segunda-feira, 24 de março de 2014

EBD Editora Betel - Cura para Enfermidades da Alma

Assembleia de Deus CONAMAD
Lição 01 – 06 de Abril de 2014
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Nota MDA Introdutória ao Trimestre

A Psicologia é definida como uma disciplina acadêmica que envolve o estudo científico dos processos mentais e de comportamento, bem como a aplicação desse conhecimento, para as várias esferas da atividade humana. A Psicologia é humanista por natureza. O Humanismo afirma o valor e a dignidade de todos os povos com base na capacidade de determinar certo e errado através das qualidades humanas universais, especialmente a Racionalidade. O Humanismo rejeita a Fé que não se baseia na Razão, mas se baseia no sobrenatural e na Bíblia. Portanto, a Psicologia é a maneira do Homem de tentar compreender e reparar o seu lado espiritual sem qualquer referência ou reconhecimento do espiritual. A Bíblia declara que a Humanidade teve um início diferente do que qualquer outra coisa criada. O Homem foi feito à imagem de Deus e Deus soprou no Homem (e só no Homem) o Fôlego da Vida, transformando-o em uma alma viva (Gênesis 1:26; 2:7). Na sua essência, a Bíblia trata da espiritualidade do homem, da sua queda em pecado no Jardim do Éden às consequências que se seguiram, particularmente no que diz respeito à sua relação com Deus. É o resultado da Queda – o Pecado- que nos separa de Deus e que exige um Redentor para restaurar essa relação.

gotquestions.org

Nunca desejamos tanto que nossos alunos-mestres examinassem todas as indicações extras como neste trimestre. É um grande momento de decisão sobre de que “lado” se posicionar, segundo a Piedade, a Fé e o Amor e a Bíblia, ou apenas em correntes proto-científicas modernas, que tendem a humanizar excessivamente o Homem, arrancando algumas partes tricotômicas. Onde há Espírito, Alma e Corpo, ruma-se para somente ensinos, mente, corpo e terapias, danos, escusas, vitimizações e divã. São valiosas e úteis as mãos dos profissionais “psico”, mas observemos e esmiucemos melhor. Não somos contra as ciências ou contra os tratamentos, mas há um descarado esforço em distanciar nosso foco do Poder de Deus e das transformações sobrenaturais. Estamos aqui para sofrer. Juntamente, há um mercado havido por clientes e consumidores.
Colocamos abaixo alguns links para que todo o professor/pesquisador sério esmiúce antes de começar a estudar a revista ou falar sobre o tema.
Salientamos que há pontos conflitantes com a revista EBD, divergentes e confrontadores com muitos modismos mercantis reinantes, mas são apenas subsídios para tal "tratado". Como não enxergar o abandono da santidade cristã, Jejum, calos nos joelhos, aconselhamentos e acompanhamentos discipulares práticos e a exaltação dos divãs?

IBCU

Obs.: Pedimos especial atenção ao estudo da IBCU. Este conteúdo será revisto e ampliado durante as lições futuras.

Texto Áureo

“E percorria Jesus todas as cidades e aldeias, ensinando nas sinagogas deles, e pregando o evangelho do Reino, e curando todas as enfermidades e moléstias entre o povo.” Mt 9:35

Estas quatro atividades revelam-nos o Cristo que fala e que trabalha, ou seja, a atuação de Jesus com palavra e atos, com cuidado pela alma e cuidado pelo corpo.
Primeiro: Jesus percorria a região. Ele procurava as pessoas lá onde estavam em casa. Em todas as cidades e aldeias há pessoas em casa. Jesus não espera que as pessoas venham a ele (como João Batista!), contudo vai até elas e as procura, por mais estranhos e escondidos que possam ser em seus hábitos. Ele realiza “visitas domicialiares”, como diríamos hoje. Samuel Keller afirmou certa vez: “A chave para as almas das pessoas está pendurada em sua casa. Por isso é necessário ir até elas, procurá-las em sua vida cotidiana, em suas aflições, em suas doenças, em sua solidão”.
Ressaltam-se em seguida três momentos característicos dessas andanças, dessa procura das pessoas em seus lares.
Segundo: Ensinando. Ensinar refere-se à instrução dada ao povo (exposição da palavra de Deus!), e também à controvérsia com os fariseus e escribas.
O objetivo é que o povo seja ensinado a partir da autoridade, e não dos “estatutos humanos”. A palavra, novamente a palavra, a palavra poderosa do Espírito, jamais poderá ser enaltecida demais. De que outra maneira o Bom Pastor alcançaria seu rebanho, se não fazendo ressoar a sua voz?
Terceiro: Ao lado do ensino acontece, como segunda característica, o “anúncio”, a “proclamação de alegria” do reino. Quem ouviu esse chamado de arauto, essa proclamação de alegria, deve saber que está convocado a se tornar cidadão desse reino, o reino que existirá de eternidade a eternidade.
Quarto: Ensino e proclamação são acompanhados da ação simultânea. Pois o reino de Deus está “em vigor”. Quando o Senhor diz a sua palavra, caem as amarras do pecado, os castelos do mâmon, as fortalezas da doença, sim os laços da morte. – Jesus nos proíbe deixar de lado a grande miséria física, social e econômica das multidões, como se não tivéssemos nada a ver com ela, como se fosse possível ouvir e aceitar o evangelho do reino de modo desligado dela. Jesus nos proíbe considerar essa miséria como algo sancionado por Deus. Pelo contrário, ela faz parte da realidade sem Deus em que Jesus nos ordenou que penetrássemos, dando-nos as magníficas palavras do “sal” e da “luz”.

      Comentário Esperança - Fritz Rienecker

Verdade Aplicada

O Senhor sabe quem verdadeiramente somos e conhece todas as nossas dificuldades.

Objetivos da Lição

Explicar o que é cura interior;
Definir os sintomas da enfermidade da alma;
Mostrar o processo da cura.

Textos de Referência

Jo 5:2 - Ora, em Jerusalém há, próximo à Porta das Ovelhas, um tanque, chamado em hebreu Betesda, o qual tem cinco alpendres.
Jo 5:3 - Nestes jazia grande multidão de enfermos: cegos, coxos e paralíticos, esperando o movimento das águas.
Jo 5:4 - Porquanto um anjo descia em certo tempo ao tanque e agitava a água; e o primeiro que ali descia, depois do movimento da água, sarava de qualquer enfermidade que tivesse.
Jo 5:5 - E estava ali um homem que, havia trinta e oito anos, se achava enfermo.
Jo 5:6 - E Jesus, vendo este deitado e sabendo que estava neste estado havia muito tempo, disse-lhe: Queres ficar são?


Introdução

Todas as pessoas, ao longo de sua existência¹, sofrem² traumas emocionais. Isso acontece quando somos feridos pelos acontecimentos da vida ou por indivíduos, próximos a nós ou não. Os traumas podem deixar feridas profundas na alma. Sua dor é intensificada pelo senso de impotência. Sem o devido tratamento, a pessoa se fecha para o mundo, protege-se por uma muralha construída de amargura, desejo de vingança, auto piedade, medo e desconfiança. Portanto, vamos aprender como restabelecer o equilíbrio entre corpo e a mente, à luz das Escrituras, para vivermos com mais qualidade de vida (Jo 10:10b).

