domingo, 17 de março de 2013

EBD Editora Betel - Jesus Cristo é o maior e único de todos



Assembleia de Deus CONAMAD
Lição 12 – 24 de Março de 2013
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(INSCRIÇÕES PRORROGADAS ATÉ DIA 29 DE MARÇO DE 2013)

Nota Introdutória MDA.: O título da lição nos pareceu faltando partes, completude de sentido ou falho. Possa ser uma tentativa de dizer que “Jesus Cristo é O Maior de Todos” com “é o único Senhor”, ou com “ele é único”. Talvez algo como “Jesus Cristo é O Maior de Todos” ou “Jesus Cristo é O Único Senhor”, teria uma maior aplicabilidade efetiva e sem arestas.


Texto Áureo

“Mas, se eu expulso os demônios pelo Espírito de Deus, é conseguintemente chegado a vós o Reino de Deus”. Mt 12.28

...Era evidente que se Satanás ajudava a Jesus a expulsar demônios, o reino do inferno estava dividido contra si mesmo, então, como poderia resistir! E se diziam que Jesus expulsava demônios pelo príncipe dos demônios, não podiam provar que seus filhos os expulsassem por algum outro poder. Há dois grandes interesses no mundo; e quando os espíritos imundos são expulsos pelo Espírito Santo, na conversão dos pecadores a uma vida de fé e obediência, tem chegado a nós o reino de Deus. todos os que não ajudam nem se regozijam com essa classe de mudança, estão contra Cristo.

Comentário Bíblico Matthew Henry Conciso NT – Matthew Henry – CPAD

Verdade Aplicada

Os líderes religiosos tinham medo de que Jesus convencesse a nação com suas ideias, pois sem pegar em qualquer arma Ele causou a maior revolução.

            As maiores questões “espirituais” envolvidas tinham como fundo uma grande preocupação com possível perda de poder de influência, de controle propriamente, dinheiro e até de prestígio. Inveja, ódio e outros desejos bestiais e cegos ardiam em muitos destes líderes. O fato de Cristo estar pregando possíveis heresias, mentiras ou blasfêmias era desculpa. Na verdade, eles não enxergavam a verdade da pessoa dele devido ao Pecado e dureza de corações.

Objetivos da Lição

Provar que Jesus veio ao mundo e cumpriu a lei;
Mostrar que as leis orais, que consistiam na interpretação das Escrituras encobriram o seu espírito de amor e misericórdia;
Revelar o perigo que é desprezar o Senhor Jesus.

Glossário

Charlatanismo: exploração da credulidade pública;
Principado: hierarquia dos poderes celestiais;
Sobrepostos: algo que se acrescenta; que se superpõe.


Introdução

Após um circuito de pregação itinerante junto dos discípulos e a realização de muitos milagres, Jesus sofreu grande oposição por parte dos escribas e fariseus. E aí se vê obrigado a reagir em defesa de seu trabalho. Os líderes religiosos censuram a inobservância do sábado dos discípulos, pois Jesus os ensinou mais sobre o valor das pessoas do que a observância de dias. Por isso também eles o acusaram de operar exorcismo e curar pelo poder de belzebu. O Mestre então reagiu revelando a sua grandeza, e repreendeu-os severamente em sua incredulidade e malícias.

É extremamente importante notarmos, ensinarmos e diferenciarmos os vários momentos, atitudes e reações do Senhor. Diferente do que se pensa e se diz, Cristo não era um cordeirinho manso, humilde, pacato e que nada criticava ou censurava (quase um monge). Sabemos e lemos sobre muitas reações duras, rudes, enérgicas e aparentemente nas quais ele mais se importou com a mudança de mentalidades, de sentimentos, de desejos e com o efeito de repreensões inadiáveis. 


1. Maior que o templo de Israel

A tradição oral eram extratos de mandamentos sobrepostos às leis de Moisés, passados de pais para filhos por meio do falar e ouvir, que se tornavam um fardo muito pesado. Era contra essa tradição o grande combate de Jesus, porque muitas dessas leis iam além do necessário, visto que serviam como uma espécie de complemento a Lei de Moisés. Tais leis e costumes tinham mais prestígio que à Lei que se resumia no amor.

Temos tradição oral em nossos templos, reuniões ou em nossos dias? Lamentavelmente, sim. Abusamos de “não toqueis meus ungidos”, para isentarmos dirigentes de erros. Muitos repetem piadinhas por sempre escutarem pessoas destacadas as contarem. Contamos ‘causos’ e historinhas devido a estas estarem ‘consagradas’ por anos ou décadas no meio evangélico. O Senhor Jesus elaborava parábolas (histórias totalmente passíveis de acontecerem) e não histórias sem fundamento. Várias vezes nos negamos a examinar ditos e práticas sob a desculpa “...nós sempre tivemos este costume...” e por aí vai.

