segunda-feira, 27 de agosto de 2012

EBD Editora Betel - Renúncia: o segredo para frutificar




Assembleia de Deus CONAMAD
Lição 10 – 02 de Setembro de 2012

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Alerta aos mestres, professores e 'alunos' do D.A.: tornem todos a ler a íntegra de nossa postagem, pois fizemos vários acréscimos, alterações e incrementos. Agradecemos a reação ao nosso protesto sobre a total falta de colaboração. O referido "anônimo" se moveu e votou como 'ruim' algumas postagens nossas. Que bom, assim mostra sua contribuição e docilidade de alma, deixando o marasmo para tentar duelar (atrapalhando ao denegrir por votos) quem está do seu lado. Glórias ao Cordeiro!

Boa aula, bom domingo e uma ótima semana a todos.

R.S.Costa





Texto Áureo

"E qualquer que não levar a sua cruz, e não vier após mim, não pode ser meu discípulo." Lucas 14:27

Vemos a especificação “sua cruz”, isso não elimina a noção de esforço conjunto, mas  fala sobre o chamado individual e a respectiva salvação (também de caráter individual). Compreende-se, ainda, que todos os que aceitam a Cristo, tornam-se seus imitadores  querendo, crendo, gostando muito ou não.

Verdade Aplicada

A resignação é o preço para o sucesso do discipulado, sem  este preço não somos discípulos e muito menos multiplicadores.

O que dizer do provérbio popular “Jesus pagou o preço”, querendo defender a não necessidade de grandes esforços? Se precisamos ‘pagar’ com a resignação, saberemos que individualmente pagaremos e iremos fazer esforços. Uma questão para todos: o que é “sucesso” do discipulado? Mais templos, mais pessoas, mais bacharéis em Teologia? Mais dividendos ou discípulos tornando-se discipuladores?

Objetivos da Lição

· Apresentar Jesus como o exemplo máximo de resignação;
· Demonstrar que os princípios apresentados por Jesus precisam ser postos em prática;
· Mostrar o privilégio e a alegria de evangelizar a humanidade.

Glossário

· Resignação: submissão à vontade de alguém ou ao destino;
· Normativos: relativo à norma ('regra', 'preceito');
· Pentecostes: É histórica e simbolicamente ligado ao festival judaico da colheita, que comemora a entrega dos Dez Mandamentos.


Textos de Referência

Jo 12.20 - Ora, havia alguns gregos entre os que tinham subido a adorar no dia da festa.
Jo 12.21- Estes, pois, dirigiram-se a Filipe, que era de Betsaida da Galiléia, e rogaram-lhe, dizendo: Senhor, queríamos ver a Jesus.
Jo 12.23 - E Jesus lhes respondeu, dizendo: E chegada a hora em que o Filho do Homem há de ser glorificado.
Jo 12.24 - Na verdade, na verdade vos digo que, se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas, se morrer, dá muito fruto.
Jo 12.25 - Quem ama a sua vida perdê-la-á, e quem, neste mundo, aborrece a sua vida, guardá-la-á para a vida eterna.
Jo 12.26 - Se alguém me serve, siga-me; e, onde eu estiver, ali estará também o meu servo. E, se alguém me servir, meu Pai o honrará.


Leituras Complementares

· Segunda feira: Mt 10.33
· Terça feira: Mt 10.38
· Quarta feira: Mt 16.24
· Quinta feira: Lc 9.23
·  Sexta feira: 2Co 1.18
·  Sábado: FI 2.8


Esboço da Lição

Introdução
1. O preço do discipulado
2. As condições para frutificação
3. Os muitos frutos
Conclusão


Introdução

O Mestre de Nazaré é nosso exemplo máximo de resignação, que desceu de Sua glória, fazendo-se carne para realizar a obra salvadora profetizada há muitos séculos antes dEle. Todos os princípios por Ele esposados são normativos para um trabalho evangelístico de sucesso hoje. Precisamos conhecê-los e pê-los em prática já.

