domingo, 4 de março de 2012

EBD Editora Betel - Jacó vai ao Egito se encontrar com José


Assembléia de Deus de Madureira – CONAMAD

Lição 11 – 11 de março de 2012
“Jacó vai ao Egito se encontrar com José”
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TEXTO ÁUREO

“E disse Israel: Basta; ainda vive meu filho José; eu irei e o verei antes que morra”. Gn 45.28

Basta é uma declaração bastante significativa e, até mesmo, que expressa controle (normalmente em situações outras diz-se “chega”). Jacó passou longas duas décadas de desalento e grande amargura na alma, certo da morte de seu filho mais amado, José o Salvador do mundo de então. Ao saber que este vivia, ficou sem ânimo. Ao dar a sentença acima, havia sido cheio de força celestial.

VERDADE APLICADA

As pegadas na areia do tempo não são deixadas por pessoas sentadas, mas por homens e mulheres que se aventuram em cumprir a vontade de Deus.

Ainda que alguém deixe marcas fracas nos corações, ou haja feito obras pequenas e de pouco vulto, isso não isenta aqueles que nunca marcaram tais areias. Como pescadores de almas, precisamos ter a firmeza de olhar e mostra nossas pegadas, se formos questionados ou estivermos nos esquecendo do que andamos fazendo (onde temos andado?).

OBJETIVOS DA LIÇÃO

Ensinar que Deus provê o necessário para cada situação;

“A Terra tem tudo o que é necessário. Mas apenas para o que é necessário”, disse Mahatma Gandhi. Muitas vezes não recebemos o que precisamos (queremos), nem o que pedimos (exigimos com pirraças) e nem o que temos a certeza baseados, talvez, no ‘eu profetizo’ de alguém, ou nosso mesmo (os pentecostais estão dizendo ‘profetizo’, em lugar de ‘determino’). Tenhamos a afinidade de orar por satisfação com o que nos é provido, independente de nossos achismos.

Mostrar que sempre é necessário buscar a orientação divina;

Em Adão, temos o primeiro exemplo do conversar contínuo com nosso Pai. E também o problema de agir SEM falar com ele.


Demonstrar que quando estamos na vontade de Deus em qualquer lugar somos abençoados.

Vide a história da vida de José no Egito, de Jó após falir, de Sansão desviado (inconstante) e que clamou cego e preso, da pesca maravilhosa dos discípulos após ouvir a Jesus, de Elias diante das águas amargas* entre outros exemplos.

*Errata: na verdade, quisemos nos referir a Eliseu diante das águas estéreis e com morte.


GLOSSÁRIO

Singelo: Que é muito simples, que é fácil, sem complexidade;
Mazela: Aflição, infortúnio, doença, moléstia, enfermidade;
Ensejar: Dar ensejo a, ser motivo de; motivar; possibilitar.

LEITURAS COMPLEMENTARES

·    Segunda feira: Gn 47.28
·    Terça feira: At 7.17
·    Quarta feira: Gn 15.13
·    Quinta feira: Gl 3.17
·    Sexta feira: Mt 2.15
·    Sábado: Is 19.25


INTRODUÇÃO 

Hoje o estudo da lição acompanha a trajetória de Jacó e sua família ao Egito. Narra a alegria do patriarca em reencontrar José - o filho que mais amava - e a providência de Deus na preservação da família da Aliança e a bela recepção de Faraó na sua chegada àquele lugar. 

Paramos na morte de Raquel, nascimento de Benjamin (após José), saltamos vários capítulos de Gênesis dedicados à saga de José e retomamos nossas observações no momento em que Faraó em pessoa manda José trazer seu pai e todos os demais ao Egito, para salvá-los da fome, para conhece-los e para que ali vivessem todos. 

É quase certo que Jacó, nessa ocasião, estivesse morando em Hebrom. Sua primeira parada nessa momentosa viagem ao Egito foi em Berseba. Ali ofereceu sacrifícios, e ali, em uma visão noturna, Deus lhe falou, encorajando-o a fazer essa viagem e assegurando-lhe incontáveis bênçãos. Primeiro, renovou a promessa de que os descendentes  de Jacó se tornariam uma grande nação. Tornou claro que o Egito seria a terra onde este desenvolvimento aconteceria. 

