domingo, 8 de julho de 2012

EBD Editora Betel - O Primeiro Milagre de Jesus









Assembleia de Deus CONAMAD
  Lição 3 – 15 de Julho de 2012
  






Texto Áureo 
“Jesus principiou assim os seus sinais em Caná da Galiléia e manifestou a sua glória, e os seus discípulos creram nele”. Jo 2:11

Verdade Aplicada
O milagre da transformação da água em vinho tem como propósito mostrar a glória de um renovo espiritual.
Objetivos Da Lição
Mostrar Mostrar como compartilhar sobre Jesus através das necessidades das pessoas próximas a nós;
Revelar Revelar que os problemas são oportunidades para Jesus manifestar a sua glória na vida das pessoas;
Apresentar Apresentar alguns benefícios àqueles que ajudam as pessoas resolverem seus problemas através da fé em Jesus.
Glossário 

Metaforicamente: por metáfora; por comparação;
Hospitalidade: qualidade do que é hospitaleiro; boa acolhida;
Redentor: aquele que redime, liberta.

Leituras Complementares

Segunda-feira: Jo 2:11
Terça-feira: Jo 2:23
Quarta-feira:  Jo 3:2
Quinta-feira:  Jo 6:2
Sexta-feira: Jo 7:31
Sábado:  Jo 9:16



Introdução 

Enquanto o capítulo I de João tem preocupação de apresentar Jesus como o Deus antes da História, o mesmo não acontece no capítulo II. Neste, o Mestre da Vida é apresentado à humanidade por João como um ser social, humano,  com expectativas bem semelhantes aos seus amigos. Todavia motivado em cumprir sua missão, começa a fazer sinais reveladores da era messiânica tão esperada. E, então, faz um primeiro milagre, realizado em uma festa de casamento em Caná da Galileia. 





1. O Primeiro Sinal de Jesus


“E, faltando o vinho, a mãe de Jesus lhe disse Não tem vinho.” (Jo 1.3). Ela assim o fez porque esperava que Ele pudesse ajudar na situação. Numa cultura que honrava a hospitalidade, ficar sem vinho seria um desastre social, por isso Maria tentou fazer com que Jesus a ajudasse.   

Não houve desrespeito na resposta de Cristo a sua mãe. Usou a mesma palavra quando lhe falou com afeto desde a cruz, mas é testemunho presente contra a idolatria das épocas posteriores que rende honras indevidas a sua mãe.
Sua hora chega quando não sabemos que fazer. A demora da misericórdia não é uma negação das orações. Os que esperam os favores de Cristo devem obedecer suas ordens com prontidão. O caminho do dever é o caminho à misericórdia, e não se devem objetar os métodos de Cristo.

                                                  Comentário Bíblico Mathew Henry Conciso NT – CPAD

Diferente da atualidade, era uma honra receber, atender e auxiliar pessoas no próprio lar, especialmente os viajantes desassistidos (Gn 18:1-8,19:1-3) . Em nosso dias, vivemos um individualismo frio, calculista, indiferente e desumano. Em poucos anos, não se verão reuniões em família nem visitas cordiais: tudo é feito via telefone, Internet ou vídeo conferências. Por um lado, encurtam-se distâncias, aumenta-se a segurança pessoal (há lugares nos quais o risco de andar nas ruas é muito grande).Por outro, cria-se uma geração de medrosos e semi- paranóicos. Sem falar que a falta de contato com o humano, nos distanciam do próprio Senhor! Não podemos viver sem o abraço...

1.1. O Simbolismo do Vinho 
“...O primeiro dos milagres de Moisés foi converter água em sangue (Êx 7.20); o começo dos milagres de Cristo foi converter água em vinho, o qual pode fazer-nos lembrar a diferença que existe entre a lei de Moisés e o evangelho de Cristo. Ele demonstra que beneficia com consolos da criação a todos os crentes verdadeiros e que a eles converte em verdadeiro consolo. As obras de Cristo são todas para bem. Tem convertido tua água em vinho, te deu conhecimento e graça? É para aproveitá-lo; portanto, tira agora e usa dele. Era o melhor vinho...” 
                                                  Comentário Bíblico Mathew Henry Conciso NT – CPAD 

