segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

EBD Editora Betel - Davi, Um Homem Escolhido por Deus

Assembleia de Deus CONAMAD
Lição 13 – 29 de Dezembro de 2013
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Olá, amado! Graça e Paz!

Deixamos de início uma dica: esta lição é praticamente um misto de todas as outras, não chegando a ser um resumo (Na verdade, esta revista é uma grande edição das três últimas da Betel que trataram algum assunto sobre Davi, como também aproveita muitíssimo a revista “Davi, As vitórias e as derrotas de um homem de Deus”, da CPAD).
Terminamos com votos de feliz 2014 na presença do Senhor: adorando, servindo, louvando, testemunhando e aguardando sua volta.

Obs.: Releiam atentamente todos os itens (fizemos incrementações!).

Texto Áureo

“Porém o Senhor disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência, nem para a grandeza da sua estatura, porque o tenho rejeitado; porque o Senhor não vê como vê o homem, pois o homem vê o que está diante dos olhos, porém o Senhor olha para o coração”. I Sm 16:7

Verdade Aplicada

As escolhas de Deus são sempre surpreendentes, porque Ele vê o que nenhum de nós pode contemplar. Ele vê o que está dentro do coração humano.

Objetivos da Lição

Ensinar que Davi foi levado por Deus para o lugar da provação com o intento de aperfeiçoá-lo e torná-lo apto para reinar;
Mostrar que as provações não fizeram de Davi um homem revoltado, mas o transformaram em um adorador;
Explicar que o final de um homem quebrantado é sempre diferente dos demais.

Glossário

Hinista: aquele que canta, compõe e/ou estuda hinos;
Forjados: como que trabalhados pelo fogo das provações, na forja;
Epitáfio: inscrição que se coloca na lápide de um túmulo.

Textos de Referência

Sl 78:65 - Então o Senhor despertou, como quem acaba de dormir, como um valente que se alegra com o vinho.
Sl 78:69 - E edificou o seu santuário como altos palácios, como a terra, que fundou para sempre.
Sl 78:70 - Também elegeu a Davi seu servo, e o tirou dos apriscos das ovelhas.
Sl 78:71 - E o tirou do cuidado das que se acharam prenhes; para apascentar a Jacó, seu povo, e a Israel, sua herança.
Sl 78:72 - Assim os apascentou, segundo a integridade do seu coração, e os guiou pela perícia de suas mãos.


Introdução

Chegamos ao fim de nosso trimestre, e com muita alegria, discorremos sobre a vida de um dos maiores heróis que a Bíblia já mencionou, o mavioso cantor de Israel, um homem segundo coração de Deus, que não foi de modo algum perfeito, mas foi autêntico. Alguém que soube viver diante de Deus de forma humilde, dependente e íntegro, apesar de tudo o que viveu.

Uma pessoa segundo o coração de Deus recusa-se a tirar vantagem de uma situação, mesmo quando tudo leva a crer que foi Deus quem preparou essa situação, para que ela fizesse isso. Ê possível que Deus tenha nos colocado numa posição de autoridade, pela qual, de um momento para outro, nos achamos em condições de nos desforrarmos de alguém que nos prejudicou. Talvez atuemos no mundo dos negócios e tenhamos sido colocados em posição de superioridade em relação a outrem, e pensemos: "Ahhhh! Chegou minha vez! Graças a Deus! Agora tenho a oportunida­de que aguardava." É uma tentação quase irresistível.
Eu poderia mencionar muitas outras qualidades que Davi possuía e que faziam dele um homem segundo o coração de Deus. Uma delas é que tinha um espírito alegre. Isso não quer dizer que nunca ficasse triste, ou nunca se encolerizasse. Davi teve muitos motivos para se entristecer — talvez até mais do que nós. Mas havia um elemento de magnetismo nele. Era o tipo de pessoa capaz de arrebanhar quatrocentos homens rebeldes, amargurados, margi­nalizados, e, com menos de um ano, transformá-los num exército leal.

Segundo o Coração de Deus – Luis Palau


1. Davi, um homem quebrantado

Não teríamos outra palavra melhor para explicar Davi senão esta: “Porque o Senhor não vê como vê o homem” (I Sm 16:7). Deus, simplesmente, viu o que nenhum de nós veria em Davi. Viu sua trajetória, viu suas fraquezas, viu suas virtudes, viu sua fidelidade, e o fez rei. Vejamos algumas lições de sua vida.

