domingo, 15 de janeiro de 2012

EBD Editora Betel - A fuga de jacó e a visão da escada

LIÇÃO 4 – 22 DE JANEIRO DE 2012  “A FUGA DE JACÓ E A VISÃO DA ESCADA”



                                                       Sorteio de bolsas de estudos D.A.

TEXTO ÁUREO

“Então levantou-se Jacó pela manhã de madrugada, e tomou a pedra que tinha posto por seu travesseiro, e a pôs por coluna, e derramou azeite em cima dela”. Gn 28.18

Um homem fugindo de suas ações precipitadas, influenciadas por sua mãe, mas precipitadas e vergonhosas. Havia dormido ao relento, tendo uma pedra por travesseiro e o céu por cobertura. Neste estado totalmente desassistido dos recursos humanos, ele viu Deus. Viu a porta e a escada do Céu. Ao acordar, sua ânsia por seu criador o faz louva-lo ainda cedo da manhã, possivelmente no fim da madrugada. Não o vemos gritar, comer, beber água nem reclamar do relento ou do frio/calor mas, louvando a Deus. O azeite derramado era a representação da unção (poder) de Deus presente em nossas vidas.


VERDADE APLICADA

Deus cumpre os seus propósitos, mas, se por desobediência, não cumprirmos sua vontade, Ele nos disciplinará.

            A Bíblia nos mostra que ao nos colocarmos como desobedientes conscientes, resta-nos uma terrível expectativa (Hb 10:26-31). Não é contradição mas, quanto àqueles que erraram voluntariamente, eles ainda podem contar com a misericórdia do Pai (Tg 2:13). Quanto à desobedecer devido a ter sido tentado, isto não alivia ninguém: todos sofrem tentações! Os fiéis são até aliviados; Os que erram continuamente, já estão entrando em juízos (II Pe 2:9). Ainda assim há muitos que, sabedores de tudo isto, ainda seguem como que propagadores do erro. Seu fim é a perdição (Jd 4).


OBJETIVOS DA LIÇÃO

Apresentar que os objetivos divinos sempre serão alcançados;

Tudo a que o nosso Deus traçou, se cumprirá. Ainda que julguemos que há grande demora, ele o fará (II Pe 3:9, Hb 6:12). As promessas dele estão ligadas à nossa paciência. Até mesmo o homem mais paciente, perguntou sobre quando chegaria o “fim”, pra que ele pudesse esperar com paciência (Jó 6:11). O nosso tempo é curto. Nosso viver é afoito. Os planos de Deus não se atrasarão (Ap 3:11).

Ensinar quem não está na vontade de Deus, será disciplinado;

Sofrer disciplina, não é o problema nem sinal de falta de amor de nosso Criador (Hb 12:6). Mesmo os mais piedosos, estão sujeitos a errar. As disciplinas neste tempo presente, são educativas, amadurecem e nos fazem estar mais próximos do Céu. No Grande Dia do Senhor, os que estiverem no erro serão punidos eternamente (Rm 9:22, II Ts 1:9). Como é abençoador as disciplinas de nosso Pai!

Mostrar que Deus não desampara os seus escolhidos.

            Mesmo que estejamos nas maiores dificuldades (até mesmo em risco de morte), temos lugar junto a Cristo na sua glória (II Co 5:1). Deus destinou todos à Salvação (Rm 10:13, I Ts 5:9); Nem todos querem (Rm 1:28). Ainda que estejamos sem Esperança, ele nos guardará consigo. Se ainda for plano seu que vivamos mais alguns dias, seremos consolados até que passem as aflições (II Co 4:8-14)


GLOSSÁRIO

Sagacidade: Agudeza de inteligência, de percepção, de compreensão;

Inferir: Concluir ou deduzir (algo) a partir de exame dos fatos e de raciocínio;

Dízimo: Décima parte.         


