domingo, 19 de janeiro de 2014

EBD Editora Betel - Congregação Cristã no Brasil





Assembleia de Deus CONAMAD
Lição 04 – 26 de Janeiro de 2014
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Texto Aureo

"E Ele deu uns como apóstolos, e outros como profetas, e outros como evangelistas, e outros como pastores e mestres". Ef 4:11

"... e outros para pastores". O ministério pastoral inclui outros títulos que representam a mesma função de pastor, tais como ancião, presbítero e bispo. Todos esses nomes têm o mesmo significado em relação ao ministério pastoral.
É o ministério mais desejado na atualidade, e isto se dá mais pela função atual de um pastor na igreja, que é o de exercer liderança sobre um povo em local fixo. Entretanto, o real signifi­cado de pastor, no grego, é "guardador de ovelhas". O exemplo mais claro desse significado está na identificação que Jesus fez acerca de si mesmo como "o bom Pastor que dá a sua vida pelas ovelhas" (Jo 1.11). Em outros textos do Novo Testamento, como Hebreus 13.20 e 1 Pedro 2.25; 5.4, os escritores identificam Cristo como o exemplo do verdadeiro pastor.
No princípio do Evangelho, com a formação de várias igrejas, houve a necessidade de homens piedosos e respeitados nas congrega­ções para as dirigirem. As primeiras igrejas eram entregues aos "anciãos" locais (At 11.30; 14.25; 20.17; 28). Por serem homens idosos e de larga experiência na vida, eram colocados na direção das igrejas. A palavra "ancião" referia-se mais à idade e posição deles, mas o título mais oficial era bispos ou presbíteros. Esse título indicava a idéia de uma posição de liderança na igreja local. Em outras palavras, eram pastores locais, cujo trabalho era o de alimentar o rebanho, protegê-lo dos falsos ensinos, conservar a sã doutrina, orientar os crentes na vida diária, conduzir as reuniões com "ordem e decência" (At 20.28; 1 Co 14.40; Tt 1.9,1 l;Tg 5.14; 1 Pe5.2; 2 Pe2.11).
Até certo ponto, o pastor tem um ministério acompanhado do ensino. Ele pode exercer as duas funções. Entretanto, a função de "mestre" é específica no ministério cristão, que é ensinar a Palavra de Deus de forma lógica. Pelo fato de ser um ministério dado por Jesus, o Espírito Santo atua de maneira poderosa no sentido de aclarar as verdades divinas ensinadas aos crentes. O mestre podia ser ministro itinerante pelas igrejas. Seu trabalho era junto às almas ganhas pelos evangelistas e apóstolos. O Novo Testamento destaca Apoio como exímio ensinador; ele andava pelas igrejas ministran­do a Palavra de Deus (At 18.27; 1 Co 16.12; Tt 3.13).
É um ministério de extremo valor, mas pouco reconhecido, ou, então, prejudicado pelo sistema de governo de nossas igrejas, que, por não reconhecerem a importância de tal ministério, obrigam o "mestre" a pastorear. E como obrigar um lavrador a fazer o trabalho do alfaiate.

Comentário Bíblico Efésios – Elienai Cabral (trechos)

VERDADE APLICADA

A incumbência de edificar a igreja de Jesus Cristo não foi dada aos anjos, mas aos homens, que a exercem através dos dons.

OBJETIVOS DA LIÇÃO

Levar ao aluno o conhecimento das principais práticas da Congregação Crista no Brasil;
Mostrar alguns ensinos da Congregação Cristã no Brasil que são fundamentados em versículos isolados das Escrituras;
Refutar as heresias da Congregação Cristã no Brasil.

TEXTOS DE REFERÊNCIA

I Co 9:11 - Se nós semeamos para vós as coisas espirituais, será muito que de vós colhamos as materiais?
I Co 9:12 - Se outros participam deste direito sobre vós, por que não nós com mais justiça? Mas nós nunca usamos deste direito; antes suportamos tudo, para não pormos impedimento algum ao evangelho de Cristo.
I Co 9:13 - Não sabeis vós que os que administram o que é sagrado comem do que é do templo? E que os que servem ao altar, par­ticipam do altar?
I Co 9:14 - Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evan­gelho.


Introdução

Denominação fundada pelo ítalo-americano Louis Francescon. Louis nasceu na Itália em 1866, converteu ao cristianismo em 1891 quando morava em Chicago, EUA. No ano seguinte, na mesma cidade, foi criada a Igreja Presbiteriana Italiana. Nesta igreja, Francescon foi eleito diácono e depois de alguns anos, ancião. Em 1907, Francescon passou a frequentar a Missão America­na, onde começou a pastorear uma Igreja pentecostal. Em oito de março de 1910, chegou à cidade de São Paulo, no bairro do Brás, onde começou a pregar o Evangelho, vindo a fundar a Igreja Pentecostal Italiana (primeiro nome da Congregação Crista no Bra­sil). Francescon faleceu em 7 de setembro de 1964, aos 98 anos de idade.



1. Práticas da Congregação Cristã no Brasil

Algumas práticas são defendidas pelos adeptos¹ desta seita, sem qualquer base bíblica.

Sectarismo: Espírito de seita; partidarismo.

