domingo, 10 de junho de 2012

EBD Editora Betel - A Plenitude da Redenção

30 de junho Criacionismo/SBB


Assembleia de Deus CONAMAD
Lição 12 - A Plenitude da Redenção
17 De Junho de 2012
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Texto Áureo

“E o que estava assentado sobre trono disse eis que faço novas todas as coisas”. Ap 21.5

Verdade Aplicada

Quando todas as coisas forem restauradas, nenhuma glória além da glória do próprio Deus será mais exaltada do que a glória da Igreja, a esposa do Cordeiro.

Objetivos da Lição

Mostrar que o Apocalipse revela e resume o propósito de Deus para todas as suas criaturas;
Ensinar que nesse propósito, a igreja de Cristo, ocupa uma posição especial;
Conduzir a igreja a corresponder em fidelidade e amor a sua posição em Cristo.

Glossário

Atmosféricos: relativo à atmosfera.
Astronômicos: da astronomia ou a ela relativo.
Erradicados: desarraigar, arrancar pela raiz.

Leituras Complementares

·     Segunda feira: Ap 21.5-8
·     Terça feira:  Ap 21.9-14
·     Quinta feira:  Ap 22.1-5
·     Sexta Quarta feira: Ap 21.15-27
·     feira:  Ap. 22.6-13
·     Sábado: Ap 22.14-21
                   

Introdução

“E o que estava assentado sobre o Trono disse Eis que faço novas todas as coisas. E disse-me escreve, porque estas palavras são e verdadeiras e fiéis. E disse-me mais está cumprido. Eu Sou o Alfa e Ômega, o Princípio e o Fim... Quem vencer herdará todas as coisas, e Eu serei o seu Deus e ele será o meu filho” (Ap 21.5-7).


1. Novos Céus e Nova Terra

“E vi um novo céu e uma nova terra. Porque o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe” (Ap 21.1). Estas palavras apontam para uma visão global da restauração de todas as coisas e incluem:

Falemos sobre algumas considerações de eruditos distintos: quanto à nova criação (a qual não aparecerá até que a antiga desapareça): seria uma nova Criação ou uma “reforma”, igualando com a antiga (inicial). Dizem uns que o fogo não é aniquilação mas purificação; Deus meramente irá purificar a antiga criação, adequando-a aos santos glorificados. Outros dizem que as formas usadas no Novo Testamento são definidas e enfáticas, e que haverá um sumiço (fim) total da antiga criação.
“fugir”, “passará com grande estrondo”, e “será queimada”, implicaria não mera mudança ou transformação mas obliteração. A antiga criação ficaria de lado como roupas gastas, lacradas e totalmente descartadas.

“...Mas não encontram os velhos farrapos uma maneira de reaparecer como vestimentas novas? Ao dizer Deus: “Eis que faço novas todas as coisas” (21:5), a palavra usada para “novas” não significava nova em tempo ou de aparição recente, mas nova quanto à forma ou qualidade, diferente da antiga em natureza. Assim, o “homem novo” de Efésios 4:24 quer dizer um homem totalmente diferente do primeiro, Adão. Paulo descreve um novo caráter do homem, o qual é espiritual e moral, segundo o padrão de Cristo. Assim acontecerá com o novo céu e a nova terra, que serão completamente diferentes em forma e qualidade do céu e terra originais.
Mas não importa o ponto de vista que adotarmos, o tempo desde a primeira criação até à nova estende-se por toda a Bíblia. A primeira criação é esfera e cena das primeiras coisas. O pecado, iniciado no céu por Lúcifer, arruinou a primeira criação. A nova criação difere por completo, como podemos ver de um estudo dos “não mais” de João. Ao descrever as glórias da nova criação, João só pôde usar uma série de negativas:

Não mais doença
Não mais dor
Não mais fome
Não mais sede
Não mais pesar
Não mais lágrimas
Não mais mar
Não mais morte
Não mais pecado
Não mais noite.

Com Satanás banido para sempre, a tentação estará ausente para sempre. Com a visão dos séculos dos séculos, chegamos a um mundo sem tragédia, tribulação ou práticas malignas. “Nos quais habita a justiça” (2 Pe 3:13). Passagens para comparação: Mateus 24:35; Hebreus 1:1-12; 12:25-29; 2 Pedro 3; Isaías 34:4; 65:17; 66:22. Com uma expectativa tão gloriosa assim nos aguardando, não devíamos procurar viver com os valores da eternidade em mente? As tribulações e desapontamentos presentes não se comparam com a glória que há de se revelar naquele dia eterno...”
                                                                                                              www.ebdareiabranca.com

“...Consequentemente, em nossa opinião, a renovação da Terra por fogo terá lugar ao fim do reino milenar de Cristo (Ap 20:11 e 21:1)

