sábado, 3 de maio de 2014

EBD Editora Betel - A Crise Existencial e a Necessidade de Aceitação

Assembleia de Deus CONAMAD
Lição 06 – 11 de Maio de 2014
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URGENTE: NÃO DEIXEM DE LER ATENTAMENTE NOSSA NOTA INTRODUTÓRIA MDA (ABAIXO). INFELIZMENTE SÓ DESPERTAMOS PARA TAL DETALHE APÓS APÓS ÀS 17H.



Queremos pedir desculpas por não termos conseguido cumprir a promessa de terminar hoje (sábado) cedo nem a promessa seguinte, a de terminar antes das 12h de hoje... Perdoe-nos.

Shalom

R.S. Costa

Base para o Trimestre

Clique aqui e leia nossa lista de estudos, artigos, apostilas, teses e dissertações que irão te dar bases ministeriais, acadêmicas e clinicais para poder periciar as lições deste trimestre. Leia, releia, anote e assista aos vídeos tantas vezes quantas forem necessárias. Tente ler todos os livros indicados (ao menos os examinem).

Nota Introdutória MDA

Alertamos a todos para que façam prevalecer o que disse o Senhor: “Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome cada dia a sua cruz e siga-me” (Lc 9:23) ao se depararem com os conceitos “aceitação” e “auto-aceitação” e perceberem divergências. Possivelmente, estará se deparando com ensinos estranhos científico-humanistas, ainda que constando na revista de EBD, artigos ou livro cristãos, doutrinários ou teológicos.

Texto Aureo

“E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes.” Mc 12:31

Como Cranfield explica: "O mandamento de amar ao próximo como a si mesmo não legitima, de forma alguma, o amor próprio (como às vezes se pensa). Deus, porém, nos fala por ele como as pessoas que na verdade somos, i.e., pecadores que amam a si mesmos, e nos desafia, como tais, a amar o nosso próximo".

Marcos (Serie Cultura Biblica) – Dewey M. Mulholland

Verdade Aplicada

A melhor maneira para se demonstrar amor ao próximo é estando bem consigo.

Objetivos da Lição

Mostrar a necessidade do auto-conhecimento;
Explicar o que é aceitação;
Apresentar o que Deus faz na vida de quem ama o próximo como a si mesmo.

Textos de Referência

Rt 1:8 - disse Noemi às suas duas noras: Ide, voltai cada uma à casa de sua mãe; e o SENHOR use convosco de benevolência, como vós usastes com os falecidos e comigo.
Rt 1:12 - Tornai, filhas minhas, ide-vos embora, que já mui velha sou para ter marido; ainda quando eu dissesse: Tenho esperança, ou ainda que esta noite tivesse marido, e ainda tivesse filhos,
Rt 1:14 - Então, levantaram a sua voz e tornaram a chorar; e Orfa beijou a sua sogra; porém Rute se apegou a ela.
Rt 1:16 - Disse, porém, Rute: Não me instes para que te deixe e me afaste de ti; porque, aonde quer que tu fores, irei eu e, onde quer que pousares à noite, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus.
Rt 1:17 - Onde quer que morreres, morrerei eu e ali serei sepultada; me faça assim o SENHOR e outro tanto, se outra coisa que não seja a morte me separar de ti.


Introdução

Estaremos abordando nesta lição, as diversas questões acerca de uma crise existencial, quando a vida que se apresenta sem motivos, sem alegria, ou ainda numa linguagem coloquial, “sem graça”. Muitas pessoas, a despeito da posição que ocupam na sociedade, têm dificuldade de aceitação e, por isso, vivem suas vidas de forma sombria e sem prazer. No entanto, quando descobrem o quanto podem ser importantes para um determinado projeto mudam as suas vidas e as dos que estão a sua volta.

Como o cristão deve combater o pensamento do mundo, que exalta o ego e o coloca no centro como a essência da vida? Como o cristão deve ser fiel à ordem de nosso Senhor, de estar no mundo mas não ser do mundo? Ele pode adotar e adaptar-se à filosofia/psicologia popular de sua cultura, ou ele deve manter-se como quem foi separado por Deus e encarar sua cultura à luz da Palavra?
Jesus não nos ordena que amemos a nós mesmos, mas que amemos a Deus e ao próximo. A Bíblia apresenta uma base para o amor completamente diferente daquilo que a psicologia humanista anuncia. Ao invés de promover o amor-próprio como a base para amarmos os outros, a Bíblia diz que o amor de Deus é a fonte verdadeira. O amor humano é misturado com o amor-próprio e, em última análise, pode estar em busca de seus próprios interesses. Mas o amor de Deus entrega a si mesmo. Portanto, quando Jesus convida Seus discípulos a negarem a si próprios e tomarem sobre si o Seu jugo e a Sua cruz, Ele os conclama a um amor que doa a si mesmo, não a um amor que satisfaz a si mesmo. Até o advento da psicologia humanista e de sua intensa influência na igreja, os cristãos geralmente consideravam a auto-estima como uma atitude pecaminosa.

chamada.com.br



1. Sentimento de aceitação

No momento da concepção o indivíduo, já pode experimentar o seu primeiro sentimento de aceitação (Jr 1:5). Isso dependerá do desejo da mãe que, mesmo que ainda não tenha tido contato com o dito filho, poderá desenvolver um sentimento positivo ou negativo em relação ao novo ser. O desejo da mãe poderá definir qual será a real importância do filho para ela e para o pai, em que momento ele está chegando e o que irá significar para eles (Lc 2:27-30).

