domingo, 18 de março de 2012

EBD Editora Betel - Jacó profetiza o futuro das tribos de Israel


Lição 13 – 25 de março de 2012
“Jacó profetiza o futuro das tribos de Israel”

TEXTO ÁUREO

“Depois, chamou Jacó a seus filhos e disse Ajuntai-vos, e anunciar-vos-ei o que vos há de acontecer nos derradeiros dias”. Gn 49.1
             Depois. Vemos vários grandiosos acontecimentos e promessas no final da vida de Jacó, depois deles, este chamou os príncipes (cabeças das tribos) e lhes revelou coisas à frente e ‘nos últimos dias’. Eram promessas reveladas por Deus, por já estarem certas em sua mente, a Israel. Ao reunir seus filhos, não se tratava de delírios da agonia da morte: suas sentenças teriam pleno cumprimento.

VERDADE APLICADA

Como Povo de Deus neste mundo, devemos nos ocupar com o futuro, mas nunca nos preocupar com ele.
            O Futuro nos pertence, pois deus o preparou e assegurou-nos em Cristo todos os cumprimentos, contudo, a previsão do Futuro, não cabe ao homem (Dt 18:14). As muitas aflições, ansiedades, pavores e desesperos não são bons nem mesmo à saúde, conforme a Medicina sempre alerta. Devemos confiar na provisão, promessas e planos insondáveis dele para nossas vidas.
OBJETIVOS DA LIÇÃO

Ensinar que o Senhor tem um futuro glorioso para o seu povo;
Mostrar que a Palavra do Senhor se cumpre;
Apresentar o glorioso caminho do Senhor. 
Devido à extensão do assunto, disporemos trabalhos abrangentes sobre Promessas e seus cumprimentos. Lembrem-se: visões, revelações e profecias não são Promessas, no sentido amplo.

GLOSSÁRIO

Inerente: Que é próprio ou característico de alguém ou algo, pertinente;
Ignominiosa: Que causa ignomínia; vergonhosa, indigna; desonrosa; infame;
Legislador: Aquele que legisla; autor de leis.

LEITURAS COMPLEMENTARES
·    Segunda feira: Dt 33.6
·    Terça feira: Gn 49.3,4
·    Quarta feira: Dt 33.7
·    Quinta feira:  Gn 49.8-12
·    Sexta feira: Dt 33.13-17
·    Sábado: Gn 49.22-26 
mais leituras complementares: mapas, resumo e compêndio (cortesia D.A.)


INTRODUÇÃO 
Nesta lição, serão estudadas as bênçãos impetradas pelo patriarca Jacó aos seus filhos. Um homem que viveu intensamente na companhia de Deus e sua família. Erros e acertos são mencionados na sua biografia. Que possamos ter a posse do que é construtivo para a formação de nosso caráter e dispensar de nossa agenda aquilo que de ruim ele deixou registrado na sua história. 
Benção Apostólica. Diz-se que há apóstolos. Outros que não mais. O cerne disto não são eles, mas as bênçãos! Você já se deu conta da grandiosidade do impetrar a benção ‘de-fim-de-culto’? jacó estava impetrando sua última, ao final do culta de sua própria vida. Seu erros não rumaram ao abismo, mas à Glória. Lutara, treinara, evoluíra e alcançara a Pátria Celeste! Quem morará no Tabernáculo Eterno? (Sl 15). Olhem para Sião, anseiem estar com Cristo, suspirem pelo Céu e batalhem enquanto não chega o dia (Fp 4:15, Cl 3:2).