O sectarismo da CCB está registrado nos tópicos de ensinamentos de várias de suas assembleias anuais promovidas pela liderança desta sociedade religiosa. Esses ensinos se tornam na prática a doutrina da CCB. Muitas razões provam que seus ensinos são antibíblicos e anticristãos. Negam ou distorcem algumas doutrinas básicas e fundamentais bíblico-protestantes.
Não podemos confundi-los com o Cristianismo Evangélico: são heréticos e podem confundir os cristãos simples de alguma igreja cristã saudável. No inicio do movimento (vemos isto lendo seus os artigos de fé) não havia heresias; com o tempo, seus líderes e ensinadores não pregam mais o que fundador escreveu.
Seus membros são desincentivados a estudos bíblicos. Daí, pregam completamente diferente do que Francescon dizia no inicio do século. Porém, há muitas pessoas dentro da CCB que não acreditam nas grandes heresias pregadas. São pessoas cristãs, comprometidas com o reino de Deus.

¹ Nota: Um provérbio popular diz: “Os liderados são o que o líder é”. Assim, sabe-se o motivo que faz a grande maioria crer no erro: o ensino dos dirigentes. Contudo, isso não impede ninguém de pesquisar, estudar e comparar, exceto a norma de serem contra estudar! (vide 1.3).

1.1 São contra o Ministério Pastoral

Conceitos orientadores:

O mesmo que levou cativos os poderes também concedeu dons à sua igreja: “os apóstolos, os profetas, os evangelistas, os pastores e mestres”. Diferentemente do v. 7, onde se falava da distribuição de dons individuais para todos os membros da igreja, Paulo aqui designa determinadas pessoas como dom de Cristo. Em vista da proximidade do presente trecho com Ef 1.20-23 é preciso chamar atenção para o fato de que em Ef 1.22 o Cristo exaltado foi “concedido” como cabeça sobre a igreja toda. Logo Cristo é a “dádiva principal” para sua igreja, no seio da qual ele próprio “concede” determinadas pessoas.
De modo diverso da listagem análoga em 1Co 12.28-30, Paulo emprega aqui o artigo definido para cada uma das pessoas. Isso permitiria concluir que na carta aos Efésios não se trata da tarefa em geral, mas do grupo claramente delimitado de representantes incumbidos do serviço específico. Essa diferença também é constatável em relação a Rm 12.6s, onde são arroladas não as respectivas pessoas, mas cada uma das atividades: profecia, diaconia, exortação, etc.
No mesmo sentido Paulo havia falado também em Ef 2.20 do “fundamento dos apóstolos e profetas” e em Ef 3.5 de “seus santos apóstolos e profetas”. Diante das demais considerações em Ef 4.12ss, parece que essa ênfase refere-se especificamente às tarefas de proclamação, direção e ensino. Por isso não são mencionados aqui outros dons da graça que aparecem em Rm 12 e 1Co 12.

Comentário Esperança – Eberhard Hahn

E concedeu dons. Em algumas passagens das Escrituras menciona-se dons que o Senhor deu a indivíduos; por exemplo, I Co. 12. Aqui os dons são aquelas pessoas com diversas capacidades, as quais ele deu à igreja.

Comentário Bíblico Moody – Moody Bible Institute of Chicago

No vers. 11 são mencionadas cinco ordens no ministério, em que se explicam alguns dos "dons" do vers. 8. Os bem conhecidos termos "bispo", "presbítero" e "diácono" não aparecem, e por isso alguns sugerem que a razão para a omissão resida no fato de esses três termos se referirem aos oficiais das igrejas locais, enquanto aqui Paulo tem em vista a Igreja universal, e por conseguinte menciona os que servem à Igreja em geral.

O Novo Comentário da Bíblia – F. Davidson        

A Bíblia afirma que Cristo é o Sumo Pastor. A mesma Escritura nos fala (como visto na citação acima) sobre sermos supervisionados. O Ensino Bíblico mostra (em vários textos) a existência do Ministério Pas­toral. O Apóstolo Paulo ensina que o Pastor é um dom de Deus a sua Igreja, o Ministério Pastoral tem propósitos específicos dentro do reino de Deus e coopera com o aperfeiçoamento dos santos e a edificação o corpo de Cristo. Na igreja primitiva vemos a função pasto­ral em ação. Há citações de vários pastores de igrejas no NT como: Timóteo, Tito, Pedro e Tiago, sendo Tiago o primeiro pastor da igreja de Jerusalém (I Pe 5:2 e 3).

Nota MDA: Concordamos plenamente com o entendimento de que Pastor é um dos muitos dons dados à Igreja contudo, só há tal especificação do verso 11 em diante! Do 1 ao 7 fala-se de modo geral sobre os dons (não apenas “pastor”). Em 7 e 8, vemos uma transição do dom de Cristo para dons aos homens. Entre 8-10, fala da tomada de um cativeiro e o cumprimento de coisas grandiosas. Lemos na revista “O Pastor é um dom de Deus a sua Igreja (Ef 4:8)”, neste trecho (v. 8) não há citação/alusão a “Pastor”, mas sim dons a todos os homens (que se disponham nas mãos divinas; vide citações acima).


