sábado, 13 de julho de 2013

EBD Editora Betel - Aplicando Princípios Divinos à Disciplina Familiar

Assembleia de Deus CONAMAD
Lição 02 – 14 de Julho de 2013
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Graça e Paz! (Enfim, terminamos)

Temos a plena convicção que, aqueles que realmente sabem valorizar trabalhos excelentes, irão agradecer a Deus pela demora do término desta nossa postagem.
No âmbito pessoal, de Família e de Lideranças, aqueles que realmente examinarem 80% de todos os conteúdos (inclusive links) terão passado por um verdadeiro treinamento ou adestramento (como se diz no Militarismo) em Disciplina. Parabéns, doutores!

P.S.: Caso niguém tenha percebido, não nos esforçamos para ‘ajudar’ nas aulas da ‘escolhinha’ (muitos dizem assim!) EBD. Nós nos desdobramos para formarmos doutores para toda a vida. Queremos, sim, mudar tudo ao redor.

R. S. Costa

Texto Aureo

“E, na verdade, toda correção, ao presente, não parece ser de gozo, senão de tristeza, mas, depois, produz um fruto pacífico de justiça nos exercitados por ela”. Hb 12:11

Toda disciplina, com efeito, no momento não parece ser motivo de alegria, mas de tristeza. Como soam consoladoras estas palavras sóbrias, naturais, com as quais o apóstolo fala do sofrimento. Ele não minimiza a realidade e a seriedade do sofrimento. Também no caminho após Jesus existem lágrimas. As experiências difíceis a que Deus nos conduz em nossa vida (Hb 11.35-40) fazem parte da fé. Contudo, na tribulação revela-se a educação sábia e pastoral de Deus. A fé está cônscia da limitação temporal dos sofrimentos e do seu alvo maravilhoso. Ao depois, entretanto, produz fruto pacífico aos que têm sido por ela exercitados, fruto de justiça. Assim como exercitar-se espiritualmente na vida de fé através da prática da palavra de Deus, da oração e da comunhão dos fiéis leva a uma capacidade de discernimento espiritual (Hb 5.14), assim o entrosamento espiritual no sofrimento leva à paz interior e à justiça. O “fruto pacífico de justiça” representa para os fiéis um sinal determinado da salvação e um penhor da glória vindoura. A locução “fruto da justiça” também já se encontra no AT. A LXX traduz a palavra de Pv 11.30 “o fruto da prática da justiça é árvore de vida” com as palavras “do fruto da justiça cresce uma árvore da vida” (tradução do autor). Faz parte das afirmações fundamentais da Escritura Sagrada que Deus espera frutos da vida de seus filhos (cf. Sl 1.3; Jr 17.8; Jo 15.1-8). Fruto nada mais é que passar adiante a vida recebida de Deus.

Comentário Bíblico Esperança NT - Editora Evangélica Esperança

Verdade Aplicada

Uma vez aplicada com sabedoria na escolha dos métodos e da ocasião adequados a cada caso e, sendo executada com amor, misericórdia e graça, os resultados da disciplina serão eficientes e duradouros.

Objetivos da Lição

Reafirmar que o único modo de obtermos sucesso na formação e criação de nossas famílias é imitando a Deus;
Enfatizar que no lar onde o marido e a esposa recepcionam sem reservas o Divino Agricultor, nascerão e se desenvolverão filhos para o louvor, a honra e a glória de Deus;
Entender que o processo de disciplina na família é um processo que exige paciência.

Textos de Referência

Gn 3:9 - E chamou o Senhor Deus a Adão e disse-lhe: Onde estás?
Gn 3:10 - E ele disse: Ouvi a tua voz soar no jardim, e temi, porque estava nu, e escondi-me.
Gn 3:16 - E à mulher disse: Multiplicarei grandemente a tua dor e a tua conceição; com dor terás filhos; e o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará.
Gn 3:17 - E a Adão disse: Porquanto deste ouvidos à voz de tua mulher e comeste da árvore de que te ordenei, dizendo: Não comerás dela, maldita é a terra por causa de ti; com dor comerás dela todos os dias da tua vida.
Hb 12:11 - E, na verdade, toda correção, ao presente, não parece ser de gozo, senão de tristeza, mas, depois, produz um fruto pacífico de justiça nos exercitados por ela.


Introdução

Não bastou a Deus criar uma habitação para o homem e provê-lo de todos os meios de vida e de desenvolvimento. O Senhor também decidiu que acompanharia de perto a humanidade, que a disciplinaria, a corrigiria quando necessário fosse, e a restauraria quando ela viesse a se corromper. Ele tomou todas estas medidas e ordenou que fossem registradas para que nós pudéssemos imitá-lo também, na disciplina de nossas famílias. No entanto, é muito comum as pessoas confundirem os métodos de aplicação com a disciplina propriamente dita.