LEITURAS COMPLEMENTARES

·  Segunda-feira: Gn 27.41,42

·  Terça-feira: Gn 27.43-46

·  Quarta-feira: Gn 28.1-4

·  Quinta-feira:  Gn 28.5

·  Sexta-feira: Gn 28.20

·  Sábado:  Gn 28.21-22


INTRODUÇÃO 

Muitas pessoas usam de sofismas para fugir à culpa, já que são tomadas pelo medo de viver uma vida de mentiras. Um profundo temor toma conta do coração dessas pessoas. O medo de serem descobertas em seus delitos aterroriza seus pensamentos mais flutuantes. Mas é preciso acreditar que maior é Deus para nos livrar e nos perdoar da culpa. 

sofisma = s.m. Raciocínio vicioso, aparentemente correto e concebido com a intenção de induzir em erro. (V. PARALOGISMO.) http://www.dicio.com.br,  

sm (gr sóphisma) 1 Lóg Raciocínio capcioso, feito com intenção de enganar. 2 Argumento ou raciocínio falso, com alguma aparência de verdade. 3 pop Dolo, engano, logro. http://michaelis.uol.com.br 


1.  A FUGA DE JACÓ 

Jacó era um peregrino em fuga. Seus pecados e virtudes o acompanhavam, por onde quer que ele fosse. Sua história foi um misto de aventuras entre o céu (a escada do sonho) e o inferno (fuga de seu irmão). Sua vida só seria resolvida quando ele encontrasse o caminho da reconciliação com parte da sua família, consigo e com o próprio Deus.

Quantos enganos Jacó cometeu? Vemos apenas um na Bíblia: enganar seu pai. Entretanto, comumente ouvimos pessoas o chamando de trapaceiro, enganador entre outros. Quem o nomeou oficialmente como enganador foi Esaú, um homem desleixado das coisas celestiais ao ver que o que ele possuía e não dava valor, havia de fato perdido. Ao vender sua primogenitura, achava que era só um título, uma moda. Ao ver as bênçãos materiais (primeiramente) perdidas, irou-se. Não se importou com as bênçãos realmente valiosas. Enquanto ele não se redimiu com seu irmão, sua vida foi de sofrimentos, fadigas e fugas.

1.1. Jacó foge para escapar da morte 

Rebeca desculpou-se com seu esposo que seu filho não poderia se casar com mulheres como as esposas (duas primeiras) de Esaú, para poder despacha-lo para longe da morte, a ira de seu próprio irmão. Já em sua fuga, vemos seu primeiro encontro (aparição de Deus) com o Criador. Ainda que fugisse de suas ações, sua vida seria sempre marcada por grandes “lembretes”, através de pessoas que o explorariam e o enganariam, como que em um revide do tempo de suas ações danosas aos outros. Vemos aqui, um momento de decisões em conjunto na família. Ao que parece, era algo raro ou inexistente. Após ouvir os argumentos de Rebeca, Isaque ordena a partida de Jacó (na verdade, uma fuga).

1.2. Jacó foge para Padã-arã 

Uma vez tendo sido dado um parecer (falso) ao chefe da família, Jacó parte debaixo de benções em dobro. Desta vez, não vemos Jacó dando seus pareceres: apenas obedeceu a sua mãe e ao seu pai, ainda que de modo camuflado. Tendo sido acertada a sua saída, um destino foi-lhe dado, como que uma grande missão. Na verdade, ele trabalhou apregoando as bondades do Senhor de forma intensa e por um longo tempo. Vemos que ele sofreu não pela missão em si mas, pelas conseqüências (até mesmo necessárias) de seus atos iniciais. Deus quis lhe moldar. Futuramente ele iria educar doze príncipes, e precisava ser bem lapidado. Quantas vezes pensamos em desistir de nossas jornadas atordoados com acontecimentos? Muitas vezes, tudo é apenas Deus tirando-nos arestas, rebarbas e excessos. Muitos metais, mesmo os mais caros e brilhosos, precisam de polimentos para voltarem ou darem o brilho esperado. E o que lhe dá brilho é ser esfregado com materiais abrasivos!

1.3. Jacó foge com a bênção do pai 

Como lemos em Hebreus, Jacó estava realmente abençoado mesmo tendo usado de engano. Deus é confuso? Não! Isaque, sendo um pai omisso ou não, o abençoou crendo (na fé) que estava tudo conforme a direção completa de Deus (Hb 11:20). Vemos o próprio Isaque decretar que a benção que ele deu (por Deus) não seria tomada de volta: “também será bendito”. Muito importante é que este “também”, implicava ser senhor sobre todos os seus irmãos e sobre Esaú! (Gn 27:33). Eis o motivo de tudo prosperar nas mãos de Jacó: a Benção acompanha não só o fiel que a busca mas, se um servo fiel clamar a Deus em favor de outra pessoa, e ele atender, não pode ser removida.

