domingo, 24 de março de 2013

EBD Editora Betel - A Urgência de Um Avivamento Genuíno

Assembleia de Deus CONAMAD
Lição 13 – 31 de Março de 2013
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(INSCRIÇÕES PRORROGADAS ATÉ DIA 29 DE MARÇO DE 2013)


Texto Áureo

“Ouvi, Senhor, a tua palavra e temi; aviva, ó Senhor, a tua obra no meio dos anos, no meio dos anos a notifica; na ira lembra-te da misericórdia”. Hc 3:2

Aviva. Embora as versões inglesas traduzam o hebraico para reaviva ou renova, o profeta não está pedindo a Deus que repita o que já fez nos grandes dias de outrora. O verbo foi usado em outras passagens com força cansativa, como, por exemplo, em Gn. 7:3; 19:32; Dt. 32:39, onde o significado é preservar com vida, ou chamar à vida. Pede-se a Deus que ponha em operação as Suas obras, isto é, Seu programa exposto, para que se torne uma ação viva. Que esse é o caso está confirmado pelo paralelismo: "no decurso dos anos faze-a conhecida". A tua obra é então o propósito anunciado em 1:5, junto com os juízos enunciados no capítulo 2.
No decorrer dos anos. Bengel, um comentarista mais antigo, declara que este versículo aponta para o nascimento de Cristo e a era cristã. A obra de Deus tem de ser feita em um período que divide a história, o Velho Testamento do Novo. Esta proposição não tem encontrado boa aceitação. Habacuque está pedindo que no correr dos anos futuros Deus possa castigar e curar.
Alguns acham que os versículos 3-15 descrevem uma teofania, ou uma manifestação da Divindade ao profeta. Outros acham que é simplesmente um recital poético das obras divinas com um motivo referente ao Êxodo, isto é, empregando os padrões da atividade divina no período do Êxodo. Não há motivos para acharmos que Habacuque tivesse o tipo de experiências teofanias dadas a Abraão. Ao mesmo tempo estes versículos são mais que uma celebração poética.
Enquanto a linguagem parece referir-se ao Êxodo e narrativas subseqüentes de Deus lidando com Israel, há também uma grande dose de originalidade na descrição. O profeta fala, por exemplo, de montanhas retorcendo-se e fragmentando-se e também de uma exibição de brilhante resplendor que encheu a terra e o céu. É melhor considerar todo o panorama de perturbações cósmicas que são o resultado da presença de Deus como sendo parte da visão do profeta.

Comentário Bíblico Moody AT/NT – Editora Batista Regular Moody

Verdade Aplicada

Avivamento não é desprezo pelo conhecimento e nem alienação social, por isso precisamos crescer em graça e conhecimento das Escrituras.


Objetivos da Lição

Definir e apresentar características gerais de um verdadeiro avivamento;
Mostrar como podemos alcançar o genuíno avivamento;
Manter os cuidados que se deve ter em meio ao avivamento.

Glossário

Fenômeno: fato ou elemento observável;
Tangível: palpável;
Prescindir: por de lado, não fazer conta.

Textos de Referência

Jr 29:11 Porque eu bem sei os pensamentos que penso de vós, diz o Senhor; pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que esperais.
Jr 29:12 Então, me invocareis, e ireis, e orareis a mim, e eu vos ouvirei.
Jr 29:13 E buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração.
Jr 29:14 E serei achado de vós, diz o Senhor, e farei voltar os vossos cativos, e congregar-vos-ei de todas as nações e de todos os lugares para onde vos lancei, diz o Senhor; e tornarei a trazer-vos ao lugar de onde vos transportei.

Leituras Complementares

Segunda  At 1:5          Terça  At 2:4              Quarta At 4:8
Quinta     At 5:32        Sexta  At 8:15            Sábado At 10:38


Introdução

O nosso tema em apreço não visa atacar ninguém. É nosso propósito definir, demonstrar como se expressa o avivamento e alguns cuidados principais que se devem ter com ele. Esse cuidado é para todos aqueles que estão envolvidos nesse fenômeno religioso quanto aos excessos que se deve evitar. Aproveitemos esse momento, pois o assunto é muito interessante em si.