1.1. Como surgiu a tradição oral

O início desse processo de interpretação deve ser encontrado no soferismo que procurou levar adiante os alvos de Esdras, o grande “fundador da Lei”. Esdras é descrito como um “escriba versado na lei de Moisés” (Esdras 7.6) que havia “disposto o coração para buscar a lei do Senhor e para a cumprir” (Esdras 7.10). Ele não apenas lia “no Livro, na lei de Deus, claramente”, como também dava “explicações, de maneira que se entendesse o que se lia” (Neemias 8.8). Isso é exatamente o que o soferismo também buscava fazer. Eles se propuseram à tarefa de não apenas fazer da Torah uma possessão do povo, mas também de descobrir e interpretar seu significado de modo que os homens pudessem aplicá-la a sua vida cotidiana. Para eles, a Torah era muito mais que a sobrevivência de um passado glorioso com um valor apenas arcaico; era um oráculo vivo por meio do qual a palavra de Deus podia ser transmitida de geração a geração. Sua palavra não era estática mas dinâmica, capaz de novas interpretações para cada era subseqüente e capaz de aplicação renovada para cada aspecto da vida humana.
O método que eles usavam em seus ensinamentos era o tipo de uma narração (uma descrição oral) das palavras das Escrituras. O costume ou prática ou preceito particular que eles buscavam elucidar era relacionado com um texto ou passagem das Escrituras que era então explanado e recebia sua interpretação . Esse método era conhecido como a forma Midrash (do hebraico darash, interpretar) e era uma característica do ensino das Escrituras.
Em muitos lugares, o ensino da Torah, por preceito e julgamento, era perfeitamente claro, tanto em seu significado ético como legal; em tais exemplos, era dever dos soferins e seus sucessores imprimir esse ensino nas mentes das pessoas. Em outros lugares, contudo, a regra da Torah não era clara; então seu significado devia ser explicado e sua verdade aplicada. Às vezes, é verdade, as leis que surgem dos costumes prevalecentes podem se estabelecer, as quais talvez não encontrem justificação na Torah, mas adquiriam autoridade com base no fato de que elas formavam uma “cerca em redor da Torah” (Pirke Aboth 1.1).
...Os perigos inerentes em tal desenvolvimento da Torah não-escrita são óbvios, especialmente quando ela se dissociou do texto da Torah escrita e não mais requeria base justificativa nas Escrituras. Mas deve-se reconhecer que isso livrou o judaísmo daquele estado moribundo que deveria ter sido seu destino, se a nação tivesse seguido a orientação dos conservadores saduceus. Por meio da Torah não-escrita, a religião e a vida, o trabalho e a adoração, foram integrados de um modoque seria antes impossível, e Deus e seus mandamentos foram apresentados como reais na vida comum das pessoas comuns.

Tradição Oral – Origem e desenvolvimento – Biblioteca Bíblica

            A Lei precisava ser ensinada e interpretada em todo o viver diário, seja festivo, trabalho ou corriqueiro/trivial. Surgia dessas necessidades a lei oral. Como existem diversos estudos, livros e até mesmo curso e matérias universitárias, também passou a existir a Tradição oral. Criaram-se várias interpretações e aplicações, o que gerou distorções, chegando-se praticamente banir o “espírito da Lei”, sua essência (o amor). O Senhor Jesus não veio descumpri-la ou mesmo ab-rogar: ele a cumpriu em si. Nós a cumprimos por seu sacrifício.

1.2. O lado opressivo dos religiosos

Primeira ilustração: homicídio. Jesus mostra como esse cumprimento da Lei é mais profundo que uma simples conformidade exterior. Quem matar destaca um desenvolvimento tradicional de Êx. 20:13, mas ainda trata do ato de homicídio. O julgamento. O tribunal civil judeu, conforme baseado em Deut. 16:18 (veja também Josefo, Antig. iv. 8.14). Os melhores manuscritos omitem "sem motivo" ainda que Efésios 4:26 indique a possibilidade de se inferir corretamente alguma restrição. Insulto. (Raca na ERC.) Provavelmente "cabeça vazia" (de uma palavra aramaica significando "vazio"). Tolo. Considerando que esta série exige epítetos progressivamente mais graves, Bruce acha que Raca é um desacato à cabeça do homem, e tolo, ao seu caráter (Exp GT, I, 107). Inferno de fogo. Literalmente uma referência ao vale de Hinon nos arredores de Jerusalém, onde o lixo, os restos e as carcaças de animais abatidos eram queimados e também uma metáfora pitoresca do lugar do tormento eterno. (A sua história horrível se encontra em Jr. 7:31, 32; II Cr. 28:3; 33:6; lI Reis 23:10.) Cristo localiza a raiz do homicídio no coração do homem irado, e promete que no Seu reino o julgamento imediato será feito antes que o homicídio seja cometido. Ao altar. Indicação do disfarce judaico deste discurso. Teu irmão tem alguma coisa contra ti, isto é, se você cometeu uma injustiça contra o seu irmão. Vai primeiro reconciliar-te obriga o adorador que está a caminho, a prestar satisfações ao ofendido para que a sua oferta seja aceitável (confirma com Sl. 66:18). Adversário. Um oponente da lei (confira com Lc. 12:58, 59). Considerando que o juízo está próximo, os ofensores deveriam se apressar em ajustar contas. Enquanto não pagares. Provavelmente uma situação literal no reino. Se, entretanto, a prisão é símbolo do inferno, a implícita possibilidade de pagamento e soltura aplica-se apenas à parábola, não a sua interpretação. A Escritura é clara ao declarar que aqueles que estão no inferno ficarão lá para sempre (Mt. 25:41, 46), porque a sua dívida não pode ser paga.

