domingo, 2 de fevereiro de 2014

EBD Editora Betel - Adventismo do Sétimo Dia




Assembleia de Deus CONAMAD
Lição 06 – 09 de Fevereiro de 2014
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Texto Aureo

“Por isso os judeus perseguiram a Jesus, porque fazia estas coisas no sábado.” Jo 5:16

Não peques mais, para que não te suceda coisa pior. A cura física nas mãos de Jesus pode incluir perdão de pecados (cons. Mc. 2:9-12). Esse perdão não deve ser aceito levianamente. A coisa pior fica indefinida, e a advertência torna-se mais atuante por causa disso. Retornando aos judeus, o homem identificou Jesus como sendo a pessoa que o curou, provavelmente não porque estivesse ofendido com a advertência de Jesus, mas porque sentia-se na obrigação, como membro da comunidade, de fornecer uma informação procurada pelas autoridades. Isso levou os líderes a perseguirem Jesus. Para eles estava claro que transgredira a lei. Violara o sábado. Estas coisas não está definido. O verbo é "ele estava fazendo", sugerindo que havia ainda outros agravos. As palavras procuravam matá-lo carecem de suficientes provas documentadas.

Comentário Bíblico Moody – Moody Bible Institute of Chicago

Verdade Aplicada

Dos Dez Mandamentos registrados no Antigo Testamento, nove são ratificados no Novo Testamento, ficando fora apenas o quarto, que é a guarda do Sábado.

O Significado dos Mandamentos

Os mandamentos começam com um prefácio (Êxodo 20:2; Deuteronômio 5:6) que identifica Deus, que deu os mandamentos a um povo com quem ele já tinha um relacionamento. A pessoa que da a lei é o Deus do Êxodo, que redimiu o seu povo da escravidão e os deu a liberdade. Os mandamentos foram dados a um povo que havia sido redimido; eles não foram dados para alcançar a redenção. Há algumas variações na numeração dos mandamentos. De acordo com alguns sistemas, o prefácio é identificado com os primeiros mandamentos. Parece preferível no entanto, entender as palavras de abertura como um prefácio para os Dez Mandamentos.

      Enciclopédia Ilúmina

Objetivos da Lição

Conhecer a origem da Igreja Adventista do Sétimo dia;
Apresentar o ensino da Bíblia Sagrada sobre a guarda do sábado;
Refutar as principais heresias dos Adventistas.

Textos de Referência

Jo 5:8 - Disse-lhe Jesus: Levanta-te, toma o teu leito e anda.
Jo 5:9 - Imediatamente o homem ficou são; e, tomando o seu leito, começou a andar. Ora, aquele dia era sábado.
Jo 5:10 - Pelo que disseram os judeus ao que fora curado: Hoje é sábado, e não te é lícito carregar o leito.
Jo 5:11 - Ele, porém, lhes respondeu: Aquele que me curou, esse mesmo me disse: Toma o teu leito e anda.


Introdução

A guarda do Sábado é a doutrina mais conhecida do Adventismo. Porém há outras heresias graves que são difundidas por esta seita. Dentre elas, a aceitação como inspirados os escritos de Ellen G. White, colocados em pé de igualdade com as Escrituras. Esta lição apresenta os principais ensinos dos Adventistas do Sétimo Dia, com a devida refutação bíblica.

“MOST SCHOCKING IN ALL”

O título supra aparece na seção RELIGIÃO do Time de Agosto de 1982, onde podemos ler:

"O mais chocante de tudo: ela usava as palavras de autores anteriores como se fossem as palavras que ela escutava quando em visão. Em alguns casos, ela usa as palavras de autores do século dezenove como se fossem de Cristo ou de um guia celestial."

Esta citação que você acaba de ler, o Time a recolheu da revista Ministry/7, um órgão oficial da Igreja Adventista para os seus ministros.
Creio, leitor, que poderia encerrar este livro com este capítulo. Eu o faria, não tivesse alguma coisa a mais para dizer. Expresso-me assim porque isto que aí está é quase inacreditável, e já dá a certeza da grandeza da fraude que envolvia a vida de Ellen White.
Palavra por palavra, copiava-as, e dizia que as havia recebido em visão.
Por que precisaria ela praticar ato tão leviano?
Pare para pensar, irmão adventista! E se posso dar-lhe uma sugestão, aqui vai ela: tenha por Ellen White o mesmo carinho que você deve dedicar a qualquer ser humano. Ela foi alguém por quem Jesus deu também Sua vida. E já não é o suficiente? Não lhe tribute, porém, as qualidades de profetisa e mensageira do Senhor. Ela não foi nem uma coisa nem outra. Os seus líderes religiosos sabem disto. Transfira o crédito para quem de direito: os profetas do livro de Deus.
Repetindo: os homens cultos do adventismo, e os há muitos, os mesmos que sobem ao púlpito para exaltar a pessoa da Srª. White sabem que a sua vida como mensageira do Senhor foi um equívoco. Mas não podem dizê-lo. Primeiramente, porque já conseguiram amansar o burro bravo que se encontra dentro deles, que é a consciência, e em segundo lugar , porque precisam dela para poderem sobreviver.

Igreja de Vidro – Ubaldo Torres de Araújo


1. História do Adventismo

A Igreja Adventista do Sétimo Dia tem como fundador um pregador leigo, que era membro da Igreja Batista, William Guilherme Miller. Miller nasceu em Pittsfied Massachusetts (E.U.A.), em 15 de fevereiro de 1782. Miller morreu em 20 de dezembro de 1849.