                                                        O Plano Divino Através dos Séculos – L Orlson – CPAD
O dia de Jeová (também chamado "aquele dia" e o "grande dia") é o período prolongado de tempo que se inicia com o retorno do Senhor na sua glória e termina com a destruição dos céus e da terra pelo  fogo,  preparando novo céu e nova  terra  (Is 65.17-19; 66.22; 2Pe 3.13; Ap 21.1).
                                                                        C. I. SCOFIELD, Reference Bible, p. 1349

Vemos entendimentos próximos, mas não uniformes. Como são considerados suposições sobre suposições e hipóteses, as interpretações acabam sendo divergentes em suas conclusões. É crítico sermos categóricos ou dogmáticos, na maioria das vezes isso se faz para não divergir-se de lideranças ou do comumente aceito (que é ou foi sentenciado por algum mestre, ainda que muitíssimo conceituado). Há de existir equilíbrio, fé, cooperação e longanimidade para que a Obra não sofra impasses e não criem-se ‘lutas’ denominacionais ou entre este ou aquele ministério.

1.1.Um novo céu

Entendemos que uma restauração ou renovação com estrondos grandes, ardor de fogo e “passagem”, seja algo extremamente espantoso mesmo que seja retornar ao estado original. Em nenhum momento vemos como entender que sumirá o antigo e chegará o novo simplesmente. Havendo tal troca, seria pela transformação, junto ao anuncioso e confirmador estrondo. Há pontos de vista divergentes sobre o Novo Céu e a nova Terra. É fato que não será como vemos os atuais.

“...Uma vez que o primeiro céu (habitação de Deus), é eterno, não é, pois, sujeito a nenhuma mudança. “Um novo céu” implica a transfor­mação dos céus aéreos e astronômicos. Com nossos corpos celestiais poderemos passear pelos novos céus e pela nova terra.
É necessário um novo céu-médio porque os céus presentes estão poluídos com a presença de Satanás como príncipe das potestades do ar. É por essa razão que as estrelas não são puras à vista dê Deus (Jó 25:5). O espaço entre nós e a habitação de Deus também está cheio de mísseis, foguetes, satélites e uma miscelânea de detritos orbitais colocados aí pelo homem do Século vinte...
...«Os astrônomos dizem que durante as poucas centenas de anos, dúzias de mundos se têm incendiado perante os olhos mesmos dos cientistas. Mundos que antes atravessavam majestosamente o espaço e então repentinamente explodiram e desapareceram. Sob toda esta velha terra existem os vulcões, fontes termais, rios de lava e gêiseres de vapor de água, lembrando-nos que dentro da mesma há um mar de fogo, e que Pedro falava disso quando declarou, por inspiração do Espírito Santo: ‘Ora, os céus que agora existem, e a terra, pela mesma palavra têm sido entesourados para fogo, estando reservados para o dia do juízo e destruição dos homens ímpios’. Perguntamos, pois, por que este velho mundo já não explodiu antes. Quando alguém considera esses fatos, com base tanto nas Escrituras como na ciência, estremece ao pensar sobre o lugar precário em que vive» (De Haan, in loc.).
A «nova criação», naturalmente, contrariamente ao que dizem alguns intérpretes, será tanto física quanto espiritual, e isso pela eternidade. Este texto nada tem a ver com o triunfo da igreja sobre a terra antiga, nos últimos dias...”

                                                                                                              www.ebdareiabranca.com

1.2.A restauração da raça humana

Uma das sentenças pronunciadas no Éden, foi: “...maldita é a Terra por causa de ti...” (Gn 3:17). A Natureza, a Terra e demais seres e elementos necessitam de redenção. A volta do Senhor aplainará tudo, não haverá tristezas, lamentos nem morte. Como diz a letra de um hino “haverá lá perpétua aurora”. Não teremos problemas de aflições, angústias nem desesperos devido a não existirem perspectivas sombrias: doenças, morte, depressão, perseguições. Nada disso existirá! Nosso modo limitado de pensar não alcança a grandeza de tal Estado Eterno. O caído e destroçado homem, terá não só um novo coração, como também novo corpo, nova cidade, novo planeta, novo céu e vida plena e eterna ao lado do Criador.

1.3.Não haverá mais nenhuma contaminação (Ap 21. 1)

No início do tópico, falamos sobre os males das tristezas e sofrimentos. Eles passarão! Quanto ao Mar, é muito ponderável. Vejam:

“...Encontra menção frequente nos apocaliptistas que, contudo levam ao extremo um pensamento indubitavelmente latente nesta doutrina, que a atual criação (ou pelo menos a sua atual forma) é suficiente ser a cena do reino de Deus aperfeiçoado e eterno. A afirmação que o mar já não existe tem em vista a corrente personificação do mar como a quinta essência do mal; seja o que for mais que se significa aqui, portanto, o sentimento principal é a exclusão do mal da nova ordem de vida. A santa cidade (2) descreve-se mais em 21.9, se bem que lá esteja em vista a sua manifestação na época milenária, enquanto aqui se mostra como o alvo final de uma humanidade redimida no estado eterno....”