 
1 . Tribos de  Ruben, Simeão e Levi  
Jacó profetizou para seus filhos Ruben, Simeão e Levi. Foram mencionados fatos históricos destes filhos que geraram alegrias e mágoas escondidas na sua despedida.           
            Até onde nós estamos de fato esquecidos de danos recebidos? Certamente dos que causamos, tenhamos esquecido quase que de todos. Dito antigo, nos ensina: “Quem bate esquece. Quem apanha, não.” Quanta ira em Esaú, tristeza a Isaque, Labão (ainda que inveja não interpretada) e nos povos em redor de Siquem (devido ao massacre feito por Simeão e Levi)? Contudo, Deus esquecera e não levou em conta isto efetivamente. Contudo, nos últimos suspiros, Israel trazia coisas proféticas e amarguras adormecidas, afinal, ele era homem. Nunca esqueçamos como podemos ser devido à nossa Natureza. 
1.1.A Tribo de Ruben 
            Rúben, o primeiro filho de Léia. O início da nação não teve a paciência de esperar seu tempo. Como sua cota na herança era a maior, fatalmente teria Bila pra si. 
“...Como filho mais velho, ele deveria receber uma porção dobrada da herança familiar e uma posição de liderança entre seu povo. Rúben pode ter pensado que estava livre de seu pecado. Este não mais é mencionado até Jacó, em seu leito de morte, reunir sua família para a bênção final. De repente Jacó tomou a porção dobrada de Rúben e a deu a outro...”
                                                                                  Bíblia de Estudos Aplicação Pessoal – CPAD 
Escapamos da Ira de Deus, pela Graça de Cristo. Nossos erros vão para o esquecimento (Is 43:25, 44:22), mas as consequências ficam. Ficam multas, desconfianças, processos nos tribunais, nome nos serviços de proteção ao crédito, licenças caçadas e etc. Algumas nos alcançam mesmo em forma de doenças (vida devassa, saúde abalada...). 
 
 
1.2.As Tribos de Simeão e Levi 
            As vidas ceifadas, sempre serão vidas. Deus não se agrada da morte do ímpio (Ez 18:23, 33:11). Porém o extermínio movido pela vingança, os assassinatos deliberados e outros tipos de ações hediondas, não são ordenados por Deus. Diz-se muito que Davi era matador, Moisés ordenou os fiéis matarem os impuros e etc. Contudo, não vemos Deus ordenando ataques a Siquém. Além das mortes em si, o ataque fora movido por total vingança, ira, cólera e brutalidades. Simeão e Levi receberiam mais tarde as consequências de seus atos. A tribo de Simeão sofreu o cumprimento dito por Jacó: sumiu dentro de Judá. 
1.3.A Tribo de Levi 
            Vide apontamentos sobre Levi em Preservando a Linhagem (lição 8, 19/02) 
Notemos que apesar de receber em si maldições, como Simeão, Levi ainda assim herdara ao próprio Senhor! Como é que alguém é amaldiçoado e recebe a maior das bênçãos? (Ne 13:12) Nosso Deus só é limitado pelo que ELE próprio determina! Se houvesse sido dada ou feita sentença/promessa acerca de Levi NUNCA receber nada, nunca nada ele teria. A tribo fora firme, não se prostrando diante do Bezerro de Ouro, confirmando sua real mudança.  
Nota: levitas são trabalhadores integrais no sacerdócio/templo. Cantores não.


2 . Judá, Zebulom, Issacar e José (Efraim e Manassés) 
Agora as bênçãos serão direcionadas aos da tribo de Judá, Zebulom, Issacar, Efraim e Manasses. 
 
