domingo, 27 de outubro de 2013

EBD Editora Betel - Saul e Davi, Dois Reis e Dois Caminhos Diferentes



Assembleia de Deus CONAMAD
Lição 05 – 03 de Novembro de 2013
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Texto Áureo

“E temia Saul a Davi, porque o Senhor era com ele e se tinha retirado de Saul”. I Sm 18:12

As mulheres cantavam e dançavam dizendo que Saul era poderoso para vencer milhares, mas Davi era muito mais! Davi poderia vencer dezenas de milhares!
Saul começou a ter inveja e ciúmes de Davi. Estava indignado e só tinha em mente arranjar um jeito de eliminar o seu concorrente. Saul sentia-se ameaçado e temia perder o trono. Saul chamou Davi e pediu que tocasse harpa para ele novamente. Saul estava com uma lança em sua mão. Por duas vezes tentou jogar a lança em Davi, mas o jovem corajoso sempre conseguia desviar-se dela. Saul sabia que Deus o estava protegendo, e sua ira só aumentava com isso. Para se livrar de Davi, Saul mandou que ele fosse o capitão de seu exército e que saísse à frente na batalha contra os inimigos. Esperava, assim, que alguém o derrotasse. Mas Deus protegia Davi! Deus conhece direitinho todas as pessoas do mundo e nunca deixa de proteger e dar coragem aos que O respeitam e O amam!
Certo dia, o rei Saul mandou que chamassem seu filho Jônatas. E lhe disse: “Quero que você e todos os meus servos arranjem um jeito de vencer Davi!” Jônatas não conseguia acreditar no que tinha escutado. Seu próprio pai dando ordens para derrotar o seu melhor amigo, Davi. Davi e Jônatas tinham se tomado ótimos amigos. Assim que Jônatas soube das más intenções de seu pai, apressou-se para encontrar seu amigo e avisá-lo do perigo que corria.

O Rei Saul Persegue o Futuro Rei Davi por causa da Inveja – http://www.mensagemdabiblia.com.br

Verdade Aplicada

 Os maiores gigantes, que enfrentamos na caminhada cristã, não estão à nossa frente nos desafiando. Eles estão nos recantos mais escuros da alma humana.

Objetivos da Lição

Ensinar que nossas atitudes e concessões são responsáveis por nosso fracasso ou sucesso;
Tornar compreensível que Deus tem um tempo para executar sua obra em nossas vidas;
Mostrar que perdoar o inimigo, em vez de vingar-se, revela o quanto nossa mente está governada por Deus.

Glossário

Prematuramente: uma ação ou decisão tomada antes do tempo correto;
Monumento: obra ou construção em honra de alguém;
Inescrupuloso: alguém desonesto ou desleal.

Textos de Referência

I Sm 18:7 - E as mulheres dançando e cantando se respondiam umas às outras, dizendo: Saul feriu os seus milhares, porém, Davi os seus dez milhares.
I Sm 18:8 - Então Saul se indignou muito, e aquela palavra pareceu mal aos seus olhos, e disse: Dez milhares deram a Davi, e a mim somente milhares; na verdade, que lhe falta, senão só o reino?
I Sm 18:10 - E aconteceu no outro dia, que o mau espírito da parte de Deus se apoderou de Saul, e profetizava no meio da casa; e Davi tocava a harpa com a sua mão, como nos outros dias; Saul, porém, tinha na mão uma lança.
I Sm 18:11 - E Saul atirou com a lança, dizendo: Encravarei a Davi na parede. Porém Davi se desviou dele por duas vezes.


Introdução

A vida está repleta de degraus. Alguns precisamos subir, outros somos obrigados a descer, não porque desejamos, mas porque somos impulsionados pelas circunstâncias. Em cada um deles, aprendemos lições com as quais a vida se torna mais clara, mais preciosa, e com mais sentido. Por que Davi não foi governar se já era o rei de Israel? Por que teve de submeter-se a Saul, um homem sanguinário, que, em vez de ser seu modelo e mentor, quase põe fim a sua vida? Talvez o maior gigante que Davi devesse enfrentar não fosse Golias ou Saul, talvez fosse ele mesmo.


1. Saul, um rei segundo seu próprio coração

As flechas atiradas por Saul indicavam que a convivência no palácio não era mais possível. Deus usou um momento para fazer de Davi um herói nacional, e os lábios do povo para torná-lo em vilão. Em pouco tempo, Davi viu todos os alicerces de sua vida sucumbirem. A inveja de Saul se agravou, e sua vida corria perigo. Davi enfrentou uma família incompreensiva, um leão, um urso, um gigante, e agora, Deus o prepara para viver o pior momento de sua vida, a injustiça de alguém a quem era leal.