                                                                                                              G. R. Beasley-Murray

A Astronomia tem presenciado e documentado dezenas de estrelas e planetas incendiando-se e explodindo em poucos séculos. Tão firmes por eras (bilhões de anos, segundo eles) e passaram.
Existem oceanos e mares de lava, gêiseres de vapor de água, vulcões, fontes termais. Pedro falou, pelo Espírito: ‘Ora, os céus que agora existem, e a terra, pela mesma palavra têm sido entesourados para fogo, estando reservados para o dia do juízo e destruição dos homens ímpios’. Parece-nos que este nosso mundo está esperando algo. Considerando-se tais fatos, tanto pela Bíblia, quanto pela ciência, nos abala pensar como é instável aqui.
Ao contrario do parecer de alguns intérpretes, esta nova criação será tanto física quanto espiritual, de eternidade em eternidade. O texto não se refere com o triunfo da igreja sobre a terra antiga, nos fim destes tempos. Por não existir nem sombra das coisas antigas (o Diabo e seus anjos, os ímpios, as maldades e o próprio Inferno, estarão todos no Lago de Fogo eternamente), é fim total das contaminações.

No Gênesis:       “No princípio criou Deus os céus e a terra.”
No Apocalipse:                 “E vi um novo céu e uma nova terra.”
No Gênesis:       “E Deus chamou. . . às trevas noite.”
No Apocalipse:                 “E noite ali não haverá.”
No Gênesis:       “Certamente morrerás.”
No Apocalipse:                 “Não haverá mais morte.”
No Gênesis:       “Multiplicarei grandemente a dor da tua conceição.”
No Apocalipse:                 “Não haverá. . . dor.”
No Gênesis:       “Maldita é a terra por tua causa.”
No Apocalipse:                 “Ali não haverá jamais maldição.”
No Gênesis:       “Afastado da árvore da vida.”
No Apocalipse:                 Aparece a árvore da vida.
No Gênesis:       Aparece Satanás.
No Apocalipse:                 Satanás desaparece.
No Gênesis:       Abraão procurou fundar uma cidade.
No Apocalipse:                 A cidade é levada à perfeição e glória finais.

                                                                                              H. Lockyer


2. A Nova Terra

O resgate do planeta ocorrerá entre a sexta e a sétima trombeta (lição 6); a purificação completa, no derramamento das sete taças, quando ervas daninhas, pragas, pestes, insetos nocivos, enfermidades e toda sorte de males serão removidos (lição 9); mas a restauração ocorrerá durante o Milênio.  “... águas arrebentarão no deserto, e ribeiros no ermo. E a terra seca se transformará em tanques, e a terra sedenta em mananciais de águas...” (Is 35. 6.7). A Terra se transformará em um paraíso. Bem regada, solo fértil e produtivo, onde brotarão as boas sementes que resistirem ao fogo purificador.

Aqui, vemos claramente a figura do fogo acabando não apenas com a figura do Mal (virtual?), mas é materializado o desfazimento das substâncias: só as sementes boas ficarão. Novamente aqui, vemos a figura da queima (insistimos: é queima, não é cessação de existência total do Planeta) dos elementos, como dito em II Pedro e no Apocalipse (tudo transformado).

2.1. As condições de vida humana na nova Terra

“...Em sexto lugar, quanto à natureza do reino e seu efeito no mundo, todos os profetas concordam em que seu estabelecimento completo causará uma mudança tão radical em todos os aspectos da vida humana que o resultado é descrito como "um novo céu e uma nova terra" [...]
...O Novo Céu e a Nova Terra, em que habita a Justiça, sucedem à dissolução do Antigo, e eles são, sem dúvida, o assunto dessa visão apocalíptica [...] Referindo-se à visão, Grant diz: "Essa é declaradamente uma referência à palavra de Isaías: 'Pois eis que eu crio novos céus e Nova Terra; e não haverá lembranças das cousas passadas, jamais haverá memória delas'...