                                                                               Comentário Bíblico Moody AT/NT – D. L. Moody 

                Notemos este magistral estudo de Ron Crisp, sobre os motivos e/ou benefícios de Israel Sair de Canaã, a Terra Prometida. Não seria melhor prosperar o povo alí mesmo? Quanto a melhorias de conduta, Deus não poderia ensiná-los alí mesmo? Vejamos: 

“A. Por causa da segregação praticada no Egito, Israel poderia permanecer como um povo separado [vers. 31-34; Gênesis 43:31-34]. Em Canaã  eles poderiam facilmente se casar com outros povos e perderem assim a sua identidade corporativa e espiritual. Após quatrocentos anos no Egito eles ainda eram uma nação distinta e separada. 
B. No Egito o povo de Israel teria a oportunidade de crescimento populacional. A influência de José para que eles recebessem a terra de Gósen foi de grande ajuda. Esta era uma área excelente para criação de animais. Se Israel tivesse se expandido grandemente em Canaã, provavelmente haveria guerras e eles não estariam preparados para isso. (Quando Israel deixou o Egito, a população tinha aumentado para mais ou menos dois milhões de almas).
C. O êxodo de Israel do Egito foi uma grande oportunidade para mostrar o poder de Deus [Romanos 9:17; Salmo 78:43]. A glória de Deus e o bem do Seu povo são os dois principais propósitos encontrados em Suas obras.
D. Israel não saiu do Egito sem nada, antes foi enriquecido pela fartura e prosperidade de Egito [Êxodo 12:35-36]. Muito do material para construção do tabernáculo veio exatamente daqui [Êxodo 25:1-9].
E. A longanimidade de Deus restringiu o julgamento sobre os Canaanitas até que a iniqüidade deles alcançou um certo nível [Gênesis 15:16]. Como os propósitos de Deus são complexos.”


1. A mensagem de José para Jacó (Gn 45.5-8) 

Finalmente José e seus irmãos fizeram as pazes. Tudo havia acontecido conforme a vontade do Senhor (vs.5-8), para salvar a vida não somente da família de Jacó, bem como, a vida de muitas outras famílias. Chegara o momento de José poder rever seu pai Jacó e isso foi possível através de seus irmãos “Apressai-vos, e subi a meu pai, e dizei-lhe assim tem dito o teu filho José Deus me tem posto por senhor em toda a terra do Egito; desce a mim, e não te demores;” (Gn 45.9). José havia diligentemente esperado por esse momento. Deus tem tudo sob o seu controle, tivera-o na época de José e sempre o terá (Sl 40.1). 

            Há muitos eventos na história da Humanidade onde Deus não interfere para que não aconteçam ou para que “todos sejam felizes”, por assim dizer. Em vários deles, há avisos precisos sobre seu juízo e sobre buscar mudanças e arrependimento. Sempre vemos Deus inserindo seu povo e seus servos DENTRO dos acontecimentos e das situações, para ensino, confirmação, conforto, proteção, cumprimento de suas promessas, entre outros efeitos e/ou  propósitos. Nesta grande fome mundial que houve, o império egípcio foi abalado pelo controle de Deus: se Deus não houvesse introduzido José no momento apropriado de interpretar o sonho (dado por Deus) profético, todos fatalmente morreriam à míngua. Como é fantástico esse Pai, que tudo sonda, tudo sabe, tudo pode e tudo conhece! 

1.1.  Enviando seus irmãos (Gn 45.9) 

            Ainda no v.5 lemos algo muito interessante: José chamando todo o seu sofrimento iniciado por mão de seus familiares (fora jogado numa cova e vendido) por “...Deus me enviou diante da vossa face” e ele segue o relato no v.9 já ordenando “apressai-vos”, como se os mesmos estivessem detidamente paralisados ou isto fosse uma insistência necessária dele. É indispensável ver a Deus do outro lado nos esperando. Além das nuvens, das tempestades, dos mares revoltos e bramidores e, ao mesmo tempo, notar que ele está dentro do barco, da fornalha e até mesmo segurando a boca de leões enquanto achamos que estamos sozinhos e sem amparo algum. Os irmãos que antes o odiavam, agora eram seus alegres ministros executores! Notemos que deviam a ele a própria existência. 

