sábado, 4 de agosto de 2012

EBD Editora Betel - A Realidade Ministerial de Jesus

pedimos a colaboração de todos os leitores na divulgação deste importantíssimo evento, no Rio no dia 25 próximo. Sua indicação pode fazer a diferença evangelística e ministerial na vida de milhares de pessoas sem Cristo e de novos convertidos.
 
Imperdível: Soc. Bíb. Brasil - Palestra Chamados, Vocações e funções


Assembleia de Deus CONAMAD
Lição 07 – 12 de Agosto de 2012
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Texto Áureo

“Desde então, muitos dos seus discípulos tornaram para trás e já não andavam com ele”, Jo 6.66

É muito interessante notarmos que no ato de sua crucificação, apenas as mulheres e o escritor do livro tema deste trimestre, estavam juntos do Senhor (literalmente ao pé da Cruz): até Pedro, um dos mais veementes dos apóstolos, desaparecera!

Verdade Aplicada

As dificuldades no ministério evangelístico devem ser enca­radas sem ressentimentos, pois na Seara do Senhor os proble­mas são comuns.

Objetivos da Lição

Mostrar a missão integral de Jesus;
Buscar compreensão do por­quê dos problemas ministe­riais;
Orientar como proceder nos momentos difíceis.

Textos de Referência

Jo 6.67 Então, disse Jesus aos doze: Quereis vós também retirar-vos?
Jo 6.68 Respondeu-lhe, pois, Simão Pedro: Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna,
Jo 6.69 e nós temos crido e conhecido que tu és o Cristo, o Filho de Deus.
Jo 6.70 Respondeu-lhe Jesus: Não vos escolhi a vós os doze? E um de vós é um diabo.
Jo 6.71 E isso dizia ele de Ju­das Iscariotes, filho de Simão, porque este o havia de entregar, sendo um dos doze.

Leituras Complementares

Segunda Mt 10:38
Terça Mt 10:37
Quarta Mc 1:7
Quinta Lc 21:36
Sexta Jo 4:35
Sábado Jo 4:37


Introdução

A Bíblia não esconde os contratempos enfrentados pelo Filho de Deus em seu ministério e ainda nos mostra a porquê deles. O evangelizador deve estar ciente que tais dificuldades podem acontecer em seu ministério também. Por isso, ele deve se preparar para enfrentar, no Poder do Espírito, toda e qualquer dificuldade.


1 Os Discípulos se Escandalizaram

O milagre da multiplicação dos pães, à vista de muitos, consistia numa ótima oportunidade para Jesus alcançar o que muitos desejaram, o poder político. Afinal, aquele milagre na opinião de alguns foi o seu apogeu, foi o tiro certeiro no coração da multidão que facilmente seguiria os ideais de Jesus. Talvez alguns aproveitadores já se imaginavam em lugares de glória nesse reino que tanto esperavam. Agora caberia a Jesus de Nazaré tomar a iniciativa e os seu lugar na história.

1.1 Jesus Recusou ser Rei (Jo 6:14 e 15)

Não havia dúvida de que um sinal fora realizado. O povo viu e ficou impressionado. Todos foram beneficiados. Viram que o seu benfeitor não era um homem comum, e concluíram que ele devia ser o profeta esperado (Dt. 18:18). Aqui, como em João 4, o profeta parece ser identificado com o Messias, enquanto que em João 1:20, 21 os dois foram discriminados. Na mente do público provavelmente não havia uma linha dura e firme entre os dois representantes. O profeta se tornaria rei de qualquer maneira, se esta multidão pudesse fazer a sua vontade. Tal movimento expressaria imediatamente a sua gratidão pelo milagre e também garantia a canalização do poder de operar maravilhas de Jesus para as necessidades da nação, tanto econômicas como militares.

                          Comentário Bíblico Moody AT/NT – Editora Batista Regular

Cristo pode ser um simples ‘resolvedor’ de problemas, ou um ‘curandeiro’ ou um ‘guru’: nós é que devemos dar a ele a plenitude (que ele nunca deixou nem deixará de ter) em nossas vidas, crendo, ensinando e deixando-o fluir do nosso interior para o Mundo e para as teologias materialistas. A recusa de ser empossado como um ativista político ou revolucionário conquistador de reinos, deve ser muito avaliada por nós em todos os momentos de nossas vidas, especialmente ao se aproximarem as Eleições. Meditemos também que, os ditos políticos da Bíblia, não se candidataram a nada: os poderosos os empossaram (oportunidade de trabalho  mediante suas qualidades e serviços realizados).

