domingo, 27 de julho de 2014

EBD Editora Betel - O Cuidado com a Família de um Líder

Assembleia de Deus CONAMAD
Lição 05 – 03 de agosto de 2014
Revistaebd Revista escola bíblica dominical editora betel conamad Passagem bíblica trecho bíblico bíblia como estudar teologia bíblia escola dominical escola dominical betel escola biblica betel escola bíblica betel escola dominical conamad auxilio professor ajuda professor subsídio professor auxílio professor subsidio comentario ebd comentário bíblico ebd professor mestre comentário biblico escola dominical comentario biblico escola bíblica comentario bíblico pregação pregador palestra estudo bíblico bíblico


Ferramentario do Trimestre

Clique aqui e leia nossa lista de estudos, artigos, apostilas, teses e dissertações que irão te dar bases bíblicas ministeriais, acadêmicas, humanísticas e técnicas poder periciar as lições deste trimestre. Leia, releia, anote e assista aos vídeos tantas vezes quantas forem necessárias. Tente ler todos os livros indicados (ao menos os examinem).

TEXTO AUREO

“Ora, se alguém não tem cuidado dos seus e especialmente dos da própria casa, tem negado a fé e é pior do que o descrente”. I Tm 5.8

VERDADE APLICADA

Cuidar da família é dever de todos. Sucesso algum será bem vindo se não existe uma família para compartilhar.

OBJETIVOS DA LIÇÃO

Apontar os principais cuidados de um líder com sua família;
Descrever o perfil que a esposa do líder deve ter;
Descrever como deve ser o cuidado dispensado aos filhos.

TEXTOS DE REFERÊNCIA

I Tm 3.2 - Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar;
I lTm 3.3 - Não dado ao vinho, não espancador, não cobiçoso de torpe ganância, mas moderado, não contencioso, não avarento;
I Tm 3.4 - E que governe bem a própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito
I Tm 3.5 - (pois, se alguém não sabe governar a própria casa, como cuidará da igreja de Deus?);
I Tt 1.6 - Alguém que seja irrepreensível, marido de uma só mulher, que tenha filhos crentes que não são acusados de dissolução, nem são insubordinados.


Introdução

Governar bem a própria casa é uma ordenança para qualquer pessoa que almeja o ministério, sem isso, não haverá enquadramento nem chances para liderar. É evidente que não existem famílias perfeitas, mas disciplina e educação fazem da vida exemplos a serem copiados. Observe o perfil de um líder descrito por Tito: “Alguém que seja irrepreensível, marido de uma só mulher, que tenha filhos crentes que não sejam acusados de dissolução, nem sejam insubordinados”. Analisemos alguns cuidados que um líder deve ter em relação a sua família:


1. Cuidados a serem demonstrados

A casa de Deus deve ser uma extensão da casa de um líder cristão. A sua vida doméstica deve ser tão inspiradora que o motivo dele estar exercendo sua liderança na igreja seja o exemplo de seu cuidado dispensado a sua própria família (I Tm 3.12 ). Não é difícil se esquecer de casa por estar comprometido com o ministério. Muitos líderes são reprovados nesse quesito, e, por esse motivo, muitos casamentos também se dissolvem. A ordem de propriedades é esta: Deus, família, trabalho e igreja. Observe que Deus começa e termina essa ordem, por isso não há o que temer. Quando saímos dessa sequência, os problemas certamente irão nos encontrar.

1.1 Cuidado espiritual no lar

O primeiro lugar onde se deve liderar é em casa. O marido deve exercer a prerrogativa de ser o pastor e sacerdote do seu lar (Ef 5.23). É importante que cultivem o culto doméstico com afinco, desenvolvendo um clima agradável e sem cobranças domésticas nesse momento. Dependendo da idade dos filhos, é bom providenciar livros e Bíblia ilustrados para o momento devocional em família. As histórias devem ser contadas com criatividade dando, porém, sempre a entender a realidade delas, e não como contos. Os pais não devem apenas mandar seus filhos para escola dominical, e sim ir com eles (Pv 22.6). Às vezes, não caímos na real para ver que somos líderes de todos da igreja, menos de nossa família. Temos tempo para gabinete e aconselhamento, mas nos falta tempo para observar o que está rondando nossa casa ou se infiltrando em nossos lares. O culto doméstico é uma prática esquecida por muitos, todavia, sendo posto em uso, muitos problemas, e até mesmo, a visão dos filhos em relação aos pais mudaria.

1.2 Cuidado afetivo com a esposa e os filhos

O primeiro e maior presente que o líder cristão deve doar para os seus é ele mesmo. Foi isso que Deus nos fez, doou a si mesmo, Ele é “Deus conosco” (Mt 1.23; Jo 1.14). O vocacionado ao ministério cristão deve ir além do superficial, deve desenvolver um relacionamento de alma profundo. Sua melhor maneira de dar carinho é dando atenção à esposa, passando tempo com ela. Quanto ao diálogo, deve o líder conversar mais que as coisas cotidianas e notícias; devem abrir seus corações, seus sentimentos, falar de suas ansiedades e sonhos. Declarar seu amor (Ct 2.10). Quanto aos filhos, deve ouvir-lhes as histórias mesmo que isso lhe pareça penoso, mostrar real interesse com a forma de olhar e no tom de voz quando fala.

1.3 Cuidado com a disciplina

O amor paterno deve ser demonstrado sempre pela disposição em corrigir os filhos, sem, contudo, irritá-los e desanimá-los (Cl 3.21). Na atualidade, muitos educadores escolares estão sofrendo com a falta de limites demonstrada pelas crianças nas escolas, isso porque os pais estão deixando seus filhos para que as escolas eduquem. A correção deve ser aplicada com amor desde cedo, enquanto a criança está em formação, nessa fase é comum que façam tolices. Mas é nessa época que ainda há esperança. Por isso, o ensino, admoestação, exortação, a presença e o amor se fazem necessários (Pv 19.18; 22.15).
O vocacionado em particular deve ter: “os filhos em sujeição, com toda modéstia” (lTm 3.4). Corrigir os filhos é tão importante quanto alimentá-los, a correção traz recompensa no futuro: “Corrige o teu filho, e te dam descanso, dará delícias à tua alma” (Pv 29.17). Essa recompensa também inclui livrar a alma do filho do inferno (Pv 23.13-14).


2. Recomendações à esposa do líder

Nos passos de um homem bom sempre estará uma boa mulher, e, é claro, em todo tempo ao seu lado (Sl 128a). A mulher é peça fundamental no ministério do marido, por isso, ela é uma dádiva de Deus para ajudá-lo. Ela deve, de igual modo, estar consciente de sua responsabilidade nessa missão, pois, como esposa, é parte vital para o sucesso ministerial de seu marido. Na primeira carta a Timóteo 3.11, existem três recomendações que comentaremos a seguir:

2.1 Mulheres respeitáveis em tudo

É preciso compreender que a esposa de um líder nem sempre será líder como ele numa organização (I Tm 2.13-15). Há casos de mulheres que trabalham em igrejas e são notoriamente mais influentes que seus maridos. Primeiro, porque a elas foi concedido o ministério; segundo, porque alguns maridos não possuem vocação ministerial ou ainda não se converteram. Mas há também líderes que têm esposas que somente os acompanha, porém, por se tratar de ser a esposa de um líder cristão, ela deve ser uma mulher respeitável, digna de consideração, venerável como a Bíblia diz: “a esposa respeite o marido” (Ef 5.33), é dessa forma que ela alcançará respeitabilidade em seu lar e igreja. Respeitável significa: “que se dá ao respeito - não dada a falatórios”. Enfim, uma mulher deve ser respeitável em todas as suas relações, e principalmente, em relação ao seu marido.

2.2 Mulheres não maldizentes

Maldizente é aquela que fala mal dos outros, dada a fazer fofocas (I Tm 3.13). A expressão grega usada por Paulo nesse texto é uma advertência para que as esposas não tenham esse adjetivo “me diabolous”, que pode ser traduzida por: “não caluniadoras”. Isto é, que não atribuam falsamente a alguém determinada coisa. Nesse caso, a vítima passa a ter sua imagem desfigurada e sua reputação comprometida até que se descubra a verdade, que mesmo após ser dita, não será suficiente para reparar os danos causados por uma semente tão maligna. E preciso muito cuidado, pois quando essa “fofoca” parte dos lábios da esposa de um líder, a liderança fica minada e prestes a desmoronar-se.

2.3 Mulheres temperantes e fiéis

Quando se fala de liderança, fala-se de um conjunto. Embora uma mulher não governe completamente com seu esposo, sua harmonia e compreensão para com o ministério de seu marido são imprescindíveis (Ef 5.22). Uma pessoa pode amar a outra, mas isso não significa que irá acompanhar na mesma visão. Hoje muitos lares estão sofrendo por causa dessa indiferença, pessoas que se casaram com diferentes visões. Os membros de uma igreja não abraçam um líder solitário e mal resolvido sentimentalmente, afinal que espelho seria ele para as famílias? Mesmo tendo um chamado visível, esse será incompleto pela ausência de um cônjuge. Família é a credencial de um líder.
Uma esposa egoísta ou imatura não terá muita paciência em esperar seu marido atender as pessoas depois do culto ou das sessões de aconselhamento. Uma mulher egoísta desejará o marido só para ela e não terá prazer de compartilhar as visitas, orações e responsabilidades dele. Uma mulher que não entende uma vocação ministerial não deve servir para futura esposa, pois ela será um estorvo no ministério do marido. A esposa de um líder deve estar disposta a suportar aquilo que chamamos de: “as dores do ministério”. Bom seria ver isso antes do casamento.


3. Cuidados com os filhos

Os pais devem ter o objetivo de reproduzir seu próprio comportamento em seus filhos (Gn 5.3). Quando Deus criou a humanidade, criou a sua imagem e semelhança (Gn 1.27), de modo a parecer e pensar como Ele, como também carregar suas características e suas qualidades, agindo como Ele. Do mesmo modo, os pais precisam seguir esses mesmos objetivos, semelhantemente, os filhos devem sentir Deus em seus corações. E, em seu cotidiano, responder ao chamado divino da mesma forma que seus pais.

3.1 Filhos bem disciplinados (I Tm 3.4)

Criar filhos sem disciplinas, além de ser uma atitude insana, acarretará em problemas para o futuro. Governar a própria casa não é tarefa fácil. Se de fato desejamos um mundo melhor, devemos criar filhos melhores. Não é comum em nossos dias vermos famílias reunidas à mesa (Sl 128.3). Os tempos são outros, os pais trabalham demais para o sustento da família, as mães auxiliam com seus ganhos, e, por isso, quem educa os filhos são as creches e as babás eletrônicas. O resultado é claro, filhos de personalidades mescladas e de difícil comportamento perante os pais. A Bíblia nos ordena ensinar os filhos “no” caminho, isso é tarefa dos pais, não das escolas ou creches. Ela nos diz que se não ensinarmos “no” caminho, eles se desviarão (Pv 22.6). Deus não nos deu filhos para que outros desempenhem nosso papel de pais.
Um líder que enxerga a si mesmo como um pai, deve se sentir no dever de entesourar uma boa herança para seus filhos e netos (2Co 12.14). A satisfação de todo o bom pai é ver seus filhos crescerem e prosperarem em tudo o que fazem. Esse pai se empenha e se esforça para que o filho seja desprendido, e, sem o uso da força, alcance sucesso no futuro, isso porque recebeu de seu pai o alicerce necessário para ir adiante.

