, assim como uma ferramenta real não pode cumprir a sua função se não for usada por alguém.

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A Bíblia nos ensina claramente sobre termos fé em paciência, devoção, serviço, humildade e obediência. Não basta a fé sozinha ou um dos outros itens isoladamente; precisamos da harmonia, constância e desprendimento.
O Mundo e seus sistemas nos forçam a sermos impacientes. Assim, muitos odeiam ter de esperar. Seja um encontro, fila, ponto de ônibus ou até pelo Criador e seus planos “lentos”. A espera tenta fazer brotar ansiedade. Ficamos tentados a querer saber do futuro, ver se está chegando aquilo que esperamos.
Necessitamos crer que Deus nos aperfeiçoa: ele planejou e começou a boa obra em nós, assim como nos "aperfeiçoará até ao Dia de Jesus Cristo" (Fp 1:6). A espera não é um capricho divino, Ele nos coloca em espera para sermos preparados e treinados para lutar, já que a Vitória Final foi garantida na Cruz do Calvário!
Nem sempre o Senhor chama os capacitados, pois a Ele pertence o poder de capacitar o homem para realização de sua abra (Ex 35:30-31), entretanto, no caso de Moisés, o Senhor já o tinha separado desde a sua meninice, visto que o salvara de Faraó (Ex 2:3-4). Todos os acontecimentos que se seguiram na vida de Moisés estavam debaixo da supervisão Divina.


1.2 A excelência de Moisés

Existiu um homem que passou quarenta anos de sua vida sendo ensinado conforme a língua e os costumes da nação onde nasceu. Lá, ele aprendeu inclusive sobre história e administração pública, cresceu entre os príncipes e foi ensinado como eles. Esse homem foi Moisés e a nação era o Egito.
Durante quarenta anos, Moisés foi treinado para viver no palácio de faraó, porém sua vida mudou completamente quando matou um egípcio e fugiu para o deserto. Talvez Moisés pensasse que aqueles quarenta anos de intensos estudos não serviriam para nada, e realmente não serviram imediatamente. No deserto, Moisés teve que aprender na prática sobre agricultura e pecuária, para trabalhar e sustentar a família que veio a formar. Durante quarenta anos, ele se dedicou a essas atividades.

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Na casa de Faraó, Moisés foi extremamente habilitado para qualquer tipo de trabalho (At 7:22) que precisasse desempenhar. Sua criação/educação como príncipe se tornou num possível impedimento para realização do verdadeiro projeto de Deus para sua vida: a formação recebida em toda a ciência do Egito visava torna-lo o futuro Faraó. Deus permitiu que um desatino dele (Ex 2:12), para ficar longe dos planos dos egípcios.


1.3 O aperfeiçoamento de Moisés

Paulo, porém, acrescenta a segunda metade: “Sei ter fartura… sei ter abundância.” Ambas as coisas juntas – é isso que constitui a totalidade da liberdade. É verdade que também Paulo “aprendeu” isso e não o “sabia” simplesmente. Essa liberdade não lhe foi dada como mero presente. É uma palavra útil para nós, e que precisamos levar em conta. Nossos pensamentos equivocados sobre a graça divina e a incapacidade humana para o bem com freqüência geram em nós expectativas tolas, impedindo-nos no “aprendizado” e no necessário engajamento de nossa vontade. Agora, porém, Paulo “em tudo e em todas as circunstâncias está iniciado” – evidentemente uma “iniciação” muito diferente da iniciação nas solenes liturgias dos mistérios! Agora ele “é capaz” de “tudo”.