Cristo estava destinado por missão e entrega, a vir em nosso meio, padecer e ressuscitar. Neste ângulo, era seu destino. É possível provar ser ele o Messias até mesmo pelo número gigantesco de profecias escritas milhares de anos antes de ele vir, cumpridas com precisão: a probabilidade de ter sido coincidência extrapola todos os limites do absurdo.


1. O Preço do Discipulado

Custos, valores, duração, sentido e meta. Itens que devem ser muito considerados e aplicados no discipulado, que não acaba enquanto estivermos vivos ou enquanto a Igreja não subir. A própria morte é também um preço. Não se deve amar a própria vida mais que ao Criador. “Gostamos de viver” escrito na revista nos remete ao texto que diz que os homens amaram mais as Trevas do que a Luz (Jo 3:19). Não devemos deixar de amar a vida, mas  ter medo de deixar de viver aqui é amar menos a Deus. Se desejamos mais estar com Cristo do que continuar aqui, porque temer?

1.1. Morte do Grão de Trigo

Cristo viveu sabendo de sua horrenda partida. Já veio ciente disto. Alguns dizem que o “homem” Jesus só veio saber disto após alguns anos de idade (enquanto bebê, não tivesse condições de ter tal consciência, dizem). Deixou a Glória Celeste e era de origem(família) pobre. Teve uma vida normal na infância, apesar de historiadores controversos questionarem isto. Sofrimentos de homens comuns também lhe vieram, para que pudesse nos ensinar a atrair almas a Deus. Renovemos e aprimoremos nosso caráter a cada instante.

1.2. Morte, Perdas ou Esvaziamento

Há alguns tipos de tipo de planta/árvore, como o Pinheiro e a Esteva (Cistus ladanifer), que não ‘vivem’ enquanto o local não for incendiado (no Cerrado brasileiro há outras). Ou seja, Deus criou sementes apropriadas até mesmo para os pós-tragédias! Como o Trigo, todas as sementes só brotam após morrerem. Precisamos morrer para nós mesmos e para os sistemas mundanos, seguindo o exemplo do Mestre.

1.3. Com a Morte, a Nova Vida

Nascer de novo. Uma nova vida ressuscitados com e em Cristo: a morte para o mundo significa morrermos para as coisas passageiras e ressurgir para vivermos para Deus sempre  pensando nas coisas que são do alto (Cl 3.1). Primeiro a morte, depois o brotar, o crescer e o frutificar.

Que se observe que o preço da salvação foi pago, de maneira que nada precisa ser feito, a não¹ crer e recebê-lo através de Cristo Jesus. Somos nele declarados justos, e habilitados com o poder do Espírito Santo para vivermos uma nova vida. Entretanto, para permanecermos nesse estado posicional diante de Deus, faz-se necessária resignação, principalmente no tocante aos nossos relacionamentos do dia a dia. Eles são o nosso grande campo de prova, porém temos o privilégio que os anjos gostariam de possuir², o de compartilhar, influenciar e pregar aos nossos parentes, amigos, enfim a toda a criatura. No tópico seguinte, trabalharemos um pouco mais este conceito.

¹ Correto: “a não ser crer” (azuis da revista do professor).
² Nota D.A.:  desde há muitas décadas que se ensina que os anjos “quiseram evangelizar e foram impedidos”, “a graça de evangelizar fora dada somente aos homens”, “anjo não pode evangelizar por ser impositivo” entre outras. Vemos aqui a afirmação que eles desejam isto. No 3.3 agrava-se o caso, ao se afirmar que eles possuem inveja. Vejamos Uwer Holmer sobre I Pe 1:12 (Comentário Esperança):