...O Ser Humano sempre atribui a outras pessoas, ou fatores externos, sua responsabilidade. Assim imaginam vários conceitos para justificar, orientar e explicar os fatos de nossas vidas: É o Destino, Sina, os astros orientando a vida, Horóscopo, Predestinação, Carma, o Meio, etc.
Todas estas ideias, citadas acima, são no fundo desculpas humanas para a sua responsabilidade. Resumidamente, seria como se alguém bebesse e dirigisse em alta velocidade, atropelando, ou gerando um acidente, depois argumentasse que aconteceu por que tinha de acontecer, foi o destino, estava escrito.
Essas ideias não estão só no campo esotérico/espiritual, também a ciência tem dado contribuições para essas ideias, existem correntes psicológicas, que a grosso modo, culpam o Ambiente, Pais e Sociedade, pelas ações humanas, consideram o Homem como fruto do meio. Esta ideia está meio defasada, aparentemente, porém o chamado Complexos de Édipo ou de Elektra, tendem um pouco para isso, já que a imagem materna e paterna influenciam decisivamente o ser humano, quase que ignorando a vontade própria.

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¹ Explicação óbvia, já que após deixarmos de viver, não sabemos precisamente o que acontecerá “ponto por ponto”. Logo, os sofrimentos somente nos ocorrerão “em nossa existência (terrestre)”. Excetua-se o caso dos que forem para a Perdição Eterna: sofrimento eterno!
² Nota: são muitas as chances de alguém ter sofrido traumas ou de sofrê-los; quanto mais idade alcançar, mais riscos. Contudo inferir o termo “sofrem” não é uma boa oratória.



1. Identificando os distúrbios emocionais

Acontecimentos ruins podem acometer qualquer cristão e deixá-lo triste, amargo e até revoltado. O fato de sermos servos de Deus não nos torna imunes ao sofrimento (II Co 6:4 e 5); não nos isenta de dores, doenças, acidentes, contrariedades, traições, perdas, separações, injustiças, decepções e tantos outros reveses que fazem parte da existência humana. Existem certas áreas da vida humana que precisam de um toque especial do Espírito Santo, porque nem sempre a conversão do indivíduo traz cura imediata a todas as enfermidades, como acontece com os males emocionais.

Em entrevista a revista VEJA, o psiquiatra Anthony Daniels reforça a ideia de que o Ser Humano nasce mau, e, portando é responsável por seus atos; contrariando a Psicologia Humanista que prega que o Homem nasce bom e que é uma vítima do meio em que vive. Apesar de não ser cristão, Daniels entende de forma óbvia as implicações desta mentira na vida do indivíduo como um ser decaído. Diz a Escritura Sagrada: "Como está escrito: Não há justo, nem um sequer, não há quem entenda, não há quem busque a Deus; todos se extraviaram, à uma se fizeram inúteis; não há quem faça o bem, não há nem um sequer [...] desconhecem o caminho da paz. Não há temor de Deus diante de seus olhos." (Rm 3:10-12,17 e 18).

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Sobre tormentos, aflições e sentimentos sofridos veja abaixo alguns comentários sobre II Coríntios 4:8-10 e tente fazer comparações e contrastes com II Co 7:6-13.

Estes versículos podem ser assim resumidos: 1) Todos os verbos em 8-10a são particípios presentes e estão gramaticalmente relacionados a "nós" em 4:7. Eles explicam ou ilustrara o segredo do poder de Paulo nos "vasos de barro". 2) Esses particípios parece que estão em ordem ascendente – aumentando de intensidade. 3) São paradoxais e antitéticos – contrastando natureza com graça. 4) Além disso, embora com base em 2:14 e segs.; sobem mais alto na escada que nos leva através de 6:4-10 até o clímax em 11:16-23. Levando sempre no corpo o morrer de Jesus (v. 10). Cons. Rm 8:36; I Co. 15:31; Gl. 6:17; Cl. 1:24 . O grande desejo de Paulo era que também a sua vida se manifeste em nosso corpo (cons. Gl 2:20; Fp 1:20).

Comentário Bíblico Moody AT/NT

Não negamos a possibilidade de aquisições (sic) dos males cito acima e durante todo o trimestre ora iniciado, mas não os usaremos para incriminar o Passado por si, os nossos pais, tutores, Sociedade nem governos. Doutro modo, entendemos arriscar-nos a deixar questionamentos sobre o próprio Criador. Sou criacionista (sete dias de Criação literais, Dilúvio Global e etc.), pentecostal, humano, falho, relacional, creio no Sobrenatural e na prevenção (sou Multiplicador em Prevenção D.Q.). Gostamos (e temos muito) de estudar, laboriar e laboratoriar, mas não somos adeptos da Psicologia Antropológica, defensora do Homem pelo Homem e para o Homem! Somos criaturas feitas, comissionadas e devemos, sim, arcar com nosso estado atual e mirar para um rumo (Ez 18:1-32). Ficar a doutrinar sobre “culpas”, “traumas”, “medos” e etc. divorciados da Palavra, nos colocará como eternos vitimados de tudo e de todos (todos mesmo!). Leiam atentamente os artigos abaixo (link).


1.1 A maturidade para identificar o problema

Todo ser humano é um adorador. A questão crucial é a quem ele adora? Em quem ele busca seu prazer? Coração é o termo bíblico mais compreensivo para aquilo que determina nossa direção de vida, comportamento, pensamentos, etc. O pecado essencial do coração humano é a rebelião contra Deus, manifestado pela idolatria, adoração e servidão a alguma coisa – desejo, objeto, pessoa, atividade, posição – que não Deus.

João Calvino: “O coração é uma fábrica de ídolos”.

O conselheiro bíblico precisa considerar que a purificação do coração cobiçoso e idólatra precisa de cuidados, princípios e habilidades de interpretação para que se possa chegar ao diagnóstico e tratamento corretos. “O uso adequado da hermenêutica do coração é a ressonância magnética cerebral do conselheiro bíblico.”(Dr. John Street – Purificando o Coração da idolatria Sexual – Nutra). Essa hermenêutica é a orientação bíblica para identificar e interpretar o que há dentro do aconselhado à medida que isso interage com as várias situações de problemas da vida. Além disso, ela define os termos e limites que ajudam o conselheiro a fazer avaliações e chegar a conclusões sobre o aconselhado. O que ele pensa? Quais são as suas motivações? A quem ele adora? O que mais ama ou odeia? Como ele racionaliza sua cosmovisão?

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Precisamos da Solução

Nem todos os problemas nesta vida precisam ser resolvidos. Não é necessário pintar todas as paredes manchadas, nem essencial consertar todas as coisas quebradas. Mas o problema da nossa separação de Deus é diferente. Precisamos da solução. Se não achar a resposta certa durante esta vida, nós vamos morrer, ser julgados e banidos da presença de Deus para sempre (Hb 9:27, 10:30-31, II Co 5:10 e II Ts 1:8-9). Não há assunto mais importante, nem problema maior, na vida de cada um de nós. A coisa mais importante e mais urgente que você pode fazer na sua vida é encontrar e aceitar a resposta correta ao seu problema do pecado.