1.2 Jesus Confrontou os que o Buscavam pelo Alimento (Jo 6:26 e 27)

Oração. Vemos que Cristo operou esta maravilha após orar. Oração intense, milagre espantoso. Porém, o espanto maior, talvez, foi o dos discípulos. Como a revista ressalta, eles tentaram decifrar com a razão e o raciocínio, baseados em fatos e dados, como ele conseguira chegar tão rápido. Isso não é um pecado nem falta de fé.O que é danoso é tentar viver, andar e agir baseando-se primariamente em deduções e somente “por vista” (I Co ). Precisamos, sim balancear mentalmente, isso é até mesmo saudável e obrigação (usar o cérebro – dom de Deus) do homem e mulher que servem ao Senhor. Vemos que os seguidores de então, usavam tanto o que era visível, que foram repreendidos pelo Mestre. A meta não era o Reino de Deus, mas “Do Pão”!.

Repreendidos pelo Senhor, as pessoas exigiram um sinal como base para crerem nEle. Mesmo tendo visto o milagre (cons. 6:14), Jesus acusou-as de não verem, isto é, de não enxergar além dos aspectos externos. Elas só viam a provisão do sustento material e sentiam-se satisfeitas (v. 26). O ensinamento de Jesus aqui tinha duplo aspecto, pois ele contrastou o alimento que perece com o alimento que permanece para a vida eterna, e também colocou o trabalho em contraste com a dádiva (cons. Is. 55:1, 2). Mesmo o alimento que Jesus tinha providenciado do outro lado do lago era perecível. Mas Ele podia dar aquele que seria significativo para a vida eterna. Seu poder para fazê-lo descansava na autoridade de que Deus Pai o investira (selou com voz divina no batismo e concessão do Espírito). A advertência sobre o trabalho não foi inteiramente compreendida, pois o povo continuou perguntando o que devia fazer para executar as obras de Deus (v. 28), isto é, para executar obras aceitáveis diante dEle. Em resposta, o Senhor apontou a fé como sendo a obra maior e indispensável (v. 29).

                          Comentário Bíblico Moody AT/NT – Editora Batista Regular

“Respondeu-lhes Jesus dizendo: Em verdade, em verdade vos digo, vós me procurais, não porque vistes sinais, mas porque comestes dos pães e vos fartastes.” Não haviam compreendido que a alimentação fora um “sinal”, uma referência para além do auxílio e da saciedade física, um braço estendido que apontava para o verdadeiro pão, convidando e exortando. Permanecem cativos pela satisfação da fome física através desse milagre. Um alimento desses, no entanto, é muito pouco. Pois é “comida que perece”. Obviamente ela é necessária. É por isso que Jesus também a distribuiu. Porém, de que adianta a alguém ter diariamente essa comida em abundância? Apesar disso, sua vida passa e se apaga. Por isso Jesus exorta: “Não trabalhai pela comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna.” Comida que perece não é capaz de salvar da morte uma vida que perece. Porém “a comida que permanece para a vida eterna” confere participação igual na vida àquele que a recebe. Por isso, importa ao máximo que “trabalhemos” por essa comida, i. é, que a providenciemos para nós. Como, porém, isso deve acontecer? Jesus permanece apenas na exortação, que como tal ainda não ajudaria nada. Pelo contrário, ele transforma sua exortação em “evangelho”, ao afirmar: “… que o Filho vos dará.” Afinal, por si mesmas as pessoas não são capazes de “produzir” essa comida. Precisam recebê-la daquele que como “Filho do Homem”, como soberano das eternidades (Dn 7) dispõe dessa dádiva inefável. Jesus não permite que façam dele um “rei” que distribui pão terreno. Contudo, ele é o “Filho do Homem”, que concede vida eterna. Será que ele pode prometer isso com tanta certeza? Sim, “pois a esse o Pai selou, Deus”. O “selo” de um soberano declarava que o que foi selado é sua propriedade intocável. O selo real, porém, também identificava o emissário de um governante e lhe conferia autoridade. Por isso Jesus pertence a Deus e possui a autoridade de seu Pai. A construção dessa frase nos parece errada e pesada. A palavra “Deus”, porém, acrescentada no fim da frase, ressalta com ênfase especial que foi o Pai quem o selou. Deus, portanto, é o Onipotente e Eterno. Como é eficaz e inviolável o seu “lacre”!