Quais seriam exatamente estes critérios? Primeiro, esperava-se que o primogênito fosse o escolhido. O primogênito recebia porção dupla dos bens de seu pai. A liderança da família era transmitida a ele. Esperava-se que ele fosse o mais maduro, o mais experiente e o mais sábio da família. Assim, por que o filho mais novo seria o escolhido de Deus? Além de priorizar a ordem de nascimento, Samuel espera que o futuro rei seja revelado por sua aparência. Estudos mostram que executivos de alto escalão tendem a ser “altos, morenos e bonitos”. Samuel espera a mesma coisa. Foi exatamente assim com Saul (ver 9:2).
Jessé e seus sete filhos sabem o que Samuel veio fazer. É mais ou menos como encontrar a Cinderela. Eles devem estar assustados diante da possibilidade de alguém de sua família ser o próximo rei. E assim Jessé faz seus filhos passarem um a um diante de Samuel, começando pelo mais velho. Deus sabe o que Samuel está pensando quando ele olha para Eliabe, o filho mais velho de Jessé, um rapaz alto, de boa aparência (ver verso 7). Mas Ele diz a Samuel que esta não é a Sua escolha para o futuro rei de Israel, indicando que Seu critério tem mais a ver com o caráter de um homem do que com sua aparência exterior. E assim, o próximo filho de Jessé, Abinadabe, passa por Samuel e também é rejeitado. Então vem Samá, e depois os outros quatro filhos de Jessé, mas Deus não aponta nenhum deles como Seu escolhido.
Certamente Samuel fica perplexo e se pergunta qual deve ser o problema. Até parece que ninguém da família de Jessé considere Davi como rei, mesmo como uma possibilidade remota. Literalmente ele foge de seus pensamentos até que Samuel pergunte a Jessé se não há outros filhos. Bem, há Davi, é claro, mas ele é só um rapazinho - ainda é considerado uma criança - não um homem. Como poderia ser o novo rei? Ele tem um trabalho de criança - guardar as ovelhas. Quando viajo para o exterior, vejo muitas mulheres ou crianças cuidando de pequenos rebanhos de ovelhas. Este é o serviço de Davi, que parece dizer tudo. Como ele pode ser considerado como candidato a rei de Israel?

        I Samuel – Robert L. (Bob) Deffinbaugh

1.1  Aprendendo com as flechas

Conceitos orientadores: inveja; êxitos; insegurança; graça divina; sentenças e leis injustas; infortúnios pessoais; poder humano X soberania divina

...a convivência no palácio não era mais possível. Deus usou um momento para fazer de Davi um herói nacional, e os lábios do povo para torná-lo em vilão. Em pouco tempo, Davi viu todos os alicerces de sua vida sucumbirem. A inveja de Saul se agravou, e sua vida corria perigo. Davi enfrentou uma família incompreensiva, um leão, um urso, um gigante, e agora, Deus o prepara para viver o pior momento de sua vida, a injustiça de alguém a quem era leal.

Saul, um rei segundo seu próprio coração – “Saul e Davi, Dois Reis e Dois Caminhos Diferentes”

Saul tornara-se hostil e louco. Davi estava posto por Deus naquele lugar. Quanto mais o rei ficava perturbado e perturbador, mais preparado ficava o seu sucessor. Deus mostrava assim, o que Davi devia mudar em si ou mesmo não permitir que brotasse. Ele devia aprender a sofrer sem revidar (Mt 5:5), não agir com injustiça nem com deslealdade (Mt 5:6). Teria de suportar insanidade de um líder e esperar em Deus. Chegaria o momento de sua oportunidade para fazer o que era correto (Ec 3:17).

Notas MDA:
1)Em “Ele deveria aprender a se esquivar de flechas sem revidar” (revista) há uma citação de um evento que não existiu. Saul arremessou uma lança tanto em Davi (algumas vezes) quanto em seu próprio filho, Jônatas (apenas uma vez). Mas não encontramos o hipotético relato (lançamento de flechas) mencionado na Bíblia.
2)“Existe um Saul dentro de cada um de nós” (revista) – Isto é um tipo de força de expressão tão extremamente generalizadora que causa discordância imediata ou aceitação ‘hipnótica’. Cremos que tentou-se referir ao mal latente (concupiscência) que pode nos levar a cometer as maiores atrocidades inimagináveis, bastando deixa-lo crescer (uma síntese incompleta, talvez).


1.2 Aprendendo com os gigantes

Conceitos orientadores: superações; auto-conhecimento; desenvolvimento; obstáculos; proezas; prodígios; progresso

Na vida passamos e passaremos por muitos altos e baixos. Podemos piorar isto com inconstâncias diante de Deus e do Pecado. O Livro de Juizes fala deste tipo de ciclo: quando as coisas iam bem, o povo se esquecia do Senhor. Então eles clamavam, e Deus os libertava. Após algum tempo, já libertos, eles esqueciam novamente de Deus.
Problemas podem nos destruir, mas se estivermos firmes na fé irão nos levar para mais perto de Deus para que sejamos feitos completos.
Não há nada que a presença de Deus não cure. Nada! Os mandamentos de Deus nos refrigeram, direcionam e socorrem, mesmo nos encontrando sobrecarregados e mesmo fugindo dele, especialmente quando outras tentativas anteriores de cumprir os mandamentos tiveram pouco ou nenhum sucesso.
Podemos começar a evitar ouvir as palavras que tememos: 'Você falhou’. Aqui jaz uma profunda decepção; melhorar nosso comportamento antes de chegar à presença de Deus é impossível. É a presença de Deus que melhora nosso estado. Não tente se lavar para ir até Deus; chegue-se crendo e esperando que e o limpe!
Perto do Senhor, ordens viram promessas. Em vez de ouvir "Não adulterarás", e temer que isso ocorra, ouça como uma promessa: "Na minha presença, com minha vida e poder, você fugirá do adultério." Notou a diferença? Sua presença dá confiança e esperança.