Comentário Bíblico Moody AT/NT – Editora Batista Regular Moody

Alguns aspectos práticos/sustentáveis à vida humana

- A Lei não mataria alguém de fome ou sede
- Não pode separar famílias
- Seu estudo e aplicação, puramente, não salvaram a Humanidade
- Dentro do templo a Lei é constantemente quebrada (os trabalhos não param)
- A observação seca, fria e sem essência levou os escribas ao farisaísmo;liam o Pentateuco e não enxergavam a clareza do sentido do texto: “...neles não se fará trabalho algum, senão o que diz respeito ao que cada um houver de comer; somente isso poderá ser feito por vós.” (Ex 12:16)

O trabalho (ato e ações) de colher, preparar e comer, não é trabalho, comercialmente se falando!

1.3. O resgate do valor do homem

Os fariseus se opõem à cura no sábado. (Conf. Mc. 3:1-6; Lc. 6:6-11)

Sinagoga deles. Lucas conta que isto ocorreu em um outro sábado.
É lícito curar nos sábados? O V.T, não fez nenhuma proibição, mas alguns rabis achavam que era trabalho. Jesus, entretanto, apontando para o que qualquer indivíduo teria feito em favor de uma infeliz ovelha, esclareceu a sua própria obrigação.
Considerando que o homem é incomparavelmente mais valioso do que uma ovelha, Ele tinha de vir ao seu socorro. Deixar de fazer o bem quando está ao alcance é o mesmo que fazer o mal (veja Mc. e Lc.).
O milagre apenas enfureceu os fariseus, que imediatamente conspiraram (com os herodianos, Mc. 3:6) em como lhe tirariam a vida. Assim, na Galiléia, como acontecera há pouco em Jerusalém (Jo. 5:18), o ódio assassino começou a tomar forma definida. Homens que achavam que curar no sábado era violação da lei não sentiam escrúpulos em conspirar um homicídio.
       
        Comentário Bíblico Moody AT/NT – Editora Batista Regular Moody

O Povo de Israel estava sendo guiado por condutores cegos. Valia mais os próprios textos, os rituais e os sacrifícios, que a vida e a alma dos homens. “...Misericórdia quero” esclarece totalmente isto. Homens deviam morrer de fome ou caírem de fraqueza (os discípulos) para não “quebrarem a Lei” (aliás, vimos que houve uma interpretação errada). Um doente devia não ser tratado ou medicado (a cura do homem das mãos mirradas) também para ‘observar’ e ‘zelar’ pelos costumes, tradição e pela Lei. Contudo, usavam a mesma Lei para não gastarem dinheiro com seus próprios pais (“corbã”).
Aqueles líderes religiosos contemplavam Jesus como “o meu concorrente”, e não como aquele que estava interessado resgatar o homem como o valor mais precioso. Eles fingiam estar preocupados com o cumprimento da Lei, para estar no encalço do Pregador de Nazaré cuja popularidade os assombrava. Ainda hoje é assim, quando uma voz profética se levanta, os outros com o espírito capitalista e de Mamom, pensam, “esse cara é meu concorrente". Estão tão viciados com antigas tradições, costumes que não têm misericórdia alguma, querem sacrifícios e ofertas gordas incessantes.


2. Maior que o Profeta Jonas

Após o episódio da seara e da cura do homem das mãos mirradas, o Senhor Jesus prosseguiu com seus sinais, isto é, expulsando demônios e curando enfermos apenas com a autoridade de sua Palavra. A liderança procurava trazer descrédito as operações de Jesus junto a seu público. Os milagres eram tão extraordinários que não o acusavam de charlatanismo, e sim de operar através do poder de Belzebu, não satisfeitos ainda lhe pedem um sinal (Mt 12:38 e 39).

Queremos ver de tua parte algum sinal. Ignoraram os milagres anteriores. Queriam algum feito sensacional que estivesse de acordo com a idéia que tinham do Messias (conf. Mt. 16:1), um sinal que não exigisse fé, só vista.
Uma geração má e adúltera. Uma descrição da nação espiritualmente infiel nos seus votos feitos a Jeová (conf. Jr. 3:14,20). Para tal nação, o grande sinal da Ressurreição foi aqui profetizado (e até já fora sugerido antes, Jo. 2:19-21).

