segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

EBD Editora Betel - Jacó em Siquém


Assembleia de Deus de Madureira - CONAMAD

LIÇÃO 8 – 19 DE FEVEREIRO DE 2012  “JACÓ EM SIQUÉM”
Escola Dominical Betel                                EBD Betel   Jacó em Siquém                                       Jaco em Siquém                                            Jacó em Siquem                                 Jaco em Siquem

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TEXTO ÁUREO

“E vieram os filhos de Jacó do campo, ouvindo isso, e entristeceram-se os homens, e iraram-se muito, porquanto Siquém cometera uma insensatez em Israel, deitando-se com a filha de Jacó; o que não se devia fazer assim”. Gn 34.7
                                                                                                  
            Diz a Bíblia “irai-vos e não pequeis...” (Ef 4:26). A ira é natural ao homem, não é saudável, não gera frutos pacíficos nem bons, mas é do homem. Momentos de reflexão, de equilíbrio e de busca da Graça, nos fazem agir conscientemente e, preferencialmente, segundo a Palavra (Tg 1:19). Obedecer às orientações do Alto, nos poupam de muitas amarguras, mesmo em momentos de desespero e de amargura.

VERDADE APLICADA

Diante do perigo, o que nos leva a vencer o medo e a ansiedade e permanecer firme, é a confiança nas promessas de Deus.

A Bíblia é o livro das Promessas das Promessas. Não há outro igual: tudo tem se cumprido. Temos a fé embasada na própria História e na experiência: o que ele prometeu, é fiel para cumprir (II Pe 3:9)e suas promessas não cairão nem tardarão (Is 34:16, Ef 4:10). Precisamos colocar em prática a fé em suas palavras e a própria Perseverança, que é o exercício contínuo da própria Paciência em amor, em gozo e em boas obras(Lc 6:49, Rm 5:3-5, Ef 2:10) .

OBJETIVOS DA LIÇÃO

Ensinar que quando confiamos em Deus não precisamos temer ao homem; (Sl 56:11)

Lembrar que temos que cumprir os votos que fazemos a Deus; (Dt 23:21)

Mostrar o perigo das amizades com os ímpios.(Pv 22:24, Tg 4:4)

GLOSSÁRIO

Aplacar: Fazer diminuir a força, o ímpeto de; tornar mais brando, plácido; acalmar; serenar;
Constituir: Dar existência a; criar, formar, organizar;
Dispensação: Período de tempo os quais Deus trata com o homem, em relação a revelação a este concedida.

LEITURAS COMPLEMENTARES

·    Segunda feira: Gn 33.1-4
·    Terça feira: Gn 33.5-7
·    Quarta feira: Lc 9.57-62
·    Quinta feira:  Ec 5.1-4
·    Sexta feira: Dt 22.28,29
·    Sábado:  2Co 6.14-16

Obs.: a leitura da quarta-feira nos veio como fora dos contextos dos assuntos. Se alguém quiser nos mudar a posição, ponha comentários no D.A., que iremos avaliar com carinho ;)


INTRODUÇÃO

Essa lição vai mostrar que todas as aparições de Deus não foram suficientes para dar segurança e produzir transformação total na vida de Jacó. Muitos crentes acham que experiências específicas com Deus são suficientes para promover mudanças radicais. É preciso lembrar que a vida com Deus é resultado de uma jornada e não de eventos isolados como no caso de Jacó.

Um dos maiores erros é achar que após uma ou outra benção ou experiência, sairemos mudados de água para vinho (ou sebo para sabão). A Santificação não é nem se parece com Santidade, exclusiva de Deus. Paralelamente ao passar dos dias, vamos nos aperfeiçoando para o uso do Pai, conforme ele próprio nos concede tais oportunidades. Por mais que procuremos nos mostrar mudados, ele sonda nosso interior (Sl 139:1-16). Além disto, nossos frutos mostrarão a realidade, e os homens verão nossas obras. O fogo queimará todas as palhas... (I Co 3:12).


