segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

EBD Editora Betel - Jacó se casa com Raquel

meu amigo leitor,

Desculpe-nos a demora em fazer estes subsídios. estamos em término de entregar um projeto para cursos na Sociedade Bíblica do Brasil - RJ ("Edífício da Bíblia") esta semana, pois ficamos de entregar ao gerente, sr. Carlos para avaliação. Estamos em 'carga máxima'...

em construção:  Lição 06 - Jacó retorna à sua terra
Escola Dominical Betel  EBD Betel                                    

                                         Sorteio de bolsas de estudos D.A.


LIÇÃO 5 – 29 DE JANEIRO DE 2012  “JACÓ SE CASA COM RAQUEL”


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TEXTO ÁUREO

“E Jacó beijou a Raquel, e levantou a sua voz e chorou”. Gn 29.11

            Um versículo tão pequeno mas, com um significado enorme. Segundo Moody, Jacó “levantou os seus pés” (expressão idiomática hebraica indicando dificuldade e muito cansaço v.1) movido por estímulo divino, para seguir a difícil jornada aparentando falta de alternativas. Ao ver Raquel tão perto de si (sabendo que era apropriada pra ele – filha de Labão), e diante da preguiça dos pastores, moveu sozinho a enorme pedra do poço, ainda que havia tentado despacha-los querendo ficar a sós com sua prima. Seu choro é realmente comovente: alegria e reconhecimento da mão de Deus.

VERDADE APLICADA

“O casamento é uma bênção que homem e mulher receberam de Deus no Jardim do Éden, e deve ser constituído na vontade do Senhor”.

            A mulher não veio para o homem apenas na condição de cônjuge. O homem estava só e Deus não achou bom a solidão dele. Devemos viver não apenas em sociedade, grupos ou corporações: devemos viver em família! Eva veio na vida de Adão ser companheira, ajudadora, parte de família e cônjuge. Não lemos “não é bom que o homem esteja solteiro”...

OBJETIVOS DA LIÇÃO

Mostrar que Deus se interessa pelo relacionamento do casal;

            Além de abençoado por Deus, o casamento é um pacto, um contrato: “O marido pague à mulher a devida benevolência, e da mesma sorte a mulher ao marido” (I Co 7:3). E quem faz a fiscalização deste contrato é o próprio Criador. Ele mesmo adverte pra darmos honra ao matrimônio e que os libertinos darão contas a ele diretamente (Hb 13:4).

Ensinar que o casamento é uma bênção divina;

Se algo é feito por Deus, não nos intrometamos a destruir. Tudo o que ele determina e faz, é abençoado. Não foi o ser humano quem criou o matrimônio. Logo, por ser criação do Eterno, é abençoado: que ninguém intente desfazer isto! (Mc 10:9).

Demonstrar que as nossas experiências estão sob a direção do Espírito Santo.

Precisamos crer que as direções tomadas por nossa conta e risco, são por nossa CONTA E RISCO! Isso Jacó aprendeu e vivenciou durante anos a fio. Quando deixamos a direção de nossas vidas a cargo do Pai, tudo é bem encaixado. Tudo é na medida exata. A cada etapa, uma experiência proveitosa para nossas vidas e para aqueles que estão ao nosso redor, tanto aos fortes, como aos fracos. Para os fiéis como para os incrédulos (Jo 3:8).

GLOSSÁRIO

Avidez: Desejo vivo e ardente, imoderado por algo (ou alguém);
Pudico: Que se retrai e se envergonha facilmente; encabulado;
Monogamia: Sistema social em que não é permitido ao homem ou à mulher ter mais de um cônjuge ao mesmo tempo.

LEITURAS COMPLEMENTARES

·    Segunda feira: Gn 2.21-25
·    Terça feira: Ef 5.22-24
·    Quarta feira: Ef 5.25-28
·    Quinta feira:  Cl 3.18
·    Sexta feira: Cl 3.19
·    Sábado:  Gn 29.18-19


INTRODUÇÃO

Na lição de hoje, serão analisados um pouco da história de amor de Jacó para com sua esposa predileta Raquel; sua jornada de solidão e dificuldades até chegar ao encontro com seu tio insensível Labão na terra da Mesopotâmia, e ainda o nascimento dos filhos daquele que seria conhecido mais tarde como Israel.