O Que Não Resolve o Nosso Problema

Infelizmente, há muitas sugestões de soluções erradas. Ao longo da história, as pessoas têm tentado diversas maneiras de lidar com o problema do pecado. Até hoje, há milhares de religiões e filosofias, cada uma oferecendo uma solução diferente ao nosso problema. Considere algumas respostas erradas:

Ignorar os fatos não tira a culpa pelo Pecado. Da mesma forma que muitas pessoas não procuram tratamento quando sintomas de doença aparecem, há uma forte tendência de olhar para o pecado com vistas grossas. O fato do homem ignorar o pecado não quer dizer que Deus não o vê. Deus condenou a atitude de Eli em relação ao pecado de sua família: “Porque já lhe disse que julgarei a sua casa para sempre, pela iniqüidade que ele bem conhecia, porque seus filhos se fizeram execráveis, e ele os não repreendeu” (I Sm 3:13).
Negar a culpa não remove o pecado. Caim matou seu próprio irmão. Quando Deus o questionou, ele tentou fugir da responsabilidade: “Não sei; acaso, sou eu tutor de meu irmão?” (Gn 4:9).
Colocar a culpa nos outros não nos isenta. Esta é a tática mais velha do mundo. Quando Deus confrontou Adão com seu pecado, o homem disse: “A mulher que me deste por esposa, ela me deu da árvore, e eu comi” (Gênesis 3:12). Usou a mulher e o próprio Senhor para desviar atenção dos seus pecados. Quando Saul, o primeiro rei de Israel, desobedeceu a ordem de Deus, poupando a vida do rei dos amalequitas e trazendo vivos alguns animais, ele tentou jogar a culpa nos seus súditos: “...porque o povo poupou o melhor das ovelhas...”; “mas o povo tomou do despojo ovelhas e bois” (1 Samuel 15:15,21). O profeta Samuel não aceitou a desculpa do rei: “Visto que rejeitaste a palavra do SENHOR, ele também te rejeitou a ti, para que não sejas rei” (1 Samuel 15:23).
Tentar falar com os mortos não responde à nossa necessidade. Alguns anos depois, Saul ficou tão desesperado que ele procurou uma necromante para achar respostas aos seus problemas. Não resolveu nada. Ele morreu no dia seguinte (I Sm 28:3-19 e 31:6). Qualquer tentativa de comunicar com os mortos é proibida por Deus (Dt 18:10-12) e não resolve o nosso problema (Lc 16:30-31).
A Filosofia e a Sabedoria Humana não resolvem o problema do homem. Existem filosofias que oferecem conhecimento ou felicidade como os alvos principais, até negando a existência de Deus e a realidade do pecado. “Porventura, não tornou Deus louca a sabedoria do mundo? Visto como, na sabedoria de Deus, o mundo não o conheceu por sua própria sabedoria...” (1 Coríntios 1:20-21).
O ascetismo não responde ao nosso problema. Algumas filosofias exigem bastante disciplina e autonegação dos adeptos, mas ainda não resolvem o problema real: “Tais coisas, com efeito, têm aparência de sabedoria, como culto de si mesmo, e de falsa humildade, e de rigor ascético; todavia, não têm valor algum contra a sensualidade” (Colossenses 2:23).
O Tempo não resolve o problema do pecado. Ouvimos tantas declarações confiantes: “O tempo resolve tudo”; “Só o tempo resolve”; “Dá um tempo e vai dar tudo certo”. Talvez o tempo resolva alguns problemas mundanos, mas jamais resolverá o problema causado pelo nosso pecado. Algumas religiões se baseiam na busca de soluções no tempo, especialmente as religiões que ensinam a reencarnação (Budismo, Kardecismo, Hinduísmo, etc.). Nestas crenças, o aperfeiçoamento do homem se torna uma função do tempo. Qualquer doutrina de reencarnação nega a graça de Deus e o valor do sacrifício de Jesus. Toda a história bíblica contradiz qualquer noção que o tempo possa resolver o nosso problema. Milhares de anos passaram desde o primeiro pecado até a vinda de Jesus, e os homens ainda aguardavam a solução divina.

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O pecado da ignorância citado na revista pode ser cometido até mesmo em estuda-lo. Não é correto tratarmos mal a ninguém. Entretanto, não nos esqueçamos que a Bíblia nos ensina sobre suportar as dores, lutas e aflições. Uma defesa excessiva dos “feridos”, transformará estes em mimados em Cristo e a igreja local em um núcleo de pessoas “não me toque”! Se um crente imaturo feriu a outro, mesmo que não gostemos ou aceitemos, isso tem um lado permissivo. De outra forma, ninguém cresceria e nem amadureceria. Não podemos dizer que tudo é pocessão/expulsão, nem que tudo é terapia-divã-medicamentos. Nos voltemos mais para o Aconselhamento Bíblico e para uma busca de transformações internas pelo Espírito, aliados ao esquecimento dos danos que sofremos. Por último, mesmo não havendo demônios, feitiços, gritos e etc., reflitamos: quem tem interesse em bagunça, maus-tratos, tristezas e desavenças?

Maturidade Cristã (curso)

1.2 Soluções bíblicas para problemas médicos

Em certas situações, existem razões biológicas e bíblicas para não se usar o aconselhamento centrado no problema.

O aconselhamento centrado no problema pode ser particularmente perigoso quando existem desordens físicas desconhecidas. Ao longo de toda a história da Psiquiatria e da Psicoterapia, houve enfermidades físicas não-detectadas que foram tratadas como distúrbios mentais, e isso ainda acontece. Dois exemplos são a Paresia Geral, resultante da invasão do cérebro pela espiroqueta da sífilis, e a Psicose Pelagrosa, causada por uma carência alimentar de Ácido Nicotínico. Várias pessoas que sofriam de uma dessas doenças foram diagnosticadas como esquizofrênicas e tratadas de acordo. O caso abaixo é apenas um dos muitos exemplos desse tipo de erro de diagnóstico.
Uma mulher de vinte e dois anos apresentava certos sintomas semelhantes aos da Esquizofrenia. Em vez de indicar um exame físico minucioso, o psiquiatra a quem ela foi encaminhada diagnosticou seu problema como Esquizofrenia e prescreveu o tratamento indicado para o caso. Porém, mais tarde, descobriu-se que a Depressão e as alucinações que ela relatava eram causadas por uma Psicose Pelagrosa, provocada por uma dieta tão rigorosa que a fazia praticamente passar fome.
Ainda hoje, muitas pessoas que na verdade estão sofrendo de problemas físicos são encaminhadas erradamente para a Psicoterapia.
Tratar uma pessoa dessas com Psicoterapia ou Medicação Psicotrópica, em vez de tratar do problema físico, não só impede a possível cura como ainda acrescenta mais sofrimento à agonia da própria doença. Dá para imaginar quantas pessoas sofriam desses distúrbios físicos e foram tratadas com técnicas psicológicas por um psiquiatra ou psicoterapeuta por ignorância da verdadeira causa do problema? Até a doença de Parkinson já foi considerada um distúrbio mental e tratada com Psicoterapia.
Isso nos leva à questão dos erros de diagnóstico e da tendência de encaminhar as pessoas para a psicoterapia. Ainda hoje, muitas pessoas que na verdade estão sofrendo de problemas físicos são encaminhadas erradamente para a Psicoterapia.

