quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

EBD Betel - Escola Bíblica - Barnabé, um líder comprometido em manter os resultados









Aos graduados e graduandos do Doutores de Almas:
Pela 2ª vez nos lançamos a tentar prestar algum auxílio aos professores e cristãos famintos por Maná, especificamente para o próximo domingo. Seguindo o próprio ensino do título, estamos nos empenhando em manter os RESULTADOS (parece  que nossas anotações foram bem aceitas pois, os números de procura foram 8x acima do esperado): mais de 250 acessos. Sinceramente esperávamos 20 – 30 somente. Obrigado pelo prestígio a um grupo de desconhecidos!
Obs.: contudo, os menos de 30 e-mails recebidos (retorno) nos faz achar que os leitores deveriam ser mais ponderadores. Somente uma opinião...
Novamente, iremos fabricar e publicar. Queremos terminar até sexta pela manhã. Ore por nós.

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LIÇÃO 11 – 11 DE DEZEMBRO DE 2011
“Barnabé, um líder comprometido em manter os resultados” 
Sugestão para reflexões: resultados “nas almas”? “mais e mais almas”(apenas números)? ou apenas “mais das almas”(dinheiro)? 

TEXTO ÁUREO
“Ora, àquele que é poderoso para vos confirmar segundo o meu evangelho e a pregação de Jesus Cristo, conforme a revelação do mistério guardado em silêncio nos tempos eternos”. Rm 16.25   => este texto não passa explicações nem conclusões se não estiver junto com os versículos 26 e 27(devido a crase em “àquele”), pois ele dita algo a alguém mas, nem conclui o algo nem indica a quem seria. Temos que ler os três juntos(25-27) para concluir o sentido.

VERDADE APLICADA
Não basta apenas conquistar a almas para Cristo, devemos propiciar que se mantenham a Ele ligadas através de um trabalho de confirmação.
Correção: conquistar AS almas.
Em vários levantamentos e estudos no passado, a Assembleia de Deus (no Brasil, como um todo) é tida como a que mais pesca almas porem, é também a que mais perde (na verdade, expulsa com métodos e procedimentos falhos). Ou seja, era a maior criadora de desviados ou de crentes para outras igrejas. Estranhamente isso é uma forma truncada de encher o Reino de Deus e uma postura péssima como instituição humana, administrativamente falando. 

OBJETIVOS DA LIÇÃO
- Estudar a estratégia de confirmação e fortalecimento de Barnabé e Paulo às Igrejas;
Confirmação: entre os protestantes, profissão pública de sua fé diante da comunidade religiosa, ao fim do catecumenato(discipulado).

- Ressaltar a importância de prover uma liderança para manter o trabalho;
Por mais bem elaborados que seja um trabalho evangelístico ou de discipulado, em pouco tempo irá enfraquecer se faltarem lideranças que continuem igual ou melhor a forma de trabalho e fortalecimento ao corpo da igreja. 
- Apelar a um envolvimento maior na consolidação dos resultados evangelísticos.
Apelar: invocar auxílio, proteção de (alguém ou algo) a fim de resolver um problema; pedir, recorrer.
Uma forma muito boa e eficaz de fazer alguém mudar atitudes, é agir exemplarmente (sem cartazes, é claro); chega a ser um tipo de indução. Sabemos que o homem é um copiador nato. Vide filhos adotivos ficarem idênticos sem possuírem vínculos sanguíneos. Em alguns casos, nem mesmo afetividades prévias. 

GLOSSÁRIO
Hordas: Tribos selvagens; Bandos;
Salteadores: Ladrões de estrada;
Sobressair: Chamar a atenção.