Promessas Quebradas

Saul quebrou algumas promessas importantes feitas a Davi. Ele ofereceu uma grande recompensa ao homem que matasse Golias. Ele prometeu grande riqueza e a mão de sua filha em casamento. Saul também prometeu isentar a família do vitorioso dos impostos cobrados em Israel (I Sm 17:25, 26).
Após a vitória de Davi sobre Golias, Saul não cumpriu nenhuma dessas promessas. Davi não recebeu a riqueza prometida. Ele disse o seguinte sobre si mesmo: “…sendo eu homem pobre e de humilde condição” (1 Samuel 18:23). Apesar de ter dado a Davi a mão de sua filha Mical, ela foi mais tarde tirada dele e dada a outro homem (I Sm 25:44). O pai e a mãe de Davi foram obrigados a se exilarem na terra de Moabe, terra natal de Rute, bisavó de Davi.

Como Resolver Problemas em I e II Samuel – Ancil Jenkins

Siga o seu coração...

Vai dizer que nunca ouviu esta frase, como conselho? 
Esse conceito, oriundo do Romantismo, movimento literário do século XIII, permeia e ainda preenche o imaginário humano.
Seja através de amigos, filmes, leituras reflexivas, a humanidade acredita que aquele que segue o próprio coração sempre faz a coisa certa e que, na pior das hipóteses, é melhor se arrepender do que fez, do que se arrepender do que não fez.
Mas será que essa é a forma mais correta de conduzirmos nossos caminhos? 
Veja o que a bíblia diz sobre o coração:

“Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas e perverso; quem o conhecerá?” Jr 17:10

É isso mesmo, ao oposto da sabedoria secular, a Palavra de Deus nos orienta a sermos extremamente cautelosos com nossas emoções, pois o coração do Homem é traiçoeiro, mentiroso, enganador e mau. Aquele que segue o próprio coração engana a si próprio e conduz-se por caminhos perigosos: “Há um caminho que parece direito ao homem, mas o seu fim são os caminhos da morte.” Pv 16:25
Por exemplo, muitas vezes as pessoas acreditam que seus casamentos estão falidos, pois seu coração lhes direciona a outra pessoa; muitas pessoas acreditam que precisam falar "verdades" a outros, pois seu coração lhes pede para serem francas, mesmo que possam magoar alguém; muitas pessoas acreditam que usar drogas uma vez ou outra não faz mal, pois seu coração não lhes incomoda, como se fosse algo ruim...etc.
A consequência dessas escolhas pode ser catastrófica: infelicidade conjugal, traumas, dependência, dor e sofrimento.

Aprenda a Entender a Voz do Coração – http://www.deusquerfalar.com.br


1.1 Saul, reprovado pela impaciência

Conceitos orientadores: ansiedade; angústia; descrenças; temeridade; inaptidão; despreparo; incapaz

A teimosia de Saul é vista na sua desobediência em Gilgal (I Sm l:13). Isso provavelmente ocorreu no segundo ano de seu reinado, o começo dos tempos difíceis na vida do rei.
Saul começara bem o seu reinado, vencendo os amonitas em Gibeá. Para fortalecer o país, ele tentou formar um exército permanente, como prevera Samuel (I Sm 8:11 e 12). Ele começou com uma força pequena de três mil soldados precariamente equipados. Só Saul e Jônatas possuíam espadas e lanças; o restante se armava com machados e aguilhões de bois. Apesar disso, o povo de Deus foi vitorioso.
Em Gilgal, esse exército enfrentou uma força filistéia completamente equipada. Israel ainda estava vivendo a Era do Bronze, enquanto os filisteus já haviam passado para a Era do Ferro. Os filisteus invadiram Israel com três mil carros de guerra, seis mil cavaleiros e um poderoso exército tão inumerável quanto a areia da praia. Encarar tamanha força inimiga fez o coração dos israelitas tremer. Numa retirada covarde, eles correram para as cavernas e moitas e se esconderam em penhascos, fossos e cisternas.
O próprio Saul não foi imune a esse medo. Acampado em Gilgal, ele aguardava Samuel chegar no sétimo dia para cumprir sua promessa e oferecer um sacrifício a Deus. Saul, porém, foi ficando impaciente, vendo as deserções reduzirem seus três mil homens a cerca de seiscentos. Num ato de precipitação, o rei não esperou o final do sétimo dia. Impulsivamente, ele mesmo ofereceu o holocausto.