Obs.: Não confundir com os “eu profetizo”, que é o mesmo “eu determino” na versão pentecostal (talvez pra não ceder que está usando doutrinas estranhas e de terceiros). Você pode rogar que Deus abençoe, pode desejar muito as bênçãos mas, a decisão e a concessão  é do SENHOR! Glórias a Deus!


2.  O SONHO DE JACÓ (Gn 28.10-17) 

Uma das metáforas da vida espiritual em direção a Deus é a jornada. Mas para se encontrar com o Eterno é necessário mais do que se mover geograficamente. Em essência todos são peregrinos. Mas nessa peregrinação, homens como Jacó buscaram muito mais que um lugar; eles ousaram e foram mas* além, “pois ele esperava a cidade que tem alicerces, cujo arquiteto e edificador é Deus” (Hb 11.10).

Caminhar agora e amanhã. Caminhar enquanto é dia claro (I Ts 5:4-8). Mesmo que na jornada se findem os nossos dias (Lc 13:33, Rm 8:36), devemos prosseguir em buscar a Deus. Jacó peregrinou devido ao medo da morte. Em toda a sua jornada não deixou de honrar ao Criador nem de esperar nele. Em todos os grandes momentos de sua jornada, Jacó se guiava pelo querer de Deus. Foi à terra de seus parentes devido à ameaça de seu irmão, saiu de lá por mandado de Deus (estava sendo oprimido e explorado), continuou para poder se redimir com Esaú. Seguiu para morar em outro lugar por receio também de Esaú. Algo sempre o incitava a seguir. 

* foi grafado errado na revista. Correto: mais.

2.1. Um travesseiro de pedra 

A Bíblia não relata mas, alguém que numa viagem dorme com a cabeça em uma pedra, estaria com boas condições de sobrevivência? Possivelmente deva ter passado fome, sede, talvez riscos com animais (coiotes, escorpiões, serpentes entre outros). Não sabemos se ele já havia ido antes a Padã-Arã ou se estava bem recordado do caminho. Desprovido do conforto e das seguranças humanas, estava apto a ouvir e se encontrar com o Criador e com os anjos! Isso nos ensina não apenas um desprendimento filosofal e/ou oral de bens materiais. Nos ensina também a tirar da qualidade de ídolo (deuses), até mesmo amigos, parentes, filhos, cônjuges, emprego, conhecimento humano, títulos e colocarmos tudo isto ao pé da cruz, legitimando seu uso para glorificar a Deus. E, o mais difícil e doloroso, aceitarmos que estão conosco temporariamente, podendo serem tomados de volta ou dados a outros em todo o tempo. Você dormiria na pedra? Ou viveria sem um emprego modal? 

2.2. Uma escada que toca no Céu (Gn 28.12) 

            A Bíblia não nos fala da aparência física de Deus nem se Adão a saberia precisar. Como Jacó sabia que era realmente Deus no alto da escada? Tenhamos em mente ter sido esta a primeira vez que ele lhe apareceu e que Moisés ainda iria vê-lo passando, indo embora, muito mais tarde. Inicialmente, parece isto uma proposição estritamente das que brotam dos altos círculos teológicos mas, não é nossa intenção tais sublimações. Falamos de algo mais interior. Algo mais visceral. Jacó teve a confirmação não só da voz(“...Eu sou o Senhor... v.13), dos detalhes ou dos anjos. Deus mesmo confirmou a si próprio no interior do visitado. Sabemos que preocupações e fatos ocorridos durante o dia ou durante toda a nossa vida, podem nos ser mostrados em sonhos (vários). Isso, contudo, não elimina que Deus nos fale em sonhos, visões o revelações. Precisamos muito ter intimidade, comunhão e tato para reconhecermos ele. A subida para os céus se aproxima de nós, conforme vamos deixando o amor ao Mundo e às suas oferendas.

