sábado, 26 de março de 2016

Revista EBD Editora Betel 2º Trimestre de 2016 – Fruto do Espírito



O uso descontrolado da Internet tem levado muitos à escravidão, a um mergulho em uma atmosfera de falsidade, hipocrisia, adultérios, etc. É verdade que a tecnologia pode nos aproximar com maior rapidez de fatos, eventos e formas de comportamento, entretanto, a nossa vida precisa ser norteada pelo Criador. Ao permitirmos que nossa vida seja conduzida pelos princípios das Escrituras, alcançamos o patamar exigido pelo Senhor àqueles que buscam ter uma comunhão perfeita com Ele. Uma vida que visa promover o amadurecimento do fruto do Espírito Santo tem em si o crescimento espiritual necessário para vencer as artimanhas do inimigo. Que esta revista sirva como instrumento para esclarecimento e um meio de enxergar as armas ocultas utilizadas pelo diabo. Viver o fruto do Espírito é trilhar o caminho escolhido por Deus para que tenhamos uma vida perfeita e vitoriosa.

AGUARDE...

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

MUDAR PARA SAIR DA CRISE

Treinamento Intensivo








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R.S. Costa



Apoio cultural: Comunidade Cristã Explosão Gospel/AMIEG

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domingo, 31 de janeiro de 2016

EBD Editora Betel - Administrando as Finanças no Lar


Texto Áureo

“Olha pelo governo de sua casa e não come o pão da preguiça.” Pv 31.27

Verdade Aplicada

Uma das áreas de nossas vidas que mais requer disciplina e responsa­bilidade é, sem dúvida, a financeira.

Objetivos da Lição

      Mostrar que o orçamento e o planejamento financeiro são es­senciais no lar;
      Ressaltar que gastar é fácil, di­fícil é ganhar;
      Deixar claro que, com o crédito fácil, o consumo aumenta.

Textos de Referência

Ec 5.19      E quanto ao homem, a quem Deus deu riquezas e fazenda e lhe deu poder para delas comer, e tomar a sua porção, e gozar do seu trabalho, isto é dom de Deus.
Ec 10.19    Para rir se fazem convites, e o vinho alegra a vida, e por tudo o dinheiro responde.
Lc 14.28    Pois qual de vós, queren­do edificar uma torre, não se assenta primeiro a fazer as contas dos gastos, para ver se tem com que a acabar?
Lc 14.29    Para que não aconteça que, depois de haver posto os alicerces, e não a podendo acabar, todos os que a virem comecem a escarnecer dele,
Lc 14.30    Dizendo: Este homem co­meçou a edificar e não pôde acabar.

EBD Editora Betel - Preservando a Ética no Matrimônio

Assembleia de Deus CONAMAD
Lição 08 – 21 de fevereiro de 2016
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Texto Áureo


“Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam”. I Co 10.23

Verdade Aplicada


Não devemos expor o cônjuge quando estivermos enfrentando uma situação desconfortante e conflitante do nosso relacionamento conjugal.

Objetivos da Lição


Abordar sobre os segredos do casamento;
Salientar que a ética evita constrangimentos futuros;
Ressaltar que o casamento é uma benção, desde que haja respeito e que cada um cumpra a sua responsabilidade.


Textos de Referência.


Tito 2.2-6


Introdução


Preservar a ética no casamento leva o casal a viver em harmonia, sem desrespeitar um ao outro, guardando somente para os sois aquilo que não deve ser divulgado.


1. Não divulgar os segredos do casamento


Ao contar os segredos do casamento para alguém, logo poderá se arrumar ou conseguir alguém que “resolva” o problema. Porém, correrá o risco de se envolver em relações extraconjugais. O que se passa dentro do lar, só os cônjuges e Deus deverão saber. Não exponha sua vida conjugal a terceiros, parentes, irmãos de igreja e colegas.

1.1 Os segredos do quarto

Não divulgue nada da sua intimidade. O que se passa é assunto seu e do seu cônjuge. Devem ser evitados comentários sobre as intimidades do casal, pois as pessoas não esquecerão o problema, mesmo depois de resolvido. Se tiver algum problema, procure um especialista. Hoje em dia existem soluções para quase todos os tipos de problemas íntimos. Evite também fazer elogios na intimidade, pois é perigoso. Preserve os princípios bíblicos com relação ao sexo (Rm 1.26-27; Hb 13.4). Cuidado! Cada membro do corpo tem a sua função (Rm 12.4; 1Co 12.17-18). Que cada um de vós saiba possuir o próprio corpo em santificação e honra (1Ts 4.4).