1.2 São contra o sustento Pastoral

Conceitos orientadores:

Presbíteros. Em contraste com o vers. 1, aqui a referência é àqueles que estão à frente de uma igreja local como seus líderes. O verso seguinte esclarece que a honra que se lhes deve prestar inclui sustento material (cf. o vers. 3); outrossim, deve ser honra dobrada ou "ampla". Não só lhes deve ser prestada essa honra; também devem ser reconhecidos como de fato merecedores dela. No vers. 18 Paulo cita Dt 25:4, não para dar ênfase à letra da lei, mas para apelar ao princípio moral que essa lei ilustra. Note-se a ARA – "quando pisa" – isto é, enquanto está trabalhando. Alguns têm perguntado se a frase “A Escritura declara” abrange a segunda citação, visto encontrar-se em Lc 10.7. Em caso afirmativo, será uma referência notável ao terceiro Evangelho como Escritura. Mais provavelmente estas palavras são um provérbio muito conhecido então, citado por nosso Senhor, e aqui usado por Paulo para indicar o sentido da primeira citação do Velho Testamento.

I Timóteo – John Stott

Custear, sustentar, financiar ou mesmo assalariar os obreiros (principalmente o dirigente e/ou missionários) é recomendação bíblica (além de uma obviedade enorme: as corporações que não geram lucros em vendas e outros, possui despesas, gastos e até mesmo prejuízos a saldar) e não necessariamente uma “obrigação” irrestrita, visto que eles podem renunciar a isto (vide Paulo, II Co 11:9, 12:13, 14 e 16), especialmente se for um dirigente de grandes recursos ou que possua várias fontes ofertantes, chegando mesmo a ele próprio custear muitas coisas (o “não ser pesado” que Paulo diz). O próprio Paulo recebeu salário de algumas igrejas (II Co 11:8); se está ativo e frutificando, o obreiro é digno de seu salário (I Tm 5:18). Paulo ensinou a igreja de Corinto a sustentar pregadores do evangelho (I Co 9:4-14). Devemos ter cuidado quanto ao sustento dos ministros. Se trabalham nesta obra são dignos de dupla honra e estima. Seria a esperada recompensa de um trabalhador.
O Apóstolo João faz um registro de suma importância no que diz respeito ao sustento pas­toral. Em Jo 13.29 (veja também Jo 4.8), temos a informação de que Judas era o tesoureiro no ministério de Jesus e o responsável pelas compras dos suprimentos para os discípulos. Fica evidenciado que o próprio Jesus instituiu uma função, dentro do colegiado apostólico, para cuidar da área financeira, provando que existia. Em Mt 10.9-11, Jesus deu uma missão especial aos doze apóstolos, os quais receberam autoridade para curar os enfermos, limpar os leprosos, ressuscitar os mortos e expulsar os demônios. Eles não podiam levar dinheiro, nem pão, nem roupa extra, nem alparcas, nem bordão; deveriam receber o sus­tento vindo das pessoas por que passavam. Em outra ocasião, Jesus criou uma comissão espe­cial composto por setenta discípulos. Eles saíram de dois em dois para alcançar somente os Judeus. Não podiam ir de casa em casa em busca de alimentos, mas deveriam ficar hospedados em uma única casa onde recebiam seu sustento (Lc 10.7). Je­sus criou outra grande comissão (Mc 16.15), que existe ate hoje e tem a incumbência de levar o Evangelho a todo mundo, e que pode ser sustentada da mesma forma que as comissões formadas anteriormente por Jesus. Alegar que não se deve sustentar os obreiros da Seara do Mestre é negar as evidencias bíblicas.

Salário do Pastor, Como poderia Ser? (I) (II)

1.3 São contra o Estudo da Bíblia Sagrada

Conceitos orientadores:

Sendo, pois, assim que os discípulos, apesar de toda cautela, precisam comparecer aos tribunais, eles podem ficar consolados pelo apoio do Espírito Santo.
O discípulo não está sozinho diante de seus juízes terrenos, mas vem acompanhado de um advogado de direito. Esse advogado é o Paracleto, o Espírito Santo (cf. Mt 6.25). Àquele que cisma, temeroso e preocupado, como deverá falar e o que deverá dizer porque afinal defende a causa mais importante e extraordinária e fala para defender sua vida, a esse Jesus diz: “Não se deixe levar a desvios, não tente usar artifícios especiais, não procure por meios auxiliares!”
É significativo que, nas palavras dos v. 19 e 20, em que o discípulo em perigo de vida confessa o seu Mestre, Jesus não diga: “Será o Espírito do meu Pai que falará através de vocês” mas: “Será o Espírito do vosso Pai que falará e testemunhará com vocês”.
Mais uma vez, expressa-se com clareza a enorme e singular diferença entre Jesus e nós na relação com o Pai nos céus.

Comentário Esperança – Fritz Rienecker

Por essa razão Paulo pretende “levar cativo todo pensamento para obedecer ao Cristo”, a fim de ajudá-lo a alcançar justamente assim a autêntica liberdade. Quando Paulo fala de “todo” pensamento, essa palavra não possui sentido estatístico. Paulo não pode contar com a possibilidade de derrotar intimamente todos os seus adversários em Corinto. Porém de forma alguma existe em Corinto algum pensamento, independentemente de que tipo seja, de cunho “judaísta” ou “gnóstico”, que não devesse nem pudesse ser subordinado a Jesus.