Obras que o influenciaram (ao fundador):
David Hume: Era céptico quanto a possibilidade de um conhecimento verdadeiro.
Voltaire: Escritor satírico, que atacou entre outros, católicos e calvinistas.
Thomas Paine: Escritor e político que defendia os direitos do homem, principalmente no que se referia a emancipação dos Estados Unidos da América.
Deísmo: Sistema que rejeita toda espécie de revelação divina, mas que acredita num Deus, destituído de atributos morais e intelectuais, sendo este, apenas como a força infinita.
A sua história:
A sua época, inicio do século XIX, foi marcada pôr um interesse geral pôr assuntos apocalípticos. Isso levou-o a estudar a Bíblia com o auxílio da Chave bíblica de Cruden. Depois de dois anos publicou três obras:
O Grito da Meia-Noite.
Os Sinais dos Tempos.
A Trombeta de Alarme.
Em 1818 Miller afirmou que em vinte anos Cristo voltaria para o julgamento. Em 1831 determinou a data da volta: 10 de dezembro de 1843. Vide Números 14.34; Ezequiel 4.6 e Daniel 8.13,14.
Muitos fazendeiros venderam suas propriedades e grande números de pessoas viajaram a fim de se despedirem dos parentes e amigos. Miller explicou que havia errado os cálculos. Marcou 1844, 1847, 1850, 1852, 1854, 1855, 1863, 1877. O motivo de novas datas terem sido marcadas se deve ao fato de que Miller começou a dar aulas sobre o método de fixar datas em 1831.

Seitas e Heresias – DGCEC

Calculando que cada um dos 2.300 dias da profecia de Daniel representava um ano, Miller tomou o regresso de Esdras do cativeiro no ano 457 a.C. como ponto de partida para o cálculo de que Cristo voltaria à Terra, em pessoa, no ano de 1834. Esta previsão fora feita em 1818.
Tão grande foi o impacto causado por essa revelação de Miller, que muitos crentes, vindos de diferentes igrejas, doaram suas propriedades, abandonaram os seus afazeres, e se prepararam para receber o Senhor no dia 21 de março daquele ano. O dia aprazado chegou, mas o tão esperado acontecimento não se deu. Revisando seus cálculos, Miller concluiu que havia errado por um ano, e anunciou que Cristo voltaria no dia 21 de março do ano seguinte, ou seja, de 1844. Porém, ao chegar essa data, Miller e seus seguidores, em número aproximado de 100 mil, sofrem nova decepção. Uma vez mais Miller fez um novo cálculo segundo o qual Cristo voltaria no dia 22 de outubro daquele mesmo ano; porém essa previsão falhou também.

Seitas e Heresias – Raimundo de Oliveira


1.1 O Dia do Desapontamento

Tão grande foi o impacto causado por essa revelação de Miller, que muitos crentes, vindos de diferentes igrejas, doaram suas propriedades, abandonaram os seus afazeres, e se prepararam para receber o Senhor no dia 21 de março daquele ano. O dia aprazado chegou, mas o tão esperado acontecimento não se deu. Revisando seus cálculos, Miller concluiu que havia errado por um ano, e anunciou que Cristo voltaria no dia 21 de março do ano seguinte, ou seja, de 1844.
Porém, ao chegar essa data, Miller e seus seguidores, em número aproximado de 100 mil, sofrem nova decepção. Uma vez mais Miller fez um novo cálculo segundo o qual Cristo voltaria no dia 22 de outubro daquele mesmo ano; porém essa previsão falhou também.

Seitas e Heresias – Raimundo de Oliveira

Por algumas vezes não aconteceu o predito. Após duas previsões proféticas mal sucedidas, Miller é posto em fuga por uma multidão enfurecida, falida, prejudicada moral e socialmente e ferida em seus sentimentos espirituais mais profundos e fervorosos. Eles haviam vendido propriedades, deixado emprego e famílias. Esta última re-previsão (por “erros de cálculos”) foi chamada de “O Dia do Grande Desapontamento”, pois absurdamente grande, decepcionante e revoltante foi aos que creram nela. Todos se sentiram desapontados ao descobrirem que foram enganados pelos cálculos de Miller.
O que chama atenção nesta conclusão de Miller, ao marcar a vinda de Cristo, é que nem mesmo o próprio Jesus, em várias ocasiões em que foi questionado ou falou a este respeito, revela o dia e a hora da sua vinda (At 1:6 e 7; Mc 13:32; Mt 24:36). O profeta Jeremias adverte os profetas que falam ao povo profecias que não foram ditas por Deus (Jr 14:13-15). Em relação à contagem do tempo, levando em consideração as setenta semanas de Daniel (a profecia dividiu a contagem em três fazes: Sete semanas, sessenta e duas semanas e a última semana - totalizando setenta semanas - Dn 9:24-26), a maioria dos teólogos afirmam que o tempo da graça colocou uma pausa nas contagens dos tempos, entre a semana 69a e 70a. Estamos vivendo neste intervalo, no tempo da graça ou pausa da contagem. Isso significa dizer que Deus não revelou por quantos anos esperaremos pelo fim desta pausa e o início da última semana, a semana de número 70. Por esse motivo, é impossível calcular e marcar o dia da vinda do Senhor Jesus para buscar a sua igreja.