Uma vez introduzido na questão alheia, Jesus age, dá ordens, toma providências. No caso das bodas de Caná, Ele mandou fazer duas coisas: “Encham de água os seis potes de pedra” e “Tirem um pouco de água destes potes e levem ao dirigente da festa” (Jo 2.1-12). Embora fosse apenas um convidado, e não o noivo nem o pai do noivo, nem o mestre de cerimônias nem um dos serventes, Jesus foi obedecido e a água se transformou em vinho, melhor que o anteriormente servido.
Se Jesus solucionou um problema de etiqueta social, não resolveria problemas mais sérios, envolvendo as necessidades físicas, as necessidades emocionais e as necessidades morais? 
                                         www.igrejabatistadotirol.com.br 
A provisão de Deus é sem igual. Mesmo não sendo o anfitrião, Cristo teve total controle e comando da situação. Quando nossos recursos humanos terminam, então deixamos (sem alternativa) que ele opere livremente. Assim, verdadeiramente teremos total desprendimento para momentos de clamor e de entrega. 

1.2. A Confiança de Maria 

Maria não era uma mãe desconhecedora das capacidades de seus filhos. Cristo possuía adjetivos além deste mundo, porém ela também sabia disto (Lc 2:18 e 19). Sabendo e lembrando que tivera tal filho sem ter tido contato com homem algum, tinha dentro de si a certeza de que era a criança mais especial de todos os tempos (Is 7:14, 9:6). Não sabemos do que Deus tenha lhe informado além do que está na Bíblia, mas é bem possível que tenha recebido instruções sobre a carreira do Cordeiro, seus poderes e maravilhas. Ao recorrer a ele para que resolvesse a situação a festa, vemos que ela confiou nele. Mais que isso: confiou todo o controle dos festejos:o vinho era o centro da festa (o próprio Senhor). 

1.3. A Milagre Realizado 

Sabemos pelos escritos dos sábios e estudiosos historiadores de todos os tempos, que as talhas serviam para banhos ritualísticos do Povo Judeu (mãos). Vemos Cristo ordenando sobre o que fazer sem ter que preparar os vasos. Quando ele elege um servo para algo, o resto ele provê. Basta a pessoa estar disponível. Possivelmente, o milagre aconteceu muito rápido. Talhas cheias, partiram logo para tirar a amostra de avaliação. Não houve pausa para clamores, súplicas nem nada. A cobertura de orações deve ser a todo instante. Haverá momentos de ação quase que puramente física, não que seja desprezível orar, mas a ação da oração vem mais de uma vida dedicada, de contato, de convívio e de conhecimento de quem é o Senhor.
Nos azuis dos professores há uma conclusão sobre Maria estar em uma posição privilegiada. Concordamos que isto seria bem possível, seguindo o desenrolar dos fatos e dos relatos, mas não vemos alí nenhuma base para tal afirmação categórica; suposições não são fatos inegáveis. Elas se baseiam em hipóteses, que são do campo das conjecturas...


2. A Pedagogia do Milagre 
Quando o autor do Evangelho selecionou a narrativa desse milagre ele tinha em mente confirmar o que já escrevera anteriormente, “Vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai”, e que também veio manifestar graça e verdade. A presença e a glória de Jesus tinham como propósito alcançar o coração dos que ali estavam e enchê-los de fé, principalmente o coração dos seus discípulos. Nós nos sentimos renovados em nossa fé quando vemos Jesus operar, pois Ele sabe como conquistar os corações através do seu agir.  

Habitou. Tabernaculou. Em combinação com a glória sugere a personalização da nuvem luminosa que repousava sobre o tabernáculo no deserto (Êx. 40:34). O Verbo encarnado é também a resposta à oração de Moisés (Êx. 33:18). João não narra a Transfiguração, pois apresenta todo o ministério como uma transfiguração, exceto quanto à luz da qual fala, que é moral e espiritual (cheio de graça e de verdade e não algo visível, cons. Jo. 1:17). 
                                          Comentário Bíblico do AT e NT - D. L. Moody 
Ele diz “vimos a sua glória”, tanto como homem e apóstolo (viu e tocou no Senhor, testemunhou a crucificação e ressurreição e vários milagres), como também na condição de alguém que recebeu inspiração do Espírito, falando pela humanidade: Deus desceu e encarnou entre nós!