 
2.1. A Tribo de Judá 
9 Judá é um leãozinho. Da presa subiste, filho meu. Encurva-se e deita- se como um leão, e como uma leão velho quem o despertará?10O cetro não se arredará de Judá, nem o legislador dentre seus pés, até que venha Siló; e a ele se congregarão os povos.
                                                                                       Gênesis 49:9 e 10 
            Judá, o Libertador. Quando ouviu sobre os planos de seus irmãos, percebera que não conseguiria eliminar o ódio; tratou de mudar o assassinato em outro assassinato: o limbo de suas vidas. José não seria morto fisicamente, mas seria assassinado na alma de seu pai. Já no ocorrido no Egito (criado por José), livrou com risco de sua própria vida a Benjamim. Por seu cuidado com as vidas e por sua braveza, foi comparado a um leão (Gn 49:9). Daí, Cristo, proveniente de lá, O Leão da Tribo de Judá! (Ap 5:5). Notemos que o território dado à Judá (planalto), era próprio ao pastoreio (Sl 5:8, 65:10, Is 40:4, 42:16, 57:14, Lc 3:5). Aleluia! 
“...A frase, até que venha Siló, foi pronunciada por Jacó no meio do quadro profético referente ao lugar de Judá no plano de Deus. Para nós, o fulgor incomum de sua predição está grandemente realçado pelo fato de que desde os tempos antigos tem sido considerada como mensagem messiânica. O hebraico poderia ser traduzido, até que venha Siló, ou até que venha aquele a quem ele pertence. Em ambas as traduções a referência deve ser, primeiramente, a Judá, mas em última análise o Messias é Aquele que deve vir...” 
“...Seria temido pelos seus inimigos, pois como um leão os perseguiria sem descanso até que a  vitória fosse sua. Então, tendo completado sua missão, retornaria à  fortaleza de suas montanhas para descansar na segurança de uma fortaleza que ninguém poderia invadir. Apoderar-se-ia do cetro ou bastão que simbolizaria seu inteiro domínio no papel de guerreiro, rei e juiz. Qualquer nação seria feliz, segura e honrada com Judá como chefe e protetor. 
                                                                                                                             Comentário Bíblico Moody AT/NT 
 
 
2.2. A Tribo de Zebulom
            Zebulom teve importante papel na história antiga de Israel. Suas divisas não podem ser definidas atualmente. Somente Belém (Beit lahm, sete milhas a noroeste de Nazaré) pode ser definido com precisão. Josefo lhe atribui a terra próxima ao Monte Carmelo e o Mar Mediterrâneo, até o Lago de Genesaré. A Noroeste, a Tribo de Aser, sudeste a Tribo de Issacar. Incluindo parte do Vale de Jizreel.
Tem sido dito de Dt 33.19 “...chuparão a abundância dos mares e os tesouros escondidos da areia”, referir-se ao comércio, à pesca e à fundição de metais e do vidro (atividades que passarram a fazer). O Rio Belo, cuja areia serve à fabricação de vidro, corre em Zebulom. As "saídas", a que se refere o vers. 18 do cap. 33 do Deuteronômio, são as da planície do Aca; e o monte do v. 19 é a eminência sagrada do Tabor, que Zebulom havia de repartir com Issacar. O "caminho do mar" (Is 9.1): a enorme via de Damasco ao Mediterrâneo, atravessava uma boa parte do território de Zebulom e devia ter o seu povo em contatos com os negociantes da Síria, Fenícia e Egito. Cristo foi educado dentro de Zebulom, e fez e disse muito do que é narrado nos Evangelhos, especialmente sinópticos, a cerca de Seu ministério na Galiléia. 
2.3. As Tribos de Issacar e José (Efraim e Manasses) 
O quinto filho de Jacó  com Lia, está representado como um forte amante, do descanso e do sossego, como um boi. A palavra hamor, literalmente, jumento, não se refere ao animal selvagem, veloz, fogoso que dá na vista do espectador. Pelo contrário, designa a forte besta de carga que se submete ao jugo mortificante, sem se queixar, a fim de poder ficar livre para deitar-se sossegadamente, com tranqüilidade e conforto. Jacó estava predizendo que a Tribo de Issacar se submeteria à invasão dos cananitas que lhe colocaria um jugo. Em vez de lutar, os homens desta tribo submissamente se tornariam escravos dos povos da terra. Prefeririam a vergonha e a escravidão em lugar da ação corajosa. 
“...Em seus diversos desempenhos, como filho, irmão, escravo e administrador, ele demonstrou seu caráter superior  através de sua imutável lealdade para com o seu Deus. Jacó chamou José de ramo frutífero. O hebraico para contém um jogo de palavras como nome de "Efraim". A referência é a uma árvore ou videira que cresce vigorosamente, com a idéia de vitalidade ou juventude. Como resultado de ter sido plantada junto a uma fonte rumorejante, continuaria a crescer e dar fruto. Numa terra seca, a água fazia diferença entre a esterilidade e a fertilidade. A humildade garantia a fertilidade. Uma árvore assim fortalecida podia lançar seus ramos e suas gavinhas sobre o muro, partilhando com o mundo da abundância de seus frutos. 
                                                                                                                                    Comentário Bíblico Moody AT/NT 
            Viver folgadamente se expondo livremente à servidão, foi a escolha predita de Issacar, como visto na revista. Devido à primogenitura (José) e à linhagem messiânica (Judá), é que vemos relatos tão atentos por parte de Jacó, ao profetizar sobre a nação e repartir as bênçãos.