1.2 A Purificação no Santuário Celestial

Não obstante Miller ter reconhecido o seu erro em marcar o dia da volta de Cristo pela interpretação da profecia, nem todos os seus seguidores estavam dispostos a abandonar essa mensagem. Dos muitos grupos que o haviam seguido, três se uniram para formar uma nova igreja baseada numa nova interpretação da mensagem de Miller. Esta nova interpretação surgiu de uma "revelação" de Hiram Edson, fervoroso discípulo e amigo de Miller. Segundo Edson, Miller não estava equivocado em relação à data da vinda de Cristo, mas sim em relação ao local. Disse ele que na data profetizada por Miller, Cristo havia entrado no santuário celestial, não no terrenal, para fazer uma obra de purificação ali.
Guilherme Miller não aceitou essa interpretação nem seguiu ao novo movimento. Quanto a isto ele mesmo escreveu:
"Não tenho confiança alguma nas novas teorias que surgiram no movimento; isto é, que Cristo veio como Noivo, e que a porta da graça foi fechada; e que em seguida a sétima trombeta tocou, ou que foi de algum modo o cumprimento da profecia da sua vinda" (A História da Mensagem Adventista, p. 412).
Até o fim dos seus dias, em 20 de dezembro de 1849, com sessenta e oito anos incompletos, Miller permaneceu como cristão humilde e consagrado. Ele morreu na fé e na esperança de estar em breve com o Senhor.

Seitas e Heresias – Raimundo de Oliveira

Devido à decepção gerada pelas previsões equivocadas, Miller publicamente admite seus erros. Tal fato não fez cessar as heresias: Hiran Edson, discípulo de Miller, alegou que a data prevista por Miller estava certa; o erro estaria no lugar. Afirmou que, de fato, Jesus adentrou no Santuário Celestial e o purificou, na data calculada por Miller. Criou, assim, uma heresia pior e maior! Surgem neste mesmo tempo outros líderes: Joseph Bates (que impôs a guarda do Sábado), o casal James e Ellen G. White (influentes através de profecias e, mais tarde, através de seus escritos. Tais textos são tidos como inspirados por Deus em nível canônico). Em uma junção destes mais alguns outros líderes, fundou-se a Igreja Adventista do Sétimo Dia , em 1860.


1.3 Significado do Nome “Adventista do Sétimo Dia”

A palavra adventista vem da palavra advento, que quer dizer acontecimento.
O acontecimento (o advento) mais esperado pelos cristãos é a volta de Jesus, pela segunda vez à terra. Assim, os que acreditam e esperam por este acontecimento, são chamados de adventistas.
É preciso salientar a diferença entre “adventista” e “Adventista do Sétimo Dia”
“Adventista” – é aquele que espera o retorno de Cristo à esta terra. Praticamente todos os cristãos são “adventistas” neste sentido.
“Adventista do Sétimo Dia” – é aquele que pertence à Igreja que leva este nome. É evidente que uma das verdades distintivas deste movimento é a crença na Segunda Vinda de Cristo a este mundo.

O que Significa a Palavra “Adventista”? – bíblia.com.br

Dos três grupos que apoiaram Hiram Edson na sua nova “revelação”, dois deles deram substancial
contribuição para a formação da Seita hoje conhecida como “ Adventismo do 7° Dia”.
O que era encabeçado por ele, aceitando a nova interpretação do santuário celestial e não terrenal. O
Segundo era dirigido por Joseph Bates, que observava o sábado(legalismo), em vez do domingo. O Terceiro grupo dava muita ênfase aos dons espirituais, particularmente ao da profecia, e tinha entre seus membros a Sra. Helen Harmon ( mais tarde Sra. White) que dizia ter o dom da profecia. Em meio aquele ambiente de confusão que reinava em torno do ensino advento, a Sra.White se tornou a profetiza e papisa dos sabatistas..
A Sra. White procurou Miller para lhe transmitir as “boas novas”, mais Miller estava consciente do
seu erro e fracasso, não aceitou a teoria.
Ao se unirem os três grupos, cada um deu a sua contribuição para a nova Igreja em formação: O primeiro a interpretação de Hiram com respeito ao santuário celestial; o segundo o legalismo (observação da Lei); e o terceiro grupo cooperou com uma profetiza que por mais de meio século haveria de exercer grande influência na fundação e crescimento da nova Igreja.
Com tantos erros e fracassos com o ensino da doutrina do santuário, marcou outras datas tais como
1852,1854, 1855, 1866,1867,1868, 1877, etc. E Cristo não veio! At.1.11; Mt.24.42; 25.13.

Herisiologia – Centro de Educação e Cultura Pastor Pedro Valentim Monteiro

NOMES
a- 1855 - Igreja Cristã Adventista.
b- 1860- Adventista do Sétimo Dia.
c- 1864- União da Vida e Advento.
d- 1921- Igreja de Deus Adventista.
Outros grupos:
a- Igreja Adventista Reformada.
b- Igreja Adventista da Promessa.
c- Os Remanescentes.

Seitas e Heresias – DGCEC

“Vinda” (Adventismo deriva , “adventus”, Latim, e significa vinda) faz alusão à previsão da vinda de Jesus, como previu (e falhou) o fundador, Wiliam Guilherme Miller. Após a instituição da guarda do Sábado pelos primeiros seguidores de Miller, ao originar a denominação, ou seja, juntou-se os dois termos, surgindo então o nome “Adventista do Sétimo dia”: a igreja que prega a vinda de Jesus e guarda o Sábado.
O principal ponto de divergências do Adventismo é a guarda do Sábado. No nome deste grupo o termo "Sétimo Dia" afirma a ligação estreita entre o Adventismo e o Sábado.
Ensinam que todos (mesmo não judeus) devem observar respeitar e honrar o sábado como o dia de repouso, e não o Domingo. Crêem que os violadores (os que guardam o Domingo) aceitarão a "Marca da Besta" na chegada do governo do Anticristo. Os ensinos de Helen White afirmam que a observância do Sábado é o selo de Deus; o Domingo será o selo do Anticristo.