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Perante um conjunto de incapacidades de ordem emocional e  consequentemente de ordem funcional a pessoa deixa de conseguir adequar-se eficazmente às exigências da sua vida, ficando pouco a pouco cronicamente deprimida, ansiosa, ou ambas, ou talvez com diagnóstico de Desordem por Défice de Atenção com Hiperactividade (DDAH), mas mesmo com medicação, não muda muita coisa. Se os medicamentos ajudam, eles têm efeitos secundários graves. Provavelmente algumas pessoas são diagnosticadas com transtorno de personalidade. São esquivas, narcisistas, ficam no estado-limite, dependentes, obsessivo-compulsivas, um conjunto interminável de patologias, que se cruzam umas com as outras. Numa altura em que se julga que tudo é genético e se resolve com medicação, fica-se à mercê de uma pílula mágica, ou a pessoa rende-se à evidência que é assim devido a factores que a ultrapassam, passando a encarar o seu problema de forma passiva e adotando por vezes uma mentalidade de vítima.
O ciclo de negatividade vai crescendo, a pessoa nesta condição vai-se desprezando a si mesmo, caminhando ainda mais para sua auto-derrota e subvalorização. Torna-se muito pior com a idade, dado que devido à comparação com os outros, a pessoa sente-se a ficar para trás, não realizada e cheia de problemas sem fim à vista.

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Sentimentos. Somos convidados a buscar sabedoria, conhecimento; estes nos trarão controles emocionais (nós controlamos nosso espírito: I Co 14:32). Deus prometeu descanso, paz e liberdade por nossas cargas emocionais em Cristo. “Em Cristo” significa dores e sofreres reais e fortes na Terra! O descanso para os cansados e oprimidos (Mt 11:28) é o mesmo que receberam os apóstolos, Estevão e vários outros. Você deseja um mundo feliz, alegre, próspero e etc.? Não se engane: ele não será aqui/agora!
O E. Santo nos ajuda (ensina) a controlar as emoções, cultivando os frutos do Espírito (Gl 5:22-23). Aprender tal controle não é acabar com os males e nem com os sofreres, nem tão pouco “descobrí-los” ou revive-los em sessões. O trabalho é nosso em parceria com Deus. Para tal, alguns tentam nos ajudar a fugirmos de alcançar e nutrir Intimidade com Deus e Domínio próprio. Não podemos nos tornar as vítimas que os “psico” querem que creiamos ser. Mesmo as vítimas reais de catástrofes e males diversos, são chamados pecadores e carentes de Cristo (releia o link 8 da base para o trimestre). Afinal, Deus cura ou não todos os males? Devemos ou não esquecer os Passado? Se há real doença, podemos cautelosamente buscar a Medicina. Se não há, soframos o dano (I Co 6:7 e II Tm 4:5) e Busquemos o Céu. O problema não é quais são nossos problemas nem como resolvê-los. O problema é que sempre os teremos. Outro problema é querer nos passar por vítimas.

Obs.: Releiam atentamente o texto acima e reflitam sobre diagnósticos apressados ou oportunistas (sic).


1.3 Quais são os distúrbios (doenças) emocionais?

É crescente o números de cristãos com problemas de depressão, rejeição, fobia, dentre outras, serem “encaminhados” por seus pastores a consultórios psicológicos e psiquiátricos, com o intuito de tratarem de seus problemas, alegando ser problemas específicos para os médicos.
Em primeira instância, eu não me arrisco a dizer, categoricamente, que esses encaminhamentos seja negligência pastoral, ou até mesmo terceirização do seu chamado de conselheiro, além de pastor. É bem verdade que aconselhar “dá trabalho”, mas esse é o nosso chamado, pastorear o rebanho de Cristo.
Cabe aqui fazermos mais uma reflexão: até onde podemos ajudar essas pessoas Biblicamente? Será que os efeitos do poder da palavra de Deus e a ação do Espírito Santo, poderiam, em muitos casos, ou em todos, substituir muitos remédios para ansiedade, medo, depressão, etc.
Será que a Bíblia tem solução, CURA para esses problemas? Será que a evolução da medicina, tratamentos médicos, descobertas de remédios mais eficazes, já ultrapassaram a solução que a Bíblia oferece.
Continuo a perguntar se Jesus Cristo ainda é suficiente para TODO o problema da humanidade, ou se esses problemas citados acima, Deus, em Sua soberania, não “prescreveu” a solução nas escrituras?

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            Não vamos negar os distúrbios citados, suas atuações e nem existência. Nosso ponderar é quanto a suas reais ativações, produções e combates. Alguns fazem parte do viver e constam como rotineiros, segundo as Escrituras (sic)! Assim sendo, não nos livraremos definitivamente de reenfrenta-los: podem ser “espinhos na carne”. ‘Pesca-los’ do passado, medicar com o próprio eu e seguir voltando-se para o bem-estar interno não é a Libertação dada pelo Filho (Jo 8:36). Alguns deles:

1. Complexos (inferioridade, incapacidade e ansiedade, l Pe 5:7): ideia de que nunca serão alguma coisa, que tudo dará errado e que ninguém gosta dela.
2. O Perfeccionismo: sentimento interior de insatisfação (Fp 2:14); pensa que nunca faz nada direito e não satisfaz aos outros, a si mesma e nem a Deus;
3. Suscetibilidade: pessoas supersensíveis, possivelmente já padeceram com muitas mágoas (Jo 21:17). São pessoas que exigem muito agrado; muitos pais mimam demais os filhos, gerando a Suscetibilidade.
4. Temores: temer demasiadamente o fracasso; é possuir tanto medo de perder no jogo da vida que nunca entram na partida (Mt 25.25).
Paulo, escrevendo aos Coríntios, tratou de problemas humanos possíveis e inimagináveis. Disputas, divisões, contendas, Ceia do Senhor, dons de línguas, e tantos outros assuntos. E uma quantidade considerável de sua carta era relacionada a assuntos de ordem sexual: pré-conjugal, conjugal, extraconjugal. Esse tempo que vivemos se iguala àquela época. Por isso, não podemos tratar esses assuntos melindrosos apenas com a famosa receita: oração, leitura das Escrituras e jejum.



2. Passos importantes para a restauração

“Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza” (Rm 8:26) Essa declaração do Apóstolo Paulo lembra qual é a ação do Espírito Santo na vida do cristão. Ele assiste, ou seja, acompanha em conjunto, passo a passo todo o processo de restauração de cada um. O Espírito Santo se torna companheiro, trabalhando ao lado de quem sofre, participando de todo o processo de cura (At 15:28). Ele é o terapeuta espiritual e eficaz que nos auxilia, orientando naquilo que é preciso fazer (Jo 14:16 e 26).

1- Se encha da Palavra de Deus – é muito difícil trocar valores e conceitos se não temos pelo que trocar. Inicie a transformação se enchendo da Palavra, assim saberemos o que  Deus disse a respeito a fim de que nossos pensamentos possam se alinhar ao que Ele diz. Precisamos saber o que O Senhor tem para nossas vidas.
2-Desligue-se de tradições- “Invalidando assim a palavra de Deus pela vossa tradição, que vós ordenastes. E muitas coisas fazeis semelhantes a estas. Marcos 7:13” . A Palavra de Deus não muda. Não podemos assumir valores em detrimento a Palavra de Deus. A tradição de homens quer invadir nossas vidas: sexo explicito, conceitos distorcidos, adultério tem tentado invadir nossas famílias . Para transformar sua mente devemos nos desligar das tradições.
3- Aprenda a ouvir conselhos -”Com conselhos prudentes tu farás a guerra; e há vitória na multidão dos conselheiros. Provérbios 24:6″ Precisamos abandonar a auto suficiência pois ninguém sabe tudo. É preciso aprender a ouvir conselhos, mesmo que não vá seguí-los  é preciso conhecer outros pontos de vista. Será que temos dado o devido valor aos conselhos?