Agrega-se mais um aspecto: o que anjos anseiam espreitar. Os anjos sabem muito, estão próximos de Deus e vêem continuamente a sua face nos céus (Mt 18.10). Há alegria entre os anjos de Deus por um único pecador que se arrepende, mais que por noventa e nove justos que não têm necessidade de se arrepender (Lc 15.7,10), e não obstante os anjos não sabem tudo. P. ex., não sabem o dia nem a hora da parusia (Mc 13.32). Como o Senhor reunirá sua igreja convocada dentre pecadores perdidos na era atual, como a santificará, preparará, enviará e finalmente consumará – isso será um episódio tão incomparável que os anjos estão ardentemente interessados nele. Espreitam e escutam (a expressão grega se refere a um olhar intensivo, quase bisbilhoteiro). Mas também os anjos somente poderão tomar conhecimento dele quando acontecer. E eis: acontece agora! É agora que “serão manifestos aos poderes e potestades nos céus a multiforme sabedoria de Deus por intermédio da igreja convocada” (Ef 3.10). Se os próprios anjos estão tão interessados em nossa redenção, muito menos nós deveríamos considerá-la desprezível!

Vejamos também o Comentário Moody:

Não para si mesmos, (os profetas) mas para vós outros ministravam. Um importante princípio na inspiração. Deus tem, às vezes, revelado através das Escrituras Sagradas mistérios além da compreensão dos escritores (cons. Dn. 12:8, 9). Aqui, então, está um evangelho que foi dado pelos profetas, proclamado pelos pregadores investidos com o Espírito Santo, objeto da admiração dos anjos.


2. As Condições para Frutificação

Discípulo: No Novo Testamento, a palavra grega mathetes, que significa “discípulo”, é encontrada exclusivamente nos Evangelhos e no livro de Atos (bibliotecabiblica.blogspot.com). Mimesis (μίμησις de μιμεîσθαι), ou mimese, simplificando, significa imitação (pt.wikipedia.org/wiki/Mimesis) ou representação em grego.

Nota D.A. : A própria Natureza nos ensina o discipulado, quando animais imitam folhas, galhos, cipós e outras coisas para se protegerem ou conseguirem comida.

Deixaremos algumas proposições sobre o título (“As Condições para Frutificação”) para meditações tanto em grupo, como em particular: O que é frutificação? O que é fruto?É algo que nos fazemos e TEMOS que nós mesmos ver os resultados? Ou seriam os resultados propriamente, vistos por outras pessoas, ainda que nós próprios já tenhamos partido ou, pior, deixado a fé?
Como não sucumbir diante dos problemas, dificuldades e da grande missão(tarefa) de evangelizar? Sendo imitador de Cristo: protegendo-se e conseguindo sustento. Certamente iremos fazer transparecer nossa personalidade, gostos e cultura nata, mas durante nosso aprendizado (por toda a vida) iremos e podemos inverter a balança fazendo Cristo sobressair-se em nós, dia a dia, momento a momento. Deste modo, os frutos provenientes da fé irão brotar.

Indicamos o excelente artigo “Mais que evangélicos: Discípulos!” (http://www.vivos.com.br)

2.1. A Boa Semente

Tudo em Deus e para Deus, deve ser feito em Cristo. O Senhor Jesus é a encarnação total de Deus-Pai entre os homens (Emmanuel= Deus conosco). A Palavra de Deus não são um amontoado de frases, textos e “pensamentos” agrupados por algum filósofo magistral. Ainda que possua centenas de ensinos maravilhosos, poemas, dados históricos e geográficos, sentenças proféticas cumpridas e em cumprimento, a Bíblia é a determinação, propósito, desígnio, vontade, rotas e conduções de Deus para toda a humanidade. O falar mais efetivo, eficaz e sólido do Pai para buscarmos como agir em todas as situações, está na Bíblia. Cristo é a própria Palavra entre nós! Sigamos suas pisadas, se possível, lado a lado para darmos frutos dignos de arrependimento (Lc 3:8).

2.2. Boa Terra

Arado= ferramenta construída de madeira, com um formato de cunha curva que por tração animal rasgava a terra, deixando-a menos dura para o plantio. Era essencial a contribuição do agricultor para desviar e arrancar rochas, troncos, raízes e até mesmo cadáveres enterrados.