Comentário Esperança – Werner de Boor

Aprendamos a usar corretamente a paciência de nosso Senhor que ainda demora sua vinda. Homens soberbos, carnais e corruptos tratam de eliminar algumas coisas em uma aparente concordância com suas ímpias doutrinas. Mas não há razão pela qual as epístolas de Paulo ou qualquer outra parte das Escrituras devam ser deixadas de lado; porque os homens, livrados a seu próprio critério, pervertem toda dádiva de Deus. então, procuremos ter preparadas nossas mente para receber coisas difíceis de entender, e coloquemos em prática as coisas que são mais fáceis de entender. Todavia, deve haver negação de sim, suspeita de nós mesmos e submissão à autoridade de Cristo Jesus antes que possamos receber de todo coração todas as verdades do evangelho, portanto, estamos em grande perigo de rejeitar a verdade. o crente deve desconhecer e aborrecer todas as opiniões e os pensamentos dos homens que não concordem com a lei de Deus, nem sejam garantidos por ela.
Os que são descaminhados pelo erro, caem de sua própria constância. Para evitar sermos descaminhados, devemos tratar de crescer em toda graça, em fé, virtude e conhecimento. Esforcem-se por conhecer mais clara e plenamente a Cristo; conhecê-lo para ser mais como Ele e amá-lo mais. Este é o conhecimento de Cristo após o qual ia o apóstolo Paulo, desejando obtê-lo; e os que saboreiam este efeito do conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, darão graça, depois de receber tal graça, e o louvarão e se unirão para dar-lhe a glória agora, com a plena seguridade de fazer o mesmo no além, para sempre.

Comentário Bíblico Matthew Henry (conciso) – Matthew Henry

 (I Tm 4:13; João 14:26). Só é possível lembrar-se do que se sabe.

Se estudiosos não houvessem examinado atentamente s Profecias Messiânicas do AT, como poderiam as virgens de Israel esperar serem escolhidas? Como Maria poderia dar ouvidos a um anjo dizendo que ela teria um filho, sem ter relações com José, seu esposo? Como Jesus pode ler o rolo de Isaías no templo, sem ter estudado ou aprendido a ler (também estudo)? Como poderia ele ter entrando em profundos temas com os doutores?
A prática do estudo das Escrituras é tão clara, óbvia, indispensável e vital, que deixaremos uma série de passagens que se explicam por si mesmas: Is 34:16, Jo 7:51 e 14:26, Rm 1:28, 15:14, I Co 1:5, 8:7, 15:34, Fp 1:9, Cl 4:6 e I Tm 4:1.



2. Textos Bíblicos mal interpretados pela Congregação Cristã no Brasil

Alguns ensinos da Congregação Cristã no Brasil são fundamentados em versículos isolados das Escrituras.

Ao lado e alheio a tudo isso que se passa em círculos acadêmicos, segue firme a leitura popular fundamentalista, cada vez mais presente nos meios de comunicação social do Brasil. Textos são escolhidos a dedo, em função de seu caráter "comprobatório", ou seja, por confirmarem aquilo que se está querendo provar. Além disso, pratica-se uma exegese atomística, em que textos são isolados de seus contextos, resultando, muitas vezes, numa exegese de caráter duvidoso. Isto, no entanto, será objeto de análise nos capítulos seguintes.

Sintaxe

É preciso de todas as formas evitar a fragmentação do texto, que parece pressupor que o mesmo não passa de uma seqüência de vocábulos isolados. Neste passo, o intérprete procura entender como os diferentes termos se relacionam dentro do texto (coordenação e subordinação).
O intérprete precisa tentar entender a progressão lógica ou a seqüência do texto. Pode investigar o "movimento" do texto. Este pode ser visual, apresentando uma série de cenas. Pode ser narrativo, trazendo um pequeno enredo, com começo, meio e fim ou, então, conflito, complicação e resolução. Pode ainda ser argumentativo, feito de uma série de teses, com provas, etc.
Dessas observações resulta um esquema ou esboço. E alguém já disse, certa vez, falando a pregadores: "Dificilmente vocês conseguirão melhorar o esboço do Espírito Santo, embutido no próprio texto".

Princípios de Interpretação Bíblica – Vilson Scholz (trechos)

2.1 O uso do véu nos cultos

Conceitos orientadores:

A mulher foi submetida ao homem porque foi criada como sua ajuda e consolo. Ela nada deve fazer nas assembléias cristãs que pareça uma pretensão de ser seu igual. Ela deve ter uma "potestade" sobre sua cabeça, isto é, um véu, devido aos anjos. A presença deles deve resguardar os cristãos de tudo o que é mau enquanto adorem a Deus. não obstante, o homem e a mulher foram feitos um para o outro. Seriam consolação e bênção mútua, não uma a escrava e o outro o tirano. Deus tem estabelecido as coisas no reino da providência e no da graça, de modo que a autoridade e a submissão de cada parte sejam para ajuda e proveito mútuo. Era costume nas igrejas que as mulheres se apresentassem veladas nas assembléias públicas, e assim ingressaram na adoração em público; e estava bem que assim fizessem. A religião cristã sanciona os costumes nacionais onde quer que estes não sejam contrários com os grandes princípios da verdade e da santidade; as peculiaridades afetadas não recebem consentimento de nada na Bíblia.