Conheci . . . consagrei. . . constitui. Estes verbos são sinônimos aproximados. A tarefa de Jeremias seria difícil; estas palavras asseguraram-lhe a escolha divina e o Seu apoio. Conhecer, quando usado em relação a Deus nas Escrituras, tem uma conotação ativa. Consagrei. Separar para o ofício profético. Profeta. O termo hebraico nabi parece referir-se a um "orador" que é uma boa caracterização do profeta hebreu. Ele era porta-voz de Deus.

      Comentário Bíblico Moody AT/NT


1.1 Homem, um ser totalmente dependente

Dentre todas as espécies de animais existentes, o ser humano é único que nasce em completa dependência de quem será responsável para cuidar dele. Do desenvolvimento dessa relação, irá depender como esse indivíduo se comportará em relação ao mundo externo, pois, uma vez que este sai de uma condição de homeostasia, na qual vivia em uma condição de simbiose com a mãe, terá que a partir do momento que nasce, buscar meios de sobrevivência próprios e traçar a sua caminhada, para uma vida terrena vitoriosa.
A dependência desenvolvida pelo indivíduo desde o ventre da mãe irá produzir efeitos emocionais que poderão repercutir na personalidade dele, tal dependência deve ser trabalhada de maneira que o indivíduo seja separado da mãe de forma não brusca parti que não se desenvolva nenhum trauma.


1.2 As atitudes revelam quem somos

O que temos buscado? As nossas atitudes tem refletido os valores que acreditamos ter ou simplesmente não refletem os melhores valores, simplesmente bons valores? Nós temos nos enganado a nós mesmos entre o que acreditamos e o que de fato fazemos? Temos tido a mesma atitude do jovem rico? Acreditamos amar a Deus, mas fazemos o que Deus diz que deveríamos fazer? Ou estamos simplesmente fazendo as mesmas escolhas do jovem rico e gastando as nossas forças e energia na busca do que não tem valor? O Jovem amava a Deus? Não. Ele pensava que amava a Deus, ele achava que obedecia a todos os mandamentos. Mas, Jesus conhecendo o seu coração, confrontou-o com o aspecto mais importante da expressão do amor. Era ele capaz de dar os seus bens aos pobres? Era ele capaz de distribuir o que tinha com os outros? Não, ele não foi. Ele amava mais a riqueza que tinha que o próprio Deus. Ele não obedecia ao mandamento de amar ao próximo. Ele esmolava, provalvemente, mas  não amava. Não praticava a justiça de Deus. O jovem escolheu bons valores, mas não os melhores valores para a sua vida, que seria escolher seguir o Senhor. E nós?

caminharnagraca.com

Nós fomos criados a imagem e semelhança de Deus (Gn 1.26). Somos feitura sua, criados para o louvor da sua glória. Deus colocou em nós o fôlego de vida e fomos criados para sermos sua habitação. Ele fez tudo isso para vir morar dentro de nós. Portanto, nosso corpo deve refletir a santidade d'Ele. Para isso acontecer temos que cuidar de nosso corpo com zelo.
Somos filhos de Deus e precisamos refletir a Sua glória, não só em palavras, mas em atitudes que revelem o Deus que está em nós. Sejamos referencial de santidade a cada dia, sendo zelosos no que fazemos, no que falamos ou pensamos, buscando a santidade em amor, sendo exemplos em tudo, para glória de Deus.

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Uma de nossas atribuições na Terra é o aprendizado e aprimoramento. Nessa escola, nos vemos diante de oportunidades que exigirão refletir acerca de nós mesmos. Nossas atitudes exibirão quem somos, possivelmente seremos e/ou pensamos ser. Devemos maquiar nossas ações, então? Isto seria Hipocrisia e Farisaísmo!
Apresentar-se como alguém de valor (afirmações e propaganda), porém de atitudes suspeitas ou desencontradas (atitudes reais e práticas) farão parecermos desequilibrados emocionalmente ou levianos. No mínimo isso gerará em nós conflitos, problemas emocionais, psicológicos, sociais, sentimentais, econômicos, profissionais e até espirituais. Se não o fizermos conosco, o faremos com os outros e com nossa comunidade (com algum tempo, contaminaremos toda a cidade).
Ser verdadeiro é a melhor maneira de alcançar a credibilidade, mudanças de atitudes momentâneas causam insatisfação nos amigos e nas pessoas do convívio diário, abalando os relacionamentos interpessoais.