Aconselhe os alunos a resolver sempre os problemas em família, sem expor os seus componentes, praticando boas maneiras e tomando decisões coerentes. Relembre a eles que as intimidades não devem ser divulgadas! Explique para os alunos que, sendo templo do Espírito Santo (1Co 6.19), devemos ter a pureza sexual. Em outras palavras, pecar na área sexual (ver as obras da carne em Gálatas 5.19-21) é rejeitar a santificação que o Espírito Santo nos dá (1Ts 4.7-8).

1.2 Os segredos da cozinha


As necessidades cotidianas não devem ser expostas. Não conte a sua vida financeira para ninguém. As dívidas são assunto particular do casal. Os problemas financeiros passam, não os publique. A falta de alimentos é circunstancial, não fale aos outros. Não exponha as suas necessidades como a falta de azeite na botija, de farinha na panela, de roupa, de uma conta vencida, a não ser para uma pessoa que irá ajudar o casal, mesmo assim faça com reservas. A nossa escassez contamos para Deus.
Nesse momento da aula, peça a um dos alunos para fazer uma breve oração. Utilize o “motivo de oração” descrito na primeira página desta lição, que só está na revistado professor. Diga para aquele que vai orar pedir também a Deus que dê sabedoria aos cônjuges. Sabedoria para falar, sabedoria para ficar calado. Sabedoria para contar a Deus todos os seus problemas. Que todos os alunos venham depositar totalmente a sua confiança em Jeová Jiré, o Deus que provê, guarda e sustenta as famílias. Louvando e exaltado seja sempre o nosso Senhor!

1.3 Os segredos das divergências


As discussões não devem ser publicadas. Se o casal não divulgar as suas divergências, passará despercebido. Casal é assim mesmo, hoje está inflamado um contra o outro, amanhã tudo estará bem. Se tiver contado a alguém, as pessoas sempre vão nos ver de acordo com as nossas divergências publicadas e saberão sempre da nossa vida particular. Os assuntos tratados de forma calorosa devem ficar entre o casal. Precisamos ter sabedoria para não expor ninguém. Devemos guardar e não divulgar para quem quer que seja.
Merece ser esclarecido para os alunos que segredo é coisa que não se deve dizer ou não deve ser do conhecimento de outrem. Segredo é coisa que não se divulga e que se mantém em sigilo, coisa confidencial. Reforce para eles que o casal deve guardar o segredo do seu leito, da sua despensa, das suas divergências. Nunca divulgar os seus atritos ou crises. Nunca expor um ao outro. A exceção se dá para pedir socorro e, mesmo assim, a solicitação deve ser feita profissionalmente e, de preferência, espiritualmente, a pessoas gabaritadas para aconselhar. Jamais deve se pedir conselhos a leigos e neófitos.



2. Não falar mal do seu cônjuge


É falta de ética falar do cônjuge para outras pessoas, dizer suas fraquezas ou mazelas. Não fira a alma do seu cônjuge dizendo que ele (a) está velho (a), que não tem gosto para se vestir, etc.

2.1 Não divulgue coisas negativas do seu cônjuge


Não faça nada para macular a imagem da pessoa amada. Quando você ofende ou maltrata uma pessoa, fica difícil de resolver, pois é mais difícil de resolver, pois é mais fácil conquistar uma cidade fortificada do que um irmão ofendido (Pv 18.19). Não censure as roupas do seu cônjuge perto dos outros. Se estiver incompatível, chame-o em lugar reservado. Fale com respeito e com carinho. Se há coisas a corrigir, fale ao próprio cônjuge, com amor e respeito. Não conte seus defeitos a ninguém. Não jogue na cara coisas do passado, já resolvidas. Não use dos erros do cônjuge para errar também. Não menospreze o seu cônjuge pelo pouco estudo que tem ou porque ganha menos do que você. Agradeça a Deus pelo seu salário. Falar mal do cônjuge é uma grande falta de ética.
Frise para os alunos que eles não devem contar os defeitos do cônjuge para ninguém. Nem para pai, mãe, irmãos da igreja, colegas de trabalho, vizinhos, entre outros. Reforce para eles que devemos abolir do nosso vocabulário palavras negativas, como: burro(a), analfabeto(a), porco(a), bola, besta, idiota, palhaço(a), etc.

