segunda-feira, 20 de maio de 2013

EBD Editora Betel - Deus Procura Os Verdadeiros Adoradores



Assembleia de Deus CONAMAD
Lição 08 – 26 Maio de 2013
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Texto Áureo

            “Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade, pois o Pai procura a tais que assim o adorem”. Jo 4:23

Verdade Aplicada

            Através da adoração pública doméstica e individual, demonstramos o quanto é importante reconhecer o Deus cristão.

Objetivos da Lição

Definir a verdadeira adoração;
Conscientizar de que a verdadeira adoração não é somente nos cultos, com o louvor que sai da boca, mas com a própria vida no dia a dia diante de Deus e das pessoas;
Enfatizar a exclusividade na adoração.

Textos de Referência

Jo 4:20 - Nossos pais adoravam neste monte; vós, entretanto, dizeis que em Jerusalém é o lugar onde se deve adorar.
Jo 4:21 - Disse-lhe Jesus: Mulher, podes crer-me que a hora vem, quando nem neste monte, nem em Jerusalém adorareis o Pai.
Jo 4:22 - Vós adorais o que não conheceis; nós adoramos o que conhecemos, porque a salvação vem dos judeus.
Jo 4:23 - Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores.
Jo 4:24 - Deus é Espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade.


Introdução

Há basicamente dois pilares principais históricos que determinam a adoração cristã na igreja primitiva do ponto de vista de seu contexto litúrgico: o primeiro, é que Jesus Cristo era adorado como um ser divino juntamente com o Deus Pai; o segundo, qualquer possibilidade de adoração a qualquer outra divindade era veementemente rejeitada. Para a comunidade gentílica da época neo-testamentária grande estranheza. O cristianismo primitivo herdou uma adoração monoteísta exclusivista que exigia de seus adoradores a renúncia prestada a outros deuses.


1. O que é a Adoração Cristã?

O ajoelhar-se, inclinar a cabeça e prostrar-se são atitudes que revelam o estado da alma, diante do poder inigualável de Deus. É assim que encontramos os personagens bíblicos em suas histórias. Através da adoração pública, doméstica e individual esses homens e mulheres ensinaram o quanto é importante reconhecer o Deus cristão como único e singular Senhor, entre todos os outros. No entanto, a palavra adoração traz conotações mais íntimas e afetivas, que apontam para expressões de amor (ágape). Ela não se materializa em liturgia, embora esteja na gênese do louvor e da liturgia.

A adoração cristã é frequentemente associada com a parte musical de um culto na igreja – pessoas cantando canções para Deus, com a cabeça para trás, de olhos fechados e mãos levantadas ao ar enquanto cantam. A adoração cristã acontece quando cantamos para Deus, seja na igreja ou sozinho - em nossos carros ou no chuveiro. Se tivermos o desejo de agradar o coração de Deus, isso é adoração, independente de onde estivermos ou de quantos estejam envolvidos.
A música influencia nossas emoções e as letras podem dilatar nossos corações, levando-nos a ficar perdidos na experiência. O louvor cristão e música de adoração são uma grande ferramenta para nos ajudar a sentir-nos mais perto de Deus. Não é incomum que pessoas até escolham uma igreja por causa do seu estilo de música. Muitas vezes as pessoas saem de um culto dizendo: "O louvor hoje foi maravilhoso", ou "O sermão foi excelente, mas fiquei realmente tocado pela adoração."
Você pode se surpreender ao perceber que todo o culto trata-se de adorar a Deus!

        Adoração Cristã - Mais do que música – http://www.allaboutgod.com


1.1  A intimidade e a participação do adorador

...Essas situações, na maioria das vezes, não são premeditadas e sim acontecem inesperadamente, podendo atingir qualquer um de nós, o que devemos tomar muito cuidado. Ninguém força estes acontecimentos, eles simplesmente acontecem! É a reação natural do interior de daqueles que vivem espiritualmente vazios.
Podemos traçar um paralelo neste sentido para compararmos sobre a questão da adoração! Como assim? Adorar não é simplesmente um levantar de mãos na hora do culto ou expressões estapafúrdias num momento de emoção. Não! A verdadeira adoração, com intimidade e sinceridade, na verdade é um ESTILO DE VIDA!  Um viver diário com atitudes de louvor, um viver que exalta o nome do Senhor Jesus. Intimidade que somente os filhos podem ter, porém, a questão é: Estamos vivendo como filhos de Deus? Nos relacionamos com Ele como sendo nosso papaizinho querido? Você realmente tem tido momentos a sós com Deus?
Tenho percebido nas muitas igrejas por onde Deus têm me levado, que, alguns irmãos têm tido muita dificuldade para louvar ao Senhor. É um verdadeiro sacrifício um momento de adoração individual. Se tais pessoas forem desafiadas a falar suas próprias palavras de louvor, sem que tenha uma referência na vida do irmão ao lado, este em muitos casos fica calado. Como em sua vida cotidiana, este irmão(ã), não se relaciona intimamente com Deus, então normalmente na hora do culto também não o fará. É por isso que digo que ADORAÇÃO É UM ESTILO DE VIDA. UM VIVER DIÁRIO DIANTE DO TRONO DE DEUS! Sendo assim, aqueles que levam uma vida devocional, certamente não terão dificuldade alguma de adorar ao Senhor em qualquer ambiente, hora ou culto.

