segunda-feira, 7 de maio de 2012

EBD Editora Betel - A Mulher Vestida do Sol e Seus Adversários

30 de junho Criacionismo/SBB


Assembleia de Deus CONAMAD
Lição 07 - A Mulher Vestida do Sol e Seus Adversários
13 de maio de 2012

Texto Áureo

“Edificarei a minha igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela”. Mt 16.18

            Se verdadeiramente há poder na Palavra, sejamos verdadeiramente igreja. O Ser igreja está muito além do imaginamos. Envolve renúncia, entrega, desprendimentos e paixão. Não falamos do institucional humano. Falamos do sentimento de estarmos trançados e atentos às necessidades uns dos outros da fé e dos de fora. Isto feito e mentalizado, passaremos a não depender de se há ou não inferno, trevas portas nem portões! Estando assim tais portas não mais prevalecem...

Verdade Aplicada

Os últimos dias serão marcados por sinais e prodígios de mentira. Mas a igreja do Deus vivo seguirá triunfante e reinará gloriosa.

Objetivos da Lição

Mostrar que a igreja está envolta na luz de Deus;
Insistir em que a igreja use toda a armadura de Deus, único meio de resistir no dia mau;
Lembrar que Satanás e os homens ímpios são poderosos, mas destinados à derrota.

Glossário

Teólogos: aquele que sabe teologia ou que é versado nesta ciência;
Destronado: derrubar do trono;
Laico: comum, ordinário. Que não sofre influência ou controle por parte da Igreja.

Leituras Complementares

·    Segunda feira: Ap 12.6-9
·    Terça feira:  Ap 12.10-12
·    Quarta feira: Ap 12.13-17
·    Quinta feira:  Ap 13.2-10
·    Sexta feira:  Ap 13.2-18
·    Sábado: Ef  6.10-18


Introdução
A mulher de Apocalipse 12, que estudaremos nesta lição, sempre teve por adversários ardilosos e ferozes, o Dragão e a Besta, mas, quando a sétima trombeta anunciar que “os reinos do mundo vieram a ser de nosso Senhor e do Seu Cristo”, os inimigos tirarão a máscara e mostrarão todo o seu furor e malícia contra a mulher. É o que estudaremos agora. Deus nos abençoe e abra os olhos do nosso entendimento.

Muito boa a colocação das três possibilidades mais aceitas/conhecidas sobre a interpretação de quem sejam  mulher e seu filho! Muito antes de sentenciarmos o desvendar deste ou daquele enigma escatológico, está o simples reconhecimento que é extremamente difícil e tênue falar taxativamente. Tênue por ser menos que um fio tecido por uma aranha o que há de separador: tremeu, beirou o absurdo ou a heresia. E nisto, há aos nossos olhos homens sábios e piedosos, congregações, denominações inteiras e até famílias divididas por pontos desiguais feito estes. Sabendo as principais interpretações, temos mais chance de acertarmos ou de não nos escandalizarmos diante do desvendar total, quando ele acontecer...






1. A Mulher e seu Filho

A identificação da mulher vestida do sol, tendo a lua debaixo dos pés, uma coroa de doze estrelas na cabeça e grávida de um filho varão, desperta a imaginação dos leitores do Apocalipse. Confira as três interpretações mais conhecidas.

1.1.  A mulher é Israel, o filho varão Jesus

O capítulo 12 apresenta outro  problema de identificação – a mulher vista no céu... com dores de parto que deu à luz (vs. 1, 2). Uma coisa parece certa – que esta criança "que há de reger todas as nações com vara de ferro" (v. 5) deve ser o Senhor Jesus Cristo (veja Sl. 2:9; Is. 66:7; Ap. 19:15). Muitas identificações têm sido sugeridas para a mulher. No período dos Pais da Igreja, Victorino dizia que era "a antiga igreja dos pais, e profetas, e santos, e apóstolos" (Ante-Nicene Fathers, VII, 355). Muitos escritores dizem que é Israel, de quem Cristo veio; enquanto outro, como Auberlen, Lenski, etc., interpretam-na mais compreensivelmente como o Israel de ambos os Testamentos. Eu penso que podemos afirmar que seja Israel. A Igreja Católica Romana, é claro, insiste que é a Virgem Maria, mas  a Igreja Romana também diz que Maria deu à luz sem dores, entrando em contradição com este versículo (veja Is. 66:7). Diante da mulher está o grande inimigo de Deus, o dragão (Ap. 12:4), que espera destruir Cristo. Mas fracassará no seu intento.
 
