segunda-feira, 22 de outubro de 2012

EBD Editora Betel - O Progresso Espiritual do Apóstolo Paulo




Assembleia de Deus CONAMAD
Lição 04 – 28 de Outubro de 2012
escola dominical betel escola biblica betel escola bíblica betel escola dominical conamad auxilio professor ajuda professor subsídio professor auxílio professor subsidio comentario ebd comentário bíblico ebd professor mestre comentário biblico escola dominical comentario biblico escola bíblica comentario bíblico pregação pregador palestra estudo bíblico bíblico

Amados leitores:

Tivemos sérios contratempos para nossas elaborações. Mesmo assim, segue durante este domingo o término. A cada 20 min faremos uma atualização, até termos completado tudo.

OBS.: falta somente a parte 3!!!


Texto Áureo

“Mas somente tinham ouvido dizer: Aquele que já nos perseguiu anuncia agora a fé que antes destruía”. Gl 1.23

Somente ouviam dizer: aquele que em outro tempo nos perseguia, agora prega a fé que em outro tempo assolava – O que é “a fé” pregada por Paulo? O Evangelho (Gl 3:25; Jd 3; Ef 4:5). A expressão a fé não se refere a fé especificamente, senão ao Evangelho (o que se crê). Esta é a fé objetiva que foi revelada pelo Espírito Santo, a fé que se obedece (At 6:7, Rm. 1:5; 16:26).

Wayne Partain (tradução livre D.A.)
           
Muitos de nós já fomos perseguidores, zombadores e afrontadores do que agora cremos e temos vivenciado. De maneira semelhante, muitos também foram rejeitados ou desacreditados no início de suas carreiras. Outros o são por muitos anos ou décadas.

Verdade Aplicada

Cada cristão tem o dever de ajudar espiritualmente ao seu semelhante.

Temos que ter a perícia e afeto de não querermos ordenar o que fazer e nem bisbilhotar as intimidades de alguém. Todos possuem o direito de escolherem errar e escolherem pecar, por mais espantoso que isto pareça! A Bíblia diz “...se alguém vir pecar seu irmão... (I Jô 5:16), ela não diz inspecione, investigue, sonde e etc. “...Ora, se teu irmão pecar, vai, e repreende-o entre ti e ele só...(Lc 17:3), nos fala sobre caso soubermos ou virmos algum fato, sejamos ajudadores.

Objetivos da Lição

Acompanhar, pelos registros de Atos, o desenvolvimento espiritual de Paulo;
Apresentar o zelo evangelístico de Paulo;
Conhecer a sua dificuldade de permanecer em Jerusalém.

Glossário

Supracitado: mencionado acima ou anteriormente;
Dissidentes: aqueles que divergem nas opiniões;
Resignada: conformada;

Introdução

Depois que Paulo reconfigurou a sua mente através da sua conversão a Cristo, o que não levou muito tempo, dada a sua vontade inquebrantável de crescimento, ele passou a viver de acordo com as suas novas convicções. Isso evidenciou a profunda transformação que sofreu no caminho de Damasco, e essa transformação, a cada tempo, tanto mais se evidenciava. Será estudado aqui como se processou o desenvolvimento espiritual de Paulo.

Queremos deixar a ponderação de que há uma grande transformação instantânea, sim. Por outro lado, esta não é plena nem completa, no sentido de totalidade. A cada dia, mês, ano e cada momento, decisão e atitude, somos transformados de glória em glória. Assim, a conversão instantânea de Paulo ocorreu como se deu com cada um de nós, mas ele não alcançou plenitude rapidamente; isto é visto ao lermos seus escritos.


1. O esforço evangelístico de Paulo

A convivência com os irmãos de Damasco era muito boa, disso ninguém duvida, mas Paulo era uma pessoa com o temperamento e a vontade de demonstrar gratidão a Deus, e crescer espiritualmente. Sentia a necessidade de compartilhar tão logo a sua dramática conversão, e quem de fato era Jesus de Nazaré.