        Intimidade na Adoração –  Raul de Souza – http://www.netgospel.com.br

A Igreja Primitiva nos deu formação plena sobre a vida comunitária, especialmente na adoração. Forasteiros, bárbaros, nobres, ricos e pobres chamavam uns aos outros de irmãos. Todos pertencendo a uma só família (I Co 12:27). Todas as diferenças eram transpostas (G1 3:28; Cl 3:11). Vemos assim o principiar das profecias de Joel (At 2:17; Jl 2:28-32).


1.2  A chama na Adoração

III. O Fogo Aquece

Hoje há um exército de crentes frios, apáticos, sem entusiasmo, sem calor. Empolgam-se com futebol, com política, com cinema, com negócios, com dinheiro, mas não com Jesus. São crentes, mas mentem. São crentes, mas são impuros. São crentes, mas são desonestos. São crentes, mas são amigos do mundo. São crentes, mas não batizados com fogo.
1.Falta fervor na igreja. Fervor na oração, fervor da adoração, fervor da evangelização. Os crentes estão como Geazi, carregam o bordão profético, mas estão frios, sem calor. Os mortos não ressuscitam por meio deles. Eliseu não apenas carrega o bordão, ele tinha poder: Ele levou o menino para o seu quarto. Ele se envolveu. Ele se identificou. Ele agonizou. O menino levantou vivo!
2.A Palavra de Deus precisa ser verdade em nossa boca como era na boca de Elias. Hoje não temos equilibrio entre ortodoxia e ortopraxia. Uns são ortodoxos, mas não têm poder. Outros querem o poder, mas não são ortodoxos. Muitos têm medo de irem além, mas não de ficarem aquém das Escrituras.
3.Não há limitação em Deus. Enquanto tiver vazilhas vazias o azeite não pára de jorrar. O clube santo na Inglaterra, aquecido pelo fogo do Espírito começou a orar. João Wesley foi incendiado. George Withefield tornou-se uma tocha viva.
4.Wesley dizia: Ponha fogo no seu sermão ou ponha o seu sermão no fogo.
5.Moody e as mulheres metodistas. Sua experiência na Wall Street.
6.A experiência de Evan Roberts no País de Gales.

        Batismo com Fogo – Hernandes Dias Lopes – http://www.estudosgospel.com.br

Jesus usou a situação difícil que Laodiceia enfrentava com seu abastecimento de água, pra ilustrar uma situação pior ainda que era a sua situação espiritual.
Através da carta de João a laodiceia Jesus mediu a temperatura espiritual daquela igreja e disse: - vocês são mornos, quem dera fossem frios ou quentes, mas porque são mornos vomitar-tei da minha boca v.v 16
Infelizmente nos nossos dias atuais existem muitos crentes que estão na mesma situação que estava a igreja de Laodiceia, são crentes que não são frios nem quentes mais estão mornos.
E porque estão mornos estão a ponto de serem vomitados por Deus, mas como saber se eu sou um crente frio, um crente quente ou crente morno?
Se tivéssemos como ter um termômetro espiritual que medisse a espiritualidade, seria fácil, mas não temos
Mas podemos medir nossa temperatura espiritual através das nossas atitudes, as atitudes revelam claramente a temperatura espiritual.
Vamos ilustrar estas atitudes com exemplos de alguns personagens Bíblicos.
Você e frio quente ou morno?

1 Frio:
Como medir a temperatura espiritual e saber se você é um crente frio?
Quando você não sente vontade de orar, ler a Palavra, não sente o poder de Deus quando ouve uma pregação, é porque está frio espiritualmente.
Quando você não sente amor pela obra de Deus, não tem compromisso com o trabalho da Igreja, não tem vontade de ir ao culto ou orar pelos irmãos é porque está frio espiritualmente.
Quando a mensagem pregada não surte mais efeito na sua vida, quando você ouve um testemunho na igreja e não se emociona mais, quando você não sente mais vontade de glorificar a Deus, de falar em línguas estranhas, é por que você esta frio.

2- Morno:
O crente morno é muito pior que o crente frio, o frio pode esquentar mais o morno e alguém que já foi quente e agora esta morno.
O morno é aquele que já se acostumou com a mensagem, aquele que não aceita correção, que acha que sabe tudo, que não se alegra com nada, que não se surpreende com nada que acontece da parte de DEUS.
O crente morno é crente que esta em cima do muro, quer servir a Deus, mais não quer abandonar os prazeres mundanos, estão em cima da janela como o jovem Eutico nem entra e nem ficam de fora.