                          Comentário Bíblico Esperança NT - Editora Evangélica Esperança

1.3 Jesus falou do Verdadeiro Pão do Céu (Jo 6:60-65)

O que e como fazer a Vontade de Deus? Os discípulos entendiam que obras, puramente, seriam o meio de ter a Vida Eterna. Cristo lhes ensinou (lembrou, na verdade) que basta ter fé. Sabemos que quem crê, faz obras. Fomos chamados para fazê-las e andarmos nelas (  ). Tinham tão fixado na mente que tudo vinha de homens (mesmo os profetas e juízes, não são os operadores: é Deus quem opera). Agora, porém, Deus estava de fato em um homem! Neste homem, em suas palavras, em suas obras, atitudes e pensamentos estava (e está) o caminho de agradar ao Pai e tais procedimentos foram providos pelo próprio Deus. Nós também somos contrariados muitas vezes por Cristo. Deixamos a desejar devido à nossa limitação, incompreensão e indolência quanto ao seu ministério. Vamos abandonar o Caminho por isso, então? É bem possível que em não abandonar o Senhor, nós sejamos abandonados. Assumamos o risco do abandono, como o Mestre assumiu! Liderar é também, algumas vezes, contrariar os outros. Nestes instantes aflitivos e dolorosos o obreiro não deve fugir em sua carreira ministerial de evangelização ou pastoral ( ele até pode, mas nunca deve fazer isto), seria muito difícil e demorado  recomeçar.


2 Os Discípulos Abandonam de Jesus

Os poderes que Jesus possuía revelava seu perfil messiânico, e muitos ficaram convencidos disso. Porém não queriam entender a maneira de Jesus trabalhar naquele momento. É evidente que Ele teve o cuidado de espiritualizar a sua mensagem claramente para que não houvesse dúvida sobre o que estava falando. E, se os seus seguidores ali estavam, tudo tinha sido resultado de duro trabalho de oração, contato e propaganda prévia que os levaram a procurá-lo. Contudo o Mestre da Galileia não impediria o efeito negativo da sua palavra sobre eles que soou em um discurso duríssimo. Evidentemente se dependesse de Jesus tais seguidores se converteriam e permaneceriam na jornada espiritual por Ele proposta. Mas não foi o que aconteceu como já sabemos.

2.1 O Duro Discurso de Jesus (Jo 6:60)

“...João nos mostrou o rompimento dos galileus com Jesus. Não é por acaso que justamente Cafarnaum é citado como local dos acontecimentos decisivos. Precisamente ali, na “cidade dele” (Mt 9.1), dá-se a ruptura. João no-la descreveu com toda a profundidade, quando a coloca como seqüência direta do entusiasmo que visa fazer de Jesus um rei. Com crescente aspereza, o discurso de Jesus contrariou tudo que impelia os galileus a ver em Jesus o Messias esperado, após o milagre da multiplicação dos pães. Toda a expectativa “judaica” e “zelotista” do Messias e, com ela, todo o pensamento e empenho dos galileus em sua maior devoção foram fulminados na raiz pela palavra de Jesus. Os galileus desejam, como provavelmente todos nós fazemos por natureza, o “Salvador” que os livra de sua opressão e aflição e lhes proporciona uma existência rica e feliz neste mundo. Jesus, porém, mostra a eles e a nós o que não gostamos de ouvir nem podemos compreender a partir de nós mesmos: que carecemos daquele que é capaz de, morrendo, salvar pessoas perdidas e que lhes traz vida verdadeira com sua carne rendida e seu sangue vertido...
... O discurso de Jesus espantou e causou espécie a “muitos” de seus seguidores. “Muitos, pois, que do círculo de seus discípulos ouviram [isso], disseram: Duro é esse discurso. Quem pode ouvi-lo?” Teria sido de fato um mal-entendido que os fez recuar diante das concepções horrorosas de “beber do sangue” e “comer da carne humana”? Ou será que entenderam muito bem o que Jesus realmente quer dizer, e será que justamente por isso essa palavra é tão “dura”? Como foi insuportável para Simâo Pedro quando Jesus expôs diante de seus discípulos o primeiro anúncio da paixão (Mt 16.21s). Um Messias na forca, no madeiro maldito, representava um tropeço, um “escândalo” para cada coração devoto de discípulo (1Co 1.23)! E com que “dureza” julga-se o ser humano, incluindo o devoto, quando o Messias esperado só pode ser o Salvador da espécie humana, também dos israelitas, no madeiro, por meio de sua morte! Será que se pode ouvir uma coisa dessas? Será que é essa a real situação de Israel, do ser humano?”