1.1. Pregando nas sinagogas (At 9.20)

Depois de seu batismo, Paulo quebrou o jejum, e permaneceu "alguns dias com os discípulos que estavam em Damasco. E logo nas sinagogas pregava a Jesus, que Este era o Filho de Deus". Ousadamente declarou ser Jesus de Nazaré o ansiado Messias, que "morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras; ... foi sepultado, e... ressurgiu ao terceiro dia", após o que foi visto pelos doze e pelos outros. "E por derradeiro de todos", acrescenta Paulo, "me apareceu também a mim, como a um abortivo." I Cor. 15:3, 4 e 8. Sua argumentação com respeito às profecias era tão lógica, seus esforços tão manifestamente acompanhados pelo poder de Deus, que os judeus ficavam confundidos e eram incapazes de responder-lhe.
As novas da conversão de Paulo haviam chegado aos judeus como enorme surpresa. Aquele que havia viajado para Damasco "com poder e comissão dos principais dos sacerdotes" (Atos 26:12), para prender e processar os crentes, estava agora pregando o evangelho do Salvador crucificado e ressurgido, fortalecendo as mãos dos que eram já Seus discípulos e continuamente trazendo novos conversos para a fé a que outrora tão amargamente se opusera.

Atos do Apóstolos – Ellen G. White (9ª ed) – Ed. CASA

Notas D.A.(todas sobre trechos da revista):

sabemos que ele ali parou para refletir” – Concordamos que é bastante razoável imaginar que Paulo muito refletiu sobre sua conduta anterior, não só naquele período. Mas não temos como dar essa sentença, porém, mais uma vez, destacamos que há enormes distâncias entre conclusão/dedução e suposições/hipóteses. Mesmo as conclusões, se não provadas, são pessoais raciocínios (ainda que usados pela maioria).
todavia é certo que ele procurou falar de Jesus” – Que ele tenha pregado, isto é altamente provável, mas não temos registros de reais problemas causados então. Novamente temos conjecturas, não fatos sólidos e provados.

Tem-se perguntado o que Paulo teria feito na Arábia, tendo sido comum a resposta de que estivesse em contemplação silenciosa, “examinando cuidadosamente o Antigo Testamento”, como afirma Hernandes Dias Lopes. Entretanto, a intenção de Paulo ao escrever aos gálatas foi demonstrar que quando Deus revelou-lhe Seu Filho, vocacionando-o ao ministério apostólico, ele iniciou sua missão imediatamente, sem quaisquer consultas aos que foram apóstolos antes dele. De modo que é mais fácil compreender sua ida a Arábia como missionário apostólico para pregar aos gentios. É dizer, “como [Gl 1:17] está no contexto da demonstração de sua obediência imediata diante de sua incumbência missionária, é provável que pregasse” (Adolf Pohl).
É também provável que na Arábia seu ministério tenha-lhe custado perseguição, pelo que lemos em II Co 11:32: “Em Damasco, o governador preposto do rei Aretas montou guarda na cidade dos damascenos, para me prender”. “Governador preposto do rei Aretas” “era provavelmente representante dos súditos do rei que residiam em Damasco” (F. F. Bruce). Paulo saiu da Arábia, mas não sem deixar inimigos no reino nabateu, prova que o período em que lá esteve não foi somente de estudos e contemplação.

A Vida e a Obra do Apóstolo Paulo - Pr. Ary Queiroz Vieira Júnior


1.2. O espanto dos que o ouviam (At 9.21)

O próximo passo de Paulo, levado pela oposição à sua pregação em Jerusalém (Atos 9:29, 30), foi à Síria e Cilícia. Obviamente ele não teve nessas áreas remotas nenhuma oportunidade de receber alguma instrução dos apóstolos.

        Comentário Bíblico Moody AT/NT – Editora Batista Regular

Nós somos extremamente adestrados e doutrinados pelos incentivos externos adversos e circunstanciais, como pelos intencionais e arquitetados. Era horrendo ver um grande sábio e orador falar sobre perseguir “os do Caminho”, mas já era rotina; já era costume. Agora, o mesmo homem (que possui dois nomes: Saulo e Paulo) prega em favor do mesmo mentiroso que morreu crucificado, pois assim os judeus o encaram até hoje (Cristo). Duvidamos que em nossos dias teria sido diferente. Possivelmente nós que estamos neste estudo até mesmo fugiríamos dele por um bom tempo.