LEITURAS COMPLEMENTARES 
• Segunda feira:  Mc 8.35
Pois quem quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas quem perder a sua vida por amor de mim e do evangelho, salvá-la-á.
Os cuidados e preocupações nesta e com esta vida, fatalmente irão nos afastar do alvo, Cristo. Quando se ouve dizer: “...buscai... e as demais coisas serão acrescentadas...”, corremos o risco de acreditar nisso! A Bíblia diz pra buscarmos 2 coisas em 1º lugar: o Reino de Deus e a sua Justiça e estas coisas (vistas antes: comer, beber e vestir-se) nos serão acrescentadas. Ou seja, o que nos é garantido em Mt 6:33 é comida, água e roupas. Cuidado com exegese de ‘porta de Igreja’. Idem para cuidados outros materialistas e passageiros. 
• Terça feira: Rm 1.16
Porque não me envergonho do evangelho, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego.
Quando o homem está no pecado, não se envergonha de nada. Muitos, porém, aceitam o Evangelho, são libertos, são curados em suas almas, largam vícios e etc., uma vez colocados em situações de dar testemunho (verbal), se envergonham do que os outros passam falar ou achar. Podemos ser chamados de loucos, covardes (do que fazíamos e paramos “por causa da igreja”), que nos escondemos na religião entre outros termos, mas sabemos em quem temos crido (II Tm 1:12). 
• Quarta feira: At 20.28
Cuidai pois de vós mesmos e de todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele adquiriu com seu próprio sangue.
O rebanho pode ser de dezenas como de apenas uma pessoa. Pastorear uma quantidade muito grande certamente vai se tornando humanamente impraticável dar real assistência a todos. O Espírito Santo conhece as capacidades de cada um: ele constitui a cada um, um rebanho de acordo. As vidas confiadas foram compradas a preço de sangue por Deus; o sangue de seu filho.
A Palavra é clara: cuidem-se para poderem cuidar dos outros! Se estão pastoreando, cuide de si também. 
• Quinta feira: 1Co 1.18
Porque a palavra da cruz é deveras loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus.
Uma linda mensagem. Uma grande lição. Uma grande confirmação para nós, salvos em Cristo. O homem em suas vãs filosofias, querem explicar a Criação, a Vida, a Eternidade e tudo o mais. Porém, não conseguem reconhecer que em seu interior há uma busca, uma ansiedade de algo que não entendem ou não querem entender: é a alma da criatura clamando por seu criador. 
• Sexta feira: 2Co 4.5
Pois não nos pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus como Senhor; e a nós mesmos como vossos servos por amor de Jesus.
A pregação do Evangelho é uma propaganda de um criador para suas próprias criaturas, dizendo: aceitem-me como vosso protetor e salvador. Os seus arautos fiéis, afirmam que não pregam a si mesmos mas, Jesus Cristo, o Senhor dos senhores. E pregam o Cristo crucificado e ressurreto, não apenas mais um líder ou criador de uma religião. Mesmo após sua morte, seus discípulos continuaram a morrer pela causa divulgada por ele próprio a seus seguidores. 
• Sábado: 1Pe 1.24,25
Porque: Toda a carne é como a erva, e toda a sua glória como a flor da erva. Secou-se a erva, e caiu a sua flor; mas a palavra do Senhor permanece para sempre. E esta é a palavra que vos foi evangelizada.
Nenhum homem tem a Eternidade. Cristo tem a Eternidade nele mesmo (Jo 5:26, 10:17). Quando morreu, foi por entrega (já tendo ciência de seu destino). Quando ressuscitou, foi o primeiro a tornar dos mortos para sempre (I Co 15:20, Rm 6:10).

INTRODUÇÃO.
Não faz sentido plantar uma grande lavoura e abandonar os seus frutos ao desperdício, isso seria pecar contra Deus. Semelhantemente, na colheita de almas, não convém conduzir pessoas à salvação e deixá-las sem acompanhamento, sem instrução, para que não deixem de desenvolver-se por falta de assistência. Nesta lição estudaremos acerca dos líderes que buscam não somente resultados iniciais, mas que propiciam a outros o direito de serem acompanhados em seus primeiros passos no cristianismo.

1. TRABALHANDO COM A VISITAÇÃO

“E, tendo anunciado… e feito muitos discípulos, voltaram… (At 14.21). Os princípios utilizados numa colheita de grãos abundantes e na colheita de almas são muito semelhantes, ambos precisam ser conservados. Trabalhar na visitação de Igrejas recém-plantadas, e de novos convertidos, é necessário para prover-lhes o acompanhamento e a motivação para que se mantenham firmes de coração na presença de Deus. 
Não apenas é necessário visitar igrejas novas, pontos de pregação, o lar dos novos convertidos, como também os idosos, as famílias enlutadas, as famílias dos crentes, desde que aceitem tais visitas, ou que se faça a visita sem o caráter evangelistico explícito (táticas) mesmo que seja numa ocasião de uma festa, visitar enfermos em hospitais, presídios e até mesmo escolas.
Não se deve esquecer de visitar aqueles que não podem ir ao templo: idosos, mães de recém-nascidos, pós-operados e outros. Quando longe dos cultos grandes (em muitos casos espetáculos) é que os membros percebem se são amados e se recebem atenção. Eis um dos motivos de abandono da igreja/denominação/campo ou, pior, da fé.

