segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

EBD Editora Betel - Jacó compra a primogenitura de Esaú

 
Obs.: queremos nos desculpar pelos apontamentos da lição nº 1. Apesar de termos sido os primeiros a postar material na Internet, nosso trabalho ficou deficiente devido à também deficiência da CONAMAD. Só viemos a receber a revista ONTEM (01/01/2012).

Escola Bíblica Editora Betel CONAMAD

LIÇÃO 02 - 08 de Janeiro de 2011 “Jacó compra a primogenitura de Esaú”

TEXTO ÁUREO

“E ninguém seja fornicário, ou profano, como Esaú, que por um manjar vendeu o seu direito de primogenitura”. Hb 12.16
fornicário, de fornicar = (baixo-lat fornicare) vti e vint 1 Ter relações sexuais ilícitas: Fornicar com prostitutas. Não fornicarás (Êxodo, 20,14 - trad. do Pe. Figueiredo). vtd 2 ch Importunar, maçar, mortificar.
O escritor da epístola faz um paralelo entre prostituição, como é mais conhecida e prostituição espiritual. Esaú se prostituiu amando mais as coisas terrenas que os benefícios celestes. Uma metáfora de suas relações com o próprio Deus! O mesmo autor no conclama a uma santidade prática no viver diário.

VERDADE APLICADA

O homem carnal não conhece Deus, não valoriza o que é espiritual e não se interessa pelo cumprimento das Suas promessas.
 Haveria como alguém não ser carnal aqui na Terra? Naturalmente que não mas, com o poder sobrenatural do E. Santo, podemos dar vida à nossa natureza eterna e celestial pois, somos vindos de lá! Por sermos feitura de Deus e termos recebido de seu espírito ao nascermos, temos natureza espiritual também.
Ao passarmos da devassidão e rebeldia para a obediência, começamos a nos voltar para o Criador. Nossa alma tem o desejo em si de adora-lo, de buscá-lo e de ter intimidade com ele. As coisas daqui passam a não mais preencherem nossas vidas e nem a serem mais nossa meta.

OBJETIVOS DA LIÇÃO

Apresentar que quem despreza Deus, por ele é desprezado;
 A Bíblia nos diz que haverá um dia em que Deus deixará de ajudar o homem: no dia do Juízo Final (Gn 6:3, Ap 20:11-15). Quem houver seguido o caminho fielmente, não deve temer nada. Já aqueles que pararam no meio da jornada ou foram rebeldes, padecerão eternamente.
Todos aqueles que buscarem o amparo de Deus, o encontrarão principalmente na Eternidade. Aqueles que o banalizaram,  viverão longe de sua palavra; sofrerão para sempre.

Ensinar a perseverar nas promessas de Deus;
 A perseverança é uma das capacidades /qualidades que Deus sempre aprimora em todos os seus servos. Durante toda a vida seremos sempre instruídos a esperarmos nele. Logo, aquele que espera firme, persevera. Não se trata de uma espera vegetativa e desolada mas, uma espera firme com o coração alegre por sabermos que nossa vitória não é nem no começo nem no meio. Nossa vitória é no final (Mc 13:13, I Co 1:8).

Mostrar o valor das promessas de Deus.
 Nossa comunicação (fala) com Deus é através da oração. Nos guiamos lendo na Palavra (Bíblia) sobre sua vontade e sua promessas. Temos o testemunho interno pelo Espírito Santo de que podemos seguir firmes e confiantes nele em todos os momentos (Is 34:16, Mt 28:20)

INTRODUÇÃO

Esaú e Jacó eram irmãos de caráter completamente distintos. Ao contrário de Jacó que tinha inclinações espirituais, Esaú se caracterizou por ser homem carnal. Suas ações foram frutos de seu coração mundano.
Essa é uma característica comum aos homens e mulheres que não servem a Deus neste mundo, e foi por essa razão que Jesus disse “Vos é necessário nascer de novo” (João 3.3).
 O princípio de uma vida no Espírito não é apenas ter sido educado num bom lar, ficar horas em oração ou jejum e nem ler a palavra. É primeiramente querer. É a atitude interna que faz alguém deixar as drogas, como exemplo. Não basta ir para as melhores clínicas, se afastar dos pontos de vendas ou receber bons conselhos. Deve-se desejar, antes de tudo. “Inclinações” nos fala especificamente sobre vontades e submissão a tal tipo de vida (Rm 8:4-8).
Quando não se tem o temor de Deus na vida, não há espanto nem vergonha de pecar: simplesmente não há a fé /ciência de que algo errado e muito grave está acontecendo. Muitos até dizem que não