...Em outras palavras: João e Jesus estavam dizendo que o reino esta próximo mais precisamos de arrependimento, creio que nestes dias nós podemos dizer que o avivamento esta próximo mas nós precisamos de arrependimento, quando o Espírito Santo veio sobre a igreja primitiva a primeira mensagem que foi liberada naquele dia foi uma mensagem de arrependimento, atos 2:37 muitas vezes nós.
Temos pregado sobre avivamento, mover de Deus vinho novo e etc..., as pessoas começam a pensar que avivamento é cantar ou gravar cds ou fazer conferências ou ter a igreja cheia, nós só vamos experimentar verdadeiro avivamento quando uma onda de arrependimento vier sobre nós um clamor por santidade invadir as nossas reuniões; em Ez.9 : 4 Deus manda marcar aqueles que tem um peso por santidade que não suportam a impureza na casa do Senhor
Jesus, a palavra diz a respeito dele que: "- O zelo pela tua casa me consumiu", Deus esta procurando homens e mulheres estes dias aos quais o zelo pela a santidade os consumam, eu não quero que Deus passe por nossa geração e espere por outra que esteja disposta a gemer e pagar um preço por Santidade . Se, queremos avivamento, precisamos mudar nossa temática ARREPENDIMENTO precisa voltar para as nossas pregações as lágrimas de arrependimento precisam voltar, quem nunca ouviu falar do famoso sermão de Jonanthan Edwards: "- Pecadores nas mãos de um Deus irado" enquanto ele lia o sermão na Igreja as pessoas se agarravam nas pilastras clamando por arrependimento com convicção de pecado.

Arrependimento, atalho para o Avivamento – Judson Oliveira – www juda.com.br

                                                       

1. Bases de um Avivamento Genuíno

Antes de falar das características gerais de um avivamento, vejamos o que ele é. Avivamento é o ato ou efeito de avivar, trazer vida, produzir ânimo. Quer dizer, buscar e receber vida espiritual em Deus; ter o ânimo renovado por meio da ação do Espírito Santo e da busca pessoal. Seja buscando ou recebendo o avivamento consiste numa concentração especial da presença de Deus (At 2.1-4).

I - O significado bíblico do termo "Avivamento":

1.1. No Antigo Testamento:

O verbo hebraico hyh (avivar) tem o significado primário de "preservar" ou "manter vivo". Porém, "avivar" não significa somente preservar ou manter vivo, mas também purificar, corrigir e livrar do mal. Esta é uma conseqüência natural em toda vez que Deus aviva. Na história de cada avivamento, dentro ou fora da Bíblia, lemos que Deus purifica, livra do mal e do pecado, tira a escória e as coisas que estavam impedindo o progresso da causa (1).
O verbo "avivar", em suas várias formas (2), é usado mais de 250 vezes no Antigo Testamento, das quais 55 vezes estão num grau chamado piel. Um verbo nas formas do Piel expressa uma ação ativa intensiva no hebraico. Neste sentido, o avivamento é sempre indicado como uma obra ativa e intensiva de Deus. Alguns exemplos de sua ocorrência são as clássicas orações de Davi, como esta: "Porventura, não tornarás a vivificar-nos (3), para que em ti se regozije o teu povo?" (Sl 85.6) (4), e da clássica oração do profeta Habacuque: "Tenho ouvido, ó Senhor, as tuas declarações, e me sinto alarmado; aviva a tua obra, ó Senhor, no decorrer dos anos, e, no decurso dos anos, faze-a conhecida; na tua ira, lembra-te da misericórdia" (Hc 3.2).

1.2. No Novo Testamento:

Encontramos no Novo Testamento grego um conjunto de palavras que expressam o conceito básico de avivamento. São elas: 'egeíro, 'anastáso, 'anázoe e 'anakaínoo. Outras palavras gregas comparam o avivamento ao reacender de uma chama que se apaga aos poucos (cf. 'anazopyréo em 2 Tm 1.6) ou uma planta que lança novos brotos e "floresce novamente" (cf. 'anaphállo em Fp 4.10).
No Novo Testamento grego as palavras supracitadas aparecem, no contexto de avivamento, apenas sete vezes, embora a idéia básica de avivamento seja sugerida com mais freqüência. Uma possível explicação para o uso escasso dos termos, em comparação ao Antigo Testamento, é que o Novo cobre apenas uma geração, durante a qual a Igreja Cristã desfrutou, na maior parte do tempo, um grau incomum de vida espiritual.