2.1. Ensinar pela Atitude 
Quando estamos diante de uma situação difícil, não é tanto o acerto ou erro que é o centro da coisa: são as atitudes e buscas de auxílios. Recorreremos aos homens ou ao Senhor? O exemplo de Maria é o mais clássico de todos. Diante de um problema,  foi direto ao Mestre! Vemos nos problemas e nas provas, apenas situações que nos mostrarão (a nós mesmos), nossas possíveis limitações, ou equívocos ou acertos. O que realmente pesa é reconhecer a total dependência da Provisão do Alto em nossas vidas. Bem possivelmente, se aprovados formos (ou estivermos), iremos ser promovidos a níveis mais complexos e de maiores proximidades com Deus. Doutro modo, há grandes chances de ficarmos nas mesmas provas até o aprendizado ser completado!

2.2. Ensinar pelo Milagre 
Assim sendo, a pergunta sobre a ocorrência de milagres jamais pode ser respondida apenas pela experiência. Cada acontecimento que poderíamos alegar ser um milagre, em última análise, é algo apresentado aos nossos sentidos, algo visto, ouvido, tocado, cheirado ou degustado. E nossos sentidos não são infalíveis. Se alguma coisa parece ter acontecido, podemos sempre dizer que fomos vítimas de uma ilusão. Se nossa filosofia de vida exclui o sobrenatural, vamos sempre dizer isso. O que aprendemos da experiência depende do tipo de filosofia que levamos a ela. É portanto inútil apelar para a experiência antes de termos estabelecido, na medida do possível, a questão filosófica.
Se a experiência imediata não pode provar ou deixar de provar o miraculoso, a história está em posição ainda mais difícil para fazê-lo. Muitas pessoas julgam que podemos saber se um milagre ocorreu realmente no passado, examinando a evidência "de acordo com as regras comuns da pesquisa histórica". Mas as regras comuns não podem ser empregadas até que tenhamos decidido se os milagres são possíveis e, caso positivo, qual a sua probabilidade; pois se eles forem impossíveis, nenhuma espécie de evidência histórica irá então convencer-nos...” 
                                                                       Milagres - C. S. Lewis 
O Milagre, em si, mostra-nos o Céu. Mas a Fé ela é(acontece; existe) antes do Milagre acontecer ou deixar de acontecer. Se cremos somente após vermos alguma maravilha, não é fé. Cre após ver ou tocar em algo é assentimento mental. É como dizer “vai chover”, estando o Céu carregado de nuvens negras e ventando muito. Fé seria dizer que irá chover em poucos instantes estando o Sol desde cedo nos queimando a cabeça e o Céu límpido! A Natureza, A Vida, A Morte e tudo mais, são maravilhas milagrosas e muitos não creem em Deus mesmo assim (Rm 1:20 e 21). Vemos que os milagres são ensinos grandiosos, da mesma maneira que o Perdão Divino seria o maior de todos, possivelmente. Tais pregações não fazem efeito se o homem não tiver fé (Hb 4:2). 

2.3. Ensinar pela Revelação Especial 
O milagre em análise aconteceu nas mãos dos discípulos, ao encherem as talhas de água. Vemos em toda a Bíblia várias ocorrências nas quais vemos Deus se pronunciando especificamente (e em particular) Tais acontecimentos aproximaram homens, povos e nações de seu Criador. O nascimento assombroso de Cristo, é uma das maiores provas de Deus se manifestando, conjuntamente a todos os homens de todas as eras, e individualmente na vida de José e de Maria Já no AT, vemos o próprio Deus falando sobre coisas que ele faria para mostrar-se grandioso a todos os que viessem a ter conhecimentos destes atos (Nm 16:30, Is 43:19)


3. A Metáfora do Bom Vinho 
Quando o mestre de cerimônias provou a água transformada em vinho (ele não sabia o que havia acontecido, mas os empregados sabiam), ele disse ao noivo que todas as pessoas que conhecia começavam as comemorações com os vinhos melhores, e depois que os convidados bebiam bastante, serviria o inferior. Mas o mestre de cerimônias reclamou dizendo que eles haviam guardado o melhor para o final. Com esse milagre de transformação aprendemos metaforicamente que o bom vinho representa o Evangelho que dá salvação pelo sangue de Jesus (Mt 9.17). 
“...O vinho novo da nova aliança celebrada no sangue de Jesus implica pessoas novas, transformadas pela experiência de Deus e guiadas pelo Espírito de Deus. Nenhum argumento ou instrumento de controle humano pode determinar a vida de qualquer pessoa na nova aliança. Somente o Espírito de Deus pode gerar pessoas embriagadas pelo vinho novo do Evangelho de Jesus Cristo. E as pessoas que beberem do vinho novo do Evangelho de Jesus Cristo jamais dependerão de qualquer argumento ou sistema de controle humano, pois serão o que serão pela atuação graça de Deus em suas vidas [1 Coríntios 15.10]...”
                               Vinho Novo Odres Novos 01(Guia de estudos) - Ed René Kivitz