Comentário Esperança – Werner de Boor

... Quando vemos Moisés, à idade de quarenta anos, afastado de todas as honras e magnificência de uma corte, para passar quarenta anos na solidão do deserto, podemos esperar vê-lo empreender uma carreira de serviço notável; no que aliás não ficamos desapontados. Ninguém é verdadeiramente educado se­não aquele a quem Deus educa. Não está dentro das possibilidades do homem preparar um instrumento para serviço do Senhor. A mão do homem é incapaz de moldar um "vaso idóneo para uso do Senhor" (2Tm2:21). SomenteAquelequequerusá-lo pode prepará-lo; e no caso presente temos um exemplo singularmente belo do Seu modo de o fazer.
... Lemos em Gênesis, capítulo 46:34, que "todo o pastor de ovelhas é abominação para os egípcios" e no entanto, Moisés, que era "instruído em toda a ciência dos egípcios", é transferido da corte do Egito para trás do deserto para apascentar um rebanho de ovelhas e preparar-se para o serviço de Deus. Seguramente isto não "é o costume dos homens" (2 Sm 7:19) nem o curso natural das coisas: é um caminho incompreensível para a carne e o sangue. Nós havíamos de pensar que a educação de Moisés estava terminada logo que se tornou mestre de toda a sabedoria do Egito, gozando ao mesmo tempo das vantagens que oferece a este respeito a vida de uma corte. Poderíamos supor que um homem tão privilegiado havia de ter não apenas uma instrução sólida e extensa mas também uma distinção tal em suas ações que o tornariam apto para cumprir toda a espécie de serviço. Porém, ver um tal homem, tão bem dotado e instruído, ser chamado a abando­nar a sua elevada posição para ir apascentar ovelhas atrás do deserto, e qualquer coisa incompreensível para o homem, qualquer coisa que humilha até ao pó o seu orgulho e a sua glória, mostrando que as vantagens humanas são de pouco valor diante de Deus; mais ainda, que são "como esterco", não somente aos olhos do Senhor, mas aos olhos de todos aqueles que têm sido ensinados na Sua escola (Fp. 3:8).

Estudos sobre o Livro do êxodo – C.H. Mackintosh

Moisés não estava provado e aprovado por Deus. Ele havia de saber o que é viver exclusivamente debaixo da vontade do Criador (Fp 4:12). Torna-se (Deus o tornou) pastor de ovelhas (Ex 3:1). Conhece o que é cuidar de vidas (não mais apenas um alto oficial da corte), protegê-las (não mais um mediador assassino) e guiar aos que desconhecem o caminho a ser seguido (Ex 14:21-22).
Como sabemos, as ovelhas têm algumas características que as tornam vulneráveis, dentre tantas estão: a incapacidade de distinguir entre a boa e a má erva, o que muitas vezes leva algumas à morte por comerem ervas venenosas. Moisés, ao ser levado por Deus a cuidar de ovelhas, pôde aprender que esses animais também são extremamente teimosos e, em alguns casos, precisam ter uma de suas patas quebradas para não fugir à vontade de seu pastor. Quando vemos, em uma ilustração antiga, um pastor carregando uma ovelhinha no colo, logo pensamos que ela é a mais adorada pelo pastor, mas, de fato, pode ser ela a mais teimosa e fujona, que se afasta do grupo constantemente, colocando em risco sua vida, por isso o pastor quebra-lhe a pata e passa a carregá-la no colo, dando-lhe um nome para que, quando ele a chamar, identifique a sua voz e volte imediatamente para o rebanho.



2. Moisés e o medo da rejeição

Como já vimos, havia, em Moisés, tudo o que era necessário para que ele pudesse servir a Deus. Tinha o conhecimento secular adquirido na casa de Faraó e agora também tinha sido preparado pelo Senhor enquanto no trato com as ovelhas. Ao contrário do que era de esperar-se dele, ao invés de aceitar imediatamente o chamado, negou usando diversos motivos, que ele considerava impedimentos, para realização do projeto divino (Ex 3:11 e 4:10).