1. O REENCONTRO COM ESAÚ (GN 33.1-20)

O reencontro é uma experiência clássica de reconciliação. Quando Jacó viu que Esaú estava chegando com os seus quatrocentos homens, dividiu os seus filhos em grupos, que ficaram com suas respectivas esposas Léia e Raquel, bem como suas criadas. Jacó separou estrategicamente sua família e suas posses no intuito de estabelecer, antes do encontro, um ambiente de paz; pois sabia da animosidade que havia na família.

VIDE LIÇÃO SUBSÍDIOS D.A. DA LIÇÃO ANTERIOR

1.1.  O presente de Jacó a Esaú

Sucote : cabanas.

Algo dentro do Patriarca Israel, o fez não querer manter proximidades com Esaú. Possa ter sido uma direção divina, um receio das futuras atitudes e ações ou desejo de sempre prosseguir; voltar a morar próximo de seu irmão não era uma opção para ele. Em Gn 33:12,o  vemos dialogar induzindo Esaú a se afastar, achando que seguiria atrás dele em seguida. Ao ver Esaú distanciando-se, certamente ficou em grande alívio. Livre de Labão, como poderia ele pensar em ficar dependente de outros em suas decisões e em sua vida?

1.2.  Apresentando sua família

A ordem de apresentação de sua família, nos faz um espelhamento com o recebimento de troféus em um pódio: do 3º, passando pelo 2º e, por último, o 1º lugar. Começava aqui uma grande escola no seio familiar sobre favoritismos e acepções. Afinal, havia ele sido ensinado de igual modo: ele era o preferido de Rebeca, sua mãe. Tal escola, no futuro gerou muitas e muitas guerras e intrigas e muitos dissabores para Israel. Consideremos também a avaliação dos especialistas sobre os filhos criarem pra seu benefício, situações inexistentes, usando de manhas...

1.3.  A reconciliação

Restabelecer a paz entre partes discordes ou que guardem entre si históricos de trapaças, enganos, mágoas, calotes e outros, não depende apenas de Deus nem somente de Deus e uma das partes juntos: precisa que Deus abençoe as partes que se proponham entre si a MANTER a paz, após restabelece-la! Se por um lado Esaú estava receptivo e amável, Israel tinha suas dúvidas quanto ao futuro. A maior parte de tais transtornos, cresceram das sementes por ele plantadas por ser afobado (quanto às promessas de Deus) e leviano (usava qualquer método, pra alcançar coisas celestiais – ainda que excelentes coisas...). Lembremos que, ao brotar (ou darmos espaço) sentimentos bons, planos puros ou desejo de reconciliações em nossos corações, primeiro isto estava no coração do Pai!


2. A VIDA DE JACÓ EM SIQUÉM

Deus queria que Jacó voltasse para a terra de seu pai, mas ele permaneceu em Siquém que era uma parada no caminho de Canaã. Primeiro ele construiu uma casa em Sucote, e por fim comprou uma parte do campo e armou a sua tenda. Ele não havia chegado a Betel nem a Hebrom; estava apenas em Siquém e habitava ali, e não apenas habitava, mas comprara uma terra, e isso demonstrou que Jacó não aprendera adequadamente a lição. A diferença da família dos patriarcas com os demais povos da época era a relação que estes tinham com Deus, pois eles eram monoteístas e desfrutavam das revelações e promessas de Deus, e, hoje, é essa a diferença da Igreja para com o mundo e suas religiões. A Igreja por servir ao Deus Vivo tem um padrão moral que o mundo não conhece e nem compreende (Mt 16.18; 1 Co 1.2; Ef 5.27; Ap 3.20).