Comentário Bíblico Matthew Henry (conciso) – Matthew Henry

As mulheres, no momento do culto da Congregação Cristã no Brasil, usam um véu para cobrir a cabeça, conforme a interpretação equivocada de I Co 11:4-15. A prática do véu instituída por Paulo, foi aplicada somente para os corintos, como substituição aos cabelos, para as mulheres que anteriormente haviam sido sacerdotisas da deusa Afrodite, pois elas raspavam a cabeça para cumprir essa função. O uso do véu em si não é uma prática sustentada pelas Escrituras, pois não existem referências, além desta especificamente. Ao contrário, Paulo ensina que: "Pois a cabeleira lhe foi dada em lugar de véu" (I Co 11:15b).


2.2 O uso do "Ósculo Santo" nos cultos

Conceitos orientadores:

A ordem saudai-vos uns aos outros com ósculo santo (cons. I Co. 16:20; lI Co. 13:12; I Ts. 5:26) ou com ósculo de amor (I Pe. 5:14) mostra que uma fervorosa comunhão cristã era característica da igreja primitiva. Seja o que for que, na cultura moderna, seja característica de profunda afeição cristã – um beijo no rosto, um sincero aperto de mão, um segurar de ambas as mãos, etc. - é o equivalente da ordem apostólica.

Comentário Bíblico Moody – Moody Bible Institute of Chicago

O texto de Romanos 16.16 é mais um interpretado erradamente, visto que esta saudação, "Ósculo Santo" - o popular beijo - é praticado por eles so­mente nos cultos. Acontece que o ósculo é um costume entre os orientais (At 20.37), utilizado tanto no momento da chegada como na despedida entre as pessoas, costume que existe até hoje. Como exemplo disso, no Brasil, usa-se o aperto de mão na saudação; da mesma forma o ósculo santo, apenas um costume cultural e não uma doutrina. Por que eles não "beijam" uns aos outros fora de seus templos?


2.3. Oram somente ajoelhados

Conceitos orientadores:

O que é a oração?

Sabemos da dificuldade de alguns acerca do valor e da eficácia da oração; principalmente quando ouvimos, ou lemos, ensinamentos que distorcem o conteúdo das Escrituras. Estamos sempre a lidar com os extremos: Pessoas que oram, crendo que sua oração determina os atos de Deus, e pessoas que não oram, por acharem que de nada adiantará, devido às decisões divinas. O que fazer? Orar, não orar, orar muito, orar pouco, orar sentado, em pé, de joelhos, ... será que deitado vale? O que fazer?
Há grande quantidade de passagens bíblicas que tratam acerca da oração. Poderíamos nos ater a um único texto, sugando seus ensinamentos; no entanto, nenhum único texto seria completo. Assim, iremos nos basear em alguns textos, objetivamente, a fim de sermos despertados quanto ao valor e a necessidade de orarmos.

Distorções acerca da oração:

A oração, em si, não possui poder místico, sobrenatural.
Há pessoas que são consideradas poderosas por suas orações, a ponto de serem procuradas até por quem não as conhecem diretamente; o objetivo é o de conseguir da parte de Deus algo que satisfaça suas necessidades, por intermédio da pessoa que ora.
No entanto, a Bíblia nos apresenta um exemplo bem diferente no que diz respeito à oração eficaz - na parábola do fariseu e do publicano, proferida por Jesus em Lucas 18.10-14. Seguindo o modelo apresentado por Cristo, uma oração bem sucedida é aquela em que há humildade, disposição de ouvir, e prontidão em exaltá-lo.
A oração, em si, não amarra satanás e seus demônios. Não encontramos em nenhum texto das Escrituras a idéia de que satanás está à mercê das orações dos fiéis. Mas sim que devemos estar em comunhão com Deus, objetivando resistir ao inimigo a ponto de termos sua indesejável presença longe de nós (Ef. 6.10-18).
A oração não nos dá o direito de brincar com quem quer que seja, incluindo nosso inimigo espiritual. A ordem de Deus é "vigiar, orar, resistir ao diabo e ele fugirá".
A oração, sim, é um meio de expressar a simplicidade e limitação do crente e a grandiosidade e poder de Deus que usa ferramentas falhas para estabelecer Sua vontade.
A oração, em si, não nos torna deuses.
Há um adágio evangélico que diz: "a oração move a mão de Deus". No fundo, a idéia é a de que podemos direcionar nossa vida, fazendo com que o Senhor opere a nosso favor. O único problema, apesar da atraente proposta, é que a Bíblia não nos ensina assim

Realidade da Oração – Wagner Lima Amaral (http://www.ibe.org.br/estudo1.asp)

Os membros da Congregação Cristã no Brasil só oram ajoelhados. Na Bíblia há relatos de orações feitas em prisões, montes, em pé, deitados, amarrados, em covas, com posturas e em locais diferentes. Ezequias quando orou a Deus pedindo a cura, ele não estava no templo (II Rs 20:1-3; Is 38:1-8). Em que posição Jonas orou no ventre do peixe? (Jn 2:1). O próprio Jesus não seguia a regra de orar somente ajoelhado, Je­sus orou diante do túmulo de Lázaro (Jo 11:41). Jesus orou pendurado na cruz (Lc 23:46). O cego de Jericó orou "na beira da estrada" e recebeu o milagre (Mc 10:46-54). Paulo e Silas oraram na prisão (At 16:25). Oração é falar com Deus, e para conversar com o Pai, não importa a posição corporal, o que importa é a comunhão com Ele.
A mulher samaritana fez uma pergunta oportuna a Jesus: "Nossos pais adoraram neste monte, e vós dizeis que em Jerusalém é o lugar onde se deve adorar" (Jo 4.20), Jesus respondeu: "Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espirito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Deus é Espirito, e é necessário que os que o adoram o adorem em espirito e em verdade." (Jo 4.23,24). Nesse episódio, Jesus fala da atitude e da postura do adorador e não da importância do lugar. Na parábola do fariseu e do publicano, o publicano é apresentado orando "em pé" (Lc 18.13), e Jesus conclui dizendo que "este desceu justificado para sua casa" (Lc 18.14). Assim, se orar ajoelhado fosse uma regra, Cristo teria contado a referida parábola de modo a apresentar o personagem orando ajoelhado.