1.2. Provendo o sustento para o caminho (Gn 45.20,21) 

            A provisão dita na revista não foi propriamente um feito exclusivo de José. Ele estava apenas cumprindo ordens do monarca (v.17-20). Como é maravilhoso vermos o real mover de Deus. José não suplicou, mas faraó estava claramente direcionado pela mão de Deus em tudo. Não é dito nada sobre as posses da nação de Israel. Independente disto, nada lhes seria cobrado sobre o que fosse necessário a tal viagem, principalmente ao difícil e caro retorno, trazendo todos os que estavam em casa de Jacó, em Canaã (v.20).

1.3.  O conselho de José (Gn 45.24) 

            “...Sem ira nem contendas” (I Tm 2:8, Fp 2:14 ). Devido aos acontecimentos das décadas anteriores, José deu esta sentença. Era grande a chance deles voltarem com grandes intrigas e brigas no caminho. José, que era profeta, sábio, experiente administrador e conhecia à cada um deles, tratou de alertar sobre tal perigo. Muitos dos acontecimentos na história de Jacó/José se tratam de permissões de Deus, e não ‘vontade’ puramente (como que ele fez isso). Logo, ‘vontade’ na revista, somente a permissiva é que podemos concordar. 


2. A decisão de Jacó (Gn 45.25-28) 

Os filhos de Jacó saíram do Egito e quando chegaram a Canaã foram direto à casa de seu pai. Então foram logo dizendo que José estava vivo e governava todo o Egito. Jacó quase desmaiou e não podia acreditar. Porém, quando lhe contaram tudo que José tinha dito, e viu toda a bagagem que José tinha enviado, Jacó ficou muito animado. E antes que morresse decidiu ir ver  José. 

            Ouvir sobre mortos que voltaram, não é comum. Possivelmente passemos  toda a nossa vida sem testemunhar isto acontecendo. Imagine mais de 20 anos após uma morte resultado de um ataque de uma fera  ouvir: “o dilacerado está vivo!”. Realmente é de perder totalmente o chão, como aconteceu com Jacó. É totalmente compreensível ele ter ficado fora de si ao ouvir tal notícia. Possivelmente ouviu no mesmo momento outra história mais terrível ainda: foram seus filhos que tentaram matar o filho predileto. A Bíblia não relata isto, mas é muito provável.                      

2.1. O reavivamento  de Jacó 

Avivar= tornar ou tornar-se mais vivo; animar(-se), avigorar(-se) 

            O título diz que Jacó recebeu um reavivamento. Ao nascermos, temos vida (recebida na concepção). Ao aceitarmos a Cristo, somos reavivados. Jacó estava num alto grau espiritual, bem afinado com o Pai. Após saber de todos os detalhes de que José estava vivo e foi reencontrado governando como o 2º do Egito, Jacó tornou em si no ânimo e passou a considerar sobre os oferecimentos do próprio faraó, por meio de José. À sua porta estavam  dez jumentos carregados de trigo, pão e comida (Gn 45:23), carros (v.27), também haviam trezentas peças de prata e cinco mudas de vestidos, para Benjamim (v.22). Note-se que tudo isto nada custou aos filhos de Israel (v. 20) nem a ele mesmo (v. 18). 

2.2. A decisão de Jacó 

            Conforme o capítulo 46 (versos 2 a 5), Jacó só se levantou prosseguir sua viagem, após ouvir Deus falar (v.5). Ele não partiu imediatamente ao ver os carros egípcios, ou os presentes ou os mantimentos ou a prata. Agora, porém, a amargura de longos anos (estava certo de morrer triste) dera lugar a total alegria e vontade de viver, de agir, de andar. Que grande contraste: isolamento e solidão frente a uma nova vida e companhia do filho dado como estraçalhado. Figuradamente vemos, de forma clara, a Glória do Senhor que nos aguarda no porvir. Que bom é termo o Espírito Santo como condutor e transportador até o seu Eterno Reino/Império! 