                                                                                     Cometário Bíblico Moody
...Resta unicamente uma explicação: a mulher nos v. 1,2 é a Jerusalém que espera pelo Messias, no sentido do povo de Deus do AT. Com freqüência lemos a respeito de suas ―dores de parto‖ (Is 26.17,18; 66.7,8; Jr 4.31; Mq 4.9,10; 5.3; etc.). O judaísmo falava das ―dores de parto do Messias. Simultaneamente transcorre uma linha de sentido profundo até Eva em Gn 3.15. Os conceitos combinados ―mulher – serpente – inimizade de morte – semente‖ tanto lá como aqui não podem passar despercebidos. Afinal, aqui está sendo dado à luz ―aquele‖ (em Gn 3.15 aparece o singular!) que esmaga a cabeça da serpente, ou seja, que vence a Satanás. Como esse Messias é nascido de Israel, Eva e Israel convergem nessa ilustração. Israel é, portanto, a mãe do Messias, e, conseqüentemente, também a mãe de todos os fiéis (de acordo com o v. 17). 
                                                                                     Comentário Bíblico Esperança
A igreja, representada por uma mulher, a mãe dos crentes, foi vista no céu pelo apóstolo em uma visão. Ela estava vestida de sol, justificada, santificada e brilhando pela união com Cristo, o Sol da Justiça. A lua estava embaixo dos seus pés; ela era superior à luz refletida e mais fraca que a revelação feita por Moisés. Tinha em sua cabeça uma coroa de doze estrelas; a doutrina do evangelho pregada pelos doze apóstolos é uma coroa de glória de todos os crentes verdadeiros. Estava com dor para dar a luz a uma santa família; desejosa de que a convicção dos pecadores possa terminar em sua conversão. O dragão é emblema conhecido de Satanás, e de seus agentes principais, ou dos que governam por ele na terra, como nessa época o império pagão de Roma, a cidade edificada sobre sete colinas. Tendo dez chifres, dividida em deserto reinos. Ter sete coroas representa sete formas de governo. Arrastava com sua causa a terceira parte das estrelas do céu, e as lançava na terra; perseguia e seduzia os ministros e mestres. Vigiando para esmagar a religião cristã, contudo, apesar da oposição dos inimigos, a igreja tirou adiante um grupo varonil de professantes fiéis e verdadeiros nos quais Cristo foi verdadeiramente formado de novo; o mistério de Cristo, o Filho de Deus que governará as nações e a cuja destra seus membros participam da mesma glória. Esta bendita semente foi protegida por Deus.
                                                                                              Comentário Matthew Henry NT conciso
Nos textos da revista notamos que quanto ao 1.2 foi dito pelo autor que o texto bíblico por si só elimina tal interpretação. Sobre o 1.3 ele diz ser bem aceita, mas no final “dos azuis’ (para professores), ele fala sobre “suposições que parecem ocorrer”, não indicando se prefere, com isso também o 1.1, nem se não concorda com o 1.3. O D.A. junta-se à visão primeira: Israel, a mãe e Jesus o filho varão.

1.2.  A mulher é a própria terra e o filho varão os santos mortos
Como ilustrado pelo comentarista, o texto bíblico já esclarece e distingue a mulher da Terra, bastando compararmos os detalhes e suas relações ao relato.

1.3.  A mulher é a igreja visível, o filho varão, os fiéis
A explicação dada sobre o 1.3, em si, está plenamente mostrando haverem suposições em cima de uma troca de comparações: sempre a Igreja tem ofícios na forma masculina e seu relacionamento com o Cordeiro na forma feminina. Haveria aqui, nesta visão, uma dupla presença da Igreja em figuras. Já o filho varão, deixa de ser Cristo para o enquadramento citado (ora masculino, ora feminino) ter vez. Achamos tal forma forçada em sua essência.


2. O Grande Dragão Vermelho  

Uma das regras de interpretação da bíblia é que “a Bíblia interpreta a própria Bíblia”. O texto aponta para um “grande dragão vermelho” (Ap 12.3). O texto diz que o “grande dragão” é Satanás, a antiga serpente, chamada o diabo (Ap 12.9). Neste ponto da revelação, o dragão (Satanás) é lançado fora das esferas celestiais para nunca mais voltar (Ap 12.8), Seu papel de acusador termina (Ap 12. 10b). Ao ser destronado, Satanás compreende que lhe resta pouco tempo e, com grande ira, sua única esperança é organizar um exército para fazer guerra contra Jesus em sua segunda vinda. Essa será a batalha do Armagedon (Ap 12.12, 17; Ap 19.19). O texto ainda revela que as sete cabeças do dragão apontam para sua posição geográfica “sete montes”, diz que “são sete reis” e, cinco deles já perderam sua força, um ainda existe e o outro vira nesse tempo (Ap 17.9-10). Por fim, diz “E os dez chifres que viste são dez reis” (líderes mundiais) que, na força de Satanás lutarão contra o cordeiro (Ap 17.12, 14).