3. Doutrinas da Congregação Cristã no Brasil

Ensinos de suma importância para a vida cristã não são interpretados corretamente, como descritos a seguir:

...A doutrina oficial é idêntica a de outras igrejas evangélicas. Porém, na prática, a história é outra. O credo oral da CCB tem se tornado em outro evangelho, totalmente divorciado dos preceitos neotestamentários.
Podemos resumir o “outro evangelho” apregoado pela CCB da seguinte maneira:

·    A Salvação é pela graça, mas está atrelada ao pertencer à CCB;
·    Não é necessário estudar a Bíblia, pois a letra mata, o Espírito Santo dirige tudo;
·    O modo de batismo realizado pela CCB é o correto;
·    Somente na CCB se cumpre os mandamentos apostólicos de as mulheres usarem o véu e cumprimentarem-se com o ósculo santo;
·    É errado dar o Dízimo, este pertencia à Lei e nós estamos na Graça;
·    Só existe um pastor da igreja: Jesus Cristo; o cargo de pastor é coisa de homens;
·    Não devemos pregar o Evangelho nas praças, porque o Evangelho não pode ser escandalizado e só se deve pregar se Deus revelar;
·    Só podemos orar de joelhos;
·    O adultério é o pecado para a morte, etc...

3.1 O Batismo nas Águas como "Ato Regenerador"

Conceitos orientadores:

Rebatismo em nome de Jesus

Os adeptos da Congregação rebatizam aquele que vem de outra igreja evangélica, afirmando que ele não foi batizado “em nome de Jesus”. Afirmam que Pedro recebeu uma nova revelação no dia de Pentecostes (At 2.3 8). Obviamente, essa explicação dada por eles é absurda, visto que Jesus não seria capaz de mudar a posição sobre esse assunto, a respeito do qual se manifestara poucos dias antes (Mt 28.19). Além disso, o sentido do texto de Atos 2.38 é “seja batizado sobre o nome de Jesus”, ou seja, significa que, aos judeus, a quem a mensagem foi dirigida naquele momento, repousariam sua esperança e confiança na autoridade messiânica. A literatura da Igreja primitiva, tanto do primeiro século quanto do segundo, testemunha claramente de que a Igreja sempre manteve a ordenança de Jesus em Mateus 28.19, batizando “em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”. Um dos exemplos clássicos é o Didaque, também chamado de O Ensino dos Doze Apóstolos, escrito no começo do segundo século. O capitulo 7 é um manual a respeito do batismo, onde se afirma claramente que a Igreja Cristã Primitiva batizava em nome da Trindade, assim como Jesus ensinou em Mateus 28.19. Ademais, rebatizar alguém nunca foi prática da Igreja Cristã. Não há em o Novo Testamento nem na história da Igreja Cristã registro de rebatismo feito ou aprovado pelo ramo oficial e tradicional da Igreja. Quem sempre rebatizou foram os grupos sectários e heréticos, como os montanistas e donatistas, por exemplo, mas nunca a Igreja oficial. O único caso de rebatismo encontrado é em Atos 19, mas naquele caso os que foram rebatizados haviam sido batizados antedormente com o batismo de João, o qual possuía significado e aspecto até certo ponto diferentes do batismo cristão, instituído por Jesus momentos antes de subir ás alturas. A Bíblia é clara quando fala de “uma só fé e um só batismo” (Ef 4.5). Além do mais, a circuncisão era um ato sem repetição no tempo da antiga aliança e, por analogia, serve de precedente para o batismo na Nova Aliança, visto que o batismo cristão é paralelo da circuncisão judaica, segundo se aprende em Colossenses 2.11,12

Congregação Cristã do Brasil – Igreja Trino Deus

A CCB diz não reconhecer o Batismo de outras denominações pelos seguintes argumentos: "o batismo de outras denominações cristãs está errado, porque utilizam a expressão "eu te batizo". A CCB entende que ao dizer "eu te batizo" é a carne que opera e o homem se coloca na frente de Deus. "O Batismo só é válido se efetuado com esta fórmula: Em nome do Senhor Jesus te batizo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo". "O Batismo da CCB purifica o homem do pecado". Parece que a CCB, além de não conhecer a Bíblia, desconhece também, a língua portuguesa. Que diferença há em dizer: "Eu te batizo" ou "Te Batizo". O sujeito não está oculto? Além do mais, se, pelo fato de utilizar a expressão "eu te batizo", estivermos aborrecendo a Deus , então João Batista teria ofendido a Deus, pois ele dizia "eu vos batizo com água..." Será que a CCB acha que João Batista era carnal e se colocava na frente de Deus?