Enfrente seu Golias – “Davi, O Verdadeiro Gigante” – R.S. Costa

Desconhecemos muitos dos gigantes que habitam em nosso interior. O Senhor Deus conhece todos eles. E o que faz em nosso favor? Usa as adversidades da Vida para nos fazer conhece-los e eliminá-los. Davi enfrentou o leão e o urso, dificuldades de ser quase invisível na família, Golias, Saul, solidão, perseguição, tentação e desilusão. Ele possuía uma capacidade de auto-conhecimento fora do comum e se tornou um gigante através da história. Seu maior ato heróico, porém, foi reconhecer que Deus o conhecia, sabia de onde o havia tirado e o que fez em sua vida. Antes de ser formado, Deus havia escrito sua história, e que jamais poderia fugir de sua face (SI 139: 1-17).


1.3 Aprendendo as lições do palácio

Conceitos orientadores: experiências; convívio; cerimônias; aprendizado; convicção; paciência e empossamento

Conduzir Davi para o palácio e fazê-lo servo de Saul era um propósito divino para temperar o caráter do futuro rei de Israel. Davi começou como pastor; tornou-se um herói matador de gigantes; foi transformado em músico; foi nomeado comandante dos exércitos, e depois fugitivo, mentiroso, maluco e foragido. Ele, por muitas vezes, teve Saul em suas mãos, mas jamais interpretou Saul como uma desgraça, e sim, como um ungido do Senhor. Em todos esses pontos Deus lhe ensinava como agir e tornar-se sensível. Que seminário notável Deus utilizou na vida do seu ungido.

Davi e as lições do Palácio – “Saul e Davi, Dois Reis e Dois Caminhos Diferentes”

Davi não é apenas um músico dotado que toca harpa com destreza, ele é também um valente guerreiro (talvez por suas “lutas” com o urso e o leão), um homem de boa aparência e de bom senso. Mais importante, é um homem com que o Senhor está presente. As mesmas coisas que qualificam Davi como rei são aquelas que o qualificam para servir ao rei. As qualidades reais de Davi estão se tornando evidentes, até mesmo para aqueles que estão no palácio.
Saul convoca Davi com educação, no entanto, este é um convite que ninguém ousa recusar. O pedido é feito a Jessé, uma vez que Davi ainda vive sob seu teto. Pelas palavras de Saul a Jessé, fica claro que ele sabe que Davi é guardador de ovelhas (ver o verso 19). Jessé envia Davi ao rei junto com uma oferta de alimentos, onde ele começa a servir como seu criado. Conforme o caráter e as habilidades de Davi vão ficando mais evidentes para Saul, ele é promovido à posição de seu escudeiro, provavelmente o serviço mais íntimo e pessoal de qualquer um dos servos de Saul. Saul não só começa a respeitar as habilidades de Davi, ele também começa a amá-lo. Talvez Davi seja quase como um filho para ele.
Termina o período de experiência de Davi e ele toma posse do cargo, por assim dizer, junto ao rei. De forma adequada, Saul solicita a Jessé que permite que Davi permaneça a seu serviço. Assim é que, toda vez que Saul é atormentado pelo espírito maligno, Davi toca sua harpa e tranqüiliza o espírito atribulado do rei. O Espírito de Deus em Davi faz com que o espírito maligno, durante algum tempo, se retire de Saul. Como Saul soletra alívio? D A V I.

        I Samuel – Robert L. (Bob) Deffinbaugh

I. As Qualidades e Virtudes de Davi
1. Um homem talentoso.
2. Um homem com muitas habilidades. a) Músico. b) Forte.
c) Valente. d) Homem de guerra. e) Sisudo em palavras.
f) Boa aparência. g) O Senhor era com ele.
II.O Talento de Davi na Corte
1. Davi como escudeiro do rei.
Sempre cultivou em seu espírito a humildade de aprender e de começar de baixo.
2. Como comandante das tropas.
De um simples músico e escudeiro-aprendiz, Davi foi promovido a comandante de tropas (I Sm 18:5).
III. O CARISMA DE DAVI NO PALÁCIO REAL
1. Nos relacionamentos.
a) O filho do rei. Jônatas.
b) Todo o povo. Davi era benquisto pelo povo (1 Sm 18.5).
c) Servos de Saul. Davi construiu relacionamentos com os funcionários do rei (1 Sm 18.5).
2. Para administrar conflitos. Davi se portou com sabedoria na corte quando demonstrou habilidade para administrar conflitos.

Davi, As vitórias e as derrotas de um homem de Deus (revista) – CPAD

Davi aguardou com paciência sem murmurar contra Deus ou Saul. Apesar de ter recebido a unção (ele sabia que seria o sucessor), teve que servir sem cobiçar. Saul tentava procurava matar Davi, que não perdeu a fé nem o caráter, mas essas circunstâncias tinham de acontecer e Davi aceitou esse destino. Caladamente carregou suas agonias e não lançou mão contra Saul. Foi profundamente ferido; seu interior e personalidade foram lapidados. Quando fugiu para não morrer injustamente, não levou consigo parte da população. Saiu sozinho, não dividiu o reino.
Davi viveu no palácio uma situação muito incômoda; porém, nas circunstâncias em que se achava, parecia que havia alcançado uma profunda compreensão do desdobramento do drama em que fora envolvido por Deus. Parece mesmo que ele havia compreendido alguma coisa, que poucos dos mais sábios entre os seus contemporâneos haviam notado. Algo que, mesmo nos nossos dias, em que os homens têm mais extensos e profundos conhecimentos, menos são capazes de compreender. E que coisa era essa? Deus não tinha, mas desejava muito possuir, homens que pudessem viver em meio ao sofrimento. Deus queria um vaso quebrado.