Superar o medo do fracasso é crucial para se obter sucesso. Não me refiro ao sucesso financeiro, a ser um campeão, ou o líder de vendas, mas sim a conseguir realizar, obter ou alcançar aquilo que pretende dentro dos limites da possibilidade e desejo. Para muitos homens e mulheres muito bem sucedidos e que têm realizado grandes coisas na vida, a falha/erro é percebido apenas como um degrau para alcançar o êxito. Homens como Henry Ford, Winston Churchill e Thomas Edison perceberam que não tentar é o fracasso “verdadeiro” e que não fazer nada, gera nada, não permite a possibilidade de conseguir vir a ser bem sucedido.
Porque provavelmente desconhecem o que realmente é preciso para terem sucesso. Uma razão, é que muitos de nós estamos tão focados no sucesso e na sua obtenção, que nos esquecemos do que é realmente necessário para alcançá-lo. Raramente pensamos sobre as falhas como sendo uma parte da vida e como muitas histórias de sucesso surgiram a partir de falhas ou erros. Ninguém fala quantas vezes Abraham Lincoln falhou nas eleições à presidência, antes de se  ter tornando presidente dos Estados Unidos da América, ou como Bill Gates deixou Harvard antes de se tornar uma celebridade no mundo da informática. Nestes tempos de fácil acesso aos meios de comunicação social e notícias instantâneas, muitas vezes vemos o lado glamoroso do sucesso ao invés dos obstáculos e trabalho árduo que é preciso para chegar lá.
Julgo que a facilidade de contacto que todos temos com o sucesso, a forma como o vemos no nosso dia-a-dia, pode conduzir-nos a uma falsa facilidade na sua obtenção. Pode condicionar-nos a querermos muito obtê-lo, mas sem termos a noção que o sucesso é muito mais um caminho que apenas um resultado.

escolapsicologia.com

Continua...

2.1 Não vão acreditar que Jeová falou comigo

A terceira desculpa de Moisés mostra que ele continua preocupado com sua própria credibilidade. Eles não crerão na minha palavra, ele diz (4:1). Deus reconheceu que esta preocupação era válida, e ofereceu três sinais para confirmar a palavra de Moisés (4:2-9). O bordão se virou em serpente, a mão se tornou leprosa e a água tirada do rio se tornou em sangue. Esta é a primeira vez na Bíblia que Deus concedeu ao homem o poder para realizar milagres. O propósito dos milagres é bem explicado pelo contexto: para confirmar a palavra falada. Quando Elias e Eliseu introduziram a época de profecia do Velho Testamento, realizaram milagres. Quando Jesus e os apóstolos introduziram o evangelho, operaram vários sinais. Os milagres deles tinham o mesmo propósito: "...confirmando a palavra por meio de sinais..." (Marcos 16:20); "... a salvação, ... tendo sido anunciada inicialmente pelo Senhor, foi-nos depois confirmada pelos que a ouviram; dando Deus testemunho juntamente com eles, por sinais, prodígios e vários milagres e por distribuições do Espírito Santo..." (Hebreus 2:3-4). Quando Deus mandou pessoas com novas revelações, ele confirmou a palavra com sinais milagrosos.

estudosdabiblia.net

O Senhor é quem primeiro escolhe um homem para uma obra. O Espírito Santo, desde o nascimento de cada um, é quem vai mostrar aos outros homens se Deus está agindo e se ele é realmente um escolhido do Senhor. Muitos dos comissionados não são reconhecidos por sentirem-se ameaçados e com medo de não aceitações.
É importante ressaltar que existem situações em que algumas pessoas usam de artifícios na busca pela aceitação. Nesses casos, fica a cargo do Espírito Santo revelar a verdadeira intenção de cada um e fazer o que for necessário para que eles sejam cobrados pelos seus atos (At 5:1-10).


2.2 O resultado do medo da rejeição

Quantos de nós nos identicamos com Moisés ?
Temos medo hoje por causa de um fracasso no passado?
Temos medo porque nos sentimos pequenos e temos medo de fracassar ?
Como Moisés lidou com seu medo ?
Como Deus nos conduz afim de que possamos lidar com o Medo ?
Vamos então ao estudo da passagem ...