2.2 Não discuta com seu cônjuge na frente de outras pessoas


Não repreenda o seu cônjuge na frente de outras pessoas. Não trate asperamente (Cl 3.19). Não elogie outros cônjuges na frente de seu cônjuge. Não critique o seu cônjuge em momento nenhum. São ridículas as brigas na rua ou dentro de estabelecimentos. Evite discussões perto das crianças. Não xingue o seu cônjuge. Não o chame com nomes depreciativos. Espere chegar em casa para tratar de assuntos que requerem reflexão. Discutir na frente dos outros é feio e nos torna sem educação. Discutir na frente dos outros é uma tremenda falta de ética.
Vale a pena ser destacado para os alunos que, na passagem bíblica de Colossenses 3.19, o apóstolo Paulo lembra aos maridos da responsabilidade que lhes convém: A advertência “não as trateis com amargura” é uma lembrança bastante saudável de que o amor de Cristo deve ser exercido de modo realista e que deve ter uma influência controladora sobre o nosso caráter e a nossa vida durante todos os dias. Ressalte para os alunos que, por uma artimanha estranha do comportamento humano, podemos frequentemente ferir impensadamente as pessoas que mais amamos. Portanto, a recomendação do apóstolo Paulo é bastante plausível para todas as épocas, pois os maridos devem seguir piamente o exemplo de nosso Senhor Jesus Cristo, isto é, amar suas esposas como Ele amou a Igreja e a si mesmo se entregou por ela (Ef 5.25).

2.3 Não fale mal da família do cônjuge


Evite piadas maldosas, pois ofendem e causam ódio e mágoa. Não faça nada para macular a imagem de uma pessoa da família. Se há divergências, fique calado. Quanto ao que incomoda muito, converse amigavelmente. Veja o exemplo de convivência harmoniosa de Rute e a sogra de Noemi (Rt 1.16-17); Pedro chamando Jesus para curar a sua sogra (Mc 1.29-31). Não deixe também os parentes interferirem no seu casamento. Tente se relacionar com os parentes sem afetar o casamento. Falar mal da família do cônjuge é uma notável falta de ética.
Comente com os alunos que há cônjuges que tem prazer em fazer piadas maldosas sobre os parentes, inclusive as sogras, alvos prediletos deste tipo de pessoa. Aconselhe aos alunos que fazem uso dessa prática s pedir perdão e a não praticar mais isso. Não acrescenta nem edifica. Lembre a eles que ainda correm o risco de causar um tremendo mal-estar no meio da família, principalmente se o parente não for cristão.



3. Não desqualifique o casamento


Muitas atitudes dos cônjuges são incompatíveis com o casamento e desgastam o casal, além de serem falta de ética.

3.1 Não é ético afetar o lado pessoal do cônjuge


Normalmente, quando se tem um assunto polêmico para tratar, os cônjuges usam o ataque pessoal, ferindo muitas vezes a moral do cônjuge, xingando a pessoa amada e até sobrando para quem não tem nada a ver com isso. Precisamos aprender a separar a pessoa de suas atitudes, porque ela pode estar sendo usada pelo inimigo. Uma atitude errada ou equivocada não pode desqualificar o outro. É necessário evitar descontrole emocional ao tratar de assuntos que envolvam sentimentos, gostos e apegos. Não devemos levar para o lado pessoal e nunca atacar a integridade física, ética e moral da pessoa amada. Em situações conflituosas, há a necessidade de civilização, de tratar dos problemas com os pés no chão, sem ofender ou ferir. Tente sempre separar as atitudes da pessoa, pois ela é a imagem e semelhança de Deus.
Comente com os alunos que devemos sempre separar o lado pessoal das atitudes. Eu posso não gostar de frequentar uma igreja, mas sou amigo do pastor. Você pode até não ser amigo de uma determinada pessoa, mas precisa aprender a respeitá-la como filho(a) de Deus. Merece ser especialmente ressaltado para eles que o sábio, independente das concepções alheias, sempre acha espaço para viver bem com todos.