Comentário Bíblico Moody AT/NT – Editora Batista Regular Moody

Pede-se de Jesus um sinal do céu. Parece que, depois das terríveis e sérias palavras precedentes do Senhor, os fariseus e escribas de fato estavam assustados. Parece que queriam dizer com essa exigência: Dá-nos um sinal do céu, para que finalmente possamos ter absoluta certeza de que verdadeiramente vens de Deus!
Jesus replica: “Um sinal assim de fato acontecerá. Mas não será um mero milagre para ser admirado, como esse que eu deveria realizar neste momento segundo o desejo de vocês.” Será um ato divino, que constituirá um elemento fundamental da obra redentora que Jesus tem de realizar na terra (Rm 4.25). Jesus tem em mente a sua ressurreição. Ele explica esse sentido da sua ressurreição a partir de Jo 2.19. O sentido, portanto é este: “Assim como Jonas, arrancado da morte, pregou aos ninivitas, assim também o Filho do Homem anunciará ao mundo inteiro a salvação, como Ressuscitado.” A morte e ressurreição de Jesus tornar-se-ão um sinal, que uma parte negará e outra parte aceitará com fé.
Na verdade, se o povo de Israel fosse assim como deveria, não esperaria por um sinal extraordinário para crer em Jesus. A simples presença dele lhe bastaria. Esse novo pensamento é desenvolvido no trecho seguinte. Salomão não realizou nenhum prodígio celestial perante a rainha do Sul. Jonas não realizou um único milagre em Nínive. Não obstante, ambos obtiveram aceitação. A sabedoria de Salomão e a pregração de Jonas foram suficientes para conquistar a audiência dos gentios e movê-los ao arrependimento.

Comentário Bíblico Esperança NT - Editora Evangélica Esperança

            Jonas era tido como muito especial por ter recebido uma missão de Deus, ter sido cobrado e punido, como também protegido da Morte, no ventre do peixe. No entendimento dos fariseus Deus dispensou um “cuidado especial” com ele. Também fizera o grande feito de convencer os moradores de Nínive a deixarem suas vidas erradas urgentemente. Ou seja, Jonas de fato era grande, Cristo não!

2.1. O porquê do pedido de um sinal

Moisés tinha advertido contra o perigo que podia provir dos cananeus. Aqui os adverte contra a aparição da idolatria em meio deles. Devemos estar bem familiarizados com as verdades e preceitos da Bíblia; porque podemos esperar que se nos prove pela tentação o mal sob a aparência do que é bom, do erro disfarçado de verdade; nada pode opor-se diretamente a tais tentações, salvo o testemunho claro e expresso da palavra de Deus em sentido contrário. É uma prova de sincero afeto a Deus que, apesar das enganosas simulações, não sejam levados a abandonar a Deus para seguirem a outros deuses, para servi-los.

Comentário Bíblico Matthew Henry Conciso NT – Matthew Henry – CPAD

Profeta ou sonhador. Insinuação da instituição profética a ser estabelecida em Israel já fora dada. A auto-revelação de Deus aos profetas seria por meio de visão e sonho (Nm. 12:5; cons. Dt. 18:15 e segs.). Mesmo se alguém com impressionantes credenciais comprovando que era um canal da revelação (1b, 2a) incitasse Israel a declarar fidelidade e tributo a outros deuses (2b; cons. 3b, 5b), seu conselho devia ser desprezado (3a; cons. Gl. 1:8, 9).

Comentário Bíblico Moody AT/NT – Editora Batista Regular Moody

Quando Jesus ouviu o rogo do pai do menino, Sua primeira resposta foi repreender as pessoas que estavam ao redor. Disse ele: “Se, porventura, não virdes sinais e prodígios, de modo nenhum crereis” (4:48). Mais uma vez, nos vemos assustados com a resposta abrupta de Jesus. Esperávamos ver ternura, confirmação e esperança vindas do Senhor. Em vez disso, vemos repreensão. Mais uma vez, descobrimos Jesus mobilizando as pessoas em direção à fé e insistindo para que elas não se satisfaçam com substitutos inferiores a ela, os quais são tão comuns2 .
A repreensão de Jesus deve nos fazer pensar em como agimos para ajudar os outros. Estamos mais empenhados em buscar a verdade ou em buscar conforto? Preocupa-nos mais o fato de as pessoas crerem ou o fato de serem libertas de seus desconfortos emocionais? Tenho sido freqüentemente advertido e repreendido pelas palavras de um cristão chamado Henri Nouwen:

Um ministro não é um médico cuja tarefa primordial é tirar a dor…
Talvez a principal tarefa do ministro seja evitar que as pessoas sofram por motivos errados. Muitas pessoas sofrem por causa da falsa suposição em que basearam suas vidas. Essa suposição é que não haverá medo nem solidão, nem confusão nem dúvida. Mas só é possível lidar produtivamente com esses sofrimentos quando eles são entendidos como feridas integrantes da nossa condição humana. Por isso o ministério é um serviço de muita confrontação. Ele não deixa as pessoas viverem na ilusão da imortalidade e da perfeição. Ele está sempre lembrando os outros de que são mortais e frágeis, mas também que é através do reconhecimento dessa condição que tem início o processo de libertação.

Creio que Jesus estava profundamente preocupado com o pai sôfrego e seu filho à beira da morte, mas creio que Ele estava ainda mais preocupado com o relacionamento deles com Deus. Jesus queria que o filho fosse curado e que o coração do pai não se abatesse, mas Ele queria muito mais que os perdidos fossem salvos. Jesus viu que a grande necessidade na vida do oficial do rei naquele dia não era a libertação da morte física; era Deus! Jesus também viu que a possibilidade da morte do filho tinha aberto o coração desse homem para a sua maior necessidade.