Como Resolver Problemas em I e II Samuel – Ancil Jenkins

Você já foi reprovado alguma vez na vida? Inevitavelmente sim. O caso se agrava quando alguém erra para com a igreja, ou família, amigos, irmãos e não se dá por faltoso.
Saul, um afobado orgulhoso, ofereceu holocausto em lugar de Samuel, pois temeu mais uma derrota que as palavras de Deus. Perdendo a batalha, “tudo” ficaria perdido. Desobedecendo ao profeta, “somente” este ou os ritos ficariam pendentes ou arruinados. Vejam o que ele recebeu por isso:

- Samuel o chamou de tolo
- Seu reino deixou de ser confirmado naquele dia.
- Por minutos ou segundos, perdeu para sempre seu reinado.
- O Senhor já havia eleito um substituto para o reino por causa de sua inconstância

Davi recebera a unção, mas continuou prudente, modesto e servindo a Deus. Saul fazia de tudo para ter o prestígio do povo. O rei aprendeu a dura lição de agir por si. Isto frustra o propósito de Deus. O Senhor não é vagaroso, esquecido, e nem se atrasa nos tempos marcados por ele mesmo. Deus sabe o momento certo para agir (I Sm 13:8-14).
Havia uma diferença grandiosa entre Saul e Davi. No momento em que se viu acossado pela crise, Saul passou a agir como se nunca tivesse conhecido a Deus. Já Davi, ao ser perseguido, em vez de se queixar contra Deus, dizia: “Deus sabe que eu mereço isso”, e, quando teve que se esconder numa caverna, também dizia: “Ficarei aqui até saber o que Deus há de fazer de mim". Davi associava todos os eventos de sua vida a uma atuação divina. A vida de Saul foi marcada por uma série de coisas erradas que, por fim, levaram-no à morte. Saul chutou a graça, abandonou uma carreira preciosa, simplesmente porque tomava decisões erradas, uma atrás da outra.


1.2 Saul, reprovado pela obediência parcial

Conceitos orientadores: insubordinação; barganhas; oportunismo; inconstância

Quando Deus nos alerta de algo é por conhecer precisamente nossas vidas, fraquezas, manias, vícios, paixões e os males que pode nos causar futuramente. Com Saul não foi diferente. Muitos anos se passaram, mas a sentença proferida por Samuel não havia sido esquecida. “Exterminar todos os amalequitas, inclusive os animais” (I Sm 15:1-3), pareceu economicamente fraco. Saul cumpriu apenas meia ordem. Por vontade própria, perdoou ao rei Agague e ao melhor do seu gado (At 5.29; Hb 11.8).
Mentindo (simulando que as ovelhas seriam sacrifícios para o Senhor) ao profeta, entristeceu ao coração de Deus por tê-lo ungido rei em Israel (I Sm 15:9-15). Inicialmente, ouviu que fora reprovado. Agora ouve que foi rejeitado, e que seu reino foi rasgado, e dado a alguém melhor que ele (I Sm 15:26-28). O grande carimbo Divino foi justamente um amalequita afirmar tê-lo matado no campo de Gilboa (II Sm 1:10). Destruamos o que possa nos afastar de Deus!


1.3 Saul, reprovado por erguer um monumento a si mesmo (I Sm 15:12)

Conceitos orientadores: narcisismo; auto-promoção; megalomania; ganância; ostentação

Levantou para si um monumento. Isto é, um monumento para comemorar sua vitória. A Gilgal. No mesmo lugar onde o reino de Saul foi confirmado (11:14), seria tirado dele. E onde as advertências quanto às conseqüências da desobediência foram pronunciadas (13:13 e 14), a sentença da desobediência também foi enunciada.

Comentário Bíblico Moody AT/NT

O tempo foi passando e Saul começo a ter atitudes independentes de Deus e do seu profeta cometendo uma sucessão de erros (ignorou a Palavra de Deus, poupando o rei de Amaleque e muitos animais; Assumiu uma posição que não era dele sacrificando ao Senhor) e estimulado pelo número de guerreiros que tinha ao seu lado (210 mil homens), acabou construindo um monumento para si mesmo.
Este monumento que Saul construiu foi uma manifestação externa da soberba e independência que havia no seu coração.
Saul, como muitos, começou bem, mas foi se perdendo ao longo do caminho.
Seu sucesso, suas vitórias e crescimento o tornaram um homem segundo o coração dos homens e não um homem segundo o coração de Deus.
Além do monumento ao ego erguido por Saul, precisamos atentar para que outros monumentos não se ergam em nossa coração, como:
- Monumento ao rancor (pessoa que não perdoa nada nem ninguém, guarda em sua memória mágoas por um monte de bobagens);
- Monumento à inveja;
- Monumento ao mau humor;
- Monumento a discórdia;
- Monumento ao pecado.