        http://www.monergismo.com/textos/avivamento/avivamento_padrao.htm

“A pior maldição que um povo pode sofrer é ter uma religião movida à base de mera emoção e sensacionalismo. A ausência de realidade espiritual já é trágica; mas o aumento da falsa espiritualidade é pecado mortal”.
— S. Chadwick.
“Seria muito bom se nos libertássemos da idéia de que fé é uma questão de heroísmo espiritual, que apenas alguns cristãos seletos conseguem ter. Existem os heróis da fé, é verdade; mas a fé não é apenas para heróis. É uma questão de maturidade espiritual; é para adultos em Cristo”.
— P. T. Forsyth.
“Sempre que Deus tenciona exercer misericórdia para com seu povo, a primeira coisa que faz é levá-lo a orar”.
— Matthew Henry.
“A verdade sem entusiasmo, a moralidade sem emoção e o ritual vazio de realidade são coisas que Cristo condena severamente. Sem fervor espiritual, elas não passam de uma filosofia ímpia, um sistema ético ou de mera superstição”.
— S. Chadwick.
“Portanto, o chamado da cruz é para que participemos da paixão de Cristo. Precisamos trazer em nós as marcas dos cravos”.
— Gordon Watt.

Por Que Tarda O Pleno Avivamento - Leonard Ravenhill – Ed. Betânia

1.1 As Escrituras Sagradas

            A Bíblia é um dos pilares do Avivamento. Não as palavras, mas a Palavra de Deus contida nela. Não a leitura ou o ensino ou mesmo saber praticamente tudo, mas a prática de tudo isto aplicada ao viver diário. Discordamos em parte da lição, pois o Avivamento começa na devoção diária, seguida de mudança pessoal, cultural, de toda uma localidade/nação, Arrependimento e Salvação em massa. Sem a busca, meditação, ensino e aplicação das Escrituras, não há nem haverá Avivamento, apenas movimentos, barulho, tumultos e eventos/reuniões. Mesmo que oremos intensamente, isso não bestaria. A Bíblia é o ponto central.
            O único padrão inerrante e infalível de avivamento: a Bíblia. Devido ao fato de sabermos que a Bíblia é a nossa única regra de fé e prática, apenas ela (e somente ela) é que nos pode direcionar corretamente neste assunto. A relação entre eles (a Bíblia e o Avivamento) é tão estreita e inseparável que é impossível um avivamento genuíno no qual a Bíblia não faça parte dele.
            Vivemos em tempos de tantos extremos como este em que é fundamental o sermos equilibrados. Garantia que só a Bíblia oferece. Hoje em dia existem várias posições, desde aqueles que vêem toda e qualquer manifestação de alegria, choro ou puladeiras (sem desmerecimentos nem chacotas) entusiástica como avivamento,  até àqueles que desacreditados que são, negam a sua existência, ainda ensinando e combatendo que isto cessou, ou quando muito supõe que avivamento é a mais nova onda ‘gospel’ ou ‘evangeliqueira’ do momento, coisa de ‘re-te-té’. Uma inovação (ou relançamento?) humana sem base bíblica. Precisamos e devemos, como nunca, nos esconder e termos morada junto à Lei e ao Testemunho!

1.2 O agir do Espírito Santo

            Temos uma inclinação de crermos que o Avivar de Deus seja um período após uma busca por este período. Deus manifesta coisas gigantescas devido a nós estarmos nos aplicando em buscá-lo continuamente. O Avivamento começa dentro de mim e dentro de você! Comece agora a se voltar para ele, assim irá movimentar outras pessoas em cadeia. A sua ação pessoal inicial já é o Avivamento se manifestando. Avivamento não uma operação ou agir da igreja, mas de Deus. É uma grande obra celestial, sobrenatural, soberana e livre do Espírito Santo. Nós não promovemos e nem fazemos avivamento. Até mesmo quando o desejo e as iniciativas surgem em nós, como dito acima, também eles provem do alto. Igreja não é agente e nem promovedora de avivamento. Não se agenda, programa, projeta, orça ou se viabiliza avivamento, por melhores que sejam os ministros, intenções ou governos eclesiásticos (mandato). A igreja apenas pode o buscar, desejar, incentivar e receber o Avivamento e preparar o caminho da sua chegada. Ela também não produz o vento do Espírito, mas apenas iça suas velas em direção a esse vento e segue para onde ele soprar.