2.3. A oferta de Jacó (Gn 46.1-5) 

            Ofertar não é um compromisso. É um gesto de pagamento devocional de louvor! (II Co 9:7). Jacó ofertava ao fugir de Esaú, ao estar sendo lesado por Labão, ao partir para encarar a ira de seu irmão, durante todo o seu luto por José... Sempre o vemos louvar ofertando a Deus. No Hebraico, oferta vem de “olah” ou “alah”, significando “aquilo que sobe”, diretamente em referência à fumaça subindo, mas também ao ato de Deus a receber nas alturas. Ao sacrificar, aprendemos de consagração, o fogo é uma forma de não haver como tomar de volta. Subiu a fumaça, chegará à narinas do Pai (Ex 29:18).


3. Jacó desce ao Egito 

Deus movimenta nações em favor do seu povo. José fora autorizado pelo próprio Faraó para que trouxesse Jacó e sua família para o Egito (Gn 45.17-20), e deveria trazer para o Egito tudo o que possuíssem e se instalarem na fértil terra de Gósen. Jacó chegou ao Egito, viu José e se estabeleceu ali. O encontro de Jacó com José foi cheio de emoção e ele se expressou dizendo “E Israel disse a José morra eu agora, pois já tenho visto o teu rosto, que ainda vives” (Gn 46.30). Antes ele dissera “com choro hei de descer ao meu filho até à sepultura. Assim o chorou seu pai” (Gn 37.35). Deus mudara a sorte de Jacó. 

            Na verdade, José recebeu a diretriz de que trouxesse sua família. Não foi uma súplica a Faraó. Este foi quem determinou isto (partiu de si mesmo), tamanha fora a alegria de todos ao ouvirem o relato do reencontro dos irmãos. Mais à frente, vemos todo o Egito pranteando por Jacó, de forma que as nações em volta se espantaram do barulho do choro (Gn 50:10 e 11). Ou seja, Faraó realmente se afeiçoou à Jacó!
            Mais uma vez, Ron Crisp nos ilustra coisas maravilhosas de Deus em Jacó, o velho Patriarca. Muitas vezes não fazemos idéia da grandeza de ser um servo de Deus, vejam o que extrai-se dos versos 28-30:

“Que cena maravilhosa. Note, entretanto, a dignidade de Jacó. Ele permitiu que José viesse até ele. Ele sabia que ser um patriarca da nação Judaica era uma posição mais importante do que qualquer outra no Egito.”

3.1. Deus fala com Jacó 

É bem possível que ele se lembrasse das palavras de Deus “...Saibas, de certo, que peregrina será a tua semente em terra que não é sua, e servi-los-ão; e afligi-los-ão quatrocentos anos...” (Gn 15:13); talvez isto o tenha feito temer, daí ele parou (“...veio a Berseba...”, que indica uma chegada), como vemos no verso 1º. O texto só nos ensina que Israel sacrificou e adorou. O falar de Deus foi por sua Graça e não por pedidos. È inegável a profissão de Adorador, na vida de Jacó! Sabemos, também por promessas, que a intimidade com o Céu, nos traz cada vez mais informações e direções precisas e específicas (Am 3:7), também há uma parcela ligada ao nosso esforço, que resultará em mais chances de recebermos mais, porém, com cobranças muito maiores (Lc 12:48). 

Nota: não confundir como sendo um versículo da Bíblia, a citação de Billy Graham: “Quem ora muito recebe muito; quem ora pouco recebe pouco; e quem não ora nada não recebe nada!” 

3.2. Deus promete estar com Jacó no Egito (Gn 46.34)* 

*Nota= Houve erro gráfico na revista. O correto é Gn 46.4. 

            Ainda Ron Crisp nos mostra que José estava plenamente exercendo o sacerdotal ofício do Messias prometido (em figura), ao velar pela nação, que sabidamente era a eleita (v.31-34): 

“José estava mais interessado na pureza espiritual do que na grandeza material dos seus irmãos. Ele usou o fato dos Egípcios detestarem o  ofício de pastor como um meio de manter sua família separada. Vamos aprender com isto a fazer sábias escolhas para as nossas famílias.” 

            Vemos nos detalhes ajustados por José, o zelo de Deus. Ele cuida de seus filhos em todos os detalhes. Tudo ele sabe, tudo ele vê. Tudo ele pode. Ele proverá tudo o que for necessário. Bem à frente, na troca de monarca, Israel passa a ser assolado. Lembremos que Deus nunca disse que era pra ficar alí eternamente. É bem possível que, sem a apressão, teriam continuado lá... 