3. Dã, Gade, Aser, Naftali e Benjamim 
O que Deus fez por meio de Israel tipifica o que ele quer fazer por meio da Igreja. Deus quer que a Igreja seja um instrumento abençoador na terra. Onde houver um salvo aí estará a bênção do Senhor. A incumbência da igreja é cumprir a obra restauradora de Deus. A igreja é o vaso de Deus na sua obra de restauração. Israel deveria ser uma bênção na terra para encaminhar as demais nações ao encontro de Deus e hoje a responsabilidade da Igreja é pregar o Evangelho para que todo o homem tenha conhecimento do Senhor Jesus.  
         Gálatas 3:29 nos fala que somos da linhagem de Abraão. Quando Deus abençoa a humanidade através da Igreja, está continuando o que ele tipificou no Israel natural. Onde existir povo-igreja, haverá crentes na fé de Abraão. Este, obedeceu fortemente a Deus, nos deixando este legado moral. Se nos dispusermos em suas mãos, iremos conduzir até mesmo ateus, judeus, feiticeiros e muitos outros a Cristo. Encheremos a Terra trabalhando em anunciar a Salvação e a Graça derramada (Sl 72:19, 96:3, 97:6, Is 6:3,Rm 9:23-33, Ef 1:3-14). O ‘salvar’ as almas de fato não é nosso, mas do E. Santo (Jo 16:8, Tg 5:20).  
3.1. A Tribo de Dã
            Dã não é relacionada em Ap 7:4-8 (os 144.000). Acreditam alguns que, cf. Ezequiel 48:1, o Anticristo viria desta tribo ou que uma parte dela irá se aliar a ele. Vejamos Moody: 
“...O hebraico neiheish significa mais do que uma serpente no gramado, um réptil venenoso com presas fatais. Isto é, Dã seria sobremaneira perigoso aos seus inimigos. Mais tarde, membros da tribo de Dã cumpriram estas palavras com exatidão notável. Depois de algum tempo em seu território original, os danitas mudaram-se para o norte e ocuparam o extremo norte de Israel. Este povo nunca se distinguiu por seus predicados espirituais. Em 931 A.C. Jeroboão levantou um bezerro de ouro em Dã, para que a adoração pagã fosse fomentada.” 
            Acrescentamos ao comentário da revista sobre o verso 18 (da incapacidade de Jacó), que ele acabara de falar sobre a liderança de Judá, da força de Issacar e da astúcia de Dã. Entendemos que ele se referia a que sua força era Deus, não as qualidades das duas últimas tribos. 
3.2. A Tribo de Gade 
            Jacó profetizou que Gade teria de usar toda sua astúcia, coragem e persistência nas batalhas, pois haveriam várias investidas de outras tribos do deserto. Saqueadores aos bandos o iriam pressionar: 
“...Jacó fez uso de um jogo de palavras  Gade que significa  tropa – para indicar a ferocidade e a crueldade dos atacantes do deserto. Ele profetizou que Gade seria vitorioso e seria capaz de expulsar  o inimigo. Depois da conquista da Palestina, a tribo de Gade ficou localizada a leste do Jordão.” 
            Desde 1948 (independência de Israel), que árabes a atacam e a ONU a condena. No final, irão vencer: “...mas ele a acometerá por fim.”(Gn 49:19, Am 9:14 e 15) 
3.3. As Tribos de Aser, Naftali e Benjamim 
Aser - Um campo fértil: trigo, vinho e azeite iriam abundar. Teria prosperidade e riqueza. Suas iguarias e manjares, seriam próprios de banquetes reais (Até os reis de Tiro e Sidom haveriam de querê-las.) A tribo de Aser testemunhou o cumprimento desta profecia patriarcal.           
Naftali - notável amor à Liberdade; gazela solta, disse Jacó: selvagem, veloz e gracioso e que ama ser livre nos bosques, vales e montanhas. Dominaria os campos do Senhor. Prefere palavras formosas, possa ser uma referência aos discursos  eloquentes e úteis que sairiam da boca dos homens desta tribo. Baraque, por causa do seu valor, veio a ser um dos seus vencedores. Juízes 5:18 diz: "Zebulom é um povo que expôs a sua vida à morte, como também Naftali, nas alturas dos campos". 
Benjamim – lobo feroz e perigoso que  faria grandes estragos. O lobo é alerta e furtivo em seus movimentos. À noite vai sorrateiramente entre as ovelhas, levando sua presa. O hebraico  teiraf significa rasgar em tiras (selvagem). Os da noite são tão destruidores como os da madrugada. A todo tempo, são aptos em negócios do comportamento desumano. Eúde, Saul e Jônatas estão entre os filhos de Benjamim, que mostraram seus poderes de guerreiros. Os homens desta tribo tornaram-se famosos pelos seus arqueiros e seus lanceiros (cons. Jz. 5:14; 20:16).


