domingo, 2 de março de 2014

EBD Editora Betel - Islamismo, a Segunda Maior Religião do Mundo

Assembleia de Deus CONAMAD
Lição 11 – 16 de Março de 2014
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Texto Áureo

“Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia.” Mt 5:7

Verdade Aplicada

A Misericórdia deve ser praticada para com todos, incluindo os que não professam a mesma fé.

Objetivos da Lição

Fazer conhecida a origem do Islamismo;
Apresentar crenças e pilares da fé Islâmica;
Refutar alguns conceitos Teológicos do Islamismo.

Glossário

Muçulmanos: é o nome dado aos adeptos do Islamismo; o nome significa “aquele que se submete a deus”;
Hégira: refere-se à fuga, emigração, de Maomé, configurando sua separação de seu clã, em Meca onde nasceu, para a cidade de Medina;
Islamismo: Termo árabe derivado da palavra islão, que significa “submissão à vontade do deus”, o deus Alá.

Textos de Referência

Mt 5:1 - Jesus, pois, vendo as multidões, subiu ao monte; e, tendo se assentado, aproximaram-se os seus discípulos,
Mt 5:2 - e ele se pôs a ensiná-los, dizendo:
Mt 5:3 - Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus.
Mt 5:4 - Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados.
Mt 5:5 - Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra.


Introdução

Todos os dias, mais de um bilhão de muçulmanos espalhados pelo mundo, ajoelham em direção a Cidade de Meca, localizada na Arábia Saudita, para dirigir suas orações a seu deus Alá. O Islamismo é a religião que mais cresce no mundo, e, em mais de 50 países da África e da Ásia, abarca a maioria da população. Nos países da Europa e América, são minorias, porém, com um crescimento alarmante.

O Islamismo é um sistema que envolve todos os aspectos da vida. Seus adeptos são conhecidos como muçulmanos, cobrindo os aspectos religioso, político, social, jurídico e cultural. Não existe a idéia que nós temos da separação entre a Igreja e o Estado.

Manual de Apologética – Ezequias Soares

O fiel deve rezar todo dia em cinco horários: 5:00, 12:30, 16:00, 18:30 e 20:00. Para isso, ele entra na mesquita sem sapatos e se encaminha à Sala de Oração, que ocupa a ala de um jardim aberto. No centro do jardim, fica o poço de purificação, para ele se lavar antes da prece. No muro que dá para Meca há um nicho, o Mihab, que indica a direção para a qual se deve rezar. Durante a oração, o fiel se inclina para a frente, prostrado no chão, em sinal de respeito ao Criador. A testa toca o tapete especial para esse ritual (cada um deve ter o seu e cuidar de mantê-lo sempre bem limpo).

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1. Origem e História do Islamismo

No século VII, a Península Arábica estava ocupada por povos nômades, que viviam em regiões desérticas, vagando de um oásis a outro. Caracterizavam-se pela grande rivalidade entre as diversas tribos e pelo politeísmo religioso. Naquela época, Meca, uma cidade Árabe, tornou-se um importante centro comercial, e um grande centro de peregrinação religiosa, onde ficava a “caaba”, um templo que abrigava ídolos tribais. É Nesse contexto, que nasce o fundador do Islamismo, Maomé.

O Islamismo originou-se nas redondezas da cidade de Meca, na atual Arábia Saudita, por volta do ano 600 d.C. Naquela época, um pequeno mercador chamado Maomé relatou que, em um de seus retiros espirituais, recebeu a palavra divina através do anjo Gabriel, que lhe revelou a existên­cia de um único Deus (chamado Alá), criador do mundo e juiz de todos os homens. Disse ainda que o Paraíso só seria atingido pelos homens que amassem a esse Deus com sinceridade absoluta, a ele dirigissem suas preces diárias e praticassem a caridade por toda a vida.
Maomé realizava a pregação do islamismo especialmente no povoado em que vivia, Meca, que nessa época era o centro de cultos politeístas e para onde se dirigiam milhares de peregrinos to­dos os anos. A nova religião pregada por Maomé era monoteísta e, por isso, ameaçava essas cren­ças, pondo em risco os negócios dos comerciantes locais. Por isso, Maomé passou a ser perseguido e ameaçado de morte. Para proteger-se, fugiu para um povoado vizinho, chamado Iatrebe, onde con­quistou proteção e apoio popular. Logo conseguiu unificar e chefiar várias tribos regionais, criando um poderoso exército.