                                                                    A Mensagem de Apocalipse - Michael Wilcock

As limitações da vida como conhecemos, cessarão todas. Seremos imortais, ilimitados e sem os danos causados pelo pecado, pela maldição sobre a Terra e sobre o Homem (Gn 314-24). Não mais sofreremos fome, nudez, doenças, ansiedade e nem, tentações do Maligno. Teremos um novo corpo, uma nova e plena comunhão com Deus, veremos todos os salvos de todas as eras e saberemos de tudo, além de servimos água às nações. Deus respondeu aos clamores: “Venha o teu reino, faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu"! A Nova Jerusalém é o lugar de moradia eterna de Deus. Consideremos:

1. Após vermos “o novo céu e a nova  terra e a Nova Jerusalém que desce à nova  terra” (21.1,2); lemos: "Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens" O Novo Céu e a Nova  Terra vem realizar o objetivo de Deus ter sua morada eternamente nessa capital da nova criação!
2. Não vemos nenhuma outra morada eterna de Deus, senão essa, a capital da nova criação.
3. Nesse lugar maravilhoso sempre haverá a Glória de Deus  (21.11,23; 22.5).
4. Nela há também próprio Trono de Deus e o "serviço" de 22.3, apropriadamente  chamado “Culto Sacerdotal”, ou “Adoração Espiritual.
5. Todos verão a face do Pai. Logo, então, será o local da morada dele eternamente.
6. Lembremos que os herdeiros da Nova Jerusalém "reinarão pelos Séculos dos Séculos"   (22.5).   Tal fato só pode ter sido escrito sobre os habitantes da Capital da Nova Criação, e sobre ninguém mais.

Esta moradia não será apenas de Deus, Pai, Filho e Espírito Santo, mas também de Sua Noiva, a Esposa do Cordeiro (Ap 21.9).  Ao ser revelada, pelo anjo,  a glória e a bênção da Noiva,   mostrará também a morada, o lugar da Noiva, com a qual a Noiva se identificará. Tal cidade celestial é prometida como destino da igreja.

2.2. A nova Jerusalém

2.3. A Nova Jerusalém é a Igreja e sua habitação

Notemos algumas considerações sobre ambos os itens acima:

I. “...a nova Jerusalém”. Esta linda cidade, vista por João, corresponde à mesma do versículo 10, deste capítulo; porém, em relação ao tempo, uma visão está distante da outra cerca de mil anos. “Este trecho ocupa-nos outra vez com o período milenial. O que foi dito em 20.5-6, é agora revelado plenamente, e temos uma descrição da noiva, a esposa do Cordeiro, na sua glória milenial, em relação a Israel e às nações sobre a terra”.
1. A cidade em foco de gigantescas dimensões tendo o formato quadrangular, vista no versículo 10; descrerá para a terra no início do Milênio e, ficará (“acima”) da Jerusalém terrestre durante mil anos e, a iluminará (v. 23). Iluminada pela glória da Jerusalém celeste a Jerusalém terrestre se transformará também na cidade casada como descreve o profeta Isaías: “Nunca mais te chamarão: desamparada, nem a tua terra se denominará jamais: Assolada; mas chamar-te-ão: Hefzibá; e à tua terra: Beulá...”(Is 62.4a.). Aqui o profeta descreve a glória de Sião durante o Milênio. A cidade (“desamparada”), será chamada (“Hephzibat”) meu regozijo está nela”, e a terra desolada, (“Beulá”), ou casada. E o senhor habitará em Sião e se regozijará sobre ela como o noivo se regozija da noiva.
3. “E ouvi uma grande voz do céu, que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles, e será o seu Deus”.
I. “...o tabernáculo de Deus”. O trecho de Ezequiel 37.27, mostra esse tempo futuro: “O meu tabernáculo estará com eles, e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo”. No presente texto, é-nos dito com notável franqueza que a habitação de Deus está com os homens. A expressão, “...grande voz”, presente em cerca de 18 versículo deste livro, e tão nossa conhecida, aparece agora, pela última vez, para anunciar o tabernáculo de Deus com os homens. O tabernáculo, como sabemos, era a tenda em que permanecia a glória de Deus, e onde, no deserto, o povo se reunia para, através de sacrifícios e sacerdotes, aproximar-se de seu Criador. Agora, esta cidade será eterno tabernáculo, pois nela Deus mesmo estará com os homens. E a fim de que não haja engano, as palavras são repetidas: “O mesmo Deus estará com eles”. E então o pensamento é expressivo e um verdadeiro clímax de esperança: “...eles serão o seu povo”.
1. O antigo tabernáculo tinha o “sshekinah” de Deus ou resplendor divino; na nova cidade isso sucederá supremamente. O próprio tabernáculo fora construído de modo a permitir certa manifestação de Deus entre os homens. Aqui, porém, agora, tudo que no passado era sombra, agora é realidade.

                                                             Apocalipse Versiculo por Versiculo - Severino Pedro da Silva

1. Apocalipse 17:1-3, João é convidado para ver a queda da grande Meretriz, Babilônia, a cidade do pecado. A falsa igreja, foi consumida pelo fogo.