Vemos em Gn 31:3 a clara ordem e autorização de Deus: voltar à terra de seus pais. Seu destino deveria ser sem paradas, se fossem rápidas ainda se relevava. Mas ele construiu morada em Sucote, depois comprou um campo, fixando-se mais ainda. As nações em redor, eram completamente alheias à Palavra de Jeová e politeístas. Deus sempre falou sobre um povo separado para si; Israel começava, então, a se misturar com todas as nações que mais tarde seriam ou extreminadas ou expulsas, a mandos expressos. Betel e Hebrom ficavam cada vez mais distantes, não apenas fisicamente, mas das almas destas pessoas. Meditemos que, em resposta às promessas de Deus a Abraão neste local (a Terra aos seus descendentes, não a ele mesmo), construiu ele o primeiro altar. Era a segunda aparição de Deus a ele.

2.1. O altar levantado em Siquém

            Cem peças de prata/dinheiro. Jacó comprou a uma área numa cidade que ficava ao perto do sopé do Gerizim , cerca de 80km ao norte de Jerusalém. Ali foi o primeiro acampamento de Abraão, na Palestina, ali ficava o Poço de Jacó e o Carvalho de Manre. Tal área foi passada à José, onde este foi sepultado. Provavelmente, Israel haja enterrado seus ídolos ao pé desta mesma árvore. Seguindo o ensino prático de seus antepassados, Jacó também levantou um altar. Estava pregando as bondades de seu deus, o verdadeiro Deus [El-Elohe-Israel: Deus(o Onipotente) é o Deus de Israel]. Devemos sempre observar as históricas e instrutivas instruções dos lugares, nomes e eventos na Bíblia.

2.2. O altar lugar de adoração

ALTAR

Estrutura elevada, onde se oferecia incenso e se queimavam os sacrifícios em honra dos deuses... Nos tempos patriarcais, levantavam-se altares no lugar onde se levantavam as tendas. Em circunstâncias especiais também levantavam altares para oferecerem sacrifícios a Deus(Gn 7.20, 12:7, 22:9, 35:1 e 7, Ex 17:5, 24:4).
A lei fundamental do altar hebreu... ordenava a ereção de um altar de terra ou de pedras no lugar onde a Divindade se manifestasse.
Dicionário da Bíblia - John Davis

...o altar servia em geral para oferecer sacrifícios; ocasionalmente é um monumento que lembra experiências religiosas dos patriarcas (Gn 12,8; 13,8; 26,25; 33,20). O altar tinha nos ângulos quatro pontas salientes, chamadas também “chifres”; elas simbolizavam o poder e a força de Deus (Ex 27,2; 37,25). Um criminoso agarrando-se nelas poderia garantir para si o asilo (21,14; 1Rs 1,50) e escapar à vingança de sangue. No templo havia o altar dos holocaustos e o altar do incenso.
No NT o altar perde sua importância, pois Cristo aboliu com seu sangue os sacrifícios cruentos do AT (Hb 9,28). Em seu lugar ganhou importância a mesa, pois a eucaristia celebra a ceia do Senhor (1Cor 11,20).

                                           Dicionário Bíblico Católico – Internet (sem autoria)


Altus (Latim) : elevado

                Lugar de matança. Fala-se de matanças de animais inocentes, no AT. No atual testamento, o Novo, aprendemos que o ofertado, agora somos nós: sacrífício de adoração, vida de renúncia, de negar-se a si mesmo e ser fiel até a morte em todo instante e em todos os dias - seja a vida retirada por algo ou alguém ou partida natural (I Cr 16:25 e 35,Sl 34:1, 106:47, Lc 9:23, Ef 1:12, Fp 4:8).

2.3. O altar é para adoração ao senhor

Adoração

Respeito e honra que se prestam a uma pessoa de distinção (Lc 14:10). Neste sentido, a palavra adoração é obsoleta. Adoração presta-se a alguém que possui atributos divinos (Mt 14:33, 15:25, Ap 14:7). Deus proíbe que se preste adoração a não ser a ele só (Ex 20:3, 34:14, Mt 4:10, At 10:25, Ap 19:10). Os atos externos de adoração representavam um dever de civilidade para com as pessoas de elevada posição como Esaú, José ou os soberanos (Gn 33:3, 42:6, 2 Sm 24:20), ou de adoração a Deus (Gn 24:52, Sl 94:6). Tais manifestações religiosas não se devem prestar aos ídolos, conforme proíbe a Lei em Ex 20:5.
                                                                                              