Questão para meditação dos mestres e professores: o que seria o adubo de nossos corações? Tentem chegar a um consenso junto aos alunos. Lembremos que o conceito nosso no Brasil é bem diferente das realidades agrícolas em outros lugares. Diz-se que as terras da Palestina são umas das mais duras do mundo. Imaginem as terras ruins (impróprias para a semeadura) em tais lugares! Doutro lado, temos nossos próprios corações como terra. Lembremos de nossa “terra” de outrora e não desprezemos os novatos na fé nem os blasfemadores. Um ponto fundamental mostrado na revista são os tipos de influências diretamente ligados a mídias, ambientes, práticas, ideias e ideais, vivências do passado (martírio, saudosismo e etc.) que irão atrofiar o crescimento tanto das plantações e frutos, quanto da produção de sementes.

2.3. Uma Parceria com Deus

Se progredimos, frutificamos ou nos damos na Obra de Deus e ele nos faz prosperar, não é por méritos nossos nem para nosso crédito: tudo é para a glória dele mesmo. Ele nos comissionou, ele nos envia e conduz, nos traz de volta, nos dá os meios e tudo o mais para que a sua majestade seja inegável e totalmente conhecida. Dele é tanto o querer quanto o efetuar (Fl 2.13). Cooperadores de Deus (I Co 3:19) não quer dizer que somos sócios em seus ‘negócios’ pois o texto diz que nós mesmos somos a lavoura e o edifício. Logo, nós por mais esforços que empenhemos, somos apenas auxiliares: ele é quem realiza tudo em todos (Cl 3:11).

Notemos a preciosidade aqui (2.3) dos azuis dos mestres, que reproduziremos integralmente:
O caráter de Cristo é tratado no Novo Testamento como fruto do Espírito, que são as virtudes que expressamos através dos nossos relacionamentos: amor, paz, alegria, longanimidade, bondade, benignidade, mansidão e temperança (Gl 5.22). Tais virtudes não têm apenas uma finalidade em si mesmas, mas são para nos identificar com Cristo, glorificar a Deus e atrair outros para o Evangelho. Os desafios são reais e sofríveis, mas alia mentes compensadoras quando o atingimos. Isto é, assim como grão morre sob a terra adubada e nela frutifica assim devemos nós também ser produtivos.


3. Os Muitos Frutos

Não preciso³ ser muito inteligente para entender que numa lavoura nada acontece por acaso. Como vimos acima a frutificação é resultado de um esforço combinado entre Deus que dá a semente, o lavrador (evangelizador) que prepara a terra e a boa semente, etc. Devemos observar que esse processo leva tempo, porém os resultados de uma boa colheita seja para o fazendeiro ou o agricultor celestial concedem um prazer indizível.  

³ Nota D.A.: não cremos que o comentarista tenha escrito em primeira pessoa (“eu” não preciso ser). Parece-nos que, como em toda a lição 10, tenha sido mais um erro gráfico (percebe-se que a revisão foi bem superficial), e que a intenção original teria sido “não É preciso ser”.

Das poucas coisas que acontecem por si só (mas que provocam atitudes e/ou ações), são as ervas daninhas, as pragas e os devoradores. Até mesmo os celeiros já abastecidos com a safra colhida, por mais mirrada que tenha sido, ainda exigem cuidados quanto a furtos, principalmente na escuridão.

3.1. São Resultados de Intenso Trabalho

Somos quase que amaldiçoados por não trazermos almas para Cristo. Se o que ara a terra, ou o que semeia, o que colhe e o que rega não precisam ser a mesma pessoa, como que todos teriam a obrigação de fazer alguém confessar a Cristo(diretamente)? Você que esta lendo este texto, sabe o nome do autor dos comentários da revista deste trimestre? Cremos que a maioria irá dizer “não” como resposta! Esta pessoa, desconhecida ou ignorada, não está contribuindo para o discipulado? Havendo professores, lições prontas e aulas, não estaria sendo propiciado um destino para o novo convertido já batizado? Por extensão, podemos dizer tal obreiro ( o comentarista, Dilmo dos Santos, pastor) é um ganhador de almas, por cooperar no todo do trabalho!entendemos, até, que o trabalho silencioso descrito na revista, seja muitas vezes invisível, sem aplausos, sem ribalta, holofotes nem cultos de agradecimentos.