1.3 O valor do autoconhecimento

Por não saber se comunicar de forma consciente muitas vezes as pessoas vivem fora do mundo, de forma vazia o que o faz buscar novas sensações para passar o tempo, para se sentir bem e feliz. O autoconhecimento de si mesmo passa pelo movimento do enxergar a si mesmo, da autoeducação, e da auto aceitação, ou seja, aprender a aceitar a si próprio. É um processo interminável que se inicia pela tomada de consciência do indivíduo, de que ele não vê a si mesmo, não enxerga a si mesmo porque foi condicionado a não auto se conhecer a viver na periferia de si mesmo. 

Este indivíduo inicia este processo de autoconhecimento, aprendendo:
1- A olhar para dentro de si mesmo, enxergando como ele é, como ele está ou reage diante das diversas situações 
2- A ouvir a si mesmo percebendo de si como ele acontece em todas as circunstâncias de sua vida
3- Reconhecendo a sua própria vocação de vida 
4-Não temendo a si próprio como indivíduo

De forma simultânea este indivíduo adquire uma nova ótica com relação a vida e ao próximo:
1-Aprende a conhecer e entender melhor o próximo como individuo 
2-Aprende a aceitar as diferenças entre as pessoas respeitando-as 
3-Aprende a não temer o próximo 
4-Aprende a valorizar e confiar no outro assumindo assim a confiança em si mesmo. O quanto você se conhece? Muito ou pouco? A grande maioria das pessoas acredita que se conhece, mas na verdade se conhecem muito pouco.

O autoconhecimento é fundamental para desenvolver o amor por si mesmo fortalecendo assim a autoestima. Quando a busca está somente no externo esta missão de torna muito difícil e as pessoas não conseguem encontrar a própria personalidade e se sentirem felizes e satisfeitas consigo mesmo. Mergulhe dentro de si em uma viagem que transformará a sua existência e influenciará de forma positiva todos os que estão ao seu redor.

portaleducacao.com.br

Vemos que mundo ao nosso redor nos ensina e promove o amor-próprio e a auto-estima. A auto-estima: um aspecto conhecido da psicologia humanista (que diz que todos nós nascemos bons e que a sociedade é a culpada). Essa filosofia coloca o homem no centro de tudo (como medida aferidora de todas as coisas). Enfatizar o ego é exatamente o que iniciou-se no Jardim do Éden e os ensinos humanísticos (do amor-próprio, da auto-estima, da auto-realização e auto-etc.) intensificam tais práticas e pensamentos. Humanistas seculares que não crêem em Cristo (ou crêem em cotas) vêem o ego como centro exclusivo de interesse do indivíduo. Podemos raciocinar e concluir que aqueles que não conhecem ao Senhor desejam amar, estimar e satisfazer o ego, já que é seu foco e único alvo! Qual é a desculpa da Igreja?

Nota MDA : Precisamos conhecer nossas fraquezas, limites, virtudes e etc., mas alertamos sobre ter cuidado com o exagero nisto, pois há cursos, filosofias e religiões que usam o autoconhecer-se como caminho libertador e atingidor das divindades e/ou estágios espirituais. Há muito misticismo que subjaz na Psicologia, assim como em terapias. Regressões, sugestionamentos, pseudo-mantras e outros ensinos de religiões pagãs travestidos de “ciência”. Isso também permeia muitas coisas no Pentecostalismo, infelizmente.



2. Amar o próximo como a ti mesmo

O mandamento de Jesus “Amar ao próximo como a ti mesmo” (Mt 22:39), implica em dizer que ninguém será capaz de entender as imperfeições dos outros, sem antes passar por uma auto análise (Gl 6:3 e 4 ). Há no meio do povo de Deus, muitas pessoas, que, com muita felicidade, criticam os irmãos, entretanto essas mesmas pessoas seriam execradas por si próprias se olhassem para seus defeitos como se fossem os dos outros (I Co 11:28a).