1.1. O acompanhamento da obra
Digo que conduzir pessoas a Cristo é, isto sim, a primeira parte do trabalho. Sabe-se que Deus quer salvar todos os homens, que a Salvação foi comprada para todos e tudo o mais. Porém, ao frisar ‘muitas pessoas’ (revista), nos parece uma supervalorização pelas multidões apenas, como se ganhar uns poucos, fosse algo inferior, etc. O amor de deus pela humanidade, pelas massas é igual ao amor por uma alma isoladamente.
Os apóstolos arriscaram muito suas vidas por amor à Obra de Deus. Ao voltarem aos mesmos lugares para as visitações, atestaram seu amor por agora já saberem que ali o mal os queria devorar.
 
1.2. Motivando a visitação
A preocupação com o crescimento do novos crentes, fez com que ambos voltassem naqueles lugares. Ouvir sobe a fé, pela própria boca dos crentes, faria muito mais efeito em Paulo e Barnabé.
Mesmo tendo sido os fundadores daqueles trabalhos, quiseram eles próprios dar continuidade e firmeza ao discipulado daquele povo. As atitudes e as ações deles testemunham-nos sobre o cuidado pastoral. Em nosso dias vemos lutas entre pastores, quando deveriam lutar contra as trevas.

1.3. Compartilhando as boas novas
Mesmo em suas viagens, eles não cessavam de anunciar a Palavra de Deus. Estavam sempre preocupados em anunciar a todo tempo a Mensagem (II Tm 4:2). Só o fato de estar indo ver os irmãos, já poderia ser dado como suficiente em matéria de trabalho missionário. Para eles era pouco! Falavam também de Cristo pelo caminho (Dt 6:7, 11:19) devido a seus corações estarem ardendo e transbordantes da Glória de Deus (Lc 6:45). Há oportunidades dadas direto por Deus, há outras que criamos e há as que clamamos que nos sejam dadas (Rm 1:10), contudo devemos aproveitar todas quanto for possível. Na Bíblia vemos vários tipos de ensino nas mais variadas ocasiões. Vemos até exemplos de trabalhos pensando em ocasiões após a própria morte dos ensinadores (II Pe 1:15).

2. FORTALECENDO OS DISCÍPULOS

Além de visitar as novas Igrejas e rever os irmãos, era necessário fortalecê-los, porque as dificuldades permaneciam por terem se afastado do seu ponto de origem, à sinagoga. Por amor a Cristo, muitos estavam com seus lares divididos, sendo este, muitas vezes, um inevitável preço do discipulado. Entre tantas dificuldades, não seria parando de caminhar que a situação mudaria, mas prosseguindo para o alvo da suprema chamada  agradariam a Deus (Fp 3.13). 
Ouvir palavras de incentivo quando estamos tristes ou desanimados é algo que refrigera a alma e dá ânimo no viver. Eis um dos motivos pelos quais os cristãos devam se reunir (eu não disse templo): o convívio e as palavras de uns servem de respostas para outros. Certamente os anunciadores da Palavra sabiam que seria possível existirem laços desfeitos até mesmo entre família ou casais devido a fé de quem abraçou o Evangelho. Há tristezas e golpes que farão parte da vida de muitos (grande parte) dos que aceitam a Cristo em seu viver.
 
2.1. A importância do encorajamento
Os que guiam o rebanho também passam momentos de desânimos, dúvidas, angústias entre outros sentimentos. Da mesma maneira que o mais simples e mais novo crente precisa de encorajamento, assim acontece com os líderes: eles possuem a missão de guiar, apascentar, instruir, corrigir e manter resultados. Se Deus não proporcionar a eles renovo de mente, de coração, de fé, de alegrias, de espírito, eles ficarão  fadados a reduzir a marcha e a parar em sua caminhada.
 Quando se pensa em animar, é sempre bom diferenciar isso de bajulações. O homem é altivo por natureza, facilmente se dá a paparicações e é amante de badalações. Quando damos uma palavra animadora não quer dizer falta de falhas. Nem que não devamos ajudar nas mudanças que possam ser necessárias.
 