3.2. Levam Tempo para Colher

Na cultura em que vivemos, somos totalmente seguidores dos modelos ocidentalizados de otimizar o tempo, ganhar dinheiro para provar o sucesso, perder-se em meio a mais tarefas do que a alma dá conta, ao ponto de nos saturarmos de fadigas, trabalhos, cansaços e faltas de gentilezas devido a avidez de produzir mais, para estudar mais, para ganhar mais, enfim, para sermos legítimos ‘americanos’(no fundo, é o que séculos de dominações estrangeiras nos fizeram ser). Assim, até mesmo a Obra de Deus é solapada de metas, controles de dividendos e de aberturas de novas lojas, digo, templos. Acabamos, assim, por empossar obreiros imaturos, e por massacrar as mentes tirando-lhes tempo de contemplação pessoal interior, da Natureza, dos membros de suas próprias famílias e até forçando-lhes a ficarem à frente de trabalhos, funções e grupos, quando estas pessoas ainda estão no ‘cozimento’ ou não possuem a certeza do que querem ou sabem fazer as impedimos de seguirem firmes, nos casos de possíveis fracassos. Arar, semear, adubar, regar e colher exige esperança, fé, amor, determinação e paciência dobrados, mesmo diante dos vazios, colheitas mirradas, pragas na plantação e outros.

3.3. Plantemos Boas Sementes

Certamente nossos esforços não serão em vão, ainda que não vejamos nós mesmos os frutos (Sl 126:6). Cristo não nos garantiu 100% de lucro na colheita, mas mostrou ser uma das possibilidades (Mt 13:8). Já quanto aos preguiçosos ou aqueles que não se dão nem ao trabalhão de tentar ou arriscar, tudo o que tem (pensa) será tirado (Mt 25:28). Notamos pelo relato bíblico, resumidamente mostrado na revista, que alguns trazem um ou dois para o Reino, enquanto outros pregam para multidões. Lembremos que o ajuntamento para ouvir tais pregadores é feito por pessoas anônimas guiadas pelo E. Santo e fazendo suas missões individuais! Orientamos a que, se você passar meses a fio sem “ganhar” ninguém diretamente para o Senhor, não se desespere. Seu trabalho é visto pelo Pai (Gl 4:9)! Ganhar almas é excelente, mas trabalhar para isto vem sempre antes, de forma silenciosa, invisível e muitas vezes sem resultados imediatos ou aparentes. Ganhar almas é muito maior que convencer alguém com “apelos”, “aceitações de Jesus” (à frente da Igreja) ou multiplicações espetaculares do número de membros desta ou daquela congregação. As almas rendidas ao Senhor  são para encher o Céu. Glórias a Deus!

Nota D.A.: nos azuis dos professores foi escrito “Eles têm o privilégio que os anjos invejam, mas não tem coragem”. Aqui, quem não tem coragem são os homens e mulheres (eu ou você). Quanto a esta ‘inveja’, isto cai numa especulação já vista acima, em nota nossa no item 1.3. Releia.


Conclusão
 
Temos o privilégio grandioso e ímpar de viver o Evangelho e a honra de proclamá-lo sob as mais variadas formas. Tal trabalho é desejável e devemos nos ocupar em fazê-lo, portanto sejamos agricultores ousados, empenhados, estratégicos e pacientes na seara do Senhor. Consideremos que a resignação será o preço a ser pago pelo discipulado e a grande prova de que amamos ao Senhor. Porque sem esse preço não teremos os resultados almejados.


Fontes:

Bíblia Sagrada ARC/ARA/ACF/TB/BV/NTLH/NVI/RV
Revista: Jesus Cristo, O Mestre da Evangelização – Editora Betel
3º Trimestre 2012 – Lição 10
O Novo Comentário da Bíblia AT e NT - F. Davidson - Ed. Vida Nova
Comentário Bíblico Matthew Henry Conciso NT – CPAD
Comentário Bíblico do AT e NT - F. B. Meyer - Ed. Betânia
Comentário Esperança - Editora Evangélica Esperança
Comentário Bíblico Moody AT e NT - Ed. Batista Regular
Internet

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