1. Definição de Disciplina

Disciplina eclesiástica é um termo em risco de extinção no atual vocabulário cristão. Desde que os princípios do pós-modernismo encontraram lugar no seio da igreja, qualquer conceito que ameace o individualismo e a liberdade de escolha quanto ao estilo de vida, comportamento, etc., é logo taxado de arcaico, passé. A dicotomia prática de muitos cristãos gera a ilusão de que a igreja não tem nada a ver com o procedimento “secular” de seus membros. Nessa “nova era” antropocêntrica, a igreja é vista como uma organização altamente dependente do indivíduo, e que precisa conservá-lo ao custo de várias exceções. O medo da impopularidade leva muitos líderes à cumplicidade e pecados são justificados em nome de uma atitude mais “humana”. Por outro lado, o que dizer daqueles que, em nome do zelo pela disciplina, cometeram injustiças e causaram mais males que bens?. Em todo esse contexto, a disciplina tem uma vida curta e a tolerância consagra-se como a virtude da moda. Porém, o que acontece com uma igreja sem disciplina?..

A Disciplina na Igreja – Valdeci da Silva Santos – http://www.ebdweb.com.br

“A minha defi­ni­ção de dis­ci­plina é a seguinte: 1. Fazer o que tem de ser feito; 2. Quando tem de ser feito; 3. Tão bem feito quanto possa ser; e 4. Faze-​​lo dessa forma todo o tempo.”

Bobby Knight, trei­na­dor ame­ri­cano de basquete


1.1 O sentido mais amplo de disciplina

Conceitos orientadores: doutrinar; orientar; comportamento social; distúrbios comportamentais; boas-maneiras; regras e práticas de conduta

O que poderia determinar o seu “sucesso” ministerial, profissional, familiar ou pessoal? Bem possivelmente duas palavras: Disciplina e Conhecimento.
Muito se fala e estuda sobre Planejamento. Uma planilha e outras anotações de gastos e feitos passados, não funcionarão se não houver disciplina. Tais anotações nunca significam muita coisa. É a Disciplina que irá nos fazer anotar todos os gastos, fazer as somas, antever os erros e rever as metas que estabeleceu.
A Disciplina, mais amplamente, pode ser “aquele que segue” ou a disposição em seguir os ensinamentos e as regras de comportamento. Logo, muito mais disciplinado você estará, ao  cumprir todas as promessas e expectativas criadas ao juntar todos os dados possíveis em uma mesa ou bancada, começou a anotar e chamou isso de Planejamento.
Controle é anotar o que fez, cumpriu ou gastou. Planejamento, especificamente, tem de ser prévio à execução; não trate como planejamento quando você anota o que “foi”, mas o que pretende “acontecer”. O Controle é parte da Disciplina. Esta estará completa quando, uma vez estabelecido o comportamento a seguir e as tarefas a executar, você os cumpre.

O termo “disciplina,” em geral, é empregado em vários sentidos. Podemos usá-lo para referir-nos a uma área de ensino, ao exercício da ordem, ao exercício da piedade(5) ou a medidas corretivas no seio da igreja. O objetivo deste artigo é delinear alguns fatores da importância da disciplina eclesiástica entre os membros do corpo de Cristo. O autor está plenamente consciente de que um artigo como este não coloca um ponto final no diálogo sobre o assunto. Porém, o que motiva esta reflexão é a esperança de que a mesma seja útil para elucidar a muitos quanto ao aspecto bíblico-teológico da disciplina.

A Disciplina na Igreja – Valdeci da Silva Santos – http://www.ebdweb.com.br

Uma boa definição de disciplina seria a aquisição da capacidade que permite que a razão seja mais forte vença nossas vontades e nossa preguiça. É porque desenvolvemos essa qualidade que conseguimos fazer exercícios maçantes todos os dias na mesma hora. É porque somos disciplinados que evitamos comidas com muitas calorias ou prejudiciais à saúde. Vem da razão a força que nos faz abrir mão de coisas materiais para poupar e atingir um objetivo maior. Pessoas disciplinadas são capazes de estudar quando estavam mesmo é com vontade de assistir à televisão ou bater papo com os amigos.
Não resta a menor dúvida: pessoas disciplinadas terão maiores chances de sucesso nas atividades às quais se dedicarem. Tenderão a ser criaturas aplicadas e determinadas, buscando com afinco alcançar seus objetivos. Se tiverem razoável talento, vencerão no jogo competitivo da vida. Entre talento e disciplina, é melhor ter os dois. Porém, em longo prazo, a disciplina é mais importante.
Não nascemos disciplinados. Passamos os primeiros tempos de nossa existência cheios de vontades e amargando fortes dores e revoltas sempre que nossos desejos não são satisfeitos. Toleramos mal as frustrações. É verdade que, desde o início, há pessoas que aceitam melhor as contrariedades. Essa capacidade de aceitação aumenta à medida que se desenvolvem a linguagem e o raciocínio lógico. Ambos nos ajudam a compreender por que nossas vontades nem sempre podem ser satisfeitas. O fato de existirem explicações e razões que determinam a não realização de determinado desejo nos acalma e nos deixa mais tolerantes para com as frustrações. Aprendemos pela reflexão e pela lógica, a agüentar melhor as dores. Entendê-las, nos ajuda a suportá-las.
A principal tarefa da educação, especialmente durante os primeiros anos de vida consiste em sermos capazes de domesticar nossas vontades. Uma visão equivocada da psicologia nos conduziu, nas últimas décadas, a dar ênfase e privilegiar o livre exercício do desejo. O freio limitador dos impulsos foi encarado como algo repressivo e negativo. Além disso, os pais, com medo de traumatizar os filhos e de perder o amor deles, têm-se furtado à tarefa, às vezes desagradável, de estabelecer limites e estimular as crianças a usar com eficiência a razão para dirigir suas vidas.
Na educação infantil, essa é a tarefa número um dos pais. Ao aprender a utilizar a razão em benefício próprio, a criança e depois o adulto experimentam enorme satisfação quando se sentem disciplinados. Sim, porque é nestes momentos que nos consideramos animais mais sofisticados, os racionais. A alegria íntima de quem se levanta cedo, se faz exercícios e chega na hora certa aos compromissos assumidos é algo que não pode ser subestimado. A gente se sente forte, quando consegue se controlar (coisa muito difícil). Sente que venceu a batalha mais árdua, que é a batalha interior. A auto-estima logicamente aumenta.
Para que nossos filhos venham experimentar essas sensações de contentamento e força, devemos lhes ensinar, desde cedo, a abrir mão de suas vontades, sempre que a razão assim achar conveniente e útil.
É tarefa dos pais “domesticar” os desejos da criança.