3- Quente:
Qual a diferença entre o crente frio o morno e o quente? O crente quente é aquele que é cheio da presença de Deus na sua vida.
Enquanto o frio não se alegra mais com nada, e o morno já foi alegre um dia mais hoje vive na indecisão o crente quente é aquele que sente o poder de Deus a todo instante.
A temperatura do corpo pode ser medida com um termômetro, a temperatura espiritual é medida pelas nossas atitudes.
Quer saber se o crente é frio morno ou quente? Chame-o pra orar! Chame-o pra ler a Bíblia! Chame-o pra evangelizar! Chame-o pra uma vigília de oração! O que mantém o crente quente?
Vida de oração, leitura diária da bíblia, consagração, presença do espírito santo na vida.

Você é Frio, Quente ou Morno? – Tales Teodoro Garcia – http://www.webservos.com.br

A repetição com que a palavra alegria (gr. chara) e as referências a “regozijo” (Gr. agalliaomaí) são frequentes no Novo Testamento é uma amostragem do júbilo avivado e experimentado especialmente na adoração dos cristãos primitivos. Essa chama estava relacionada à ideia de um contato direto com Deus na pessoa do Espírito Santo que havia sido derramado. Para os cristãos, Deus se comunicava diretamente com eles através daquele acontecimento (At 2:26-47). Os dons do Espírito Santo e o sucesso na proclamação do evangelho retratavam o fervor na adoração da igreja. Eles haviam experimentado o Dom Celestial e estavam participando do Espírito Santo, que promovia neles uma alegria constante e um fervor em suas vidas.


1.3 A relevância e o poder da adoração

Razões Para A Adoração

1)- Deus ordena em sua palavra.
“Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a  Ele darás culto”(Mateus 4:10)
“Todo o ser que respira louve ao Senhor. Aleluia” (Salmos 150:6)

São várias as  citações onde Deus nos ordena a louvá-lo. Veja quantos salmos  começam com “ louve ao senhor”. O que é isto senão uma ordem de louvarmos a Deus?
Muitas pessoas evitam de pecar para não desobedecerem os mandamentos de Deus, porém, deixam de louvá-lo nas circunstâncias da vida, o que também é pecado.

2)- Porque fica bem aos retos louvá-lo  (Salmos 33:1)
A expressão “fica bem” significa apropriado, adequado, certo, etc. Alguns cristãos parecem achar que louvar a Deus e regozijar-se Nele é impróprio e inconveniente.
salmista declara, bom é render graças ao Senhor, e cantar louvores ao seu nome, ó Altíssimo (Salmos 92:1). 
Esta escritura sugere algo da influência benéfica do louvor. É atividade boa, saudável e terapêutica. Recebemos uma libertação sadia ao louvarmos a Deus, que beneficia  à pessoa inteira.

3)- Ele está entronizado entre os louvores  (Salmos 22:3).
O santo de Israel está entronizado (habita), em nossos louvores.  Podemos cercar-nos com  a presença de Deus, cultivando uma atitude de louvor. Então estaremos mais cônscios de sua presença, do que  de problemas, dificuldades, circunstâncias adversas, etc.
Há tantas bênçãos a serem obtidas do louvor ao Senhor, mas a maior é que o Senhor
Habita os nossos louvores.

4)-  O louvor glorifica a Deus.
“O que me oferece sacrifícios de ações  de graça, esse Me glorificará.”  Cada vez que oferecemos louvor escritural e espiritual, levantamos, magnificamos e glorificamos o nosso Deus.  Como cristãos, o nosso fito e desejo na vida deve ser o de glorificar a Deus.
Esta é uma maneira escritural de fazê-lo.

5)-  Louvor gera poder.
No salmos 84, Davi proclama:- “Bem aventurados, Senhor os que habitam em tua casa (louvam-te perpetuamente...  bem aventurado o homem cuja força está em Ti... Vão indo de força em força...” Este homem  também conhece a alegria do Senhor através de uma vida de louvor porque “a alegria do Senhor é a nossa força”(Neemias 8:10).

6)-  O louvor precede  a vitória.
Em (II Crônicas 20), o rei Josafá levou o povo de Deus para a  Batalha contra os inimigos. Ele nomeou cantores levitas para louvarem ao Senhor dos Exércitos dizendo:- “Rendei graças ao Senhor, porque a sua misericórdia dura para sempre”.  E assim, os inimigos foram desbaratados em uma emboscada.
Imagine um  exército sendo conduzido por cantores louvando a Deus. Como parece estranho esta passagem à  nossa mente humana.   
Entretanto, as armas de nossa milícia não são carnais (naturais). Mas são poderosas em Deus para destruir as fortalezas de satanás.  Avançar louvando a Deus é caminhar com fé e vitória. Podemos então aquietar-nos e contar com  o livramento do Senhor.

7)- O louvor é proteção contra o desvio.
Ninguém cai em desvio se manter uma vida de louvor a Deus. Romanos 1;21 no diz:-
“portanto, tendo o conhecimento de Deus não o glorificaram como Deus, nem lhe atribuíram graças, antes se tornaram nulos os seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato”.
Jó não caiu em apostasia porque ele manteve firmemente seu louvor a Deus, mesmo nas circunstâncias as mais adversas e difíceis. Todas as coisas pelas quais se pode dar
graças a Deus e louvá-lo, jamais se tornaram um meio de desviar-nos de Deus e de levar-nos para a apostasia.
Cultive a atitude de louvor e adquira o hábito de  dar graças a Deus em todas as coisas, e  nada poderá derrotá-lo ou afastá-lo de Deus.
     