Ao lidarmos com o medo do fracasso precisamos entender que ...
Nossos fracasso não são o fim da nossa história Exodo 2:11-15
A . Moisés falhou em sua tentativa de ser um libertador
Agiu antes do tempo (2:11 e 12)
Agiu em sua própria força (2:12 e 13)
B . Agir em nossa própria força não gera sucesso mas fracasso
O fracasso leva-nos a experimentar rejeição (2:14)
O fracasso leva-nos a fugir do contexto real do sonho (2:15)
Aplicação
Fracassar não foi uma experiência somente de Moisés é de muitos como nós Tiago 3:2 – Todos nós tropeçamos de muitas maneiras ...
Ec.l 7:20 – Não há ninguém na terra que faz o que é certo todo o tempo e que nunca cometa um engano

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São muitas as situações que podem desencadear o sentimento de rejeição: relacionamento amoroso, familiar, no trabalho e nas amizades. Em casos mais intensos pode-se encontrar a humilhação, o preconceito, o desemprego. Ser rejeitado é um medo bastante comum à maioria das pessoas. Afinal, quem é que não quer sentir-se amado, admirado e querido?
Desde a infância encontram-se muitas situações de rejeição, quem nunca ficou de lado ou se sentiu menos preferido? Nem que seja numa situação como entrevista de emprego ou no início de um namoro. As pessoas têm medo de não serem aceitas em circunstâncias como estas, pois são desconhecidas.
Esse medo pode ser freqüente, no entanto, sua persistência e repetição são preocupantes, pois pode surgir independente da situação real que se vive. Acontece devido à presença de fantasias que sustentam a idéia de que não se é suficientemente bom para os outros.

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O medo da rejeição também pode levar o indivíduo a duvidar da ação divina, tornando mais difícil a sua caminhada na presença do Criador. Não é raro nos depararmos com pessoas, que, mesmo depois de terem uma experiência íntima e pessoal com Deus, ainda duvidem de Sua atuação (I Rs 18:36-39 e II Rs 19:1-4).


2.3 O risco do medo da rejeição

Algumas pessoas podem desaprovar comportamentos ou características suas e ainda assim gostar de você.
A Mente por vezes projeta os nossos sentimentos e emoções em outras pessoas. Alguns concluem que por sentirem ciúme é indicador de que seu cônjuge é infiel. Absurdo? Você pode estar fazendo idêntico: estar se sentindo rejeitada (o), não garante que outros estão te rejeitando.
        Só você e Deus sabem quem você é e do que é capaz (ele muito mais e sempre). Só estes dois determinam o seu real valor. Apenas o Senhor pode (e sempre) lhe mostrar o quanto você vale e é importante. Outros não teem competência, autoridade e nem propriedade para tal.
        Você não possui defeitos ou não tem que melhorar? De forma alguma! Em vários aspectos, quando se muda algo indesejado, mau ou fraco em si mesmo, você ama-se um pouco mais (vale a pena tentar)
        Medos e preocupações com rejeições podem estar relacionado a alguma trauma ou falha do passado, crenças psicológicas ou algo do tipo.  Busque ao Senhor, ore, jejue e faça aconselhamento pastoral (bíblico!).

Como Lidar com o Medo da Rejeição (instruções práticas)


3. Vencendo o medo da rejeição

O medo da rejeição também é conhecido como fobia social, essa fobia se caracteriza pelo medo, ou até mesmo horror, que a pessoa tem de apresentar-se em público. Em alguns casos, evoluem ao ponto de tornar a pessoa completamente incapaz de comunicar-se, mesmo que seja excelente naquilo para o que foi chamada a fazer. Diante de tudo que já estudamos nesta lição, podemos agora observar que a atitude de Moisés, embora tivesse muitos motivos para não a tomar, foi a de aceitar o mandamento do Senhor, uma vez que ele pôde ver as maravilhas feitas pelo Todo Poderoso (Ex 4:3-7). A Bíblia ainda nos fornece um grande exemplo de vitória sobre o medo dá rejeição quando nos fala acerca de Zaqueu, que deu passos importantes em direção àquilo que via como essencial para uma vida feliz (Lc 19).