Dr. Flávio Gikovate (Médico Psiquiatra e Diretor do Instituto de Psicoterapia de S.P.)

1.2 Definição de Método

Conceitos orientadores: forma de ação; ações e reações estratégicas; avaliações; decisões; escolhas

Método=

1. Maneira de ordenar a ação de acordo com certos princípios;
2. Ordem que se segue na procura da verdade, no estudo da ciência, para procurar um fim determinado;
3. Técnica, processo de ensino;
4. Maneira de proceder.
(http://www.dicionarioinformal.com.br)

Maneira de dizer, de fazer, de ensinar uma coisa, segundo certos princípios e em determinada ordem.
Maneira de agir; Obra que reúne de maneira lógica os elementos de uma ciência, de uma arte etc.
Botânica: Modo de classificar as espécies vegetais.
Filosofia: Marcha natural e racional do espírito para a verdade: método cartesiano.
(http://www.dicio.com.br/metodo)

Metodologia é uma palavra derivada de “método”, do Latim “methodus” cujo significado é “caminho ou a via para a realização de algo”. Método é o processo para se atingir um determinado fim ou para se chegar ao conhecimento. Metodologia é o campo em que se estuda os melhores métodos praticados em determinada área para a produção do conhecimento.
A metodologia consiste em uma reflexão acerca do conjunto de métodos lógicos e científicos. No princípio foi concebida como uma parte da lógica que se ocupava das formas particulares do pensamento e da sua aplicabilidade. Atualmente, apesar de tudo, não se aceita que a metodologia seja relegada exclusivamente para o âmbito da lógica, já que os métodos se aplicam a distintos campos do saber.
Cada área possui uma metodologia própria. A metodologia de ensino é a aplicação de diferentes métodos no processo ensino-aprendizagem. Os principais métodos de ensino usados no Brasil são: método Tradicional (ou Conteudista), o Construtivismo (de Piaget), o Sociointeracionismo (de Vygotsky) e o método Montessoriano (de Maria Montessori).

http://www.significados.com.br

Método é o conjunto de etapas ordenadas e dispostas a serem vencidas para alcançar um determinado fim. Itens a serem considerados:

- Há real necessidade ou utilidade no que se pretende?
- Quais ou que tipos de caminho ou processo iremos ou não querer fazer?
- Qual ou o fim específico?
- Houve a necessária análise dos objetivos que se pretende atingir?
- Tais objetivos, finalidades ou patamares existem, se conhecem, há referencial ou mesmo estão dentro que é relativamente possível?
- Quais as perdas, prejuízos e outras baixas temos ciência? Quais os percentuais de possibilidades?
- Até onde estamos dispostos “tudo ou nada”?
- É possível recuar, parar ou encerrar os empenhos?
- Que situações estamos dispostos a enfrentar, os recursos e o tempo disponíveis?