ALELUIA!  DEUS SEJA LOUVADO!.

Adoração – Wellington Pereira da Silva -

Pensar em vida cristã deveria, sempre, implicar em uma profunda e fervorosa vida de adoração. Vemos no NT o ensino e exemplo do viver coletivo, que nos faz enxergarmos as necessidades alheias como cabíveis de serem tomadas como nossa responsabilidade, ou seja, é nossa necessidade ajudar às dos outros. Como as reuniões eram feitas em lares, todos viam praticamente tudo de todos. Desde a mobília, os animais, a vivência e a harmonia, até a falta de comida. E Deus operava maravilhas no meio daquele povo (I Co 12 - 14).
 “Além do poder divino expresso no discurso profético, há também referência a “milagres” entre os primeiros grupos cristãos. O termo grego comumente traduzido por “milagre” é dynameis, plural do equivalente grego para “poder”. Portanto a conotação original dizia respeito a fenômenos considerados especiais, manifestações diretas do poder de Deus, “fato obras poderosas magníficos”. Em I Co 12:10, Paulo faz referência à “realização de milagres” (energemata dynameon) como uma das várias coisas que Deus faz na reuniões da igreja. Em Gl 3:5, ele diz aos cristãos da Galácia que a distribuição divina do Espírito e a operação de milagres entre eles são prova da validade da sua religião.


2. A Adoração Verdadeira

A verdadeira adoração é prestada somente por aquelas pessoas que nasceram do Espírito Santo. Tem sua forma auxiliada pelas Escrituras e centralizada em Deus. É fruto da convivência que o novo cristão tem com Deus, pois requer preparação prévia. Toda adoração verdadeira tem a perspectiva de que Deus é grande, e que, Ele merece louvor e honras por parte da humanidade.

III. Confrontando a Falsa Adoração

1. Em que ela imita a verdadeira. O relato do capítulo 18 de 1 Reis revela que a adoração a Baal possuía rituais que tinham certa semelhança com o ritual hebreu. Usavam altar, havia música, danças e também havia sacrifícios. Elias, porém, sabia que aquela religião falsa, apesar de suas crenças e rituais, jamais conseguiria produzir fogo (1 Rs 18.24). O teste seria, portanto, a produção de fogo!
Observamos que os profetas de Baal ficaram grande parte do dia tentando produzir fogo e não conseguiram (1 Rs 18.26-29). Uma das marcas do culto falso é exatamente a tentativa de copiar, ou reproduzir, o verdadeiro. Encontramos ainda hoje dezenas de religiões e seitas tentando produzir fogo santo e não logram qualquer êxito. Somente o verdadeiro culto a Deus faz descer fogo do céu (1 Rs 18.38)!
2. No que ela se diferencia da verdadeira. A adoração verdadeira se diferencia da falsa em vários aspectos. O relato do capítulo 18 de 1 Reis destaca alguns que consideramos essenciais. Em primeiro lugar, a adoração verdadeira firma-se na revelação de Deus na história (1 Rs 18.36). Abraão, Isaque e Jacó, foram pessoas reais assim como foram reais as ações de Deus em suas vidas. Em segundo lugar, verdadeira adoração distingue-se também pela participação do adorador no culto. Elias disse: “E que eu sou teu servo” (1 Rs 18.36). A Bíblia diz que Deus procura adoradores (Jo 4.24). Israel havia sido uma nação escolhida pelo Senhor (Êx 19.5). Elias invocou, como servo pertencente a esse povo, os direitos da aliança. Em terceiro lugar, ela diferencia-se pela Palavra de Deus, que é o instrumento usado para concretizar os planos e ropósitos de Deus (1 Rs 18.36).

                Elias e Eliseu – Um ministério de poder para toda a Igreja – http://www.estudantesdabiblia.com.br


2.1 Os verdadeiros adoradores

Eu glorifiquei-te na Terra. Isto nosso senhor explicou em termos de consumação da obra que o Pai lhe deu para executar - a revelação do Pai, a denúncia do pecado, a escolha e o treinamento dos Doze, e mais que tudo a morte na cruz, que era tão certa que podia ser considerada já realizada. Consumando. Significa aperfeiçoado além de terminado.