2. Agora, João é chamado pelo mesmo anjo para ver o esplendor da Nova Jerusalém, a cidade santa, a noiva do Cordeiro.

3. A cidade eterna não é somente o lar da noiva, ela é a noiva. A cidade não é edifícios, mas pessoas. A cidade é santa e celestial. Ele desce do céu. Sua origem está no céu. Ele foi escolhida por Deus.

4. João agora vai contemplar o esplendor da Nova Jerusalém, a noiva do Cordeiro (21:9,10). João fala de seu fundamento, de suas muralhas, de suas portas, de suas praças, de seus habitantes:

I. A NOVA JERUSALÉM É BONITA POR FORA - ELA REFLETE A GLÓRIA DE DEUS - V. 11
• Quando João tentou descrever a glória da cidade, a única coisa que pôde fazer foi falar em termos de pedras preciosas, como quando tentou descrever a presença de Deus no trono (Ap 4:3).
• A glória de Deus habitava no santo dos santos no Tabernáculo e no Templo. Agora, a glória de Deus habita nos crentes. Mas a igreja glorificada, a noiva do Cordeiro, terá sobre si a plenitude do esplendor de Deus. A shekiná de Deus vai brilhar sobre ela eternamente.
• Assim como a lua reflete a luz do sol, a igreja vai refletir a glória do Senhor.
• Essa glória é indescritível (21:11), como indescritível é Deus (Ap 4:3). A igreja é bela por fora. Ela é como a noiva adornada para o seu esposo. Não tem rugas. Suas vestes estão alvas.
• Exemplo: O tabernáculo: coberto de ouro puro!

II. A NOVA JERUSALÉM É BONITA POR DENTRO - V. 19-20
• Ela não é bonita só do lado de fora, mas também do lado de dentro. Ninguém coloca pedras preciosas no fundamento. Mas no alicerce dessa cidade estão doze espécies de pedras preciosas. Há beleza, riqueza e esplendor no seu interior.
• Não há coisa feia dentro dessa igreja. Nada escondido. Nada debaixo do tapete. Essa igreja pode passar por uma profunda investigação. Ela é bonita por dentro!

III. A NOVA JERUSALÉM É ABERTA A TODOS - V. 13,25
• A cidade tem 12 portas: ela tem portas para todos os lados. Isso fala da oportunidade abundante de entrar nesse glorioso e maravilhoso companheirismo com Deus.
• Venha de onde vier as pessoas podem entrar. Os habitantes dessa cidade são aqueles que procedem de toda tribo, povo, língua e nação. São todos aqueles que foram comprados com o sangue do Cordeiro.
• Não há preconceito nem acepção de pessoas. Todos podem vir: pobres e ricos, doutores e analfabetos, religiosos e ateus, homens e mulheres.
• A cidade é aberta a todos. Há portas para todos os lados. O noivo convida: Vem! A noiva convida: Vem! Quem tem sede recebe a água da vida!
• Nesta cidade os santos do Velho e do Novo Testamento estarão unidos. A cidade é formada de todos os crentes da antiga dispensação (v. 12) e da nova dispensação (v. 14). Nenhum daqueles que foram remidos ficará de fora dessa gloriosa cidade.

IV. A NOVA JERUSALÉM NÃO É ABERTA A TUDO - V. 12,27
• A cidade tem uma grande a alta muralha - Muralha fala de proteção, de segurança. Embora haja portas (v. 13) e portas abertas (v. 25), nem todos entrarão nessa cidade (v. 27). Embora as portas estejam abertas, em cada porta há um anjo (v. 12). Assim, como Deus colocou um anjo com espada flamejante para proteger a árvore da vida no Éden, assim, também, há um anjo em cada porta. O muro demarca a santidade da cidade (v. 10), separando o puro do impuro (v. 27). Deus é o muro de fogo que protege sua igreja (Zc 2:5). A igreja está segura e nada pode perturbá-la na glória.
• O pecado não pode entrar na Nova Jerusalém - (v. 27a) - Embora a igreja seja aberta a todos, não é aberta a tudo. Muitas vezes a igreja, hoje, tem sido a aberta a tudo, mas não aberta a todos. Exemplo:
Pedro e Jesus: Arreda Satanás, mas o Pedro fica. Hoje a igreja tem
• Aqueles que se mantém no seu pecado não podem entrar, senão aqueles cujos nomes estão no Livro da Vida - (v. 27b) - Somente os remidos, os perdoados, os lavados, os arrependidos, os que creram podem entrar pelas portas da cidade santa.

V. A NOVA JERUSALÉM ESTÁ CONSTRUÍDA SOBRE O FUNDAMENTO DA VERDADE - V. 14
• Esse símbolo fala da teologia da igreja. A igreja está edificada sobre o fundamento dos apóstolos. Jesus Cristo é a pedra angular desse fundamento. A igreja do céu, a noiva do Cordeiro, a Nova Jerusalém está edificada sobre o fundamento dos apóstolos, sobre a verdade revelada, sobre as Escrituras.
• A Nova Jerusalém não está edificada sobre Pedro, sobre visões e revelações forâneas às Escrituras. A Palavra de Deus é sua base. Não é uma igreja mística nem liberal.Ela é logocêntrica!