1.3. Seu esforço apologético (At 9.22)

A mensagem desse fariseu pegou seus ouvintes de surpresa (v. 21), visto que ele pregava a respeito de Jesus, não contra Jesus, decla­rando ser este o Filho de Deus (v. 20). Para os ouvidos judaicos, esta frase podia significar várias coisas, mas o mais importante nesse aspecto é que era o título do rei (p.e., 2 Samuel 7:14; Salmo 2:2 e 89:27, 29) e, por extensão, o título do rei escatológico, o Messias (Enoque 105:2; 4 Esdras 7:28, 29; 13:32, 37, 52; 14:9). Era pelo menos nesse sentido que Paulo chamava a Jesus de Filho de Deus (veja o v. 22 e a nota sobre 11:20), mas à vista de sua recente experiência, é possível que Paulo não estivesse longe do uso cristão distintivo que revela a natureza divina de Jesus. Só Paulo emprega esse título em Atos (13:33), não sendo mero acidente que tal título tenha tão grande importância nas suas cartas (p.e., Romanos 8:3; Gálatas 4:4; Colossenses 1:15-20) e apareça em seu próprio relato de seu chamado para ser apóstolo (Romanos 1:1-4; Gálatas 1:16). Com respeito a isto é também digno de nota que o verbo perseguia (v. 21, gr. porthein) não se encontra em nenhuma outra passagem no Novo Testamento, exceto em Gálatas 1:13 e 23, com referência à mesma questão mencionada neste versículo. Observe-se de novo a descrição dos cristãos como "os que invocavam este nome" (veja a disc. sobre o v. 14).
A referência no v. 22 não diz respeito à pregação de Paulo (como afirma GNB), mas ao próprio Paulo que se esforçava muito mais. Ele se interessava cada vez mais pela sua nova vida (note-se o tempo imperfeito; cp. Salmo 84:7). Sua pregação e o efeito que exercia sobre os ouvintes estão descritos na última metade do versículo. O verbo grego (lit., "colocar juntos", "comparar") que ECA traduz por "provar", sugere que a pregação de Paulo consistia principalmente de comparações que ele fazia entre o Antigo Testamento e os eventos da vida de Jesus, a fim de comprovar ser ele o Messias (quanto a outra observação relacionada à técnica de Paulo em pregar, veja a disc. sobre 17:3). Isto sugere que Paulo estava familiarizado com a vida de Jesus. De modo algum é este fato algo que nos surpreende. Até mesmo quando era um perseguidor da igreja, Paulo teria sabido muita coisa a respeito do Senhor mediante controvérsias e inquéritos judiciais, se é que já não tivesse agora infor­mações de primeiríssima mão. E a partir de sua conversão, talvez Paulo tivesse estado sob a instrução de Ananias e outros.

Novo Comentário Bíblico Contemporâneo – David J. Williams - Ed. Vida

Paulo, Estevão e Apolo foram notáveis defensores e debatedores da fé cristã. Não aconselhamos ninguém a se dar a tais ministérios, exceto os extremamente treinados e que possuam enorme doçura, humildade, vida de consagração e que estejam prontos para ‘derrotas’ em público. Grandes homens desviaram da fé ou esmoreceram grandemente em debates. Outros, chegaram a endeusar seus ‘vencedores’ e, ou se aliaram a eles, ou fundaram novos grupos, pregando em favor do que combatiam! (vide história dos TJ). O nome da defesa de causas, inclusive, deriva de Apolo, talvez o maior defensor do Evangelho do NT. Paulo, entretanto, não somente aprimorava-se nisto, como também convencia a muitos. Outras vezes era espancado, escorraçado e apedrejado. Vejam a que ponto ele era apto como apologista. Tenham isto em mente, os que crêem terem tal chamado. Além do fato que os debatedores vencidos, muitas vezes ficam tão humilhados que dificilmente se voltariam ao Evangelho. Se alguém o convocar para uma disputa, pense muito bem antes de se ufanar e aceitar.


2. Fugindo de Damasco

            Quando se entende que o governante de Damasco era alguém delegado pelo rei Aretas IV, da Arábia, conclui-se facilmente que a estada de Paulo de Tarso lá na Arábia não foi tão tranquila como se imagina. Sua própria palavra define como foi “Em Damasco, o que governava sob o rei Aretas pôs guardas às portas da cidade dos damascenos, para me prenderem” (2Co 11.32). O contexto imediato do que Paulo trata escrevendo aos coríntios fala das humilhações, perseguições, açoites, fugas, etc., vividas ao longo de seu ministério exatamente nessa época. Assim, pode-se supor que essa indisposição não foi apenas por causa de seu trabalho em Damasco, mas na Arábia também.