2. A guarda do Sábado

A guarda do sábado foi instituída após o fracasso das previsões de Miller. Esta heresia ganhou relevância após uma suposta visão de Ellen G. White, que afirmou ter visto dentro da arca da aliança o quarto mandamento em destaque, nas tábuas da lei Mosaica.
Uma doutrina  que não tem sustentação bíblica. Não devemos e nem podemos nutrir preconceitos contra o Adventismo por seus membros guardarem o sábado. Os questionamos devido a eles mesmos fazerem desse ensino um cavalo de batalha contra as igrejas “dominicais”. Dos dez mandamentos registrados em Êxodo 20, o Novo Testamento ratifica somente nove. O que fica excetuado? O quarto, que fala da guarda do Sábado.
Três grupos se juntaram para formar o Adventismo como o conhecemos atualmente. O primeiro, liderado por Joseph Bates, guardava o Sábado. Entretanto, a guarda do Sábado (como dia de repouso) só teve destaque quando a senhora Helen White alegou ter tido "revelação", na qual Jesus descobriu a Arca do Concerto, deixando-a ver no interior da mesma as tábuas da Lei: o Quarto Mandamento estaria no centro, com uma auréola de luz.

2.1 O Quarto Mandamento não foi ratificado pelo Novo Testamento

O Sétimo dia da semana é o eterno sinal do poder de Cristo como Criador e Redentor, sendo pôr isso o Dia do Senhor ou o Sábado cristão e constitui o selo do Deus vivo. Deve ser observado desde o por-do-sol na sexta-feira até o por-do-sol no sábado. Esta lei deve ser guardada como condição para se ter vida eterna. Vide Êxodo 31.12,13; Apocalipse 7.2,3. O Sábado é o Selo de Deus. Jesus e os discípulos guardavam o Sábado. Vide Lucas 4:16,31 O apóstolo Paulo guardava o Sábado. Vide Atos 18.3,4
A guarda do domingo é uma tradição pagã. em que seu senhor era o deus Sol. O decreto mais antigo obrigando a guardar o Domingo é pagão, assinado pôr Constantino em 7 de março de 321 A.D.

Seitas e Heresias – DGCEC

No NT repete-se ao menos:

• 50 vezes sobre adoração somente a Deus (um dever);
• 12 vezes advertências combatendo as idolatrias;
• 4 vezes adverte a não tomarmos o nome do Senhor em vão;
• 6 vezes contra o Homicídio (Homicídio é diferente de Legítima Defesa, própria ou de outrem. Idem em funções militares ou de similares);
• 12 vezes a advertência sobre o Adultério;
• 6 vezes contra o Furto;
• 4 vezes contra o Falso Testemunho;
• 9 vezes contra a Cobiça.
Não encontramos no Novo Testamento o mandamento de guardar o sábado!


2.2 Jesus não guardou o Sábado

Que dizia, afinal, o mandamento do sábado do AT? Em Êx 31.14 diz: “Guardareis o sábado, porque é santo para vós. […] Qualquer que nele fizer alguma obra será eliminado do meio do seu povo” (cf. Êx 31.15; 35.2; também Lv 23.30; Jr 17.27). Violação do sábado, portanto, dava pena de morte. Veja Nm 15.32,36; Ne 13.15,16,17,18; Ez 20.15s; Jr 17.21s!
Com base nesses textos do AT os fariseus pareciam estar com a razão. Porque, segundo sua opinião, arrancar espigas é “trabalho”. Quem trabalha viola o sábado e merece a morte por apedrejamento. Será que, com essa interpretação, os fariseus tinham razão? Não! Pois em Êx 12.16 consta expressamente: “Nenhuma obra se fará nesse dia, exceto o que diz respeito ao comer. Somente isso podereis fazer!” Aqui se afirma expressamente que a preparação de alimentos no sábado não constitui trabalho. Em que lugar da terra “matar a fome” poderia ser igual a “trabalhar”? A razão singela e sóbria já rejeita isso de antemão! O exemplo de Davi evidencia que a fome dos discípulos precisa ser levada a sério.
É sempre a mesma “triste cantiga” que ouvimos dos fariseus. A lei, que devia ser meio para o fim, que devia ser orientação e direcionamento, aio até Cristo, tornou-se para os fariseus um fim em si mesmo, para merecerem o céu através da minuciosa observância dela. Em lugar de caírem em si, ocupam-se, cheios de ódio, do “pecado” do “trabalho de colher espigas” no sábado, caindo sobre o Senhor com a acusação: Vê, os teus discípulos fazem o que não é permitido no sábado! Mas o Senhor defende seus discípulos.

Comentário Esperança – Fritz Rienecker

Nosso Senhor Jesus assistia ao serviço público de adoração os dias de repouso. Ainda as doenças corporais, a menos que sejam muito graves, não devem impedir-nos ir ao serviço público de adoração os dias de repouso. Esta mulher veio para ser ensinada por Cristo e para receber bem para sua alma, e então Ele aliviou sua doença corporal. Quando as almas tortas se endireitam, o demonstram glorificando a Deus.
Cristo sabia que este príncipe tinha uma verdadeira inimizade contra Ele e seu Evangelho, e que somente o ocultava com um zelo fingido pelo dia do repouso; realmente ele não desejava que fossem sarados em nenhum dia; mas se Jesus diz a palavra, e dá seu poder curador, os pecadores são deixados em liberdade. Esta liberação costuma operar-se no dia do Senhor, e qualquer seja a tarefa que se coloque aos homens no caminho da bênção, concorda com o objeto desse dia.