1.3 Disciplina e Método

Conceitos orientadores: acompanhamento de procedimentos; ações planejadas; sincronismo; ações paralelas

Com a mesma naturalidade com que pais terrenos cuidam da educação de seus filhos, Deus também cuida da educação dos seus. Mas, se estais sem correção, de que todos se têm tornado participantes, logo, sois bastardos e não filhos. Todos foram disciplinados, ninguém foi poupado. Sofrimentos na igreja não constituem exceção. Deus procede deste modo com todos os seus filhos. No sentido mais profundo, o caminho educativo de Deus com seus filhos é um modelo para a educação dos filhos na família humana, assim como também para a educação dos fiéis na igreja. Como não há educação verdadeira sem um alvo educativo, assim tampouco há educação sem uma autoridade que demande obediência. Deus educa seus filhos para a maturidade e para o discernimento espirituais (Ef 4.14; Hb 5.14). Ele transforma a nossa essência, para que se torne semelhante à natureza de Jesus. Nesta educação Deus espera de seus filhos obediência plena e entrega total de sua vida a ele. Deus não nos dá apenas a vida terrena, mas além disto concede também a vida eterna a cada um que se submete à Sua Palavra e vontade. Por ser Deus o Criador e Mantenedor da vida terrena e sobrenatural, dos entes corpóreos e espirituais, ele é chamado de Pai espiritual. Esta expressão é encontrada somente aqui no NT, como descrição da realidade de Deus, contudo evidentemente está em íntima relação com diversas outras palavras de Deus na Escritura Sagrada. Deus, que colocou o espírito no ser humano (Nm 16.22; 27.16), envia como “Deus dos espíritos” (Ap 22.6) sua palavra profética a este mundo. Não somente as pessoas que vivem na terra, mas também os mortos e os anjos como entes espirituais estão subordinados a ele, o Senhor (Mt 17.3; 22.32; Hb 12.23; Ap 6.9-11). Também um escrito do judaísmo tardio, o “Livro de Enoque”, que fala de Deus como o “Senhor dos mundos” e “Senhor dos senhores” (9.4), bem como “Senhor da glória” (27.3), e chama Deus de “Senhor dos espíritos” (37.2,4; 38.2; 47.1,2,4). Com este termo “espíritos” estão sendo designados em primeira linha os anjos, mas também as almas dos justos.

Comentário Bíblico Esperança NT - Editora Evangélica Esperança

Uma criança é apanhada numa mentira. Os pais mandam-na escrever cem vezes: "A mentira é má. A verdade é boa. Daqui por diante falarei e amarei a verdade”. Assim vemos que a verdade é disciplina é básica naquela família; o exercício de rechaçar a mentira e exaltar a verdade repetidamente, neste caso específico, foi o método utilizado para aplicar a criança à verdade e mantê-la nela. Portanto, sabedoria na escolha dos métodos e da ocasião para aplicar as medidas disciplinares adequadas a cada caso de quebra de disciplina, é indispensável à sua aplicação e manutenção. Os resultados serão eficientes e duradouros se, além disto, forem executadas com amor misericórdia, e graça.



2. Acompanhamento presencial da disciplina

Deus preparou o Éden com todo o conforto, segurança, abundância de recursos e o entregou a Adão e sua esposa. O casal não tinha necessidade alguma nem corria risco, exceto o de fazer uma escolha equivocada; no entanto Deus os visitava todos os dias. Oferecia-lhes Sua maravilhosa companhia enquanto os ouvia contar de como estavam se saindo e o quanto se deleitavam com cada descoberta (Gn 3:8). Naturalmente o Criador não precisava usar nenhum destes expedientes, visto que, sendo Deus, não carecia da companhia humana nem de se informar através de relatórios, pois é onisciente. Mas Deus não levou em conta a Si mesmo, e sim o Homem, que dada a sua condição de criatura, precisava da assistência do Criador. Assim como a presença divina é necessária à humanidade, a presença dos pais é necessária aos filhos para:

2.1 Aplicar e manter a disciplina

Conceitos orientadores: manutenção de comportamento; estímulos; persistência; firmeza;

O amoroso Criador não passaria por cima de sua desobediência, nem abandonaria pecadores trêmulos dentro de sua pungente necessidade. Eles eram Seus. Sua santidade tinha de vir revestida de amor, para buscá-los, encontrá-los e julgá-los. Comumente a aproximação de Deus lhes trazia alegria. Agora, terror e pavor os paralisaram, embora o Senhor não se aproximasse deles com trovões nem os chamasse asperamente.
É fácil imaginar-se a doçura da voz divina, quando ecoou através das árvores, na quietude da tarde, chamando: "Onde estás?" É claro que Deus sabia onde estavam o homem e a mulher. Mas apelava para eles, procurando com ternura e amor obter uma reação favorável. E procurou levar os transgressores gentilmente até a plena convicção dos seus pecados. Embora a Justiça estivesse ditando o procedimento, a Misericórdia eram quem dirigia. O Juiz daria a decisão e pronunciaria a sentença.
Para a mulher, Deus predisse sujeição ao homem, e sofrimento. Gravidez e parto seriam acompanhadas de dores. A palavra 'asvon' descreve dores físicas e mentais. Eva realizaria seus anseios e desejos femininos, mas não sem agonia. Em outras palavras, como esposa e mãe, estaria sujeita à disciplina de Jeová. O amor da mulher e o governo masculino, ambos estão apresentados na viva descrição. Não podemos compreender inteiramente a natureza de tais juízos do Senhor.
Dificuldades físicas, labuta árdua, aborrecimentos frustrantes e luta violenta foram concedidas por quinhão ao homem, que foi definitivamente julgado pecador culpado. Antes disso a terra produzia facilmente e livremente para o homem, com grande abundância. Adão tinha, antes, apenas de "cultivar" o jardim (2:15) a fim de desfrutar de sua abundante produção. Mas agora Deus pronunciou uma maldição especial sobre o solo. Dali para frente produziria suas colheitas com relutância. O homem teria de trabalhar muito cultivando o solo a fira de que produzisse o necessário para a vida. E ele teria de lutar com espinhos e ervas daninhas que antes não se destacavam. Trabalho enfadonho, dificuldades e canseira seriam o seu quinhão diário. Para Adão, como também para Eva, o pecado cobrou pesado tributo.
O Senhor...o lançou (geirash) fora. Um ato necessário e misericordioso. O Senhor não permitiria que o homem rebelde tivesse acesso à árvore da vida. Com cuidado amoroso afastou Adão e Eva do fruto que os tomariam imortais, perpetuando assim, a terrível condição para a qual o pecado os levara. Do agradável jardim foram expulsos para o deserto inamistoso.