1.3 Busca e Organização Humanas

Um avivamento espiritual não acontece por acaso, sempre será resultado de uma busca. Essa busca faz parte da necessidade que se tem de ter vida espiritual renovada, dessa maneira alguém começa uma busca intensa por Deus, como o salmista que disse, “como o cervo brama pelas correntes das águas, assim suspira a minha alma por ti, ó Deus (Sl 42:1). “Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração” (Jr 29:13). Trata-se de uma busca com intensidade de coração e de atitudes. Pois há coisas que imprescindivelmente precisam ser feitas pelo crente e que estão reveladas: humilhar-se, orar, buscar intensamente, converter-se dos maus caminhos. Aí, então, Deus se deixa achar (Dt 4:29; 2Cr 7:14; Jr 29:14). No aspecto coletivo, Paulo orienta que se tenha ordem no sentido de organização, e decência, a fim de evitar alguma coisa que traga vergonha. Para isso ele dedica todo o texto de I Coríntios 14.
            Essas quatro bases são imprescindíveis para qualquer movimento avivalista. A Palavra como vimos, resumidamente, contém a planta de todo o verdadeiro movimento espiritual apostólico. Mas há movimentos, entretanto, que dizem que, o Espírito Santo é maior que a Palavra e dão as regras de uma reunião de acordo com esse pensamento, tudo deve partir da Palavra entendida de maneira sábia e equilibrada. Quanto à busca intensa, já vimos. Mas se faz necessário ter ordem e muita sensibilidade, a fim de não estancar o avivamento e entristecer o coração de alguns.


2. Expressões do verdadeiro avivamento

Não raro temos concepções erradas acerca de um avivamento verdadeiro, atribuímos nossos conceitos à luz daquilo que ouvimos ou de nossa experiência e esquecemo-nos de que avivamento é a vida plena de Jesus Cristo em nós demonstrada por meio de frutos e graça Deus, como veremos a seguir.

O que não é avivamento bíblico:

Antes de falarmos sobre avivamento bíblico, propriamente dito, acreditamos ser de grande ajuda uma abordagem, mesmo que rápida, do que não é o padrão bíblico de avivamento.
O Rev. Hernandes Dias Lopes, em seu livro AVIVAMENTO URGENTE, apresenta sete interessantes razões sobre o que não deve ser entendido como avivamento de verdade. Sou devedor ao dileto colega por suas pertinentes observações. Transcrevo-as quase que na íntegra.

- Avivamento não é um programa agendado pela igreja
- Avivamento não é mudança doutrinária
- Avivamento não é mudança litúrgica
- Avivamento não é uma ênfase carismática unilateral
- Avivamento não é modismo
- Avivamento não é uma visão dicotomizada da vida
- Avivamento não é campanha de evangelização

        http://www.monergismo.com/textos/avivamento/avivamento_padrao.htm


2.1. Expressão de Renovo Espiritual

            Reuniões e cultos movimentados, acompanhados de som alto (isso é um péssimo costume cultural pentecostal; quase incurável), barulhos, gritos e até berros e urros! Assim tem sido disseminado ser o Avivamento. Muito emocionalismo e etc., não são evidências inquestionáveis do Avivamento, são atestações de irmãos animosos, mas não avivados. Durante os dias, semanas e meses anteriores e posteriores a todas estas ocorrências, sim, estes tais podem confirmar estar acontecendo avivamento. Se forem seguidos de sentimento de vazio, ausência de caráter transformado e de contínuas conversões, teremos indicações de sociedades carentes de aconselhamento, mentoreamento espiritual e até acompanhamento psicológico (indica fuga e escapismo). Sabemos que o Avivamento mostra Poder Espiritual. Não é possível crer que estamos em avivamento, quando não é presente em nossas vidas e reuniões o poder do Espírito Santo conforme prometido (Lc 24:49).

Esse poder é demonstrado através de:

- uma nova dinâmica espiritual (conforme vemos na Igreja Primitiva)
- ousadia na pregação
- unção e graça abundante
- manifestação dos dons
- curas e milagres
- conversão de almas.

            As diferenças foram demonstradas; o principal são os resultados (muitos visíveis e audíveis): eles são prova de renovo espiritual legítimo e duradouro.