2. Davi, um líder trabalhado por Deus

Davi jamais poderia compreender no que redunda a destruição. Mas pôde ver até o fim de sua vida como tudo o que passou fazia parte de um plano para aperfeiçoá-lo e para que se tornasse um rei inesquecível e amado. Ele não era perfeito, era humano. Mas, através dele, Deus pode se revelar a uma nação. Vejamos um pouco mais dessa trajetória.

2.1 Aprendendo com as cavernas

Conceitos orientadores: cidades de refúgio; foragidos; referenciais; paradoxos; contrastes; rotas, rumos e convicções; opressões; solidão; reflexões; isolamento

Diante de grandes desesperos, vemos realizações divinas de coisas interessantes, assombrosas, ilógicas e algumas até engraçadas. Solidão, perdas praticamente totais, exceto a vida e a esperança em Deus, medo e aflição. Esse foi o pior momento de sua vida (compare com Salmos 142). Inseguro, sem comida, sem companhias, e sem promessas para se apegar; nem mesmo tinha como nutrir grandes esperanças de mudanças naquele momento.
Totalmente necessitado de auxílio, orientação e socorro, Deus envia a Davi quatrocentas pessoas em piores estados que ele. Em alguns momentos de grandes provações, Deus pode envia-nos pessoas para que nós (“falidos”) as ajudemos.

A ironia de uma caverna – “Cavernas, Campo de Treinamento de Deus para Forjar Campeões” – R.S. Costa

Após seu mundo desabar, Davi foge. A razão de ir para a caverna é poupar sua vida, família e o próprio futuro do Reino, visto ser ele o sucessor. Mesmo não compreendendo os acontecimentos nem os planos de Deus, ele não perde sua confiança, fé e obediência. Perdera suas tropas antigas, mas o Senhor envia-lhe novos (quatrocentos) homens. Seu esconderijo se transformou em centro de treinamentos militares. Estava, sem saber, preparando “os valentes de Davi”. Isso mesmo, aquele bando de gente renegada se transformaria em seus poderosos homens de guerra e, mais tarde, ao assumir o trono, eles se tomariam seus ministros de gabinete.
Mesmo na falência, desprezo e sofrendo o ódio real, Deus abriu os olhos de Davi para que visse além do momento e além das possibilidades humanas. Numa caverna escura e sem esperança, Deus preparava um rei e um exército poderoso (Jl 3.10).

Deus prepara reis e exércitos na caverna – “Cavernas, Campo de Treinamento de Deus para Forjar Campeões” – R.S. Costa

Mais adiante, Davi alcançaria uma terra estranha, terra de inimigos, e pouquíssima segurança. Lá também foi odiado, temido, vítima de mentiras e alvo de conspirações. Em vários momentos encarou a morte, em outros, o calor das provações lhe tornou um líder sem igual. Segundo os padrões terrenos, ele era um homem esmagado; segundo a medida celestial, um homem quebrantado. E pasmemos! Ele estava no lugar onde Deus queria. Deus desejava trabalhá-lo, e ele jamais deixou de ser ele mesmo. Não era perfeito, mas foi autêntico.


2.2 Tornando-se um grande líder

Conceitos orientadores: conduzir; inspirar; treinar; cativar; carisma; motivação

A sociedade requer: o que é forte, o que é bem sucedido, o que é vitorioso, mas Deus é também o Deus dos malsucedidos! "Ele usa as coisas vis e desprezíveis..." (I Co 1:28 e 29). Ele é o Deus Israel, dos vitóriosos, mas também é o Deus de Jacó, dos fracos, dos que fracassaram! (Tem-se na Bíblia as expressões: Deus de Jacó e Deus de Israel. Elias quando teve que demonstrar poder diante dos falsos profetas, 450 de Baal e 400 de Asera, usou a expressão "Ó Senhor, Deus de Israel" - I Rs 18:36)
Ele é também o Deus dos que fracassaram e precisam de ajuda e socorro! Deus toma uma vida esmagada pelo fracasso, pela vergonha, e a transforma em um instrumento de bênção e louvor: "Ele levanta do pó o caído e do monturo ergue o necessitado" (Sl 113:7-8). Sim, Deus é poderoso para levantar o homem do pior fracasso humano, transformá-lo e levá-lo à Glória Celestial.
"Não temas, ó  vermezinho, bichinho de Jacó"! Mesmo algo desprezível recebe a atenção dos olhos de Deus! E a promessa é: "Farei de ti um trilho novo e cortante", eficiente, novo e agudo, com discos de ferro. Deus é sempre poderoso para realizar uma coisa nova ( Is . 43:18 e 19a ) .