Comentário Bíblico Moody AT/NT – Editora Batista Regular

A distância em que nos encontramos de qualquer “gnose” e de toda a “mística” é revelada de imediato pela frase seguinte. “Eu te glorifiquei na terra, consumando a obra que me confiaste para fazer”. Jesus fala da “obra” que ele “consumou” nessa terra. Ele fala disso como se a pior parcela dessa “obra”, a cruz, já estivesse atrás dele. Tão seguro Jesus está da consumação. Contudo, exclamará “Está consumado” somente quando inclinar a cabeça e morrer (Jo 19:30). Agora ele faz um retrospecto dos anos de atuação e luta. Com vistas aos v. 4,6,8,12,14,22,26, podemos afirmar que a oração de Jesus nesse retrospecto se torna uma sagrada prestação de contas do Filho perante o Pai. Em tudo que preencheu esses anos, ele “glorificou” a Deus. Sua “obra” não era constituída de reflexão meditativa e de compenetração mística, mas de “ação”. A obra lhe foi “confiada” pelo Pai, “para fazê-la”. Não representou um fardo, mas foi para ele uma “dádiva” do Pai. Com quanta satisfação o Filho realizou essa obra, “glorificando na terra” o Pai.

Comentário Bíblico Esperança NT - Editora Evangélica Esperança

O que significa “adorar em espírito e em verdade”? João 4:23 nos faz entender que necessitamos sermos adoradores semelhantes a Jesus (Jo 17:4). Ou seja, uma vida diante de Deus e dos homens digna de uma criatura restaurada! (I Jo 2:6). Nossa “obra” de adoração aponta/destina-se para os céus. Assim, o adoramos na beleza de sua santidade (Sl 24:6). Já nossa oura “obra” adoradora é louvarmos ao Senhor nos preocupando com aqueles que estão na horizontal: nossos semelhantes. Fazendo a vontade do Senhor aqui na terra, demonstrando amor uns aos outros (Jo 13:35) talvez seja a maior adoração, a maior prova de amor e a maior evangelização. Cumprimos (ou cumpriremos) toda a vontade do Senhor em todas as áreas da vida, em todas as circunstâncias e ocasiões, ao agirmos em favor do todo, do comunitário, ainda que seja nosso inimigo (Gl 5:6,13; Rm 13:10). Cristo nos instruiu, na prática, a viver em amor (Lc 10:25-37).


2.2 A espiritualidade verdadeira

A vida de adoração nos leva a um viver pleno. Cada dia, cada hora, cada semana e em todos os lugares, tudo o que fazemos ou deixamos de fazer faz parte de uma grande missão. Passamos, assim, a avaliar melhor nosso empenho/desempenho profissional. A adoração/serviço a Deus “de domingo à noite”, ou em reuniões semelhantes, infelizmente, são impregnadas de estrelismos, exibicionismos e toda a sorte de firulas. Se estivéssemos falando de reuniões onde só houvessem pessoas novas na fé (“meninos”, como diz o Apóstolo Paulo), seria totalmente aceitável apenas por alguns meses. Eles estariam sendo moldados e migrados de um sistema pagão e mercantilista não só de viver, pensar e trabalhar, como até mesmo de se mostrar transformado. Seria uma forma doente de mostrar humildade. Na verdade, não há espaço para a Humildade ser humilde ao agirmos assim. Contudo, tornamos a dizer que entre novos convertidos isso é tolerável. O ensino e o E. Santo os iria (e sempre faz) ajustar.
Toda a nossa atenção deve se voltar à problemática de que isto ocorre entre os doutos, os treinados, os “afinados com o Céu”, por assim dizer. Desta forma, somos forçados a concluir (sem ter muitas outras opções) que a totalidade das adoracionices, liturgicionices e outras práticas evangeliqueiras sejam pura fachada, por se tratar de pessoas experientes. O pior de tudo isto é que as pessoas desenvolvem tais hábitos sob a supervisão de líderes omissos e negligentes. Os que querem corrigir tais coisas temem seus “superiores”“hierárquicos”. Desta forma eles não apenas não corrigem seus rebanhos, como passam a também praticar pela longa vivência e tendência natural humana de copiar. Dizemos isto não como um julgamento, mas na intenção de que produzamos mais e e muito melhor dignidade de serviços ao Pai. No próximo sub item a revista fala em maiores detalhes.