2.2. Demonstração do Fruto do Espírito

A relação do ser humano com sua obra é direta. Ela resulta integralmente do seu planejamento, da sua capacidade e do seu fazer. Em contrapartida, fruto não pode ser planejado e realizado dessa maneira. Por outro lado seria exagerada a opinião de que o fruto vem “por si”, motivo pelo qual estaria fora de nossa responsabilidade. Em decorrência, apenas poderíamos ficar à espreita para ver se por acaso acontece em nossa vida. Como a Bíblia pressupõe em muitas passagens, nós devemos trazer frutos, devemos querê-los, prepará-los, semear, regar, plantar ou preservá-los. Não obstante, permanece que: “O crescimento vem de Deus” (1Co 3.6). Por isso o fruto da colheita está logicamente ligado à ação de graças pela colheita. Está viva na memória a ação interveniente de Deus. Em consonância, o fruto colhido também traz as marcas da essência e do agir de Deus e de seu Espírito. Isso já poderá evidenciar-se de modo simplesmente formal na lista das virtudes. Ao contrário da contagem assistemática das obras da carne nos v. 19-21, encontramos aqui um todo bem proporcionado, num solene ritmo ternário triplo (certas analogias com 1Co 13.4-7). Primeiramente o tríplice desdobramento do próprio amor (amor, alegria, paz), depois seu tríplice desdobramento em relação ao próximo (longanimidade, benignidade, bondade), e finalmente o tríplice desdobramento da conduta pessoal (fidelidade, mansidão, domínio próprio).

                Comentário Bíblico Esperança NT - Editora Evangélica Esperança

A Vida de Cristo: O Fruto do Espírito

Como é de fato o caráter de Cristo? Qual é a natureza da Sua vida?
O tornarmo-nos semelhantes a Jesus deve ser mais do que um mero pensamento agradável. deve ser mais do que uma mera idéia genérica.
Precisamos conhecê-Lo de fato para nos tornarmos semelhantes a Ele.
Lemos em 2 Coríntios cap 3 verso 18 que o Espírito do próprio Senhor é a fonte da nossa vida. O apóstolo Paulo cita esta nova vida no Espírito em sua carta à Igreja dos Gálatas (Gálatas 5).
Ele delineia um quadro claro e específico tanto da nossa antiga natureza como da nossa nova natureza.
Estas duas naturezas diferem-se em todos os aspectos. O nosso interesse encontra-se na "nova natureza", pois ela retrata o caráter de Cristo.
Paulo denomina de "fruto do Espírito" as diferentes qualidades da vida Jesus.

http://www.casadosenhor.com.br/estudo.asp?id=68

Fruto do Espírito: Um Desafio Diário

Sem o fruto do Espírito, passamos a desenvolver um cristianismo teórico, sem vida e seremos condenados pelos outros, como aconteceu a uma igreja inglesa, quando o famoso estadista indiano Mahatma Gandhi adentrou neste templo para assistir a um culto.
No fim da reunião transtornado, numa reação que mistura indignação com sabedoria, ele assim exclamou: "O vosso Cristo eu quero, o vosso cristianismo eu não quero".

http://www.casadosenhor.com.br/estudo.asp?id=67

Gálatas 5 é muito conhecido devido a essa passagem que fala do fruto do Espírito. Aqui é um campo muito fértil para muitos ensinamentos. Vamos nos ater à vida no Espírito e o fruto.
Andar no Espírito é ser guiado por ele, e para que você seja guiado por ele deve produzir o fruto. Note que não falo “dos frutos” e sim “do fruto” que é amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade,  mansidão e domínio próprio, ou seja, um é todos. Se você produz um, deve produzir o outros também. Se está falhando na alegria, falha nos outros também. Para que você ande no Espírito e produza o fruto não há segredo e sim uma receita
Tudo começa pela oração. Você deve manter uma vida de oração diária e pedir ao Espírito Santo que o guie. Não é tarefa fácil e nem impossível. Vai requer de você perseverança e compromisso. Você realmente quer? Então ore e busque a vida no Espírito Santo. Um bom começo é decorar os versos 22 e 23 e lembrar que são divididos em três partes:

1 Amor, alegria e paz é fruto de Deus para você.
2 Longanimidade (paciência), benignidade (delicadeza) e bondade é fruto que você usa com o próximo.
3 Fidelidade, mansidão (humildade) e domínio próprio é frutos de você para você mesmo.

Perceba que isso abarca todos os níveis de relacionamento: você com Deus, você com o próximo e você com você mesmo. Trabalhando diariamente com isso Deus te levara à altos níveis.