Jean-Jacques Rousseau trouxe à luz dois conceitos de paixões muito diferentes pela sua natureza e em seus efeitos: o amor de si mesmo e o amor-próprio. O amor de si mesmo é um sentimento natural que leva todo o animal a velar pela sua própria conservação, e que, dirigido no homem pela razão e modificado pela piedade, produz a humanidade e a virtude. O amor-próprio é apenas um sentimento relativo, factício e nascido na sociedade, que leva cada indivíduo a fazer mais caso de si do que de qualquer outro, que inspira aos homens todos os males que se fazem mutuamente e que é a verdadeira fonte da honra. Este último pode ser traduzido como o egoísmo e seria a raiz de todo o mal.
Nos dias atuais, o termo amor-próprio cunhado por Rousseau teria outra acepção. Seria algo como o amor de si mesmo, mas aliado a um sentimento de carinho e autorrespeito, calcado na Autoestima, Autoconhecimento e tolerância. Porém, a ignorância do que diferencia o amor-próprio do egoísmo, bem como a ausência do primeiro em si mesmo, faz com que muitas pessoas confundam as duas coisas, não em seus termos, mas na visão pejorativa que se tem do egoísta e como se amar pode ser confundido com isso.
Ser egoísta é dizer não para as outras pessoas e sim para si mesmo. É só ser responsável por si. É pensar antes em si, no seu bem-estar, colocar-se em primeiro lugar, recusar quando não se agrada. Acontece que tudo isso também pode ser SE AMAR. E talvez o que diferencie um de outro não possa ser reconhecido por terceiros, a não ser pela própria pessoa. Só ela tem acesso a suas verdadeiras INTENÇÕES.

Kelly Phoenix – sempre-o-mai.blogspot.com.br

Maria escolheu a boa parte e essa escolha demonstrou seu amor por Jesus. Nossas escolhas sempre demonstram o que amamos. E uma coisa é certa: escolhas serão feitas porque ninguém pode fazer tudo. Algumas coisas que, por si mesmas, são boas e apropriadas, terão que ser omitidas. O que escolheremos? Algumas pessoas escolhem o urgente em vez do importante, fazendo as coisas que precisam ser feitas imediatamente em vez das coisas que são muito mais valiosas a longo prazo.Uma vez que muitas tarefas espirituais (coisas como orar e estudar) podem ser feitas a qualquer tempo, elas tendem a ser postas de lado enquanto nos concentramos em atividades com limite de tempo. Alguns escolhem as coisas que são visíveis em vez das coisas que as pessoas não podem ver. Uma vez que as atividades espirituais não são percebidas pelos outros, elas podem ser facilmente negligenciadas. Marta recebeu bem a Cristo, porém não escolheu a boa parte. Tinha tantas outras coisas que a sobrecarregavam e preocupavam que não teve tempo para senar-se e ouvir Jesus. O tempo que gastamos com Jesus é um sinal de quanto o amamos.
O Amor é a chave para herdar a vida eterna. Amamos a Deus? Amamos nosso próximo?

estudosdabiblia.net

Sabe-se que nem todos os que amam procedem da Luz, mas todos os que são da Luz necessariamente amam. Além de praticarem a Justiça e a Fé.
Amor ao próximo é cumprido com ações. Amar nossos entes queridos (pais, filhos, cônjuges, parentes, amigos e etc.) é muito fácil e conveniente (ou estamos a retribuir ou “semeando” para o Futuro; além de ficarmos bem-vistos com os de fora). Só pelo E. Santo você é capaz de entregar o amor aos seus inimigos! Desejando o Bem e perdoando ofensas, de todo o coração, fazendo de tudo para jamais se lembrar delas.
De que valeria um amor de indicações? Devemos encaminhar aos serviços sociais aqueles que veem a nós em busca do amor Divino? Deus poderia operar seu Dons em ajudar às pessoas se nas oportunidades que tivermos de servi-lo as enviarmos a outrem (instituições)?


2.1 A virtude de compreender o próximo

Jesus concordou que amar a Deus e amar ao próximo são as coisas que temos que fazer para ir para o céu. Em outra ocasião ele disse que estes são os dois maiores mandamentos (Mt 22:37-39). É impossível ressaltar demais estes dois princípios. Contudo, o amor é pouco entendido e ainda menos praticado. Muitos vêem o amor como uma sensação, um sentimento ou emoção. Uma vez que têm uma bondosa disposição para com Deus e um espírito pacífico para com os outros, eles crêem que já cumpriram todas as responsabilidades do amor. Precisamos prestar cuidadosa atenção a estas ilustrações do amor porque elas nos ajudam a entender o que o amor realmente significa na prática.
O bom samaritano socorreu o homem necessitado. O amor é ativo. O amor vê aqueles que têm problemas - físicos ou espirituais - e sente compaixão por eles. Muitas pessoas estão muito absorvidas consigo mesmas para se preocuparem com os outros e suas dificuldades. Para amar como o samaritano amou, precisamos esquecer de nós mesmos e nos comovermos com o sofrimento dos outros. Isso nunca é mais verdadeiro do que quando vemos pessoas que precisam de auxílio espiritual. Jesus viu as multidões como ovelhas sem pastor e sentiu compaixão por elas, ainda que ele mesmo estivesse exausto (Mc 6:34).