João: A Jornada da Fé – Bruce Mclarty – A Verdade para Hoje

            Os fariseus conheciam exorcistas judeus que, através de encantamentos, expulsavam demônios e curavam enfermos. Não demorou muito para que pedissem um sinal diferente. Não faziam isso porque queriam crer, mas, porque, astutamente, desconfiavam que Jesus não lhes daria tal coisa. Esses líderes achavam que poderiam se apoiar na própria Lei e assim tentar colocar Jesus em descrédito, mostrando que poderia ser a provação de Deus que Moisés falou e assim não seguir a tal profeta milagroso (Dt 13:1-3). Porém o Senhor Jesus lhes disse que não daria nenhum sinal e para a surpresa deles prometeu que o único sinal que daria era o do profeta Jonas.

2.2. A malícia dos adversários

            Diante de tantas maravilhas que eles estavam vendo, ainda assim pediam um sinal maravilhoso: quem sabe o sol parar, ou o tempo retornar como nos dias de Acabe, ou um anjo descer do céu: ou ainda, a própria voz de Deus bradar do céu, pudesse satisfazê-los. Mas Jesus sabia que, de verdade, tal sinal não mudaria quem de fato eram, e os denunciou como “uma geração má e adúltera” (Mt 12:39). Quando Ele se referiu ao profeta Jonas no ventre do grande peixe (Mt 12:40) estabelecendo um paralelo entre ele e Sua morte*, é que ao ressuscitar estaria vencendo a morte, e eles jamais o veriam.
E nenhum rebelde incrédulo pôde ver Jesus depois da ressurreição, este é o maior de lodos os milagres. Os filhos de Ismael quando do êxodo haviam contemplado maravilhas extraordinárias, mas mesmo assim o endurecimento de coração deles impediu que entrassem na terra prometida, ao contrário pereceram todos no deserto. De vemos ter cuidado com os nossos corações para que não sejam endurecidos e rebeldes impedindo assim as bênçãos de Deus e trazendo-nos juízo. Porquanto. Deus não se deixa escarnecer, o que semearmos é o que ceifaremos (Gl 6:7).

* Nota MDA.: Melhor seria: “...um paralelo entre este sinal e seu sacrifício no Calvário” (o texto está dúbio).

2.3. O valor do arrependimento

Estas foram as palavras do Filho encarnado de Deus. Elas nunca foram canceladas; e não serão, enquanto este mundo durar. O arrependimento é absoluto e necessário se é para o pecador fazer paz com Deus (Isaías 27:5), porque arrependimento é o lançar fora as armas da rebelião contra Ele. O arrependimento não salva, todavia nenhum pecador jamais foi ou será salvo sem ele. Nada senão Cristo salva, mas um coração impenitente não pode recebê-LO.
Um pecador não pode crê verdadeiramente até que ele se arrependa. Isto é claro a partir palavras de Cristo concernente o Seu precursor, "Pois João veio a vós no caminho da justiça, e não lhe deste crédito, mas os publicanos e as meretrizes lho deram; vós, porém, vendo isto, nem depois vos arrependestes para crerdes nele" (Mateus 21:32). Isso é também evidente a partir de Sua chamada como trombeta em Marcos 1:15, "Arrependei-vos, e crede no evangelho". Isto é o porque o apóstolo Paulo testificava "o arrependimento para com Deus e a fé em nosso Senhor Jesus" (Atos 20:21). Não faça confusão neste ponto querido leitor, Deus "ordena agora que todos os homens em todo lugar se arrependam" (Atos 17:30).
Em requerer arrependimento de nós, Deus está pressionando Suas justas reivindicações sobre nós. Ele é infinitamente digno de supremo amor e honra, e de universal obediência. Isto nós temos impiamente Lhe negado. Tanto um reconhecimento como uma correção disto é requerido de nós. Nossa desafeição por Ele e nossa rebelião contra Ele devem ser reconhecidas e exterminadas. Dessa forma, o arrependimento é uma compreensão profunda de quão terrivelmente tenho falhado, durante toda minha vida, em dar a Deus Seu justo lugar em meu coração e em meu andar diário.
A justiça da demanda de Deus por meu arrependimento é evidente se considerarmos a natureza hedionda do pecado. Pecado é uma renúncia daquele que me fez. É Lhe recusar Seu direito de me governar. É a determinação de agradar a mim mesmo; assim, é uma rebelião contra o Altíssimo. O pecado é uma ilegalidade espiritual, e uma indiferença absoluta à autoridade de Deus. Ele está dizendo em meu coração: Eu não me importo com o que Deus requeira, eu vou seguir o meu próprio caminho; eu não me importo com o que Deus reivindique de mim, eu serei o senhor de mim mesmo. Leitor, você não percebe que é assim que você tem vivido?

        Arrepender ou Perecer – Arthur W. Pink (Trad. livre: Felipe Sabino de Araújo Neto) – monergismo.com

Temos por pai a Abraão. Os judeus se orgulhavam de maneira especial de Abraão como o cabeça de sua raça, com o qual Deus fizera o seu convênio. Crendo que herdaram a bênção de Deus através de Abraão, confiavam na sua ascendência para obter salvação (Jo. 8:33). João Batista advertiu-os de que Deus poderia transformar as próprias pedras em descendentes de Abraão.