Concluindo: Por meio do escândalo da cruz Jesus deu a você a liberdade de ser salvo pela fé e não por obras, entretanto, não utilize essa liberdade para dar lado à carne e pecar deliberadamente.  Para produzir o fruto do Espírito, fruto este que vai te garantir uma vida plena em Deus, você dever orar diariamente e pedir isso a Deus. Tudo isso visa o teu bem estar e a tua salvação eterna.

Julie Francisco de Pádua

Resumidamente falando, diremos que O Fruto do Espírito deva ser então, brotado, colhido e saboreado nos ambientes mais inóspitos e degradantes. Desde locais de trabalho, passando por locais de ensino, ambientes familiares, interior do Lar, em transações comerciais e nos momentos e locais onde não haja um ‘conhecido’ sequer por perto olhando. O interior do templo e as reuniões de “assistir cultos” não atestam nem criam ou desenvolvem as virtudes espirituais. Tais reuniões servem para comunhão, testemunhos do agir de Deus, ensino e adoração coletiva. É fácil demais ser “crente” nestas  ocasiões!

2.3. Testemunho com Graça Renovada

Cremos de modo semelhante ao exposto na revista, contudo, entendemos (baseados pelo início da própria lição) que ao nos voltarmos para a Palavra de Deus, já estamos no Avivamento. Uma igreja, um povo, uma nação e indivíduos voltados, comprometidos, quebrantados e moldados por ela já entraram no Avivamento! Logo, como diz a revista, será muito ativa em tudo  que lhe vier à mão e buscará aquilo que ainda não fazia ou que cessou de fazer (coisas dignas e edificantes, é claro). Repetimos que primeiro vem a sede pela Bíblia e daí a igreja passa a ser ativa. Não entendamos “avivamento” como um curso com obrigações ou implantações obrigatórias após ele. Também não é um “vento” ou um “trovão” ou algo externo, único e na forma de um ‘marco’: o Avivamento é uma pequena chama que queima lenta e gradualmente no interior de cada um. Não é uma dinamite alheia a tudo e que após explodir uma única vez fica tudo ‘diferente’.
            Há, no avivamento, realidades das quais não podemos fugir, todos os genuínos avivamentos mais cedo ou mais tarde enfrentam oposição, posto que lidamos com dois elementos corruptos: a natureza humana e o próprio Satanás que procura abafar o movimento e age com represálias, a fim de ao invés avivamento*, confusão, frieza e morte espiritual. Às vezes, alguns de posse desse conhecimento ficam tão preocupados que preferem não alcançar níveis profundos de avivamento em sua vida e igreja. Andar em direção ao avivamento é ir em direção a Cristo Jesus que morreu e ressuscitou, derrotou o diabo a morte e o inferno, maior é o que está conosco!


3. Cuidados principais quanto ao Avivamento

O avivamento deve ser preservado, mas o excesso de zelo pode acabar por extinguir o agir do Espírito, quer dizer, ter um efeito contrário. Por exemplo, alguns líderes tem tanto medo de que as manifestações não sejam do Espírito de Deus que acabam por extingui-lo. Outros ficam tão preocupados em perder as rédeas do culto, por causa das manifestações espirituais que desestimulam os irmãos e entristecem o Espírito Santo. Devemos ter cuidados sim é o que abordamos aqui, mas, sobretudo, este é um trabalho de fé, Aquele que começou o avivamento com o passar dos dias o aperfeiçoará.

3.1 Ênfase exagerada no Espírito Santo

Nossas atitudes, expressões corporais, faciais e verbais (estas dão indícios de posicionamentos e formas de raciocínio) comprovadamente externam o que está dentro de nós. Há casos de pessoas que treinam a dissimulação, ou seja, elas sentem, pensam e desejam coisas, mas externamente apresentam outras. Somado a tudo isto, conceitos e entendimentos errados e/ou equivocados (incluam-se os culturais ‘achismos’) podem isoladamente ou em conjunto, levar pregadores, mestres, líderes e ministros a destacarem demais a pessoa do E. Santo. As experiências pessoais de vivências puramente humanas ou também de experiências espirituais íntimas com Deus (principalmente estas) podem levar pessoas a concluírem que eventos isolados, únicos e atípicos sejam regra, obrigatórios, rotineiros o até mesmo doutrinas ou” mandamentos”.