1. JACÓ ENCONTRA COM RAQUEL (Gn 29.6)

Abraão, avô de Jacó, enviou seu servo ao poço para encontrar Rebeca e buscá-la a fim de que ela se casasse com Isaque. Aquele poço romântico virou ponto de referência entre os casais da família da promessa. Apenas com um cajado na mão e sem dote, Jacó vê sua futura esposa e tem amor à primeira vista.

Afirmar que este poço era o mesmo onde Jacó encontrou Rebeca é na base da alta probabilidade (“...Possivelmente foi o mesmo poço onde Eliézer encontrou Rebeca para o jovem Isaque...” D. L. Moody). O fato de se esperar pela chegada de Raquel, uma mulher, pode indicar que este poço estivesse sob sua guarda ou fosse seu, conforme adverte o Rev. A. R. Buckland. A cultura oriental não honraria uma mulher com tal espera. A poética dada aos possíveis encontros neste posso é bela, mas não é totalmente certo ser o mesmo poço.

1.1.  A jornada de Jacó

Vide comentário sobre o Texto Áureo

            Notemos que a Betel na ocasião desta viagem estava desolada, deserta e sem condições favoráveis à vida. Nem ao menos possuía santuário (que Jacó providenciou urgentemente). Futuramente iria tornar-se célebre, populosa e acorreriam multidões para ela. Quão espirituoso era Jacó. Como ele era determinado. Não temos detalhes dos equipamentos e nem de sua bagagem mas não possuía valores consigo (ao menos não tinha nenhuma fortuna; não teve como pagar o dote por Raquel). É Bem possível que sua jornada tenha havido falta de recursos e de segurança: “...Se Deus for comigo, e me guardar nesta viagem que faço, e me der pão para comer e vestes para vestir, e eu em paz tornar à casa de meu pai, o SENHOR será o meu Deus...” (Gn 28:20-21). Tais palavras não geram conclusões de boas condições.

1.2. O choro de Jacó

Vide comentário sobre o Texto Áureo
            
             “E Jacó anunciou a Raquel que era irmão de seu pai e que era filho de Rebeca. Então, ela correu e o anunciou a seu pai (v. 12).” tal texto nos fala da alegria de conhecer um parente distante e da hospitalidade prática. “E aconteceu que, ouvindo Labão as novas de Jacó, filho de sua irmã, correu-lhe ao encontro, e abraçou-o, e beijou-o, e levou-o à sua casa. E contou ele a Labão todas estas coisas (v. 13)”. A conclusão deste versículo nos sugere que Jacó tenha contado os fatos de sua viagem (todas estas coisas – como coisas recentes). Jacó encontrou uma outra família para o alegrar após a angústia de sua jornada solitária e perigosa. Pena que a receptividade amorosa e desinteressada duraria apenas um mês.

1.3. O encontro com Labão (Gn 29.12-14)

Labão, irmão de Rebeca, neto de Naor, ficou felicíssimo em poder dar as boas-vindas a alguém que era de sua própria família. Já se passara tanto tempo desde que sua irmã partira como noiva de Isaque. Alegremente recebeu o filho de Rebeca no seio de sua família. Talvez ele se lembrasse da generosa demonstração de riqueza feita por Elíézer. Talvez ficasse impressionado pela robustez do  jovem, que poderia dar um bom pastor. Quase com certeza ele considerou a possibilidade de um marido para suas filhas.

                                                                              Comentário Bíblico Moody – Gênesis

Oportunidades. Jacó não apenas estava deixando suas práticas oportunistas (estava fugindo), como passou a aproveitar todas as oportunidades de demonstrar com atitudes, aquilo que ele era, desejava e pensava. Talvez ele próprio nunca tenha contado todos os detalhes nem todos os fatos de seu passado no novo lar (de igual modo conosco, nos céus). Após um mês, ele se propôs a ter como salário, a mão de sua prima Raquel. O que foi de bom parecer a seu tio-patrão. Mais tarde vemos este se negando a deixar ir embora tamanha potência de trabalho e prosperidade. Mas todos viam algo sobrenaturalmente fantástico nele e no fruto de seu trabalho (Mt 3:8, 7:16-17). Verdadeiramente Deus estava com este homem. Deus estava já no mais profundo cumprimento de sua parte no voto de Jacó.