VI. A NOVA JERUSALÉM TEM ESPAÇO PARA TODOS OS REMIDOS - V.15-17
• A cidade é quadrangular: comprimento, largura e altura iguais. A cidade tem doze mil estádios, ou seja, 2.200 km de comprimento, de largura e de altura. Não existe nada parecido no planeta. É uma cidade que vai de São Paulo a Aracaju. Na Nova Jerusalém, a maior montanha da terra, o pico Everest, desaparece mais de dezentas e quarenta vezes. Essa cidade é um verdadeiro cosmos de glória e santidade.
• É óbvio que esses números representam a simetria, a perfeição, a vastidão e a totalidade ideais da Nova Jerusalém.
• Não existem bairros ricos e pobres nessa cidade. Toda a cidade é igual. Não há casebres nessa cidade. Existem, sim, mansões, feitas não por mãos. Deus é arquiteto e fundador dessa cidade.
• A muralha da cidade mede 144 côvados, ou seja 70 metros de altura.
• A medida da cidade é um símbolo da sua majestade, magnificência, grandeza, suficiência. Essas medidas indicam a perfeição da cidade eterna. Nada está fora de ordem ou fora de equilíbrio.

VII. A NOVA JERUSALÉM É LUGAR ONDE SE VIVE EM TOTAL INTEGRIDADE - V. 18,21b
• Não apenas a cidade é de ouro puro, mas a praça da cidade, o lugar central, onde as pessoas vivem é de ouro puro, como vidro transparente. Tudo ali vive na luz. Tudo está a descoberto. Nada escondido. Nada escamoteado. A integridade é a base de todos os relacionamentos.

VIII. A NOVA JERUSALÉM É O LUGAR DE PLENA COMUNHÃO COM DEUS-V. 22
• No Velho Testamento a presença de Deus estava no Tabernáculo, depois no Templo. Mas, depois que o véu do templo foi rasgado. Deus veio para habitar na igreja. O Espírito Santo enche agora não um edifício, mas os crentes.
• Na Nova Jerusalém não haverá templo, porque a igreja habitará em Deus e Deus habitará na igreja. Hoje Deus habita em nós, então, vamos habitar em Deus. Isso é plena comunhão! A vida no céu será marcada não por religiosismo, mas vida com Deus.

IX. A NOVA JERUSALÉM É O LUGAR DA MANIFESTAÇÃO PLENA DA GLÓRIA DE DEUS - V. 23-24
• A cidade será iluminada não mais pelo sol ou pela lua. A glória de Deus a iluminará. A lâmpada que reflete a glória de Deus é o Cordeiro. Cristo será a lâmpada que manterá a luz da igreja sempre acesa.
• A noiva do Cordeiro não é como a Meretriz que se prostituiu com os reis da terra. Os reis da terra é que vieram a ela para conhecer a glória do seu Noivo e depositar aos seus pés as suas coroas.
• Esta igreja não está a serviço dos reis, ela está a serviço do REI.

X. A NOVA JERUSALÉM É O PARAÍSO RESTAURADO, ONDE CORRE O RIO DA VIDA-22:1-2
• A Nova Jerusalém é uma cidade, um jardim, uma noiva. O jardim perdido no Éden é o jardim reconquistado no céu. Lá o homem foi impedido pelo pecado de comer da árvore da vida, aqui ele pode se alimentar da árvore da vida. Lá ele adoeceu pelo pecado, aquele é curado do pecado. Lá ele foi sentenciado de morte, aquele ele toma posse da vida eterna.
• No Jardim do Éden havia quatro rios. Nesse Jardim Celestial, há um único rio, o Rio da Vida. Ele flui do trono de Deus. Ele simboliza a vida eterna, a salvação perfeita e gratuita, o dom da soberana graça de Deus. Por onde ele passa ele traz vida, cura e salvação. O rio da Vida simboliza a vida abundante na gloriosa cidade.

XI. A NOVA JERUSALÉM É ONDE ESTÁ O TRONO DE DEUS - 22:3-4
• O trono fala da soberania e do governo de Deus. O Senhor governa sobre essa igreja. Ela é comandada por aquele que está no trono. Ela é submissa, fiel. Esse é um trono de amor. Os súditos também são reis. Eles obedecem prazerosamente.
• A igreja pode estar situada onde está o trono de Satanás como Pérgamo, mas o trono de Deus está no coração da igreja.
• Na Nova Jerusalém vamos ter propósito - "Os seus servos o servirão". Nosso trabalho será deleitoso. Vamos servir Aquele que nos serviu e deu a sua vida por nós. Os salvos entrarão no descanso de Deus (Hb 4:9). Os salvos descansarão de suas fadigas (Ap 14:13), não porém de seu serviço.
• Na Nova Jerusalém vamos ter intimidade com o Senhor -"Contemplarão a sua face...". O que mais ambicionamos no céu não são as ruas de ouro, os muros de jaspes luzentes, não são as mansões ornadas de pedras preciosas, mas contemplar a face do Pai! Céu é intimidade com Deus. Esta é a esperança e a meta da salvação individual em toda a Escritura: a contemplação de Deus!