Congregação Cristã no Brasil, [CCB seus erros] – Solascriptura-tt.org

Quando alguém se dispõe e se candidata ao Batismo, infere-se a necessidade de já estar salvo, lavado, purificado e devidamente com as dívidas saldadas! Também está aderida a crença (deveria sempre ser uma certeza) de que tal pessoa é de fato uma Nova Criatura: novos hábitos, idéias, atitudes, pensamentos, vocabulário e etc., possivelmente até mesmo dando testemunhos de maravilhas, milagres, experiências, gratidão e evangelizando, na medida do possível.
A CCB usa Atos 2.38 para afirmar que o Batismo purificar pecados. A Salvação é uma graça (favor) de Deus aos homens (Ef 2:8 e 9); é uma dadiva de Deus impagável, economicamente comparando-se (Tt 2:11). A Regeneração fica aos encargos do E. Santo (Tt 3:5); o Batismo em Águas, propriamente, é um sinal, um testemunho público, do arrependimento que acontece no ato da conversão a Jesus Cristo como Senhor e Salvador.
O texto mais contundente acerca deste tema está na pergunta de Pedro: "Respondeu então Pedro: Pode alguém porventura recusar a água para que não sejam batizados estes que também, como nós, receberam o Espirito Santo?" (At 10.47). As pessoas que estavam reunidas na casa de Cornélio ao ouvirem a mensagem do Evangelho, e que deram crédito a mensagem pregada por Pedro, claramente receberam o Espirito Santo antes de serem batizados nas águas. Se o batismo é para a regeneração por que Jesus foi batizado? (Mt 3.16), visto que Jesus não precisava ser regenerado? Para o cristão o batismo nas águas é a identificação com Cristo em: Sua Morte (Rm 6.3); Seu sepultamento (Rm 6.4); Sua ressurreição (Rm 6.5). O batismo em águas é uma ordenança bíblica para os que são salvos.


3.2 A Doutrina da Transubstanciação

Conceitos orientadores:

As Escrituras declaram que a Ceia do Senhor é um memorial ao corpo e sangue de Cristo (Lucas 22:19; I Coríntios 11:24-25), não o verdadeiro ato de consumir Seu corpo físico e sangue. Quando Jesus falava, em João capítulo 6, Ele ainda não tinha tido a Última Ceia com Seus discípulos, na qual Ele instituiu a Ceia do Senhor. Compreender João capítulo 6 como sendo a Ceia do Senhor / Comunhão Cristã, portanto, não se justifica. Para uma discussão mais completa deste assunto, leia por favor nosso artigo sobre Santa Eucaristia.
O motivo mais sério por que a transubstanciação deva ser rejeitada é porque é vista pela Igreja Católica Romana como um “novo sacrifício” de Jesus Cristo por nossos pecados, ou como um “novo oferecimento” ou “nova apresentação” de Seu sacrifício. Isto está diretamente em contradição com o que dizem as Escrituras, que Jesus morreu “uma vez por todas” e não necessita ser novamente sacrificado (Hebreus 10:10; I Pedro 3:18). Hebreus 7:27 declara: “Que não necessitasse (Jesus), como os sumos sacerdotes, de oferecer cada dia sacrifícios, primeiramente por seus próprios pecados, e depois pelos do povo; porque isto fez ele (Jesus), UMA VEZ, oferecendo-se a si mesmo.”

O que é Transubstanciação? – gotquestions.org

Esta denominação prega a heresia católica da transubstanciação. Há, pelo menos, três doutrinas concernentes aos elementos da Santa Ceia: 1) Transubstanciação - ensina que os elementos da Santa Ceia, no ato da consagração, transformam-se literalmente em carne e sangue de Jesus Cristo; 2) Consubstanciação - ensina que as substâncias do Corpo e do Sangue de Cristo se unem a substância dos elemen­tos da Ceia, no instante que são consagrados; 3) Substanciação - ensina que a substância dos elementos da Ceia continuam sem alteração, apenas simbolizando o corpo e o sangue de Cristo. A doutrina ensinando que os elementos da Ceia são símbolos, e que tem apoio bíblico 1 Co 11.23-26).
Ensinam a doutrina da Transubstanciação baseados em uma interpretação literal de João 6.53. Esquecem eles que Jesus sempre utilizou em seus discursos metáforas e figuras de linguagem. Seria Jesus literalmente uma porta, conforme afirmação em João 10.9? Seria Jesus uma "videira", segundo João 15.1? Quando os discípulos de Jesus participaram da Ceia, não comeram "um pedaço do corpo de Jesus", e sim, um símbolo do corpo de Jesus, visto que Jesus ainda estava presente, fisicamente, no momento da celebração da referida Ceia. Ainda de acordo com as leis levíticas, a came humana não poderia ser consumida. Portanto a doutrina da Transubstanciação não tem respaldo bíblico.