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Um quinto dos habitantes da Terra são muçulmanos. Um feito fantástico, visto ser o grupo mais jovem das maiores religiões. O motivo de já existir mais muçulmanos do que católicos no Mundo é seu comprometimento com a causa, com os irmãos, com a devoção total e irrestrita, com os líderes e com seu deus. De longe ganham de qualquer grupo conhecido (exceto com a Igreja Primitiva).

História do Islamismo (documentário)

1.1 Maomé, o Fundador do Islamismo

O Islamismo foi fundado por Maomé, Mohammed em ára-be, nascido em 570 d. C. filho de Abdallah e Amina, da tribo dos coraixitas. Seu pai faleceu provavelmente antes de seu nascimento e sua mãe quando Maomé estava com cerca de 6 anos de idade de quem herda uma escrava, 5 camelos e algumas cabras. Foi acolhido por seu avô Abd al-Mottalib, que falece 2 anos mais tarde e por testamento, o menino fica aos cuidados de um de seus filhos, Abu Talib, seu tio.
Aos 20 anos de idade vai trabalhar para uma viúva rica, de nome Khadidja, cerca de 15 anos mais velha, com quem se casa aos 25 anos de idade. Esse casamento trouxe a Maomé bens materiais e projeção social. Teve dela alguns filhos que morreram muito cedo e 4 filhas: Zeineb, Roqaia, Ummu Keltsum e Fátima, a única que deixou descendência.
Em 610, aos 40 anos, afirma ter recebido revelações de Deus, no monte Hira. O sucesso da pregação de Maomé foi inicialmente pequeno. Sua esposa foi a primeira convertida. Por volta de 613 contou a sua visão para seu primo, Ali, e aos demais coraixitas. Em 622 d.C. Maomé recebeu um convite para mudar-se para Medina, cerca de 250 km ao norte de Meca, a fim de servir como líder e árbitro nas questões existentes entre muçulmanos, pagãos e judeus que ali moravam. Somando isso à oposição que sua pregação ainda suscitava, ele emigrou para Medina. Essa fuga para Medina foi chamada de "Hégira" e tornou-se o início do calendário islâmico. Depois retornou para Meca com um exército e impôs a sua religião pela espada.

Manual de Apologética – Ezequias Soares

O Islã surgiu no ano de 610 da Era Cristã, no deserto do Hedjaz, no país atualmente conhecido como Arábia Saudita. Naquele ano, o então comerciante Mohammad Ibn Abdallah (em português "Maomé"), que nasceu em 570 da Era Cristã,  recebeu as primeiras revelações de Deus Altíssimo, por intermédio do Arcanjo Gabriel, ocasião em que  soube que havia sido escolhido como Mensageiro de Deus.
Mohammad (A.S.), que vivia na cidade de Meca, era uma pessoa digna, um comerciante justo e dotado de grande bom senso e amor ao próximo. Antes mesmo de receber a revelação divina, ele era consultado pelos seus contemporâneos para solucionar litígios, julgar disputas e dar conselhos. Todos o conheciam como Al Amin, "o confiável".
Num dos retiros que freqüentemente realizava nas montanhas próximas à Meca, numa noite do mês de Ramada  do ano de 610,  Mohammad recebeu a visita do Arcanjo Gabriel, que lhe recitou a primeira surata (capítulo) do livro sagrado islâmico, o Alcorão. A mensagem transmitida pelo Profeta suscitou a ira dos povos pagãos da Arábia, que empreenderam grande perseguição a Mohammad. Então, por ordem de Deus Altíssimo, no ano de 622, ele e seu , então pequeno grupo de seguidores, emigraram para Medina.

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O Alcorão afirma que Abraão orou a Alá e pediu que um profeta surgisse da descendência de Ismael, para ser um profeta para transmitir sua palavra: “O Senhor nosso, faz surgir, dentre eles, um Mensageiro, que lhes transmita as Tuas leis e lhes ensine o Livro, e a sabedoria, e os purifique, pois Tu és o Poderoso, o Prudentíssimo.” (Alcorão 2:129) Assim, segundo o Islamismo, a oração de Abraão foi respondida milhares de anos depois, quando Deus fez surgir o Profeta Mohamed entre os árabes. Os Mulçumanos acreditam que, assim como Meca foi escolhida para ser um santuário e Casa de Adoração para toda a humanidade, o Profeta de Meca, Maomé, também foi enviado para toda a humanidade, sendo ele, o último profeta enviado por Deus. Em Lucas 16.16, Jesus declara que “A lei e os profetas vigoraram até João”, sendo João Batista o último a exercer o oficio de profeta.