Comentário Bíblico Moody AT/NT – Editora Batista Regular Moody

...Por outro lado, porém, é também um juízo que cai desde já sobre Israel, por meio do surgimento do Messias, no qual são separados, sem acepção de pessoas, aqueles que crêem em Cristo e aqueles que não crêem nele. Os contemporâneos de João Batista acreditavam todos, como expusemos no início com base nos salmos de Salomão, que o Messias julgaria única e exclusivamente e de modo terrível aos gentios, os gojim, trazendo gloriosa justiça para Israel.
Para precaver-se contra a ira vindoura do Messias, João Batista demanda um verdadeiro e sincero arrependimento. Devem ser trazidos frutos que demonstrem a autenticidade do arrependimento. Frutos bons ou dignos comprovam que ocorreu um verdadeiro arrependimento (cf. a esse respeito, o que foi detalhadamente exposto no Comentário Esperança, Mateus, p. 60-63). Embora os fariseus e saduceus defendessem opiniões fundamentalmente distintas sobre as coisas divinas, sobre eternidade e juízo, ambos os partidos eram unânimes em uma questão, a de que tinham orgulho de ser descendentes do patriarca Abraão. Uma idéia muito disseminada entre esses líderes dos judeus era que a justiça e o mérito dos pais, particularmente de Abraão, formavam um tesouro do qual os devotos da nação israelita obtinham a complementação de sua justiça talvez ainda insuficiente, bem como a expiação de seus pecados. João não considerava as pessoas com esse tipo de opinião como filhos de Abraão, mas como excrescência de víboras. Sua apelação à descendência física é uma ilusão carnal e um absurdo. Da mesma forma como João Batista, Jesus também disse aos judeus que insistiam em sua origem genealógica de Abraão, que seu pai não era Abraão, mas o diabo (Jo 8.44). Também aquilo que Paulo escreve em Rm 9-11 é igualmente uma nítida refutação desta alegação: “Temos por pai Abraão.”
João dirige-se com implacável gravidade às “massas populares”. Elas tinham a presunção de que Deus não sobreviveria sem elas. De certo modo Deus teria obrigações em relação a elas, assegurando-lhes a beatitude, pois ele o havia prometido por juramento a Abraão e seus descendentes. Apontando com as mãos para as pedras espalhadas no chão, João assevera que Deus também é capaz de suscitar dessas pedras do deserto filhos para Abraão (em um antigo hino latino sobre João, do diácono Paulo, os corações dos gentios são chamados de “pedras duras”. Sob essa perspectiva a palavra bíblica das pedras do deserto significaria que em lugar dos orgulhosos filhos de Abraão, que se consideram sumamente superiores sobre os gentios, Deus fará dos gentios “filhos de Abraão”). Paulo desenvolveu plenamente essa passagem bíblica das pedras. No lugar do Israel segundo a carne foi colocado o Israel segundo o Espírito (Gl 3.15ss; Rm 2.28s; Fp 3.3), do qual também fazem parte os gentios, em número muito maior.

Comentário Bíblico Esperança NT - Editora Evangélica Esperança

            Os ninivitas tinham na antiguidade uma fama de cruéis e perversos, além do que eram totalmente pagãos. Mas mediante a pregação de Jonas, arrependeram-se profundamente dos seus pecados e receberam o perdão de Deus (Mt 12:41). Jonas era um sinal vivo entre eles e não operou nenhum sinal, e Jesus operando tantos sinais estava acentuando o estado de condenação da geração de seus dias. Seria no dia do juízo uma situação embaraçosa, pois aqueles para quem eram primeiramente as promessas de Deus, estariam numa situação de completa desvantagem por causa das maldades e adultérios resultante de sua incredulidade.
Reconhecemos que há supostos milagres para enganar o povo e dele tirar vantagens para aquele que o faz, assim como também é verdade que Satanás opera seus sinais para confundir os fiéis e escravizar os não crentes, mas nada disso se aplicava a Jesus que trabalhava de modo transparente em seus dias. Todavia, no afã de estabelecer o controle da situação religiosa, aqueles homens se demonstraram capazes de tudo. Eles perseguiam, procuravam atrapalhar semeando palavras maliciosas entre o povo, desfaziam dos sinais de Jesus, atribuíam as sua obras ao poder de Satanás operando nele e ainda pediam um sinal maravilhoso. Vemos claramente demonstrada até que ponto homens ímpios, por trás de discursos religiosos, são capazes de chegar em suas hipocrisias e maldades.



3. Maior que o Rei Salomão

Os sacerdotes dos dias de Jesus tinham muito medo de perder a sua influência e posição, mas não tinham medo de excluírem-se do reino de Deus, se é que algum dia chegaram a pertencer.

3.1. O porquê da Rainha do Sul procurar a Salomão (Mt 12:42)

À “história de Jonas” segue o exemplo da rainha da Arábia meridional, que veio de um lugar longínquo para Jerusalém, atraída pela sabedoria de Salomão (1Rs 10.1-13). Por ter demonstrado seu anseio pelo conhecimento de Deus em Israel baseado na sua revelação, essa gentia decretará de fato uma sentença de condenação sobre o povo judeu quando, no juízo final (ao lado dos contemporâneos judeus de Jesus), tiver de se justificar diante de Deus. Esse Israel não deu ouvidos a Jesus, e passou por ele com indiferença e desentendimento, ele que é mais que Salomão (porque a sabedoria revelada nele está acima da de Salomão).

