sábado, 3 de agosto de 2013

EBD Editora Betel - O Diálogo é Vital para O Crescimento Integral dos Filhos







Assembleia de Deus CONAMAD
Lição 06 – 11 de Agosto de 2013
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Texto Aureo

“A tua mulher será como a videira frutífera aos lados da tua casa; os teus filhos, como plantas de oliveira, à roda da tua mesa”. Sl 128:3

A sua esposa produzirá frutos, bênçãos. Da mesma maneira que vinhas produzem fruto que pode ser usado em uma variedade de modos (uva fresca, passa, suco fresco de uva, suco fervido e concentrado, suco pasteurizado e conservado, vinagre de uva, etc.), assim também uma esposa tem muitas funções e muitas bênçãos na casa. É significante que David enfoca o papel dela como esposa e não como mãe ou outra qualquer coisa (“a tua esposa” tem ênfase diferente de a “mãe de teus filhos, a dona responsável e administradora da casa, etc”.); o Espírito Santo priorizou a relação de marido/esposa antes da relação pai/mãe/filhos! Este é um importante equilíbrio a manter. Maridos, querem fazer seus filhos felizes? Amem suas esposas (como Cristo amou a igreja e deu Sua vida em resgate por ela, etc. Não há possibilidade de você fazer seus filhos felizes se você não fizer seu cônjuge feliz!).

http://solascriptura-tt.org

Verdade Aplicada

Crianças educadas desde pequenas para a liberdade responsável, baseada em princípios, valores e fé, terão muito mais chances de sucesso.

A maioria das pessoas tem dificuldade em definir o sucesso. A idéia de sucesso não é a mesma para todas as pessoas, entretanto para atingirmos o sucesso é necessário muito trabalho, competência e determinação. Sucesso só vem antes do trabalho no dicionário. Nós, porém, o definimos como: “Sucesso é conhecer o propósito de sua vida, crescer para alcançar o seu potencial máximo e lançar sementes que beneficiem outros". Deus tem uma jornada de sucesso determinada para a sua vida, e nós queremos ajudá-lo nessa caminhada.
Empreendedores de sucesso fracassaram muitas vezes antes de alcança-lo. O que diferencia as pessoas comuns dos grandes empreendedores é justamente a percepção e a reação diante das derrotas. O presente espaço destina-se ao relato de histórias de sucesso, de cristãos comuns, que ousaram aplicar os princípios bíblicos na gestão de sua vida profissional e de seus negócios, e colheram o fruto dessa escolha.

Casos de Sucesso - http://www.empreendedoresdecristo.com

Objetivos da Lição

Valorizar a comunicação a partir da prática irrestrita da honestidade e responsabilidade;
Esclarecer que a liberdade é fator importante que contribui para o desenvolvimento integral dos filhos e está intimamente ligada à comunicação;
Ensinar que o culto doméstico é uma ferramenta importante para sedimentar as disciplinas espirituais.

Textos de Referência

Sl 128:1 - Bem-aventurado aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos!
Sl 128:2 - Pois comerás do trabalho das tuas mãos, feliz serás, e te irá bem,
Sl 128:3 - A tua mulher será como a videira frutífera aos lados da tua casa; os teus filhos, como plantas de oliveira, à roda da tua mesa.
Sl 128:4 - Eis que assim será abençoado o homem que teme ao Senhor!
Sl 128:5 - O Senhor te abençoará desde Sião, e tu verás o bem de Jerusalém em todos os dias da tua vida.
Sl 128:6 - E verás os filhos de teus filhos e a paz sobre Israel.


Introdução

Embora nasçam cada vez mais crianças sem uma estrutura familiar tradicional, é na família formada pela união de um homem e uma mulher que se pode ofertar às crianças um marco próprio e adequado para seu desenvolvimento integral como pessoa. A missão e função das famílias cristãs é gerar, criar, formar e conservar uma semente de Deus em cada criança.


1. Comunique honestidade e responsabilidade

Estes são os dois aspectos da comunicação entre pais e filhos que mais consomem tempo e exigem constância. Eles fazem parte do pacote de princípios e valores mencionados na lição anterior, onde vimos a parte teórica deste estudo; agora, um pouco de prática.