2.3 Sacrifício vivo e agradável a Deus

O Altar é o lugar onde Deus escolhe para que seus filhos O adorem. O Altar é feito de pedras brutas para que a fonte da adoração comece em Deus e termine em Deus. Ele serve também para apresentar o nosso sacrifício a Deus. Sacrifício é uma oferta a uma divindade – neste caso ao nosso Deus.
O Altar é um lugar elevado e havia dois tipos deles: um de terra e outro de pedra (vs 24).
O Altar de pedras deveria ser bruta significando que Deus não se agrada da ciência ou a sabedoria humana – elas não tem validade para Ele. Todo culto deve começar nEle e terminar nEle.
No Velho testamento Deus havia instituído cinco ofertas que deveriam ser sacrificadas sobre o altar: o holocausto, manjares, ofertas pacificas (paz), pecado e culpa.
A palavra holocausto significa totalmente queimado – esta era a oferta de dedicação a Deus daquele que a oferecia. Romanos 12:1-2 diz que devemos apresentar o nosso corpo como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus.
Vivo – significa espontâneo de coração servindo a Deus com alegria. Não deve ser apático, ou relaxado, ou ainda por obrigação ou peso, mas prazeroso.
Santo – A santidade faz parte da natureza de Deus. Sede santos porque Eu sou Santo (1Pe1:16); fugi da impureza(1Co6:18); mantenha-se afastado de toda forma do pecado; o que não provem de Fé é pecado(Rm 14:24).
Agradável – Alegre, entusiasmado em Deus – O entusiasmo deve ser uma marca nossa. Ter fervor no espírito (Rm 12:11).
Levítico 1:1-9 mostra que havia duas formas de sacrifício:
1º. Mudança de posição – O animal era trazido do campo para ser oferecido a Deus. Quando o sacrifício é separado para Deus e colocado no altar existe uma mudança de posição. Antes, nós estávamos no campo (mundo) agora estamos no Altar de Deus (Reino). Houve uma mudança radical de posição. Você antes era de si mesmo, mas agora pertence a Jesus e trabalha para Ele.
2º. Mudança de uso – O animal agora é separado conforme as partes para ser preparado para a queima. Significa que eu deixo Deus trabalhar em mim. Consagração é o fato de eu deixar-me ser trabalhado por Deus. Ele quer agir em mim para o perfeito deleite dEle. Consagração quer dizer totalmente dEle.
3º. Mudança de forma – O animal vira cinza – Deus quer transformar você a cada dia e vai consumindo o velho homem e vai gerando um novo homem agradável (aceitável) a si mesmo. A carne (nosso eu) torna-se cinza será totalmente queimada.

A O altar de Deus e O Sacrifício Agradável - http://www.igrejadeflorianopolis.com

Oferecer sacrifício vivo e agradável a Deus é entregar a vida a Ele. Dormir, comer, trabalhar, passear, tudo como se fosse uma oferta a Ele. E nunca se ajustando às culturas demonizadas, a ponto de não poderem pensar mais com razoabilidade. Na verdade, quando o apóstolo pede para que ofereçam sacrifício vivo a Deus, é uma contraposição aos sacrifícios de animais mortos praticados no Antigo Testamento, pois a vida cristã é a nova vida no Espírito Santo (Rm 6:4). É um culto com a participação da mente, do coração e da vontade no serviço obediente ao Senhor Jesus.
Não se iluda! Deus tem poder para conhecer quando o cantor afinado, o pregador eloquente ou a apresentação que nos deixa de água na boca é uma adoração de fato ou somente fruto de talento. Não adianta ser afinado no louvor e esconder uma vida desafinada diante de Deus. A nossa grande adoração é fazer o que se fala, viver o que se prega.



3. Adoração exclusiva a Deus

Adoração exclusiva a Deus é a essência da adoração, e uma exigência divina (Jo 4:23). Das coisas nós gostamos; as pessoas nós amamos (Mc 12:31), mas só a Deus adoramos (Mt 4:10). Não devemos falar nem por brincadeira que adoramos alguma coisa ou pessoa, a não ser Deus! Não mude a sua adoração e não adore pessoas nem coisas. Faça tudo em Nome do Senhor Jesus dando a Ele toda a honra e toda a glória. Não devemos atrair para nós atenção em nossas celebrações, roubando de Deus a honra que lhe é devida.

A hora vem. Na nova ordem que Cristo veio inaugurar, o lugar da adoração subordina-se à Pessoa. O que importa é que os homens adorem o Pai, a quem o Filho veio declarar. Usando o pronome vós, Jesus talvez antecipasse a conversão dos samaritanos. A adoração dos samaritanos era coisa confusa (cons. II Reis 17:33).

Comentário Bíblico Moody AT/NT – Editora Batista Regular

“Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade”. Jesus, o Messias, não é um restaurador do antigo, como pensam muitos. Em função disso, tampouco dá razão a uma dentre as tendências existentes até então, como eles esperam. Ele cria algo novo. Obviamente havia suficiente “adoração” tanto na Samaria quanto em Judá. O termo grego refere-se à atitude da pessoa que se prostra diante de Deus e “está deitada em súplicas diante dele” (Dn 9.18). Pessoas nessa atitude de oração podiam ser encontradas às centenas em Jerusalém e na Samaria. Contudo, será que era mais que uma “postura”, uma “forma”? Havia nisso ainda “verdade”, ou seja, “realidade” e “essencialidade”?
Em Jerusalém Jesus também não achou “adoradores verdadeiros”. Ali eles haviam transformado a casa de seu Pai numa casa de comércio. Mesmo Nicodemos, apesar de toda a seriedade pessoal de seu caráter e de sua teologia, ainda não era um “adorador verdadeiro”. Também a ele faltava ainda aquele novo nascimento da água e do Espírito, a única coisa que dá capacidade para realmente ver o governo soberano de Deus e para de fato adorar a Deus. Logo no começo de seu evangelho, João havia dito: com certeza a lei foi dada através de Moisés, mas na verdade não é capaz de criar vida (cf. Gl 3.21); “graça e verdade” vieram somente “por intermédio de Jesus Cristo” (Jo 1.17). Somente por meio do Espírito de Deus torna-se realidade viva o que de resto permanece apenas uma obra artificial de devoção. Por isso “Espírito” e “verdade” estão diretamente ligados. Os “adoradores verdadeiros” são aqueles que oram e adoram realmente e com todo o seu ser. Isso somente é possível através do próprio Espírito de Deus. Gerada e renascida pelo Espírito de Deus do alto e plenificada com vida divina, agora uma pessoa é capaz de ficar em contato com o Deus vivo de forma totalmente real. Essa novidade total “vem”. Mas agora “já veio”, agora, quando Jesus está diante dessa mulher, oferecendo-lhe essa água viva. E justamente ela, um ser humano perdido e maculado, pode tornar-se “agora” uma adoradora verdadeira de Deus. Realmente, uma “hora” incrível irrompeu para ela e todos os samaritanos.