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"Ame a Deus com todo o coração" significa: Encontre em Deus uma satisfação tal que ela enche todo o seu coração. "Ame a Deus com toda a alma" significa: Encontre em Deus um significado tão rico e profundo que ele preenche todos os cantos angustiados da sua alma. "Ame a Deus com todas as forças" significa: Não poupe esforço ou empenho para pôr-se em posição de ver toda a graça de Deus, que nos satisfaz plenamente, derramada sobre você e através de você. "Ame a Deus com toda a inteligência" significa: Encontre em Deus as riquezas de conhecimento, percepção e sabedoria que guiam e suprem tudo para o que a mente humana foi criada.
Em outras palavras, tome todo o seu amor a Si mesmo — todo o seu anseio, esperança, amor, segurança, realização e significado — tome tudo isso e dirija-o para Deus, até que ele satisfaça seu coração, alma e mente. Isso não implica cancelar o amor a Si mesmo. Essa é a realização do amor a Si mesmo. Amor a Si mesmo é o desejo por vida e satisfação, em vez de frustração e morte. Deus diz: Venha a mim, e eu lhe darei alegria plena (cf Sl 16.11). Satisfarei seu coração, alma, força e mente com minha glória. Este é o primeiro e grande mandamento.

Em Busca de Deus (Teologia da Alegria) – John Piper

A Autocomiseração anda na contramão do amor próprio, este sentimento é visto como enfermidade da alma, principalmente porque, na maioria dos casos, leva o indivíduo a se acostumar com a situação que está vivendo, e muitas vezes, usa isso para comover os que estão próximos a ele.

Evitando a Autocomiseração. De acordo com a Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal, quando formos tentados a pensar que somos os únicos fiéis que restam para realizar algo, não devemos nos lamentar. A autocomiseração diluirá o bem que porventura fizermos. Elias considerava-se a única pessoa que ainda era autêntica para com Deus. Solitário e desanimado esqueceu-se de que outros permaneceram fiéis em meio à impiedade de sua nação (1 Rs 19.18).

As Doenças do Nosso Século - As curas que a Bíblia oferece


2.2 O que fazer para ficar curado

A Bíblia é bem clara ao afirmar “que por se multiplicar as iniqüidades o amor de muitos se esfriariam.” Infelizmente vivemos um caos principalmente dentro do âmbito familiar. São famílias que não se entendem. Pessoas vivendo debaixo do mesmo teto mas se agredindo mutuamente com palavras agressivas e também fisicamente. Filhos desrespeitando os seus pais, pais com total falta de temor a Deus irritando por sua vez os seus filhos e trazendo discórdias no seio da família. Enfim feridas na alma que são abertas a todo instante e que parece não ter solução para sua cura, para a sua total cicatrização. O que está acontecendo afinal? Como acabar com isso? Como fazer que a paz possa voltar ao lar que está mergulhado em desencontros? Como fazer com que os valores morais e sobretudo espirituais cheguem ao coração de nossos amados? A reposta para estas questões está centralizada na pessoa de Jesus Cristo.
De fato somos nós mesmos, com nossas decisões e escolhas erradas é que atraímos as conseqüências imprevisíveis e muitas vezes irreversíveis em nossa vida nesta terra. Existe um fator que trava toda e qualquer possibilidade de comunhão intensa com Deus e com os nossos semelhantes. É a falta de perdão. Não perdoar aquele que nos agride, aquele que tem traído a nossa confiança fará com que os céus se fechem para nós.

vivos.com.br

Leanne Payne é bastante conhecida nos círculos cristãos pelo seu ministério de cura interior. Em seu livroThe healing presence: Curing the soul through union with Christ [inédito em Português, o título da obra seria "A presença que cura: Curando a alma através da união com Cristo"], ela afirma que a cura é bloqueada, entre outras coisas, pela falta de autoaceitação de quem realmente somos. Quer dizer, somos criados à imagem de Deus, mas temos dificuldade de acreditar nisso. De onde essa falta de autoaceitação vem? O grande teólogo alemão Karl Barth disse: "A mente não redimida do Homem, separada da mente do Criador, nega sua origem, nega-se a si mesma". Como isso acontece? Barth vê essa luta do "eu" como uma batalha dentro de nós entre o "sim" e o "não". Nós pertencemos ao "sim" de Deus, e não ao "não" do pecado e da nossa natureza caída. Ainda assim, o "não" tem um poder maior de convencimento do que o "sim". Isso fala de forma sucinta a respeito do processo de Cura Interior. O conhecimento de quem somos em Deus é o ponto de partida para a cura. Tal conhecimento é expresso na história do menino afligido por um espírito que lhe provocava mudez, cujo pai clamou: "Eu creio, Senhor! Ajuda a minha incredulidade" (Marcos 9.24). É como Barth destaca em outra de suas sentenças: "Somos pó e cinza com nosso 'sim' e com nosso 'não'".