1. COMPRANDO A PRIMOGENITURA (Gn 25.27-31)
A Bíblia diz do crescimento dos meninos; Esaú gostava de viver no campo e se tornou um bom caçador. Jacó, pelo contrário, era um homem sossegado, que gostava de ficar em casa.
Um dia, quando Jacó estava cozinhando um ensopado, Esaú chegou do campo, muito cansado, e foi dizendo estou morrendo de fome. Por favor me deixe comer dessa comida vermelha. Jacó  disse só se você me der o direito de filho mais velho.
Há muitos pais que planejam a vida dos filhos, quando deveriam entregar nas mãos de Deus e dar-lhe instruções, ensinar a prudência e amar a Deus. Não podemos determinar a profissão dos filhos, por exemplo. Isaque gostava mais do filho que era conforme ele mesmo. Talvez isto o tenha deixado mimado e sem temor a Deus, conforme vemos por suas atitudes.
Jacó era muito amado por sua mãe (preferido) por ser conforme ela mesma. Isso também não foi bom pra ele; vemos atitudes muito levianas em sua vida, ainda que na tentativa de acertar-se conforme os caminhos de Deus. Vemos na Bíblia Deus falando sobre o futuro de Jacó dominando sobre seu irmão. Eis o motivo de sua mãe tê-lo orientado a enganar seu pai. Devemos receber de Deus honestamente, no tempo dele.
1.1. O direito do primogênito
 Ser primogênito não era apenas receber posses ou dinheiro. Exigia obrigações e responsabilidades que não estavam nos pensamentos de Esaú, conforme vemos quando ele despreza tão facilmente ao trocar por um prato de comida. Com isso, demonstrou sua falta de consideração pelo que possuía. Já seu irmão, valorizava tanto que usou meios ilícitos para poder receber. Ele a comprou: “...vende-me hoje...” v.31 (vejam que ele não tomou nem roubou de fato; fez uma troca).
Quando um filho recebe tudo que sua alma deseja, está sendo ensinado que as coisas materiais são tudo de melhor nesta vida. Os pais são os responsáveis por mostrar o que é bom, o que é útil e o que é puro capricho. A vida de caçador que Esaú tinha, pode ter dado muito seguridade nos bens da vida. Era ele, a floresta e os animais. Desejou, caçou, teve. Jacó por certo deva ter ouvido muito sua mãe falar sobre o que Deus havia dito. Como Isaque amava mais a Esaú, talvez nem comentasse ou não se agradasse de falar sobre o futuro (seu preferido mais velho, ser servo do mais novo, um homem “do lar”).

Obs.: nos subtítulos a seguir, veremos mais sobre os direitos à época. Passados alguns anos, passou a vigorar na Lei, como explicado na revista.
1.2. A recompensa do primogênito            
 Na tradição dos povos do Oriente próximo, o primeiro filho teria privilégios frente aos outros irmãos. Em seu artigo Esau e Jacó em Luta na biblia Hebraica, Daisy Wajnberg afirma que com a morte do pai, o primogênito herdaria o poder no clã, recebendo dupla porção dos bens familiares. Esse pensamento estava presente diante de cada parto. Agora imaginem só, no primeiro nascimento a mãe dá a luz a dois filhos homens. Nesse caso, alguns segundos definiriam qual dos dois meninos seria o herdeiro que receberia a benção da primogenitura e perpetuaria o nome do pai.
As palavras hebraicas bekhorá (a primogenitura) no capítulo 25 e brakhá (a bênção) no capítulo 27 nos apresentam um jogo sonoro, como sugere Wajnberg, que ressalta a correlação que há entre a primogenitura e a bênção.
Nesse contexto, ao recém nascido Esaú é concedido o título de primogênito. Já a seu irmão Jacó, por ter nascido segurando o calcanhar de seu irmão, restou o título de suplantador. Em varias pregações que ouvi sobre Jacó era sempre deixada a impressão de que ele já nasceu com uma malícia voltada para o engano, como se o reflexo tão natural de um bebê que toca seu irmão gêmeo fosse um argumento irrevogável para avaliação do caráter, nem ainda formado.
Imagino o jovens Jacó crescendo sob esse estigma, vendo seu irmão mesmo que um pouco mais velho receber os privilégios desse fato, que talvez por esse motivo, não o valorizasse tanto. Aqui vemos Jacó passar pela primeira fase da sua vida, a fase do Jacó enganador. No versículo 33 do capitulo 25 vemos Esaú vendendo sua primogenitura a seu irmão (prática que era comum em algumas sociedades antigas), desprezando-a como relata o versículo 34, por um prato de comida. Jacó se aproveita da aparente falta de interesse de seu irmão e consegue um juramento concedendo a ele o direito de ser o primogênito.
                                               http://jovensdajuliocesar.blogspot.com/2008/05/vida-de-jac-parte-i.html

