segunda-feira, 4 de junho de 2012

EBD Editora Betel- O Filho Reina para Entregar o Reino ao Pai

30 de junho Criacionismo/SBB





Assembleia de Deus CONAMAD

Lição 11 – O Filho Reina para Entregar o Reino ao Pai
10 de junho de 2012
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Texto Áureo

“E ouvi como que a voz de uma grande multidão, e como que a voz muitas águas, e como que a voz de grandes trovões, que dizia: Aleluia! Pois já o Senhor, Deus Todo-poderoso reina”. Ap 19.6

Verdade Aplicada

A plena justiça de Deus será satisfeita de modo justo e justificável.

Objetivos da Lição

Mostrar que Deus jamais deixará de justificar aqueles que recebem a justiça de Cristo;
Tornar relevante a submissão a Cristo como requisito para entrar no reino de Deus;
Reforçar que a justiça de Deus é sempre aplicada no tem­po, na medida e no modo certo.

Textos de Referência

Ap 19.11 E vi o céu aberto, e eis um cavalo branco. O que estava assentado sobre ele chama-se Fiel e Verdadeiro e julga e peleja com justiça.
Ap 19.12 E os seus olhos eram como chama de fogo; e sobre a sua cabeça havia muitos diademas; e tinha um nome escrito que ninguém sabia, senão Ele mesmo.
Ap 19.13 E estava vestido de uma veste salpicada de sangue, e o nome pelo qual se chama é a Palavra de Deus.
Ap 19.14 E seguiam-no os exércitos que há no céu em cavalos brancos e vestidos de linho fino, branco e puro.
Ap 19.16 E na veste e na Sua coxa escrito este nome: Rei dos reis e senhor dos se­nhores.



 
Introdução


1. O Cavaleiro do Cavalo Branco e o seu Séquito

1.1. O Perfil de Cristo como Guerreiro e Juiz

Seus olhos são como chama de fogo - Tudo ele vê, ele sabe e conhece. Nda lhe é oculto, em seu profundo julgamento. Ele vai julgar seus pensamentos, palavras, obras e os segredos do seu coração. Todos os que tenham escapado do juízo humano e de seus tribunais, não escaparão do juízo de Deus.
Ele é o vencedor supremo - "Na sua cabeça há muitos diademas" – Ele possui sobre a sua cabeça a coroa do Vencedor e do Conquistador. Sua entrada em Jerusalém, cavalgando um jumentinho, foi uma encontrada como servo. Mas agora ele vem montado cavalgando um cavalo branco. Possui em sua cabeça muitas coroas, a representação da sua suprema vitória.
Ele é insondável em seu ser – Mostra-nos que nós jamais vamos esgotar completamente o seu conhecimento.
Matará com o sopro de sua boca (II Ts 2:8) ao nosso terrível adversário. Se a ele, o Senhor destruirá com um sopro, quanto mais aos homens ímpios, teimosos, obstinados e blasfemadores. Contudo, isso não o alegra. Sabemos que é seu desejo a salvação da Humanidade.

1.2. Perfil de Cristo como Rei

O Senhor manifestará seu poder e domínio, regendo as nações rigidamente (Ap 19:15). Quem poderá manter-se contrário a ele? Quem conseguirá resistir? (II Cr 20:6) Nem ao menos ficar de pé, em atitude de oposição irão conseguir (Na 1:6). Os diademas (vários) significam sua suprema autoridade. Não há como colocar o poder do Maligno comparado ao de Cristo. São diferenças absurdas, mesmo juntando todos os impérios, dominadores e poderosos a ele. O Senhor os combaterá, derrotará, dominará e os condenará, julgando com sus justiça única e suprema.