3.1 O medo da rejeição dificulta o encontro com o Senhor

Devemos incluir Deus em nossas vidas diárias da mesma forma que faríamos com um outro membro da família, sendo que Ele é muito mais importante! Devemos orar a ele, ler Sua palavra e meditar nos versículos da Bíblia, com a intenção de conhecê-lo melhor e poder fazer Sua vontade. Devemos orar por sabedoria, que é a qualidade mais importante que podemos possuir. Devemos levar nossos pedidos a Ele, pedindo no nome de Jesus. Jesus disse: “Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda” (Jo 15:16). Jesus foi Quem nos amou tanto que deu Sua vida por nós, e Ele é o único que pôde construir uma ponte entre nós e Deus. Foi Deus quem enviou Jesus; Eles são um e os dois merecem nossa honra, adoração e louvor.
O Espírito Santo também é Deus. Ele é a “parte” que nos foi dada para ser o nosso Conselheiro. “Se me amais, guardareis os meus mandamentos. E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco, o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não no vê, nem o conhece; vós o conheceis, porque ele habita convosco e estará em vós” (Jo 14:15-17). Jesus disse isso antes de morrer, e depois de Sua morte o Espírito Santo se tornou disponível a todos que estavam realmente procurando a Ele. É Ele quem mora nos corações dos crentes e nunca vai embora. Ele nos aconselha, ensina as verdades e muda os nossos corações. Sem o divino Espírito Santo, não teríamos a habilidade de lutar contra o mal e tentações. Mas já que O possuímos, começamos a produzir o fruto que surge quando deixamos o Espírito nos controlar: “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gl 5:22-23).

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O medo de rejeição causa excesso de desconforto ao sermos observados por pessoas, ou ainda, por única pessoa em eventos sociais ou quando dependam de seu desempenho (Mt 25:18 e 25). Este estado emocional também trás sintomas físicos, tais como: taquicardia, sudorese, boca seca, sensação de que vai desmaiar, pânico, confusão mental, gagueira entre outros.
Ao argumentar com Deus, Moisés apresenta um desses sintomas como desculpa para não atender o chamado de Deus “não sou eloquente, pesado de boca e pesado de língua” (Ex 4:10). Zaqueu foi logo ao encontro de Cristo. Mesmo com tudo que o povo podia ter contra si, (Lc 19:2), Jesus jamais o rejeitaria. Ele, Jesus, é quem realmente pode nos livrar de todo tipo de sentimento negativo (Mt 11:28).
Alguns teólogos afirmam que o pesado de boca e de língua a que se referiu Moisés (Ex 4:10) seria o fato de ele ser gago, já outros apresentam a possibilidade de, na verdade, ele ter dificuldade em falar a língua pátria, uma vez que há muito teria perdido o contato com sua língua nativa. Tais dificuldades podem também, ter-se originado pelo desconhecimento das mudanças sofridas na linguagem ao longo dos anos que ele estivera ausente, como por exemplo, novas expressões idiomáticas e neologismos que naturalmente surgem no vocabulário cotidiano.


3.2 Aceitar o convite do Senhor será benéfico

Todos nós somos um pouco tímidos, ansiosos e inseguros em certos ambientes e diante de estranhos. Esse grau de timidez varia de pessoa para pessoa de acordo com a situação. Embora seja normal ficarmos pouco à vontade nessas ocasiões, vencida a inibição inicial, a tendência é irmos-nos familiarizando com o ambiente e entrosando com as pessoas.
Entretanto, existem indivíduos que fogem dessas experiências como o diabo da cruz. Ficam apavorados só em pensar na possibilidade de viver tais momentos e chegam ao extremo de evitar qualquer contato social. Esse comportamento fóbico se reflete no campo afetivo e profissional e compromete a qualidade de vida. O transtorno pode começar na infância, arrastar-se pela adolescência e atingir a vida adulta. Quanto mais cedo for enfrentado, melhores serão os resultados e menos sofrimento trará para seus portadores.