                          Comentário Bíblico Esperança NT - Editora Evangélica Esperança

Desde que comecei a seguir a Cristo, sempre observei que os grupos que mais possuem pessoas que se afastam ou “entram-saem-voltam-afastam-voltam”, somos nós, os cristãos evangélicos. Vemos aqui, talvez o primeiro ‘afastar’ da igreja (diretamente de Cristo, neste caso). Emos na revista sobre líderes, seus procedimentos, concessões e negações de pedidos ou explícita desaprovação de atos ou procedimentos. Aqui, vemos o maior de todos os líderes ser abandonado. Será que estamos livres disto? Pelo contrário, como somos falhos, talvez sejamos abandonados como parte de um plano maior, para testar nossa firmeza. Trilhar nos caminhos de Deus, requer obediência, amor, firmeza, dedicação e fé cristã. Não podemos barganhar isso. Mesmo que seja pra ‘ganhar’ almas. As doutrinas estão fixas na Palavra para obediência, em amor, não para ‘atualizações’.

2.2 Os Discípulos Foram Colocados à Prova (Jo 6:67)

O efeito do discurso sobre os Doze está sendo agora apresentado. Este foi o momento da separação para muitos dos que foram Seus discípulos (6:66). Sua partida provocou a pergunta de Jesus aos Doze quanto às intenções deles (v. 67). Pedro, como rocha, permaneceu firme. Sua confissão é semelhante à que foi registrada pelos Sinóticos em relação com o incidente em Cesaréia de Filipe (Mt. 16:16), mas em harmonia com o discurso enfatiza que Jesus tem palavras da vida eterna (cons. Jo. 6:63). Outros só viam as palavras. Pedro viu que proporcionavam o gozo da vida eterna, ainda que não entendesse no momento o significado da cruz. Havia outro no grupo que não podia falar, porque era um diabo (diabolos). O significado não é que fosse um instrumento de Satanás quando Cristo o escolheu, mas que se tornara tal. Judas pertencia à multidão que partia, mas permaneceu. Ofendido porque Jesus recusou-se ser feito rei, conclusão à que chegamos quando estudamos a sua carreira mais de perto, um dia iria traí-lo, apesar de trair a confiança daqueles que confiaram nEle para conduzi-los à vitória messiânica.

                          Comentário Bíblico Esperança NT - Editora Evangélica Esperança

Agora o senhor olha para seus acessores mais próximos e pergunta o que eles farão. Se você ouvir Deus perguntando se você quer deixa-lo, não é que ele queira isto nem que não o ama: ele quer que você fique por vontade própria. O Céu é pra todos, desde que queiram o dono do Céu.

2.3 Judas o Traidor (Jo 6:70)

Desde sua derrota, quando tentou a Jesus de várias e poderosas formas (4.1), Satanás permaneceu sempre na defensiva, influenciando pessoas, circunstâncias e elementos da natureza para atacar o Senhor. Agora, aproveitando a permissão divina (v.31) e a falta de fé sincera de Judas, bem como sua avareza, inveja e revolta exacerbadas, volta à ofensiva. Apenas nesta passagem e durante a última ceia (Jo 13.27) essa expressão é usada no original grego.

                                    www.ibc.org.br/site/anexos/evangelhos_segundo_lucas.pdf

A Bíblia nos fala sobre Judas e sua audição/atenção ao Maligno: “Entrou, porém, Satanás em Judas, que tinha por sobrenome Iscariotes, o qual era do número dos doze;” (Lc 22:3) É de conhecimento fácil, ao ler os relatos dos evangelhos, quais são as táticas do diabo. Logo, com grande chance de acerto, Judas seria um dos que mais acreditava no Reino de Deus como algo totalmente terreno. Sabemos que ele era ladrão (Jo 12:6) e que não tinha apego ou amor pelos pobres e necessitados, então, não possuía um coração realmente voltado para Cristo. Tendo tais tipos de desejos e pensamentos (até roubo), não é nada espantoso ele se voltar para o lado mais forte: vendeu seu mestre (que se revelara um fraco; esperavam que fosse um conquistador revolucionário)! De certa maneira, pode ser considerado como uma perda, Judas ter se desviado, juntamente com todos os outros discípulos (como já dissemos, somente João ficou), especialmente o negador Pedro. Mais tarde, todos eles se convertem verdadeiramente. Em que momento eu e você estamos? No deixar a crucificação, no negar ao Senhor ou no momento de sua venda? Estamos realmente firmes? Meditemos nisto.