3.2 Filhos respeitosos

Seguido da disciplina, deve vir o respeito, que deve ser manifesto mutuamente pelos membros da família, revelando ordem e as coisas peculiares à fé. Ora, temos nas Escrituras dois exemplos muito bons: positivo, os descendentes dos recabitas, filhos de Jonadabe que honravam a palavra do pai (Jr 35.1-10); o exemplo negativo vem de Hofni e Finéias, filhos de Eli que não honravam a palavra do pai, e nem tampouco as coisas sagradas, por isso, eles sofreram severo juízo (ISm 2.12-16; 2.22-25). Temos dois assuntos muito importantes aqui: honra e desonra. Um traz bênçãos e vida fértil, o outro traz punição e morte. Observemos nossa geração! Muitos filhos hoje não completam maior idade morrendo antes do tempo. E por quê? Desobediência ao pai e à mãe. O mandamento diz que respeito é vida, e desonra é morte antecipada (Ef 6.1-3).

3.3 Filhos fiéis (Tt 1.6)

A versão da Bíblia ARC traduz melhor esse texto, e o faz da seguinte maneira: “que tenha filhos fiéis”. Paulo era homem de visão extraordinária, de ideias amplas, mas sem meios termos. Os filhos deveriam ser fiéis à fé dos pais. Naqueles tempos, quando um chefe de família aceitava uma nova religião, todos da sua casa deveriam acompanhá-lo (At 16.31). Todavia, Paulo está impondo uma condição severa, que não era apenas aceitar a religiosidade do chefe da casa, mas que os outros pudessem ser testemunhas de que ali (no caso de Creta) eram filhos verdadeiros e fiéis nos negócios, nas obrigações sociais e na fé cristã.
Tem sido uma tragédia a realidade dos filhos de muitos obreiros em todos os níveis, e principalmente, líderes do círculo de oração. De um lado, tem faltado disciplina aplicada aos filhos, de outro, há extremos exigidos aos filhos como uma postura adulta e impecável, por serem filhos do pastor. Por causa disso, muitos têm deixado a igreja no decorrer dos anos.


Conclusão

Sendo a casa de Deus uma extensão da casa de um líder cristão, sua vida doméstica deve ser inspiradora. Todavia, os pais devem evitar pôr um fardo pesado demais sobre os filhos. Assim eles devem também lutar com muita sabedoria por seus filhos evitando um legalismo intransigente e a possibilidade de afastamento da fé deles. As cobranças que pesam sobre a família e principalmente sobre os filhos do pastor é muito grande e até injusta muitas vezes. Por isso o líder junto com a sua esposa deverão ter um sério equilíbrio nessa questão.

Fontes:

Bíblia Sagrada ARC/ARA/ACF/TB/BV/RV/NTLH

Liderança Cristã – Conhecendo os segredos da Liderança Eficaz (revista EBD professor) – Editora Betel – 3º Trimestre 2014 – Lição 05

segunda-feira, 21 de julho de 2014

EBD Editora Betel - O Líder Espiritual é Comprometido com a Oração



Mais um reconhecimento ao nosso trabalho: hoje (21/07) concretizamos o recebimento do apoio cultural da ADESG  (Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra) para a edição 2014 de nosso Simpósio de Liderança. Para autenticar tal fato, passaremos a ostentar o logotipo desta tão séria sociedade nas respectivas divulgações e etapas do mesmo. Ao Presidente, Vice-Almirante Veiga Cabral, e ao corpo da Diretoria nossos agradecimentos.



Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra


Assembleia de Deus CONAMAD
Lição 04 – 27 de Julho de 2014
Revistaebd Revista escola bíblica dominical editora betel conamad Passagem bíblica trecho bíblico bíblia como estudar teologia bíblia escola dominical escola dominical betel escola biblica betel escola bíblica betel escola dominical conamad auxilio professor ajuda professor subsídio professor auxílio professor subsidio comentario ebd comentário bíblico ebd professor mestre comentário biblico escola dominical comentario biblico escola bíblica comentario bíblico pregação pregador palestra estudo bíblico bíblico
Ferramentario do Trimestre

Clique aqui e leia nossa lista de estudos, artigos, apostilas, teses e dissertações que irão te dar bases bíblicas ministeriais, acadêmicas, humanísticas e técnicas poder periciar as lições deste trimestre. Leia, releia, anote e assista aos vídeos tantas vezes quantas forem necessárias. Tente ler todos os livros indicados (ao menos os examinem).

Graça e Paz! Tudo bem?

Tentaremos terminar um pouco a cada dia, à medida em que também estaremos preparando a PRÓXIMA LIÇÃO. Você terá disponível uma série de artigos, ebooks e citações excelentes. Volte a nos visitar. Ore por nós.

Shalom

R.S. Costa

Texto Aureo

“Orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito, e vigiando nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos”. Ef 6:18

Orar "em todo o tempo" não significa passar o tempo ajoelha­do em oração, mas podemos orar "em todo o tempo" no Espírito, isto é, em comunhão com Deus. O bom lutador é aquele que atenciosamente está ligado ao seu comandante para lutar. A ora­ção, na guerra espiritual, tem o sentido de comunhão com o seu comandante. Não é desligar-se do trabalho que tem a fazer, mas é o soldado fazer exatamente o que o seu comandante espera que ele faça. Na batalha espiritual, a carne é o inimigo mais ferrenho, e, para vencê-la, a melhor arma é a oração. A espada (a Palavra), sem oração, nada pode fazer.
Orar "em todo o tempo" é orar incessantemente. É estar todo o tempo pronto para a comunicação com o Senhor. É a via de comuni­cação sem fios para falar com Deus (Cl 4.2; 1 Ts 5.17). Podemos orar viajando, andando na rua, trabalhando, descansando ou em outras circunstâncias quaisquer. Esse tipo de oração envolve, antes de tudo, a mente. Jesus condenou os fariseus que oravam nas praças, moven­do os lábios para serem vistos pelos homens. Entretanto, posso estar em qualquer lugar e, sem ser notado, estar orando no meu interior. Como se pode orar dessa forma? O tópico seguinte explica.

Comentário Bíblico Efésios - Elienai Cabral

Verdade Aplicada

A oração é o elo da comunicação entre o homem e Deus. Nela dizemos quem somos e o que precisamos, e Ele diz quem é e o que pode fazer.
            Há uma canção muito melodica e envolvente que nos faz ter a certeza de que nos alimentamos ao orarmos. Notemos, entretanto, que nos alimentamos comendo o pão que é a Palavra de Deus. Orar é falar com Deus, comunicar; nunca alimentar. Logo, a letra desta canção nos conduz a erro. É bem possível que para não perder o compasso e a harmonia, trocou-se “comunicação” por “alimento”. Para não perder uma composição/letra, perdeu-se a fidelidade às doutrinas bíblicas.

Objetivos da Lição

Relembrar algumas forças contrárias à Oração;
Mostrar que, como rotina, a oração exige disciplina;
Apresentar o padrão paulino de Oração.

Textos de Referência

I Tm 2:1 - Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graças, em favor de todos os homens,
I Tm 2:2 - Em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade, para que vivamos vida tranquila e mansa, com toda piedade e respeito.
I Tm 2:3 - Isto é bom e aceitável diante de Deus, nosso Salvador,
I Tm 2:4 - O qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade.
I Tm 2.5 - Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem,


Introdução

É uma verdadeira incisão na alma ouvir um homem conectado a Deus. Quando Jesus falava havia impacto, as pessoas abandonavam o que faziam para segui-lo, ninguém era mais o mesmo após ouvi-lo (Mt 7:29). Mesmo assim, observamos em Jesus uma qualidade invejável em nossos dias, a oração. Mas orar não é fácil, é batalha, exige disciplina. Sempre haverá tribulações para desestimular a frequência de um líder na presença de Deus, por isso, o líder deve ser sábio e perseverar na oração (At 6:4).

Como Paulo precisamos entender que o Ser de Deus e o seu agir são inescrutáveis: “Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos! Quem conheceu a mente do Senhor?” (Romanos 11.33,34). Os caminhos do Senhor são inescrutáveis; isto é, o seu agir é incompreensível. Ele “faz grandes coisas que nós não compreendemos” (Jó 37:5).
De igual modo, a prática da Oração envolve também mistérios insondáveis. Pois qualquer que seja o nosso entendimento sobre oração, o Ser de Deus e o seu agir estarão envolvidos. “A Oração é tanto uma atitude como é um ato, um ato humano; todavia há também o elemento divino, e é isso que nos impossibilita uma análise exaustiva, o que, aliás, seria irreverente tentativa”.
Por isso, sem a pretensão de compreender, em todos os seus aspectos, a relação existente entre a Providência Divina e a prática da Oração, no presente trabalho de pesquisa procuraremos mostrar que, embora a relação existente entre a Doutrina da Providência e a prática da Oração seja envolta em grandes mistérios, a Doutrina da Providência não torna sem sentido a prática da Oração.
Paulo Ribeiro Fontes - monergismo.com



1. Algumas forças contrárias à oração

A Oração é uma prática na vida de todo bom líder. Os grandes avivalistas do século passado tinham uma coisa em comum em seus discursos, a maneira de orar. Ainda que não se veja um pregador(a) em oração, o auditório sabe muito bem se ele esteve ou não na presença de Deus. Porém, precisamos estar alertas. Porque muitas coisas contrárias se unem para que não estejamos na presença de Deus. Vejamos algumas:

Temos ouvido sobre a importância da oração, mas muitas vezes não temos visto os resultados.
Precisamos aprender a tirar os obstáculos às respostas a nossa oração.
O salmista fala de um destes obstáculos “Se eu tivesse guardado iniquidade no meu coração, o Senhor não me teria ouvido” (Sl 66:18).
Nós dependemos da oração, do sucesso e da eficácia do que colocamos diante de Deus. Precisamos entender o valor da oração.
Vejamos alguns impedimentos a nossa oração mesmo sendo filhos de Deus.
1- Pecados não confessados: A partir do momento que dizemos que pertencemos a Deus o processo de santificação precisa ser constante e contínuo, afim de que o pecado não tenha mais domínio sobre nossas vidas. O pecado esta diante de nós todos os dias, mas precisamos aprender a dominar o pecado.
2- Falta de fé: todos tem um certo grau de fé , mesmo que seja Pra acreditar na previsão do tempo, mas esta fé necessária é a fé bíblica  que esta em Hebreus 11:1. A Biblia também nos fala da necessidade que temos da fé para agradar a Deus. Como falaremos com Deus e estaremos diante dele em oração se não crermos em sua Palavra e suas promessas.
3- Aprenda a ter bons relacionamentos: falta de perdão é comida do diabo para trazer prejuízos às nossas vidas. Maridos e esposas, muitas vezes tem as orações retidas por estarem com relacionamentos rompidos entre si (I Pe 3:7).