Sharon L. Lewis – cristianismohoje.com.br

Como se livrar dessa enfermidade da alma? Comecemos por deixar entrar em nossa mente e coração como é imensurável a paixão do Criador por nós. Tal sentimento é expresso por Cristo ao dizer-nos que tem um novo mandamento (Jo 13:34 ). Nesta ocasião ele endossa e prega (citações) de Moisés! Ensinou-nos sobre não fazermos aos outros o que não desejamos para nós mesmos (Ex 20:13-17). Por isso a insistência no tema Auto-conhecimento e amor ao próximo. Isto é valorização: quem valoriza a Deus, busca se conhecer, como também conhecer a amar ao próximo. Valorizar-se é a melhor forma do Homem dispõe para entender a necessidade do outro e praticar o A amor.


2.3 Como lidar com os nossos sentimentos

Os sentimentos também não são guias confiáveis em nossa relação com Deus. A Bíblia adverte-nos a não confiar em como sentimos em nosso coração, porque o coração é a mais enganosa de todas as coisas (Jr 17:9; Pv 28:26). Jesus advertiu contra muitos que, como Saulo de Tarso, se sentiriam como se estivessem servindo a Deus, ao perseguirem os cristãos (Jo 16:2). Eu, ocasionalmente, tenho seguido uma estrada que eu sentia ser correta, porém, mais tarde, descobri que conduzia ao destino errado. Espiritualmente, o caminho que se sente ser certo pode não nos conduzir aonde queremos ir (Pv 14:12; 16:25).
A Palavra de Deus é verdade objetiva (Jo 17:17). Ela não é mudada por nossos sentimentos. Muitas pessoas religiosas seguem sua intuição e não se incomodam em consultar a palavra de Deus para determinar o que lhe agrada. Quando alguém as desafia pelas Escrituras, elas ficam indignadas, insistindo em que sabem como sentem. Naturalmente que sim, mas a questão é: como elas sabem que foi Deus quem as fez sentir desse modo? A única fonte confiável da vontade de Deus é a palavra dele. Se não podemos saber o que outros homens estão pensando, a menos que eles nos falam, quanto menos ainda podemos saber o que Deus pensa, fora de sua revelação (I Co 2:10-13). Sempre que tentamos chegar à verdade pelos nossos sentimentos, estamos condenados ao fracasso.

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Quando então temos certeza da presença e graça de Deus, podemos ter uma grande ferramenta para um “auto-controle” dos sentimentos. E para sermos mordomos neste sentido, dos nossos sentimentos, controlando nossas emoções em todo tempo, precisamos buscar o auxilio da Palavra de Deus. A Bíblia diz em Provérbios 16:32: “Melhor é o que tarda em irar-se do que o poderoso, e o que controla o seu ânimo (espírito) do que aquele que toma uma cidade”.
Precisamos deixar que cada dia o Espírito de Deus transforme e molde os nossos sentimentos e emoções. E assim seremos administradores fiéis neste sentido, para que nossas ações e o nossos relacionamentos com outros, e o próprio bem-estar, glorifiquem verdadeiramente a Deus.
A palavra de Deus também nos mostra que podemos controlar nossas emoções, através do equilíbrio dos nossos sentimentos. Podemos sim administrar possíveis turbulências. Deve-se então enfrentar qualquer situação com regozijo e alegria: “Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai-vos” (Fp 4:4). Devemos entender que não devemos nos guiar pelo que vemos ou sentimos, mas devemos viver a palavra de Deus e os seus princípios.

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Quando nos conhecemos e admitimos que não somos o pior dos piores e nem pobres coitados, então aprendemos a lidar com isso, e aí passamos a ter consciência de que o amor de Deus em nossas vidas é capaz de nos livrar de todo e qualquer sentimento negativo Jazendo com que possamos nos conhecer o suficientemente para poder expressar bons sentimentos em relação aos outros.



3. Uma história de amor

A Bíblia, nosso referencial de fé, aponta para a história de uma mulher que tinha tudo para sentir-se perdida e abandonada: Rute. Seu testemunho nos mostra como uma pessoa aparentemente sem valor pode se tornar uma peça importante no plano de Deus (Rt 1-4). Ao contrário de Orfa, Rute não temeu ficar com sua sogra, mesmo que isso pudesse significar o abandono total, tanto por parte dos moabitas quanto por parte dos efratitas. Ficar com Noemi, naquele momento, significava para ela abrir mão de si mesma em favor de outrem. Esse tipo de amor só pode ser expressado por quem verdadeiramente se conhece e se ama (Rt 1:15-17).

3.1 A segurança de quem se conhece

Temos muitas vezes a necessidade e o desejo de ter controle sobre as coisas, sobre os fatos e sobre as pessoas com quem lidamos na vida pessoal e profissional e nos esquecemos de olhar para dentro primeiro. Controle é ilusório. A sensação de controle por vezes nos gera conforto e segurança, mas não é real. Cada pessoa age e reage conforme suas crenças, valores e personalidades e são imprevisíveis. O ser humano é complexo. Se começarmos por nós mesmos, talvez seja difícil e uma maratona diária, mas temos chance de adquirir e manter bom nível de autocontrole através do autoconhecimento.
Quanto mais eu me conheço, melhor eu tenho condições de me gerenciar. Este é o primeiro passo da inteligência emocional. Preciso saber por que eu ajo e reajo de forma “a” ou “b” e quais as situações, coisas e perfis de pessoas que me fazem acionar meus gatilhos. O que me gera irritação, stress, descontrole emocional, agressividade, insegurança ou medo. Se eu conheço e avalio os porquês eu tenho melhores condições de escolher agir ou reagir de maneira diferente. Tratam-se de escolhas conscientes que são possíveis através de ferramentas de autoconhecimento.