                As Lições do Estranho Exército de Davi – Agnaldo Sacramento

Davi é um exemplo bíblico de liderança competente. A competência de Davi estava respaldada na diligência de buscar fazer sempre a vontade de Deus, na sua lealdade tanto aos seus líderes quanto aos liderados e na disposição de atribuir toda glória a Deus. Quando decidiu construir um templo para o Senhor, Davi preparou o material que seria necessário (I Cr. 22.14). Mas como não coube a ele essa construção, e sim ao seu filho Salomão, tratou de lhe dar as devidas instruções para que tudo fosse feito com prudência e entendimento e de forma organizada (I Cr. 22.12-15). O estilo de liderança de Davi pautava-se no planejamento, no prognóstico do que deveria ser feito. Com Davi aprendemos a evitar as improvisações desnecessárias que possam comprometer o andamento do trabalho. O planejamento é um dos princípios basilares da condução das atividades, para tanto, faz-se necessário planejar a curto e longo prazo, sem deixar de confiar, primeiramente, no Senhor. Planejar somente não é suficiente, é preciso também coordenar a execução do projeto, identificar os objetivos, o tempo, o lugar, as pessoas envolvidas, os métodos a serem utilizados e o material disponível. Mesmo assim, é provável que existam obstáculos, e, quando eles vierem, como Davi, é recomendável que se confie na direção do Espírito Santo. Manter uma atitude de flexibilidade em relação ao planejado também evita os “engessamentos” que desgastam a liderança do projeto. Em linhas gerais, o estilo de liderança de Davi, bastante aplicável nos dias atuais, preza pela dependência em Deus, e principalmente, por atitudes de humildade, que não busca a glória própria, antes tributa todo louvor a Deus.

O Estilo de Liderança de Davi – Davi e sua equipe de liderados (Parte I)

Muitas vezes o Senhor usa métodos que não gostamos e pessoas que não damos muita atenção e nos fala ao coração, nos ensinando lições profundas para nosso viver. Comandar boas equipes ou quem quer nos seguir é simples. Davi transformou desesperadas, sofridas e desgostosos em fiéis heróis e amigos. Isto é incomum e não é fácil. Ele os ensinou a colocar em ordem a sua vida exterior. Assim, a vida interior também começou a mudar! Estes homens o seguiram pelo que era e fazia, não pelo que lhes impusera. Ele as liderou conquistando-as primeiro. Ninguém lidera quem não conquista (Jo 13:1).

Notas MDA: Veremos alguns trechos da revista e o que podemos entender ou concordar com os mesmos. Muitas destas sentenças não são encontradas na Bíblia (nem favoravelmente nem em contrário). Vejamos:

1)“Deus sempre usará métodos estranhos” – Acho que é dispensável citar, mas realmente todos os métodos divinos são assim?
2)“Pessoas que nossos olhos jamais captariam” – Cremos que “dificilmente” ou “muito possivelmente não” é muito mais verificável que “jamais”.
3)“Davi jamais lhes falou de autoridade” – Ele transformou aqueles homens errantes em leais guerreiros sem lhes ministrar nada (“jamais”) sobre Liderança?
4)“Nunca lhes disse palavra sobre submissão” – Idem ao item anterior.
5)“Apesar disso” – Este “apesar” se concretiza/baseia nas afirmações questionáveis vistas acima. Se tais afirmações são duvidosas, este “apesar” não existe e/ou não se aplica.
6)“Ninguém lidera quem não conquista” – Não é aconselhável nem honesto, mas é possível liderar sem cativação pela imposição, opressão, chantagens e etc., que é a conhecida tirania (atualmente vemos muitos ensinos, bons, sobre liderança romântica, idealista e apaixonada, que seria o ideal; eis o motivo do aparente conflito de verdades).


2.3 Eles o seguiram

Conceitos orientadores: companheirismo; inspiração; motivação; cooperativismo; partidarismo; equipes; tropas;

O Departamento de Milagres Celestiais está sempre de plantão, 24 horas, para operar algo a favor do homem que se volta para Deus e o busca de todo o coração, não importando a sua situação, como o exemplo dos 400 homens de Davi, todos se  submeteram à liderança e ao caráter de Davi, ficando, também, a lição de que todos nós, hoje, podemos nos submeter à liderança e ao caráter do Senhor Jesus, o Rei dos reis (Mélerh MelaHim) e Senhor dos senhores (Adon adonim), Amém!

        As Lições do Estranho Exército de Davi – Agnaldo Sacramento

Adulão significa: “Lugar da antiguidade”. É exatamente nesse lugar que Deus vai trabalhar um pouco mais em Davi, usando seu sofrimento para polir a vida de outros quatrocentos, torná-los amigos e irmãos, e fazer daquele bando de gente sofrida, um exército leal ao futuro rei. Vejamos como Davi chegou a Adulão, e como reagiu a mais uma etapa de provações em sua vida.

Cavernas, Campo de treinamento de Deus para forjar campeões – “Davi, A Lâmpada de Israel” – Editora Betel