2.1. Conselho de morte (At 9.23,24)

Por fim, retornou a Damasco, sendo esse evento marcado talvez na narrativa de Lucas pelas palavras tendo passado muitos dias (v. 23). Por esta altura, os judeus da cidade ter-se-iam recuperado da surpresa gerada por sua conversão, e de maneira alguma tolerariam suas pregações a respeito de Jesus. Assim foi que planejaram matá-lo (cp. v. 29; 20:3, 19; 23:21; 25:3; 2 Coríntios 11:26), e, de acordo com 2 Coríntios, conseguiram recrutar o "que governava sob o rei Aretas" (NIV, governador) para que os ajudasse nessa tentativa.

Novo Comentário Bíblico Contemporâneo - David J. Williams – Ed. vida

É muito difícil não ser notada a determinação, coragem, garra e determinação do Apóstolo Paulo. Sua pregação era forte, pois possuía o conhecimento de ambos os lados e pensamentos, além de seu encontro pessoal com o Senhor (cego e derrubado no chão); persuasiva, pois convencia muitos mestres, doutores e ensinadores, além de rabinos e contradizentes (tinha poder de matar os cristãos, prestígio dos judeus e governantes, mas deixou tudo de lado, correndo sérios risco físicos); e cheia de poder, pois operava sinais tão ou mais grandiosos como os demais discípulos e apóstolos, o que dava autenticidade ao seu ministério.

2.2. A fuga de Paulo (At 9.25)

Quem sabe Aretas queria ter no Sinédrio um aliado? Seja como for, eles se envolveram, e a vida de Paulo passou a correr risco. Mas Paulo não se viu desamparado. Certa noite "seus discípulos" (de Jesus) o desceram através de uma abertura no muro, e Paulo pôde escapar (v. 30; cp. Josué 2:15; 1 Samuel 19:12). Parece que Paulo considerava esse incidente um ponto sombrio de sua carreira marcada pelo sofrimento (2 Coríntios 11:30ss.).

Novo Comentário Bíblico Contemporâneo - David J. Williams – Ed. vida

Certamente ele era tido como louco, traidor e inconveniente. Sua vida e obra claramente atestava contra todo o Império Romano, Judeu e contra todo o Paganismo de então. Vemos em Atos 19:23-41 uma influência na própria Economia. Logicamente a única opção era matar Paulo, já que até preso ele daria trabalho.

2.3. De Damasco para o Mundo (At 9.23-24)

Um dos cristãos possuía uma casa construída sobre a muralha de Damasco. Saulo foi baixado num grande cesto trançado que foi passado através de uma janela, e assim ele escapou à conspiração.

        Comentário Bíblico Moody AT/NT – Editora Batista Regular

O nome de Paulo se confunde com evangelização e missões. Muitas Bíblias trazem os mapas da viagens de Paulo, não que outros não tenham viajado ou trabalhado, mas as deles foram ímpares. Seu trabalho nos fala , ensina e encoraja até hoje. Sua escapada não é mostra de covardia, pois ele sofreu diversos tipos de acoites e até ignorou o alerta divino (atitude pouco sábia) dado por Ágabo (At 21:10-13), sabe-se pelos historiadores que sua morte não foi natural, mas cumprimento de uma sentença.

3. Chegada de Paulo a Jerusalém e a sua partida

Dentre tantos lugares que Paulo poderia ter ido pelo vasto Império Romano, em sua fuga, ele decidiu ir a Jerusalém. Mas com que interesse? O que fica claro, conforme narrou posteriormente, era que ele tinha como objetivo primário que era o de ver Pedro (Gl 1.18). Todavia, por algum motivo, não o encontrou de imediato, encontrando apenas dificuldades com alguns irmãos que não tinham certeza da sua genuína conversão.