Dicionário da Bíblia - John Davis

                Adorar a Deus está além de emoções, ideologias, cultura, momento financeiro, de humor ou de saúde e até de calor ou frio: é algo que transcende as explicações vocabulares. Quanto mais nos aproximamos dele, mais nos prostramos e o reverenciamos! Não é um agradecimento por bênçãos, livramentos, curas ou por estarmos vivos. Louvamos ao Senhor do Senhores por sua Grandeza, Magestade,Excelência e Domínios eternos e incomparáveis.Além do mais, fomos criados para louvor de sua Glória (Rm 9:23, Ef 1:12 e 14).


3. PRESERVANDO A IDENTIDADE

Um dos grandes perigos que o povo de Deus enfrentou e ainda enfrentará enquanto estiver aqui na terra, é a mistura com povos que não temem ao Senhor. Isso aconteceu no tempo de Noé (Gn 6.2), Jacó estava diante de uma situação semelhante (Gn 34.9) e o apóstolo Paulo recomenda às Igrejas que isso deve ser evitado, pois este tipo de união desagrada a Deus (2Co 6.14-17).

Deus instruiu expressamente desde cedo ao seu povo para que se separasse das práticas e aculturações pagãs (Js 23:7). Vemos já no Edem, a questão do ver, saber das restrições, resistir e não participar (Gn 2:15 e 16). Muitas vezes ele nos quer distantes fisicamente, por conhecer nossa estrutura, pela inocência e incapacidade de alguns (crianças e jovens) ou pela sua Presciência. Se onde estivermos passando, pregando, ensinando, trabalhando, orando, louvando e peregrinando, nada de diferente estiver acontecendo, possivelmente nós é que estamos sendo trabalhados por aquelas pessoas ou por aquele lugar.

3.1. O passeio de Diná

            Porque nós teimamos em nos prostrarmos diante dos mais diversos e podres programas de tv, rádio, cinema, filmes, seriados, debates, variados festivais de futilidade e culto à lascívia, permissividades e tantos outros sentimentos e desejos que nos tragam para o abismo (não apenas condição, mas de Juízo Eterno)? Como se isso fosse pouco, ainda fica-se à mercê de domínios cultuais (corporações e grupos de altos índices de audiência/vendas), nos rendendo por vermos pessoas rendidas e acharmos que temos que seguir o caminho das massas. Esta conversa dos infernos de “examinar de tudo” (ainda fazem alusão a Paulo...), é apenas por não enxergar os desejos de “cair na gandaia”, ainda que apenas olhando (e se deliciando internamente). Tiremos estas “janelas” da frente de nossos olhos e estes folguedos e argumentos malignos de nossos ouvidos e mentes. Não caminhemos com Diná a ir “ ver as filhas da terra”!

3.2. A vingança de Simeão e Levi

            Não podemos nunca afirmar que Diná fora maltratada após o pacto entre os dois povos: a luxírua de Hamor transformou-se em amor (Gn 34:8). Ele não estava pagando uma multa por um crime. Fora harmoniosamente acordado entre os líderes (dois dos filhos de Israel maquinavam secretamente) as condições de aplacar corações sobre o crime. Iriam casar, inclusive o povo de Siquém já estava em pleno cumprimento de sua parte no trato! (Gn 34:24).