1. Distinguindo uma equipe de um grupo. Há diferença entre os termos "grupo" e "equipe". Basicamente essa diferença se situa na área das relações interpessoais, no objetivo comum e na própria essência daquilo que seja um grupo ou uma equipe. Só há uma equipe quando existe um devido relacionamento entre seus membros. Isto nos lembra a parábola da "casa dividida", a qual o Mestre se referiu em Mateus 12.25.
A equipe de Davi era unânime, irmanada, vinculada, integrada e ainda contava com heróis individuais, os chamados "valentes de Davi" (2 Sm 23.8). De acordo com a Escritura, nessa equipe bem treinada "o menor valia por cem homens, e o maior, por mil" (1 Cr 12.14 - ARA). Era uma equipe em ação com um objetivo comum, dado por Deus, e não um aglomerado de homens sem um alvo específico na vida. Na autêntica liderança, cada membro da equipe é de alto valor para o seu líder. Em 2 Samuel 23.14-17 e 1 Crônicas 11.16-19, fica evidente que isso era uma realidade na vida de Davi. Nessa ocasião, ele teve sede e desejou beber da boa água da cisterna de Belém, que estava em poder dos inimigos filisteus. Davi, ao saber que os seus homens haviam se arriscado para obtê-la, rejeitou a água e ficou com sede. Isso é que é empatia! Tal atitude só pode vir de quem não trata os membros de sua equipe como máquinas, objetos, mas como gente de carne e osso e, portanto, digna de amor, respeito e apreciação. É uma obrigação cristã reconhecer o valor das pessoas e não tratá-las como objetos descartáveis, a serviço de nossos interesses.
2. A força do exemplo do líder. Liderança se faz com exemplo. Por que o povo de Israel se rendia à liderança de Davi? A Escritura registra: "Porém todo o Israel e Judá amavam Davi, porquanto saía e entrava diante deles" (1 Sm 18.16). Davi liderava pelo seu exemplo vinculado ao amor e ao altruísmo.

Davi, As vitórias e as derrotas de um homem de Deus – CPAD

Saul era um homem de grandes qualidades. Ele unificou um povo e fundou um reino. Ele fez surgir um exército. Venceu batalhas pelo poder de Deus, venceu como poucos jamais fizeram. Ele foi escolhido por Deus, foi também ungido, o Espírito vinha sobre ele. E qual a diferença? Saul sempre pensou em sua própria reputação. Davi sempre pensou em Deus e Sua vontade para a nação.



3. Aprendendo com Davi

De que necessita este mundo: de homens bem dotados, exteriormente cheios de poder? Ou de homens quebrados, mas interiormente transformados? A mais viva recordação que temos de Davi é a submissão. Sua vida é uma rica amostra da arte da paciência.

3.1 Por que Deus escolheu Davi?

Conceitos orientadores: eleição; soberania; onisciência; propósitos e desígnios divinos; presciência

Vemos que Deus não desqualifica Davi por sua boa aparência, mas também não o escolhe por causa disso. Boa aparência num rei é como boa aparência numa esposa - não deve ser a base para a escolha da companheira para o resto da vida. Mas, tendo escolhido uma mulher temente a Deus, se ela for bonita também, de modo algum isto diminui sua atração (ver Pv. 31:30). O caráter de Davi é agradável a Deus e é a base de sua escolha para o serviço. A aparência física de Davi é um bônus extra; as deficiências de Davi serão supridas pelo Espírito Santo e pelo preparo de Deus.

        I Samuel – Robert L. (Bob) Deffinbaugh

DEUS ESCOLHEU O CAÇULA E PODE ESCOLHER AS CRIANÇAS: Ninguém podia imaginar que Deus ia escolher o caçula no meio de muitos irmãos para ser o rei do Seu povo. Até mesmo o profeta Samuel ficou surpreso quando viu Davi. Mas, Deus falou ao seu coração: “Esse é o rei, unja-o com óleo!”. Por isso, não se preocupe com sua aparência e com o que as pessoas pensam a seu respeito. O mais importante é o que Deus pensa e o que Deus diz sobre você. Davi não tinha a aparência, mas tinha o coração de um rei. Ele era o caçula, mas foi escolhido por Deus para governar. Se Deus escolheu a Davi, ele pode escolher você também.
O REPRESENTANTE DE DEUS DEVE TER O MESMO CORAÇÃO: Deus escolheu Davi. Porque Davi o amava mais do que tudo! A Bíblia diz que Davi era um pastor de ovelhas e, enquanto cuidava do rebanho de seu pai, ele tocava sua harpa e cantava louvores a Deus. Deus viu que o coração de Davi era cheio de amor. Certa vez, um leão tentou atacar o rebanho e comer uma das ovelhas, Davi enfrentou o leão e o matou. Se ele arriscou a própria vida por causa de uma ovelha, ele certamente faria o mesmo pelo povo de Deus. Não importa se você é apenas uma criança ou se não tem uma aparência bonita como gostaria de ter. O mais importante é você ter o coração como o de Davi, cheio de amor pelo Senhor. Você pode aprender a ter um coração assim. Sabe como? Faça como Davi, comece a louvar a Deus todos os dias na sua casa. Se você tem uma Bíblia, leia-a todos os dias. Assim, seu coração vai se encher de amor por Deus e, no tempo certo, Deus vai escolher você, assim como Ele escolheu Davi e fez dele o maior rei de Israel!