Comentário Bíblico Moody AT/NT – Editora Batista Regular

            A aplicação realmente válida da disciplina tem que gerar um desapego pessoal em relação às regras, ou seja, quem está ou foi disciplinado, vive de forma a não resvalar nas regras e normas, mas as segue primorosamente, não por medo das punições, multas e etc., mas pela consciência e índole.
Deixamos abaixo algumas normas sobre penalidades e disciplinas trabalhistas  que servem como um excelente modelo referencial.

Normas para medidas disciplinares:

O empregador deverá observar determinados requisitos no momento da aplicação da penalidade:

a- atualidade da punição: a punição sempre deve ser imediata, exceto quando a falta cometida requeira apuração de fatos e das responsabilidades para se punir. A demora na aplicação da penalidade pode caracterizar perdão tácito do empregador;

b- unicidade da pena: o empregador tem o direito de aplicar uma única vez a punição referente a um ato faltoso. Exemplificando, não se pode aplicar primeiro uma advertência e depois uma suspensão por uma única falta cometida;

c- proporcionalidade: neste item impera o bom senso do empregador para dosar a pena merecida pelo empregado devido ao ato faltoso. Deve-se considerar o seguinte:

- o passado funcional do empregado (se já cometeu outros atos faltosos);

- os motivos determinantes para a prática da falta;

- a condição pessoal do empregado (grau de instrução, necessidade, etc.).

Havendo rigor na pena ou a advertência mediante humilhação do empregado (na presença de clientes ou colegas), poderá ensejar a rescisão indireta do contrato de trabalho, uma vez que caracteriza falta grave do empregador.

Recusa do empregado em receber a penalidade

O empregado pode se recusar a receber a penalidade, rejeitando assinar o documento que a comprove. Neste caso, o empregador deverá ler a comunicação ao empregado, na presença de duas testemunhas, que assinarão o documento para fins de proca junto à Justiça e Fiscalização do Trabalho.
É recomendável que se inclua, antes das assinaturas das testemunhas, a recusa do empregado.
Exemplo:"em virtude da recusa do empregado em dar ciência do recebimento desta comunicação, seu conteúdo foi lido por mim (nome da pessoa), na sua presença e na das testemunhas abaixo, em (data)."

http://www2.masterdirect.com.br

Quando Adão e Eva violaram a disciplina do Éden, o Senhor imediatamente os confrontou e aplicou os métodos disciplinares cabíveis naquela situação. Ao privar-lhes da Árvore da Vida, antes liberada, o Senhor não estava apenas corrigindo o casal, mas manifestando a eles a Seu amor, misericórdia e graça, visto que uma vez contaminados pelo pecado se tornaram incompatíveis com a imortalidade (Gn 3:22). O fruto daquela árvore poderia conservar em vida os seus corpos físicos, entretanto, não poderia remover o peso de suas consciências nem a maldade instalada em suas almas pelo veneno da semente. Se comessem da Arvore da Vida teriam vida física ilimitada (Gn 3:22). O Homem viveria milênios atormentado por sua própria perversidade. Assim, o afastamento da Árvore da Vida foi o meio de corrigir a quebra da disciplina do Éden (Gn 2:17) e também o modo de manifestar a doação do amor, da misericórdia e da graça de Deus, que propiciaram ao ser humano descansar na morte (I Re 2:10) enquanto aguarda a restauração ou o juízo.

2.2 Prover os meios necessários para a reabilitação do transgressor

Conceitos orientadores: auto-estima; mudança comportamental; agravantes, atenuantes e progresso acompanhado; exclusão e banimento; apoio familiar e de amigos; acompanhamento psicológico e psiquiátrico; terapias, libertações e aconselhamento

Faremos um contraste entre a situação de alguém que necessita de advertências, represálias, punições ou separação temporária ou definitiva de dado grupo, equipe, sociedade e etc., e pessoas cumpridoras de pena (detenção). Somente em ler a citação abaixo, você irá automaticamente concluir como pode se dar a recuperação de um indisciplinado/transgressor, seja ele costumeiro, inicial ou intencional.