3.2 Não é ético tratar com o cônjuge usando regimes alheios ao casamento


Muitos regimes usados nos casamentos não são compatíveis. Por exemplo, o regime de independência não é para casados, mas sim para solteiros, viúvos, separados ou divorciados, pois o casamento é um relacionamento de cooperação, unidade, mutualidade. Agora, são dois em uma só carne. O regime militar é para quartel, para tropas, onde se presta continências, onde há rigidez, posições radicais. O regime de hostilidade é para inimigos, violências domésticas, agressões, xingamentos, grosserias, entre outros. O regime de competição é para disputas entre os cônjuges, cada um por si, medindo forças físicas e habilidades, rendimentos, fama e poder, etc. Todos estes regimes nada têm a ver com o casamento.
Complemente o conteúdo deste tópico, mostrando para os alunos os seguintes regimes: o regime circense é para circo, palco, teatro, encenação, brincadeira, picadeiro, para quem leva a vida sem muita responsabilidade; o regime de escravidão é para trabalho forçado, chibatada, medo, subserviência, a Lei Áurea (decretada pela princesa Isabel em 13 de maio de 1888, foi a lei que aboliu a escravatura em nosso país) ainda não chegou nestes casamentos.

3.3 A inversão de papéis causa prejuízos e instabilidade


Quando o homem toma o espaço da mulher ou a mulher o espaço do homem, há uma inversão de valores. Biblicamente falando, cada cônjuge tem a sua função, devendo ocupar o seu espaço e desenvolver as suas responsabilidades. Quando os papéis se invertem, há prejuízo e instabilidade no casamento.
Comente com os alunos que há casos (infelizmente, cada vez mais comuns) em que falta o cabeça do casal no lar. Nessas situações, a mulher, como sempre guerreira poderá também assumir este papel. No entanto, se o marido estiver dentro de casa e com saúde, não é nem um pouco ético deixar toda a responsabilidade por conta da mulher.



Conclusão


A ética é uma aliada de muito destaque no casamento. Mantê-la é uma boa recomendação para que a convivência se fortaleça e ganhe harmonia. Preservar a ética é não deixar brecha para o inimigo entrar. Quer ser considerado um bom cônjuge? Siga a ética no matrimônio!



Questionário.


1. O que não podemos divulgar?
R: Os segredos do casamento (Hb 13.4).
2. De acordo com a lição, quais são os segredos do casamento?
R: Os segredos do quarto, da cozinha e das divergências (1Ts 4.4).
3. O que precisamos evitar para preservar a ética?
R: Não falar mal do nosso cônjuge (Pv 18.19).
4. O que nos ensina Colossenses 3.19?
R: A não tratar asperamente o cônjuge (Cl 3.19).
5. Cite um exemplo bíblico de bom relacionamento entre parentes?
R: Noemi e Rute (Rt 1.16-17).



Fontes Consultadas:

Bíblia Sagrada ARC/ARA/ACF/TB/BV/RV/NTLH
Casamento e Família (revista EBD professor) – Editora Betel – 1º Trimestre 2016 – Lição 08

EBD Editora Betel - Cultivando o Diálogo, a Renúncia e a Tolerância

Assembleia de Deus CONAMAD
Lição 07 – 14 de fevereiro de 2016
Revistaebd Revista escola bíblica dominical editora betel conamad Passagem bíblica trecho bíblico bíblia como estudar teologia bíblia escola dominical escola dominical betel escola biblica betel escola bíblica betel escola dominical conamad auxilio professor ajuda professor subsídio professor auxílio professor subsidio comentario ebd comentário bíblico ebd professor mestre comentário biblico escola dominical comentario biblico escola bíblica comentario bíblico pregação pregador palestra estudo bíblico bíblico

Texto Áureo

“Para se conhecer a sabedoria e a instrução; para se entenderem as palavras da prudência”. Pv 1:2

Verdade Aplicada

O homem sábio é aquele que ouve e pratica a Palavra de Deus. Ele constrói sua casa e seus relacionamentos sobre o fundamento sólido.

Objetivos da Lição

Deixar claro que o diálogo é a base de qualquer relacionamento humano;
Explicar que em todas as áreas da vida é preciso renunciar a alguma coisa;
Ressaltar que aprender a ser tolerante com as outras pessoas é um dever cristão.