Comentário Bíblico Esperança NT - Editora Evangélica Esperança

3.1 Os ídolos estão dentro das igrejas

As palavras de Cristo (“Pelo contrário, o maior entre vós seja como o menor; e aquele que dirige seja como o que serve”. Lc 22.26), não reflete na prática o posicionamento de alguns que foram agraciados e tornaram-se conhecidos entre os irmãos. Veja, talvez você esteja vivendo assim:

- Música: Com certeza é um dom de Deus, e quando entoada com santidade sobe como aroma agradável diante do Trono. Mas, é uma das áreas mais atacadas pela falta de humildade. A fama e a honra que deveriam ser direcionadas ao Senhor são tomadas para a vida pessoal e os frutos desta desvirtuação é o “estrelismo”. As ações visam exclusivamente o ego, e o retorno financeiro. Algumas destas estrelas chegam a fazer imposições absurdas aos “contratantes”. Eu não creio que tais louvores sejam recebidos pelo Senhor, mas, que são vomitados.
- Líderes Famosos: É comum vermos pregadores famosos se vangloriando de suas ações, colocam-se em posição de autoridades e donos da verdade. O Senhor Deus tornar-se um coadjuvante em tais ministérios.
- Igreja Local: A arrogância é vista em muitos que exercem cargos nas igrejas, sejam pastores, presbíteros, diáconos ou obreiros. Tomam para sim a honra que pertence exclusivamente a Deus.
- Crentes Ricos: A prosperidade não é um pecado; o erro está em colocar a riqueza como um diferencial na vida com os irmãos; formando blocos de ricos e pobres. O amor ao próximo é destruído pela falta de humildade. O Senhor tem abençoado e muitos são prósperos profissionalmente. É preciso cuidado para que as bênçãos dadas por Deus não estejam sendo usadas de forma errônea, para satisfazer a carne e o ego (compra de objetos desnecessários e gasto com vestuários). O conceito que tudo pertence ao Senhor é real; é dever administrar bem os recursos financeiros dados por Deus e usá-los para abençoar uns aos outros.
- Crentes Pobres: Há muitos irmãos que não dispõe de recursos, até mesmo para a manutenção do lar, no entanto, não são humildes o suficiente para revelar a situação e aceitar a ajuda. É pecado!
- Crentes Cultos: A formação intelectual é ótima para a vida na terra, no entanto, não tem a menor utilidade para a vida espiritual; mas, há uma espécie de separação em muitas igrejas. É a humildade que partiu! O que importa mesmo é conhecer o Senhor e vivenciá-Lo.
- A Juventude: O diabo tem plantado na cabeça de muitos jovens cristãos a idéia maligna que precisam assemelhar-se ao mundo, ser igual aos ímpios e esta prática tem suscitado em muitos corações a rebeldia. Não são humildes para ouvir os enviados do Senhor e andam segundo os seus entendimentos.
Amados do Senhor, a humildade é um sentimento que deve tomar todo o nosso ser, fazendo-nos reconhecer que nada somos e que tudo quanto façamos seja para a exclusiva honra e glória do Senhor Deus. Que o exemplo de Cristo Jesus seja observado e que possamos lavar os pés uns dos outros.(“Em seguida pôs água numa bacia e começou a lavar os pés dos discípulos e a enxugá-los com a toalha”. Jo 13.5).

Humildade, Uma qualidade – Elias R. de Oliveira - http://www.vivos.com.br

Certas pessoas são verdadeiras vedetes (Atriz de teatro de revista; corista) nas igrejas: procuram ser reconhecidas, buscam fama e brilho, apresentam-se como salvadoras do Evangelho, gostam de passar imagens de super-crentes e que nelas se possam confiar. Porém chegam somente para cantar ou pregar depois saem, não assistem aos cultos completos; passam vários minutos falando das suas realizações e fazendo marketing dos seus produtos. Filhinhos, guardai-vos desses ídolos (I Jo 5:21).
Hoje muitos vão à igreja, porque o cantor ou o pregador são ídolos do seguimento cristão; cobram fortunas das igrejas que para atender as expectativas dos idolatras não medem esforços para trazê-los.
Temos a certeza que se os contratantes de tais ‘profissionais’ (igrejas, dirigentes e pastores) possuem em si o poder de muito melhor seleção de tais ‘adoradores’. Primeiramente, deveriam procurar saber muito melhor quem está sendo avaliado (geralmente pelos dirigentes de grupos ou departamentos) para participar dos eventos locais. Na maioria das vezes, são trazidas pessoas de fora, além de existir muita confiança na indicação de terceiros, quartos, quintos... É indispensável saber da qualidade (estamos basicamente falando em profissionais) dos serviços a serem prestados. Ao mesmo tempo, deveria ser dado muito mais atenção e valorização aos talentos locais, ainda que necessitem de treinamento. Cremos que um líder verdadeiramente preocupado deveria querer até mesmo saber as letras das canções a serem entoadas, os conteúdos das peças teatrais, dos testemunhos e da idoneidade dos obreiros visitantes. Ou seja, ceder ‘oportunidades’ a estranhos (ainda que portadores de credenciais deste ou daquele ministério) deveria ser algo inexistente. Observem que nos cultos com menos de trinta pessoas praticamente não há tais ‘visitantes’.