1.2 As “Guerras Santas” do Islamismo

Guerra Santa é uma guerra causada por diferenças entre as religiões. Pode envolver uma nação com uma religião estabelecida contra outro estado com uma religião diferente, seitas diferentes dentro da mesma religião, um grupo com motivações religiosas que tenta espalhar a sua religião através do uso da violência, ou a supressão de outro grupo devido às suas crenças e práticas religiosas. (http://pt.wikipedia.org)

Os primeiros terroristas suicidas que explodiam o próprio corpo apareceram entre os séculos 14 e 16. "Naquela época, o Império Turco-Otomano vivia um perído de expansão. Uma das armas de seu Exército eram os guerreiros suicidas conhecidos como bashi-bazouks, que se precipitavam contra fortificações ou linhas de batalha do inimigo", diz o historiador Márcio Scalércio, da Universidade Cândido Mendes (RJ). Depois vieram os anarquistas da Rússia czarista, os camicases japoneses durante a Segunda Guerra e os guerrilheiros vietnamitas a partir da década de 50. Mas é bom esclarecer que a expressão "homem-bomba" e a popularização da prática são bem mais recentes - mais precisamente, nos conflitos do Oriente Médio dos últimos 20 anos.

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            Queremos despertar nossas lideranças civis, militares e cristãs sobre uma questão tático-estratégica praticamente perfeita do Islamismo Radical: eles estão ganhando muito mais com uma ‘batalha’ velada (um outro modelo de guerra, mais eficaz que as guerras sangrentas) baseada em imigrações e repovoamento, já que as grandes potências mundiais não estão contribuindo para a manutenção da Humanidade (sic). Estes dados atentam diretamente contra a soberania e segurança nacional de todas as nações. Assista ao vídeo indicado e você entenderá como em poucos anos o Mundo será dominado pelo Islã.
Os muçulmanos não são homogêneos. Há, entre eles, os fundamentalistas. São adeptos dispostos a criar uma sociedade que segue literalmente os ensinos do Alcorão. A leitura literal do Alcorão criou grupos radicais dentro do islamismo, que recorrem às armas para impor sua doutrina e para banir aqueles que são considerados infiéis. Enfrentam especialmente os aliados a países ocidentais, considerados resistentes aos ensinos do alcorão. Para os defensores do Islamismo o fundamentalismo não é uma criação islâmica. Este radicalismo de alguns grupos é uma interpretação errada, argumentam, e que não existe apoio para tais violências nos ensinos de Maomé. Porém a história registra outra versão. Maomé planejou e executou vários ataques surpresa contra todas as caravanas que se direcionavam para Meca, acabando por conquistá-la em 630. Maomé se tornou um grande ditador, controlando questões políticas, proibindo e destruindo com muita violência tudo que era contrário a fé Islâmica, inclusive o judaísmo e o cristianismo. Hoje, estes grupos radicais e violentos estão apenas seguindo o exemplo de seu “profeta” e mestre, Maomé.


1.3 Livro Sagrado do Islamismo

Alcorão ou Corão (em árabe قُرْآن, transl. al-qur’ān, "a recitação") é o livro sagrado do islamismo. Os muçulmanos acreditam que o Alcorão é a palavra literal de Deus (Alá) revelada ao profeta Maomé (Muhammad) ao longo de um período de vinte e dois anos. A palavra Alcorão deriva do verbo árabe que significa declamar ou recitar; Alcorão é portanto uma "recitação" ou algo que deve ser recitado.
Os muçulmanos podem se referir ao Alcorão usando um título que denota respeito, como Al-Karim ("o Nobre") ou Al-Azim ("o Magnífico").
É um dos livros mais lidos e publicados no mundo. É prática generalizada nas sociedades muçulmanas que o Alcorão não seja vendido, mas sim dado
O Alcorão está organizado em 114 capítulos, denominados suras, divididas em livros, seções, partes e versículos. Considera-se que 92 capítulos foram revelados ao profeta Maomé em Meca, e 22 em Medina. Os capítulos estão dispostos aproximadamente de acordo com o seu tamanho e não de acordo com a ordem cronológica da revelação.