1.3. Os Exércitos de Cristo

“...seguiam-no os exércitos no céu”. Estre trecho nos leva a concluir que enquanto a Besta e seus exércitos, alinham-se para a Batalha Final (16.12-16), o Cordeiro convoca e emparelha suas tropas  celestiais. “Vermelho fogoso, azul fumegante e amarelo sufírico...”: na couraça daqueles, representam homicídio, guerra e maldade. Já a dos soldados do Senhor Jesus, é branca:  pureza, justiça e bondade.
Impecavelmente trajado, o grande número de seus gurreiros não virão para lutar. O Tipo do tecido e sua cor (trajes), mostram apenas pureza e não guerra. A grande batalha se dará na planície do Armagedom, que estende-se pela Terra Santa, do Mediterrâneo ao Jordão. As hostes celestiais de Cristo o acompanharão, não lutando, assim declara o argumento principal: “...Eu sozinho pisei no lagar...”(Is 63.3a). De um modo ou de outro, qualquer travamento de combate entre o mal e o bem, somente  Jesus fará por nós. “E graças a Deus, que sempre nos faz triunfar em Cristo...” (2Co 2.14a).


2. A Vitória de Cristo sobre as Bestas e os Demais Opositores

2.1. O Julgamento da Besta

A Bíblia nos diz que em breve Deus esmagaria a Satanás debaixo de nossos pés (Rm 16:20). Ele, contudo, se exalta querendo usar todos os seus ardis contra o Cordeiro: armamentos bélicos, tropas humanas e o que mais ele possa dispor! Vemos em toda a História tanto do povo judeu, quanto dos fiéis no NT, principalmente no Apocalipse, a certeza da derrota total do inimigo de nossas almas. É  indispensável observar que aqui, serão derrotados tanto a Besta quanto o Falso Profeta, contudo, nada disto consta nos textos dos alunos, senão nos azuis dos professores! Talvez o título mais apropriado fosse “O Julgamento das Bestas”. Notem que em 2.3 é citado “as duas bestas serão lançadas”.

2.2. O Julgamento da Feitiçaria e dos Feiticeiros

Hoje ouvimos muitos ministérios pregando que Deus não mais intervém com sinais, prodígios, curas nem maravilhas, exceto usando a mão dos médicos e de outros pesquisadores/profissionais. Ouve-se até mesmo que o operar do Espírito Santo cessou, usando diretamente homem ou mulher. Enquanto isso, vemos os ímpios apregoando Wicca, Magia Negra, Feitiços e etc. crendo totalmente nestes poderes. Que contraste! Previamente a estes julgamentos, haverá farta demonstração dos poderes das trevas , não apenas dos que já ouvimos até hoje, como também de outros talvez inimagináveis!

2.3. O Julgamento Preliminar dos Exércitos Humanos

As tropas dos poderosos reis, comandantes, líderes, generais e seus guerreiros, perecerão de uma vez por todas somente pelo proferir glorioso do Senhor. Contudo, ressurgirão para o Juízo Final após o Milênio, todos com destino ao Lago de Fogo, junto com as Bestas

3. O Milênio e o Fim do Dragão e dos seus Opositores


3.1. A Prisão do Dragão

O Abismo. Essa expressão é equivalente a “Hades”, “Sheol” e outros termos que são traduzidos dentro do mesmo conceito. São palavras usadas tanto pelos escritores do Antigo como do Novo Testamentos. E agora, o “abismo” servirá de prisão durante mil anos para Satanás. “Hades” em sentido lato, quer dizer “escondido”. A Bíblia também o descreve como sendo um “lugar” (At 1.25). Ele é realmente uma prisão contendo portas e ferrolhos (Jó 17.16; Mt 16.18), e ainda chaves que presentemente estão nas mãos de nosso Senhor Jesus Cristo. “O abismo ou abysus (grego) ou poço do abismo, ou tártaro no grego é a “escuridão” onde está localizada a prisão dos espíritos maus. Jd v.6”. (Ver notas expositivas sobre isso, em Ap 9.2).

                                               Apocalipse Versiculo por Versículo - Severino Pedro da Silva – CPAD

A cena do Julgamento é plena, na qual vemos até mesmo um carcereiro, um anjo que desce para prender Satanás por mil anos. Tal prisão, é como que preventiva, para que este não atormente a Humanidade que sobreviva às Taças da Ira de Deus. No Milênio, os homens serão definitivamente provados quanto a suas intenções mais mórbidas e íntimas, pois não poderão desculpar-se, dizendo terem sido provocado o induzidos pelo Diabo. Mesmo sob o domínio de Cristo, haverá pessoas insatisfeitas e aptas para pecar e pecarão, como nos diz a Palavra de Deus. Observemos que não apenas tornarão aos erros corriqueiros, mas se alistarão nas tropas contra o Cordeiro (Ap 20:8).