2.3. Deus de Abraão de Isaque e de Jacó (Gn 28.15) 

            Ao acordar, Jacó estava com promessas do Deus de seus pais para si. Ele conhecia as proezas, os feitos e os atos deste ser. Então, tendo ouvido tais promessas de que ele seria o que daria sequência à linhagem estabelecida para disseminar o amor e os planos divinos na Terra, fez um pacto onde a parte a ser cumprida por Deus, era se mostrar na vida de Jacó não apenas em coisas distantes (apesar de muitíssimo grandes): ele precisava completar a viagem (me guardar nesta viagem...), precisava de comida (pão...) e roupas (vestidos...). Além destas exigências, ainda precisava voltar à casa paterna em paz (ira de Esaú). Nisso demonstrou fé no êxito da missão atual: ficar vivo e se casar. Apesar de não ter tido encontros nem experiências anteriores (ao menos não vemos indícios), cria muito nas narrativas dos patriarcas Abraão e Isaque. A coluna erguida por ele era como se lavrava os contratos e seus termos, na época.


3. O TESTEMUNHO DE JACÓ 

O salmista tinha razão quando escreveu, momentos* depois, que o sofrimento tem um tempo específico na história de um servo de Deus. “Porque a sua ira dura só um momento; no seu favor está a vida; o choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã” (Sl 30.5). Naquele dia o Senhor revisitou a humanidade.

Quando Salomão escreveu que a adversidade foi criada por Deus em oposição à prosperidade, ensinou também que isso é para que o homem não se eleve supondo que pode determinar ou prever as sequências dos acontecimentos em sua vida. Aos servos fiéis, piedosos e humildes, Deus concede acontecimentos, bênçãos, milagres e outros que dão um momento de repouso (I Co 10:13). Possa ser que isso leve dias, meses ou vários anos (alegria vem pela manhã...) Mesmo que por toda sua vida seja de sofrimentos, no porvir será alegria eterna. Não sabemos o momento dos alívios divinos mas, eles acontecem. Até mesmo as tentações são dadas controladamente (Sl 125:3).  

* Certamente o autor quis dizer “tempos” ou “muito depois”. O salmista em questão, Davi.


3.1. Testemunhando em Betel (Gn 28.16-18) 

Betel significa a casa de Deus. Jacó reconheceu que ali era o lugar onde Deus se encontrou com ele e no futuro se encontraria novamente. Anos mais tarde, após se desviar*, ele retorna a comunhão com Deus em Betel [Gênesis 35:1-7]. Jacó edificou um memorial como lembrança da presença de Deus naquele lugar [vers.18-19]. Deus sempre teve uma casa para se encontrar com o Seu povo. Hoje, a igreja é a casa de Deus [I Timóteo 3:15]. Ali encontramos as ordenanças e o verdadeiro Evangelho, os quais apontam para Cristo como o caminho que conduz ao céu. Ali nos reunimos e adoramos a Deus. A maioria de nós encontrou a Deus, pela primeira vez, através do ministério de uma das igrejas do Senhor. O nosso serviço e sacrifício espiritual são oferecidos a Deus através do ministério da igreja. Assim como Jacó, nossa atitude para com Betel é um teste da proximidade do nosso caminhar com Deus.

                                                                              Um Guia de Estudos do Livro de Gênesis – Ron Crisp, pastor 

*...após se desviar: tal menção refere-se ao fato de que haviam deuses (ídolos) entre eles. Não havia abandonado sua fé. Não estava negando a Deus, mas estavam coxeando (I Re 18:21, Sf 3:19). Estava se profanando para com as diretrizes celestiais. Possivelmente, ele estivesse se referindo ao costume idólatra que seu povo via(talvez por isso até copiasse) em suas esposas, aprendido com Labão (Raquel chegou a roubar os Terafins dele, Gn 31:19).
                                                                                             

3.2. Testemunhando com um voto (Gn 28.20-22) 

...Para tornar a experiência inesquecível, levantou ali uma coluna de pedras para indicar que aquele era um  local santo, um santuário onde seria sempre possível desfrutar da íntima comunhão com Deus (v. 18).  ...Mas impôs uma condição. Se Deus continuasse ao seu lado, e o guardasse em sua viagem, e o trouxesse de volta novamente, ele cumpriria a sua parte no voto. Era um grande passo  que estava dando. A pedra (massebâ) que erigiu seda um lembrete permanente do voto que fizera (v. 22)...
                             Comentário Bíblico Moody - Gênesis - Dwight Lyman Moody                                     
Em alguns pactos, votos e tratados, os pactuantes se colocavam como amaldiçoados caso quebrassem as cláusulas ( Rt 1:17, I Sm 3:17, I Re 19:2). Certamente Deus não iria quebrar sua parte: ele a cumpriria. Alguns mestres entendem que foi um acordo do homem condicionando seu criador, entretanto não vemos Deus pedindo nada a ele, nem aprovando nem mandando sua descendência prosseguir nisto. Entretanto, possa ser que seu instinto de suplantador tenha-o guiado em tal “barganha” com Deus... Votos deste tipo, foram e são feitos por pessoas aflitas (I Sm 1:11). Desde que o propositor cumpra-os, o AT não se opõe (DT 23:21-23, Ec 5:4-6). Tal prática era comum até mesmo entre povos pagãos, conforme nos diz o pesquisador Paulo José de Oliveira e autor do livro Desmistificando o dízimo (Editora ABU): 