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Omar, genro de Maomé, designado por Abu Bakr antes de sua morte, liderou o mundo muçulmano entre 634 e 644, é um dos maiores vultos da história do Islamismo e considerado como o fundador do império árabe. Antes de sua morte nomeou um conselho composto de seis membros para escolher o novo califa. O conselho escolheu Otmã, outro genro de Maomé. Otmã liderou o mundo muçulmano de 644 até 656. Otmã promulgou o texto único do Alcorão, livro sagrado para os muçulmanos. Foi assassinado em sua casa em 17 de junho de 656.

Manual de Apologética – Ezequias Soares

Há problemas históricos e teológicos no Alcorão. Várias fontes o constituem: Velho Testamento, Novo Testamento, os apócrifos e pseugráficos, o Talmude, os targumim e muitas lendas orientais.
A sura 5 conta o assassinato de Abel misturando com lendas talmúdicas, dizendo que um corvo desenterrou seu cadáver.
Diz que Miriã, irmã de Moisés e Arão, é a mesma Maria, mãe de Jesus (Alcorão 3.35; 19.28). Miriã morreu no deserto de Zim, antes que os filhos de Israel entrassem em Canaã: "Chegando os filhos de Israel, toda a congregação, ao deserto de Zim, no mês primeiro, o povo ficou em Cades; e Miriã morreu ali e ali foi sepultada" (Nm 20:1).
Diz também que um dos filhos de Noé não entrou na arca (Alcorão 11.32-48). A Bíblia diz: "E gerou Noé três filhos: Sem, Cam e Jafé" (Gn 6:10). Diz ainda: "entrou Noé, e seus filhos, e a sua mulher, e as mulheres de seus filhos com ele na arca" (Gn 7:7).
Além do Alcorão, há uma segunda fonte doutrinal do islamismo, chamada de “Suna”. A “Suna” é um conjunto de leis e preceitos baseado nos ditos e feitos do profeta Maomé, transmitidos de geração em geração até os dias de hoje.



2. Crenças e Pilares da fé Islâmica

O Islamismo é monoteísta, porém, com um conceito totalmente oposto ao apresentado na Palavra de Deus.

A crença islâmica é clara, simples, indo ao encontro da Fitra (significa o conhecimento e o estado que é inato ao ser humano); é uma crença intermediária entre o exagero daqueles que acabam criando outras divindades que os aproximem de Allah e aqueles que negam a existência de Allah; é uma crença que não aceita acréscimos e nem que se retire algo dela; ela não aceita ser imposta, devendo ser fruto de análise e da observação, daí Allah em várias passagens do Alcorão se dirigir às pessoas dizendo: "Acaso não raciocinam." "Acaso não meditam." A crença no Islam se resume em seis pilares que se complementam, o que significa que aquele que nega um desses pilares não é muçulmano.

Os Pilares da Fé para os Muçulmanos são:

- Fé em Deus Único;
- Fé nos Anjos;
- Fé nos Livros Sagrados;
- Fé nos Profetas;
- Fé na Predestinação;
- Fé na Ressurreição e no Juízo Final.

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2.1 A Trindade

Negam a Trindade, a divindade de Jesus; afirmam que Jesus não é o Filho de Deus, negam sua morte na cruz; afirma que não é necessário alguém morrer pelos pecados de outrem e negam a doutrina do pecado original e da salvação. Apesar de o Islamismo ser monoteísta, professando sua crença em Alá como único Deus e em Maomé seu profeta, os muçulmanos ainda hoje negam e atacam os fundamentos do Cristianismo: a Bíblia, Deus, ou seja, a Trindade: o Pai, o Filho e o Espírito, o pecado, a expiação e a salvação.

Manual de Apologética – Ezequias Soares

Para eles, Deus se chama “Alá” (deus na língua árabe). Por serem monoteístas absolutistas, não acreditam em um Deus Trino. Acreditam em um Alá tão santo que o homem comum não pode ter nenhum relacionamento com ele, ficando a cargo dos anjos e de alguns homens especiais, como os profetas, que são os responsáveis para transmitir sua vontade. No Islamismo, Jesus é simplesmente um dos 120.000 profetas que veio trazer as mensagens de Alá. O Espírito Santo é desconhecido pelo Islamismo. No entanto, a Palavra de Deus diz o contrário (Gn 3:8 e Tg 2:23).
Deus na Bíblia é uma Trindade (Mt 28:19); no Alcorão não! Não pode Jeová e Alá serem ambos apenas nomes diferentes (do mesmo Deus). “Alá” não é bíblico! Alá era uma das divindades da Arábia pré-islâmica, adorada pelos coraixitas, de onde veio Maomé. A Encyclopedia of Islam (edição Houstma) diz: "...os árabes, antes da época de Maomé, aceitavam e adoravam, de certa forma, a um deus supremo chamado Alá". Na edição Gibb diz: "Alá era conhecido pelos árabes pré-islâmicos; era uma das deidades de Meca." Muitas e variadas evidências inequívocas na história e na arqueologia mostram que Alá não veio nem dos judeus e nem dos cristãos.