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As prováveis causas da fobia social são medo da exposição, que, no caso de Moisés, pode ser explicado pelo fato de ele ser um fugitivo por assassinato. E a crítica? Essa ele temia por achar que os seus irmãos o desprezariam, visto que ele os havia abandonado como escravos quando poderia ter tentado livrá-los daquela situação. Rejeição por pensar que o povo hebreu pudesse se levantar contra ele por apresentar-se como um enviado do Senhor e ainda a depreciação por aquilo que ele mesmo reconhecia como uma dificuldade real, isto é, o manejo da língua ou idioma. Já Zaqueu, mesmo conhecendo que havia muitas pessoas que sentiam uma grande repulsa por ele, não se deixou levar por qualquer tipo de medo da rejeição que se pudesse fazer presente em sua alma, pelo contrário, desceu da árvore e recebeu a Jesus com um abraço, sabendo que, a partir daquele instante, as coisas começariam mudar em sua vida. Quando recebemos o Senhor, tornamo-nos participantes do seu amor e sentimos que o verdadeiro amor lança fora todo medo (Hb 2:15), assim sendo, somos revigorados para qualquer projeto que Deus tenha para nossa vida (I Jo 4:18). No amor não há temor, antes o perfeito amor lança fora o temor; porque o temor tem consigo a pena, assim o que teme não é perfeito em amor.


3.3 Buscar tratamento para medo de rejeição e reconhecer sua necessidade

É um grande equívoco assumir como pressupostos teorias científicas e interpretar os episódios de profunda tristeza de personagens bíblicos com lentes seculares. Essa será uma tarefa sempre impossível, pois para a medicina a depressão é caracterizada por um conjunto de sintomas e não pela presença de um ou dois apenas.
Não é objetivo deste texto minimizar o sofrimento humano, de forma alguma. Ele é real e deve ser sempre tratado. A questão aqui gira em torno do “como” tratar. No artigo “Uma crítica do DSM-IV à luz da Bíblia”, John Babler afirma acertadamente:
As Escrituras são o caminho apropriado para o entendimento dos assim chamados transtornos mentais: eles consistem em comportamentos derivados do pecado. Uma mudança verdadeira pode acontecer a partir do momento em que o pecado é admitido e há arrependimento. Quando o problema consiste em um coração perdido, a Palavra de Deus é o remédio mais seguro porque o Espírito Santo nos conduz a Cristo.

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Às vezes, quando a depressão ou a ansiedade é causada por razões não-psicológicas, a pessoa fica em uma situação tão prejudicial que a medicação é necessária para começar a realizar um tratamento. Mas, lembre-se, para a maioria das pessoas, não há medicamento que resolva o problema psicológico. O que o medicamento faz é “anestesiar” a pessoa da dor da depressão e da ansiedade.
Anestesia, quando parte de um plano maior, pode ser uma coisa boa. Quando eu tenho uma dor de dente, eu quero que meu dentista me dê um anestésico para acabar com o incômodo. Antes que o dente possa ser consertado, alguém precisa “desligar” temporariamente a minha agonia. Mas um dentista que simplesmente “trata” meu dente infeccionado com analgésicos não está me ajudando. No fim das contas, o dente precisa ser consertado.

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A ciência tem-se utilizado de diversas técnicas para o tratamento do medo da rejeição através de medicamentos que amenizam os sintomas da ansiedade¹. Esses medicamentos devem ser indicados unicamente por médicos e devem obedecer à individualidade de cada paciente. Existem também tratamentos com acompanhamento de psicólogos que atuam com a técnica conhecida como cognitiva comportamental. O remédio, para Zaqueu experimentar o gozo que é estar na presença do Senhor, foi a sua decisão de abrir mão daquilo que ele considerava como o mais importante em sua vida (Lc 19:8), pois havia descoberto algo de maior valor. A palavra de Jesus deu a certeza que esperava (Lc 19.9-10). Nenhum medo é motivo para que o homem abra mão das bênçãos do Senhor em sua vida.
O tratamento feito paralelamente com uso do medicamento e acompanhamento terapêutico aumenta, em muito, a possibilidade de melhora para quem sofre com os sintomas do medo de rejeição.