Talvez Esaú tenha achado que tendo vendido a Primogenitura, ficaria com todas as bênçãos materiais . Quando ele suplica por alguma benção que tenha sobrado (“...tens uma só benção, meu pai?..” Gn 27:38), não falou no assunto! Possa ter achado tratar-se apenas de um título, uma honraria espiritual, que ele desprezava.
A palavra ‘recompensa’ se aplica muito bem a Jacó, que fez de tudo para ter a primogenitura. Para quem apenas foi o primeiro filho, não se encaixa (por nada ter feito para merecer isso; era algo das práticas e costumes da época). Se Esaú tivesse dado valor, então haveria a recompensa. Entendemos só haver sentido para o significado desta expressão apenas desta forma.
 
1.3. A responsabilidade do primogênito
 ...Esaú vendeu sua primogenitura em um ato impulsivo, quando não conseguiu caçar nenhum animal; e, estando com muita fome, vendeu aquele direito por tão pouco. Os tabletes de Nuzi confirmam o fato de que o direito de primogenitura podia ser vendido. Os intérpretes percebem uma espécie de indiferença, por parte de Esaú, no tocante ao seu privilégio como primogênito. Seria mesmo difícil explicar por que razão ele fez assim, a menos que ele tivesse alguma atitude básica de indiferença para com seus direitos religiosos. Metaforicamente, isso fala sobre sua indiferença espiritual sobre questões importantes, um sinal típico do homem carnal. Esse foi o primeiro ato suplantador de Jacó a ser registrado na Bíblia, por causa do que ele adquiriu o seu nome. O segundo desses atos ocorreu quando ele enganou seu pai, Isaque, e recebeu a bênção paterna que se destinava a Esaú (Gn 27). Tal bênção, uma vez conferida, não podia mais ser revogada (Gn 27:33 ss), um detalhe igualmente ilustrado nos tabletes de Nuzi. Dessa forma, Jacó tornou-se o porta bandeira da promessa messiânica, e o cabeça da raça eleita, segundo aprendemos em Rm 9:10 ss. Esaú teve de se contentar então com uma bênção secundária, e com territórios menos férteis que aqueles prometidos a Jacó, isto é, Edom. Desnecessário é dizer que Esaú ficou furioso, tornando necessário que Jacó fugisse. Jacó, pois, fugiu para a terra natal de Rebeca, em Padã-Harã (ver Gn 26:41—28:5). Rebeca tinha a esperança que Jacó se casasse com uma mulher dentre a parentela dela, porquanto Esaú se casara com mulheres hititas (ver Gn 26:34 e 27:46).

Vemos que apesar de ter trapaceado para com o próprio Deus, na vida de Jacó existiram grandes momentos decisivos e de muita espera, sofrimentos, angústias e muito, muito trabalho. Realmente este homem construía! Verdadeiramente havia prosperidade onde ele punha suas mãos mas, estava sempre em ação. Ele sabia que no Egito, Deus havia feito os primogênitos como seus protegidos (os israelitas foram preservados). Nos momentos difíceis, vemos ele sempre buscando e esperando em oração. Onde ele acertava, Esaú errava. Ao casar, escolheu uma mulher da parentela de sua mãe, Rebeca. Esaú casou com uma hitita. Este é apenas um dos exemplos de como junto com a benção da primogenitura, Jacó arcou e cumpriu com as devidas responsabilidades, como também com todos os custos e conseqüências e normas.