2.2 Os Anjos e os Seres Espirituais

Através da história o homem sempre teve uma profunda atração pelo sobrenatural e o oculto.  A existência de um mundo paralelo ao seu sempre fascinou as pessoas.  Esse mundo é comumente chamado de o mundo dos espíritos e quase todo grupo de pessoas tem algum conceito sobre ele.  Para algumas pessoas esses espíritos não são mais que almas de pessoas mortas ou fantasmas.  Para outros, os espíritos são forças do bem ou do mal – em batalha para conquistar a influência sobre a humanidade.  Entretanto, ambas as explicações estão mais para lenda e fantasia.  A verdadeira explicação desse mundo vem do Islã.  Como todos os outros caminhos, o Islã também reivindica explicar o campo do desconhecido.  É desse campo que o Islã nos explica sobre o mundo dos gênios.  A explicação islâmica dos gênios nos fornece muitas respostas a mistérios dos dias atuais.  Sem o conhecimento desse mundo os muçulmanos se tornariam como os não-muçulmanos e estariam procurando por qualquer velha resposta que atravessassem seus caminhos.
Os gênios podem ser muçulmanos ou não-muçulmanos.  Entretanto, devido à sua natureza irascível, a maioria deles não é muçulmana.  Todos esses gênios não-muçulmanos formam uma parte do exército do gênio mais famoso, Satanás.  Consequentemente, esses gênios descrentes também são chamados demônios.  Os gênios também se tornam muçulmanos, como fizeram na época do Profeta, que a misericórdia e as bênçãos de Deus estejam sobre ele, quando um grupo deles ficou admirado pela recitação do Alcorão.

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Acreditam em anjos bons e em anjos maus, sendo que a maioria deles “são do mau”. Dizem que Satanás se rebelou contra Alá porque não quis prostrar-se diante de Adão. Ensinam que os anjos bons têm um papel fundamental entre Alá e os homens, pois assim como Maomé, eles desempenham o papel de mediador entre ambos. A Bíblia fala da existência e das funções dos anjos e dos profetas, porém, jamais são vistos como mediador entre Deus e os homens. Tanto anjos como profetas, são mensageiros de Deus, “Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem” (I Tm 2:5).
Os muçulmanos acreditam que Deus criou todos os anjos e que a maioria deles são maus (são chamados "ginn", que originou "gênio"). Miguel é tido como “anjo-patrono” dos judeus. Gabriel teria trazido o Alcorão. Cada ser humano possui um anjo-ombro: um anotando suas boas obras, o outro as más. Satanás, Iblis ou Shitan, foi um desobediente. Recusou cumprir a ordem de Deus de adorar Adão. Este é mais um constrangimento para os muçulmanos, pois Satanás estaria certo: somente Deus deve ser adorado.

O Mundo dos Gênios (I) (II)

2.3 Os Cinco pilares do Islamismo

O Corão é tido como repositório direto das palavras de Deus; Maomé as teria ouvido de um anjo. Sua regra de fé, baseia-se na Lei Islâmica (Sharí'a) e é constituído por seis normas básicas, chamadas os pilares do islamismo:
Shahada - a constante confissão de fé;
Salat - o culto através das preces, cinco vezes ao dia;
Zakat - os atos de caridade através da Esmola e do Dízimo;
Hadj - a peregrinação dos homens a Meca ao me­nos uma vez na vida;
Saum - o Jejum no Ramadã (mês sagrado do ca­lendário muçulmano);
Jihad - a Guerra Santa.
Além de Meca, cidade natal de Maomé, que é o principal lugar sagrado para o Islamismo, existem mais duas cidades também consideradas sagradas: A cidade de Medina (lugar onde Maomé edificou a primeira mesquita islâmica); e Jerusalém (para os muçulmanos foi nesta cidade que aconteceu a ascensão de Maomé ao paraíso, para ficar ao lado do profeta Moisés e de Jesus). Em Meca, está localizada a Caaba. Segundo relatos islâmicos, quando Abraão propagou pelo Iraque a crença monoteísta, foi perseguido; então foi necessário um local simples para ser o ponto de adoração monoteísta. Ensinam que Abraão escolheu Meca, por ser geograficamente o centro do mundo. Os Muçulmanos argumentam que a construção da Caaba está descrita no Alcorão e na Bíblia, e como referência bíblica utilizam o seguinte texto de Gn 12, 7,8; e no Alcorão: "E quando Abraão e Ismael elevam as fundações da casa, dizendo, Nosso Senhor! aceita de nós (este trabalho). Certamente Tu escutas, és conhecedor." (Alcorão 2.127). Anualmente mais de 13 milhões de muçulmanos visitam Mecacom o propósito de orar ao “deus Alú”.