3.1. A dificuldade de entrosamento (At 9.26)

Quando, por fim, Paulo retornou a Jerusalém (de acordo com Gálatas 1:18, três anos depois de sua conversão), achou difícil ser aceito pela igreja. De modo particular ele desejava ver Pedro (Gálatas 1:18), mas nem Pedro nem ninguém queria vê-lo (cp. v. 13). Teriam ouvido a respeito de sua conversão, mas a partir de então talvez houvessem ouvido muito pouco, ou nada, a seu respeito. Não estavam muito seguros a respeito de Paulo. Na verdade, não acreditavam que fosse discípulo, e é natural que tivessem medo dele. Paulo não portava cartas de recomen­dação

Novo Comentário Bíblico Contemporâneo - David J. Williams – Ed. vida

3.2. Barnabé o apresenta aos apóstolos (At 9.27-28)

O informe pessoal de Paulo sobre sua permanência em Jerusalém leva a supor, a princípio, apenas uma breve e tranqüila visita a Pedro. E, com base em Gl 1.19 certamente temos de corrigir a referência sintética de Lucas: “Mas Barnabé, tomando-o consigo, levou-o aos apóstolos”: Paulo viu na ocasião somente a Pedro e o irmão do Senhor, Tiago. É o que ele assevera expressamente. Do mesmo modo, porém, a breve nota da carta aos Gálatas é incompleta, porque no contexto da carta o interesse de Paulo se concentra numa única coisa, que é explicitar toda sua autonomia e independência em relação aos primeiros apóstolos. Num ponto, no entanto, o relato de Lucas não suscita dúvidas: Paulo chega aos apóstolos como cristão e testemunha de Jesus de forma totalmente independente: “E contou-lhes como ele vira o Senhor no caminho, e que este lhe falara, e como em Damasco pregara ousadamente em nome de Jesus.” É compreensível que mesmo depois dos três anos de trabalho em Damasco e na Arábia houvesse suspeitas e rejeição entre os cristãos de Jerusalém contra o perseguidor de outrora. Haviam sofrido demais por meio dele. Não é explicado por que Barnabé o avaliou de outra maneira e foi tomado de plena confiança nele. Entretanto, essas coisas não acontecem com grande freqüência? Mais tarde o vínculo especial entre Paulo e Barnabé fica flagrante.
28-30 Por que a amizade não poderia ter surgido assim como Lucas relata agora? Contudo - Saulo proclamando em Jerusalém? Gl 1.18-20 não diz nada a respeito. No entanto, sempre é questionável tirar “conclusões do silêncio” das fontes. E temos do próprio Paulo um testemunho de seu trabalho evangelístico em Jerusalém. Ele descreve seu trabalho aos romanos, dizendo: “De maneira que, desde Jerusalém e circunvizinhanças até ao Ilírico, tenho divulgado o evangelho de Cristo” (Rm 15.19). “Desde Jerusalém” – ele pode ter prestado esse serviço de evangelização em Jerusalém nessa primeira visita e outra vez por ocasião do concílio dos apóstolos. Conforme Gl 1.18, esteve “quinze dias com Pedro”...

Comentário Bíblico Esperança NT - Editora Evangélica Esperança

3.3. Seu retorno a Tarso (At 9.29-31)

Saulo escapou com vida apenas por causa da ajuda de seus irmãos cristãos, que o levaram ao porto da Cesaréia, de onde ele navegou para Tarso, sua cidade natal, na Cilícia. Agora perdemos Saulo de vista até 11:25; mas sem dúvida esteve ocupado em Tarso pregando o Evangelho, embora não haja registro desse ministério.
A seguir Lucas descreve o crescimento, tanto numérico quanto espiritual, da igreja.., em toda a Judéia, Galiléia e Samaria. O plural (ERC), igrejas, não é correto. A Igreja é uma só, embora haja muitas igrejas locais. Essa é a primeira referência às igrejas da Galiléia. Não sabemos quando ou como foram organizadas.

        Comentário Bíblico Moody AT/NT – Editora Batista Regular


Conclusão

O progresso espiritual de uma pessoa é evidenciado pela sua forma de proceder. Qualquer pessoa pode experimentar progresso ou retrocesso espiritual. Paulo demonstrou seu progresso de algumas maneiras como foi visto nesta lição. Que possamos seguir suas pegadas corajosas, para continuar nosso progresso espiritual.


Fontes:

Bíblia Sagrada ARC/ARA/ACF/TB/BV/NTLH/NVI/RV
Revista: Apóstolo Paulo – Editora Betel - 4º Trimestre 2012 – Lição 04
Comentário Bíblico Esperança NT - Editora Evangélica Esperança
Comentário Bíblico Moody AT/NT – Editora Batista Regular
Novo Comentário Bíblico Contemporâneo - David J. Williams – Ed. vida
Atos do Apóstolos – Ellen G. White (9ª ed.) – Ed. CASA

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Colabore conosco: escreva seus pontos de vista, opiniões ou críticas. Contamos contigo neste trabalho