1.1 Ensine seu filho a falar a verdade

Conceitos orientadores: honestidade; sinceridade;

Com base em toda a sua desconfiança os coríntios, pois, acusavam o apóstolo de “leviandade” em suas promessas e na mudança de seus planos. “Ora, determinando isto, terei, porventura, agido com leviandade?” Paulo não reage à pergunta. Não a considera merecedora de uma discussão. Um homem em tais caminhos de sofrimento e morte não é “leviano”.
Muito mais grave é outra acusação lançada contra ele pelos coríntios, a acusação de arbitrariedade egoísta e autocrática. “Ou, ao deliberar, acaso delibero segundo a carne, de sorte que haja em mim, simultaneamente, o sim sim e o não não?” Não se atribui a Paulo a duplicidade que o leva a dizer “sim” e “não” ao mesmo tempo e faz com que de antemão se entenda um “não” por trás de um “sim”. Nesse caso Paulo não teria de destacar enfaticamente o “simultaneamente entre o sim e o não, o que ele, porém, não faz. Pelo contrário, a ênfase recai sobre a locução anteposta “de sorte que haja em mim”. Em relação ao desejo dos coríntios por receber uma visita mais longa, ele respondeu primeiramente com um sim, transformando-o
arbitrária e autoritariamente no não do cancelamento. Isso proporcionou aos coríntios a impressão de que Paulo faz seus planos e os cancela novamente “segundo a carne”, de acordo com seu próprio interesse. Pretende dispor arbitrariamente sobre o sim e o não. Justamente pessoas ativas, engajadas, em posição de liderança, podem assumir esse ar mandão, em parte por necessidades objetivas e ao mesmo tempo pelo próprio temperamento, visando manter o controle sobre todas as decisões com seu sim ou não.

        Comentário Bíblico Esperança NT – Editora Evangélica Esperança

            Dizer sempre a verdade não é fácil (sejamos francos nisto). Somos sempre bombardeados com menos do que o honesto na publicidade (“mentiras brancas”). Muitos dizem que a vida de fantasia é para evitar ferir os sentimentos dos outros. Pais e professores necessitam uma forma de ensinar às crianças o equilíbrio entre a verdade bruta e a ética da honestidade/desonestidade.
            Por volta dos dois anos de idade que se aprende a diferença entre o que é, o que deixa de ser ou não é. Nas brincadeiras dos pais (adultos ou mais velhos) com seus filhos crianças (como esconder coisas atrás das costas e dizendo que o objeto sumiu) fará criança a olhar por trás das costas do ‘mágico’. Assim ela descobre que o objeto ainda existe e que apenas sumiu da vista. Começou a aprender sobre o que é fato e o que é argumento. Os pais podem brincar com crianças envolvendo respostas verdadeiras ou falsas. Mantendo isto de forma bem simples para os pequeninos. Mostrar o pé e dizer: Este é o meu nariz. Eles irão pensar e dizer simplesmente (responder) sim ou não. Os pais devem elogiar a criança por falar a verdade. Enquanto as crianças são muito jovens, é importante que eles não sejam punidos por dizer mentiras, mas que sejam corrigidos e monitorados. Se for percebido um crescimento nas mentiras X vantagens deve haver punições.

1.2 Encoraje seu Filho a ser honesto

Conceitos orientadores:

O que as confessam. Oesterley argumenta que este é um uso posterior da palavra (embora apareça no salmo 23 de Davi sobre a penitência). Toy e Fritsch observam que aqui o perdão depende não do sacrifício mas da ética. Esta é uma boa argumentação do silêncio. O salmo 32 também omite a menção do sacrifício. Mas o outro salmo davídico sobre a penitência, o 51, incentiva o sacrifício nos versículos 16-19. Estes versículos foram desligados por W.R. Taylor (IB, ad loc.) por considerá-los um apêndice posterior. O fato é que Deus exige ambos, a contrição e o sacrifício.

Comentário Bíblico Moody AT/NT – Editora Batista Regular


1.3 Crie oportunidades práticas para comunicar responsabilidade

Conceitos orientadores:

Um dos maiores detalhes e ensinos da/na/sobre a igreja e sobre o ir à Igreja, é o ir à Igreja. Aqui cabe e deve sempre ser citada uma advertência aos pais, tutores, mestres, professores e etc.: não deixem de instruir sobre Deus e a sua Palavra. Não deixem de ensinar a Bíblia aos seus filhos. Não se deve ir à igreja e deixar os filhos para trás. O Senhor somente será conhecido deles, se você mesmo os ensinar o caminho. Ensinemos o caminho andando nele. Grandes chances de ensino:

- Pontualidade
- Pagar contas e dívidas; não as podendo pagar, tente pagar alguma parte dando satisfação aos devedores
- Ter palavra (ainda que seja sacrificial)
- Errou? Assuma a responsabilidade pelos erros
- Peça desculpas se for preciso, mas não se justifique
- Distribuição de tarefas (conforme idade, condições físicas e maturidade) determinando a hora que você quer vê-las terminadas
- Elogie depois que forem executadas e exija o cumprimento delas (algumas são impossíveis de feitas completamente; reconheça o empenho).