2. JACÓ TRABALHA POR RAQUEL

Como Jacó aproveitou a ambição* de Esaú quando lhe vendeu a primogenitura, estava na hora de Labão aproveitar o desejo de Jacó de casar com Raquel. Com um plano sagaz, consegue que o Jacó trabalhe quatorze anos para recebê-la como esposa. Sete anos era uma boa oferta, pois Jacó não queria se arriscar a uma recusa. Só que ele teve que trabalhar mais sete, pois Labão estava dando a Jacó o remédio que ele bem conhecia “a esperteza”.

* Certamente a intenção do comentarista era algo como necessidade, desespero ou fraqueza. Não conseguimos ver sentido pra ‘ambição’ no enredo destes atos de Esaú.

Deus permitiu Labão aproveitar-se do interesse de Jacó por Raquel de forma semi-escrava pois, além da trapaça inicial, mais à frente ele tentaria enganá-lo na questão dos rebanhos. Por outro lado, vemos o que a mão de Deus pode fazer em benefício da vida de alguém: por Léia, Jacó pagou (trabalhou) e depois levou (casou). Já com Raquel, ele levou primeiro pagando já estando casado. Certamente a virtude do Alto gerou em seu sogro tamanha credibilidade em Jacó a ponto de permitir isto. É bem notável os sete anos propostos por Jacó como um valor irrecusável, segundo os eruditos.

2.1. Recebendo a Léia

Notamos uma desconformidade no entendimento quanto aos olhos de Léia: não é possível precisar eram sem brilho, se eram enfermos ou se ela própria possuía alguma deformidade ou má aparência. Von Rad nos diz que os homens orientais apreciam muito as mulheres com olhos vivos e ardentes e prossegue dizendo que o adjetivo [raj] pode ser traduzido por “terno” ou “débil”. È interessante que daí em diante não mais é citado nada sobre isto. Por outro lado, ao escolher pelo aspecto, Jacó amou uma mulher estéril. Não sabemos se Labão priorizou (com ardil) casar a mais velha pelas normas e costumes ou por ter percebido dificuldades para isto. Ele fez questão que se cumprisse integralmente os festejos nupciais para poder ver a questão de ceder (vender) Raquel. Na ARA, lemos : “17 Léia tinha os olhos enfermos, enquanto que Raquel era formosa de porte e de semblante”. Isto nos sugere, por omissão, detalhes sobre Léia: ela poderia ter porte pouco formoso (talvez simples má postura ou algo assim) ou pouca formosura de semblante (rosto ou expressões faciais pálidas, inexpressivos ). Ou, até mesmo, quase nenhuma destas características.

2.2. Recebendo Raquel

“...Lia e Raquel, ambas eram moças casadouras. Labão nunca perdia a oportunidade de fazer um bom negócio. O jovem sobrinho vindo das montanhas logo aprenderia a  lidar com ele cautelosamente. Na verdade, Jacó aprenderia a superar o principal trapaceiro de todos os "filhos do Oriente". Raquel era excepcionalmente linda e atraente e Jacó já estava impressionado com ela. As Escrituras dizem, Jacó amava Raquel (v. 18). Lia, a irmã mais velha, estava longe de ser  bonita. Seus olhos não tinham o brilho, a vivacidade  e atração que os homens admiram. Mas Lia ficou tão firmemente evidenciada na história sagrada que gerações sucessivas teriam de levá-la em conta. Seria um dos seus filhos que seria escolhido para tomar lugar na linhagem messiânica. Estes quatro – Labão, Jacó, Lia e Raquel –  foram figuras significativas no procedimento divino com Seu povo escolhido.”

                                                                              Comentário Bíblico Moody – Gênesis

            Jacó obteve a permissão de Labão e promessa, de que após os festejos, receberia Raquel. Lemos que ele cumpriu a entregando logo em seguida. Entende-se que haveriam  novos festejos do novo casamento tanto pela cultura, quanto pelo afeto: ele amava muito a Raquel. Diz o verso 20 que ele não se importou com o tempo (sete anos), pelo grande amor que sentia. No v.31, vemos que Léia sofria desprezos e Raquel era estéril (possivelmente se sentia mal com isto).