Esperança

Nota MDA: no trecho “Cuidemos de nós mesmos para que não incorramos na política contra o Reino de Jesus, a sua sabedoria e pessoa, que tenhamos temor, pois a natureza humana é traiçoeira e Satanás tem o poder de nos mostrar mais santos do que realmente somos” (revista), quer nos afirmar que Satanás mascara nossa santidade (aparência), enganando a muitos, e chega a enganar a nós mesmos!   

Sobre o nome da Rainha de Sabá, não há provas, mas apenas indícios e várias tradições. Vejam:


3.2. O perigo da blasfêmia contra o Espírito Santo

Uma advertência solene, V. 31) Por isso vos declaro: Todo pecado e blasfêmia serão perdoados aos homens; mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada. 32) Se alguém proferir alguma palavra contra o Filho do homem, isso lhe será perdoado; mas se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será isso perdoado, nem neste mundo nem no porvir. Os judeus vivam seu dia da graça com a manifestação da misericórdia de Deus, de um modo tal como jamais fora concedido a qualquer nação. O Espírito fazia o empenho mais gracioso para alcançar seus corações e mentes pela Palavra como Cristo e seus discípulos a pregavam. Mas, seus líderes e muitos do povo endureciam, deliberadamente, seus corações contra a influência da obra e mensagem de Cristo. Enquanto esta oposição e, até, blasfêmia provinham da ignorância e se dirigiam mais contra a pessoa de Cristo, poderia haver oportunidade e possibilidade de arrependimento. Tão logo, porém, que ocorre um blasfemar contra o Espírito Santo, então tudo mudou. Pois, isto significa que uma pessoa, realmente, admitiu e reconheceu Jesus como o Redentor do mundo, que ele tem a convicção de fé, e que foi incapaz de negar as provas. Mas, apesar destas provas e convicção, deliberadamente e de modo blasfemo, rejeita a obra do Espírito Santo para sua salvação. A frase: Nem neste mundo e nem no mundo do porvir, declara enfaticamente que o caráter peculiar deste pecado exclui todo e qualquer perdão. Já não há mais nenhuma esperança.

Comentário Bíblico de Mateus – Kretzmann

BLASFÊMIA CONTRA O ESPÍRITO SANTO. A blasfêmia contra o Espírito Santo é a rejeição contínua e deliberada do testemunho que o Espírito Santo dá de Cristo, da sua Palavra e da sua obra de convencer o homem, do pecado (cf. Jo 16.7-11). Aquele que rejeita a voz do Espírito e se opõe a ela, afasta de si mesmo o único recurso que pode levá-lo ao perdão o Espírito Santo. Os passos que levam à blasfêmia contra o Espírito:


(1) entristecer o Espírito. Se isto for contínuo, levará à resistência ao Espírito (Ef 4.30);

(2) resistir ao Espírito leva ao apagamento do Espírito dentro da pessoa (1 Ts 5.19);

(3) apagar o Espírito leva ao endurecimento do coração (Hb 3.8-13);

(4) o endurecimento do coração leva a uma mente réproba e depravada, a ponto de chamar o bem de mal e o mal de bem (Rm 1.28; Is 5.20). Quando o endurecimento do coração atinge certa intensidade que somente Deus conhece, o Espírito já não contenderá para levar aquela pessoa ao arrependimento (cf. Gn 6.3; ver Dt 29.18-21 nota; 1 Sm 2.25 nota; Pv 29.1 nota). Quanto àqueles que se preocupam pensando que já cometeram o pecado imperdoável, a sua disposição de se arrependerem e quererem o perdão, é evidência de que não cometeram o tal pecado imperdoável.

Autoria desconhecida – maisjesus.net

Nota MDA.: O trecho “...mas Ele com autoridade os advertiu anteriormente, que quem blasfemasse contra o Espírito Santo - pois Jesus agia no poder do Espírito - tal pecado é tão grave que jamais será perdoado ao que o cometer” (revista), ficou com sentido truncado quanto à conclusão do sentido. As afirmações são pertinentes e verídicas, mas faltou concluir. Uma forma possível: “...que quem blasfemasse contra o Espírito Santo - pois Jesus agia no poder do Espírito - jamais seria perdoado”


3.3. O perigo da casa vazia (Mt 12:43-45)

Uma parábola notável sugerida, naturalmente pela ocasião (12:22 e segs.), descreve a situação precária de Israel (e dos fariseus). O demônio expulso, não encontrando descanso nos lugares áridos (indicado em outro lugar como habitação dos demônios: Is. 13:21; Baruque 4:35; Ap. 18:2) retorna à sua antiga habitação, que agora está mais atraente (varrida e ornamentada), mas vazia. Torna a entrar com outros sete espíritos, e o resultado é uma degeneração ainda pior.
Assim também acontecerá. Israel (nacional e individualmente) foi moralmente purificada pelos ministérios de João e Jesus. Desde o Exílio, as perversidades da idolatria declarada foram removidas. Mesmo assim, em alguns casos, a reforma que tinha a intenção de ser preparatória interrompeu-se. A casa de Israel estava ''vazia". Cristo não foi convidado a ocupá-la. Por isso esta geração perversa alcançará um estado ainda pior. Alguns anos mais tarde esses mesmos judeus enfrentaram os horrores de 66-70 A.D. No tempo do fim, os membros dessa raça (genea) serão especialmente vitimados por demônios (Ap. 9:1-11).