Para os psicólogos, a recuperação de um preso não é coisa fácil sob a ótica da ciência. É necessário educação, mudança de valores e o próprio detento passar a ver o mundo por uma outra ótica.
O mais difícil, alertam, é que presos que são colocados em condições desumanas, com grande sofrimento, dificilmente se reabilitam.
O psicólogo José Evangelista de Lima diz que na situação em que os presos são colocados é totalmente impossível uma recuperação. "As celas superlotadas, a ociosidade, a falta de política e de um projeto pedagógico contribuem para que esses presos percam a auto-estima", revela.
Também pesa contra, na sua opinião, o fato de que a auto-imagem que eles formam sobre si é totalmente negativa. "A sociedade também não está preparada para receber essas pessoas de volta. Todos temem que eles voltem a cometer os mesmos crimes", frisa.
Lima revela que já fez alguns atendimentos nessa área e que as histórias são as piores possíveis. "Não há uma triagem para saber que detentos precisam de atendimento psiquiátrico, enfim, não é feito nada nesse sentido de recuperação", finaliza.

É Possível a Recuperação de Presos? – http://www2.uol.com.br/omossoroense/170802/especial.htm


2.3 Prover exemplo e referencial

Conceitos orientadores: modelos; exemplos pessoais; superações; deficiências e fraquezas; dependências afetivas, psicológicas, químicas e amorosas; grupos de ajuda;  incentivos

Quem nunca ouviu a seguinte frase: “Educação vem de berço”. Em muitas famílias isso é regra e são os pais os educadores fundamentais com os quais as crianças aprendem valores básicos como: respeito, disciplina e solidariedade. Já em outras famílias, o quesito educação é deixado de lado e essa responsabilidade é transferida para os avós, parentes mais próximos ou para a escola.  
Gente, em que mundo nós estamos? Sabemos que as crianças são naturalmente curiosas e sapecas, graças a Deus, pois não colocamos nossos filhos no mundo para serem robozinhos ou cordeirinhos. E quem tem filhos sabe que, embora tentando, não conseguimos agir 100% corretamente.
Todos sabem que a educação de uma criança ou adolescente, principalmente hoje em dia quando muitos passam quase o dia todo no colégio, é feita em conjunto entre escola e família. . Essa parceria é fundamental, a escola orienta e participa de uma boa parte da educação, mantendo-se atenta à aprendizagem e ao comportamento do aluno enquanto estiver dentro das paredes da instituição. E deve ajudar, orientando os pais quando surgirem dificuldades ou mostrando os pontos positivos a serem incentivados.
Mas isso não tira a responsabilidade dos pais de participarem ativamente das situações em que a criança necessita de orientações e bons exemplos. Aliás, a escola pode ajudar muito, mas educação vem, realmente, de casa. Os pais devem estar muito atentos e participar de tudo o que acontece, devem manter o canal de comunicação e confiança com seus filhos verdadeiramente abertos, para poderem atuar e educar sempre que houver necessidade. Nunca encobrindo os erros de seus filhos, pois atrás de um pequeno deslize poderá aparecer um erro de proporções bem maiores, quando talvez, seja tarde demais para tentar remediá-lo.
(...) Mas a questão é exatamente esta: a educação acontece desde cedo, desde o nascimento. É através dos pequenos atos que ensinamos nossos filhos, preparando-os para as situações maiores e reais da vida adulta. Se uma criança pequena crescer sem limites, este tipo de comportamento continuará e poderá, ainda, torna-se pior (...) ...nunca é tarde para aprender, principalmente, sobre o respeito ao próximo. Discursos sobre a educação adequada, todos têm e tenho certeza que os referidos pais também já o fizeram. Mas o que conta são as atitudes e os bons exemplos.
As crianças seguem os padrões da família: pais alegres, filhos felizes. Ambiente de paz, filhos tranqüilos. Pais que se alimentam corretamente e com equilíbrio, filhos assim terão. Pais organizados, filhos também. Pais educados, que dão e cobram atitudes corretas, formarão filhos íntegros e seguros.
E não adianta fechar os olhos: se os pais não educarem seus filhos, a sociedade o fará!

Mais do que discursos, educar é ter atitude e dar bons exemplos – http://www.mundomulher.com.br

Qual o Verdadeiro Exemplo?


3. Preparando-se para a disciplina do lar

É um erro deixar para pensar em disciplina depois que os filhos nascem ou quando eles já puderem compreender o sentido da instrução. Na verdade, os jovens devem aplicar-se à disciplina pessoal e ao temor do Senhor antes do namoro e do casamento, e persistir nisso depois de casados, para que tenham condições emocionais, morais e espirituais de organizarem e manterem a vida do lar. Como fazer isto?