Comentário Bíblico Matthew Henry (conciso) – Matthew Henry

A Bíblia nos relata que Cristo teve o seu nascimento prometido segundo a Lei (Dt 18:15). Nascendo sob a Lei (Gl 4.4), teve de ser circuncidado segundo a Lei (Lc 2:21), ser apresentado no templo (Lc 2:22); oferecer sacrifício no templo (Lc 2:4). Ser odiado (Jo 15:25) e morto segundo a Lei (Jo 19:7) era uma rota indispensável. Assim, viveu, morreu e ressuscitou segundo a Lei (Lc 4:44 e 46).
Apesar de haver cumprido toda a Lei, a respeito do Messias lemos alguns ocorridos: "E os judeus perseguiam a Jesus, porque fazia estas coisas no sábado. Mas ele lhes disse: Meu pai trabalha até agora, e eu trabalho também”.


2.3 A transição do Sábado Judaico para o Domingo Cristão

Por que o Domingo ?
Dentre outras razões da substituição do Sábado pelo Domingo, como dia semanal de repouso para a Igreja
destacam-se os seguintes:
1 - Cristo ressuscitou no primeiro dia da semana (Mc 16:9)
2 - O primeiro dia da semana foi o dia especial das manifestações de Cristo ressuscitado.
Manifestou-se 5 vezes no primeiro domingo e outra vez no domingo seguinte.
(Lc 24:13 e 33-36; Jo 20.13-19 e 26).
3 - O E. Santo foi derramado no dia de Pentecostes, um dia de domingo.
(Lv 23:15,16 e 21; At 2:1-4)
4 - Os Cristãos dos tempos apostólicos costumavam se reunir aos domingos para celebrar a Santa Ceia, pregar, separar suas ofertas para o Senhor. (At 20:7; I Co 16:1-2)
Ainda sobre o domingo como dia de festa semanal da Igreja, veja o que escreveram os seguintes Pais da Igreja :
- Barnabé - “De maneira que nós observamos o domingo com regozijo, o dia em Jesus ressuscitou dos mortos”
- Justino Mártir - “Mas o domingo é o dia em que todos temos nossa reunião comum, porque é o primeiro dia da Semana, e Jesus Cristo, nosso Salvador, neste mesmo dia ressuscitou da morte”.
- Inácio - “ Todo aquele que ama a Cristo, celebra o Dia do Senhor, consagrado à ressurreição de Cristo como o principal de todos os dias, não guardando os sábados, mas vivendo de acordo com o Dia do Senhor, no qual nossa vida se levantou outra vez por meio Dele e de Sua morte. Que todo amigo de Cristo guarde o Dia do Senhor”
Dionisio de Corinto - “Hoje observamos o Dia Santo do Senhor, em que lemos a sua carta”.
Vitorino - “No dia do Senhor acudimos para tomar nosso pão com ações de graças para que não se creia que observamos o sábado com os judeus, o qual Cristo mesmo, o Senhor do sábado, aboliu em seu corpo”.
Vejamos as recomendações de Paulo em Cl 2:16-19.
Concluímos que :
1 - Jesus ressuscitou dentre os mortos no primeiro dia da semana (Jo 20:1)
2 - Jesus apareceu a dez de seus discípulos naquele primeiro dia da semana (Jo 20:19)
3 - Jesus esperou uma semana , e no outro primeiro dia da semana apareceu aos onze discípulos (Jo 20:26)
4 - A promessa da vinda do E.Santo cumpriu-se no primeiro dia da semana, no dia do Pentecostes, que pela Lei caía no primeiro dia da Semana (Lv 23:16)
5 - No mesmo primeiro dia da Semana foi pregado pelo apóstolo Pedro, o primeiro sermão evangelístico sobre a morte e ressurreição de Jesus (At 2:14)
6 - Nesse primeiro dia da semana 3000 almas se decidiram por Jesus (At 2:14)
7 - No primeiro dia da Semana o batismo em nome do Pai, do Filho e do E. Santo foi administrado pela primeira vez (At 2:41)
8 - Em Troade os Cristãos reuniam-se para o culto no primeiro dia da Semana. (At 20:6 e 7)
9 - Paulo ensinou aos cristãos em Corinto a fazer contribuições no primeiro dia da semana. (I Co 16:2)
10- No primeiro dia da Semana Cristo apareceu ao apóstolo João na ilha de Patmos (Ap 1:10)
Se o sábado era para o descanso do homem; hoje não mais precisamos do sábado como descanso, porque descansamos em Jesus. (Mt 11:28 e 29)

Herisiologia – Centro de Educação e Cultura Pastor Pedro Valentim Monteiro

O primeiro acontecimento do Domingo foi a unção de Jesus (Mateus 26:6–13; Marcos 14:3–9; João 12:1–8). Ele estava em Betânia na casa de Simão, o leproso. “Deram-lhe, pois, ali, uma ceia; Marta servia, sendo Lázaro um dos que estavam com ele à mesa” (João 12:2)*. Na ceia, Maria ungiu Jesus com um óleo caríssimo. Seu valor equivalia a aproximadamente um ano de salário de um trabalhador comum.