Davi, Um rei que agradou a Deus – www.videiramairipora.com.br

Samuel ficou espantado com um problema: o eleito não havia aparecido e não havia mais filhos na casa de Jessé! Vemos um desprezo em família. Só quando Samuel insistiu, é que citaram o Jovem pastor. Tão jovem que não poderia ser o novo rei (nem se lembraram dele). Tinha um trabalho de criança – guardar as ovelhas. Como considerá-lo candidato a rei de Israel? Davi é trazido diante de Samuel. Era um jovem de boa aparência, com todas as qualidades encontradas em seus irmãos. Não era o primogênito. Era o mais novo, inclusive.
O Senhor daria tudo o que ele necessitasse para ser rei de Israel. O Espírito de Deus se apossa dele para o guiar e capacitar. Deus taticamente o põe diante de Saul como seu escudeiro (I Sm 16:21), para aprender a governar com um rei. Davi não substitui Saul logo; ficou num tipo de internato. Seria preparado moral, mental e espiritualmente para reinar (o que ainda levou muitos anos).
Samuel não escolheu o futuro rei. A escolha foi soberana. Deus escolheu a Davi pelo seu caráter, pela sua sinceridade: o Senhor viu o coração de Davi!
O Criador ainda nos sonda. Ele conhece sua criação. Ele vê nosso coração; não atenta para nossa aparência; Deus olha a nossa sinceridade. Todos nós devemos olhar o interior dos homens, não o seu exterior, sendo lindos ou feios. Muitas vezes julgamos pela aparência e esquecemos de olhar o coração.


3.2 Os dois epitáfios

Conceitos orientadores: lápide; lembranças; obra; biografia; citações memoriais; homenagens póstumas; “in memorian”

Eis aqui a explicação para o estranho silêncio de Marcial e dos historiadores pagãos contemporâneos seus. Gaudêncio era um cristão e um mártir; pertencia a seita odiada e perseguida por todo o poder do Império. Provavelmente, foi uma das primeiras vítimas a ter o sangue derramado na areia do anfiteatro.
O imperador romano pensava não apenas aniquilar o cristianismo, mas obliterá-lo da memória humana. Nenhum ato público era permitido em favor dos cristãos; abrigá-los, elogiá-los, ou imaginar que fossem capazes de qualquer coisa grande e nobre, era traição. O poeta bajulador, que buscava somente os sorrisos de César, conhecia o tema que o agradaria; não arriscaria a vida expressando simpatia pelos perseguidos seguidores da cruz. Assim, Gaudêncio partiu sem um monumento. Os tímidos amigos deitaram os seus restos na tumba de um mártir, nas escuras criptas das catacumbas, e na débil esperança de que um dia a posteridade reconhecesse-lhe o gênio e o talento, rabiscaram rudemente, sobre a laje de mármore que o cobria, que ele fora o arquiteto do Coliseu.
Não surpreende que os restos mortais de Gaudêncio, bem como o de centenas de outros nobres mártires, fossem depositados silenciosamente, e aparentemente sem honras, nas me­lancólicas galerias das catacumbas. Numa época em que tudo era horror e confusão, quando os trêmulos sobreviventes mal podiam, em segredo e na escuridão da noite, reunir os restos de seus amigos martirizados, não havia oportunidade para registrar lhes os triunfes e homena­gens em epitáfios estudados, ou monumentos imperecíveis.
Há milhares de santos brilhando no resplandecente grupo vestido de branco, e que "seguem o Cordeiro por onde quer que vá", desconhecidos da Igreja militante, a não ser pelo nome. Contudo, encontramos nos registros das catacumbas alguns versos curtos, porem tocantes, homenageando alguns mártires em particular; talvez a rude composição de algum amigo sobrevivente, lavrada na pedra dura por uma mão delicada, à baça luz de uma lâmpada a óleo.

O Primeiro Mártir do Coliseu – A. J. O'Reilly

Qual será a mensagem que colocarão em nosso epitáfio? O epitáfio de Saul foi muito triste, resumia a vida desse homem que poderia ter sido um grande aliado de Davi, poderia ter sido seu conselheiro. I Samuel 26:21 descreve perfeitamente quem foi Saul: “TENHO PROCEDIDO COMO LOUCO”. Na hora da morte, Saul se preocupou com sua imagem diante do inimigo, não queria ser derrotado, e se matou. Mas pouco se importou com sua relação com Deus, com quem estava prestes a encontrar-se. Ele sequer orou, sequer se arrependeu. Caiu sobre a espada, e, por fim, literalmente, perdeu a cabeça (I Sm 31:9). Quanto a Davi, a Bíblia diz: “E morreu numa boa velhice, cheio de dias, riquezas e glória; e Salomão, seu filho, reinou em seu lugar” (I Cr 29:28). Quando um homem de Deus morre, nada de Deus morre, nenhum dos princípios divinos morre. Vemos isso claramente na vida de Davi. Qual seria o epitáfio que colocariam em nossa lápide? Seria o de Davi ou o de Saul?

Escritores e os seus Epitáfios (I) (II)

3.3 Lições de sua vida

Conceitos orientadores: erros, acertos e intenções; determinação; persistência; integridade; atitudes momentâneas X históricos