3.1. A Necessidade de Uma Renovação
“...Quando falamos em vida renovada, vem logo ao nosso entendimento a idéia de um verdadeiro avivamento espiritual. Que é renovação? como a criatura humana pode alcançar essa experiência? que a Bíblia Sagrada ensina nesse sentido? qual o segredo de uma vida renovada? Para estudar isso, atrevi-me a escrever estas linhas, mostrando, à luz da Palavra de Deus, o que sinto.
Renovação é uma experiência nova na vida da pessoa na qual se evidencia uma transformação completa em sua maneira de agir. É ser uma nova criatura (Gl 6.15), pois "se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram, eis que tudo se fez novo", 2 Co 5.17.
Infelizmente, muita gente julga que uma vida renovada pode-se alcançar através de meios materiais, como acontece com as pessoas idosas que possuem dinheiro: fazem uma operação plástica para se mostrarem renovadas. Esquecem esses que essa renovação é apenas no exterior do corpo e que quase nada vale aos que a praticam, porque continuam velhos.
Também existem os que se arvoram a renovadores espirituais e assim se apresentam nas igrejas, procurando produzir renovações por meio de gestos, de bate-pés etc. Outros há que são portadores de mentiras: pregadores de falsidades, inventores de males e superstições. Não sabem julgar-se a si mesmos, pois ainda não se despiram do "velho homem, com os seus feitos", Cl 3.9...”
                                           O segredo de uma vida renovada - Genival Olegário da Silva – CPAD
(1) Um novo paradigma de pensamento
A Lei revelada em Moisés estava baseada no princípio de causa e efeito e da justiça retributiva, isto, recompensa pela obediência e punição pela desobediência. Leia, por exemplo, Deuteronômio 28, e veja a relação de bênçãos da obediência e maldições da desobediência.
(2) Uma nova dinâmica de espiritualidade
A aliança celebrada na Lei de Moisés estava baseada em quatro pilares: culto, sacerdotes, sábado e templo.
Mas a nova aliança celebrada no sangue de Jesus estabelece uma outra dinâmica de vivência da fé. O relacionamento com Deus não está mais determinado pela observância dos limites da estrutura religiosa, mas imersa na vida como um todo.
A nova aliança exige que os elementos da estrutura religiosa sejam tratados como úteis (se é que de fato o são, e enquanto o forem), mas não imprescindíveis ou essenciais.
O desafio do Cristianismo contemporâneo não consiste em adequar a estrutura religiosa ao vinho novo, pois a dinâmica da espiritualidade cristã (vivência da fé) prescinde de qualquer estrutura. Não se trata de providenciar uma estrutura religiosa melhor, mas viver uma nova dinâmica de espiritualidade seja qual for a estrutura.
(3) Um novo tipo de gente
O vinho novo da nova aliança é derramado em um novo tipo de gente, a saber, gente que existe a partir de sua experiência de Deus, e da relação pessoal com o Espírito Santo de Deus, o que a Bíblia vai chamar de “novo nascimento”.
Os elementos da antiga aliança serviram como figuras e guias na direção de Jesus. Foram importantes para fazer a transição do particular (Israel, culto, sacerdotes, sábado e templo) para o universal atemporal (Igreja, composta por todos os povos, todas as atividades, de todos os cristãos, todos os dias, em todos os lugares).

                                              Vinho Novo Odres Novos 01(Guia de estudos) - Ed René Kivitz
Queremos apenas salientar que Cristo, como consta na revista, repreendeu Maria delicadamente , mas isto não é uma constante. Lembram-se do chicote (azorrague) de cordas finas (cordéis) bradando no ar e nas mesas dos vendedores (cambistas)? Bom, pra expulsar a todos eles do templo, não foi com “com licença, senhores!”...(Mt 21:12). Ou seja, Cristo entra como quer na vida de quem ele quiser a hora que bem achar por direto. Pensem na sua atitude diante dos que irão para a esquerda: não é uma atitude de ignorar totalmente e se passar por ‘grosseiro’?(Mt 25:41)
3.2 As Necessidades Levadas a Jesus
O fato de falarmos com o Senhor sobre nossos problemas, nossas dificuldades, necessidades e aflições, não nos garante respostas rápidas. Nem mesmo nos garante respostas visíveis na Terra! Lembram das promessas feitas a Abraão, Isaque e Jacó? Boa parte não se concretizaram com eles em vida. Mas deixaram de ser promessas feitas a eles? Não, de modo algum. Assim, cai por terra o pseudo-provérbio “Quem tem promessa de Deus não morre”. Quem tem a Salvação, não morre eternamente, isso sim é fato. De igual modo, levar tudo a ele em oração, não nos garante respostas positivas e nem agradáveis, mas certamente será do bom e do melhor, seja qual for a resposta dele e tipo de resposta. Quanto mais estivermos em sua vontade e em seus caminhos, mais desejaremos o que ele quer para nós. Logo, iremos pedir tudo o que ele tem planejado de mais necessário e imediato. Isto sim, é o significado de I Jo 5:14 e 15.