Keison Veloso – ibftonline.com


1.1 A ausência de disciplina

Alguns motivos de oração

Para não cairmos em tentação – Mt 26:41 
Pelos obreiros – Lc 10:2
Em favor dos que exercem autoridade I Tm – 2:1-2
Pelos nosso inimigos – Lc 6:28
Pelos aflitos, enfermos e aqueles que estão em pecados – Tg 5: 13-16; I Jo 5:16
Pela igreja de Cristo – II Tes. 3:1
Pelo companheiro de jugo – Mt 18:19

Causas de Fracassos na Oração

Desobediência - Dt 1:41- 45 ; I Sm 14:37
Pecados ocultos - Sl 66:18; Is 1:15
Indiferença - Pv 1:28-30
Teimosia - Zc 7:10-13
Instabilidade - Tg 1:6-7
Intemperança – Tg 4:3
Fora da vontade de Deus – Ex 33:18-20; Dt 3: 23-29; II Sm 12: 14-19; Ez 20: II Cor.12:7-10

André Santos de Almeida – gospel10.com 

Não ore mais de vez em quando: (Ef.6:18; ITs.5:17) Somos facilmente inclinados a fazer diversas coisas pela metade, ou fazemos em alguns casos tudo porque é do nosso interesse.
Não seja fervoroso na oração somente no tempo da prosperidade.(At.10:2) Não seja fervoroso na oração somente quando Deus responde sua oração.(At.18:6)
Ore no tempo da adversidade (At.16:25). Ore no tempo das trevas (Jn.2:1). Ore no tempo da necessidade (Fl.4:6). Ore para agradecer (Mt.11:25-27)
Leve a oração a sério: (At.6:4) Alguém pergunta: Que culto tem hoje na igreja? Outro responde: – De Oração. O outro diz: Então não tem nada! É assim como estão levando a oração, como algo sem valor. “Conta-se que quando o apostolo São Tiago morreu, os santos que lho sepultaram descobriram os seus joelhos e viram que eles estavam marcados por dois grandes calos como os dos camelos”.
Ef. 3:14 “Por causa disso, me ponho de joelhos perante o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo”.
Quem leva a oração a sério, deus o leva a sério!
Assim foi com Abraão (Gn 20:17). Assim foi com Ana (I Sm1:9,10). Assim foi com Esdras (Ed.10:1).
Você gostaria que deus te levasse a sério?
Vamos então levar a oração a sério?
Os apóstolos disseram: “Mas nós perseveraremos na oração…”
Não importa se os outros não estão levando deus, a oração a palavra de deus a sério, o que importa que “nós”, eu e você, estamos nos importando com isto!

Aproxima-se mais de Deus através da oração. Leve isto a sério. Duvidamos que você conheça, seja o crente que for, bem sucedido que não tenha a oração como fonte estimulante do seu sucesso; lembre-nos de D.L.Moody ao responder se orava muito: “Nunca oro mais do que dez minutos, porém, não me lembro que passe mais do que dez minutos sem orar”.

Litrazini – reflexoesevangelicas.com.br


1.2 O Ativismo

A grande verdade é que temos presenciado um grande equívoco com respeito a estas questões. Parte considerável dos membros de igrejas que são atuantes muitas vezes têm mantido o foco do seu serviço na direção errada. São gastas horas, planeja-se, investe-se em programações, festas, eventos, etc., e muitas vezes Cristo sequer é lembrado em meio a estes planos. Muitas vezes as programações de igrejas cristãs têm sido feitas para massagear egos, mostrar capacidade, demonstrar poderio econômico, todavia, o principal, que deveria ser o dono da festa, Jesus Cristo, tem sido deixado de lado. Abrindo um parêntese a fim de exemplificar nosso equívoco com respeito a certas programações que muitas vezes realizamos, poderíamos mencionar o absurdo de que nossas igrejas têm economizado cifras todos os anos a fim de realizar suas conferências missionárias, em detrimento do investimento real em missões. Se gasta dinheiro, tempo, horas e horas de trabalho para falar de missões, mas não se faz missões. Esse é apenas um exemplo, existem tantos outros!
Sem dúvida, é tempo de revermos nossos conceitos com respeito à adoração e ao serviço. A vontade de Deus, é que façamos tudo pra glorificar a Cristo. Ele é o principal, Ele é o foco, nada pode estar acima Dele, nem mesmo o serviço cristão! Como afirma John Blanchard: “A adoração vem antes do serviço, e o Rei, antes dos negócios do Rei”.

      O Problema do Ativismo Cristão – cosmovisaocrista.com


1.3 Prepotência e impaciência

Graças a Deus, não tenho medo de ser contestado, contrariado, desrespeitado, ou qualquer coisa do gênero. O orgulho ou prepotência é uma vergonha para quem quer ser humano. O diálogo se torna difícil para quem quer sempre ter razão em tudo. O prepotente não se abre para o erro de estar sempre certo. O auto questionar se torna um suplício, e descobrir que está errado é uma vergonhoso para o soberbo e não, um crescimento interior.
Cedo, graças a Deus, aprendi com os erros dos mais velhos, que ensinaram:
Primeiro : "Reconhecer os erros.
Segundo: "Voltar atrás nos erros
Terceiro: "Acertar os erros"
Quarto: "Ser humilde diante dos erros"

Reconhecer que está errado não é vergonhoso para o humilde, é uma descoberta magnifica para quem quer se tornar humano dia a dia. Os soberbos querem constantemente provar que estão sempre certos, impondo seus conceitos. Já os humildes sempre querem aprender e estão abertos ao dialogo e expõem sua crença sem medo. Os soberbos não aceitam contestação, não aceitam serem contrariados, e não aceitam ninguém que pense diferente deles como amigo.

Gentil Pereira – gentilpereira.blogspot.com.br

Você está esperando uma grande bênção de Deus? Se a ação de Deus retarda uma bênção que você vem solicitando e esperando, não se canse de confiar Nele. Nós sempre queremos ser atendidos rapidamente e isso faz parte da nossa tendência humana.
A pessoa de mau gênio sempre causa problemas, mas a que tem paciência traz a paz. (Pv 15:18) O fim de uma coisa vale mais do que o seu começo. A pessoa paciente é melhor do que a orgulhosa. (Ec 7:8) A impaciência pode alterar o seu estado de espírito e você poderá tornar as coisas piores, mais do que já estão. Porém, o pior caminho que você pode percorrer é o da impaciência, pois quanto mais confiarmos e orarmos a Deus, melhor será quando a resposta vier.
Felizes as pessoas que trabalham pela paz [pacificadores], pois Deus as tratará como seus filhos. (Mt 5:9) Jesus disse que essas pessoas são felizes, aqui e na eternidade. Saiba que suas orações sempre são ouvidas; mas, neste momento, vença a sua ansiedade com boas atitudes e não duvide que Deus está agindo a seu favor. Vejamos, se a sua ansiedade ou aflição está lhe roubando a paz, plante a paz nas diferentes áreas de sua vida.
O que eu estou tentando lhe mostrar, é que você não pode parar a sua vida ou desanimar, pela razão de Deus ainda não lhe ter respondido. Perceba o quanto Deus pode lhe usar em benefício de Seu Reino nesta terra. Se o que você espera realmente é uma bênção na sua vida, você terá paciência e perseverará na sua confiança em Deus. Enquanto isso, dê valor à sua vida como filho de Deus fazendo coisas boas, seja grato pelas coisas importantes você tem recebido e Deus o recompensará. Saiba que o filho tolo come a maça ainda verde, mas quando a fruta está madura, ela cai por si mesma e é mais agradável de se comer.

Walter de Lima – atosdois.com.br

Um líder nada mais é que um servo. E como todo bom servo, ele deve buscar instruções de seu Senhor. Quando um líder cristão sai da condição de servo, pode estar incorrendo em um grande risco, o de tornar-se herege. A dependência está conectada à humildade, e esta, à obediência. Ao observar a derrota dos exércitos de Josué para a insignificante cidade de “Ai”, vamos concluir que o excesso de confiança e a ausência de oração se uniram e conduziram Josué a perder a batalha mais ganha de sua vida (Js 7.1-13).



2. O Grande Conflito

Estamos envolvidos em um conflito de forças que vão além das pessoas. Embora cada qual seja responsável por suas atitudes, há, porém, forças que um líder espiritual deve enfrentar para o estabelecimento e crescimento do Reino de Deus. Tais forças nem sempre são compreendidas e quase sempre negadas, mas fazem parte do combate de um líder cristão. A luta não é contra carne nem sangue, ou seja, contra as forças do mundo físico (Ef 6:12).

A Bíblia usa freqüentemente, de forma figurada, soldados e batalhas para descrever o conflito entre os servos de Deus e a iniqüidade.
Homens que vão à guerra sentem-se, às vezes, justificados em usar qualquer táti-ca para vencer o inimigo. Tal pensamento, infelizmente, existe no meio de alguns "cristãos" que alegam ser soldados de Cristo. No zelo para vencer o Inimigo, esquecem quem são e a quem pertencem.
Paulo reconheceu esse perigo quando escreveu II Coríntios 10:3-5. As instruções de Paulo são claras. Quando batalhamos como soldados de Jesus, temos que usar as armas que o Comandante fornece, e mais nada. Em Efésios 6:10-18, ele descreve as qualidades espirituais da nossa armadura. Homens que usam outras armas não agem como soldados de Cristo. Mentiras, acusações falsas, fofoca, ciladas e estratégias políticas para ganhar ou manter poder são táticas carnais usadas por homens carnais. Esses métodos não levam ninguém à obediência de Cristo.
E quando tais homens atacam os servos de Deus, o verdadeiro cristão precisa de domínio próprio e de fé em Deus. O nosso alvo não é Autodefesa, mas a salvação de almas pela Palavra do Senhor. Devemos usar bem a Espada do Espírito, e seguir o Comandante à vitória eterna!

Dennis Allan – estudosdabiblia.net


2.1 Lutando contra as Hostes Espirituais

Paulo tinha a consciência que estava lutando contra um sistema controlado pelas forças das trevas, e essas forças convergiriam contra a igreja, perseguindo-a e tentando anulá-la. Ao compreender como agiam e de onde o mal procedia, ele decidiu ser combativo, dedicou-se a influenciar a igreja e demais obreiros, abrindo seus olhos para que se equipassem, e assim com ele, combatessem esse inimigo invisível e real (Ef 6:10-18).

Em elaboração

2.2 A preparação de cada dia

Em elaboração

2.3 Dois pontos de convergência da oração

Nos dias de Paulo, o maior obstáculo ao evangelho de Cristo era o sistema pagão, o governo despótico romano e a própria adoração requerida por ele. Os únicos isentos da adoração a César eram os judeus. Porém, quando os cristãos vieram a crescer e a destacar-se por todo o império, isso se tornou um sério problema: perseguição, julgamentos, mortes, etc. Como Paulo era um líder de grande discernimento espiritual sabia que, por trás do Império Romano, havia forças que a influenciavam e controlavam. Ele fala de seres espirituais e os chama de governantes desse mundo tenebroso.

Em elaboração


3. Estabelecendo um padrão de oração

O estabelecido padrão paulino de oração na carta aos Efésios (Ef 6:18), diz respeito ao tempo de oração a ser dedicado, à intensidade e à abrangência com ação de graças. Trata-se de um padrão conciso, sem rodeios e eficaz. Uma vez adotado, pessoal e coletivamente, trará grandes e duradouros resultados.

Em elaboração

3.1 O tempo de oração - “Orando em todo tempo”


Continua...

3.2 A intensidade da oração - “Com toda oração e súplica”

Em elaboração

3.3 Vigiando na intercessão, na oração - “Por todos os santos”

O Espírito Santo atua maravilhosamente quando se decide viver pela fé. Ele tanto transforma as nossas débeis orações em poderosas súplicas quanto usa o nosso espírito (Rm 8.26), colocando-o na brecha da oração para determinado propósito. Assim podemos orar em todo o tempo.

Em elaboração


Conclusão

As forças contrárias à oração precisam ser anuladas, antes que anulem a nossa atuação no Reino. Devemos superar os obstáculos do ativismo que gera cansaço, distração e fraqueza, e também a falta de programa previamente estabelecido que sirva de direção. Uma vez superados esses entraves, mantenhamos um padrão de oração (I Ts 5:17) para o nosso próprio crescimento espiritual.