Derrubando os Meus Monumentos – http://www.projetovidanova.com

Davi planejou construir um monumento ao Deus Altíssimo (um templo). Saul levantou um monumento para si próprio. Ele era uma pessoa que visava sempre seu prestígio diante das pessoas e nação. Líderes, ícones, corporações, projetos e etc., são substituíveis. Os mentores, idealizadores, fundadores, diretores e proprietários passam, mas a visão segue avante.
Se um líder supõe ser dono de um povo e de uma posição, ele não compreendeu a unção que “possui” (recebida de Deus, usurpada ou até mesmo comprada/forjada). Um líder não deveria agir em benefício próprio, para enriquecer ou tornar-se dono da casa de Deus (Jo 10:11; I Pe 5:2-4). Infelizmente vemos isto aos montes, muitas e muitas vezes guiando o povo de Deus.
O pecado da obediência parcial nos revela alguns pontos importantes. Saul foi à guerra, matou todos os amalequitas e incendiou a cidade deles, faltou apenas um detalhe, arrasar tudo. Não cabia a Saul decidir o que iria e o que não iria fazer. Deus não lhe pedira que fizesse uma avaliação pessoal do serviço, nem uma reinterpretação própria das ordens dele. Pedira que obedecesse. Deus chamou essa obediência parcial de “rebelião”. Saul havia distorcido a Palavra de Deus, para benefício próprio, encaixando-a em suas ideias.



2. Davi e as lições do palácio

Conduzir Davi para o palácio e fazê-lo servo de Saul era um propósito divino para temperar o caráter do futuro rei de Israel. Davi começou como pastor; tornou-se um herói matador de gigantes; foi transformado em músico; foi nomeado comandante dos exércitos, e depois fugitivo, mentiroso, maluco e foragido. Ele, por muitas vezes, teve Saul em suas mãos, mas jamais interpretou Saul como uma desgraça, e sim, como um ungido do Senhor. Em todos esses pontos Deus lhe ensinava como agir e tornar-se sensível. Que seminário notável Deus utilizou na vida do seu ungido.

I. AS QUALIDADES E VIRTUDES DE DAVI
1. Um homem talentoso. "Eis que tenho visto um filho de Jessé, o belemita, que sabe tocar e é valente, e animoso, e homem de guerra, e sisudo em palavras, e de gentil presença; o SENHOR é com ele" (1 Sm 16.18b).
2. Um homem com muitas habilidades.
a) Músico. b) Forte. c) Valente. d) Homem de guerra. e) Sisudo em palavras. f) Boa aparência. g) O Senhor era com ele.

II. O TALENTO DE DAVI NA CORTE
1. Davi como escudeiro do rei. Sempre cultivou em seu espírito a humildade de aprender e de começar de baixo.
2. Como comandante das tropas. De um simples músico e escudeiro-aprendiz, Davi foi promovido a comandante de tropas (1 Sm 18.5).

IlI. O CARISMA DE DAVI NO PALÁCIO REAL
1. Nos relacionamentos.
a) O filho do rei. Jônatas.
b) Todo o povo. Davi era benquisto pelo povo (I Sm 18.5).
c) Servos de Saul. Davi construiu relacionamentos com os funcionários do rei (I Sm 18.5).
2. Para administrar conflitos. Davi se portou com sabedoria na corte quando demonstrou habilidade para administrar conflitos.

CONCLUSÃO
Tudo isso se deu graças à sua forma prudente de se conduzir no meio de príncipes, do exército e do povo em geral.

Davi na Corte Real Vivendo com Sabedoria – Ev. Luis Henrique

2.1 Servir e reinar

Conceitos orientadores: obediência; dedicação; conduta; normas e regras; senso do dever; zelo; mordomia cristã; maturidade; experiências

Ele não sente a presença e o poder do Senhor, através do Espírito. O que ele experimenta mesmo é um fenômeno espiritual bem diferente. Um “espírito maligno da parte de Deus” se apossa de Saul, aterrorizando-o. Ele parece ter ataques quando o terror deste espírito está presente e épocas que são mais normais.
Como seria de se esperar, existem várias teorias sobre este “espírito maligno da parte de Deus”. A aparição deste “espírito”, bem como o desaparecimento do Espírito Santo, vêm da parte de Deus. Ou seja, é o Senhor quem ordena que o Espírito Santo deixe Saul. Será possível que o pedido de Davi para que Deus não retire dele Seu Espírito (Sl. 51:11) seja, de certa forma, conseqüência daquilo que ele observa com seus próprios olhos enquanto está a serviço de Saul? O espírito maligno também é da parte de Deus. Isto não deveria ser nenhuma surpresa, uma vez que Deus é soberano. Satanás não pode fazer nada a ninguém sem que Deus permita (ver, por exemplo, Jó 1 e 2). Para os servos de Saul, este “espírito maligno” não é novo ou incomum. Eles já o viram e o reconhecem, e sabem qual é o melhor tratamento para Saul. Todas estas coisas me levam a concluir que o espírito que oprime Saul seja demoníaco. Pelo que conheço da história, parece que homens como Adolf Hitler tiveram uma experiência extremamente semelhante.
Os servos de Saul crêem que a música tenha efeito benéfico sobre Saul e recomendam que ele encontre um homem hábil no tocar da harpa para que, quando o espírito o atacar, o músico toque uma canção suave e acalme seu espírito atribulado. Saul aprova a idéia. Ele, acima de tudo, está aterrorizado pela opressão do espírito.