2. A PROMESSA CONTINUA
Jacó era a terceira geração da família da promessa. Começou com Abraão, Isaque e a partir dali seria com Jacó.
O filho de Isaque, apesar de ter assegurada a promessa de Deus, usa de ardileza para alcançar os seus objetivos, mas haveria de pagar um preço alto por agir independente de Deus (Pv 16.1)
Jacó herdou a promessa por ser da linhagem de Abraão, que ouviu diretamente de Deus que sua descendência seria incontável. Desta vez, a aparente impossibilidade era Rebeca mas, com a súplica de Isaque, foi abençoada e concebeu.
Vemos que a mão divina sempre provia em favor do prometido ao amigo de Deus, Abraão. Operou nele, em Isaque, em Rebeca e muitíssimo em Jacó, o precipitado que agiu no afã de ‘ajudar’ o Pai.
2.1. Jacó tira vantagem da situação
 Tendo sempre em mente e no coração o que a presciência divina havia revelado à sua mãe, ele que desde o nascimento era aproveitador, vendo o desfalecimento de seu irmão, não lhe deu comida. Ele trocou por algo que pela condições naturais, não lhe pertencia (Esaú vendeu-lhe, por troca). Um grande perigo nos ronda ao forçarmos o cumprimento de algo, ainda que seja inevitável ou totalmente predito por Deus. Ele é soberano e não necessita de nossos atropelos.
2.2. Jacó exige juramento no acordo
 Apesar de estar com todas as condições de ditar as regras dali por diante, ele queria que fosse feito o tratado legal. Hoje seria como lavrar um contrato em cartório. Jacó visava o futuro predito, tanto a Abraão, quanto a Rebeca. Ele estava atento a cada oportunidade real e forjada. Nos dias atuais vemos homens arquitetando as coisas mais escabrosas sobre sucessões administrativas seculares, na própria igreja e, em alguns casos, há muitos lutando para terem mais e mais títulos.
Ainda quanto aos títulos, é sabe-se de mulheres nobres e batalhadoras que, cansadas do título de “esposa do Pastor”, pleiteiam títulos apenas por ego. A falta de título, ou a invenção / criação e até o recebimento dos mesmos, nem impedem nem facilitam por a mão no arado. Quando lemos são poucos os obreiros, claro está que se fala de ação, não de oficialatos. Sejamos mais maduros!
2.3. Jacó e Esaú eram antagônicos
 Apesar de trapaceiro e aproveitador, Jacó era um homem espiritual. Vemos confirmações disto em suas decisões e ações futuras. Sua vida foi uma busca constante pelas coisas do alto. Esaú desprezava tudo o que dizia respeito a isso. Suas aspirações eram totalmente terrenas e efêmeras. Errando, Jacó atingiu os objetivos principais. Mas isso não o livrou dos custos e conseqüências de seus erros. Passou a agir de formas corretas e honrosas. Deus quer nosso esforço tanto em prosseguir, quanto em nos aperfeiçoarmos.
Tais lições nos mostram que somos passíveis dos mesmos erros que cometeu tanto Jacó, quanto Esaú. Precisamos ter direções a seguir. Sem a mão do Pai a nos ajudar, livrar e prosperar, estamos destinados à perdição eterna ( ).