* Isto ocorreu na noite de sábado, conforme nossa contagem das horas — na contagem hebraica, o dia começa às 18h. Sendo assim, essa ceia ocorreu logo no início do domingo.
João forneceu pistas cronológicas relativas ao episódio: 1) Jesus chegou à cidade de Betânia seis dias antes da Páscoa (João 12:1) e (2) Sua entrada triunfal ocorreu “no dia seguinte” após a refeição (João 12:12).

Domingo, “A Agonia e a Glória da Cruz”, Charles B. Hodge, Jr.,

Podemos cumprir a Lei sem guardar o Sábado? Ao estudamos a vida e o ministério terreno de Cristo vemos isto claramente.
O NT nos lembra e atesta o que está escrito no Antigo Testamento: ninguém jamais foi capaz de cumprir a Lei completamente. O Senhor Jesus encarnado constitui uma das mais contundentes provas da [in]capacidade humana de cumprir a Lei Divina. Ele nos disse: "Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas: não vim para revogar, vim para cumprir. Porque em
verdade vos digo: Até que o Céu e a Terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra" (Mt 5:17 e 18).
Muitos textos do AT nos mostram a irritação de Deus devido ao legalismo frio e morto (“a Letra mata”) dos judeus, visto através dos sacrifícios e sucessivos cerimoniais feitos para a letra da Lei e não em adoração. No passar do tempo, mais imperfeito se mostrava. Ele procurava perfeição pela da prática da Lei. O enviado de Deus, Cristo, veio cumprir a Lei em nosso lugar, o que fez coroando-a pelo ato da sua morte na cruz.



3. Heresias dos Adventistas

Além da questão do sábado, há outras graves heresias que são disseminadas pelos Adventistas. As principais são:

3.1 O Destino Final dos Ímpios

O Destino Final dos Ímpios e Satanás - Spicer, um dos mais lidos escritores adventistas, escreve: “O ensino positivo das Sagradas Escrituras é que o pecado e os pecadores serão exterminados para não mais existirem. Haverá de novo um universo limpo, quando estiver terminada a grande controvérsia entre Cristo e Satanás”

Herisiologia – Centro de Educação e Cultura Pastor Pedro Valentim Monteiro

O que nos ensinam os textos adventistas: os ímpios ressurgirão para serem julgados e aniquilados (desaparecerão) em seguida. Tal aniquilação será após o Milênio; Satanás também será aniquilado (Ap 20:7-10). Ela será por meio do fogo, queimando toda a Terra. A razão disto? Deus não irá permitir que o Pecado repolua o Novo Reino (sic). A Bíblia se refere ao Fogo Eterno, mas não diz que ninguém arderá eternamente por causa de oitenta ou cem anos de pecado. Quando o Senhor voltar, dará a cada um segundo as suas obras (Ap 22:12). Dizem ainda que o sentido de “Fogo Eterno” é consequências irreversíveis (Is 47:14). O Fogo não se apaga somente enquanto houver uma mínima partícula de combustível (sic). Quando tudo tiver sido queimado (consumido) o Fogo desaparece (Ml 4:1 e 3).
É clara e muito boa a lógica usada por eles, mas isto ignora o todo das Escrituras! Estejamos atentos: ou o Fogo Eterno é figurado (sofrimentos, distancia de Deus e etc.) ou ele queimará sem depender de cadáveres-lenha! Alguém quer ir lá tirar a dúvida?
Os adventistas entram em contradição quando afirmam que a salvação será eterna, e a punição terá um fim pela aniquilação. Em Mt 25.46, temos a mesma palavra grega “aiónia” (eterno), referindo aos que serão salvos e aos perdidos. Ora, se aceitam que os salvos viverão eternamente, como negar que os perdidos também viverão eternamente? Visto que Mateus utilizou a mesma palavra grega para descrever a eternidade, tanto dos perdidos como dos salvos? Outro equívoco acontece quando utilizam o texto do Salmo 37.9,10,20, para basear a doutrina do aniquilamento da alma. Ser “exterminado”, “eliminados”, conforme está registrado neste texto, não significa a morte da alma, insto que tanto em Daniel 9.26 como em Sl 37.9, é utilizada a mesma palavra hebraica “karath”. No texto de Daniel o termo refere-se à morte do messias, no entanto, Jesus não foi aniquilado (Ap 1.18). As versões que utilizam a palavra “desarraigada” (Sl 37.9 na versão revista e corrigida), dá melhor sentido ao texto bíblico, que, neste caso, significa ser separado, tirado, apartado do todo.


Continua...

3.2 O Juiz Investigativo

Cristo entrou no Santuário Celeste em 1844 para a purificação dos pecados — ver Daniel 8.13,14. A partir daquele ano Ele iniciou o juízo investigativel que terá fim antes de sua Segunda Vinda a terra. Os mortos serão julgados na base das coisas escritas nos livros — Apocalipse 20.12. Assim sendo é impossível que os pecados sejam riscados ou perdoados. isto só será possível depois do juízo quando seus casos serão investigados. Todos aqueles que tenham invocado o nome de Cristo tem de passar pôr esse minucioso escrutínio. Quanto a esta doutrina veja Hebreus 8.1,2,4,5 e 9.23,24.