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Passos para tratar a alma ferida (Sl 42):

1. ORAR ENTREGANDO TUDO PARA DEUS, abrir o coração para Deus: v. 8
Salmo 37: 5 - Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele tudo fará.
A ORAÇÃO FEITA COM FÉ, NUNCA FICARÁ SEM RESPOSTA!
2. LOUVAR A DEUS POR TODAS AS SITUAÇÕES: Vs. 4-5.
“Quando me lembro destas coisas choro angustiado. Pois eu costumava ir com a multidão, conduzindo a procissão à casa de Deus, com cantos de alegria e de ação de graças entre a multidão que festejava...Ponha a sua esperança em Deus! Pois ainda o louvarei; ele é o meu Salvador e o meu Deus”.
Habacuque 3: 17 a 19 - Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto nas vides; ainda que falhe o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que o rebanho seja exterminado da malhada e nos currais não haja gado. Todavia eu me alegrarei no Senhor, exultarei no Deus da minha salvação. O Senhor Deus é minha força, ele fará os meus pés como os da corça, e me fará andar sobre os meus lugares altos.
O ditado popular diz: “quem canta seus males espanta”, mas a verdade, porém,
“É que quem louva, seu trauma estanca e os males espanta.”
3. ESPERAR EM DEUS: v. 5
“Ponha a sua esperança em Deus”. Ele diz à sua alma:
“Espera em Deus, pois ainda o louvarei pela salvação que há na sua presença”.
Salmo 71:14 -Mas eu esperarei continuamente, e te louvarei cada vez mais.
“Não há salvação em nenhum outro, pois, debaixo do céu não há nenhum outro nome dado aos homens pelo qual devamos ser salvos”. At. 4:12.
Mas somente em Jesus há salvação. Se entregue a Jesus, deixe que Ele cure a sua alma, sare as suas feridas, perdoe seus pecados e lhe dê a salvação!
4. CONFIAR DE TODO SEU CORAÇÃO: v. 11
“Pois ainda o louvarei; ele é o meu Salvador e o meu Deus.”
É entregar tudo. Decisão pessoal e imediata!!!
A ansiedade gera uma série de doenças da alma. A entrega é a melhor decisão.

Você precisa de Deus, você precisa de Jesus, entregue sem reservas sua vida confiando plenamente em sua providência.
“É melhor buscar refúgio no SENHOR do que confiar nos homens.” – Sl 118.8

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Obs.: Não somos contra a Ciência, mas não aprovamos o cientificismo e o banimento da ação e do poder da Palavra de Deus. Como prova, o último link abaixo é puramente clínico/acadêmico.

8 Princípios (passos) (I) (II) (III) (IV) (V) (VI) (VII) (VIII)
A Restauração do Sistema Emocional (I) (II) (III) (IV) (V) (VI) (VII) (VIII)

2.1 Ter coragem para falar do problema

O Senhor sabe de nossa tendência natural de fugir, por isso preparou um esconderijo perfeito para nós: a Sua presença. Jesus mandou entrar no quarto e fechar a porta para orar (Mateus 6.6) e Ele mesmo deu exemplo muitas vezes que se retirou sozinho para orar (Lucas 11.1).
Quando fugimos para a presença de Deus em oração, somos fortalecidos pelo Senhor para enfrentar os nossos problemas, encarar as pessoas e a si mesmo de forma segura e tranqüila.

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Em vez de agradar ou exaltar a si mesmo, a Bíblia diz que você deve examinar a si mesmo (ou confrontar) e se humilhar (Mt 23:12; I Co 11:31) porque o seu coração é enganoso e desesperadamente corrupto, além do que se possa compreender (Jr 17:9). O primeiro passo na auto-confrontação é admitir diante de Deus a sua pecaminosidade e a sua condição de perdido (Sl 14:1-3, Rm 3:10-12), e depois voltar-se para Ele como a sua única fonte de esperança para a Salvação Eterna (Rm 6:23). Deus provê a salvação pela fé como um ato de misericórdia e dom da Sua graça, não por encontrar algo bom em você ou por você ser capaz de fazer alguma coisa que mereça o Seu amor e favor (Ef 2:8-9, Tito 3:5-7).
A Auto-confrontação deve prosseguir ao longo da sua caminhada cristã se você deseja evitar a Hipocrisia de julgar os fracassos dos outros sem antes examinar a sua vida de modo bíblico (Mt 7:1-5; Lc 6:41-42). E, ainda mais importante, a auto-confrontação deve ocorrer de acordo com a Palavra de Deus (II Tm 3:16-17; Hb 4:12).

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Como José nos ensinou, problema que deve ser evitado (ele fugiu) é o de envolvimentos românticos/sexuais. Nos demais casos, temos que buscar o preparo e os encarar. Admitir e falar do assunto com outra pessoa fazem parte do processo de cura.
Lemos na revista: “... As confissões possuem poder terapêutico, pois a Bíblia orienta: “Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros, e orai uns pelos outros para serdes curados” (Tg 5:16), então devemos reconhecer de forma consciente nossos problemas e procurar alguém idôneo para ajudar-nos”. Isto fala dos cristãos falarem uns com os outros (ajuda mútua), independente de suas formações acadêmico-ministeriais. Procure alguém maduro e de confiança (todos os obreiros deveriam ter estas características por força do ofício). Deixamos uma meditação: só há sábios entre os terapeutas, psicólogos, psicanalistas e psiquiatras? Não há um sábio sequer entre a membresia de seu bairro?


2.2 Humildade e quebrantamento aliados à restauração

A Causa de meu Problema: Minha natureza pecaminosa

Brincamos em ser Deus quando:
1. Tentamos controlar nossa imagem. Não queremos que as pessoas saibam como realmente somos, temos medo de que elas não gostem do que irão ver, e assim tentamos controlar o que pensam através de máscaras e negando nossas fraquezas.
2. Tentamos controlar outras pessoas. Pessoas tentam controlar umas as outras e, para isto, usam diferentes maneiras para manipular: culpa, medo, elogio, silêncio, ira, choro, ameaça.
3. Tentamos controlar nossos problemas. Somos craques em negar que temos problemas. Então, criamos mais problemas, pois, quanto mais os negamos mais eles aparecem e se avolumam.
4. Tentamos controlar a nossa dor. Podemos nos esconder dela, negá-la, evitá-la ou adiá-la, mas não podemos acabar com ela usando algum tipo de anestésico. Ela acaba manifestando-se mais cedo ou mais tarde, pois ela é real. Cedo ou tarde teremos de admitir que não somos Deus e nunca o seremos.