Renata Klingelfus Andraus - http://www.administradores.com.br

Para nos conhecermos, precisamos de muita honestidade pessoal. Reconhecer nossas características e buscar a maestria. Ser honesto é decidir não mentir, roubar, enganar ou trapacear (Honestidade são os conceitos. Para ser honesto temos que viver a prática). Assim, geraremos força de caráter que nos permitirá prestar serviço grande e sincero a Deus e às pessoas. Teremos paz de consciência e respeito próprio. Obteremos a confiança do Senhor e serviços maiores nos serão confiados.
A Desonestidade prejudica a nós mesmos e outros. Se a praticarmos ou decidirmos assim começar a agira, prejudicaremos nosso espírito, relacionamento com as pessoas e com o Pai. Ser honesto nos trará e aumentará as oportunidades futuras e teremos capacidade de ser guiados pelo Espírito Santo.
Sendo honestos conosco, sentiremos segurança e equilíbrio. Nossas ações, pensamentos e intenções trarão confiança aos demais e também a nós mesmos.
Quem se apresenta diante de Deus com amor no coração certamente será usado por Ele. Para expressão desse amor, o Senhor ainda hoje busca, na Terra, pessoas com tal sentimento suficiente para realização dos seus propósitos, no caso de Rute, foi assim; era necessário que a linhagem do Messias não se perdesse. Logo, Rute foi o instrumento usado para que a geração não fosse interrompida, e isso se conseguiria através do amor por ela expressado.

10 Testes Legais para você Conhecer mais sobre Si Mesmo (Favor relevem a presença do item nº 9: Nós não promovemos o Divórcio e nem frivolidades românticas, ainda que na adolescência ou mocidade)

3.2 O mais importante é o amor

Não existe tal coisa como a sobrevivência individual. O Ser Humano é humano por ser nutrido por outros seres humanos, e sem isto não sobrevive. Ou, se o Amor e os cuidados forem supridos apenas em escala mínima, poderá sobreviver como entidade biológica sem as qualidades da Humanidade que o elevam acima da Hoste Animal comum. Mesmo depois do desenvolvimento, se, em qualquer ponto chave, a pessoa for retirada do contato com sua espécie, ela poderá recriar, em sua imaginação, as relações sociais que a sustentem por certo tempo, mas sofre o risco de ficar reduzida a um animal.

Willard Gaylin, psicanalista (revista Atlantic, janeiro de 1979)

Crianças pequenas precisam aprender a importância de amar os outros. O valor de brincarem com outros de sua idade é que isso lhes ensina que nem sempre podem ter as coisas do seu jeito, nem sempre podem fazer o que bem quiserem, nem sempre podem ser do tipo ‘primeiro eu’. Crianças pequenas tendem a exigir as coisas do seu modo, mas logo aprendem que o preço do companheirismo é que outros têm de ter sua vez em ser os primeiros. Os adeptos do ‘primeiro eu’ terminam ficando sozinhos.

Eduardo G. Junior – bibliotecabiblica.blogspot.com.br

O comportamento de Rute deixou claro que ela não tinha nenhum problema com sua autoimagem e qual deve ser a autoimagem do servo de Deus? (Gn 1:27; Ef 2:10; Jr 1:5; I Pd 2:9). Uma estrangeira no meio de um povo extremamente conservador e cumpridor de suas regras. O fato de ela se aceitar como era, fez com que pudesse demonstrar um imenso amor. Infelizmente, não é raro, entre os cristãos, encontrar pessoas que se apresentam diante de Deus como pobres coitados. Tal condição não os fez capazes de atenderem ao mandamento de Cristo Jesus: “amar o próximo como a si mesmo”, uma vez que demonstram claramente em sua própria fala não enxergarem seu valor pessoal. Essa condição jamais foi o propósito de Deus para o homem, pois Ele não deseja contemplar esse tipo de comportamento. Ao contrário, Ele é o primeiro a transformar a condição de vida daqueles a quem escolhe. O Criador levanta o pobre do pó e da sepultura levanta o necessitado, para que o mesmo possa assentar-se com os príncipes (Sl 113:7 e 8).
Em alguns casos, é necessário que pessoas com dificuldade de aceitação busquem apoio profissional, pois, através do tratamento terapêutico, irão aprender a lidar com seu sentimento negativo em relação a si. O tratamento irá focar no reforço de sua autoestima promovendo a melhora sistemática do indivíduo, produzido nele a capacidade de perceber e entender quem realmente é.