Seitas e Heresias – DGCEC

Ao escrever aos hebreus, o escritor faz uma comparação entre os sacrifícios realizados pelos sacerdotes, que eram repetitivos e ineficazes, e a obra de Cristo na cruz do calvário, que teve o poder de expiar todos os pecados de maneira eficaz e instância: “Ora, todo sacerdote se apresenta dia após dia, ministrando e oferecendo muitas vezes os mesmos sacrifícios, que nunca podem tirar pecados; mas este, havendo oferecido um único sacrifício pelos pecados, assentou-se para sempre à direita de Deus” (Hb 10.11,12). João ainda enfatiza dizendo “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo 1.29). Uma vez que o sacrifício de Cristo é suficiente para extinguir os pecados de todo o mundo perdido, não carece de repetição.


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3.3 O Sono da Alma

Porém, a Bíblia não ensina a doutrina do “Aniquilacionismo”, vulgarmente chamada de “Sono da Alma”. O fato de que a alma dos cristãos vai imediatamente para a presença de Deus (Fl 1.23) mostra que a doutrina do sono da alma está equivocada. Essa doutrina ensina que quando os cristãos morrem, eles entram em um estado de inexistência e que voltarão à consciência somente quando Cristo voltar e ressuscitá-los para a vida eterna.
 As Escrituras quando falam da morte como “dormir”, trata-se apenas de uma metáfora usada para indicar que a morte é apenas temporária para os cristãos, como é temporário o sono. Isso é visto claramente, por exemplo, quando Jesus fala a seus discípulos sobre a morte de Lázaro – “Nosso amigo Lázaro adormeceu, mas vou para despertá-lo” (Jo 11.11). Devemos notar que Jesus não diz aqui que alma de Lázaro adormeceu, nem qualquer texto bíblico de fato afirma que a alma de alguém está dormindo ou inconsciente (declaração necessária para provar a doutrina do sono da alma). Em vez disso Jesus diz apenas que Lázaro adormeceu. João prossegue, explicando: “Mas Jesus falara da sua morte; eles, porém, entenderam que falava do repouso do sono. Então Jesus lhes disse claramente: Lázaro morreu” (Jo 11.13, 14). Os outros versículos que falam sobre dormir após a morte são igualmente metáforas que ensinam que a morte é temporária.
A Bíblia mostra que as almas dos cristãos vão imediatamente à presença de Deus e desfrutam da comunhão com Ele ali (IICo 5.8; Fp 1.23 e Hb. 12:23). Jesus não disse: “Hoje já não terás mais consciência de nada que esta acontecendo”, mas sim “Hoje estarás comigo no Paraíso” (Lc. 23:43). Certamente o conceito de paraíso naquela época não era de existência inconsciente, mas sim de existência de grande bênção e de regozijo na presença de Deus. Paulo não disse: “Tenho o desejo de partir e ficar inconsciente por muito tempo”, mas sim “tenho o desejo de partis e estar com Cristo” (Fp. 1.23) — e sem dúvida ele sabia que Cristo não era um Salvador inconsciente, adormecido, mas sim alguém que está vivo, ativo e reinando no céu. Estar com Cristo era desfrutar a bênção da comunhão da sua presença, e é essa a razão por que partir e estar com ele era incomparavelmente melhor. Foi por isso que ele disse: “Preferindo deixar o corpo e habitar com o Senhor” (II Co 5.8).

Aniquilacionismo ou Sono da Alma – CACP Ministério Apologético

A alma dorme depois da morte do corpo, a alma vivente é uma combinação harmoniosa entre o pó e o fôlego. Gênesis 2.7 Jesus assemelha a morte ao adormecer (João 11:11-14, 43-45). Isto implica em inconsciência (Ec 9:5). Quando uma pessoa morre, quebra-se a união harmoniosa que havia entre o pó da terra e o fôlego da vida desaparecendo assim a vida consciente, ou seja, a alma vivente.
Quanto a este ponto de vista observe três coisas:
A Bíblia distingue corpo e alma. Vide 1 Tessalonicenses 5:23 e Hebreus 4:12.
Jesus falou de forma não literal que Lázaro dormia, usou uma figura de linguagem.
O Livro de Eclesiastes é uma linguagem poética, é a experiência de um homem.

Desvendando a Morte – Desvendando a Profecia


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Conclusão

Como detalhado nesta lição, estas doutrinas Adventistas não têm fundamentação bíblica. Apesar das contradições doutrinárias, os Adventistas insistem em afirmar que seus ensinos encontram apoio nas Sagradas Escrituras e afirmam que a Bíblia é o principal manual de regra e fé para eles. No entanto é a própria Bíblia que os desmentem.


Fontes:

Bíblia Sagrada ARC/ARA/ACF/TB/BV/RV/NTLH
Religiões, Seitas e Heresias – Como identificar e refutar os Falsos Profetas e seus ensinos (revista EBD professor) – Editora Betel – 1º Trimestre 2014 – Lição 06
Seitas e Heresias, Um sinal dos tempos – Raimundo F. de Oliveira – CPAD
Seitas e Heresias (apostila) – Seminário SEMEADOR (link)
Seitas e Heresias DGCEC (link)
Herisiologia (link)
Manual de Apologética Cristã – Esequias Soares – CPAD
ICP http://www.icp.com.br
Princípios de Interpretação Bíblica – Vilson Scholz – Ed. ULBRA
Enciclopédia Ilúmina
O Antigo Testamento Interpretado – Norman Champlin – Hagnos
O Novo Comentário da Bíblia – F. Davidson – Vida Nova
Comentário Bíblico Matthew Henry (Conciso) – Matthew Henry – CPAD
Comentário Bíblico Moody – Editora Batista Regular
Comentário Bíblico Esperança NT – Editora Evangélica Esperança
A Agonia e a Glória da Cruz (link)
Aniquilacionismo ou Sono da Alma (link)
Desvendando a Morte (link) – (adventista)