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Humildade a Morte ao Ego

A Si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte. (Fp 2:8)

    A Humildade é o caminho para a Morte, pois na morte ela dá a maior prova de sua perfeição. A Humildade é o florescimento do qual a morte ao ego é o perfeito fruto. Jesus se humilhou até a morte, e abriu o caminho no qual devemos andar também. Assim como lá não havia maneira de ele provar sua entrega absoluta a Deus ou de desistir e sair da Natureza Humana para a glória do Pai a não ser pela morte, assim também é conosco. A Humildade tem de nos levar a morrer para o Ego; então, provamos quão completamente desistimos de nós mesmos para ele e para Deus: somente, então, somos libertados da natureza caída e encontramos o caminho que leva para a vida em Deus, para o pleno nascimento da Nova Natureza, da qual a Humildade é o Fôlego e a Alegria.
    Temos falado do que Jesus fez por seus discípulos quando transmitiu sua vida de ressurreição para eles, quando, na descida do Espírito Santo, ele, o glorificado e entronizado manso, veio dos céus para habitar neles. Ele ganhou o poder para fazer isso por meio da Morte: a vida que Ele partilhou, em seu caráter mais intrínseco, foi uma vida que saiu da morte, uma vida que foi entregue à morte e foi ganha pela morte. Ele, que veio habitar nos discípulos, era, ele mesmo, Alguém que havia sido morto e agora vivia para sempre. Sua vida, sua pessoa, sua presença carregam as marcas de morte, de ser uma vida nascida da morre. Aquela vida em Seus discípulos também carrega sempre as marcas da morte; é somente como o Espírito da morte, do Morto, ao habitar e trabalhar na alma, que o poder de sua vida pode ser conhecido. A primeira e principal das marcas do morrer do Senhor Jesus, das marcas da morte que indicam o verdadeiro seguidor de Jesus, é a Humildade, por estas duas razões: somente a Humildade leva à perfeita morte e somente a Morte aperfeiçoa a Humildade. A Humildade e a Morte são, em essência, uma só: a Humildade é o embrião, e, na morte, o fruto é amadurecido até a Perfeição.

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Humildade e quebrantamento. Não apenas são passos importantes na restauração das feridas emocionais (Pv 18:12-14), como também são indispensáveis ao Novo Homem. Temos que admitir nossas fragilidades humanas e limitações para viver como Cristo viveu. Devemos desaparecer para permitir que Cristo viva em nós: Cristo em nós é a esperança da Glória (Cl 1:27).


2.3 Saber se queremos ser curados

Umas das questões mais comentadas e menos esclarecidas na vida cristã é a chamada “Cura Interior”. A avalanche de mitos e falsos ensinos distorcem a real compreensão da capacidade que Deus tem de restaurar-nos a alma.
Aliás, de tão desgastado, David Kornfield prefere nem mesmo usar o termo “cura interior”, a fim de não cair na vala comum das falsas promessas. Por isso, esse livro não é indicado para quem busca soluções mágicas e imediatistas para restabelecer o equilíbrio emocional.

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A Vontade (I Ts 5:23) está relacionada com o desejo do Ser Hmano, a necessidade intrínseca de obter, atingir ou alcançar um objetivo, de maneira consciente ou não. Portanto, está relacionado ao processo decisório, ao “Livre Arbítrio” (Dt 28), em que o indivíduo opta pelas escolhas possíveis de fazer ou não fazer alguma coisa; ou ao ato de julgar, opinar, ou sugerir. A resolução de qualquer assunto geralmente depende da vontade. O Homem foi criado por Deus com Mente, Vontade e Emoção, que dão a “cor necessária a personalidade”, e são a própria personalidade humana. O Homem possui três partes importantes, que são o Espírito, a Alma e o Corpo.

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As perdas, o coração partido por acontecimentos (a morte de alguém querido), traumas ou doenças graves, acidentes que deixam sequelas ou mudam-nos radicalmente a vida, são apenas alguns exemplos de quando possivelmente necessitamos de ajuda. Quanto mais trágica a situação ou a perda, mais força teremos que fazer para erguer-nos novamente. Somos pressionados ao crescimento pós-traumático? Precisamos, então, procurar apoio para continuar. Abrir mão das lembranças tristes, aceitar os fatos e abrir o coração para prosseguir em frente, voltar a amar, a confiar de novo, ou reconstruir ajuda a superar as dores muito melhor do que entrar “em espiral” de negatividade e amargura (ou até isolamento).
Muitos querem conversar sobre suas mazelas, mas não querem a cura. Querem despertar a compaixão nos outros e se utilizam dos ouvintes como um conforto e confirmação. Humanamente se falando, para curar uma pessoa deve haver, por parte desta, íntima vontade e desejo de ser curado (doenças graves). Os médicos fazem o que lhes cabe; o maior trabalho fica por conta do doente. Ninguém pode fazer por nós o que não desejamos nós mesmos. Por isso Jesus pergunta: “Queres ficar são?” (Jo 5:6, Lc 18:41). Contudo, se orarmos e clamarmos Deus pode mudar o desejo das pessoas para que elas queiram ouvir a Palavra de Deus, a Salvação, mudanças de caminhos, caráter, desejos  e sentimentos.
Não é possível mudar o passado, mas é possível controlar seus efeitos em nossa vida. Diante dos traumas emocionais, existem duas atitudes possíveis: a de ressentimento e a de perdão, e mais nenhuma outra.



3. Cura e restauração divinas para os enfermos de alma

Se analisarmos um exemplo bíblico de um coração ferido, descobriremos José. Foi atitude de perdão que salvou José de tornar-se prisioneiro do seu passado, pois não abrigou, em seu coração, desejos de vingança (Gn 45:5). De uma maneira maravilhosa, os sofrimentos que José experimentou foram usados por Deus, os dias difíceis haviam-se passado e José soube deixá-los para trás.

A Restauração da Alma tipicamente não é algo ministrado por um psicólogo, ainda que passemos por meses de aconselhamento. O Psicólogo ou Psiquiatra pode ajudar-nos a entender verdades chaves para nossas vidas, mas, com algumas exceções, é mais um facilitador do que um conselheiro que entra ativamente na alma da pessoa e acompanha, de dentro para fora, a dor e o mover curador do Espírito. O Psicólogo normalmente trabalha em nível horizontal, através de conversa, ajudando a pessoa a se entender. A Restauração da Alma trabalha em nível vertical, através de um Encontro Divino, ajudando a pessoa a experimentar Jesus como nunca antes na área de suas dores e feridas. Ao mesmo tempo, esclarecemos que os que ministram na área de Cura Interior e no Ministério de Restauração devem fazer todo o possível para ter o apoio de um psicólogo ou psiquiatra que conheça as dinâmicas do Espírito. Nós precisamos saber quando os problemas que estamos enfrentando vão além de nossa sabedoria e capacidade. Devemos ter alguém a quem possamos consultar e também indicar pessoas com problemas com os quais não estamos habilitados a trabalhar.

O que é Restauração da Alma?!

1) Reconhecer nossas feridas, defesas e responsabilidades;
2) Experimentar Jesus levando sobre si essas feridas;
3) Receber o Perdão e a Libertação de Deus; e
4) Poder transmitir o mesmo para os que nos machucaram e abusaram de nós...

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A citação abaixo exalta a Doutrina Bíblica da Regeneração/Restauração e Transformação a cargo do Espírito. Não há lugar para exaltar teorias ou filosofias que diminuem o Sobrenatural e sublimam o “coitadinho” do Homem e seu ego, como também não se perde tempo incriminando terceiros ou situações. O “Mal” é o Velho Homem, o Pecado, o Diabo e seus anjos. Mesmo os feridos e traumatizados são pecadores que precisam de Cristo. Os que já o aceitaram são pecadores remidos e podem buscar uma mudança/melhoria mental, interior e emocional como nos assegura a Palavra de Deus (Rm 12:2).