Algumas dicas orientadoras:

- Deus é o Senhor soberano e a Bíblia é a nossa Bússola.
- Os exageros (tanto para de mais quanto para menos) tanto pode ser farisaísmo (rigidez), quanto indolência (desleixos e preguiça).
- O Espírito Santo opera maravilhas inconfundíveis. O Espírito Humano pode falsear a reunião de uma série de informações, detalhes e aparências como maravilhas de difícil desmascaramento.
- Todos os fatores e aspectos desta lição não dão base nem ordenam a desacreditar-se em visões, revelações, sonhos, profecias. Também não ordenam a obedecermos cegamente às orientações (“ordens”, na verdade), independentemente da função, graduação, formação, títulos ou tradições proféticas sacramentadas de quem as relatou/sentenciou.

3.2 A falta de exposição das Escrituras

Nós, em particular, não conhecemos nenhum ‘Rancho Profético’ ou ‘fonte’ onde seja ensinado, por exemplo, a que os membros leiam (pelo menos tentem) a Bíblia completa todos os anos, paralelamente aos estudos modais (seminários, palestras, devocionais pessoais e EBD). Já andamos muito e em muitos lugares de ‘fogo’, por isso sabemos bem que há alhos e bugalhos! Deus não dirá esquerda e direita ao mesmo tempo, ande e pare, acorde e durma ou corra e vá devagar. O Exame detalhado e contínuo da Bíblia, somado a uma vida de jejum, oração, arrependimento, perdão, boas-obras, comunicação, compadecimento e evangelização SEMPRE produzirá crescimento espiritual das pessoas, da Igreja Local e mudanças no bairro, município, estado e na Nação: isto é Avivamento. Exposição das Escrituras não é Culto ao Ensino ou Adoração de Mensagens. Pregação, leitura, ensino e devoção que não causem mudanças e conversões são puramente hábitos, rotinas e religiosidade.

3.3 O Fanatismo

Foi num ambiente de “avivamento”, em Corinto, quando houve muitas meninices, arrogâncias, liberação dos instintos carnais que Paulo teve que corrigir. Pois, em alguns momentos, a situação era mais parecida com um pandemônio do que com um culto a Deus. Os exageros não foram diferentes dos de nossos dias, todos falando em línguas ao mesmo tempo, vários profetizando simultaneamente, disputas internas que já não mais evidenciavam o amor, uma dependência contínua das emoções, o que levou Paulo a escrever longamente sobre o assunto conforme podemos ver em 1 Coríntios 12 a .14.
            Caros irmãos precisamos também ver o avivamento do Espírito de Deus como um cultivo. Muitos de nós temos uma capacidade ótima para administrarmos nossos lares, finanças, filhos com planejamento eficiente. Mas queremos fazer a obra de Deus relaxadamente sem planejamento. O Senhor nos revelou nas Escrituras que os procedimentos de uma lavoura são semelhantes no reino de Deus, é um trabalho longo e árduo, se não nos prepararmos quando o avivamento chegar com força não saberemos o que fazer.

Os crentes mais notáveis, cujas experiências são registradas nas Escrituras, muitas vezes expressam emoções intensas. Tomemos como exemplo o salmista. Ele menciona seu amor como sendo indizível: "Quanto amo a tua lei!" (Sal. 119:97). Ele descreve altos graus de anseio espiritual: "Como suspira a corça pelas correntes das águas, assim, por ti, ó Deus, suspira a minha alma" (Sal. 42:1). Fala de grande dor pelos seus próprios pecados e pelos pecados dos outros: "Pois já se elevam acima de minha cabeça as minhas iniqüidades; como fardos pesados excedem as minhas forças" (Sal. 38:4). "Torrentes de água nascem dos meus olhos, porque os homens não guardam a tua lei" (Sal. 119:136). Ele expressa fervorosa alegria e louvor espiritual: "Porque a tua graça é melhor do que a vida; os meus lábios te louvam. Assim cumpre-me bendizer-te enquanto eu viver; em teu nome levanto as mãos... à sombra das tuas asas eu canto jubiloso" (Sal. 63:3-4,7).
Isto prova que a existência de emoções religiosas em altíssimo grau não é necessariamente um sinal de fanatismo. Estamos seriamente errados se condenamos as pessoas como fanáticas somente porque suas emoções são fortes e vivas.
Por outro lado, o fato de nossas emoções serem fortes e vivas não prova que sejam verdadeiramente espirituais em sua natureza. As Escrituras nos mostram que as pessoas podem se tornar excitadas sobre religião, sem serem verdadeiramente salvas. No Velho Testamento, por exemplo, a misericórdia de Deus para com os israelitas no êxodo moveu grandemente suas emoções, e cantaram Seus louvores, Ex. 15:1-21. Todavia, esqueceram Suas obras rapidamente. A dádiva da lei do Sinai os comoveu mais uma vez; pareciam cheios de entusiasmo santo, e bradaram: "Tudo o que o Senhor falou, faremos" (Ex.l9:8). Não obstante, logo depois estavam adorando o bezerro de ouro!