¹ Indicamos o artigo Depressão nos Personagens Bíblicos? que trata  muito bem sobre medicamentação, terapias e diagnósticos. Lembramos que é claro o estímulo da crença/prática   de diagnosticar os fortes sentimentos das personagens bíblicas sempre como problemas psicológicos ou similares neste trimestre, seguindo as correntes modernas. Veja também Cristãos Podem Tomar Antidepressivos?


Conclusão

Nosso estudo nos leva a descobrir que não é difícil alguém com tanta importância para Deus, como Moisés, ficar preso em seus medos. Todavia também descobrirmos que se entregarmos a Ele nossa vida inteiramente, ao exemplo de Zaqueu, estaremos livre de qualquer tipo de medo que possa tentar nos assombrar (Hb 2:15). Contar com ajuda de profissionais especializados pode fazer a diferença na hora da tomada de decisão.


Fontes:

Bíblia Sagrada ARC/ARA/ACF/TB/BV/RV/NTLH
Enfermidades da Alma (revista EBD professor) – Editora Betel – 2º Trimestre 2014 – Lição 02
Princípios de Interpretação Bíblica – Vilson Scholz – Ed. ULBRA
Novo Dicionário da Bíblia – John Davis – Ed. Hagnos
Enciclopédia Ilúmina
O Antigo Testamento Interpretado – Norman Champlin – Hagnos
O Novo Comentário da Bíblia – F. Davidson – Vida Nova
Comentário Bíblico Matthew Henry (Conciso) – Matthew Henry – CPAD
Comentário Bíblico Moody – Editora Batista Regular
Comentário Bíblico Esperança NT – Editora Evangélica Esperança
Ajudando uns aos outros pelo Aconselhamento – Gary R. Collins – Vida Nova
Aconselhamento Cristão – Gary R. Collins – Vida Nova
Princípios Básicos de Aconselhamento Bíblico – Dr. Lawrence J. Crabb – Refúgio
Jesus, O maior Psicólogo que já existiu - Mark W. Baker – Sextante
O Treinamento de Deus (link)
Problemas Cruciais: Uma perspectiva bíblica (link)
A Caixa de Ferramentas de Deus (link)
Enfrentando o Medo do Fracasso (link)
A Responsabilidade Pessoal pelos Atos Humanos e o Destino (link)
Aconselhamento Bíblico Aula 8 (link)
A Bíblia tem Solução para os Problemas da Depressão, Tendências Suicidas, emocionais e outros problemas similares? (I) (II)
Restauração da Alma - O que é o que não é? (link)
O Problema não Está no Crack – Está na Alma (link)
Auto-confrontação (link)
Quadro Avaliativo: Terapia Psicológica x Aconselhamento Bíblico (link)
Fobia Social (link)

Bibliografia Indicada (estude mais)

Como Oração é Comunicação com Deus? (link)
Como Vencer a Insegurança e o Medo de Ser Rejeitado pelas Pessoas? (vídeo)
O Chamado de Deus (link)
7 Conselhos para Missionários (link)

Questionário

1. Todos nós sabemos que Deus é o Todo Poderoso. O que Ele é capaz de realizar?
R. Qualquer coisa.
2. O que capacitava Moisés para o serviço do Senhor?
R. O conhecimento adquirido na casa de Faraó e o preparo dado pelo Senhor no trato com as ovelhas.
3. Como também é chamado o medo da rejeição?
R. Fobia social
4. Qual foi o primeiro passo dado por Zaqueu?
R. Ir ao encontro do Senhor.
5. O que Zaqueu tinha como importante em sua vida?

R. O seu dinheiro.