2.2. No mundo tereis aflições
Se por um lado, os cristãos daquela nova igreja local viram todo o sofrimento de Paulo e de Barnabé, que humanamente  iria fazer com que eles desistissem, também foi visto a posição de ambos diante dos males, sofrimentos e até do apedrejamento de Paulo. Que incentivo melhor que este poderia ser dito?
Estes obreiros deveriam estar prontos, também, a responder sobre a causa de tantos sofrimentos, quando questionados. Por terem sofrido na pele, podiam falar facilmente, pois venceram tudo.

2.3. Explicando com clareza 
Naquela época não seria fácil criar uma mensagem ou filosofia de insenção de dores: calúnias, lutas, perseguições, angústia e nudez estavam sempre cercando todos os anunciadores de Jesus Cristo.
Vemos nos nossos dias evangelhos vários. Tem o que diz que ninguém perde a Salvação, outro que todas as doenças serão curadas (basta crer), há o que diz que dívidas e falta de dinheiro é sinal de maldição. Fica ao gosto do cliente! Sabe-se de casos que, após aceitar a Cristo, a pessoa foi ao zero total, chegando alguns a passar fome. Mas Deus sabe o que é necessário ensinar a cada um de nós, a melhor forma e o tempo necessário. Quando fores provados, lembrem-se que pode ser um aprendizado ou um preparo para tarefas mais difíceis.

3. ELEGENDO PRESBITÉRIOS LOCAIS

A primeira vez que é mencionada, a palavra “presbítero” está veiculada à Antioquia da Síria, onde ainda estavam nessa época Barnabé e Paulo, quando se envolveram numa coleta social para os irmãos na Judeia, e ambos foram enviados pelo “presbitério” dali para conduzir o socorro alimentício (At 11.27-30). Apesar do silêncio acerca da existência de anciãos na Igreja até esse momento, é evidente que em Jerusalém já existiam;  foram eles que examinaram, junto aos apóstolos, a questão da obediência ao rito mosaico, chegando a uma solução satisfatória depois de amplo debate (At 15.2,4, 6, 22). 
Presbítero= Líder da igreja. Os presbíteros se dedicavam à direção das igrejas, ao ensino da doutrina cristã e à pregação do evangelho. A palavra grega presbyteros quer dizer “ANCIÃO”, mas era usada para os líderes cristãos sem referência à sua idade. Nos tempos do NT os presbíteros também eram chamados de BISPOS (Dicionário da Bíblia de Almeida - SBB)
A palavra presbítero, amplamente conhecida na literatura, é a tradução literal do vocábulo grego PRESBYTEROS (SÉNIOR, no latim), que é o com­parativo de superioridade de PRÉSBYS, velho ou an­cião. Ccnclue-se, assim, que, preliminarmente, o presbítero é um homem menos moço, com mais ida­de do que o comum dos de um grupo ou congrega­ção. Idade, no sentido de vida mental, vida moral e vida espiritual, experiência, mais mesmo, do que vida no tempo. (F. Martins – O Ofício de Presbítero, CEP, Rio, 1958)
Notemos não existir ‘pastor Fulano’, ‘diácono Beltrano’, ‘apóstolo Siclano’ nem outros tais na Bíblia. O que vemos são homens e mulheres a serviço do reino exercendo algumas funções no corpo de Cristo. Nunca houve ‘apóstolo Paulo’, ‘diácono Estevão’ ou coisa parecida, mas Paulo, apóstolo do Senhor(II Co 1:1). As poucas vezes que vemos a palavra ‘diácono’ não está associada a nenhum nome em especial (Fp 1:1, I Tm 3:8, 12 e 13). Tais anciãos, homens maduros, de barba longa (condição de ser presbítero, ao começo) administravam várias coisas, inclusive socorro alimentício (também dinheiro, pois facilitava a vida).
Facilmente se percebe neles a plena aptidão sobre a Lei Mosaica e interpretação das Escrituras quando ajudaram os apóstolos nas questões mais difíceis (At 15.2,4, 6- 22). Sobre isto, sabe-se que devem ser bons mestres ou, que rejeitem a convocação ministerial (I Tm 3:2). Uma vez não sabendo ou não gostando do ensino, como aceitar a ordenação?