3.3 O Ensino concernente ao Dízimo

Conceitos orientadores:

Esta Igreja ensina que o dízimo foi uma prática restrita ao tempo da lei, portanto, nada tendo a ver com os crentes da atualidade. É mais um erro de interpretação desta seita, visto que, como pode ser constatado em Gn 14.20 e Gn 28.22, a prática do dízimo é bem antes da instituição da Lei Mosaica. Em Mt 23.23, Jesus confirma o dever de dizimar.
Nosso ministério não opina em seus ensinos abertos sobre alguns temas (como fazemos constar em nossas apresentações). São eles: 1) Liturgia do Culto, 2) Política, 3) Ordenação Feminina, 4) Dízimos e Ofertas, 5) Costumes Locais e 6) Igrejismos (problemas e maus costumes institucionais). Sim, temos convicções formadas sobre todos eles, por meio de larga observação, estudos e considerações sobre os ensinos dos grandes mestres, principalmente dos brasileiros. Poderíamos laudar tratados e artigos, mas nem todos estão aptos a ouvir e comparar.
Seguindo a mesma linha de raciocínio quanto a assalariar obreiros, teceremos alguns comentários/entendimentos sobre ofertas obrigatórias. O tema é controverso e motivo de desentendimentos (todos estão cientes que os gastos da igreja local devem ser pagos). Iremos colocar a disposição alguns artigos que defendem pontos distintos, como: 1) Dízimo é da Lei, 2) É anterior à Lei logo, ultrapassa o cumprimento desta (em Cristo/NT) e continua válido, 3) Cristo ordenou o Dízimo, 4) Cristo falou do Dízimo exclusivamente ao Judaísmo, 5) Não se falou sobre ele nos textos (cartas) dos apóstolos (pós-evangelhos), 6) O Dízimo é um “recurso” forçado muito tempo depois dos dias da Igreja Primitiva (hoje, tornado culturalmente enraizado), 7)Por constar em estatutos, é “dívida” de um modo ou de outro, 8) Paulo ensinou que só se deve dá-lo alegremente (alguns destes pontos são inegáveis, independente de como se entenda “Dízimo”), 9) O pagamento não salva, como a dívida não condena e 10) Quem não paga é ladrão (“rouba a Deus”).
Existem entendimentos diversos quanto a muitas coisas. Existem exigências documentais extra-bíblicas (estatutos, regimentos e etc.), independentemente de sua posição pessoal ou da nossa. Há coisas que falamos, cumprimos e divulgamos mas, nem sempre temos posições pessoais tão unidas ao “que está valendo” ou sendo “decidido”. Até mesmo os defensores de que o dízimo cessou, concordam que 10% é um valor razoável de manutenção da Igreja Local. Devemos considerar também: 10% do salário de 800 pesa extremamente mais (chegando a ser insustentável, por vezes...) que 10% de quem ganha 3000; no AT havia o sustendo do Templo e do Sacerdócio; hoje pagamos impostos para que o Estado nos dê suportes.

Nota: O MDA (equipe) paga dízimos. Não estamos dando pareceres, apenas subsídios das várias opiniões.
Iremos indicar obras teológicas sérias onde se relata sobre o item 6 (AGUARDEM, mesmo que seja na semana que vem...).

Dízimo (I) (II) (III)


Conclusão

Pelo ensino de várias heresias, mesmo tendo como livro sagrado e manual de doutrinas a Bíblia, e que esta denominação é classificada como uma seita. Negam verdades bíblicas, interpretam erradamente vários textos das Escrituras Sagradas, torcendo Doutrinas de cunho fun­damental de uma Igreja verdadeiramente Cristã.

Fontes:

Bíblia Sagrada ARC/ARA/ACF/TB/BV/RV/NTLH
Religiões, Seitas e Heresias – Como identificar e refutar os Falsos Profetas e seus ensinos (revista EBD professor) – Editora Betel – 1º Trimestre 2014 – Lição 04
O Antigo Testamento Interpretado – Norman Champlin – Hagnos
O Novo Comentário da Bíblia – F. Davidson – Vida Nova
Comentário Bíblico Matthew Henry (Conciso) – Matthew Henry – CPAD
Comentário Bíblico Moody – Editora Batista Regular
Comentário Bíblico Esperança NT – Editora Evangélica Esperança
Comentário Bíblico Efésios – Elienai Cabral – CPAD
I Timóteo – John Stott (fonte?)
Seitas e Heresias – Diversos autores (Internet)
Seitas e Heresias, Um sinal dos tempos – Raimundo F. de Oliveira – CPAD
Manual de Apologética Cristã – Esequias Soares – CPAD
ICP http://www.icp.com.br
O que é Transubstanciação? (link)
Princípios de Interpretação Bíblica – Vilson Scholz – Ed. ULBRA

Bibliografia Indicada (estude mais)

Perigos Sutis ao Ministério Pastoral (link)
De Pastor para Pastor (link)

Questionário

1. Qual o nome do fundador da Congregação Cristã no Brasil?
R. Louis Francescon.
2. Qual texto bíblico, esta denominação ensina que o pregador não deve buscar maiores conhecimentos?
R. Mt 10.19,20.
3. Qual foi a recomendação de Paulo a Timóteo, conforme I Tm 4:13?
R. Até que eu vá, aplica-te à leitura, a exortação, e ao ensino.
4. O que ensina a Doutrina da Transubstanciação?
R. Que os elementos da Santa Ceia, no ato da consagração, transformam-se literalmente em came e sangue de Jesus Cristo.
5. O que ensina a Doutrina da Consubstanciação?
R. Que as substâncias do Corpo e do sangue de Cristo se unem a substância dos elementos da Ceia, no instante que são consagrados.

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