CONCLUSÃO
Hoje terminamos mais um trimestre. Que Deus em Jesus possa nos abençoar com toda sorte de bênçãos espirituais. Que a vida de Jacó possa nos inspirar na formação de um caráter ilibado. A Deus toda honra e toda glória! 
Os vários incidentes da vida de Jacó foram muito usados nos escritos judaicos a fim de ilustrar grandes e numerosas lições espirituais.
O Talmude usa a vida de Jacó para ilustrar a vida da própria nação de Israel. Sua vida é ali entendida como emblemática da sorte do povo de Israel. Motivos morais são vistos em todos os seus atos, e muitos detalhes lendários têm ornado o relato do Antigo Testamento, como acréscimos tradicionais. Assim como Jacó teve muitos momentos de triunfo e de derrota, mas Deus sempre esteve com ele, intervindo por ele, sempre que necessário, assim também tem acontecido à nação de Israel, ao longo dos séculos.
A transformação de Jacó em Israel ilustra como o homem não-remido, dotado de um caráter moral questionável, pode tornar-se um príncipe diante de Deus, mediante o propósito remidor.
A vida de Jacó ilustra como o plano divino mostra-se ativo, no caso de indivíduos e de nações, de tal modo que o valor da vida é garantido, bem como, finalmente, uma digna realização. 
                                                                                              www.ebdareiabranca.com

Fontes:  
Bíblia Sagrada ARC/ARA/TB/ACF
Revista: JACÓ – Editora Betel - 1º Trimestre 2012 – Lição13.
Dicionário Michaelis  Língua Portuguesa - Edição on-line
Comentario Biblico Mundo Hispano  - tomo 1 genesis
Um Guia de Estudo do livro de Gênesis - Ron Crisp
El Libro del Genesis – Gerhard Von Rad – Ediciones Sígueme - Espanha
Comentário Bíblico - F. B. Meyer
Comentário Bíblico Moody
Biblioteca Mundo Hispano - Nuevo comentario biblico siglo XXI AT/NT
Comentário Adventista AT/NT – Ellen G. White
Internet

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