I Samuel – Bob Deffinbaugh

O que mais nos intriga em Deus também nos maravilha. Ele sempre sabe o que faz, e, por mais absurdo que pareça, suas lições são sempre inspiradoras. Davi é rei, mas não reina, não senta no trono, não governa. Todavia, é levado ao palácio para tocar e para acalmar Saul das investidas do espírito maligno que o próprio Senhor enviou. Ou seja, Deus levou Davi ao palácio para ser provado (Tg 1:12) e não há outra maneira de se explicar esse momento da vida de Davi (I Sm 16:15). Do mesmo modo que Deus colocou Samuel para crescer ao lado do reprovado sacerdote Eli para substituí-lo quando crescesse, o fez com Saul. Nesse período Davi aprendeu que a unção é para reinar, mas o princípio é servir.
É interessante notarmos um detalhe: o espírito mau se afastava (“se retirava”, cf. I Sm 16:23), pois no início deste mesmo verso, temos a indicação de que era algo rotineiro a vinda da opressão sobre o rei (“...quando o espírito mau ... vinha sobre Saul...”). Deixamos algumas ponderações de respostas óbvias: quem liberta o homem, o louvor (música, adoração e etc.) ou Jesus? Precisamos ser muito ingênuos (e cegos) para aceitar as máximas “o louvor liberta”, “fulano é levita”. O sacerdócio levita exigia dedicação integral. Trabalhar com instrumentos, cânticos e louvores era apenas parte de tal trabalho. Busquemos discernimento sobre as invencionices de nosso dias!


2.2 Ser como se não fosse

Conceitos orientadores: humildade; sobriedade; recato; modéstia; comedimento; prudência, sabedoria e quietude

Em questão de tempo, é um longo caminho desde a designação profética de Davi como rei de Israel até sua ascensão ao trono; e ainda mais longo em termos de logística. Como um jovem rapaz, a quem nem mesmo a família considera como candidato a rei, ascende a essa posição, quando um rei paranóico já está nesse lugar, um rei que não hesita em matar seus concorrentes? A resposta a esta pergunta toma tempo e espaço nas Escrituras, mas os versos 14 a 23 nos dão uma amostra de como Deus providencialmente faz aquilo que indica mediante Seu profeta.

I Samuel – Bob Deffinbaugh

A vontade de Deus era que Davi reinasse e não Saul. Mas Davi é ungido e volta para as ovelhas como se nada tivesse acontecido. Então, através do problema espiritual da vida de Saul, Deus criou um meio para que Davi se familiarizasse com o palácio, convivesse ao lado de um rei, aprendesse passo a passo os caminhos reais, para que, depois, viesse a ser coroado. Davi correspondeu bem e viveu em simplicidade em cada fase de sua vida. Ele foi capaz de submeter-se a Saul e ver o trono sem cobiçá-lo mesmo sabendo que já era seu por eleição. Nesse período, Davi aprendeu que Deus tem um tempo para executar todo seu intento em nossas vidas.
Tenhamos o cuidado e a sinceridade de saber ser humildes. Muitas vezes somos humildes nos princípios mentais, mas queremos ostentar (e talvez até mesmo cobicemos) roupas, lugares, círculos sociais, cursos/formações, oportunidades em eventos com muito público ou com presenças influentes e etc., e dizemos que é para honrar ao Senhor e para edificar seu Corpo e seu Reino na Terra. A humildade pode ser hipócrita, conforme este pensamento:

"O que é a modéstia senão uma humildade hipócrita pela qual um homem pede perdão por ter as qualidades e os méritos que os outros não tem!" (Arthur Schopenhauer)


2.3 Reinando sem título

Conceitos orientadores: necessidades imperiosas; emergências; honrarias; nomeações; titularidades; honra; préstimos; relevância