As conseqüências dos atos de Siquém foram muito maiores do que ele poderia ter imaginado. Os irmãos de Diná foram ultrajados e decidiram vingar-se. Dor, decepção e assassinato se seguiram. O pecado sexual é devastador porque suas conseqüências são de grande projeção.
Ao buscarem vingança contra Siquém. Simeão e Levi mentiram, roubaram e assassinaram. Seu desejo por justiça era correto, mas o modo de alcançá-la, não. Por causa do seu pecado, Jacó os amaldiçoou quando estava no leito de morte (49.5-7). Após algumas gerações, seus descendentes perderam a parte da terra prometida que lhes cabia. Quando você estiver sendo tentado a pagar o mal com o mal, deixe a vingança com DEUS e poupe a si mesmo das terríveis conseqüências do pecado.
                                                                                               
                                                                                                       Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal – CPAD

            É estranho o silêncio de Jacó(v.5) e de Diná (cap. 34), que gerou tudo isto ao andar sem rumo entre povos pagãos. Nos é forçoso enxergar um cárcere de Diná, visto ter havido uma comunhão para permitir-se o casamento e, consequentemente, a paz. Seus irmãos arrancaram tudo o que ficou vivo (saque). Estes sim, fizeram cativos crianças e mulheres. Foram tremendamente perversos. Os líderes enxergaram Israel como um povo de paz (v.21), enquanto os dois filhos em foco, apesar de ostentarem desonra na família, não deixaram nada na cidade...

3.3. Preservando a linhagem

            O texto da revista confirma a paz entre os povos, não podendo existir nenhum cárcere para com Diná. Aqueles homens não estavam se rendendo ao Deus de Israel: estavam somente cumprindo uma formalidade “comercial” e cultural entre povos. Vemos várias situações onde a nação Eleita é repreendida por misturas, logo a união de Diná com Hamor, era tolerada, mas não era do agrado de Deus. Algo dentro de Diná a impulsionou a se alegrar com as coisas de fora. Levi, livrou-se de maldições, com devoção e obediência, enquanto Simeão não demonstrou esforços em se redimir. Veja o que diz F. B. Meyer:

...O caminho certo é tornarmos nosso lar tão atraente que nossos filhos não se sintam tentados a desejar as alianças que são oferecidas por aqueles cuja única riqueza está na presente vida. Nossa Rutes não deixarão nossos campos se, de propósito, deixarmos cair mais espigas para elas recolherem.

            Vemos em Gn 42:24, José amarrar Simeão como preso-penhor (coincidência?). A tribo de Levi, recebeu sua punição deixando de ter herdades, mas herdou o sacerdócio como ministros do santuário e mestres de Israel (isso foi uma grande benção, pra quem foi amaldiçoado). Simeão, entretanto, foi engolido por Judá. Vejam ainda Ron Crisp:

...Estas duas tribos foram dispersas quando Israel herdou Canaã. A herança de Simeão foi espalhada pela porção de Judá [Josué 19:1-9]. Levi, é claro, se tornou uma tribo sacerdotal e recebeu das cidades distribuídas para todo Israel [Josué 21]. Neste caso a punição se tornou em bênção.

                                                                  Um Guia de Estudo do Livro de Gênesis - Internet



CONCLUSÃO

Jacó foi desonrado em Siquém e dois dos seus filhos tramaram e mataram Siquém e todos os homens da cidade. Jacó ficou em dificuldade, e foi então que Deus o chamou para Betel. As circuntâncias podem ser usadas por Deus para nos ensinar e fazer cumprir o seus propósito. 


Fontes:

Bíblia Sagrada ARC
Esboços Bíblicos de Salmos – Charles H. Spurgeon
Bíblia de Estudo de Almeida - SBB
Nuevo Comentario Biblico Siglo XXI  AT - G.J. Wenham, J.A. Motyer, D.A. Carson, R.T. France  Editoraial Mundo Hispano - 2003
O Novo Comentário da Bíblia AT e NT - F. Davidson - Ed. Vida Nova
Comentário Bíblico do AT e NT - F. B. Meyer - Ed. Betânia
Um Guia de Estudo para o Livro de Gênesis  - Ron Crisp
Dicionário Sacconi da Língua Portuguesa - Atual Editora
El libro del Génesis - Gerhard Von Rad - Ediciones Sígueme - Salamanca - Espanha - 1982
Dicionário da Bíblia – John Davis
Internet
Revista: JACÓ – Editora Betel - 1º Trimestre 2012(Professor)  – Lição 08


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