Um pai ou uma mãe que corrige em amor o seu filho é o melhor amigo desse filho, podendo talvez poupá-lo de um dano corporal, ou de uma disciplina posterior mais severa por parte da lei, ou até salvar-lhe a alma do inferno (Pv 23:13 e 14). Pais sábios que corrigem o filho também estarão se livrando de tristezas futuras: “Corrige o teu filho, e te dará descanso, dará delícias à tua alma” (Pv 29:17).
Quarenta e dois moços, indisciplinados e desrespeitosos para com idosos, foram despedaçados por ursos e seus pais sofreram uma tristeza indescritível por que eles poderiam ter sido poupados, se não tivessem sido poupados da vara. O rei Davi sofreu uma agonia terrível, assim como seus filhos Amom, Tamar e Absalão, tudo porque Davi foi negligente na disciplina de seus filhos (2 Samuel 13). Como alguém disse: “Se Davi tivesse sido tão sábio e prudente quanto era amistoso e insensato”, sua família e ele teriam sido felizes. Violar as leis divinas na área da disciplina dos filhos traz castigos sobre os filhos das pessoas comuns e sobre os filhos dos reis — e sobre seus respectivos pais. Eli tinha dois filhos que acabaram tendo um final ignóbil e o próprio Eli morreu com o coração e o pescoço partidos, porque na infância deles ele “não os repreendeu” (1 Samuel 3:13).

Christian Family – Hugo McCord (O Plano Mestre de Deus para a Criação de Filhos – A Verdade para Hoje)

O Lar Cristão (seis partes)
O Lar Cristão – David Roper (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8)

3.1 Através da Autodisciplina

Conceitos orientadores: Auto-Controle; impulsos; personalidade; Domínio Próprio; Fruto do Espírito; Regramento; Bom-Senso

Dominar reinos, pessoas, exércitos, nações ou mesmo grupos de arruaceiros ou de crentes indisciplinados é mais fácil que dominar o ser mais indomável com quem temos que travar uma luta: nós mesmos! (Pv 16:32). Para aplicarmos disciplina em nosso próprio ser, temos que nos dominar e sermos nosso próprios instrutores, tutores, mestres e ‘punidores’. Somente o E. Santo pode nos dar a força e direção para tão difícil tarefa.

Como é o lar segundo o plano de Deus? É um lugar de altruísmo, reverência, responsabilidade, amor, santidade, crescimento, durabilidade e respeito. Para termos lares assim, cada um de nós precisa fazer o que estiver ao seu alcance; cada um precisa ser o que deve ser.
Certa vez, após ter pregado sobre um assunto semelhante a este, uma mulher veio até mim e disse: “Alguém gravou o sermão de hoje? Eu quero uma cópia dele para o meu marido! Vou fazer ele ouvir tudo!” Esta lição, talvez, seja útil ao seu cônjuge, ou aos seus filhos, mas com certeza ela pode ajudar você. Pergunte a si mesmo: “O que eu posso fazer para melhorar o meu lar? Como eu posso melhorar os relacionamentos entre os membros da minha família?”
Se você não é cristão, o primeiro passo que deve tomar é tornar-se um filho de Deus (Marcos
16:16; Atos 2:38). Se você é um cristão infiel, seu primeiro passo é voltar para o Senhor e para a
igreja dEle (Atos 8:22; Tiago 5:16). Se você precisa obedecer a Ele, o momento é agora

O Lar Como Deus Planejou – David Roper – A Verdade para Hoje

Os Cinco Pilares da Autodisciplina (1) (2) (3) (4) (5) (6)

3.2 Preparando-se para acompanhar de perto o crescimento dos filhos

Conceitos orientadores: Ensino Familiar; Liderança; Pátreo Poder; Infância; Juventude; bons caminhos;  caráter; mentoreamento; doutrinamento; Aconselhamento; Didática; Pedagogia

O Crescimento dos filhos não começa nem aos vinte, nem aos dez, quando nascem ou quando descobrimos que ‘estamos’ grávidos! Começa quando nós mesmos, ainda jovens ou crianças, tivemos nossos primeiros planos de como iríamos educar nossos possíveis filhos. Nossa carreira, emprego, ministério, amigos e tantas outras coisas nunca nos darão melhores condições de cuidarmos deles, que a proximidade e ativa participação em tudo o que for possível sem, contudo, sermos maçantes, dominadores ou repressivos.