Fontes:

Bíblia Sagrada ARC/ARA/ACF/TB/BV/RV/NTLH
Liderança Cristã – Conhecendo os segredos da Liderança Eficaz (revista EBD professor) – Editora Betel – 3º Trimestre 2014 – Lição 04
O Líder que Deus Usa – Russell P. Shedd – Vida Nova
Cura e Edificação do Líder – Marcos de Souza Borges – Ed. JOCUM
Princípios para uma Boa Liderança – Cleverson de Abreu Faria (link)
Elementos Essenciais da Liderança: Visão, Influência e Caráter – Greg Ogden & Daniel Meyer – Ed. Vida
Novo Dicionário da Bíblia – John Davis – Ed. Hagnos
Enciclopédia Ilúmina
O Antigo Testamento Interpretado – Norman Champlin – Hagnos
O Novo Comentário da Bíblia – F. Davidson – Vida Nova
Comentário Bíblico F. B. Meyer – F. B. Meyer – Ed. Betânia
Comentário Bíblico Matthew Henry (Conciso) – Matthew Henry – CPAD
Comentário Bíblico Moody – Editora Batista Regular
Comentário Bíblico Esperança NT – Editora Evangélica Esperança
Comentário Bíblico Efésios - Elienai Cabral – CPAD
Providência e Oração (link)
Como Orar (link)

Bibliografia Indicada (estude mais)

O Poder da Oração (ebook)

O Cristão e a Guerra (link)

sábado, 12 de julho de 2014

EBD Editora Betel - O Líder Vocacionado por Deus

Queremos informar a todos os nossos amigos, leitores, mestres-alunos e diretores de ensino que tivemos a honra do convite por parte do Presidente da ABME para nos tornarmos afiliados. Doutores de Almas reconhecido e prestigiado pelos líderes e mídias cristãs históricas e de renome. Louvamos ao Senhor por este reconhecimento. Mais um motivo para você que nos acompanha, prestigiar e apoiar nosso silencioso e pacato trabalho, como também divulgar nossos projetos, cursos treinamentos e eventos.





Assembleia de Deus CONAMAD
Lição 03 – 20 de Julho de 2014
Revistaebd Revista escola bíblica dominical editora betel conamad Passagem bíblica trecho bíblico bíblia como estudar teologia bíblia escola dominical escola dominical betel escola biblica betel escola bíblica betel escola dominical conamad auxilio professor ajuda professor subsídio professor auxílio professor subsidio comentario ebd comentário bíblico ebd professor mestre comentário biblico escola dominical comentario biblico escola bíblica comentario bíblico pregação pregador palestra estudo bíblico bíblico



Graça e Paz!

Olá amado, tudo bem? Já fez sua inscrição no Simpósio de liderança? Ajude-nos a divulgar. Será algo espetacular este encontro.

Obs.: Não foi possível avançarmos nesta aula mais do que isto e nem com mais antecedência. 

Shalom

R.S. Costa

Ferramentario do Trimestre

Clique aqui e leia nossa lista de estudos, artigos, apostilas, teses e dissertações que irão te dar bases bíblicas ministeriais, acadêmicas, humanísticas e técnicas poder periciar as lições deste trimestre. Leia, releia, anote e assista aos vídeos tantas vezes quantas forem necessárias. Tente ler todos os livros indicados (ao menos os examinem).


Texto Áureo

“Paulo, apóstolo, não da parte de homens, nem por intermédio de homem algum, mas por Jesus Cristo, e por Deus Pai, que o ressuscitou dentre os mortos”. Gl 1:1

Apóstolo. O significado de enviado não será suficiente aqui. Todos os crentes têm tal encargo. Paulo prossegue defendendo sua autoridade especial de mestre cristão, organizador de igrejas, disciplinador e retificador de falsas doutrinas. Não da parte de homens, nem por intermédio de homem algum. O não negativo estabelece o tom da epístola; é uma polêmica, uma denúncia do erro a fim de colocar a verdade em posição mais vantajosa. Se os judaizantes tinham algum apostolado, era humano. O de Paulo não era. Tinha fonte mais elevada. Não era também por algum homem. Nenhuma pessoa, apóstolo ou outro, fora mediador na autoridade de Paulo (cons. 1:12). Em vez disso veio pela intervenção de Jesus Cristo em sua vida. O contraste torna Cristo mais do que um homem. Por trás dEle e em igualdade com Ele está Deus Pai, apresentado aqui como Aquele que ressuscitou a Cristo dentre os mortos. O Cristo ressurreto foi quem apareceu a Paulo, e o fez um apóstolo.

Comentário Bíblico Moody

Verdade Aplicada

A função de liderança não pertence a todos, mas aqueles a quem Deus escolheu para trabalhar para si em sua seara segundo os seus dons.
            Entendamos aqui função como nomeação oficiosa ministerial em uma igreja local (diaconato, presbitério e etc.). Os que trabalham na Seara não necessariamente são ministros, obreiros, pastores ou missionários (enviados em campo em missões de fato, não títulos), mas são também estes. Neste aspecto é óbvio que não serão todos, mas alguns.

Objetivos da Lição

Trazer entendimento de que Deus chama alguns para trabalhar para si;
Demonstrar que a certeza da chamada servirá de segurança futura no ministério;
Orientar, com sugestões, chaves de como atender o chamado.

Textos de Referência

G1 1:8 - as, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema.
G1 1:9 - Assim, como já vo-lo dissemos, agora de novo também vo-lo digo. Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema.
G1 1:10 - Porque, persuado eu agora a homens ou a Deus? Ou procuro agradar a homens? Se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo de Cristo.
G1 1:11 - Mas faço-vos saber, irmãos, que o evangelho que por mim foi anunciado não é segundo os homens.
G1 1:12 - Porque não o recebi, nem aprendi de homem algum, mas pela revelação de Jesus Cristo.


Introdução

Qual é o perfil da pessoa vocacionada por Deus para liderar? (I Tm 4:12) É claro que são pessoas dotadas de dons e aptidões que confirmem, com comportamentos exemplares, essa vocação. Devemos lembrar que há vários níveis de liderança, mas nem todos serão líderes. A Igreja de Cristo, porém, reconhece prontamente aqueles que são enviados, por Ele. Outra questão decisiva é como alguém pode ter certeza da vocação divina? Vejamos a seguir como identificar tal vocação.

Seminário Doutrina do Chamado (curso em áudio e apostila)

Continua...


1. Deus dá vocação aos líderes

Vocação vem do latim “vocationis” e trata-se da ação de chamar, convidar. Deus é aquele que “chama e convida” pessoas para servirem como líderes em sua igreja (I Tm 1:12). Note a expressão “líderes”, logo indica que não falaremos com exclusividade do trabalho pastoral, embora seja inevitável essa tônica do assunto determinadas vezes.

Em elaboração

1.1 Vocação variada

Em elaboração

1.2 Tipos de vocacionados

Em elaboração

1.3 Vocação que se concretiza

"E ele mesmo deu uns para,.. Querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo” (Ef 4:11 e 12). Os dons concedidos por Deus convergem para uma só finalidade: o aperfeiçoamento dos santos. Deus deixou ferramentas para aprimorar outras ferramentas. Não vocacionou pessoas egoístas que pensam que ministério é uma visão particular, que produz apenas para si mesmo, sem jamais estar ligado ao bem estar de outrem. Esse é um pensamento equivocado e vivido por muitos homens de nossa geração.

Em elaboração


2. A certeza da vocação e sua importância

Uma pessoa que se considera chamada por Deus, por questão de prudência, não deveria se apoiar em sinais externos (II Co 5:7). Alguns gostariam que Deus lhes fizesse como Moisés, Gideão ou outros, com demonstrações espetaculares do seu poder. Na verdade, hoje, Deus deseja que nós sejamos o sinal do seu poder. De igual forma, ninguém deve se apoiar em visões, revelações e profecias para tal fim.

Em elaboração

2.1 Os sinais de uma vocação

Em elaboração

2.2 Um ministério seguro

Em elaboração

2.3 Um ministério sinérgico

Sabemos que Moisés foi educado por sua própria mãe, e talvez essa influência o tenha feito agir antes da hora. Ele se precipitou, acreditou que as pessoas o veriam pronto, e em condições de libertá-las. Moisés tinha uma vocação, mas ainda não estava como Deus queria para a execução de sua missão. O que fez? Em vez de salvar uma nação, fugiu como um vagabundo deserto afora, para ver se salvava apenas sua vida. Esse foi seu balde de água fria, e como não se sentiu desestimulado após tal sofrimento? Todo grande chamado exige um grande preparo. Espere seu momento.

Em elaboração


3. Como atender a vocação

Se alguém puder viver sem exercer um ministério, que busque enquadrar-se dignamente diante Deus. Afinal, se todos fossem líderes não haveriam liderados. Mas, se por acaso, não encontrar realização satisfatória em nenhum setor da vida secular, aceite o seu chamado. Um chamado sempre “persegue” a quem Deus comissiona, é inútil fugir dele. Devemos compreender, acima de tudo, que a liderança na casa de Deus deve ser confiada a pessoas bem resolvidas (II Tm 2:2). Vejamos algumas recomendações importantes:

Em elaboração

3.1 Aguarde o tempo

Em elaboração

3.2 Preparar-se incansavelmente

Em elaboração

3.3 Deixe Deus agir nos corações e nas circunstâncias

É muito importante que qualquer um que se considera chamado por Deus, demonstre uma fé capaz de descansar em Deus. Uma fé sadia permitirá também ao chamado influenciar os outros na igreja onde serve, bem como ver-se a si mesmo como já sendo um líder. E por esse motivo que o preparo é vital. Outro requisito básico é jamais negligenciar o bom relacionamento com a direção local e todos os demais. Firmado nesses pilares só resta aguardar Deus agir nos corações e nas circunstâncias, até a separação final e definitiva, seja para que liderança for.

Em elaboração


Conclusão

Alguém que se considera chamado no Corpo de Cristo para exercer liderança é alguém convidado e jamais se impõe como líder. Ele sabe que precisa esperar em Deus e, enquanto isso, pratica exercícios espirituais e influencia outros a quem pode. Até, finalmente, ser confirmado pelo corpo da igreja onde serve como tal, quer seja para um departamento ou mesmo para a direção da própria igreja.


Fontes:

Bíblia Sagrada ARC/ARA/ACF/TB/BV/RV/NTLH
Liderança Cristã – Conhecendo os segredos da Liderança Eficaz (revista EBD professor) – Editora Betel – 3º Trimestre 2014 – Lição 03

O Líder que Deus Usa – Russell P. Shedd – Vida Nova
Cura e Edificação do Líder – Marcos de Souza Borges – Ed. JOCUM
Princípios para uma Boa Liderança – Cleverson de Abreu Faria (link)
Elementos Essenciais da Liderança: Visão, Influência e Caráter – Greg Ogden & Daniel Meyer – Ed. Vida
Novo Dicionário da Bíblia – John Davis – Ed. Hagnos
Enciclopédia Ilúmina
O Antigo Testamento Interpretado – Norman Champlin – Hagnos
O Novo Comentário da Bíblia – F. Davidson – Vida Nova
Comentário Bíblico F. B. Meyer – F. B. Meyer – Ed. Betânia
Comentário Bíblico Matthew Henry (Conciso) – Matthew Henry – CPAD
Comentário Bíblico Moody – Editora Batista Regular
Comentário Bíblico Esperança NT – Editora Evangélica Esperança

Bibliografia Indicada (estude mais)

Exemplos de uma Péssima Liderança (link)
Vocação Profissional (link)

Questionário

1. De acordo com os tipos de vocacionados, uma vocação presunçosa está baseada em quê?
R. Está baseada em indícios, aparências e confiança excessiva em si mesmo, etc.
2. Como deve se comportar alguém que foi chamado por Deus em momentos difíceis?
R. Descansar em Deus através de uma fé tranquilizadora e esperançosa.
3. Quais são os dois principais sinais internos de uma chamada?
R. É o desejo ardente para fazer a obra de Deus e os dons espirituais que se harmonizam com ela.
4. Há um sinal decisivo na confirmação de uma vocação, qual é ele?
R. É a aceitação da vocação dessa pessoa com seus dons e aptidões pela igreja onde ela serve.
5. Um ministério iniciado em Deus tem potencial para suportar o quê?