A Genuína Experiência Espiritual – Jonathan Edwards – PES

Eis o desafio do discipulador: levar os filhinhos a se tornarem jovens e, eventualmente, se tornarem pais. Só serão vencedores se a Palavra de Deus habitar em suas vidas...
...Quando compartilhei essa palavra com certo pastor, ele reagiu: "LeRoy, você anda um tanto fanático com esse negócio de fazer a Palavra de Deus habitar na vida das pessoas".
Respondi-lhe que não era fanatismo, mas uma questão de vida ou morte. Sei o quanto a Palavra de Deus pode operar numa vida, e sei muito bem quais são seus resultados no decorrer dos anos.

A Arte perdida de fazer discípulos – LeRoy Eims – Ed. Atos

Não apenas ser vocacionado, ser cheio do Espírito Santo, orar e estudar a Palavra de Deus. Vida cristã sem ação é fanatismo, é provocação, é tentação contra Deus. Há pessoas que oram assim: O Deus, abençoa o meu vizinho. E dizem: Ah! pastor, eu oro há quinze anos, mas ninguém se converte. E o pastor pergunta: E você já o visitou alguma vez? E a pessoa responde: Não, eu apenas oro. Assim não adianta, é preciso que a oração seja seguida de ação.

Bases para um Ministério Vivo – Antônio Carlos  F Menezes – Ed. Facioli


Conclusão

Nós brasileiros temos a fama evangélica de vivermos num contínuo avivamento, que causa admiração nas igrejas dos outros países. Há um número de igrejas que, a cada tempo, surge das mais variadas denominações, curas e milagres, mas infelizmente não temos profundidade escriturística. Somos acusados por alguns de termos a grandeza de um oceano, mas a profundidade de uma piscina, posto que a Palavra tenha sido muito prescindida.


Fontes:

Em Língua Portuguesa

Bíblia Sagrada ARC/ARA/ACF/TB/BV/NTLH/NVI
Vida Cristã Vitoriosa (revista) – Editora Betel – 1º Trimestre 2013 – Lição 13
Comentário Bíblico Moody AT/NT – Editora Batista Regular Moody
Comentário Bíblico Esperança NT - Editora Evangélica Esperança
Comentário Bíblico Matthew Henry Conciso NT – Matthew Henry – CPAD
Arrependimento, atalho para o Avivamento – Judson Oliveira – www .juda.com.br
Por Que Tarda O Pleno Avivamento – Leonard Ravenhill – Ed. Betânia
As Obras da Carne e O Fruto do Espírito – William Barclay – Ed. Vida Nova
Cristãos Nervosos – L. Gilbert Little – Imprensa Batista Regular
Obras da Carne e Fruto do Espírito – Grupo de Intercessão Manaim
A Outra Face dos Milagres – Luciano Subira – Maná Edições
Temperamento Controlado Pelo Espírito – Tim LaHaye – Edições Loyola
Oração a Chave do Avivamento – Paul Young Cho – E. Betânia
Avivamento Sob o Prisma do Antigo Testamento – www.icpb.org.br
O Lar, Uma Extensão Contínua do Avivamento – Ricardo Aparecido dos Reis
Aprendendo da História dos Avivamentos – Frans Leonard Schalkwijk – www.monergismo.com
Neopentecostalismo (Conferência teológica) – Prof. Isaltino Gomes Coelho Filho, em 12 de abril de 2004 na Faculdade Teológica Batista de Campinas
Frank Bartleman – A História do Avivamento Azusa – Editora D'Sena
http://www.casadosenhor.com.br
http://www.monergismo.com


Em Espanhol

Profetas y sus mensajes verbales (fonte e autoria desconhecidos)
El don de profecia en el nt y hoy – Wayne grudem – Ed. Vida
Como obra el Espíritu Santo en la vida del creyente hoy – Timothy Lin – www.bsmi.org

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