Cura interior é a cura do nosso homem interior:- da mente, emoções, lembranças desagradáveis, sonhos. É o processo pelo qual, por meio da oração a Deus Pai, em nome do Seu filho Jesus Cristo, somos libertos de sentimentos de ressentimento, rejeição, autopiedade, depressão, culpa, medo, tristeza, ódio, complexo de inferioridade, autocondenação e senso de desvalor, etc. Em Romanos 12.2, lemos o seguinte: "E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente..." A Cura Interior é a renovação de nossa mente.
Cura Interior é a cura das feridas emocionais, e é o processo da conscientização da nossa situação. Certas áreas da nossa vida precisam de um toque especial do Espírito Santo de Deus.
Dentro de você existem pequenos compartimentos onde foram armazenados muitos fatos que te feriram durante toda a sua vida, que só você e Deus sabem.
Peça ao Espírito Santo para trazer à sua memória todas as situações que te causam dor. Chega de ficar vivendo seus problemas. Graças a Deus que nos deu seu Filho para levar na cruz todo o nosso sofrimento. Nós temos acesso ao Médico dos Médicos, que é JESUS. Hoje Ele está aqui para te acolher e te curar, é só abrir o teu coração.

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            Leia o excelente artigo (link) abaixo. Não favorecemos regressões, revivências de pecados ou de traumas passados, mas se pregarmos, crermos e buscarmos ministrações e transformações de Deus (Cristo operando no interior dos Homens), teremos legítimas curas interiores. Ou seja, apesar de acontecer um milagre dentro da pessoa, a cura veio de fora (Deus Pai, Filho e E. Santo entrando e agindo); não foi alguém com métodos e teorias ensinando ao indivíduo curar a si mesmo com seu próprio eu.

Restauração, Cura e Libertação (I) (II) (III) (IV) (V)

3.1 Não permitir o ressentimento

O número sete representa a perfeição, então Pedro achou que estava perguntando sobre a possibilidade de um perdão repetido sete vezes, que chegaria ao ápice de perfeição.  A resposta de Jesus indica que devemos ir muito além do que parece perfeito aos olhos humanos, expressando um perdão infinito (sete vezes setenta).  Algumas vezes ficamos surpresos quando, algum tempo depois de termos perdoado a alguém, sentimentos de dor, tristeza, raiva, etc. ressurgem ou reaparecem.  Devemos perdoar tantas vezes quantas forem necessárias - não apenas quando a pessoa repete o mesmo pecado, mas, também, quando esses sentimentos surgem repentinamente através do tempo.
Esse tema é ainda mais complicado pelo perdão barato: perdoar da boca para fora, superficialmente, sem resolver a dor que sentimos e as conseqüências negativas com as quais teremos que conviver.  Na parábola do credor incompassivo que segue o texto que estudamos, a lição principal é sobre o perdão.  Devemos perdoar muito, porque temos sido perdoados de muito mais!  Embutida nessa parábola há uma lição sobre perdão barato.  Quando o credor incompassivo não se demonstrou digno do perdão, seu senhor retirou o perdão que havia estendido para ele, e Jesus conclui dizendo “Assim também lhes fará meu Pai celestial, se cada um de vocês não perdoar de coração a seu irmão” (v. 35).  Devemos levar o perdão a sério, entendendo que a vida cristã não é composta de graça barata nem de perdão barato, mas da graça que custou o sangue de Cristo e de perdão genuíno.  David Augsburger desenvolve bem esta tese em seu livro Importe-se o Bastante Para (Não) Perdoar (United Press, esgotado).

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O ressentimento, muitas vezes, apresenta-se como um empecilho à obra restauradora de Deus e do seu Santo Espírito. O Senhor quer nos curar, mas nós recusamos a esquecer o passado e resistimos olhar para frente. Não podemos ser escravos do que nos aconteceu, nem de nossa história. O sofrimento, associado ao ressentimento resulta em escravidão (Jó 5.2; Gl 5.1). É como se estivéssemos condenados a caminhar arrastando pedras enormes amarradas aos pés. Acrescentar ressentimento às lembranças dolorosas é criar uma mistura ácida que corrói o coração.
Só há um meio de apagar essas cicatrizes que se abrem com frequência: entregar, inteiramente, nossos males nas mãos daquele que “verdadeiramente tomou sobre si todas as nossas dores” (Isaías 53:4).


3.2 Permitir a intervenção de Deus

O Aconselhamento Bíblico baseia-se no ensino bíblico de que cada um de nós prestará contas de si mesmo a Deus (Rm 14:12; II Co 5:10). Embora os crentes em Cristo não estejam destinados à Condenação Eterna pelos seus pecados (Rm 8:1, Hb 9:27 e 28, 10:10-18), reservada aos descrente (Ap 20:15), os pecados tem consequncias (Ez 18:20, Cl 3:25). O aconselhado deve saber que ele é responsável perante Deus unicamente pelos seus pensamentos, palavras e ações, e não por mudar a vida de outras pessoas.
Aprendendo a assumir responsabilidade pelo seu comportamento, o aconselhado precisa entender o conflito entre a Velha Natureza e a sua Nova Natureza em Cristo (Rm 6; II Co 5:17; Gl 5:16). Por um ato de vontade, ele precisa abandonar o antigo modo de viver em cobiça e engano, e começar a agir de modo que reflita a nova natureza que Deus lhe deu à semelhança de Cristo (Ef 4:22-24; Cl 3:5-17). O aconselhado também precisa desenvolver um estilo piedoso de pensar, falar e agir (II Co 10:5; Fp 4:8), provando a renovação da sua mente e alcançando sucesso em viver uma vida que corresponda à nova natureza criada por Deus em santidade procedente da verdade (Rm 12:2; Ef 4:23-24).

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Lembro-me vividamente e com tristeza das “guerras do aconselhamento” que aconteciam na época em que eu estava no seminário − guerras em que os “fronts” da psicologia moderna combatiam uns contra os outros. Também me lembro de pensar: “Com certeza, a Igreja sempre ajudou as pessoas feridas e endurecidas”. Essa frase remeteu-me à busca, por um quarto de século, do legado cristão para o cuidado da alma e a orientação espiritual. Simultaneamente, o Espírito de Deus movia muitos outros pelo mesmo caminho.
O futuro do aconselhamento bíblico é o passado. Durante os últimos vinte anos testemunhamos na comunidade cristã o retorno ao devido respeito pela “grande nuvem de testemunhas” (Hb 12:1-3). A História, conforme Chesterton nos lembrou, “é a democracia dos mortos”. Os Conselheiros Bíblicos do futuro voltarão aos caminhos antigos (Jr 6:16). Eles buscarão e aplicarão o legado antigo e a sabedoria de vida encontrada de maneira consensual nos escritos dos cristãos que, ao longo da História, destacaram-se como médicos da alma.

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Todas as vezes que intercedemos, estamos pedindo algo em favor de alguém ou de nós mesmos. Toda conquista para ter êxito precisa ser acompanhada de uma intercessão. Em Tiago 1:17 diz: “Toda boa dádiva e todo dom perfeito, vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança, nem sombra de variação.”
Sabemos que conquistamos tudo primeiramente no plano espiritual e o texto afirma que vem do alto, ou seja, movemos as bênçãos de Deus em nosso favor através da intercessão. A intercessão é como uma gestação, e como dar a luz um filho.
A Restauração da Alma é um processo que só acontece mediante muita intercessão. Conquistamos a Cura da Alma quando estamos nos braços do Pai por meio da intercessão e não apenas a Cura da Alma, mas todas as outras coisas que necessitamos como: a conquista familiar, conquista das células, conquista do êxito financeiro, etc.
Intercessão fala de entrega total. Em Lucas 22:39-46, vemos Jesus em um momento de grande intercessão e aprendemos com o Mestre que a verdadeira intercessão não é apenas tomar a causa do outro, mas também tomar a nossa própria causa, entregando-se ao Pai sem limites e sem reserva de tempo.