R. Suportar grandes pressões.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

EBD Editora Betel - Maturidade, Exigência para Líderes Cristãos

Assembleia de Deus CONAMAD
Lição 01 – 13 de Julho de 2014
Revistaebd Revista escola bíblica dominical editora betel conamad Passagem bíblica trecho bíblico bíblia como estudar teologia bíblia escola dominical escola dominical betel escola biblica betel escola bíblica betel escola dominical conamad auxilio professor ajuda professor subsídio professor auxílio professor subsidio comentario ebd comentário bíblico ebd professor mestre comentário biblico escola dominical comentario biblico escola bíblica comentario bíblico pregação pregador palestra estudo bíblico bíblico


Graça e Paz!

Olá amado, tudo bem? Já fez sua inscrição no Simpósio de liderança? Ajude-nos a divulgar. Será algo espetacular este encontro.

Shalom

R.S. Costa

Ferramentario do Trimestre


Clique aqui e leia nossa lista de estudos, artigos, apostilas, teses e dissertações que irão te dar bases bíblicas ministeriais, acadêmicas, humanísticas e técnicas poder periciar as lições deste trimestre. Leia, releia, anote e assista aos vídeos tantas vezes quantas forem necessárias. Tente ler todos os livros indicados (ao menos os examinem).

Texto Aureo

“Esta é uma palavra fiel: se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja”. I Tm 3:1

Verdade Aplicada

A maturidade e a experiência com Deus são imprescindíveis no ato de liderar.

Objetivos da Lição

Deixar claro que tipo de líderes a igreja precisa;
Demonstrar o perfil essencial dos líderes;
Apontar três principais aptidões de um líder na igreja.

Textos de Referência

I Tm 3:2 - Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar;
I Tm 3:3 - não dado ao vinho, não espancador, não cobiçoso de torpe ganância, mas moderado, não contencioso, não avarento;
I Tm 3:4 - que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia
I Tm 3:5 - (porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?);
I Tm 3:6 - não neófito, para que, ensoberbecendo-se, não caia na condenação do diabo.
I Tm 3:7 - Convém, também, que tenha bom testemunho dos que estão de fora, para que não caia em afronta e no laço do diabo.


Introdução

Liderança é uma necessidade para a vida de qualquer grupo ou organização. Tanto as organizações eclesiásticas quanto as seculares clamam por líderes devotos. Não há nenhuma instituição mais poderosa que a Igreja de Cristo na terra (Mt 16:18b). Ela conta com os maiores recursos existentes, sejam eles materiais ou espirituais. Mesmo assim, carece de liderança espiritual autêntica que faça a diferença no mundo. Vejamos que tipos de líderes ela precisa.

Episcopado – (do gr. episkopos, guarda, superintendente). “Sistema de governo eclesiástico, onde a autoridade reside fundamentalmente na figura do bispo. Esta forma de governo desenvolveu-se ao máximo na Igreja Romana, onde o sacerdote reivindica a personificação do próprio Cristo” (Dicionário Teológico, Claudionor C. de Andrade).
Irrepreensível – (Do gr. amemptos), incensurável, inculpável, livre de toda acusação válida” (Dicionário Vine). Isto quer dizer que o bispo, pastor ou apóstolo, pela integridade de seu caráter, estão acima de qualquer suspeita; não podem ser censurados, repreendidos, acusados de desonestidade, mentira, ganância e de outros pecados. O Diabo não encontrará nesses homens íntegros qualquer motivo para derrubá-los. Eles não dão lugar à repreensão ou censura. Dos diáconos também é exigida a mesma conduta.

cacp.org.br


1. Pessoas que tenham aspiração

Aspiração é o desejo profundo de atingir uma meta, um sonho, um desígnio. Nenhum sonho de se alcançar uma liderança no campo espiritual e eclesiástico deve ser desestimulado (I Tm 3:1), ao contrário, deve ser visto com cuidado e apontada as duas vertentes: das carências e das exigências, como fez Paulo. Vejamos então algumas:

É lícito buscar um serviço de presidente e almejá-lo. A Bíblia não condena a aspiração humana, Deus a concedeu ao ser humano. Não se deve ambicionar riqueza (I Tm 6:10, o mesmo verbo), mas bens melhores e serviços belos.
Aspirar: almejar. Não se deve reprimir o prazer do coração humano, mas purificá-lo e dirigi-lo para alvos dignos, “assim tens teu prazer no Senhor, e ele te dá o que teu coração deseja”.
Ao despertar a aspiração do coração para praticar a vontade de Deus, o Espírito Santo conduz o crente aos serviços e incumbências que correspondem à vocação divina e que por isso podem se tornar o prazer e amor da própria pessoa.

Comentário Esperança – Hans Bürki

O desejo pelo Episcopado deve ser controlado, pois tudo o que excede gera situações desagradáveis. O cristão que aspira a ser obreiro na seara do Mestre deve ter controle nesse desejo, antes de tudo, tendo em mente o que disse Paulo aos romanos (Rm 9:15 e 16). Quando o sentimento não é controlado compromete o desenvolvimento da igreja e do próprio indivíduo. Muitos não têm a dimensão do que é ser um líder espiritual, para os tais, a visão principal é de privilégios; esses estão totalmente enganados.

Elis Clementino – prelisclementino.blogspot.com.br

Nota Introdutória: no Texto Áureo lemos “deseja” (ARC). Ocorre que na Versão Atualizada (ARA) está “aspira”. Eis o motivo deste item todo versar sobre aspirar e aspiração. Simplesmente trata-se de desejar profunda e continuamente, não foi apenas uma vontade ou breve desejo.

É racionalmente lícito desejar o episcopado.
1. Paulo disse: Se alguém deseja o episcopado excelente obra deseja. Ora, é lícito desejar uma coisa boa (excelente, neste caso). Logo, também é lícito desejar o episcopado.
2. A visão dos bispos é mais ampla: ele deve superintender! É louvável desejar passar a uma vista panorâmica das coisas. Logo, também o é desejar alguém ser “elevado” (colocado no alto).
3. A Bíblia diz: “Ao que retém o trigo o povo o amaldiçoa, mas bênção haverá sobre a cabeça do vendedor.” Ora, o que é apto pela vida e pela ciência (para o Episcopado), está escondendo o trigo espiritual negando-se ao Episcopado; o aceitando, estará a distribuir o Trigo Espiritual. Logo, parece ser louvável desejar o episcopado e censurável na recusa.
4. Os atos dos discípulos lidos nas Escrituras são exemplos, segundo o Apóstolo: “... para nosso ensino está escrito”. Isaías se consagra ao oficio da pregação profética, que cabe principalmente aos bispos. Logo, é louvável desejar o episcopado.


1.1 Aspiração priorizada

O silo protetor e exclusivista do passado está sendo substituído por uma mentalidade cooperativa e proativa, centrada em Jesus. Mas em meio a estas discussões, os líderes devem perguntar: “Quais devem ser as prioridades para o Corpo de Cristo?” Antes de caminharmos para a lista de prioridades proposta, seria bom se verificássemos as suposições.

A. O foco destas prioridades é ver o fazer discípulos em cada grupo de povos do mundo. Evangelismo não é suficiente. Ensinar outros a observar tudo o que Jesus ordenou (Mateus 28:20) deve ser um processo contínuo. 
B. Em segundo lugar, estas prioridades se concentram onde Cristo NÃO está. Elas não tentam incluir toda a responsabilidade da Igreja em seu testemunho para Cristo. O propósito de falar sobre estas prioridades é acelerar a proclamação e a demonstração do Evangelho onde ele ainda não foi proclamado.
C. Terceiro, esta apresentação pressupõe que todas as regiões do Mundo são chamadas para ir a todas as regiões do mundo. Nenhum país está isento de enviar e nenhum país está isento de receber. Não há espaço para o Triunfalismo.
D. Quarto, cremos que viver pela fé é um imperativo absoluto. Cada fiel deve ser um humilde reflexo de Jesus. Nossa mensagem é vazia se as nossas vidas não confirmam nossas palavras.
E. Finalmente, cremos que o amor uns pelos outros e o trabalho em conjunto devem ser o padrão da Igreja. Deus deu a cada pessoa e organização dons e chamados específicos. Devemos honrar estes chamados. Mas todos nós podemos dar certa porcentagem de nosso tempo e recursos para trabalharmos juntos nas prioridades de todo o Corpo de Cristo.

Jânio Santos – estudodemissoes.blogspot.com.br

A Igreja precisa de edificadores de almas. Liderar é mentorear; edificar pessoas, e não prédios. O próprio Jesus não deixou nenhuma edificação, como herança, mas discípulos para darem continuidade à Sua missão. Então, o mais importante é encontrar a pessoa que vai substituí-lo e treiná-la. Se tudo o que o líder fez desaparecer quando ele morrer, então a liderança dele foi um fracasso.
O Presbitério é um dom para o povo, Igreja e até para o Mundo! É motivo de estar sempre atento a responsabilidade recebida graciosamente, e não de orgulhar-se pelo “reconhecimento”, pela “promoção”. Desejar ser útil ao próximo é louvável e virtuoso. O exercício do episcopado implica ter uma posição elevada. Assim, é presunção querer ser útil ao próximo somente se estiver em uma situação preeminente, exceto por manifesta necessidade. É louvável ambicionar o Episcopado quando levava seguramente o bispo aos mais duros suplícios; dificilmente se encontrava quem quisesse tal custo/investimento. Tal zelo caridoso deve vir de Inspiração Divina.


1.2 Aspiração resignada

Nos tempos da perseguição dos primeiros séculos, a pregação buscava dar ânimo aos irmãos, afim de que, na hora da prova, eles se achassem fortes.
Muitos discursos tinham como objetivo lembrar os sofrimentos e o valor dos mártires e havia exortação para imitar as virtudes daqueles que haviam sido fiéis até a morte.
Assuntos controversos e falsos ensinos não eram desconhecidos. As pregações apologéticas tinham o objetivo de ensinar aos que estavam começando as verdades da fé que eles iam professar publicamente e que com muita freqüência teriam que defender diante dos ataques do paganismo e do próprio Governo Imperial de Roma.

Projeto ômega – projetoomega.com/ekklesia3.htm

A Igreja Local necessita de líderes, administradores e mentores. Estes líderes eram tidos am alta estima, mas no tempo da primeira carta a Timóteo, já havia indícios de uma perseguição generalizada à Igreja. Ser líder cristão (Presbitério, Diaconato, evangelistas, missionários e etc.) implicava risco pessoal e para a própria família (I Co 7:26, 27 e 32). Notamos que as dificuldades de nossos dias são mínimas. Lidamos mais com recompensas materiais, projeção pessoal ou ministerial, problemas de intrigas internas, comportamentais e psicológicos.


1.3 Aspiração inquebrantável

Considerando a Chamada

Devemos levar em consideração as particularidades e propósitos de Deus para o indivíduo. A chamada de Deus jamais deve ser motivo de orgulho, mas de um sentimento de responsabilidade muito profundo. Encontramos em alguns textos nas escrituras pessoas sendo chamadas, mas que reconheciam a sua incapacidade para desenvolverem qualquer tarefa espiritual (Ex 4:10; Jz 6:15; Is 6:5; Jr 1:1-6) e tantos outros. Nesse ministério espiritual ninguém tem sucesso se Deus não capacitá-lo (II Co 3:5; 10:4). Além de sermos eternos aprendizes, a fonte do conhecimento de Deus é inesgotável (At 11:17; Rm 11:33).
Muitas pessoas preocupam-se em como chegar ao episcopado; não é necessário fazer manobras para alcançá-lo. Se Deus tem propósitos, ele vai acontecer, mas precisamente no tempo. Muitos não têm paciência em esperar e consagram-se a si mesmos; tenha cuidado! “Ninguém toma para si essa honra, senão o que é chamado por Deus, como Arão (Hb 5:4).