Obs.: Atenção! Os comentários da revista colocam que foram quatorze anos por Raquel. Na verdade, o tempo total até ele pagar TUDO é que foram quatorze. O texto é bem claro quanto a isto: Léia custou sete anos e Raquel foi recebida ANTES de começar a ser pago outros sete!

2.3. Jacó aprendendo

Agora Jacó estava diante de um mestre no engano: Labão. Mas tais aprendizados faziam parte de seu passado. Iria agora lutar para mostrar que realmente estava seguindo a Deus. Entretanto, o fato de sermos servos de Cristo, não nos impede de usarmos estratégias! Agora Jacó não mais trapaceava; ele usava as armas do bem (Mt 10:16, Rm 13:12, II Co 6:7). Entendemos que “pontos fortes e negativos (revista)” só pode ser aceito como se for no sentido de que havia muita coisa negativa (ruim ou questionável) mas intensas e difíceis de mudar (a construção “quebrar pontos fortes” é dúbia). Um homem apaixonado e seguindo seus sonhos (literais) e direção de Deus sofrendo nas mãos de um malvado é romanticamente ludibriador. Ele estava era sendo moído na Escola do Pai! Nossa vida pregressa pode nos deixar ervas daninhas excessivamente, alguns espinheiros gigantes, dívidas, má fama irreversível, até.


3. OS FILHOS DE JACÓ

Os filhos de Jacó deram origem às doze tribos de Israel. Em suas relações familiares Jacó prosseguiu semeando semente de amargura. Sua frieza para com a esposa não desejada é compreensível, (Gn 29.31) mas Deus, segundo o texto, contempla Léia com a fertilidade. Os frutos de intriga e misérias, desse período, acompanharam as tribos através da sua história. Assim, faz-se necessário examinar como se relaciona cada marido e esposa; irmãos e irmãs para que a história da família de Jacó não se repita na casa de cada um.

Com Léia, vemos o patriarca vivendo com indiferença. Com seus filhos, vemos ele permitindo situações que gerariam muitos acontecimentos ruins, gerando todos os maus frutos relativos a convivências cheias de tristezas e amarguras. Sua maneira de tratar Léia, era esperada mas, não aceitável (discordamos da revista nisto). Tanto que esta obteve a fertilidade, tida como muito grandiosa benção à época (e realmente sempre o será). Enquanto Raquel, a amada, era estéril. Precisamos ver muito cautelosamente o viver familiar em nosso meio, em nossas vidas e na sociedade ao nosso redor! Quantas coisas trágicas, horrendas, mesquinhas e vergonhosas poderiam ter deixado de existir nas tribos de Israel, se Jacó tivesse sido mais atuante, mais doador de si e amoroso. Os pais e tutores são mestres, líderes, mordomos e pastores.

3.1. Filhos de Jacó com Leia

Ruben, Simeão, Levi, Judá, Issacar, Zebulom e Diná. Estes foram os filhos que teve Leia, a desprezada de Jacó. Deus falou e obrou já ali nos dias deles maravilhosamente: de Judá, veio a linhagem do Messias e de Levi, os adoradores sagrados (levitas). Cada nome tem uma significação com a vivência daquele momento. Não fosse o desdém de seu marido, ainda sofria a fria rivalidade de sua irmã mais nova, revelada até mesmo nos nomes escolhidos de alguns de seus filhos.

“O desejo de ser a mãe da Semente prometida, bom em si mesmo, porém amiúde demasiado grande e irregular, junto com a honra de ter muitos filhos e a censura de ser estéril, foram algumas das causas desta inconveniente disputa entre as irmãs. A verdade parece ser que elas estavam influenciadas pelas promessas de Deus a Abraão, a cuja posteridade tinha-se feito a promessa das mais ricas bênçãos, e de quem sairia o Messias.

...Se seu coração não tivesse estado influenciado pelas más paixões, Raquel teria pensado nos filhos de sua irmã, mais próximos a ela e com mais direito a seu carinho que os de Bilha. Porém lhe eram mais desejáveis os filhos aos que ela tinha direito de mandar que os filhos aos que ela tinha mais razão para amar. Como exemplo precoce de seu poder sobre estes filhos, ela se compraz em dar-lhes nomes que levam em si a marca de sua rivalidade com sua irmã...”