Textos de Referência

Ef 4:2 e 3; Fp 2:2-4


Introdução

O Diálogo leva a compreensão do que o outro pensa e sente. A renúncia é a compreensão de que não se pode agir sempre como se gostaria. A tolerância faz parte do entendimento de que todos falham e de que ninguém é perfeito.


1. A eficácia do Diálogo na Comunicação

As pessoas precisam aprender a se comunicar. Sem um transmissor e um receptor a comunicação não se efetiva. O monólogo não é o suficiente para duas pessoas se relacionarem. Existem várias formas de comunicação, mas a mais eficiente é o diálogo. O ato de dialogar deve ser estimulado e treinado, pois quem tem uma boa comunicação se sobressai.

1.1 Ouvir e falar no momento certo

No Diálogo é preciso saber ouvir e falar no momento certo. O diálogo desarma o silêncio diabólico. Com o Diálogo se quebra o gelo e as barreiras caem. Sem o diálogo tudo se esfria, se distancia, há um vazio, há uma barreira, um isolamento. Mas com o diálogo se renova o compromisso, as pessoas ficam mais unidas, se conhecem melhor e aperfeiçoam os laços. A Bíblia diz em Eclesiastes 3:7 que há tempo de falar e tempo de ficar calado, saiba discernir isto. Não podemos atropelar quem está com a palavra, nem responder antes da hora, mas quem fala precisa dar oportunidade a quem está ouvindo para se expressar também.

Destaque para os alunos que mesmo que você não consiga atender outra pessoa em todos os seus anseios e expectativas, somente o ato de ouvir com atenção, sem cortes, sem retrucar, desaprovar e condenar, lhe coloca em posição de autoridade respeitável e conselheiro confiável.

1.2 Promover a edificação

O diálogo precisa ocorrer de forma clara e objetiva, sempre trazendo a edificação. Se a pessoa não se expressar, o seu cônjuge não saberá o que ela está pensando nem as suas necessidades. A conversa clara e objetiva, sem rodeios, será salutar para a vida do casal. O diálogo de coisas passadas que fizeram mal ao casal deve ser evitado, sob pena de se abrir feridas já cicatrizadas. Tudo que não traz edificação deve ser desprezado (I Co 10:23).
Aconselhe os alunos a nunca darem o seu parecer antes de ouvir ou sem examinar bem a matéria. Eles precisam estar muito convictos do seu posicionamento e bem seguros da verdade dos fatos. Comente com eles que as respostas não podem ser com ira, ou com as emoções à flor da pele (Pv 18:13). Reforce que eles não devem acreditar em todas as versões que chegarem aos seus ouvidos. Precisamos sempre chegar os fatos e as fontes de onde partiram as informações.

1.3 Verdade, educação e respeito

O diálogo precisa ocorrer com verdade, educação e respeito. A honestidade a sinceridade precisam prevalecer. Muitos lares estão contaminados com a mentira, um vício de comunicação. Cuidado! Apocalipse 21:8 diz que ficarão de fora todos aqueles que amam e praticam a mentira. Não pense que a verdade irá ferir a pessoa amada, desde que ela seja transmitida com amor e com educação e respeito, pois a verdade deve libertar e dar vida, jamais ferir ou matar a pessoa (Jo 8:32). Cuidado para não perder o respeito. A palavra de Deus diz que é mais difícil reconquistar uma pessoa que foi desrespeitada ou ofendida do que uma cidade fortificada (Pv 18:19).
Comente com eles que, quando estamos namorando ou noivos, ou até os primeiros anos de casados, as falas são as seguintes: “por gentileza”; “por favor”; “amorzinho”; “paixão”. Pergunte a eles porque que, com o passar do tempo, os casais mudam o vocabulário e a forma de tratamento. Mostre também para os alunos que a mentira é uma característica de Satanás. A mentira é um pecado totalmente contrário à mente de Deus, que é a verdade (Ap 19:11). Merece ser especialmente ressaltado para eles que a indiferença para com o pecado da mentira é um dos sintomas mais claros da impiedade de uma pessoa. Tal indivíduo ainda não nasceu do Espírito Santo (Jo 3:6), pois está completamente sob a influência de Satanás, como seu pai espiritual (Jo 4:24; Ap 22:15).


2. A Vida é marcada por renúncias

Jesus disse aos Seus discípulos: “se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me” (Mt 16:24). Para tudo na vida há necessidade de renúncias. Para o casamento não é diferente. Muitas coisas que gostamos precisamos renunciar ou negociar com o nosso cônjuge, pois não se admite posições ferrenhas e radicais no casamento.