Elis Clementino – prelisclementino.blogspot.com.br

É possível que alguém decida ser um pastor, pois depois de tentativas inglórias de ingressar em alguma outra faculdade, ou por não ter condições financeiras de custear um curso em uma universidade , percebeu que poderia fazer um curso de nível superior pago pelo Presbitério e ainda recebendo ajuda de custo de sua Igreja. Nossos jovens precisam ver que o candidato ao ministério, sendo seu chamado imposto por Deus, não é uma preferência entre outras alternativas, ou por falta delas. Ele é pastor não por falta de alternativas, mas porque esta é a única alternativa possível para ele, e insisto: Vocação pastoral não pode ser por falta de opções, mas porque foi imposta por Deus.
Todos nós que somos pastores sabemos como o ministério é desgastante, e ninguém pode cumprir o difícil papel de pastor se não tiver a consciência de que foi comissionado por Deus. Na qualidade de pastores e tutores eclesiásticos, faz-se necessária nossa orientação aos aspirantes e candidatos ao Ministério de que não há como alguém sobreviver no pastorado, caso sinta que esta foi uma escolha sua e não de Deus.

Gildásio Reis – monergismo.com

Todo aquele que se candidata a líder será observado e provado até finalmente ser aprovado. O preço, na verdade, é bastante elevado para o encargo na liderança eclesiástica. Liderança espiritual tem o preço de resignação em muitos sentidos. O salário não é o que se imagina. Lidar com o ser humano exige paciência, sensibilidade e fé no chamado que se recebe. Assim, somente alguém bem consciente de seu chamado suportará as provações peculiares ao encargo.
            É bom que se entenda “inquebrantável” como alguém que se decidiu totalmente quanto a esta carreira. Tristezas, dificuldades várias, desapontamentos, calúnias e outros dissabores poderão acontecer não apenas uma vez ou somente no início, mas algumas vezes e sem previsão de número máximo de ocorrências. Alguns ensinam e amaldiçoam (sic) qualquer um que deixe uma liderança ou o episcopado. Sabemos que há casos de pessoas que foram tão persuadidas e pressionadas, que acharam-se chamadas, sem nunca terem tido o desejo, ou tido a real noção do que seja. Ter jeito para pregar, liderar, administrar equipes ou gostar de orar e evangelizar não materializa por si só (e tão facilmente) chamado episcopal.



2. Líderes que tenham caráter

Falaremos agora do significado da liderança espiritual. Uma liderança espiritual é servidora tanto ao Reino de Deus como aos homens, segundo os dons concedidos por Ele (Rm 12:6-8). Todavia essa liderança com esses dons são governados pelo Espírito Santo, visando glorificar a Cristo. Aquele que se submeter ao Espírito será impregnado pelo caráter de Jesus Cristo, chamado de fruto do Espírito, o que veremos a seguir.

Ministério é ocupação para aqueles que foram vocacionados. Não é natural, mas espiritual. Não se adquire no banco de um seminário, vem da eternidade (Jr 1:4 e 5 e Is 49:1-3 ). É uma chamada específica de Deus. É a grata e espinhosa missão e apascentar o rebanho de Deus e de proclamar o evangelho entre os povos (At 9:15 e 16 ). O vocacionado para o ministério é um enviado de Deus. É um profeta do Senhor. É um Ungido de Deus. Ele é submisso e vai após o Senhor (Mt 4:19 ). Ele sai de sua parentela. Ele vai aonde o Seu Mestre enviá-lo. Ele cumpre com determinação e obediência a tarefa que lhe foi ordenada. Ele não impõe condições para servir, (Gn 12:1,4 e 5 ). Ele é apaixonado pelo que faz. Ele não faz muitas coisas ao mesmo tempo, mas concentra todas as suas energias e recursos na sua vocação ministerial procurando ser achado aprovado por Deus como administrador fiel dos recursos (dons, talentos e oportunidades )  espirituais que lhe foram confiados pelo Senhor da Seara ( II Pe 1:10 e 11 ).
De nada vale ser aprovado pelos homens e por si mesmo, se é reprovado por Deus. Abraão, Moisés, Davi, Isaías, Daniel e Paulo, dentre tantos outros, foram homens chamados por Deus e que cumpriram com fidelidade o ministério para o qual foram vocacionados. Bem aventurados aqueles que cumprem fielmente o seu ministério (I Pe 5:4 ).
Você tem sido um vocacionado fiel a Deus?

Luiz Gonzaga de Paiva – bereana.com

Trabalhando O Caráter do Obreiro Cristão (mini treinamento)
Escola Obreiro Aprovado Caráter (I) (II)

2.1 O caráter exigido

O significado do termo caráter em face do obreiro

O vocábulo “caráter” vem do grego “Karakter”, que significa: sinal, marca, figura, símbolo, cunho, conjunto de tendências, disposições morais, propriedade, integridade, traços essenciais, como registra o dicionário “Lello Universal”.
Aplicando esses significados ao obreiro, deduzimos:

Sinal - O obreiro sinaliza e é sinalizado quanto à natureza de Jesus em sua vida. “...Marca com um sinal as testas dos homens que suspiram e que gemem por causa de todas as abominações que se cometem no meio dela (Jerusalém)" -Ez 9:4. “Já não vemos nossos sinais, já não há profeta; nem há entre nós alguém que saiba até quando isto durará (assolações em Jerusalém) – Sl 74:9”.
Marca - Indica autenticidade, que não há falsificação. É “produto” do céu, marca não comercial, mas de Deus. Estamos selados com o Espírito Santo. Temos o selo da autenticidade conforme II Co 1:22.
Figura - É figura dos verdadeiros servos de Deus.
Símbolo - É um símbolo ou exemplo do que Deus pode fazer no homem (obreiro cristão autêntico).
Cunho - O caráter do obreiro cristão tem as leis de Deus impressas no seu coração e imprime ou cunha nos outros o caráter de Jesus – “Porei as minhas leis no seu entendimento, e em seu coração as escreverei; e eu lhes serei por Deus e eles me serão por povo” (Heb 8:10). Se não tiver o caráter de Cristo é deformado, gerando por sua vez discípulos deformados. Como é importante ser idôneo! (II Tim 2:2).
Conjunto de tendências - Tendência para Deus: o obreiro cristão verdadeiro só tenderá para atitudes que glorifiquem o nome de Deus. “...não andam segundo a carne (mente da alma), mas segundo o Espírito (mente do Espírito)” - Rom 8:1, em Deus.
Disposições morais - O obreiro revela em tudo a moral cristã, fruto de sua natureza, pois tem a mente de Cristo (I Co 2:16).
Propriedade - O obreiro cristão deve apresentar traços intrínsecos de pureza, dons e competência no manejo da palavra (II Tim 2:15).
Integridade - Se verá nele sob os aspectos moral e espiritual no que requer a palavra. “...Sê o exemplo dos fiéis, na palavra, no trato, na caridade, no espírito, na fé, na pureza” (I Tim4:12).
Traços essenciais - Os traços da personalidade de Jesus são encontrados nele. Traços essenciais para levar a bom termo a obra de Deus.
Lamentavelmente encontramos na obra de Deus:
1) Obreiro com carisma, mas sem caráter;
2) Obreiro com caráter, mas sem carisma.
3) Obreiro com caráter e carisma.

Samuel Resende - imoiraja.com.br

O obreiro deve ter atenção e excelentes princípios (baseados na Bíblia) nas áreas:

a) Da vocação
b) Do Serviço
c) Da Reputação
d) Do exemplo
e) Do Crescimento Espiritual

O obreiro é o mais apto a manchar o próprio nome (reputação). Ele deve prezar por garantir condutas ministeriais (morais, pessoais, espirituais, psicosociais, emocionais, econômicas e afetivas) irrepreensíveis (I Pe 3:14; II Pe 3.14). ? O Caráter não se vende ou comercializa. Ele diz o que você realmente é. O caráter muitas vezes é provado no meio da crise. Ele nunca é o que dizem de você (fama/reputação). Vejamos as crises desesperadoras que Jô sofreu, sem perder seu caráter:

1. Crise familiar (Morte dos filhos)
2. Crise conjugal (Sua esposa)
3. Crise financeira (Perdeu tudo que tinha)
4. Crise social (Amigos não lhe compreenderam)
5. Crise Saúde (Enfermidade mortal)
6. Crise emocional (Amaldiçoou o dia do nascimento)
7. Crise espiritual (Silêncio de Deus)

O Fruto do Espírito Santo deve estar na vida do obreiro aprovado. A ausência de qualquer uma das virtudes (que compõem o Fruto) pode implicar em sua desaprovação. "Vaso para honra, santificado e idôneo para uso do Senhor, e preparado para toda a boa obra" (II Tm 2:21). Ele deve buscar qualificar-se, santificando-se para seu uso na obra de Deus (estar preparado).
Essas virtudes (do Fruto) devem estar não apenas nos obreiros, mas em todos os Filhos de Deus regenerados. Amor, Alegria, Paz, Longanimidade, Benignidade, Bondade, Fidelidade, Mansidão e Domínio Próprio (Gl 5:22-23). 


2.2 Caráter amadurecido

A vida diária do obreiro cristão está relacionada intimamente com o seu trabalho. E, por essa razão, ao considerarmos as qualificações necessárias para o ser­viço cristão, precisamos levar em conta questões como disposição e conduta. A fim de estar preparado para o serviço espiritual, o homem deve ser dono não apenas de determinado lastro de experiência espiritual, mas igualmente de certo tipo de caráter. O caráter do obreiro deve condizer com o caráter da obra, e o desen­volvimento do caráter de uma pessoa não ocorre em um dia. Se um obreiro tiver de possuir aquelas quali­dades necessárias para que seja útil ao Senhor, então é mister serem consideradas muitas questões práticas atinentes à sua vida diária. Terá ele de desfazer-se de hábitos antigos e de formar novos costumes, mediante a disciplina, e sua vida terá de ajustar-se fundamental­mente à obra, para que se harmonize com ela.

Obreiro Cristão Normal – Watchman Nee

Nas últimas décadas temos visto muitos atores, artistas, cantores seculares e empresários que mal começam na caminhada cristã e são postos como líderes, gestores e até como pastores. Isso não quer dizer que seus talentos, dons, aptidões, dons e experiência sejam nulos. Mas se for o caso, que estes sejam postos como aprendizes e fiquem em longa observação, já que muitos deles chegaram à falência (ou muito perto) e veem para o Evangelho como troca de ramo. Outro grave erro dar cargos ou funções a alguém com interesses pessoais escusos (o que é pecado ou até mesmo crime de Estelionato). Vejamos alguns fortes indicadores de Maturidade Espiritual de um obreiro:

1-Desejo de temas, questões, propósitos e alimentos sólidos
2-Impermeabilidade a ofensas pessoais
3-Bases, atitudes, conclusões e consciência informada pelas Escrituras, não por terceiros
4-Humildade expressa e clara quando usado por Deus no Ministério
5-Tendência de creditar a Deus pelo crescimento espiritual, não a homens

Maturidade Espiritual – Treinamento (I) (II) (III) (IV) (V)

2.3 Caráter atestado

O obreiro aprovado é ético.