3.2 Os paparazzos causam vergonha dentro das igrejas

Preparam suas máquinas fotográficas ou seus celulares e ficam tirando fotos ou filmando cenas sem respeito à casa de Deus e ao pastor. Eles vivem à caça de ídolos ocupando a frente do púlpito e atrapalhando a liturgia do culto. A reunião já não parece mais ser de adoração a Deus e, sim, de reverência às celebridades. Sem submissão alguma e sem espiritualidade, procuram saber primeiro quem é que vai cantar ou pregar naquele dia para sair de casa, se não for um dos seus ídolos nem lá vão.
Cabe aos líderes locais a administração do culto, desde trocar lâmpadas até ver crianças correndo nos corredores. Se a igreja é grande, prepare auxiliares. Ao mesmo tempo em que tais badernas não podem acontecer (com exceção de pessoas desequilibradas espiritual e psicologicamente), não podemos culpar apenas o Diabo e os baderneiros. A omissão administrativo-litúrgica tem sua gigantesca parcela de culpa e isso em muitos lugares já é algo tradicional e culturalmente conhecido (alguns casos a mais de décadas).

3.3 Verdadeiros palcos são montados dentro das igrejas

Para receber mais público, com o fim de realizar shows, montam estruturas gigantescas dentro dos templos descaracterizando o lugar de adoração. O altar fica em constante mudança para se adaptar a tais apresentações, uma verdadeira falta de respeito ao lugar que biblicamente deveria ser chamado casa de oração. Fora os estragos deixados nos bens e utensílios. Esses palcos e teatros dentro dos templos descaracterizam e profanam a casa de Deus, pois não atraem adoradores, mas plateias para aplaudir os Pops Stars; não adoram a Deus, mas personalidades que se apresentam. A igreja do Senhor Jesus deve atrair as pessoas pelo testemunho dos fiéis, vida exemplar do pastor, pregação do autêntico Evangelho e pelos sinais que devem acompanhar (Mc 16:5-18).
O cântico quando é de verdadeiro adorador tem força para abrir prisões miraculosamente (At 16:25). Paulo e Silas perto da meia-noite cantavam e as cadeias foram ao chão. A música sacra, quando é de verdadeiro adorador tem força para expulsar espíritos maus¹ (I Sm 16:14-23). Davi, ao dedilhar sua harpa, espantava os espíritos que atormentavam o rei Saul.

¹Nota MDA: Confira a referência citada, o contexto e avalie bem. O espírito mal apenas se afastava de Saul. Quem de fato e de verdade (até mesmo pela Doutrina Bíblica Cristã) nos liberta é o poder de Jesus Cristo! É como confundir oração (falar com Deus) com alimentar-se espiritualmente (há até louvores e pregações assim). Quem nos alimenta é a Bíblia. Esta alimentação é a fala/resposta de Deus. Aliás, é a legítima, firme e inconfundível resposta de Deus, confirmada em nós pelo E. Santo.

Ética Cristã no Culto (parte I) (parte II) (parte III)


Conclusão

Adorar a Deus, além de exigir uma vida santa de fé, fidelidade e submissão a Ele, é também oferecer algo capaz de mexer com o coração do Todo-Poderoso, sem mistura, contaminação nem para aparecer e receber glória e aplausos dos homens (Jo 7:18). A adoração deve ter exclusividade, ser total e nunca dividida ou parcial.



Fontes:

Bíblia Sagrada ARC/ARA/ACF/TB/BV/NTLH/NVI
Pontos Salientes da Nossa Fé (revista) – Editora Betel – 2º Trimestre 2013 – Lição 08
Comentário Bíblico Moody AT/NT – Editora Batista Regular
Comentário Bíblico Esperança NT – Editora Evangélica Esperança
Comentário Bíblico Matthew Henry Conciso AT/NT – Matthew Henry –  CPAD
Internet
http://www.allaboutgod.com
http://www.estudantesdabiblia.com.br

Obras Indicadas (estude mais):

Triunfando pela Adoração – Jair Francisco Macedo (link)
As Origens da Adoração Cristã – Larry W. Hurtado – Ed. Vida Nova
Íntima Adoração – Daniel Branco – Ed. Dynamus

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