Comentário Bíblico Moody AT/NT – Editora Batista Regular Moody

Se somos vasos, precisamos encher-nos do que é precioso, útil e que honre nossas vidas, famílias, crenças e convicções. No caso dos servos de Deus, que o dignifiquem acima de tudo com tal conteúdo. Se há somente dois senhores no Universo, ou estaremos cheios para o Reino de Deus ou para o do Maligno. Se vazios, estaremos sempre à mercê de sermos disputados ou mesmo “tomados” ou invadidos (“casa”). Sobre encher-se, vejamos:

Uma evidência facilmente verificável na inconsistência da velha vida é a embriaguês. Desde as eras mais antigas, nos diz a literatura, o ser humano tem procurado escapar de suas preocupações e adquirir um sentimento de alegria e divertimento usando as bebidas alcoólicas.
A Bíblia não exige abstinência completa das bebidas alcoólicas (exceto no caso daqueles que fizeram um voto especial), sendo que a abstinência é uma opção deixada à consciência de cada um.
Não obstante, freqüentemente a Bíblia fala contra a embriaguês.
É verdade que as pessoas não crentes estão acostumadas a beber em certa quantidade com a intenção de ficarem animadas e alegres. Mas contra esse tipo de alegria carnal, o apóstolo estabelece aquela santa alegria com a qual o Espírito de Deus nos alegra. Ele também relata os seus efeitos opostos.
O cristão deve deixar a sua vida aberta para ser constante e repetidamente cheia pelo Espírito Santo.

O que produz o encher do Espírito?

·    Produz comunhão e louvor

Efésios 5.19

19 – falando entre vós com salmos, entoando e louvando de coração ao Senhor com hinos e cânticos espirituais,

A comunhão pode ser percebida pela expressão “falando entre vós”.  O exercício da fé não é algo individualista, mas acontece no coletivo, juntamente com outros irmãos.
E uma das maneiras que essa comunhão acontece é por meio do louvor – afinal, como filhos, louvamos ao mesmo Pai!
Alguém já disse que quem canta os males espanta. Muito mais do que isso, o canto para o cristão é o prestar honras a Deus, atribuir-lhe louvor, é derramar-se diante da presença de Deus. Por isso o povo cristão é um povo que gosta de cantar.
Quanto as expressões que Paulo usa, nós podemos tentar explicá-las de uma maneira aproximada, já que é difícil dizer a diferença exata de cada uma delas.

Vivendo em Família – Rev. Andrei de Almeida Barros – www.maxmode.blogspot.com

O mesmo princípio que Mateus aplica a Israel como nação, Lucas o faz a indivíduos (Lc 11.24). Não basta limpar a nossa casa espiritual, tem de estar habitada pelo Espirito Santo que nos ajudará a combater o mal contra a nossa vida. Daí o compromisso não apenas do temor que se deve ter mas da atitude combativa, contra o mal que planejará voltar, para dominar a situação, trazendo tormento tétrico em vida. Sobretudo devemos ter vigilância para manter a casa limpa e habitada.


Conclusão

Aqui está quem é maior, a sabedoria e o poder de Deus, Cristo Jesus. Escândalo para uns e loucura para outros. Nem a perseguição ou a morte o derrotaram, tudo isso passou, mas venceu por ser maior. Cabe a nós analisar o nosso coração para que jamais seja infiel e do Diabo se afastar*, pois o verdugo espiritual aí está pronto para trazer seu reforço e tornar a nossa vida um tormento e, no final, a perdição. Sejamos corajosos e combatentes até, por fim, virmos a descansar em Cristo.

* Nota MDA: Melhor aceitável (e menos dúbio): “Cabe a nós analisarmos o nosso coração para que jamais seja infiel e também que do Diabo se afaste”.


Fontes:

Bíblia Sagrada ARC/ARA/ACF/TB/BV/NTLH/NVI
Vida Cristã Vitoriosa (revista) – Editora Betel – 1º Trimestre 2013 – Lição 12
Comentário Bíblico Moody AT/NT – Editora Batista Regular Moody
Comentário Bíblico Matthew Henry Conciso NT – Matthew Henry – CPAD
Comentário Bíblico Esperança NT - Editora Evangélica Esperança
Tradição Oral – Origem e desenvolvimento – Biblioteca Bíblica (link)
Arrepender ou Perecer – Arthur W. Pink (link)
João: A Jornada da Fé – Bruce Mclarty – A Verdade para Hoje
Vivendo em Família – Rev. Andrei de Almeida Barros (incompleto na Internet)

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