No mundo antigo, a prática do dízimo é encontrada na Babilônia, na Pérsia, no Egito, na Grécia, em Roma e até mesmo na China. Por causa da concepção nessas culturas antigas de que as terras como um todo pertenciam aos deuses, um profundo significado religioso ficou arraigado ao conceito do dízimo. “A entrega dos dízimos sobre as propriedades, para fins de sagrados, era comum por todo o Oriente Próximo Antigo, embora evidências bem documentadas com relação a essas oferendas sejam provenientes principalmente da Mesopotâmia” 

                                                                      http://www.boletimpadrepelagio.org


Obs.: Abraão entregou uma única vez a Melquesedeque. 

3.3. Testemunhando com os anjos

Significa “mensageiro”, “enviado”. Neste sentido Deus pode enviar profetas (Is  14,32) ou sacerdotes (Ml 2,7) como seus mensageiros. Em textos anteriores à monarquia, o anjo é às vezes identificado com o próprio Deus (cf. Gn 16,7 e nota; 22,11-18; 31,11-13; Ex 3,2-5; Jz 2,1-4). A preocupação com a transcendência divina (Deus, um ser distante e diferente), leva a falar dos anjos como intermediários (Ex 14, 23,20-23, Nm 22,22-35, Jz  2,1-4, 6,11-24, 13,3-23, Gl 3,18-22Ex 14,19-20). Eles são, portanto, os mediadores da Aliança. À maneira de um monarca oriental, cercado de cortesãos, Deus passa a ser visto como rodeado de anjos (Gn 28,12, Jo 1,51, 1Rs 22,19-23, Is 6,2-6, Jó 1,6-12, Mt 16,27), organizados numa verdadeira hierarquia (Gn 3,24, Is 6,2, Ef 1,21, Cl 1,16, 1Pd 3,22,; 1Ts 4,16). A crença nos anjos se desenvolveu muito após o exílio. Por isso, o NT insiste na superioridade da mediação de Cristo sobre a dos anjos (Hb 1,4-6, 2,5-16, Ef 1,20-23, Cl 1,15-20).
                                              
      Dicionário Bíblico - Ítalo Fernando Brevi 

Se o próprio Criador estava no topo da escada, é obrigatória a presença de anjos ao redor dele: estão assistindo diante dele (Mt 4:11, 13:41, 16:27, I Co 4:9, Gl 3:19, Hb 2:2). A localidade não era favorável à vida. Jacó podia ter julgado ser o último lugar da Terra mas, a escada lhe mostrou a ligação do local ao próprio Céu! Por isso exclamou: ” Quão terrível é ESTE lugar!”. Os anjos, apesar de poderosos, trabalham para nós. Não há razão de supormos e criarmos adoração a eles (Cl 2:18). Nós iremos julgar vários deles (I Co 6:3).


Obs.: Na revista lemos ‘janela do Céu’ porém, a Bíblia diz porta.


CONCLUSÃO 

Ao término desta lição, passamos a aprender que os planos de Deus nunca serão frustrados na vida de um crente (Jó 42.2). Nem que para cumpri-los o Senhor tenha que discipliná-lo. A Bíblia diz “Porque o Senhor corrige o que ama e açoita a qualquer que recebe por filho” (Hb 12.6). Não importa se ele fuja de Deus ou não. O Senhor sempre encontrará um jeito de encontrá-lo no caminho.


Fontes:  

Bíblia Sagrada ARC
Dicionário Bíblico - Ítalo Fernando Brevi
Dicionário da Bíblia de Almeida -  2ª  ed. - SBB
Internet
Revista Jacó – Editora Betel - 1º Trimestre 2012 – Lição 04

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