Freqüentemente a liderança é definida como uma forma de dominação, ou controle, baseada no prestígio e aceito pelo dirigido. Mas, com a evolução das teorias que estudam a liderança, levando-se em consideração as situações, a figura do líder, e mesmo as relações entre líder e liderados, este conceito vem mudando e liderança passa a ser não apenas dominação ou controle, mas um papel assumido, conscientemente ou não, pela pessoa do líder.
A liderança pode funcionar de duas formas: ela pode ser uma autoridade delegada, quando o líder é aquele que possui um cargo de liderança, mas não necessariamente lidera, ou influencia, sua equipe; ou a liderança pode ser uma autoridade natural, quando o líder é aquele que consegue influenciar ou direcionar a equipe sem, necessariamente, possuir um cargo de liderança.
A teoria que define os tipos de liderança de acordo com a personalidade e características do líder é chamada de Teoria dos Traços e foi a primeira a ser desenvolvida a esse respeito. Segundo ela existem os seguintes tipos de líder: o “líder executivo”, o “líder coercitivo”, o “líder distributivo”, o “líder educativo” e o “líder inspirador”. Mas, esta teoria se baseia no pressuposto de que a liderança é uma característica nata do líder. Ela não considera os aspectos referentes às diversas situações enfrentadas pelo líder e sua equipe, quando os variados tipos de liderança podem se suceder (o líder coercitivo, é sempre coercitivo, nunca será educativo, etc.).
Atualmente liderança é encarada não mais como uma característica apenas, mas como um comportamento e, como tal, é algo que poderia ser aprendido. A “Teoria do Enfoque Situacional”, a mais recente, além de abranger essa nova visão de liderança, ainda vai um pouco além, encarando-a como algo que deve ser considerado dentro de um contexto integrado. Não se deve mais focar apenas, o líder, o subordinado e sua relação com aquele, ou mesmo, apenas as situações em que a liderança se insere. Mas todos estes fatores conjuntamente.

Tipos de Liderança – Caroline Faria

Muitas vezes nos perguntamos: por que Deus nos prova tanto? Será que tentamos imaginar como eram os pensamentos de Davi? Ele talvez se perguntasse por que havia recebido aquela unção. Será que já tentamos imaginar o que era para Davi estar diante de Saul calado, sem poder jamais dizer que era o sucessor de seu trono? Se Saul queria o matar, porque era bem sucedido nas batalhas, e porque conquistava a nação com seus sucessos; como seria se soubesse que Deus o reprovara para dar seu trono ao menino que tocava para acalmá-lo? Saul era invejoso, covarde, inescrupuloso e falso. Davi era gentil, dócil e capaz de grandes proezas, seu segredo estava na raiz do coração. O que Davi aprendeu nesse outro estágio? Que o título não faz o rei, mas o rei faz o título. Não era preciso ser nomeado a nada para ser o que era. Que lição! Hoje os títulos valem mais que o caráter - não ter títulos é não ser ninguém - que falta faz a unção (SI 24.3,4). Saul era o rei, mas Davi governava claramente, porque Deus era com ele.
Davi soube administrar, sem cobiça, cada momento de sua vida. Observando Saul, ele aprendeu como um rei deve ou não proceder. Sua vida sofreu muitas escalas até que estivesse pronto para assumir a coroa. Ele soube ser pastor, soube conviver com a fama de herói de forma natural, e quando foi levado ao palácio soube esperar o tempo de Deus, sabia que estaria ali para apenas tocar e não para reinar. Soube viver em comunhão com Saul, soube abandonar a harpa e guerrear com exércitos, e soube ser fiel a Saul mesmo sendo injustiçado. A cada dia. Deus acrescentava a Davi as qualidades do rei que o povo necessitava. Seus salmos apresentam as inúmeras tristezas que viveu, no entanto não são queixas, mas orações sempre dirigidas a Deus. Deus era seu refúgio, seu escudo, e sua fortaleza, seu socorro na hora da angústia.



3. A maneira correta de enfrentar crises e perseguições

Se existir um Davi, deverá surgir um Saul. Este será a ferramenta que Deus usará para polir, dar qualidade, e aperfeiçoar o ungido para que utilize bem a unção. Os perseguidores trazem consigo uma revelação da parte de Deus para nós. Saul tinha um espírito maligno que o inspirava a destruir o futuro rei, Davi tinha Jonatas que lhe dava as coordenadas dos ataques de Saul e intercedia por ele quando necessário. Nós também temos quem intercede por nós e nos avisa, instrui-nos, e nos repassa suas armas.
Não soframos por estarmos sofrendo. Não nos perturbemos pelas dores em si. Devemos nos preocupar em não capitular, não esmorecer e nem negar a Fé e nem ao Senhor da Fé! Lembremos que a função de todos é: louvar e servir ao Criador, evangelizar, amar aos homens (e a Criação, em si), cuidar destes mesmos homens e cumprir a Palavra de Deus. Outro ponto importante é o que faremos com os ajudantes e armas que ele nos der e com nossos inimigos e obstáculos.