3.3. A Virtude de Ouvir 

“...Por toda a Bíblia você vê a frase "E disse Deus..." Rapidamente você percebe a idéia de que Deus realmente fala às pessoas. Deus deseja ter um relacionamento com você. Ele quer conversar com você. Não há relacionamento sem comunicação.

Então, como eu ouço Deus falar comigo?
O que nos leva a ter um coração duro ou uma mente fechada?
1. Orgulho. O orgulho nos leva a ter uma mente fechada. Quando eu penso: "Eu não preciso de Deus. Eu não preciso ouvir a Deus. Eu posso tomar esta decisão por mim mesmo. Eu sei o que dizer aos meus filhos... Eu sei como lidar com este encontro... Eu posso me dar bem neste teste sem orar."
2. Medo. Algumas vezes nós estamos com medo do que Deus vai nos dizer. "E se eu orar ou abrir a minha mente para Deus e Ele me disser alguma coisa que eu não queira fazer? Ele pode me dizer algo duro e difícil. Ele pode me pedir para fazer algo que eu penso que não posso fazer. Se eu deixo Deus falar comigo, posso me tornar num fanático religioso. Portando, estou com medo.”
3. Ressentimento. Todas as vezes que somos feridos e mantemos as lembranças dolorosas, isto faz com que fechemos nossas mentes para Deus. Nós começamos a dizer coisas tais como: "Deus, por que o Senhor permitiu que isso acontecesse? Por que isso está acontecendo comigo? Se o Senhor é um Deus tão amoroso e poderoso, porque isso aconteceu?"...” 

                                               Min. Marcos Cunha - Adaptado de Rick Warren - Tradução de Billy Rios 

Só vemos Maria agir, após ouvir os presentes na festa. Estes também puderam falar de seus medos, problemas e dificuldades. Cristo também ouviu Maria sobre os problemas mais imediatos dali (muito mais como Senhor, que como filho). Uma das lições tiradas, primeiramente, é a da hierarquia: os presentes falaram à Maria (possivelmente estava como uma responsável) e esta levou o caso a Cristo. Em grande parte das vezes, seremos nós os escolhidos como conselheiros e/ou solucionadores, ou até mesmo como socorristas.  


Conclusão 

Esse ato de Jesus, em Caná da Galileia, foi o primeiro sinal, o primeiro vislumbre de Sua Glória. E por isso os seus discípulos passaram a crer Nele num grau de fé bem maior. Os milagres de Jesus tiveram essa pedagogia eficiente, de ensinar aos Seus discípulos a viver uma vida de maior vitalidade espiritual; de promoção da alegria; de pregação da esperança; e ainda, de promover aproximação cada vez maior da humanidade para Ele mesmo. Sua participação, na temporalidade da história humana, só nos mostrou o seu grande e incomparável amor por nós. 



Fontes:


Bíblia Sagrada ARC/ARA/ACF/TB/BV/NTLH/NVI/RV
Revista: Jesus Cristo, O Mestre da Evangelização - Editora Betel - 3º Trimestre 2012 – Lição 03
Comentário Bíblico Matthew Henry Conciso NT – CPAD
O Novo Comentário da Bíblia AT e NT - F. Davidson - Ed. Vida Nova
Comentário Bíblico do AT e NT - F. B. Meyer - Ed. Betânia
Comentário Esperança - Editora Evangélica Esperança
Comentário Bíblico do AT e NT - F. B. Meyer - Ed. Betânia
Comentário Bíblico Moody AT e NT - Ed. Batista Regular
Dicionário Bíblico Universal - Rev. A. R. Buckland - Ed. Vida
Dicionário Sacconi da Língua Portuguesa - Atual Editora
Internet

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