Conforme a criança for se desenvolvendo, vá aprimorando as tarefas. Ensine-a como guardar seus brinquedos, arrumar sua própria cama, colocar a roupa suja no cesto. Assim, você não apenas estará aprimorando o senso de responsabilidade na criança, mas também estará criando hábitos que serão úteis para a vida toda. Paro que a criança aprenda, nas primeiras vezes em que for executar uma tarefa, é necessário que o pai ou a mãe faça junto com ela. Não pague a seu filho para executar tarefas domésticas, pois se lhe pagar para arrumar o próprio quarto ou lavar a louça do jantar, por exemplo, ele pensará que aquelas tarefas não são responsabilidades dele, são suas e que só as fará se desejar fazer-lhe um favor ou se for recompensado.



2. Capacidade para viver em liberdade

Outro fator importante que contribui para o desenvolvimento integral dos filhos e que está intimamente ligado à comunicação de responsabilidade, é o ensino progressivo para o uso da liberdade. Sem que esta capacitação seja oferecida ao indivíduo desde pequenino, a liberdade para ele poderá ser uma ameaça, um perigo, um fator de sofrimento.


2.1 Dar pequenas liberdades desde a primeira infância

Conceitos orientadores:

Segundo a psicologia infantil, a criança de até seis anos de idade só é capaz de entender a liberdade no sentido prático. Por isso, os pais devem permitir que a criança escolha entre coisas e situações de igual valor. Por exemplo, coloque diante dela dois alimentos de valor nutritivo semelhantes, ou duas mudas de roupas próprias para a mesma ocasião e clima, e peça para que ela escolha; ou, se vocês vão sair para lanchar, dê à criança a oportunidade de optar entre duas lanchonetes e entre dois tipos de lanche. Permita que ela escolha entre dois horários para as tarefas escolares. Proporcione a seu filho ou filha alguma atividade que possa executar sem a sua ajuda, desde que você, para a segurança dele ou dela, possa monitorar sem que o perceba. Elogie a preferência e o modo como executaram a tarefa (Ec 10:12).


2.2 Disciplinar e corrigir o abuso de liberdade

Conceitos orientadores:

O melhor método de correção a ser aplicado àquele que ultrapassou os limites é permitir que sofra as consequências de sua conduta (Rm 2:6). Muitos pais falham em comunicar responsabilidade aos filhos porque querem poupá-los dos resultados de suas escolhas (Hb 12:6). Quando os pais assumem total responsabilidade pelos frutos dos erros dos filhos, estão negando a eles o direito de crescer, de amadurecer e de se tornarem pessoas responsáveis por suas ações. É importante que os pais assegurem aos filhos que permitirão que eles arquem com as consequências de seus próprios erros porque isto lhes é útil e necessário à sua formação, que eles sabem o quanto aquela experiência de colheita está sendo ou será dolorosa para as crianças, mas que no futuro serão gratas porque puderam vivenciá-la.
Um exemplo extremo e dramático, porém muito mais real do que gostaríamos que fosse, é o de garotos e garotos que continuam a viver do mesmo modo que viviam antes de se tornarem pais. Isto mais os prejudica do que poupa. Pais cristãos, conscientes de suas responsabilidades, sabem que devem amar e apoiar os filhos que se enlaçarem numa situação dessas, mas devem fazê-lo de modo a que os adolescentes aprendam a contabilizar os custos da liberdade usada inconscientemente.
O jovem pai passaria a dedicar as horas antes usadas somente no lazer, para trabalhar e ganhar algum dinheiro ou dividir aquilo que seus pais gastam com ele para contribuir com o sustento do bebê, além de passar algum tempo cuidando da criança e aprendendo a paternidade. A jovem mãe deveria cuidar do bebê, exceto nas horas em que estiver na escola ou fazendo os trabalhos escolares, e ter a parte do dinheiro que os pais usariam somente para satisfazê-la, dividido entre ela e seu bebê. Isto pode parecer cruel, mas é disciplina amorosa e se for dispensada, trará graves prejuízos à formação integral de pais e mães precoces.