Nota= também não imaginar ser um versículo da Bíblia, o trecho batido de uma antiga canção: “...não cai uma folha da árvore, se Deus não deixar...”


3.3. Deus faz mais uma promessa a Jacó (Gn 46.4) 

            Diz uma canção: “...Deus de aliança, Deus de Promessa...” Realmente Deus é um Pai amoroso que tem tudo sob seu controle! Aquilo que lhe parece bem, ele nos revela em suas promessas (Rm 1:18, 8:18, I Co 3:13). O que não nos cabe, fica para ele mesmo (Dt 29:29). Neste texto, vemos Jacó tendo mais um encontro com Deus, quando este lhe promete novamente segurança e que estaria com ele nesta jornada, que não era a última (seu sepultamento não se daria no Egito). 


Conclusão 

Os Israelitas ficaram morando na terra de Gósen (Gn 46.28,29; 47.1,4,6,11). Além de ser uma região muito fértil, tiveram a segurança de viverem fora do alcance dos egípcios (Gn 46.34). Deus cumpriu a Sua Palavra aos da família da Aliança.


Fontes:

Bíblia Sagrada ARC/ARA
Bíblia de Estudo de Almeida - SBB
O Novo Comentário da Bíblia AT e NT - F. Davidson - Ed. Vida Nova
Comentário Bíblico do AT e NT - F. B. Meyer - Ed. Betânia
Dicionário da Bíblia – John Davis
Revista: JACÓ – Editora Betel - 1º Trimestre 2012 – Lição 11.


5 comentários:

  1. paz do senhor! parabéns!! esta exposição nos ajuda muito,até porque os tópicos são muitos repetitivos, devido ao tema da revista "creio eu"inclusive prefiro á betel devido ao sentido temático das lições ,porém sei que as vezes precisam diversificar em temas expositivos e cronológicos..portantos os temáticos são os que fazem a diferença das outras editoras..DEUS vos abençoe..se possível gostaria apenas e pedi-los que complete os comentários com antecedencia. assim torna mais fácil o estudo antes do dia da lição..grato!!

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  2. meu amado irmão (ou irmã?),

    é muito difícil elaborar comentários. sabemos que os escritores escorregam bastante, mas nós do D.A. trabalhamos em cima de algo MATERIALIZADO (pela Betel), enquanto que eles "criam" tudo, a grosso modo. nos desculpamos, mas tem sido uma gostosa batalha aprontar antes do sábado. pedimos vossas orações para não pararmos. e, queridos, digam seus nominhos pea graça do Pai! Sequer podemos manter algum tipo de entrosamento. queremos amigos, não apenas espectadores anônimos. posso estar passando em sua cidade, ao seu lado e não poderei lhe dar um abraço ou orar com voces! pensem nisso. mais uma vez, obrigado pelo carinho e incentivo.

    Shalom!

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  3. esta lista de observações na introdução é muito edificante e interessante. tira muitas dúvidas sobre Israel ficar pra lá e pra cá: Egito-Canaã-Egito-Canaã!
    gostaria de sugerir que voces fizessem algo tipo comentários bíblicos de algum livro (dos difíceis): Números, Levítico, Isaías ou dos que mais nos dislumbram, como Provérbios, Salmos, Jó...
    voces dariam treinamentos em outros estados?
    marcio_28@hotmail.com - Belo Horizonte

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  4. Que bom alguém começar a reconhecer a necessidade de dizer nome/cidade/contato!!! e olhem que avisamos sempre (imploramos...).
    São poucos os comentários que falam pontualmente de algo, que é possível serem liberados para publicação. Parece que muitas pessoas não levam a sério o trabalho do D.A. (talvez por ser autônomo, sem fama e por ser um blog) e, principalmente, o Ensino Doutrinário Expositivo.
    Continuem nos ajudando. Quanto a irmos à Minas, iremos ajustar detalhes contigo. Não costumamos comer muito rs

    Shalom

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  5. paz do senhor gostei muito da forma q foi abordado a licao q Deus continue abençoando voce...paz

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