3. Alguns conceitos Teológicos do Islamismo

No Islamismo, existe salvação e condenação, porém totalmente diferentes dos conceitos apresentados pela Bíblia Sagrada.


3.1 Salvação e Condenação no Islamismo

A Salvação é um termo que genericamente se refere à libertação de um estado ou condição indesejável. O conceito de salvação eterna, salvação celestial ou salvação espiritual faz referência à salvação da alma, pela qual a alma se livraria de uma ameaça eterna (castigo eterno ou condenação eterna) que esperaria depois da morte. Na teologia, o estudo da salvação se chama soteriologia e é um conceito vitalmente importante em várias religiões. A palavra salvação, tem sua origem no grego soteria, transmitindo a ideia de cura, redenção, remédio e resgate; no latim salvare, que significa `salvar´, e também de `salus´, que significa ajuda ou saúde. (http://pt.wikipedia.org)

Islã: Salvação Espiritual e Social

O Islamismo, embora tenha a mesma inspiração do Cristianismo, porque nascido num ambiente influenciado pelo Judaísmo e pelo Cristianismo (662 d.C.), tem uma interpretação própria da Salvação e da Religião. Esta se apresenta como uma religião que persegue o sucesso e a prosperidade aqui na terra e a felicidade futura após a morte; uma felicidade que é expressa em termos muito concretos com descrição de imagens semelhantes ao sucesso material que se tem aqui na terra. A Sura 56 descreve o Paraíso como um oásis sem limites onde os crentes repousarão sobre leitos ornados de ouro e pedras preciosas, um em frente ao outro, rodeados de adolescentes eternamente jovens com cálices de bebidas refrescantes e límpidas, frutas seletas e carnes escolhidas. Estarão presentes também as huri (literalmente, "as brancas") de grandes olhos semelhantes a pérolas, como recompensa por todo o bem que tiverem feito durante a vida. Essa descrição repete-se outras vezes no Alcorão. Os que não creram serão condenados ao Inferno, cuja parte mais profunda, a Geena, está reservada aos que não se converteram ao islã ou o abandonaram para seguir outras religiões.

Salvação e Vida Terrena

Para o muçulmano, o sucesso na vida terrena é sinal da benevolência de Alá, por isso a riqueza, a prosperidade, a numerosa e longa descendência são bênçãos de Deus e premissa da felicidade na outra vida: portanto, é lícita a sua busca.
Ele não aceita a mística do sofrimento ou da renúncia em vista do paraíso, por isso, o Monaquismo e Ascetismo Celibatário são estranhos ao Islamismo, pelo menos, na maioria sunita. A corrente xiita, porém, aceita o martírio pela fé, o sofrimento e o ascetismo como certeza para conseguir o Paraíso.
A oração, que todo bom muçulmano reza diariamente voltado para a Meca, é iniciada pelo Muezim com um convite bem esclarecedor: "Venham para a oração! Venham para o sucesso!".
Para obter a salvação na outra vida e o sucesso nesta, é indispensável a fé acompanhada pelas obras e o Alcorão insiste nesta união: "Aqueles que creram e operaram o bem, terão o paraíso como morada". As obras que o bom muçulmano deve praticar são as referentes ao culto (oração diária, jejum no Ramadã, peregrinação à Meca), a esmola e a guerra santa. A fé, porém, está acima de todas essas obras e somente ela pode propiciar a salvação. No momento da morte, é desejável que o moribundo pronuncie seu testemunho de fé, rezando a fórmula clássica do islã: "Não existe outro deus além de Alá e Maomé é seu profeta".
Para o muçulmano, não existem, entre Alá e os homens, intermediários ou mediadores e, portanto, não tem sentido as orações pelos defuntos. O crente está só diante de Deus e depende apenas dele mesmo salvar-se ou ser condenado.