2.1 O fortalecimento da harmonia

A renúncia de posições radicais fortalece a harmonia. Renunciar dá uma conotação de se esvaziar de si mesmo, tirar o egoísmo e trabalhar em benefício da união e unidade do casamento. Renunciar posições radicais que nada contribuem ou acrescentam ao casamento, a não ser conflitos e desgastes. Precisamos também renunciar a forma grosseira, agressiva e ignorante de tratar a pessoa amada, pois só tira a paz e corroí o amor.
Explique para os alunos que a renúncia deve ser espontânea, voluntária, de foro íntimo, pois por coação e força não é renúncia, é escravidão. Ressalte para eles que a atitude de renúncia é algo de Deus e alcança as pessoas com maturidade, que reconhecem sua valiosa ajuda no convívio de duas pessoas que se amam.

2.2 Um dever para os casados

A renúncia da vida de solteiro é um dever para os casados. Depois de casado, precisa-se abrir mão do individual em benefício do mútuo. Para estar casado não se pode viver mais uma vida como se estivesse solteiro, não tendo hora de chegar em casa, saindo a hora que bem quer, estando com quem quer, tendo a mesma vida que levava quando tinha a liberdade de fazer o que queria. Os amigos de solteiro ou passam ser amigos do casal ou precisam ser analisados para se tomar uma decisão inteligente. As amizades antigas podem causar ciúmes ao casal, o que é prejudicial ao casamento.
Esclareça para os alunos que renunciar é abrir mão de algo. É simplesmente dizer “sim”. Mesmo que seja um direito natural que tenhamos, muitas vezes deve ser renunciado. Destaque para eles que Jesus disse que seguir a Ele seria uma vida de renúncias. Deixamos muitas coisas para estar com Jesus. Esta é uma questão de escolha.

2.3 Deve partir dos dois lados

A renúncia deve partir dos dois lados, isto é, marido e mulher. Para um casamento duradouro é necessária uma boa dose de renúncia. Exige-se que a renúncia tenha pista dupla, deve partir dos dois lados. Isto requer maturidade, amadurecimento e sabedoria de ambas as partes. O homem não pode agir com machismo, sem nunca abrir mão das suas posições. O marido precisa olhar para a mulher conforme está registrado em I Pedro 3:7: “Igualmente, vós, maridos vivei com elas com entendimento, dando honra à mulher, como vaso mais frágil, e como sendo elas herdeiras convosco da graça da vida, para que não sejam impedidas as vossas orações”. A correspondência também é recíproca, uma vez que a mulher não deve relegar o seu marido a segundo plano.
Esclareça para os alunos que, de acordo com o apóstolo Pedro, o marido que não é compreensível com a sua esposa, e que também não a honra como sua irmã em Cristo, prejudicará o seu relacionamento com Deus, criando uma barreira entre suas orações e o Eterno Deus (Cl 3:19). Incentive os esposos (e futuros maridos – tanto os noivos quanto os solteiros) a elogiarem constantemente suas esposas. Estimule as esposas (e futuras esposas – tanto noivas quanto às solteiras) a sempre amar e ajudar seus companheiros segundo a vontade de Deus (Ef 5:23; 1 Pe 3:1-6). Comente com os alunos que a mulher precisa usar de sabedoria para edificar a sua casa (Pv 14:1). Reforce para eles que entre o casal deve haver bastante equilíbrio.


3. A tolerância requer paciência

Tolerar é aceitar o cônjuge com a sua personalidade. É amá-lo e respeitá-lo. É aceitar como a pessoa é. É suportar as imperfeições. É esperar crescer e adquirir maturidade. O) namoro e o noivado são estágios probatórios para o casamento, mas muitos casaram pensando que poderiam mudar a natureza dos seus cônjuges após o casamento, mas hoje descobriram que isto é muito difícil. Agora precisam aprender a conviver com algumas situações que não são o ideal, mas resta ter paciência e suportar uns aos outros em amor (Ef 4:2; Cl 3:13).