XII. A NOVA JERUSALÉM É ONDE OS REMIDOS VÃO REINAR COM CRISTO ETERNAMENTE - 22:5
• Deus nos salvou não apenas para irmos para o céu, mas para reinarmos com ele no céu. Ele não apenas nos levará para a glória, mas também para o trono.
• Nós seremos não apenas servos no céu, mas também reis. Nós reinaremos com o Senhor para sempre e sempre. Cristo vai compartilhar com sua noiva sua glória, sua autoridade e seu poder. Nós iremos reinar como reis no novo céu e na nova terra. Que honra! Que graça!

CONCLUSÃO
1. Você já é um habitante dessa cidade santa? Você já tem uma Casa nessa cidade? Seu lugar já está preparado nessa cidade?
2. Onde você colocado o seu coração: na Nova Jerusalém ou na grande Babilônia?
3. A qual igreja você pertence: à Noiva ou à grande Meretriz?
4. Qual é o seu destino: o Paraíso ou o lago do fogo?
5. Para onde você está indo: Para a Casa do Pai, onde o Cordeiro será a lâmpada eterna ou para as trevas exteriores?
6. Onde está o seu prazer: em servir a Deus ou deleitar-se no pecado?
7. Hoje é o dia da sua escolha, da sua decisão! Escolha a vida para que você viva eternamente!

                                                                    Estudos no Livro de Apocalipse - Hernandes Dias Lopes

Também achamos alguns artigos e estudos muito abrangentes. Alguns com pontos de vista um pouco diferentes, mas que servem para nossa bagagem e aprendizado de análises:




Ressaltamos este último link por conter algumas explicações sobre versões bíblicas, seus problemas e melhorais em relação a outras. Leiam confirmando. É de muita valia como alerta! Notem também o final do item 2.3, lemos que a cidade deverá ficar próxima da superfície para o acesso das nações. Se tudo é sobrenatural e com uma ação de Deus e seu poder como nunca, como é que haveria tais impasses (se ficar longe, dificultaria)? Se faz referência ao uso físico de Luz, estaríamos supondo uma luz fraca e sem alcance. Reconsideremos a total presença de Deus novamente. Haveria Iluminação Celestial de baixa iluminância?


3. Os Herdeiros de Todas as Coisas

Não temos como listar “todas as coisas” que os vencedores herdarão (Ap 21.7). Elas estão muito além daquilo que nossos olhos viram e que nossos ouvidos ouviram, e que nossos corações desejaram (1Co 2.9). Por isso, este tópico enumerará apenas alguns herdeiros principais que aparecem com clareza nas profecias e a parte da herança mais nítida na revelação.

3.1. Os heróis da fé

Aqui, igualmente ao item 3.3, ficaremos apenas com o texto da revista. Neste, entretanto, acrescentaremos algo falando sobre o que é ou quem faz parte da Igreja. Vejamos:

É o conjunto de TODAS as pessoas que são salvas e redimidas pelo sangue de Jesus. Que tem COMPROMISSO umas com as outras e com Deus. Pessoas que CRÊEM no Seu nome e OBEDECEM as Suas ordens. Que estão envolvidas na cidade para TESTEMUNHAR de Cristo e PROCLAMAR a Sua Palavra.

Algumas de suas características:

•  Sua Igreja. (e não nossa)
•  Uma única Igreja (Jesus só tem uma Igreja, e não muitas)
•  Edificada pelo próprio Cristo.
•  Edificada sobre a Rocha (localização espiritual) que é Jesus.
•  Está fundamentada sobre a revelação de que quem é Jesus (o filho do
   Deus vivo).
•  Triunfante sobre as portas do inferno
•  Revestida de autoridade para ligar e desligar na terra e no céu.

Aqui aprendemos que a Igreja é:

•  Composta de irmãos.
•  Envolvida em áreas de disciplina.
•  Suprida de um governo local.
•  Um corpo definido do qual uma pessoa pode ser expulsa.
•  Um corpo que tem poder para ligar e desligar no céu e na terra.
•  Lugar de comunhão em fé e oração
•  Um grupo de pessoas identificadas com o NOME de Cristo.
•  Um povo no qual Cristo promete estar.