3 A Realidade do Ministério de Jesus

O ministério de evangelização tem o lado bom e o ruim. O primeiro, traz consigo o prazer de compartilhar as bênçãos do Evangelho com a humanidade; a satisfação de vê-los nascer de novo para o Reino de Deus e a exultação de acompanhar o desenvolvimento desses novos filhos de Deus através do nosso trabalho. O Segundo são as rejeições dos ouvintes, as feridas do árduo trabalho e as crises que nos surpreendem.

3.1 Sua Realidade não Deve Ser Omitida

Não omitir realidades não significa amenizar, se afeiçoar, desejar ou fugir dos problemas (evitar é prudência) e nem fantasiar como assombrosos ou intransponíveis!  São fatos constantes e, na maioria das vezes, essenciais e quase obrigatórios, na medidas das provisões de Deus. Indicamos o Módulo X “O Obreiro Cristão e as Dificuldades Ministeriais” do Curso “Treinamento de Obreiros Cristãos”, que nos fala detalhadamente sobre tais realidades, aconselhamentos bíblicos e orientações sistematizadas e amplas, sem deixar o lado prático, devocional e incentivador.

3.2 Os Problemas Devem Ser Entendidos

            Nossa sugestão acima inicia nas questões dos problemas e dificuldades, sem entrar dedicadamente em suas interpretações. Nada melhor que procurar aprender com os anciões das igrejas, da família e de nossos círculos de amizades, para aprendermos sobre os problemas da alma humana. A leitura dos livros poéticos e sapienciais da Bíblia, nos darão bases para termos ações e reações. Uma vida devocional firmada na piedade, oração, jejuns e comunhão, nos esclarecerão sobre o que causa os problemas em sua raiz. Em muitos casos, são tão entranhados devido à nossa displicência como ministros e trabalhadores, que a pessoa até se converte e realmente é salva, mas as conseqüências podem ceifar vidas, separar casais e famílias, destruir o futuro de crianças e até mesmo de povoados e nações. Como exemplo, a criminalidade não se diminui com polícia/cadeia/julgamentos/reintegrações dos ex-detentos. É necessário a construção de famílias fortes e saudáveis, igrejas tratadoras das almas integralmente e a reintegração dos ex-detentos.

3.3 A Experiência Evangelística Deve Ser Agradável

Se não temos já agora alegria em viver e servir ao Senhor, como poderemos falar, alegremente, sobre tal viver? Iremos, como muitos, ser hipócritas e viver uma fantasia. O que realmente nos motiva a estar na presença do Senhor (já que estar dentro de uma igreja, ministério, função ou investidura de ofícios eclesiásticos, é fácil) é um convívio, um hábito, costume ou tradição familiar, até mesmo da cultura local ou regional? Ou fazemos isto movidos (até meio abobados; desprovendo-se das maldades, interesses e malícias) por um gozo e sentimento de retribuição a Deus? Sobre o envolvimento alegre e amoroso no Evangelismo deixamos as obras abaixo (iremos postar outros):


Conclusão

Embora a vista de alguns, o assunto tenha um teor negativo, na verdade não o é. Ele é de um realismo que procura preparar os evangelizadores em seus desafios de maneira consciente. Como todo o trabalho, sério previne seus obreiros dos perigos e desafios, assim neste exíguo trabalho procuramos fazer. Assim concluímos dizendo, prepare-se.


Fontes:

Bíblia Sagrada ARC/ARA/ACF/TB/BV/NTLH/NVI/RV
Revista: Jesus Cristo - Editora Betel - 3º Trimestre 2012 – Lição 07
Comentário Bíblico Matthew Henry Conciso NT – CPAD
Comentário Bíblico do AT e NT - F. B. Meyer - Ed. Betânia
Comentário Esperança - Editora Evangélica Esperança
Comentário Bíblico Moody AT e NT - Ed. Batista Regular
Internet


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