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Todos nós precisamos¹ de cura e crescimento emocional. Trata-se de uma atitude de humildade e reconhecimento de que necessitamos de Deus da cura do Senhor. Quando temos uma ferida, colocamos um curativo e tapamos a ferida, mas ela continua lá, e, quando esbarramos em algo, sentimos dor novamente. Assim é a ferida emocional², também, tapamos fingindo que não está lá, mas de lá ela não saiu. E, quando acontece alguma coisa que mexe com o nosso emocional, sentimos novamente aquela dor. Para sermos curados, é necessário tirarmos o curativo para que Deus derrame seu bálsamo curador.
Há pessoas que não conseguem se apropriar da cura de Deus para os traumas emocionais. E Deus, paciente e cuidadosamente, inicia o tratamento do nosso coração. Mas, quando ele já está quase curado, o ferimentos começa a coçar. A pessoa diz: “Não, eu não posso esquecer; não vou deixar isso barato”.

¹ Todos nós podemos e devemos crescer emocional, mental e espiritualmente, sim. Entretanto, dizer que todos precisam de cura emocional é um extremo generalizador terrível.
² Novamente citamos a necessidade de maturidade cristã e muitíssimo menos ‘sensibilidades’. Qualquer um que tenha lido o Novo Testamento completo terá aprendido sobre o papel e necessidade das tristezas e sofrimentos aqui na Terra. SOMOS PEREGRINOS!

3.3 Soltar as amarras emocionais com o perdão

Frequentemente há ódio, raiva e ressentimento em nossa alma, associados às lembranças dolorosas. Na realidade, são esses sentimentos (e não o fato em si) que nos machucam, perseguem e causam tristeza. Diariamente tais sentimentos trazem, à tona, a dor que um dia sofremos. Quando nos ressentimos (tornar a sentir; sentir muito), remoemos a mágoa, relembramos a ofensa, revivemos a dor e reforçamos o sofrimento. Autorizamos àquele que nos feriu no passado o poder de fazê-lo no presente e continuar nos ferindo no futuro. As amarras emocionais só podem ser rompidas com o perdão. O ressentimento nos torna marionetes nas mãos de Satanás, ficamos amarrados, controlados, escravizados, fazendo exatamente o que ele quer (II Co 2:10 e 11).



Conclusão

Feridas na alma são, aquelas que doem, mesmo quando já não vemos mais o machucado; ou aquele que causou a ferida não está mais presente e, ainda assim, de vez em quando, elas voltam e incomodam. Às vezes, causam insônia, falta de apetite e tristezas. E doem muito, dói o peito, doem os olhos, dói o coração. Mas, principalmente doem na alma.

Fontes:

Bíblia Sagrada ARC/ARA/ACF/TB/BV/RV/NTLH
Enfermidades da Alma (revista EBD professor) – Editora Betel – 2º Trimestre 2014 – Lição 01
Princípios de Interpretação Bíblica – Vilson Scholz – Ed. ULBRA
Novo Dicionário da Bíblia – John Davis – Ed. Hagnos
Enciclopédia Ilúmina
O Antigo Testamento Interpretado – Norman Champlin – Hagnos
O Novo Comentário da Bíblia – F. Davidson – Vida Nova
Comentário Bíblico Matthew Henry (Conciso) – Matthew Henry – CPAD
Comentário Bíblico Moody – Editora Batista Regular
Comentário Bíblico Esperança NT – Editora Evangélica Esperança
Problemas Cruciais: Uma perspectiva bíblica (link)
A Responsabilidade Pessoal pelos Atos Humanos e o Destino (link)
Aconselhamento Bíblico Aula 8 (link)
A Bíblia tem Solução para os Problemas da Depressão, Tendências Suicidas, emocionais e outros problemas similares? (I) (II)
Restauração da Alma - O que é o que não é? (link)
O Problema não Está no Crack – Está na Alma (link)
Auto-confrontação (link)
Quadro Avaliativo: Terapia Psicológica x Aconselhamento Bíblico (link)


Bibliografia Indicada (estude mais)

Necessidade de Renovar (link)
O que Está na Raiz dos Problemas Psicológicos e Dependências (link)
Principais Problemas Emocionais que Interferem no Comportamento dos Jovens (link)
Ressentimentos e Amarguras - Em busca da saúde da Alma – Josadak Lima – Ed. ADSantos
Negar a Vida da Alma em Realidade (link)
Cura Interior (link)
Depressão e Relacionamentos Pessoais (link)

Questionário

1. Quais as soluções bíblicas que alguns irmãos apresentam para a cura de traumas emocionais?
R: Ter mais fé, orar mais e ler mais a Bíblia.
2. Cite o exemplo de um personagem bíblico com o coração ferido.
R: José.
3. O que pode soltar as amarras emocionais?
R: O Perdão.
4. Cite um distúrbio dos traumas emocionais.
R: Complexo de Inferioridade,
5. O que pode se tornar um empecilho à obra restauradora de Deus?
R:O Ressentimento.

2 comentários:

  1. Mt 9.35 Ora, Jesus tinha que cumprir Isaías 53 e outras passagens aos quais o ministério de curas iriam testificar também ser Ele o Filho de Deus. Não significa que podemos tirar sua soberania nas curas ou melhor, nas "não curas". Essa passagem não é regra!
    Jo 5.2-6 NADA TEM HAVER COM O FATO DE , SEGUNDO O AUTOR, ser o primeiro passo para aparecer a cura. Esta passagem mostra que a GLÓRIA do milagre provem de Deus e não de um anjo. 38 anos esperando já reflete a soberania de Deus!
    Na introdução, o autor esqueçe das obras da carne como sendo responsáveis pelas atitudes hoje das pessoas e não reflexo de traumas. Fosse assim, apanhei de meu pai toda infância e pré adolescência e no entanto não virei assassino. Trauma por trauma, tava toda sociedade protegida por um CID e apagando seus pecados diante de Deus?
    Moisés não teve doença do medo como fala na lição 2, ele reconhecia sua incapacidade de falar com faraó e somente assim eliminava sua auto-confiança diabólica. O autor no item 1.2 chama de simplista a Bíblia e esquece de 2 Tm 3.16; esquece que na época de Paulo não havia consultório com poltrona de "divã" como Freud ensinou. Chama na revista do professor de "receita" oração, jejum e ler a Bíblia.
    2.1 cita Tg 5.16 porém o confessar é de crente para crente e não de crente para psicólogo especialista. se o espírito não for suficiente, não é um promovedor da astuta auto-estima que vai resolver .

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  2. A palavra de Deus podem trazer o cura para diversas doenças!.
    Mas como é possível, curar doenças emocionais através da Bíblia? A Bíblia Que é a Palavra de Deus, É conseguido encontrar a causa desses problemas e conversar com Deus.Como se estive-se conversando com seu médico! então você vai deixa de ser essa pessoa tão doente da alma!

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