Salvação e Pecado

O crente muçulmano, porém, está sujeito aos pecados e a doutrina islâmica enumera vários, entre os quais, uns tão graves que nem Alá pode perdoá-los (a Idolatria e o Suicídio) e outros menos graves: a Apostasia, a Blasfêmia contra Maomé, o Homicídio, o Adultério, as faltas contra a natureza, contra os pais, a magia negra, a calúnia e a prática da usura. Esses pecados permanecem manchando a pessoa até que o pecador não se tenha arrependido e mudado seu comportamento.
Uma maneira de purificar-se dos pecados é a esmola aos pobres e, em particular, a peregrinação a Meca, que deveria ser o ponto alto da conversão do muçulmano.
Proibições que prejudicam a obtenção do sucesso aqui e na outra vida, mas cuja gravidade é julgada de maneira diferente, conforme as várias correntes islâmicas e culturas, são as prescrições alimentares que proíbem a carne de porco, o álcool e as carnes de animais mortos não conforme o ritual muçulmano.

http://www.pime.org.br

Para os muçulmanos, o propósito da vida é viver de forma de agradar a Allah para poder ganhar o Paraíso. Se crê que na puberdade, uma conta de dívidas de cada pessoa se abre e isso será usado no Dia do Juízo para determinar seu destino eterno. O Corão também sugere a doutrina da predestinação divina. Corão 4:49, 24:21, 57:22. O Corão ensina a necessidade de fé e boas obras para a salvação. A doutrina muçulmana da salvação é que os incrédulos (kuffar, literalmente ‘o que recusa a verdade’) e os pecadores estão condenados, mas o arrependimento genuíno dá como resultado o perdão de Allah e a entrada ao paraíso ao morrer.

http://pt.wikipedia.org

A Salvação pelo Islamismo depende de dois fatores: A obediência absoluta ao Alcorão e à prática dos cinco pilares. É verdade que o cristão deve orar, ajudar os necessitados e jejuar, entretanto, nenhum destes fatores são garantias da salvação. A salvação não está baseada em méritos humanos, ou sacrifícios de homem, ou pagamento de valores monetário (I Pe 1:19).


3.2 O Paraíso no Islamismo

Em seu livro Legal Opinions (Opiniões Jurídicas), o Xeque Sha ‘rawi (o mais renomado Xeque de todos os países árabes e islâmicos, que tem um programa de televisão no Egito) expôs a sua tese quando escreveu: "O apóstolo de Deus recebeu a seguinte pergunta: ‘Teremos intercurso sexual no paraíso?’ Ele respondeu: ‘Sim, juro por Aquele que tem a minha alma em Sua mão que será um intercurso vigoroso e, logo que o homem se separe dela [a houri], ela voltará a ser imaculada e virgem’". Na página 148, Sha ‘rawi escreveu: "O apóstolo de Deus, Maomé, disse: ‘A cada manhã, cem virgens serão [a porção] de cada homem’". O islamismo é uma religião de lascívia. As mulheres são consideradas no céu como objetos de prazer a serem possuídos pelos homens, do mesmo modo como são hoje abusadas em muitos países muçulmanos.
Na página 191, Sha ‘rawi diz que se uma mulher tiver sido casada com mais de um homem, ou por ter ficado viúva, ou por ter-se divorciado, no Paraíso ela teria o direito de escolher um deles. Mas, o homem no Paraíso tem o direito de ter dúzias de houris.

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Segundo o Islamismo, o Paraíso, destino dos salvos que são fiéis ao Islamismo, é um lugar cheio de prazeres e delícias. Acreditam que lá haverá setenta virgens para cada homem que morrer como mártires defendendo a causa islâmica. Ensinam que os prazeres no paraíso são de natureza carnal. Veja como é a cegueira espiritual. A Bíblia afirma que o Céu foi criado por Deus e é habitação do Senhor e dos anjos (Sl 121:2, 124:8 e 139:8), assim não haverá lugar para atos de natureza carnal. Jesus afirma que, na ressurreição, nem se casam nem se dão em casamento; mas os salvos serão como os anjos no céu (Mt 22:30).