3. Relacionamento com Deus

Para que os filhos desenvolvam relacionamento pessoal com Deus, é necessário que os pais assumam como práticas continuadas pelo menos as três indicações sugeridas neste tópico:

3.1 Culto Doméstico

Conceitos orientadores:

Toda igreja quer crescer. Mas, é surpreendente como só umas poucas procuram promover o seu crescimento interno pela ênfase na necessidade de criar os filhos na verdade da Aliança. Poucos lutam seriamente com o porquê de muitos adolescentes se tornarem membros nominais, com uma mera noção de fé, ou de trocarem a verdade evangélica por doutrina antibíblica e por modos de culto.
Creio que uma grande razão desse fracasso seja a falta de ênfase no culto doméstico. Em muitas igrejas e lares o culto doméstico é algo opcional ou, no máximo, um exercício superficial, assim como uma breve oração de graças à mesa antes das refeições. A conseqüência é que muitas crianças crescem sem qualquer experiência ou impressão da fé cristã e do culto como uma realidade diária.

        Culto Doméstico – Dr. Joel Beeke – Trad. Marcos José Soares de Vasconcelos

Doze razões convincentes para a família ter um culto doméstico:

1. Ele une a família e acalma o lar.
2. ele desenvolve as características cristãs e alivia as tensões e desentendimentos que algumas vezes ameaçam a união do lar.
3. Ele ajuda nossos filhos a tornarem-se cristãos e desenvolverem ideais que os guiem num viver cristão vital.
4. Ele produz recursos espirituais para as tarefas diárias, e nos ajuda a desenvolver nossa dependência de Deus.
5. Ele nos fortalece diante das adversidades e decepções, e nos capacita a confiar irrestritamente em Cristo em todas as circunstâncias da vida.
6. Ele nos faz conscientes, durante o dia, da presença constante do nosso Salvador e Amigo.
7. Ele serve de testemunho cristão para quem nos visita.
8. Ele sustenta os ensinos cristãos da escola dominical e dos ministérios da igreja.
9. Ele proporciona à família cristã a oportunidade de orar pelas famílias não cristãs e aviva seu interesse por elas.
10. Ele nos ajuda a colocar os valores espirituais em seus devidos lugares, e poupa-nos de preocupações desnecessárias com as coisas passageiras da vida.
11. Ele nos encoraja a por o Cristianismo em prática em nossos lares.
12. Ele honra a Deus e nos dá uma excelente oportunidade de lhe expressar nossa gratidão pelas abundantes misericórdias e bênçãos de cada dia.

Que venha reavivar estes critérios.... perdidos.....

Ricardo Reis

Neste tópico mencione apenas o culto doméstico, ele será tratado nas lições 12 e 13. Quando o casal ainda não tem filhos o culto doméstico pode consistir em leitura bíblica, cântico, colocação dos problemas relacionais diante de Deus e oração conjunta. Com bebês os elementos e a forma do culto podem continuar os mesmos, exceto pelos cânticos que poderão cantar hinos infantis e pela inclusão do nenê nos motivos de oração. Com crianças que já andam e falam, a leitura bíblica precisa ser mais curta e compartilhada com os pequenos de modo que eles possam assimilar o máximo possível. O culto não precisa ser necessariamente curto, rápido, mas precisa ser realizado em um local seguro e aconchegante, de modo que mesmo que as crianças se movimentem bastante, o casal não precise interrompê-lo, mas poderá aproveitar tudo o que as crianças fizerem para ensinar-lhes sobre Deus. No momento da leitura bíblica e da oração, os pequeninos devem ser colocados no colo carinhosamente. Crianças, a partir de três anos podem e devem ter participação no culto, cantando e fazendo a própria oração.