Indicamos alguns artigos/sites sobre interpretação. Ensinamos e damos treinamentos sobre o assunto, porém, não conseguiríamos alcançar satisfatoriamente nem 10% de nossos doutorandos que por aqui passam, mesmo que tivéssemos como nos dedicar integralmente a isto (sim, mesmo se o cachê fosse de U$$ 3000  rs). Eis o motivo de não elaborarmos artigos/estudos/manuais: não seria um bom trabalho. Há pessoas dedicadas especificamente a isto. Vejam:






2.1. A força do dragão 

Agora também os dez chifres da besta são interpretados à parte. Isso é feito com uma frase de Dn 7.24. Os dez chifres que viste são dez reis. Dez é, como já mostrou Ap 2.10, um número muito esquemático e, como número da medida plena, evoca o sete. Contudo, enquanto o sete nos v. 10,11 se refere ao número cheio das potências na dimensão temporal, no presente texto o dez significa o número pleno das potências em sua dimensão geográfica por sobre a terra inteira. É dito expressamente que são reis simultâneos, a saber, ―durante uma hora‖, mais precisamente na hora do terrível oitavo, que coroa a série dos sete (v. 11). Deles é dito no v. 14 que eles empreendem conjuntamente a expedição bélica contra o Cordeiro. João já vira a mesma expedição dos reis em Ap 16.14, onde ele os designou de ―reis do mundo inteiro‖. E, na terceira descrição dessa expedição eles são chamados de ―reis da terra‖ (Ap 19.19). Finalmente essa leitura também é solidificada pela lembrança de Dn 2.41-43. Lá a famosa figura das monarquias desemboca nos dez dedos, nos últimos representantes do poder político na terra antes da irrupção do reino eterno.

 Esses reis inicialmente ainda não receberam reino (―ainda não obtiveram dignidade real‖ [tradução do autor]). O ―ainda não‖ seguramente pertence ao contexto do v. 10: quando João via e escrevia, a série de sete ―ainda não‖ estava concluída. Por isso também a grande hora do oitavo ainda estava para acontecer e, de forma idêntica, aqui a grande hora de seus satélites. No entanto, eles recebem autoridade como reis, com a besta, durante uma hora. De acordo com Ap 13.2,5 o dragão tinha dado à besta quarenta e dois meses de autoridade, ou seja, durante todo o tempo escatológico. Contudo, no fim desse tempo ocorre uma última concentração do poder satânico contra o Cordeiro (v. 14).


                                                                     Comentário Esperança – Editora Evangélica Esperança


Dez governantes e o Anticristo recebendo poder (autoridade) da Besta. Estes, irão cumprir o “intento de Deus”. Estes deixarão serem conduzidos por Deus: “...e tenham uma mesma idéia” (Ap 17:17). Vemos nestes textos, as tropas satânicas lutando entre si ao ponto de destruírem a Grande Prostituta. Seguindo a linha dos “azuis do professor”, vemos que neste ponto da revista, já houve o Arrebatamento, sem ter sido informado especificamente: se fala “durante a Grande Tribulação”, que é após o Arrebatamento.


“...Tornaram-se instrumentos da ira de Deus. Deus é capaz de comandar até mesmo o pensamento daqueles que lhe resistem. Antes que eles próprios obtenham sua sentença, ele ainda os usa como vara de castigo para a prostituta. Com isso Deus exibe uma extraordinária prova de poder. Não somente está em condições de parar as ações e seus adversários, mas pode até fazê-los dar meia-volta e correr contra a sua própria causa.”


                                                                     Comentário Esperança – Editora Evangélica Esperança


2.2. A influência do dragão 

Não foi citado na revista, mas a referência à influência do Dragão somente pode ser aceita (nestes contextos) no que é citado no capítulo 12:4, quando fala da rebelião e a queda dos anjos, que foram dominados pela astuta persuasão deste maligno ser. Vemos que esta liderança não é nata nem verdadeira, mas é baseada no engano, na fomentação e sugestionamentos oratórios dele: ele vai, e atrás de si (a cauda arrastando) seguem às cegas seus ministros. Isso, de certa forma, nos serve de alerta a grandes oradores que cegam massas humanas e a não usarmos tais técnicas (puramente) para a pregação do Evangelho: deixemos que a unção do Espírito Santo, somente, convença as pessoas (verdadeiramente) no tempo de Deus: o tempo preciso!