3.3 Reflexo de uma vida em amor

O desfecho da história de Rute demonstra o resultado de uma vida segura e consciente de si mesma. O amor ao próximo fez dela uma vencedora, pois o verdadeiro amor lança fora todo medo (I Jo 4:18). Por isso, mesmo sem nenhuma garantia de que sua vida ao lado de Noemi seria promissora, ela decidiu segui-la. Entretanto escolheu enfrentar todos os desafios de uma nova jornada, sem abandonar Noemi. O resultado foi surpreendente, pois Deis providenciou para ambas uma a vida abundante de bênção (Rt 4:13-15).
Apresento aqui um comentário que considero importante. Em muitos casos que atendo no gabinete e em meu consultório, recebo pessoas com relacionamento afetados por falta de amor próprio, mulheres que sofrem violência familiar e homens que são desrespeitados por suas companheiras. Em ambos os casos, a fala se repete, ”eu não posso viver sem ele, ou sem ela”, realmente isto é uma realidade infeliz e não irá mudar, pois essas pessoas, na verdade, não se amam, prova disso é que se permitem ser aviltadas, demonstrando que amam demais e não se amam. Não pode existir amor pelo próximo não existir primeiro por nós.



Conclusão

Quando nos dispomos a andar debaixo do mandamento do Senhor Ele providenciará tudo que for necessário para que tenhamos uma vida abençoada, daí a importância de nos aceitar como somos, pois só assim o Espírito Santo fará as mudanças necessárias para termos uma vida vitoriosa. Buscar ajuda de um profissional habilitado em questões emocionais também irá ajudar o indivíduo a se conhecer e se valorizar diante do Senhor.

Fontes:

Bíblia Sagrada ARC/ARA/ACF/TB/BV/RV/NTLH
Enfermidades da Alma (revista EBD professor) – Editora Betel – 2º Trimestre 2014 – Lição 06
As Doenças do Nosso Século (revista EBD) – 3º Trim/2008 – CPAD
Princípios de Interpretação Bíblica – Vilson Scholz – Ed. ULBRA
Novo Dicionário da Bíblia – John Davis – Ed. Hagnos
Enciclopédia Ilúmina
O Antigo Testamento Interpretado – Norman Champlin – Hagnos
O Novo Comentário da Bíblia – F. Davidson – Vida Nova
Comentário Bíblico Matthew Henry (Conciso) – Matthew Henry – CPAD
Comentário Bíblico Moody – Editora Batista Regular
Comentário Bíblico Esperança NT – Editora Evangélica Esperança
Marcos (Serie Cultura Biblica) – Dewey M. Mulholland – Ed. Vida Nova
Ajudando uns aos outros pelo Aconselhamento – Gary R. Collins – Vida Nova
Aconselhamento Cristão – Gary R. Collins – Vida Nova
Princípios Básicos de Aconselhamento Bíblico – Dr. Lawrence J. Crabb – Refúgio
Jesus, O maior Psicólogo que já existiu - Mark W. Baker – Sextante
O Líder que Deus Usa – Russell P. Shedd – Vida Nova
Em Busca de Deus (Teologia da Alegria) – John Piper – Ed. Shedd
Problemas Cruciais: Uma perspectiva bíblica (link)
A Responsabilidade Pessoal pelos Atos Humanos e o Destino (link)
A Bíblia tem Solução para os Problemas da Depressão, Tendências Suicidas, emocionais e outros problemas similares? (I) (II)
Restauração da Alma - O que é o que não é? (link)
Auto-confrontação (link)
Quadro Avaliativo: Terapia Psicológica x Aconselhamento Bíblico (link)
O Amor ao Próximo (link)
Autocomiseração (link)
Só me Faltava Essa! (link)
Sete Mentiras que o Homem Acredita sobre Si Mesmo (link)
O “Sim” e o “Não” do Processo de Cura (link)

Bibliografia Indicada (estude mais)

Medida Avalia Autoaceitação de Cego (tese doutorado)
Investir no Autoconhecimento é Abrir as Portas para a Evolução Pessoal (link)
A Síndrome da Auto-Comiseração Piedosa (link)
A Difícil Arte de Conhecer-se (link)

Questionário

1. De todas as criaturas de Deus, qual é a única que nasce em completa dependência?
R. O Homem.
2. O que é autoconhecimento?
R. Segundo a Psicologia, significa o Autoconhecimento do indivíduo de si mesmo.
3. Qual o principal mandamento de Jesus?
R. Amar o próximo como a si mesmo.
4. O novo mandamento de Jesus desvaloriza a Lei?
R. Não, pois a Lei expressa a necessidade do amor ao próximo.
5. O que determinou o desfecho da história de Rute?
R. Conhecer a si mesma e o amor demonstrado ao próximo.

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