3.2 Meditação e oração a sós

...Neste capítulo 12 do livro de Atos, temos o registro de uma oração poderosa, que alcançou grandes resultados.
No v.5 lemos sobre a maneira e o método desta oração: "...a igreja orava intensamente a Deus".
A primeira coisa a ser notada neste versículo é a expressão "a Deus".
A ORAÇÃO QUE TEM PODER É AQUELA QUE É DIRIGIDA A DEUS
Alguns podem dizer: "Mas, toda oração não é feita a Deus, não é dirigida a Deus?"
Não. Tem muita oração sendo feita tanto em público quanto no quarto de escuta, em particular, que não é feita a Deus.
É feita ao nada... a pessoa fecha os olhos para orar e se põe a imaginar um montão de coisas, enquanto ora ou é guiada por outros em oração (isso acontece muito durante o culto da igreja...).
Entra-se no quarto, fecha-se a porta e inicia a oração... mas a pessoa pensa: "Estou sozinha aqui... estou falando comigo mesma".
Para que a oração seja realmente feita a Deus, dirigida a Deus, é preciso, primeiro, que a pessoa tenha uma aproximação consciente de Deus - uma compreensão clara de que quando ela orar, Deus estará se inclinando para ouvir.
Muitas vezes não oramos conscientemente a Deus porque nossa mente fica ocupada com aquilo que precisamos, ocupada com aquilo que queremos pedir.
Freqüentemente não nos ocupamos com Aquele a quem estamos orando, mas com aquilo que queremos. Não há poder nesse tipo de oração.
Mas quando realmente nos colocamos na presença de Deus, tomando consciência de que nos encontramos com Ele, espiritualmente face a face, então há poder.
Então, se quisermos orar com poder, a primeira coisa que devemos fazer é realmente nos colocarmos, conscientemente, na presença de Deus.
Antes de fazermos qualquer pedido, antes de falarmos qualquer coisa ou pronunciarmos qualquer palavra, devemos ter a consciência de que estamos falando com Deus, e devemos crer que Ele está ouvindo.

Dicas para Orar com Poder – http://www.sfnet.com.br


3.3. Frequentar a igreja assiduamente

Quando chegam à adolescência, muitos filhos se afastam dos princípios, valores e fé em que foram criados porque não se envolveram com a Igreja e com outras crianças criadas do mesmo modo e na mesma fé. Assim, entram na chamada “idade crítica”, tendo como amigos e companheiros somente os colegas da escola e os filhos dos vizinhos, que na maioria das vezes não são cristãos (I Co 15:33). Outros se afastam por que a Igreja deixa de ser um espaço onde possam ter um ensino ministrado com entretenimento e passa a ser um local para sentarem ouvindo hinos e sermões durante horas e receberem críticas pelo modo como se comportam. Por isso, os pais, além de frequentarem a Igreja com os filhos, devem se envolver com eles em atividades adequadas, principalmente naquelas em que podem unir aprendizado da Palavra e relacionamentos sociais, como na Escola Bíblica Dominical e nas atividades dos departamentos correspondentes à idade deles (Dt 4:9). Permanecer nas dependências do templo por algum tempo depois dos cultos, também é muito importante para a socialização dos filhos com outras crianças da mesma idade e até com pessoas mais velhas.



Conclusão

Diante destas responsabilidades, pais cristãos precisam dedicar-se com amor, cuidado e sabedoria para que seus filhos desenvolvam honestidade, responsabilidade, capacidade para viver a liberdade e relacionamento pessoal cora Deus e com seus semelhantes.


Fontes:

Língua Portuguesa

Bíblia Sagrada ARC/ARA/ACF/TB/BV/NTLH
Família Cristã (revista) – Editora Betel – 3º Trimestre 2013 – Lição 06
Comentário Bíblico Moody AT/NT – Editora Batista Regular
Comentário Bíblico Esperança NT – Editora Evangélica Esperança
Comunicação (apostila) – Wellington Pereira da Silva
Comentário Bíblico Esperança NT – Editora Evangélica Esperança
Comentário Bíblico Matthew Henry Conciso AT/NT – Matthew Henry –  CPAD

Bibliografia Indicada (estude mais)

Seduzidos pela Meditação (link)
Medita Nestas Coisas (link)
Medita Estas Coisas (link)
Eu Preciso Frequentar uma Igreja? (link com áudio)
Por que é importante a freqüência à igreja? (link com áudio)
Apostila das Secretarias de Atividades (link)
O Educador e a Moralidade Infantil numa Perspectiva Construtivista (link)

QUESTIONÁRIO

1. Quais são os aspectos da comunicação mencionados que mais consomem tempo e exigem constância?
R: Honestidade e responsabilidade,
2. Como ensinar os filhos a falarem a verdade? Dê exemplo;
R: Através de situações cotidianas é que a criança aprende a falar a verdade desde pequenina.
3. Como deve ser a correção para o filho que assume o erro?
R: Deve ser diferente da aplicada em quem não o assume.
4. Como ensinar a criança a ter liberdade?
R: Escolhendo entre coisas e situações de igual valor.
5. Além do culto doméstico, o que podem fazer os pais para desenvolverem a comunicação com os filhos?

R: Os pais devem reservar momentos diários de devoção pessoal ora como casal, ora cada cônjuge fazendo seu devocional separado.

Um comentário:

  1. Paz do Senhor!
    Essa postagem foi de grande importância para o conhecimento e subsídios em aula.

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