2.3. As cabeças, os diademas e os chifres da Besta


Agora também os dez chifres da besta são interpretados à parte. Isso é feito com uma frase de Dn 7.24. Os dez chifres que viste são dez reis. Dez é, como já mostrou Ap 2.10, um número muito esquemático e, como número da medida plena, evoca o sete. Contudo, enquanto o sete nos v. 10,11 se refere ao número cheio das potências na dimensão temporal, no presente texto o dez significa o número pleno das potências em sua dimensão geográfica por sobre a terra inteira. É dito expressamente que são reis simultâneos, a saber, “durante uma hora”, mais precisamente na hora do terrível oitavo, que coroa a série dos sete (v. 11). Deles é dito no v. 14 que eles empreendem conjuntamente a expedição bélica contra o Cordeiro. João já vira a mesma expedição dos reis em Ap 16.14, onde ele os designou de “reis do mundo inteiro”. E, na terceira descrição dessa expedição eles são chamados de ―reis da terra‖ (Ap 19.19). Finalmente essa leitura também é solidificada pela lembrança de Dn 2.41-43. Lá a famosa figura das monarquias desemboca nos dez dedos, nos últimos representantes do poder político na terra antes da irrupção do reino eterno. Esses reis inicialmente ainda não receberam reino (“ainda não obtiveram dignidade real” [tradução do autor]). O “ainda não” seguramente pertence ao contexto do v. 10: quando João via e escrevia, a série de sete “ainda não” estava concluída. Por isso também a grande hora do oitavo ainda estava para acontecer e, de forma idêntica, aqui a grande hora de seus satélites. No entanto, eles recebem autoridade como reis, com a besta, durante uma hora. De acordo com Ap 13.2,5 o dragão tinha dado à besta quarenta e dois meses de autoridade, ou seja, durante todo o tempo escatológico. Contudo, no fim desse tempo ocorre uma última concentração do poder satânico contra o Cordeiro (v. 14).


                                                                                              Comentário Esperança


“...A maioria dos expositores interpretam o vers. 8 com o auxílio do vers. 11, e consideram que a passagem toda descreve um anticristo individual; a expressão era, e já não é, mas que virá no vers. 8, sente-se ser inteiramente explicável pelo mito do Nero ressuscitado, cujo retorno dos mortos para lutar contra Roma era largamente esperado quando este livro estava sendo escrito. Com esta expectação os vers. 16 e 17 concordam admiravelmente.  ... A explanação dada pelo anjo (7) é uma continuação direta da visão anterior; diz quem a mulher e a besta representam. É de esperar, portanto, que a interpretação envolverá mais de que um membro da besta. A besta foi, e já não é (8); isto é, tinha antes uma existência como uma potência má e ímpia, mas que tem sido silenciada. Isaías chama o Egito de "Gabarola que nada faz" (Is 30.7), isto é, o monstro caótico, feito inútil por Deus. A Roma é dado aqui um nome semelhante, ela foi, e já não é, mas que há de vir, isto é, brevemente está para subir do abismo e fará uma obra de horror como os faraós, os reis assírios e Antioco Epifânio de outrora. ... Este rei demoníaco compartilha tão plenamente da natureza do poder do mal, que as suas histórias podem ser delineadas nos mesmos termos. Ele é a besta encarnada. Uma manifestação tão espantosa de poder sobrenatural faz que toda a terra se admire, salvo aqueles cujos nomes estão escritos no livro da vida. Dá-se uma dupla interpretação das sete cabeças a fim de identificar a besta além de qualquer dúvida. Roma era familiarmente conhecida como "a cidade sobre sete montes". A besta se localiza desta forma em Roma. Mas as cabeças representam reis. Qualquer que tenha sido o significado do número "sete" aos antigos escritores, para João era símbolo de inteireza; cinco já caíram (10) significa que a maioria já passou; o "um existe" refere-se ao soberano contemporâneo; outro imperador reinará, mas quando vier, convém que dure um pouco de tempo (10); a curta duração do seu reino se reforça pela consideração que "o tempo está próximo" (Ap 1.3).  ... Depois do último imperador humano, a besta revelar-se-á em toda a sua bestialidade. A besta que viste foi e já não é (8), é o poder perene do mal; manifestar-se-á como o oitavo rei, se bem que na realidade não o oitavo, pois ele manifestar-se-á, na forma de um dos sete, isto é, Nero. No contexto dos vers. 9 e 10 parece que a afirmação "a besta... também é ele o oitavo rei" (11) deve significar que o império inteiro, ou antes o mau gênio que caracteriza o império, se encarna no oitavo rei. A ênfase está no império na sua inteireza. Não deve ser interpretado como "A besta, Nero, é um oitavo rei, além de um dos sete"; a cláusula descritiva "era, e já não é" denota o império monstro caótico em primeiro lugar, e Nero só secundariamente. Quando, contudo, se diz que a besta "subirá ao abismo", a ênfase está na pessoa que é a sua encarnação.”