Acima de tudo, nestes últimos comentários sobre Davi, o cronista recordou a seus leitores sobre a sua avaliação do que se referia ao Rei. Davi governou sobre todo o Israel (29: 26); seu reino se estendeu a todas as tribos (veja Introdução: 1) Todo o Israel). O cronista acrescentou que Davi foi abençoado por Deus com uma boa velhice e vida longa (29: 28). Segundo as tradições bíblicas anteriores, Davi recebeu a benção de um reino e vida longos devido à sua comunhão (veja Êxodo 20: 12; Deuteronômio 6: 2; 22: 7; I Samuel 17: 12; II Reis 20: 6; veja Introdução: 28) Cura e Vida Longa/ Doença e Morte).
Outros reis virtuosos também receberam esta benção (veja II Crônicas 24: 15; 32: 24-26; 33: 1; comparar com 33: 21). Se diz que Davi também morreu com riqueza e honra (29: 28). A prosperidade de Davi foi elevada como um ideal a ser seguido pelos leitores pos-exílio (veja Introdução: 26) Prosperidade e Pobreza).
Finalmente, o cronista relata várias fontes que usou para a história de Davi, além do livro canônico de Samuel (veja: Introdução: Propósitos históricos e Teológicos). Citou as Crônicas de Samuel, O Vidente (não confundir com o livro canônico de Samuel), Natã, e Gade (29: 29). Estes livros proféticos já não existem, mas continham muitos detalhes de seu reino e poder, assim como outras circunstâncias em Israel e nos reinos de outras terras (29: 30). A referência do cronista a estas fontes proféticas indicam o papel importante que a palavra profética desempenhou na evoluação da história de Israel (veja Introdução: 15) Profetas).

1 y 2 Cronicas: Un Comentario – Richard L. Pratt  (Trad. Livre MDA)

Pelo menos duas coisas interessantes nos chamam atenção no epitáfio de Davi. Primeiro, embora tendo fracassado tanto em algumas áreas, Deus afirmou que ele apascentou a Israel segundo a “integridade de seu coração” (Sl 78:72). Aonde todos nós vimos pecados e falhas, Deus viu integridade. Segundo, Davi terminou bem seu ministério, passando seu legado para seu filho. Com ele aprendemos esperança, apesar de sua humanidade; aprendemos coragem, mesmo em meio ao seu próprio medo. Aprendemos louvor nas canções que brotaram em suas horas de desespero, aprendemos perdão em seus sombrios momentos de pecado, e o valor de servir a Deus em nossa geração, mesmo quando nossos maiores sonhos não podem ser realizados.
Embora não tenha sido um homem realizado em termos familiares, Davi pôde ouvir de Deus que fora escolhido, que sua casa seria congratulada pelo reinado de seu filho Salomão, e o trono que ele tanto lutou para que Deus fosse o adorado governante se perpetuou através de sua semente, filho da mulher por quem tudo investiu. No fim de sua vida ele estava depurado, maduro, e partiu feliz, cheio de dias, e vendo seu filho dar continuidade ao trabalho que havia começado.



Conclusão

“E morreu numa boa velhice, cheio de dias, riquezas e glória; e Salomão, seu filho, reinou em seu lugar” (I Cr 29:28). Esse é um epitáfio que agradaria a qualquer servo de Deus. Davi foi um homem muito sofrido, trabalhado, e aprovado por Deus. Não existe a estrela de Saul, o trono de Saul, a raiz de Saul, ou a descendência de Saul. E por quê? Escolhas. Podemos escolher servir a Deus com integridade de coração ou não. Davi optou por servir e você o que fará?

Fontes:

Bíblia Sagrada ARC/ARA/ACF/TB/BV/RV/NTLH
Davi, A Lâmpada de Israel (revista professor) – Editora Betel – 4º Trimestre 2013 – Lição 13
Davi, As vitórias e as derrotas de um homem de Deus (revista) – CPAD
I Samuel – Robert L. (Bob) Deffinbaugh (link)
Saul e Davi, Dois reis e dois caminhos diferentes (link)
Davi, O Verdadeiro Gigante (link)
Cavernas, Campo de Treinamento de Deus para Forjar Campeões (link)
Segundo o Coração de Deus – Luis Palau – Ed. Betânia
Comentário Bíblico Moody AT/NT – Editora Batista Regular
Comentário Bíblico Matthew Henry Conciso AT/NT – Matthew Henry – CPAD
Como Resolver Problemas em I e II Samuel – Ancil Jenkins – A Verdade para Hoje (link)
Comentário Bíblico Esperança NT – Editora Evangélica Esperança
Esboços Bíblicos de Salmos – C. H. Spurgeon – Shedd Publicações
Davi e sua Equipe de Liderados – Parte I (link)
Davi, Um rei que agradou a Deus (link)
O Primeiro Mártir do Coliseu (link)

Em Espanhol

1 y 2 Crónicas, Un Comentário – Richard L. Pratt – Biblioteca Evangélica Virtual
Nuevo comentario biblico siglo XXI – editorial mundo hispano (El Paso, TX, EE. UU.)
Usos Y Costumbres de Las Tierras Biblicas (link)

Questionário

1. O que Deus viu em Davi para ungi-lo rei?
R. Deus, simplesmente, viu o que nenhum de nós veria em Davi.
2. Na universidade de Deus há poucas pessoas graduadas em quê?
R. Quebrantamento.
3. Qual foi o epitáfio de Saul?
R. “Tenho procedido como louco” (I Sm 26:21).
4. Por que as pessoas seguiram Davi?
R. Porque ele as conquistou.
5. Qual foi epitáfio de Davi?
R. “E morreu numa boa velhice, cheio de dias, riquezas e glórias” (I Cr 29: 28).

Um comentário:

  1. A paz do Senhor!
    Ainda não tinha percebido este site, pois frequentava um outro para aprofundar-me mais no conteúdo das lições explanadas e gostei bastante.
    Que Deus continue abençoando grande e abundantemente os administradores deste site.

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