3.2. O Reino de Cristo

“...ele prendeu o dragão”. Muitos têm dificuldade em aceitar a prisão de Satanás no sentido literal. Mas nós temos na Bíblia outras passagens falando de “...espíritos em prisão” (1Pd 3.19; 2Pd 2.4; Jd v.6). As algemas que o agrilhoarão são de fabricação divina. Não há, pois, razão para o sentido literal da “cadeia” e “prisão” de Satanás, pois a palavra grega usada para “cadeia” (hálusis), é a mesma usada nas passagens de (At 12.7; 28.20; 2Tm 1.16; T. Nestlé). Em todas essas passagens a significação é literal. Essas precauções contra o grande inimigo de Deus mostram-nos a grande e perigosa força desse inimigo; segurar, prender, lançar no abismo, fechá-lo, pôr selo sobre ele!. Os mil anos de Satanás no abismo não produzirão nenhuma mudança em seu caráter maligno. Uma vez que seja liberto, provará ser o mesmo antigo diabo. Isso prova, que prisão não “transforma” mas “deforma”. Mas enquanto estiver preso a terra se sentirá aliviada, e o reino milenial de Cristo trará paz e justiça por mil anos.

                                               Apocalipse Versiculo por Versículo - Severino Pedro da Silva – CPAD

Este reino aqui citado, é o dito “Vara de Ferro”. Não é o domínio eterno: é o Milênio, onde haverá rígido controle de punições, suas aplicações e legalidades, tanto de Direitos, como de Deveres. Os toques das trombetas e o derramar das pragas, taças e da Ira propriamente ditos, serão o ato inaugural deste período.

3.3. Os últimos movimentos do Dragão

A paz manifestada no Governo Milenial, cessará imediatamente com a soltura breve de Satanás ao seu termino (mil anos). As guerras recomeçarão (Gogue e Magogue). Aqui para sempre serão desfeitos e tirados todos os dominadores humanos, seus impérios, orgias, feitiçarias, opressões, roubos e injustiças.

A seqüência dos eventos em Apocalipse 20 é: a derrota de Satanás, a ressurreição dos santos para um reinado de mil anos, a rebelião de Gogue quando Satanás retorna e a última batalha seguida no capítulo 21 pelo estabelecimento da Nova Jerusalém. Os últimos capítulos de Ezequiel tra­zem um notável paralelo: a derrota de Erom e a ressurreição de Israel para um período prolongado de paz (35-37), seguido pela rebelião e derrota de Gogue (38-39), seguindo-se a visão da Nova Jerusalém (40-48). Uma coisa curiosa é que o convite lançado aos pássaros que formavam a segunda visão (lá atrás em 19:17ss., aparentemente "antes" da derrota de Satanás e do milênio) é, de acordo com Ezequiel, um convite para comer a carne e beber o sangue das tropas de Gogue (39:17ss.), depois da última rebelião da quinta visão. Tanto João como Ezequiel estão menos preocupados com a cronologia do que mui­tos dos seus comentadores.

                                                                              A Mensagem de Apocalipse - Michael Wilcock -ABU

Conclusão


Fontes: 

Bíblia Sagrada ARC/ARA/ACF/TB/BV/NTLH/RV
Revista: Apocalipse (professor) – Editora Betel - 2º Trimestre 2012 – Lição 11.
Apocalipse Versículo por Versículo –  Severino Pedro da Silva - CPAD
As Interpretações do Apocalipse - C. Marvin Pate – Ed. Vida
A Mensagem de Apocalipse - Michael Wilcock –ABU
Sinais da próxima vinda de Cristo - Gordon Lindsay
Jerusalém - Um Cálice de Tontear - Dave Hunt – Actual Edições
Manual de Escatologia – J. Dwight Pentecost – Ed. Vida
Estudos no Livro de Apocalipse - Hernandes Dias Lopes - Hagnos
Apocalipse Simbolismo ou Realidade? - www.adoracao.com
Destino Final - William Macdonald - Actual Edições

Um comentário:

  1. obrigado!vcs estão de parabéns,irmãos!grandes e importantíssimas observações foram feitas em cada tópico. Deus continue abençoando!

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