                                                                              O novo comentário da Bíblia - F. Davidson – Ed. Vida Nova


3. Explicando Apocalipse com Apocalipse


Como entender o significado de figura tão estranha como aquela que João, no capítulo treze, por falta de outra palavra chama de a Besta Aprendamos, pois com as explicações que o próprio Jesus nos dá no capítulo 17. A Besta fala de poder temporal histórico, presente e futuro. Veja lição 10.


3.1. O último império de Satanás na Terra, a Besta que se levanta do mar


O apóstolo, estando na praia, viu uma besta selvagem sair do mar; um poder tirânico, idólatra, perseguidor, que surge dos transtornos que tiveram lugar. Era um monstro aterrador! Parece significar o domínio mundano opressor que, por muitas eras, desde os tempos do cativeiro babilônico, tinha sido hostil à igreja. Então, a primeira besta começou a perseguir e oprimir aos justos por amor da justiça, mas eles sofreram mais sob a quarta besta de Daniel (o império romano), que tem afligido os santos com muitas perseguições cruéis. ... A perseverança na fé do evangelho e a verdadeira adoração de Deus, nesta grande hora de prova e tentação, que enganariam a todos exceto ao escolhido, é o caráter dos registrados no livro da vida. Este motivo e ânimo poderosos à constância é o grande objetivo de todo o Livro de Apocalipse.
                                                                                              Comentário Matthew Henry


3.2. As cabeças, os diademas e os chifres da Besta


“...Primeiro saem das ondas dez chifres. Portanto, a besta era bastante similar a seu senhor (Ap 12.3), um segundo dragão. O número dez simboliza nitidamente não um determinado poder político, mas o número completo dos poderes do mundo, a perfeição da plenitude da força política. Também as sete cabeças e os dez diademas devem ser comparados com Ap 12.3. Aqui ainda não interfere a explicação adicional de Ap 17.9.

O nome sobre as cabeças corresponde ao que se passa dentro dessas cabeças. Trata-se de nomes de blasfêmia. A blasfêmia ocorre em Ap sempre nos lábios de Satanás e seus auxiliares (cf. o comentário a Ap 2.9) e significa a repulsa consciente do senhorio do Cordeiro, bem como a tentativa de roubar-lhe sua dignidade, isto é, seu ―nome‖, e atribuí-lo a si mesmo. Pouco tempo antes do banimento de João e da redação do Ap, o imperador romano Domiciano havia se concedido o nome ―nosso deus e senhor‖. Em 27 a.C. o imperador Gaio Júlio César Otaviano determinou que ele fosse alçado à categoria de ―Augusto‖, como se tornou conhecido da posteridade. ―Augusto‖ é adjetivação de divindades: ―majestoso‖, ―santo‖, ―digno de adoração‖. Também aceitava o título ―Divo‖, o semelhante aos deuses. Exemplos em pequena escala são trazidos em At 4.12; 12.22. O anticristo envia muitos anticristos. Os primeiros leitores talvez tenham sido lembrados do caso de Domiciano, que era atual para eles.”


                                                                                              Comentário Esperança


3.3. A religião do reino da Besta



EM ELABORAÇÂO (amanhã terminamos) 



Conclusão

Quando ainda na carne, Jesus falou aos seus discípulos sobre um maravilhoso organismo que nasceria de sua morte e ressurreição e declarou Edificarei a minha igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Que maravilhosa declaração. A igreja do Senhor triunfará sobre todo o mal, e por fim, reinará gloriosa.


Fontes:

Bíblia Sagrada  ARC/ARA/ACF/TB/NVI/NTLH/RV
Revista: Apocalipse (professor) – Editora Betel - 2º Trimestre 2012 – Lição 07

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