3. VALORIZANDO O QUE É ESPIRITUAL
Na história de homens e mulheres que têm sido instrumentos de Deus, eles são comparados a pedras que se pisam numa correnteza, por meios das quais se podem avançar. Jacó foi esse tipo de homem, que serviu de caminho para que Deus pudesse seguir adiante. Jacó ajudou a olhar para o futuro, enxergar além do horizonte.
Particularmente, preferimos dizer que há pessoas que comparam os instrumentos (homens e mulheres) às pedras dos rios, por não ter sido citada a fonte (que teriam dito isto em algum lugar na história).
Claro é que observamos e copiamos muitas pessoas mas, nosso exemplo sempre deve ser o próprio Senhor (que nunca errou e nem errará). Também é claro que cada um de nós deve ser um indicador de como proceder (HB 12:13). Se andarmos loucamente, haverá alguém a nos copiar (também loucamente se haverá). Não podemos jogar tudo pra Cristo, como uma forma de nos desculparmos pra andar desordenadamente.
Na história da Igreja, vemos pessoas tropeçantes mas, insistentes em tentar acertar (sempre seguindo). Paulo nos disse sobre isto (I Co 11:1). Na verdade, ele tinha a consciência de seu proceder. Tinha convicção de ser falho, mas seguidor do homem perfeito. Sigamos o exemplo de mudanças de Jacó!
3.1. A espiritualidade de Jacó
 A espiritualidade do patriarca era percebida pela sua determinação em estar no plano de Deus, ainda que haja saído dele por precipitações. Imaginamos que ele deva ter recebido muitos ensinos em seu piedoso lar. Seu pai era um ressurreto (ia ser sacrificado a pedido de Deus, mas foi livrado), além de ser um rebento milagroso na vida de um casal de idosos que nunca havia tido filhos! Fora estes fatos, ele ouviu do próprio Deus: “Eu sou o Deus de Abraão teu pai..” (Gn 26:24). Sua esposa era estéril, o que não o desanimou. Orou e ouviu que sua descendência seria multiplicada.
Uma falha dos pais de Jacó, foi a clara preferência de um filho para cada, conforme o seu gosto pessoal. Deus nunca nos ensinou algo assim. Apesar disto, o ensinaram como ter temor. Suas experiências pessoais também davam suporte a se crer num criador que domina sobre tudo: “...Pois tu és dominador sobre todos os reinos das gentes, e na tua mão há força e poder...” (II Cr 20:6).
3.2. Jacó, um homem de trabalho
 Por estar longe de casa, não houve como ser pago o dote para ter uma esposa (seus pais seriam os pagadores). Começou então, sua longa vida de trabalhador exemplar, com direito a ser trapaceado e tudo o mais. Não queremos dizer com isso, que ele era preguiçoso antes de ir procurar uma esposa. Era tão trabalhador, que conseguiu Raquel (segunda esposa) antes mesmo do pagamento, possivelmente por haver conseguido excelente credibilidade, ainda que fosse um multiplicador em tudo (Gn 30:27). Chegou a ditar seu próprio salário (Gn 30:28).
Quanto ao trabalho, não devemos nos escorar nos irmãos, mesmo que abastados. Contudo, apesar de termos que trabalhar enquanto necessário para sobrevivermos (I Ts 2:9, II Ts 3:10, II Co 11:9), também não nos escravizemos, seguindo a moderna visão de sucesso/conquistas. Temos que dosar nosso tempo para com as coisas do Alto.
3.3. Jacó feliz com a recompensa
             Sabemos que Jacó se arrependeu de seu erro e de suas trapaças mas, em nenhum momento o vemos dizer que estava desistindo de seguir o caminho de Deus. Por ter dado extremo valor às dádivas celestiais, chegou a ter mais que seu irmão materialmente. Esaú, que realmente valorizava mais a matéria, tornou-se um homem de muitas posses (Gn 33:9). Jacó chegou a transbordar, ao ponto de declarar “tenho de TUDO” (Gn 33:11).
As bênçãos celestiais o acompanharam tanto, que pôde abençoar o maior homem da época, Faraó (Gn 47:7). Contudo, não se ensoberbeceu e declarou que sua vida era pouca por reconhecer a grandeza de seu Deus (v.9) na vida de seus pais.
            Jacó pelejou por si só (de maneira leviana), por amar a Deus. Pelejou lado a lado as lutas dadas por Deus e pelejou com o próprio Deus até receber a confirmação de que era abençoado verdadeiramente por ele (Gn 32:26).

 
CONCLUSÃO
Apesar do ardil de que usou para com seu irmão, é possível identificar, em Jacó, o desejo de se ocupar com o que é sagrado. Que Deus nos ajude a entender os valores espirituais que, por Ele, são-nos entregues.

boa aula, bom domingo e boa semana. Soli Deo Gloria.

Fontes:
Bíblia Sagrada ARC
Revista: JACÓ - Editora Betel - 1º. Trimestre 2011 - Lição 02.
Dicionário Sacconi da Língua Portuguesa - Atual Editora
Dicionário Michaelis  Língua Portuguesa - Edição on-line
Comentario Biblico Mundo Hispano  - tomo 1 genesis
Um Guia de Estudo do livro de Gênesis - Ron Crisp
Comentário Bíblico - F. B. Meyer
Comentário Bíblico - Dwight Lyman Moody
Biblioteca Mundo Hispano - Nuevo comentario biblico siglo XXI AT/NT
Comentário Adventista AT/NT – Ellen G. White
Internet

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