Comentário Bíblico do AT - Matthew Henry

3.2. Filhos de Jacó com as servas

            A estranha entrega de servas aos esposos (para o Ocidente) era, à época e região, muito comuns.com estas, Jacó foi agraciado com mais quatro outros filhos. Vemos a característica servil das mesmas devido a não terem sido possuídas de imediato. Não era casamento, nem afeto nem puramente lascívia: era “usufruto” de um bem, a modos beber o leite do próprio rebanho.Parece-nos que para Jacó, tal prática era comum, pois via isto em sua família desde Abraão, além de ver também nos povos e famílias em redor.
           

3.3. Filhos de Jacó com Raquel



Raquel foi a genitora da Linhagem da salvação da existência humana: José, o livrador da fome do Império! Por meio de sua  vida sofrida, mas glorificado depois, vemos nisto a figura de Cristo, o Salvador de toda a Humanidade. Seus filhos, porém, não foram dados de imediato. Primeiro, importunou seu esposo (Gn 30:1 e 2) que a repreendeu de imediato por requerer dele tal graça (que é dada por Deus):


Jacó amava a Raquel e, portanto, a repreendeu por falar mal. As reprimendas fiéis revelam um verdadeiro afeto. Deus pode ocupar o lugar de qualquer criatura em nós, mas é pecado e tolice colocar uma criatura no lugar de Deus e depositar na criatura a confiança que somente a Ele deve dar-se. Jacó, convencido por Raquel, tomou a Bila, donzela dela, como esposa para que, conforme com os costumes da época, seus filhos fossem de sua senhora.

Comentário Bíblico do AT - Matthew Henry



            Vemos tamanha rivalidade e inveja em Raquel, que esta chegou a negociar e brigar por flores (ainda que pudesse estar pensando receber fertilidade com isto, segundo crenças pagãs). Quando então, se lembra de buscar humildemente o Deus de Jacó, recebe alegria em seu viver (Gn 30:22).   
   


CONCLUSÃO

Apesar de todas as tribulações por que Jacó passou até formar sua família, foi abençoado por Deus. O Texto bíblico diz “E cresceu o varão em grande maneira, e teve muitos rebanhos, e servas, e servos e camelos e jumentos” (Gn 30.43). Quando a promessa de Deus está sobre uma pessoa, onde ela for Deus a abençoará.


Extra

Jacó em Harã é uma figura profética do que viria acontecer séculos mais tarde com a nação que dele descenderia:
·         estava exilado, fora da terra prometida
·         não tinha altar (Oséias 3:4-5)
·         recebeu um nome mau, e má fama (capítulo 31:1, Romanos 2:17-24)
·         mas estava debaixo da proteção do SENHOR, por causa da promessa (capítulo 28: 1 5, Romanos 11:28-29)
·         e foi trazido novamente à sua terra (capítulo 31:3, 35:1-4, Ezequiel 37:21-28).
Jacó não foi abandonado, mas teve que colher o fruto do mal que havia semeado em seu lar.


                                                                                              R. David Jones

Fontes:

Bíblia Sagrada ARC
Bíblia Sagrada ARA
Pequena Enciclopédia Bíblica - Orlando Boyer - Inst. Bíb. das Ass. de Deus - SP
Bíblia de Estudo de Almeida - SBB
Nuevo Comentario Biblico Siglo XXI  AT - G.J. Wenham, J.A. Motyer, D.A. Carson, R.T. France  Editoraial Mundo Hispano - 2003
O Novo Comentário da Bíblia AT e NT - F. Davidson - Ed. Vida Nova
Comentário Bíblico do AT e NT - F. B. Meyer - Ed. Betânia
Comentário Bíblico do AT - Matthew Henry - Ed. CPAD
Um Guia de Estudo para o Livro de Gênesis  - Ron Crisp
Dicionário Sacconi da Língua Portuguesa - Atual Editora
El libro del Génesis - Gerhard Von Rad - Ediciones Sígueme - Salamanca - Espanha - 1982
Dicionário Bíblico Universal - Rev. A. R. Buckland - Ed. Vida
Internet
Revista: JACÓ - 1º Trimestre 2012 - Lição 05 - Editora Betel

                 



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