3.3 O Inferno no Islamismo

Mas porque falaremos do povo do Inferno? Muitas pessoas quando tocamos no assunto da morte, no assunto do castigo, etc, não querem escutar achando que isso não é importante. Mas a questão é que isso é fundamental para a nossa fé, se não fosse fundamental Allah SWT não teria nos alertado e descrito os castigos do povo do Inferno no Quran nem o Profeta Muhamad SAAS teria nos falado sobre isso. Portanto ao sabermos do castigo de Allah isso nos deixa temerosos quanto ao haram e a desobediência a Allah SWT. Allah SWT fez duas promessas: Prometeu al Jannah (o Paraiso) para aqueles que obedecerem as suas ordens e Amarem e Temerem a Ele, e Prometeu an Nar (o Inferno) para aqueles que desobedecerem as Suas ordens e não Temerem a Ele.
Como vimos, no dia da ressurreição o povo do Inferno passará por inumeras humilhações: Ficarão abaixo do Sol que estará a um palmo de suas cabeças durante um dia que durará 50.000 anos. Alguns devido aos seus pecados se afogarão no próprio suor. Passarão sede, fome, medo e desespero. As nações idólatras serão conduzidas por aqueles que adoravam até o Inferno, serão acorrentados uns aos outros e arrastados até o Inferno. As pessoas serão conduzidas ao Inferno em grupos juntamente com aqueles que tiverem a mesma crença, ou seja, idólatras com idólatras, incrédulos com incrédulos, ateus com ateus, judeus com judeus, cristãos com cristãos, budistas com budistas.

http://islamemlinha.com

Os seguidores infiéis do Islamismo e os adeptos de outras religiões serão mandados para as chamas do Fogo Ardente e lá sofrerão tormento eterno, ensina o Islamismo. Reivindicam que o Islamismo é a única religião que pode livrar o homem do inferno. Mas afinal de contas, o que deve fazer um muçulmano para se livrar do Inferno Islâmico? Pois ao mesmo tempo em que pregam a obrigação de ajudar ao próximo, praticam a violência contra os ditos infiéis a Alá?



Conclusão

De acordo com a Federação Islâmica Brasileira, há 1,5 milhão de muçulmanos no Brasil. Existem mais de cem mesquitas e salas de oração em solo brasileiro. São Paulo abriga a Mesquita Brasil, a primeira da América Latina, inaugurada em 1956. Estão crescendo em todo país, construindo mesquitas (templos), conquistando adeptos em todas as classes sociais, tornando uma das seitas mais perigosas e que deve ser refutada.


Fontes:

Bíblia Sagrada ARC/ARA/ACF/TB/BV/RV/NTLH
Religiões, Seitas e Heresias – Como identificar e refutar os Falsos Profetas e seus ensinos (revista EBD professor) – Editora Betel – 1º Trimestre 2014 – Lição 11
Seitas e Heresias, Um sinal dos tempos – Raimundo F. de Oliveira – CPAD
Seitas e Heresias (apostila) – Seminário SEMEADOR (link)
Seitas e Heresias DGCEC (link)
Herisiologia (link)
Manual de Apologética Cristã – Esequias Soares – CPAD
ICP http://www.icp.com.br
Princípios de Interpretação Bíblica – Vilson Scholz – Ed. ULBRA
Novo Dicionário da Bíblia – John Davis – Ed. Hagnos
Enciclopédia Ilúmina
O Antigo Testamento Interpretado – Norman Champlin – Hagnos
O Novo Comentário da Bíblia – F. Davidson – Vida Nova
Comentário Bíblico Matthew Henry (Conciso) – Matthew Henry – CPAD
Comentário Bíblico Moody – Editora Batista Regular
Comentário Bíblico Esperança NT – Editora Evangélica Esperança

Bibliografia Indicada (estude mais)

Os Árabes e o Islamismo (link)
Islã – Uma introdução (link)
O Islã (link)
Doutrinas Cristãs e Islâmicas (link)

Questionário

1. O que é a “Caaba”, segunda a história do Islamismo?
R. A “Caaba”, era o templo que abrigava ídolos tribais na cidade de Meca.
2. Qual o nome do livro sagrado do Islamismo?
R. Alcorão ou Corão.
3. Qual é o nome dado pelos Muçulmanos à ação de violência contra os infiéis do islamismo, conhecida também por “Guerra Santa”?
R. Jihad.
4. Segundo um dos cinco pilares do Islamismo, quantas vezes os muçulmanos devem orar ao dia? 
R. Cinco vezes.
5. De acordo com a Federação Islâmica Brasileira, quantos adeptos o islamismo tem no Brasil?
R. 1,5 milhão de muçulmanos no Brasil.

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