Se temos crianças agressivas, mal educadas, nervosas é porque temos pais relaxados que não estão educando-as corretamente.
“Quando nossos filhos são jovens, precisamos ser seus guias, seus incentivadores, seus mestres e treinadores.
Precisamos fortalecê-los com o conhecimento inabalável de quão incrivelmente valiosos eles são para nós.
Precisamos assumir posições sobre comportamentos e atitudes certos e ser suficientemente fortes para discipliná-los” - Gary Smalley
Uma vez ouvi uma expressão muito comum em nosso meio:
-Aquele menino é tão mal educado que dá vontade de socar ele na parede, oh! menininho terrível!
Se quem ensinou o menino a ser assim foram os pais, porque sabemos que os filhos são espelho dos pais, temos que socar o menino na parede?
Se quisermos ter filhos educados, temos que ensiná-los.
Quando você vê uma criança agressiva ou falando nomes feios, será que em casa papai e mamãe não fazem o mesmo?
- Ah! Eu gostaria de ter um filho calmo, um filho diferente das outras crianças, que orasse que fosse um homem de Deus.
Já tentou orar com ele todos os dias, colocar louvor para ele pela manhã ao acordar, fazer lição de casa com ele, passear com ele, praticar esportes, beijá-lo, abraçálo e tirar um tempo para bater papo com ele?
Se você não tem esta prática, espera o que do seu filho? Que ele seja sábio e habilitado para a obra de Deus?
Se você quer que seu filho seja um atleta, um campeão de natação, coloque-o em uma academia de natação!
Se você quer que seu filho seja no futuro um excelente músico, coloque-o em um conservatório musical.
Se você quer que ele seja um pintor, então você precisa matriculá-lo em uma escola de arte e pintura.
Mas, se queremos ter filhos espirituais, temos que viver o que pregamos, gastar tempo com eles ensinando-os a palavra, comprar material evangélico para eles, tomar um tempo com eles em oração e jejum.


3.3 Lidando positivamente com possíveis fracassos dos membros da família

Conceitos orientadores: delinquência; desvirtuamento; rebeldia; influência da mídia; ídolos desvirtuadores; más-companhias; mudança de rumo; restauração; longanimidade; paciência

Educa-se filhos não para o sucesso, riqueza, perfeição ou mesmo Salvação. Educa-se para que tenham as bases firmes de serem felizes e ajuizados em suas escolhas, caminhos, virtudes, amizades, convivências e personalidade. Eles mesmos farão “suas vidas” e terão de andar com as próprias pernas. Um dito popular nos ensina que criamos filhos para o Mundo.

Normalmente, o cônjuge, quando fracassa em a alguma empreitada ou comete uma falha consciente contra seu par, e os filhos, quando desobedecem aos pais, tendem a se afastar, ficando arredios. Diante deste comportamento, o ofendido precisa imediatamente, buscar a reconciliação e a restauração do ofensor, o que só será possível se marido e mulher desfrutarem de maturidade emocionai e espiritual suficientes para poderem doar perdão e amor incondicionais um ao outro e aos filhos. Lembremo-nos sempre: Perdão, reconciliação e restauração do ofensor não implicam de modo algum em ausência de disciplina, ao contrário, são medidas disciplinares baseadas na amor.



Conclusão

Após sabermos diferenciar métodos e disciplina, chegou a hora de, com aplicação e paciência, cuidarmos dos nossos filhos à maneira de Deus, não esquecendo que o caminho da disciplina é árduo e muitas vezes demorado, exigindo de quem tem a responsabilidade muito empenho, carinho, amor e muita compreensão. Que Deus nos ajude na aventura de criar filhos aplicando os princípios divinos.


Fontes:

Bíblia Sagrada ARC/ARA/ACF/TB/BV/NTLH
Família Cristã (revista) – Editora Betel – 3º Trimestre 2013 – Lição 02
A Disciplina na Igreja – Valdeci da Silva Santos – http://www.ebdweb.com.br
Ética Cristã – Norman Geisler – Vida Nova
Comentário Bíblico Moody AT/NT – Editora Batista Regular
Comentário Bíblico Matthew Henry Conciso AT/NT – Matthew Henry –  CPAD
Bases Bíblicas e Teoógicas da Família – Prof. Sila D. Rabello – Sem. Teol. Nazareno
Redescobrindo O Tesouro Perdido do Culto Familiar – Jerry-Marcellino – Ed. FIEL
Comentário Bíblico Esperança NT – Editora Evangélica Esperança
Alma Nua – Ivênio dos Santos – Ed. Palavra
Disciplina na Igreja – Jim Elliff & Daryl wingerd – Ed. Fiel (ebook)


Bibliografia Indicada (“estude mais”)

Disciplina no Lar Doce Lar (link)
Perdendo a Sua Casa (link)
Como Manter Filhos na Igreja – A importância da Educação Religiosa na criação (link)
A Família no Ambiente das Igrejas Batistas do Brasil Hoje (link) [T. Mestrado]
A Alegria de Uma Família Cheia da Palavra (link)
Qual o Verdadeiro Exemplo (link)
O Guia do Apóstolo Paulo Para Disciular Cristãos Carnais (link)


Questionário

1. Defina Disciplina:
R: Vem da mesma etimologia da palavra discípulo, de seguidor.
2. Defina Método:
R: É o caminho ou processo racional para atingir um fim especifico.
3. Como aplicar e manter a Disciplina Cristã?
R: Passando com os filhos boa parte de seu tempo.
4. Como prover exemplos e ser referencial para os filhos?
R: Com bons exemplos, a fim de que sejam assimilados, imitados e sedimentados na alma dos pequenos.
5. Porque os fracassos dos membros da família não podem nos desanimar?
R: Não há casais que nunca falhem, não há pais que nunca errem, não há filhos perfeitos, enfim, não há humano que não peque

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