3.1 Davi não enfrentou Saul, recorreu a Deus

Conceitos orientadores: temor; exaltação; dignatários; socorro; afronta; recato; devoção; espiritualidade; pureza

Davi não tinha nenhuma justificativa para matar Saul? Pelos atuais padrões de moral, muitos justificariam rapidamente o assassinato de Saul como “legítima defesa”. Poderíamos raciocinar que Davi viveu na era pré-cristã, nada sabendo sobre “virar a outra face” (Mateus 5:38, 39).
Na verdade, a morte de Saul poria fim à perseguição a Davi e seus homens. Os atos de Saul provavelmente fizeram muitos concluírem que ele estava mentalmente desequilibrado. Alguns certamente viam Saul como um cachorro louco ou um animal selvagem enlouquecido. Quase podemos ouvi-los dizer: “Devíamos abreviar o sofrimento de Saul”.
Como é fácil usarmos razões erradas para justificar sentimentos errados! Permitimos teimosia e malícia chamando isso de “lutar pelos nossos direitos”. Cultivamos ressentimentos, dizendo: “Não vou deixar que pisem em mim”. Talvez façamos a seguinte promessa a alguém que nos prejudicou: “Vou me vingar disso nem que seja a última coisa que eu faça!” É uma natureza egoísta e mundana que nos faz pensar que precisamos revidar as ofensas recebidas. O orgulho à flor da pele não permite que soframos um só dano ou humilhação.

Como Resolver Problemas em I e II Samuel – Ancil Jenkins

O ciúme, o ódio, e o desenfreado desejo de Saul em exterminar Davi, trouxeram ao jovem pastor muitos momentos de tristeza e melancolia, mas jamais uma revanche. Quando Saul estava na caverna, Davi poderia resolver a questão, mas não o fez. Ele enfrentou Saul como enfrentou Golias, colocando-se diante de Deus. Quando os soldados o instigaram a matar Saul, veja o que disse Davi: “Que o Senhor me livre de fazer tal coisa a meu senhor, de erguer a mão contra ele, pois é o ungido do Senhor” (I Sm 24:6). Depois reiterou sua convicção (I Sm 24:10). Embora Saul fosse um crápula, em sua mente, Davi não via Saul como inimigo, mas como o ungido. Enquanto Saul o queria matar, Davi poupava sua vida. Davi, assim, revelou o que é uma mente cheia de Deus.
No fundo da caverna, os homens de Davi não podiam acreditar no que seu líder fez. Contudo, seus sentimentos não refletiam os de seus homens. Davi sentiu bater-lhe o coração de remorso par ter cortado uma ponta do manto de Saul (I Sm 24:5 e 6). Perdão não é loucura. Perdão é, em sua essência, optar por ver o ofensor com olhos diferentes. Perdoar é seguir em frente, não pensar mais na ofensa, é ver nossos inimigos como filhos de Deus e a vingança como algo que cabe somente a ele e não a nós.


3.2 A atitude de Davi faz Saul reconhecer sua insanidade

Conceitos orientadores: insanidade; degradação; constatações; auto-exame; consciência; reflexão; obras e atitudes; planos, projetos e execuções

Davi aproximou-se sorrateiramente de Saul e pegou a sua faca; mas recusou-se a enfiá-la no coração do indefeso rei. Em vez disso, ele só cortou a orla da capa do rei e saiu logo depois em sigilo, sem deixar que Saul percebesse o que aconteceu.
Mais tarde, fora da caverna, Davi confrontou Saul. Pondo em dúvida a atitude de Saul, Davi mostrou-lhe que persegui-lo fazia tão pouco sentido quanto perseguir um cão morto (1 Sm 24:14). Ele ergueu a orla da capa de Saul para provar que não tinha maldade e que não pretendia ferir Saul.
A misericórdia de Davi humilhou a Saul e o convenceu a concordar em fazer um pacto de apoio mútuo. Ele também prometeu parar de perseguir Davi, promessa que ele manteve por pouco tempo.
Este relato histórico ilustra o espírito bondoso de Davi e seu compromisso com Deus e com Saul, o rei ungido por Deus. O amor de Davi por Saul e a fé em Deus o capacitaram a superar os ressentimentos e a raiva. Essa fé livrou Davi de qualquer desejo ou impulso de matar Saul.

Como Resolver Problemas em I e II Samuel – Ancil Jenkins

Um simples golpe da espada acabaria com o sofrimento de Davi e colocaria um fim em toda tirania de Saul. Davi não teria mais de viver como fugitivo, finalmente reinaria. Mas Davi faz sinal para que seus homens se contivessem; Saul reconhece que Davi o poupou e confessa: “eis que procedi loucamente, e errei grandissimamente” (I Sm 26:21). Louco: essa palavra descreve muito bem quem foi Saul; um homem que foi ungido, teve o favor do Senhor a seu lado, mas viveu como se Deus nunca existisse. Saul ignorou Samuel, perseguiu Davi, maltratou Jônatas, prejudicou a nação e a si próprio. Seu final poderia ter sido muito diferente (Sl 107:17). Descrevendo a loucura de Saul, John Sidlow Baxter faz a seguinte afirmação: “o homem procede como louco quando tenta persuadir a si mesmo de que está fazendo a vontade de Deus... Quando tenta esconder a sua desobediência diante de Deus com desculpas religiosas... Quando conscientemente luta contra Deus para salvar as aparências”.