3.1 Tolerar as tradições do cônjuge

Todos nós temos as nossas tradições que envolvem a família, a religião, os costumes, as comemorações, a formação, a alimentação, etc. Muitas coisas que as pessoas fazem passam de geração para geração, de pai para filho. As comemorações que marcam dias especiais na família são uma coisa muito particular. A alimentação é regional e muitos preservam as comidas típicas de seu estado. A concepção religiosa de usos e costumes varia de pessoa para pessoa, mesmo dentro da mesma denominação.
            Esclareça para os alunos que a tolerância deve fazer parte da relação marido e mulher, que quem ama deve ter uma dose maior de tolerância, que não deve se estressar com o jeito de agir do cônjuge, nem se desgastar quando está fora do seu alcance de corrigir a outra pessoa. Explique para os alunos que, de acordo com a Palavra de Deus, ser tolerante significa: ter amor e consideração por aqueles que não são como nós (Mt 5:43-47; Rm 12:18; 1Co 3:1-5; Fp 3:15; 1Ts 5:15; Hb 12:14); ser paciente e perdoar os erros dos outros (Mt 18:21-22; Lc 17:4; Rm 15:5; Ef 4:1-2) ser compreensivo com os mais fracos (Rm 14:1; Gl 6:1; 1Co 10:23 e 24).

3.2 Tolerar as limitações do cônjuge

Todos nós temos os nossos limites, isto é, vamos até um determinado ponto, depois não conseguimos mais avançar. Os cônjuges precisam entender isto. Não adianta exigir além das possibilidades físicas e intelectuais. Cada pessoa tem uma capacidade de absorção e de assimilação. O nosso desenvolvimento intelectual diferencia um do outro. Um dos cônjuges pode chegar mais longe nos estudos ou galgar uma posição social de mais destaque, mas isto não lhe dá o direito de desprezar a pessoa amada. O limite pode ser diferente do outro, mas não devemos nos desesperar, porque isto é normal.
Aconselhe os alunos a não forçar o seu cônjuge a ultrapassar os limites que ele tem, pois isto é prejudicial à saúde física, mental e psicológica. A própria pessoa é que deverá trabalhar para diminuir as suas restrições e aumentar os seus limites. Quem não admite que um está menos preparado que o outro, ou tem menos disposição, terá problemas sérios no casamento. Reforce para eles que conversar sobre os limites de cada um evita os maus entendidos e as suspeitas desnecessárias.

3.3 Tolerar as imperfeições do cônjuge.

Todos nós temos falhas, um mal costume, ou mesmo um cacoete. Sempre temos alguma coisa que desagrada o outro. Mas a maturidade diz que é preciso tolerar as imperfeições do cônjuge e tentar ajuda-lo a corrigir as falhas com amor e respeito. Nunca devemos zombar ou criticar a pessoa amada por um defeito, pois talvez não tenhamos o defeito dela, mas, em contrapartida, temos um defeito que ela não tem. Nunca podemos pensar que somos perfeitos, que não temos imperfeições e que não carecemos de nenhuma melhora.
Merece ser especialmente ressaltado para os alunos que ninguém é perfeito, pleno, absoluto. Por isso, há a necessidade de tolerar um ao outro. Precisamos aguardar com paciência o nosso cônjuge amadurecer, pois ninguém nasce sabendo. É com o passar dos anos que adquirimos experiências. Tolere o seu cônjuge e lhe dê oportunidades de crescimento. Participe sempre do desenvolvimento um do outro.


Conclusão

É extremamente necessário para quem almeja viver dias felizes e ter um casamento alegre e duradouro atentar para a seguinte orientação: “Não se esqueça jamais de cultivar atitudes que coloquem essas três palavras em evidência: diálogo, renúncia e tolerância”.


Questionário

1. Qual é a base do relacionamento humano?
R: O Diálogo (Ec 3:7).
2. Como devemos suportar uns aos outros?
R: Em amor (Ef 4:2).
3. O que devemos fazer para viver bem com o nosso cônjuge?
R: Renunciar posições radicais (Mt 16:24).
4. Por que devemos tolerar uns aos outros?
R: Porque não existe perfeição, todos erram (Cl 3:13).
5. A renúncia no casamento deve partir de quem?
R: Dos sois, ou seja, marido e mulher (I Pe 3:7).


Fontes Consultadas:

Bíblia Sagrada ARC/ARA/ACF/TB/BV/RV/NTLH
Casamento e Família (revista EBD professor) – Editora Betel – 1º Trimestre 2016 – Lição 05