Bibliografia Indicada (estude mais)

Significado do Nome “Adventista” (link)
Os Dez Mandamentos (link)
Declaração Doutrinária Convenção Batista Brasileira (link)
É A Igreja Adventista do Sétimo Dia uma Seita? (link)
Reflexões sobre a Imortalidade da Alma (link)
O Estado Intermediário (link)


Questionário

1. Qual outra fonte da doutrina Adventista?
R. Os escritos de Allen G. White.
2. Quem introduziu a guarda do sábado, no Adventismo do Sétimo Dia?
R. Ellen G. White.
3. Qual o ensino que caracteriza a Igreja Adventista?
R. A guarda do sábado.
4. Os ímpios serão aniquilados? Por quê?
R. Não. As Escrituras Sagradas afirmam que haverá castigo eterno para os que não forem salvos.
5. Para a doutrina Adventista a obra salvífica de Jesus foi totalmente concretizada na cruz?

R. Não. Afirmam que, só em 1844, Jesus Cristo entrou no santuário para purifica-lo, e assim concretizar sua obra salvadora

Um comentário:

  1. É bastante forçoso e tendencioso taxar a Igreja Adventista como Seita Herética, quando nos da Assembléia de Deus vivemos sendo bombardeados por ensinamentos heréticos nos púlpitos quase que o tempo inteiro. No caso é pior do que mostrar o cisco no olho do outro, enquanto tem uma trave no nosso e não a enxergamos.

    Se levarmos em consideração as escrituras sagradas como referência doutrinaria para classificação de heresias, não poderíamos dizer que a Igreja Adventista herege por defender a guarda do Sábado. Muito pelo contrário, à luz das escrituras mais herético me parece guardar o domingo do que o sábado. Visto o Sábado ser um Mandamento constante no Decálogo.

    Realmente o mandamento de Guarda do Sábado não foi retificado no Novo Testamento. Más o comentarista ignora a doutrina adventistas quando alega que colocam a guarda do sábado como condição para salvação. Realmente eles defendem de unhas e dentes a guarda do sábado, más não colocam isso como condição de salvação.

    Aparentemente é mais herético ter o Domingo como dia de guarda do que o Sábado. Pois o Sábado foi o dia que Deus descansou e o santificou. Diz as Escrituras: “E havendo Deus acabado no dia sétimo a obra que fizera, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito. E abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra que Deus criara e fizera” (Gn.2:2-3). Sábado é o dia santo por Deus. Isto, antes da Lei, foi ratificado na Lei e confirmado por vários Profetas.

    Com o advento da nação israelita e a criação da Lei, Deus ordenou e escreveu com o próprio dedo a ordenança de se guardar o sábado nas pedras da Lei.

    “Lembra-te do dia do sábado, para o santifica.” (Êx. 20:8). “Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR teu Deus;...” (Êx. 20:10).

    Quanto ao Domingo, pouco consta nas escrituras. Realmente tem umas parcas narrativas de coisas feitas pelos apóstolos neste dia. Isto porque estavam entre os gentios e o primeiro dia da semana era o dia de adoração ao deus sol entre os povos gentios. Porém, os episódios narrados nas escrituras não autorizam NINGUÉM a substituir o dia de descanso e o dia santificado pelo Senhor criador dos céus e da terra. É estapafúrdia a idéia de mudar o dia de adoração de sábado para domingo porque o Senhor ressuscitou neste ultimo dia; isso não convence a ninguém que tenha um pouco de lucidez das Santas Letras.

    Pior, o comentarista fala que o sábado foi o único mandamento da Lei não reprisado, sendo herético sua mantença; más também, não foi reprisado o mandamento do PAGAMENTO DO DIZIMO. Más ninguém diz que é herético o PAGAR O DIZIMO. Por que?

    O Dizimo é um mandamento da lei e não foi repetido no Novo Concerto. Por que é certo dar dízimo e herético guardar o sábado. E mais, o dízimo é da Lei de Moises e o Sábado da Lei de Deus (escrito com seu dedo). Agora quanto aos membros que dão o dízimo com sacrifício, porque são enganados, melhor para eles seria guardar o sábado do que dar o dízimo; porque estariam mais internalizados nas Escrituras.

    O autor também diz que o Senhor Jesus não guardou o sábado. Com isso ele faz do Senhor um pecador. E a bíblia diz que o Senhor Jesus não pecou. Isso é ensinamento herético (Mateus 5:17-20).

    O Senhor Jesus não guardou (descumpriu) foi o sábado legalista dos judeus (Tradição Judaica). E não só o sábado, más vários outros preceitos dos costumes dos fariseus. Nos textos abaixo da Bíblia constam que o Senhor Jesus cumpriu a Lei e também que descumpria as tradições dos anciões (Costume dos Fariseus, ou seja, aqueles fardos pesados que nem eles suportavam descritos em Mateus 23:4). Leiam: (Mateus 15:3-6 e Mateus 15:2)

    Concluindo, não estou afirmando que se deva ou não guardar o sábado, cada um sabe de si. Quero deixar claro que ensinar a guarda do domingo não coaduna com as Escrituras. Assim como a obrigação do dízimo, a doutrina da prosperidade, o “templocentrismos” e muitos outros ensinamentos evangélicos.


    Leia: http://irmaorogerinho.blogspot.com.br/

    irmaorogerinho@bol.com.br

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