O significado de Ética: Ética é o estudo da Moralidade. Consiste da analise da Natureza da Vida Humana, como os padrões do “certo” e “errado”, pelos quais a conduta possa ser guiada. A palavra Ética é originada do grego ethos: modo de ser, caráter. Através do latim mos (ou no plural mores) costumes; de onde se derivou a palavra moral. Em Filosofia, Ética significa o que é bom para o indivíduo e para a Sociedade, e seu estudo contribui para estabelecer a natureza de deveres no relacionamento indivíduo.
Contudo a Ética de Deus é diferente dos homens, pois Deus não precisa de padrões éticos e morais a seguir. A Ética Humana muitas vezes confunde o certo e o errado, a Luz e as Trevas, o doce com o amargo, o moral e o imoral. Este tipo de padrão ético muitas vezes é diabólico, pois promove ou defende ações que vão contra a Palavra de Deus. Infelizmente muitas igrejas estão vivendo tais padrões éticos e morais. Este trabalho visa o aprimoramento de todos nós que temos a tarefa de ministrar a palavra do Senhor no altar.

Jânio Santos de Oliveira – igrejaatos.com.br

Seja qual for o serviço prestado a Deus nos trabalhos da igreja o discípulo de Cristo deve colocar em prática os ensinamentos do Senhor. É preciso que ele procure ser exemplo para os outros, e assim a palavra e o nome de Deus não sejam difamados. É preciso que ele imite a Cristo, e dessa forma, seja notada a direção do Espírito Santo em sua vida. Por isso é muito importante que o servo de Deus tenha uma vida íntegra e correta aplicando sempre os ensinamentos do Senhor primeiramente em sua própria vida.
Os servos que ministram na igreja precisam agir com seriedade em sua conduta, praticando os ensinamentos de Jesus, tendo a direção do Espírito Santo de Deus.
Paulo é um exemplo de servo chamado para ministrar no trabalho de Deus. A conversão dele foi genuína, de perseguidor da igreja de Deus passou a ser perseguido por causa dela. O apóstolo abriu mão de seus direitos e de sua própria vontade para servir integralmente ao Senhor. Ele desenvolveu um caráter aprovado por Deus e que devemos imitar (I Co 11:1).

Elcio Marcio – simplesmentecristao.com

Para se estender o Reino de Deus a outras localidades ou regiões geográficas é fundamental: o envio de obreiros. Estas palavras de Jesus nos indicaram quatro coisas:
A necessidade espiritual dos homens em todas as partes é muito grande.
As necessidades superam as possibilidades "os obreiros são poucos".
Os obreiros devem ser enviados pôr Deus.
Nossa responsabilidade é rogar ao Senhor que envie obreiros para a seara.
É impossível pensar na extensões a outros lugares sem o surgimento de novos obreiros. Há obreiros em nossas igrejas que já estão formados. Deus enviará alguns deles a outras cidades ou regiões. E outros serão chamados para substituí-los; precisam ser formados. O Senhor da Seara chamará outros para que sejam enviados a diferentes cidades e países, mas antes de serem enviados precisam ser preparados, formados, capacitados e aperfeiçoados. Em Efésios 4:7 a 16, Paulo apresenta a estratégia de Deus para a edificação da Igreja. Aqui a figura dominante é a Igreja como corpo. Cristo é a cabeça e cada filho de Deus, um membro ou uma parte do corpo. O OBJETIVO é a EDIFICAÇÃO do corpo, no que implica o crescimento da Igreja.

Jorge Himitian – discipulado.com.br

É triste, mas, em nossos dias, estamos vendo um número incontável de pessoas despreparadas e de dúbio caráter. É muito sério eleger alguém como um líder; está comprovado que o candidato ao ministério ainda precisa passar pelo fogo depurador da experiência com Deus. Um chamado não acontece da noite para o dia. Moisés passou longos anos, e, mesmo sabendo que era o escolhido para a função, quase se perde por sair antes do tempo. Quando Deus o chamou ele já tinha oitenta anos, todavia, tudo foi mais fácil, porque Deus estava com ele, e era chegado seu tempo de agir.



3. Líderes que tenham aptidões

Algumas aptidões são fundamentais para o exercício da liderança cristã (At 6:3). Embora elas sejam também exigidas no campo secular para determinados tipos de liderança, são de igual forma exigidas na igreja. Tais aptidões poderão ser desenvolvidas, exercitadas e amadurecidas ao longo de toda uma vida. Vejamos as principais:

Há quem se torne ministro, pois depois de ter passado pela família, conselho, presbitério e ter feito o curso teológico no seminário, sente-se na obrigação de ter que ir até o fim de seu “chamado”. Sente-se culpado se não fizer aquilo que todos esperam dele. É desnecessário dizer que este líder não desenvolverá seu ministério com alegria e prazer. Um velho pregador deu um sábio conselho a um jovem quando indagado sobre sua opinião quanto a seguir o ministério: “Se você pode ser feliz fora do ministério, fique fora, mas se veio o solene chamado, não fuja” Precisamos instruir aos nossos seminaristas que mesmo que tenham feito o curso de teologia no Seminário, caso sintam que não foram chamados ao pastorado, entendam que o tempo de estudos e de preparação não será perdido. Poderão ser uma excelente ajuda às igrejas como pregadores, professores, oficiais e líderes. O peso de um sentimento de obrigação não pode levar ninguém ao pastorado. O Ministério deve ser obedecido por vocação e não por obrigação. Alguém pontuou o seguinte: “os ministros sem a convicção do chamado carecem muitas vezes de coragem e carregam uma carta de demissão no bolso do paletó. Ao menor sinal de dificuldade, vão-se embora”.

Gildásio Reis – monergismo.com


3.1 Aptidão para liderar

Aptidão sf (lat aptitudine) 1 Qualidade que faz com que um objeto seja apto, adequado ou acomodado para certo fim. 2 Suficiência ou idoneidade para obter e exercer um cargo ou emprego. 3 Capacidade para alguma coisa; disposição, habilidade, talento. 4 Psicol Capacidade natural de adquirir conhecimentos ou habilidades motoras, gerais ou específicas, e que se caracteriza segundo o rendimento dessa aquisição. Antôn: inaptidão. A. artística: pendor para as artes. A. literária:gosto pelas letras. A. matemática: facilidade para o uso de pensamento abstrato. Var: aptitude. (Dicionário de Português Michaellis)

Mas, será que é possível desenvolver um líder? Sim, é possível. Os autores Mario Sergio Cortella e Eugenio Mussak discutem o tema no livro Liderança em Foco – editora Papirus 7 Mares, no qual Cortella afirma: “Defendo que Liderança não é dom, mas virtude. Aliás, é exatamente porque não é um dom que podemos debater o tema. Porque se fosse dom, não haveria discussão[...]; já que não é dom, podemos considerá-la virtude”. Sendo uma virtude, a liderança pode ser desenvolvida e deve ser praticada.
Às vezes parece que a vontade de liderar reside apenas no fato de acumular riqueza, sem a preocupação com o desenvolvimento da Humanidade. E por isso é preciso ter cuidado. A Liderança deve ser sempre guiada para algo, para um objetivo previamente estudado e aprovado. Para isso, é importante saber qual a missão da sua empresa, quais são as suas metas, quais resultados ela quer alcançar e a que custo eles virão.
Afinal, é bom lembrar que Átila e Hitler também foram grandes líderes, porém, não lhes restou nenhum prestígio. (Artigo publicado em 03 de julho no Estado de Minas).

Ricardo Xavier – ricardoxavier.com.br

Renomados estudiosos concluíram que todos nascem aptos a serem gênios (sic), com exceção dos que possuem debilidades mentais cognitivas ou outras. Assim, na mesma proporção, todos chegaram pré-dispostos a aprender de tudo. Algumas características genéticas habilitam uns mais para atividades atléticas ou artesanais que outros contudo, não os excluem de treinarem-se em outras áreas, por exemplo a Poesia ou Filosofia. Queremos com isso dizer que estar apto é ter se preparado para algo (“aptidão”). Não dissemos limite máximo nem perfeição, mas apenas um, alguns ou vários níveis acima da média. Isto posto, concluímos que todos podem ser treinados para liderar. Já Presbitério, Pastoreio, o oficialato como um todo, depende da Convocação Divina.
Aqueles que têm o dom de liderar devem fazê-lo com diligência (Rm 12.8). O contrário de diligência é desleixo e quanto a isso Jeremias escreveu: “maldito aquele que fizer a obra do Senhor relaxadamente” (Jr 48.10). Liderar com diligência é o empenho dedicado em atingir metas, é a dedicação solícita em relação aos liderados, própria de um pastor em relação ás suas ovelhas.

Liderança Situacional - Aptidão que se adquire (I) (II)

3.2 Capacidade para ensinar e doutrinar

Doutrina é definida como um conjunto de princípios que servem de base a um sistema, que pode ser literário, filosófico, político e religioso. Doutrina também pode ser uma fonte do direito.
Doutrina está sempre relacionado à disciplina, a qualquer coisa que seja objeto de ensino, e pode ser propagada de várias maneiras, através de pregações, opinião de pessoas conhecidas, ensinamentos, textos de obras, e até mesmo através da catequese, como uma forma de doutrina da Igreja Católica.
Doutrina também está presente nas ciências jurídicas, onde também é chamada de direito científico, que são estudos desenvolvidos por juristas, com o objetivo de compreender os tópicos relativos ao Direito, como normas e institutos. (http://www.significados.com.br)

O item "capaz de ensinar" nós voltaremos a considerar mais à frente, mas por enquanto nós podemos dizer que, pelo menos, o critério pressupõe conhecimento da verdade e de Deus, e a habilidade para comunicar tal verdade. Ocasionalmente você encontrará pessoas que são comunicadores maravilhosos, mas que não têm muito para dizer. Por outro lado, você encontra algumas pessoas que têm sólido conhecimento, mas não conseguem transmiti-lo a ninguém. Em ambos os casos, eles estão desqualificados para esse ofício. Habilidade para ensinar pressupõe conhecimento da Bíblia e do Deus da Bíblia, e a habilidade para comunicar tal conhecimento. (...)
Passo agora a uma característica excepcional: "capaz de ensinar". É excepcional dentro da lista porque não pode ser exigido de todos os crentes (a não ser no sentido mais geral de que todos os cristãos "ensinam" a outros de alguma forma genérica - mas certamente não no sentido de Tiago 3:1 que especifica que não deveria haver muitos mestres na igreja, pois sabemos que eles serão julgados mais severamente). Essa é uma característica que nunca é exigida dos diáconos. Em outras palavras, um diácono pode ensinar, mas isso não é uma parte necessária do papel dele como diácono.
Portanto, o presbítero deve ser alguém que conhece consideravelmente a Palavra e é capaz de manejá-la bem para o ensino e correção da igreja. A igreja é governada por Jesus Cristo mediante a Sua Palavra. Se os líderes não sabem manejá-la bem, não serão capazes de dirigir o povo de Deus da forma que o Supremo Pastor deseja. Como vários apontam (Calvino e MacArthur, por exemplo) este atributo implica em um talento especial e, portanto, reduz bastante o número de homens realmente aptos a assumirem o ofício (Tg 3:1). Como Carson indica, não parece haver espaço para a figura do presbítero que não é capaz de ensinar, comum em algumas igrejas. A autoridade de um presbítero reside, em grande parte, na Palavra que Ele maneja (2 Tm 2:15).