3.3 Dois reis, dois caminhos diferentes

Conceitos orientadores: escolhas; procedimentos; postura; caráter, moral e ética; benevolência; degradação; desvarios

Possivelmente, muitos de nós já ouviu sobre sermos vencedores por termos conseguido chegar dentro do óvulo e liderarmo-nos rumo à vida. A Biologia nos mostra que milhares morrem tentando entrar no óvulo, que fica fraco num determinado ponto. Isto, em si, é um total preparo para que o proto-homem (espermatozóide) oportunamente consiga entrar, por estar ‘descansado’ (os outros estão trabalhando tanto que morrem)!  Ou seja, todos os que nascem, são convocados a missões dadas por Deus. O caso não é o que nos virá à mão, onde nascemos, ou iremos morar, quem e como são nossos pais (se os tivermos ou virmos a conhecê-los) e nem mesmo quanto tempo iremos viver. O caso é o que e como faremos com tudo o que nos for disponibilizado. Compare nossas conjecturas com a revista:
Saul e Davi receberam privilégios iguais, as mesmas oportunidades; ambos receberam as bênçãos grandiosas da parte do Senhor. Porém, tiveram destinos diferentes (Js 1.7). Um deles alcançou as alturas, recebeu honras jamais igualadas, enquanto o outro agiu insensatamente e caiu nos abismos do esquecimento. O que determinou a diferença no destino final desses dois homens foram suas decisões (SI 25.12; 119.30). Não foi o ambiente em que viveram. Não foram seus pais, nem a criação que tiveram. Foram as decisões que fizeram em momentos críticos. Cuidemos para que as nossas decisões não abortem a carreira que Deus nos proporcionou.



Conclusão

Existe um estudo de contrastes muito interessante entre a morte de Saul e a elevação de Davi ao trono de Israel. A morte de Saul trouxe uma impressão de triunfo para os inimigos, que desfilaram com sua cabeça como se fora um troféu. Quando tudo parecia terminado, surge Davi, o rei escolhido de Deus. Esse fato contrasta com Jesus, que, na cruz, parecia derrotado, mas a morte revelou o messias, a esperança da humanidade. O que era humano cedeu lugar ao que era divino. Assim, também, Saul representa o que é humano, carnal e falho. Como a velha aliança.


Fontes:

Bíblia Sagrada ARC/ARA/ACF/TB/BV/NTLH
Davi, A Lâmpada de Israel (revista professor) – Editora Betel – 4º Trimestre 2013 – Lição 05
Davi, As vitórias e as derrotas de um homem de Deus (revista) – CPAD
Como Resolver Problemas em I e II Samuel – Ancil Jenkins – A Verdade para Hoje (link)
I Samuel – Bob Deffinbaugh (trad. Mariza Regina de Souza) (link)
Segundo o Coração de Deus – Luis Palau – Ed. Betânia
O Rei Saul Persegue o Futuro Rei Davi por causa da Inveja (link)
Derrubando os Meus Monumentos (link)
Comentário Bíblico Moody AT/NT – Editora Batista Regular
Comentário Bíblico Matthew Henry Conciso AT/NT – Matthew Henry – CPAD
Comentário Bíblico Esperança NT – Editora Evangélica Esperança
Aprenda a Entender a Voz do Coração (link)
Davi na Corte Real Vivendo com Sabedoria (link)
Tipos de Liderança (link)


Bibliografia Indicada (estude mais)

8 Razões para Crer que Deus te Socorrerá (link)
Onde Está Deus no Meio da tragédia? (link)
Por que Buscar a Deus? (link)
Jesus Cristo é O Caminho (I) (II) (III) (IV) (V) (VI) (VII)


Questionário

1. Quais os três pontos principais da reprovação de Saul?
R. A impaciência, a obediência parcial, e um monumento a si próprio.
2. Por que Saul foi rejeitado por Deus?
R. Porque agiu por vontade própria, cumprindo apenas meia ordem (I Sm 15: 1-28).
3. Por que Davi foi levado ao palácio?
R. Para aprender e ter seu caráter temperado por Deus.
4. De que maneira Davi interpretava Saul em sua mente?
R. Como um ungido do Senhor.
5. Em que se contrastam a morte de Saul e a ascensão de Davi?
R. A morte e ressurreição de Cristo.

Um comentário:

  1. eu ameiii de ♥ esse blog,pois assim q eu cheguei da igreja eu tava meia confusa, mais sabendo um pouco mais sobre a historia de Davi me encorajou.E isso me deixou muito feliz...Peço para que Deus venha sempre esta abençoando os criadores ou criador deste blog...bjos
    A paz do Senhor...

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