                                              Trechos selecionados da obra “Fundamentos” – Pr Leoberto Negreiros

Particularmente, entendo que os que vierem da Grande Tribulação não são “igreja”. Sendo Igreja (separados; tirados para fora), haveriam de subir juntos (corpo) no Arrebatamento. Não digo com isso que haja separações. Meditem em Apocalipse 22:11-21. No texto fala dos habitantes (os que lavaram as vestiduras no Sangue do Cordeiro), não separando modo, nem tempo nem ordem de chegada, como também não mais são nomeados de Igreja. Entendo que Igreja faz referência de um tempo com uma missão. No Céu nada mais haverá disto!

R.S.Costa

3.2. Israel e as nações

Ezequiel e Zacarias viram e falaram sobre: “...toda sorte da árvore que dá fruto para se comer” (Ez 47.12). Vemos em Hebreus 8.5 e 9.23 não ser a original (uma volta) que aparecerá em Apocalipse, mas somente uma “figura” (sendo que isto não é nunca coisa pouca – “somente”). Podemos entender ou aceitar uma Santa Ceia Divina (Deus fornece) os seus frutos dados de mês em mês. Se por um lado o Senhor disse pra cearmos sempre em memória dele (I Co 11:24 e 25), por outro ele mesmo disse que a comeria novamente no Reino do Pai (Mt 26:29, Mc 14:25 e Lc 22:18), o que é diferente de comer na Terra, ainda que ressurreto (At 10:41). Ele disse em memória, mas ele próprio a irá comer no Céu: não é em ‘memória’ de um morto-ressurreto que voltará, mas uma comemoração também eterna. Suas folhas são (“foi”) para a saúde das nações, por ter sido banida toda doença no Porvir! Tal pensamento deve ser entendido antropomórficamente, ou nossa mente natural não compreenderá. Simbolizariam, assim, a cura dos sofrimentos passados (extintos). Não vemos mais a Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal: ela secou-se na cruz (um tipo de figueira?) na morte do Cordeiro. O Habitar “na Terra” da revista só pode ser o cenário total (Céu novo, Terra Nova, Jerusalém Celeste), doutra sorte estaríamos formando classes de salvos, com uma dels ficando apenas no chão! Idem a Água da Vida, brotando de Deus

3.3. Os pactos de Deus com Israel

Sugestão da Equipe D.A.:

Amados mestres e professores, neste ítem comentem diretamente usando a revista, na Virtude e Direção do Espírito. Uma boa aula, um ótimo domingo e aproveitem a semana!


Conclusão

Os juízos do Apocalipse, não são um fim em si mesmos, antes, fazem parte do processo redentivo, cujo objetivo final é a restauração de todas as coisas. A nova Terra não será a morada da esposa do Cordeiro, mas de todas as pessoas e povos que forem redimidos depois de encerrada a era da igreja, sobre os quais ela reinará gloriosa.


Fontes:

Bíblia Sagrada ARC/ARA/ACF/TB/BV/NTLH/NVI/RV
Revista: Apocalipse (professor) - Editora Betel - 2º Trimestre 2012 - Lição 12
A Mensagem de Apocalipse - Michael Wilcock - ABU - 2003
As Interpretações do Apocalipse - C. Marvin Pate
Apocalipse Versiculo por Versiculo - Severino Pedro da Silva - CPAD
Comentário Bíblico do AT e NT - F. B. Meyer - Ed. Betânia
O Novo Comentário da Bíblia AT e NT - F. Davidson - Ed. Vida Nova
Manual de Escatologia - J. Dwight. Pentecost - Vida
Estudos no Livro de Apocalipse - Hernandes Dias Lopes - Ed. Hagnos
Comentário Bíblico Atos NT - Craig S. Keener - Ed. Atos
Comentário Bíblico Matthew Henry Conciso NT - Matthew Henry - CPAD
Comentário Bíblico Chapter
Comentário Esperança - Editora Evangélica Esperança
Comentário Bíblico Moody AT e NT - Ed. Batista Regular
Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal - CPAD


Em Espanhol:
El Apocalipsis - Um Estúdio Y Comentário Breve- Guillermo Álvarez
Estudio del Libro de Apocalipsis - Pr. Rene X. Pereira - Santa Isabel, Puerto Rico

Um comentário:

  1. Considero preocupante o posicionamento do comentador e comungo da sua opinião quanto ao assunto.
    Não dá para crer que após o milênio teremos corpos transformados e corpos corruptíveis (dependendo da água e da árvore) vivendo ao mesmo tempo.
    A herança de Israel – terra prometida – se dará no milênio, onde Israel habitará na terra dada por herança aos descendentes de Abraão.
    Gostaria da opinião de vocês sobre o tópico 3.2
    Cordialmente,
    Humberto Fontoura

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