Juliano Heyse – bomcaminho.com

Confia isso a pessoas fiéis, que sejam capazes de também instruir a outros. A melhor maneira de preservar a tradição é transmiti-la! Esse transmitir é confiá-la a pessoas fiéis. No presente versículo foram listados quatro transmissores do evangelho: 1) Paulo recebeu pessoalmente o evangelho trans-mitido por outros. 2) Paulo o passa adiante a Timóteo, 3) Timóteo o transmite a colaboradores fiéis e capazes de ensinar, e 4) finalmente esses, a outros.
Fidelidade e aptidão pedagógica constituem as duas condições principais para o servo da palavra. A fidelidade inclui a fidelidade ao Senhor, aos colaboradores, à doutrina, à incumbência da transmissão. Fidelidade é uma condição básica para o administrador. Quando se fala de “fidelidade” é preciso ouvir sempre também “fé” (afinal, no grego é a mesma palavra).
Timóteo tem a tarefa de confiar o evangelho a pessoas fiéis na fé e capazes de ensinar (v. 2). Quem é apto para o ensino, capaz de ensinar? Por um lado certas pessoas obtêm o carisma especial do ensino, por outro espera-se que todos os membros da igreja cresçam no conhecimento, sendo

Comentário Esperança – Hans Bürki

Uma igreja exageradamente dependente de seu pastor não é saudável. Muitos afirmam que a solução dos problemas de uma igreja está na participação direta dos pastores nas atividades. O pastor precisa cuidar do rebanho e não dar assistencialismo pastoral (Ez 38:1-6; At 20:28-31; Ef 4:11-16).
Pastores e presbíteros são bispos, ou seja, supervisores. Cuidar do rebanho é acompanhar a vida espiritual da igreja e o cumprimento da sua missão. Como? Saber como cada ministério e pessoa estão trabalhando, detectar falhas e corrigí-las, capacitar e aperfeiçoar os santos para o serviço. Isso é assistência pastoral e não assistencialismo.
É preciso entender a crucial diferença entre a bíblica assistência e o danoso assistencialismo. Este último torna os crentes imaturos, dependentes do pastor e não de Deus. Quando o pastor não está mais lá, a fé, a comunhão, o compromisso com a igreja e o amor à obra também somem. Esquecer o sacerdócio universal não é saudável.
Orar, servir, trabalhar, pregar a Bíblia, administrar bem os sacramentos, aplicar a disciplina corretamente, adorar, compartilhar o evangelho, ajustar os problemas é o que uma igreja saudável e viva faz, pois ela é um organismo vivo e não um sistema que permanece no pico máximo de energia e desempenho. Isso deve nos levar a depender de Deus, a aperfeiçoar sem medo os processos e a pastorear segundo o sacerdócio universal dos santos. Portanto, uma igreja saudável é protegida dos falsos ensinos e práticas, é incentivada a servir a Deus (Sl 100:1 e 2; Jo 15:16), tem Deus como centro e não o pastor (Lc 10:1-20; Ef 4:12; Hb 13:7,17 e 24), e caminha em unidade e maturidade, crescendo em amor (Ef 4:11-16).

Renato Oliveira – renatoroliveira.wordpress.com

Evangelho genuíno exige contínuo ensino bíblico (Mt 28:20). Em I Timóteo 4:3 nos é ensinado que não só devemos ensinar continuamente, como também devemos animar-nos em animar aos demais (exortar). Claro está que iremos sempre reensinar, quer devido à necessidade de se rever, renovar entendimentos e reciclar, como para arestar pequenos deslizes. Se você não fizer seu papel no Ensino/Instrução, os fraudulentos farão o deles (I Tm 4:1 e 2). Vejamos alguns pontos constantes na revista:

Apto a ensinar – Não diz apenas sobre estar disponível ou disposto, mas previamente estar preparado, tanto em didática, convicção e Longanimidade, quanto em bagagem, raciocínio, propriedade nos temas, cautela e perseverança.
Ensinar em muitas áreas diferentes da Igreja – Especializar-se em áreas é natural, indispensável e tático tanto quanto ser panorâmico, ainda saiba apenas noções gerais.
Nova frente de trabalho – Requer espírito desbravador, empreendedor, projetista e dinâmico. Tudo o que é esperado de um cristão autentico (evangelista por natureza).
Muitos papéis no Ensino – Novamente o tema Abrangência, Dinamismo, Multiplicidade e Adaptabilidade.
Culto Doutrinário, Curso para Obreiros, Seminário e etc. – É um ensino mais primoroso que requer muito mais habilidades treinadas e domínio dos princípios (i.e. Sistema Doutrinário)

Nota MDA: Faça um paralelo entre o Direito e o Evangelho lendo o artigo O que é doutrina e quais as suas funções? Tal paralelo lhe mostrará quão grandioso é uma ministração de um Culto de Doutrina.


3.3 Habilidade para disciplinar

Toda correção, seja na doutrina, seja no comportamento, deve acontecer com espírito de brandura, por duas razões: 1) com vistas a si mesmo. Quem exorta só pode fazê-lo com humildade, porque sabe quantas vezes ele mesmo carece da correção e com que rapidez pode cair pessoalmente no mesmo erro. 2) Com vistas ao próximo, que precisa ser corrigido: quando confrontado com dureza (que não é igual a determinação e clareza de amor), fecha-se ainda mais. Quem está em erro precisa ser conquistado, não afastado! O que significa, afinal, corrigir, senão mostrar o rumo certo a tais pessoas? Porventura isso pode acontecer de outro modo que não a partir da mentalidade correta? Para a exortação mútua há necessidade da mentalidade correta (a aceitação incondicional do outro como criatura de Deus, como irmão) e do conhecimento (o entendimento, presenteado pelo Espírito, daquilo que é necessário). Em vista dos falsos mestres, corrigir pode ter aqui nitidamente o sentido de instruir. Isso é mais que combater o erro e se deixar envolver na briga verbal. O erro deve ser superado pela incessante apresentação da verdade. A essência da polêmica reside em que ela se limita a rebater, rejeitar, criticar, desnudar, motivo pelo qual não consegue edificar, consertar, sarar.

Comentário Esperança – Hans Bürki

Nossas igrejas estão sempre tendo problemas relacionados à disciplina de membros. Se a igreja é fiel e bíblica ao disciplinar, há a necessidade de que todos os membros compreendam as bases bíblicas para tanto; se a igreja é falha, é necessário que todos se conscientizem das razões dadas pelas Escrituras para a aplicação da disciplina e dos perigos e conseqüências de negligenciá-la. Esse é, portanto, um tema sempre relevante. Não se trata de um caminho opcional para a administração da igreja, mas de uma trilha necessária, que deve ser entendida, acatada, apoiada e aplicada, para que tenhamos saúde espiritual em nosso meio.
O exercício da disciplina na igreja é algo tão importante que o reformador João Calvino a considerou, ao lado da proclamação da Palavra e da administração dos sacramentos, uma das marcas que distinguem a igreja verdadeira da falsa. Ou seja, na igreja falsa não somente está ausente a pregação das inspiradas Escrituras e os sacramentos são antibíblicos, ou incorretamente administrados, mas ela é negligente, também, na preservação de sua pureza moral e doutrinária. A igreja, às vezes, não segue os passos e objetivos de disciplina eclesiástica delineados na Palavra de Deus. Quando negligencia essa área, passa a abrir mão da identidade peculiar dos seus membros, perante o mundo. O resultado é que a autoridade na pregação e o testemunho do Evangelho ficam prejudicados.
Não queremos desenvolver um espírito de censura gratuita, no qual enxerguemos sempre o argueiro no olho do irmão antes da trave que está no nosso. Mas precisamos despertar um senso de comportamento bíblico que faça justiça ao nome de Cristo e que não envergonhe o Evangelho. Isso começa com o cuidado sobre a nossa própria vida e deve se estender pela nossa igreja local.
A disciplina, exercida com amor, pelas razões especificadas na Bíblia e com os objetivos que ela prescreve, deve ser exercida na esfera pessoal e apoiada e compreendida quando já estiver na esfera do Conselho da Igreja, ou de outras autoridades superiores.

F. Solano Portela – monergismo.com

Disciplinar é uma face do ensino e também de colocar ordem (Tt 1:5). Tal ação, quando necessária, é um dos pilares do Amor, ainda que o disciplinado não goste (Hb 12:10 e 11). Em toda e qualquer organização a disciplina é imprescindível (I Ts 5:14). Deve ser sempre motivada pela Verdade, Misericórdia e Auto-vigilância (Gl 6:1). “Não repreendas ao homem idoso; antes, exorta-o como a pai; aos moços, como a irmãos; às mulheres idosas, como a mães; às moças, como a irmãs, com toda a pureza” (I Tm 5:1 e 2).
A verdadeira disciplina não é nem desagradável nem cruel. É uma questão de amor - amor a Deus, amor à santidade, amor à verdade, amor ao testemunho de Cristo na igreja, amor aos irmãos, e amor aos não salvos que estão observando o testemunho da Igreja e que podem tropeçar e serem ofendidos e, portanto, não serem salvos se o pecado não for disciplinado. “Enquanto as igrejas falharem em preservar uma membresia pura, e se recusarem a purificar os pequenos pedaços de fermentos óbvios, haverá pouca esperança para qualquer melhoria na condição das igrejas, e boas razões para esperar que as igrejas se movam no sentido oposto”.



Conclusão

A autêntica liderança espiritual é a que fará diferença onde for desenvolvida. Para que isso aconteça, é necessário respeitar o desejo daqueles que aspiram ao ministério, orientando e encaminhando-lhes ao treinamento. A preparação, nesse sentido, deve acontecer, até que, finalmente, cheguem ao pleno exercício da função. Na verdade, muitos são ocultamente por Deus.

Fontes:

Bíblia Sagrada ARC/ARA/ACF/TB/BV/RV/NTLH
Liderança Cristã – Conhecendo os segredos da Liderança Eficaz (revista EBD professor) – Editora Betel – 3º Trimestre 2014 – Lição 02
O Líder que Deus Usa – Russell P. Shedd – Vida Nova
Cura e Edificação do Líder – Marcos de Souza Borges – Ed. JOCUM
Princípios para uma Boa Liderança – Cleverson de Abreu Faria (link)
Elementos Essenciais da Liderança: Visão, Influência e Caráter – Greg Ogden & Daniel Meyer – Ed. Vida
Novo Dicionário da Bíblia – John Davis – Ed. Hagnos
Enciclopédia Ilúmina
O Antigo Testamento Interpretado – Norman Champlin – Hagnos
O Novo Comentário da Bíblia – F. Davidson – Vida Nova
Comentário Bíblico F. B. Meyer – F. B. Meyer – Ed. Betânia
Comentário Bíblico Matthew Henry (Conciso) – Matthew Henry – CPAD
Comentário Bíblico Moody – Editora Batista Regular
Comentário Bíblico Esperança NT – Editora Evangélica Esperança
O Obreiro Cristão Normal – Watchman Nee – Ed. Fiel
Desejando o Episcopado (link)
A Arte de Liderar (link)
Como Priorizar A Grande Comissão (link)
Uma Igreja Saudável (link)
Ministros, Líderes e Hierarquia da Igreja (link)
Reflexões Sobre a Igreja dos Primeiros Séculos (link)
Os Cristãos Primitivos e os Ensinamentos dos Apóstolos (link)

Bibliografia Indicada (estude mais)

Por que as Mulheres não São Como os Homens? (link)
O Desafio da Igreja Atual à Luz da Igreja Primitiva (link)
A Igreja Primitiva (link)
Entre a Vontade, a Aptidão e a Capacitação (link)

Questionário

1. De acordo com Fp 1:15 qual é a forma incorreta de se desejar a liderança?
R. Por vaidade pessoal, como mero desejo de sucesso e reconhecimento.
2. Como se define a Aspiração inabalável?
R. Um desejo ministerial capaz de suportar todo tipo de provação.
3. Que tipo de risco corre quem ousa a candidatar-se a liderança?
R. Um sério risco pessoal e para a própria família, (I Co7:26,27 e 32).
4. De acordo com II Tm 2:2qual é o perfil do homem confiável para liderança?
R. Homens de caráter sublime, íntegro e que possa inspirar a outros o seguir.
5. O quê está Intimamente ligado ao ensino?

R. O ato de disciplinar.