3.1. A necessidade de presbíteros em cada igreja

Quando os presbíteros locais formam e agem como um presbitério, as decisões são mais amorosas, mais coesas, mais doutrinais. Ao agirem segundo o “ministério” de cada um, a igreja definha. São amantes do ensino e do preparo de novos líderes e novos obreiros.
            Muito deve-se também valorizar as prestações de contas tanto para com o povo, como para com as lideranças superiores. Mesmo não havendo cobrança, deveriam se dispor a fazer isso.    Antes de se pensar em crescer o templo ou aumento explosivo de membros, deve-se preparar mais líderes e instrutores, para discipular e apascentar o povo. As obras assistenciais também possuem enorme peso.


3.2. Encomendados ao Senhor em quem haviam crido
A igreja que era responsável pelas missões aos gentios nesta época não era Jerusalém, mas era a de Antioquia. Normalmente a Igreja que estava em Jerusalém tinha tal responsabilidade. Antioquia era o ponto inicial de onde eles partiram, encomendados ao Senhor. Agora eles estavam voltando ao ponto de partida.
Toda uma saga de viagens, jejuns, orações, vigílias, delegações de dirigentes em cada igreja local havia findado. Contudo, eles logo estariam com o pé na estrada para mais viagens em suas missões.
Liderança que se compromete com a edificação, tratamento espiritual, psicológico, sócio-assistencial, afetivo, familiar e financeiro, sempre estará às voltas com visitações, ajustes,   corrigir desordeiros, apurar problemas ( principalmente quando há versões diferentes), levantar os fracos, e animar o abatidos. Quando estão comprometidos com o Senhor da Igreja, não medirão esforços, tempo e nem dinheiro.

3.3. Eles puseram os alicerces e prepararam o caminho
Um dos últimos trabalhos antes de voltarem a Antioquia foi dar posse presbíteros em cada igreja fundada (congregação de pessoas, não templos construídos). Estes mesmos presbíteros eram formados, eleitos, confirmados e apresentados aos cristãos como capazes e aptos para toda e boa obra (II Co 9:8, Fp 1:6, II Tm 3:17) pelos mesmos fundadores das igrejas: Paulo e Barnabé. O trabalho não só era fundado mas deixado totalmente funcional.
          A supervisão dos apóstolos era doutrinária, não institucional, como se vê hoje. As preocupações são mais com divisas, poderio, propagandas do nome da denominação, convenções e outras questões que não edificam o corpo de Cristo, apenas o corpo dos líderes. O caminho a seguir, era a própria Palavra de Deus, sendo guiados pelo Espírito Santo em tudo que fosse necessário a divulgação da Mensagem em locais ainda mais distantes, sempre observando a comunhão dos santos, a santidade, o amor  fraternal, o socorro aos necessitados, às viúvas e demais desamparados. 

CONCLUSÃO

Quase dois mil anos se passaram, mas a estratégia missionária de manter as Igrejas recém-plantadas permanece, tendo suas bases nascido naquela época. Somos inspirados a um zelo apostólico pelos novos convertidos e novas Igrejas como se fossem nossos filhos, por quem sofremos. Com princípios simples, práticos e básicos como visitar, encorajar, instituir líderes e finalmente, encomendá-los à graça de Deus.



Fontes:

Bíblia Sagrada ARA
Dicionário de Língua Portuguesa Houaiss
O Ofício de Presbítero, F. Martins, CEP, Rio, 1958
Dicionário Bíblico de A a Z – Ítalo Fernando Brevi - Internet
Nuevo Diccionario Ilustrado de la Biblia, Wilton M. Nelson, Editorial Caribe, 1998
Dicionário da Bíblia de Almeida - SBB
Manual Bíblico Unger
Manual Bíblico Halley - Henry H. Halley
Manual Bíblico Vida Nova - David S. Dockery ed.
Manual de Cerimônias - Temóteo Tamos de Oliveira 

elaboração: Robson de Santana www.doutoresdealmas.org
 
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