domingo, 1 de junho de 2014

EBD Editora Betel - Superando o Complexo de Inferioridade

Assembleia de Deus CONAMAD
Lição 10 – 08 de Junho de 2014
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Base para o Trimestre

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Texto Áureo

“E ele lhe disse: Ai, Senhor meu, com que livrarei a Israel? Eis que a minha família é a mais pobre em Manassés, e eu, o menor na casa de meu pai.” Jz 6:15

Novamente Gideão se esquivou do chamado de Deus com uma desculpa, lamentando que o seu clã era o mais fraco de sua tribo e que ele era o menor de sua família. Demonstrando a mesma persistência, o Senhor garantiu a Gideão que lutaria com ele para derrotar os midianitas.

Não por Minhas Próprias Mãos – Bruce McLarty

Verdade Aplicada

O Complexo de Inferioridade nos torna incapazes de perceber nosso verdadeiro potencial.

Objetivos da Lição

Definir o que é complexo de culpa;
Explicar os perigos dessa enfermidade;
Apresentar o caminho para a cura.

Textos de Referência

Jz 6:11 - Então, o Anjo do Senhor veio e assentou-se debaixo do carvalho que está em Ofra, que pertencia a Joás, abiezrita; e Gideão, seu filho, estava malhando o trigo no lagar, para o salvar dos midianitas.
Jz 6:12 - Então, o Anjo do Senhor lhe apareceu e lhe disse: O Senhor é contigo, varão valoroso.
Jz 6:13 - Mas Gideão lhe respondeu: Ai, senhor meu, se o Senhor é conosco, por que tudo isto nos sobreveio? E que é feito de todas as suas maravilhas que nossos pais nos contaram, dizendo: Não nos fez o Senhor subir do Egito? Porém, agora, o Senhor nos desamparou e nos deu na mão dos midianitas.
Jz 6:14 - Então, o Senhor olhou para ele e disse: Vai nesta tua força e livrarás a Israel da mão dos midianitas; porventura, não te enviei eu?
Jz 6:15 - E ele lhe disse: Ai, Senhor meu, com que livrarei a Israel? Eis que a minha família é a mais pobre em Manassés, e eu, o menor na casa de meu pai.


Introdução

A enfermidade que vamos tratar nesta lição é o Complexo de Inferioridade, tal complexo está diretamente relacionado à imagem que fazemos de nós mesmos, quem sofre deste complexo geralmente tem uma imagem distorcida de si e é levado a desenvolver o mesmo tipo de imagem em relação aos outros, em relação a sua vida e também em relação ao Criador, isto é, passa a ver tudo e todos distorcidamente.

O termo Complexo de Inferioridade  foi criado por Alfred Adler, primeiro seguidor de Freud, que depois se desligou dele por discordar de algumas idéias do pioneiro da Psicanálise. Ele acreditava que este sentimento era inerente ao homem, e nascia do meio em que a criança crescia. Dependente dos pais nos primeiros momentos de seu desenvolvimento, aparentemente fraca e, portanto, incapaz ainda de realizar determinados feitos, ela tinha diante de si o ambiente ideal para o surgimento deste complexo. Para equilibrar este distúrbio, o ser humano gera então sentimentos de superioridade, tentando obter algumas vantagens psíquicas.

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1. O que provoca o Complexo de Inferioridade

Gideão se revelou um grande general da história do Povo de Israel. Com seu pequeno exército, derrotou seus inimigos forte e poderosamente armados. Foi um feito militar inigualável até os dias atuais. Ele desconhecia sua própria capacidade, mas Deus sabia do seu valor. O Senhor acreditava em seu servo, e quando ele passou a acreditar em si mesmo, tudo começou a mudar.
As pessoas que vivem mergulhadas na reclamação, na auto piedade, e no sentimento de inferioridade, enterram seus talentos e escondem sua personalidade. Contentam-se em viver uma vida de lamentações, enquanto Cristo morreu para dar-lhes uma vida de abundância (Jo 10:10b).

Complexo

Conjunto organizado de representações e lembranças de forte valor emocional, parcial ou totalmente inconsciente. É formado a partir das relações significativas da etapa infantil do desenvolvimento e influencia todos os níveis psicológicos: emoções, atitudes e comportamentos.
O próprio Freud atribuía o uso original deste termo a C. G. Jung (1875-1961). Ele foi muito usado na época das experiências com associação de idéias, no início da Psicanálise. Em seu artigo de 1906 A Psicanálise e a Determinação dos Fatos nos Processos Jurídicos (Edição Standard Brasileira da Obra Psicológica Completa de Sigmund Freud, vol. IX, Editora Imago, RJ), Freud escreveu “[...] a reação à palavra indutora não pode ser um produto do acaso, antes é forçosamente determinada, naquele que reage, por um conteúdo pré-existente de representações. Costumávamos chamar “complexo” a um conteúdo de representações capaz assim de influenciar a reação à palavra indutora.” Atualmente está em desuso por ter começado a ser usado fora da Psicanálise para a tipificação psicológica. Exemplos são os assim chamados complexo de inferioridade, complexo de superioridade, complexo de Cinderela, complexo de Peter Pan e etc.
Na Psicanálise, este termo continuou a ser usado em praticamente dois casos: o “complexo de Édipo” e o “complexo de castração”.

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Alguns acontecimentos passam informações errôneas sobre nosso valor como seres humanos, o que resulta em comportamentos introvertidos que, além de causar boas doses de sofrimento emocional, causa muita limitação na vida social, profissional e pessoal.
As situações formadoras de sentimentos de inferioridade são todas aquelas onde a pessoa se percebe incapaz, como por exemplo (apenas um exemplo dentro de todo um universo de vivencias negativas), a família explosiva. O pai, mãe, ou qualquer pessoa significativa da infância que resolve as questões dentro de casa pelo caminho do “grito”, oferece um ambiente onde a criança nunca se sente apta a entender como deve proceder, pois diante de pessoas explosivas parece que nunca conseguirá falar ou fazer a coisa certa.

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1.1 Os principais sintomas do Complexo de Inferioridade

Alguns dos sintomas manifestado por uma pessoa que se sente inferior aos demais são:

* Esta pessoa gosta de chamar a atenção para si mesmo.
* Acredita que nunca fará ou dará o melhor de si.
* Gosta de destruir a imagem do outro para ressaltar a sua.
* Mostra e abusa de sua autoridade aos mais indefesos.
* Sente inveja dos outros.
* Sempre está afastado aos demais.
* Se dedica a alguma atividade que pode esconder sua inferioridade.
* Se intimida facilmente.

Se uma pessoa gosta de demonstrar superioridade para outras pessoas , isso também pode ser um complexo de superioridade. Isto me lembra da passagem do fariseu na parábola onde ele orava dizendo:” Deus, te dou graças porque não sou como os outros homens, ladrões, injusto, adúlteros, nem como este publicano” ( Lucas 18:11)
O Dr. Clyde M. Narramorre declara: ” Os sentimentos de inferioridade surgem quando um acredita não ser o que deveria. Podem provir de uma comparação com os outros e considerar que não é igual. Também pode originar em pensamentos de incapacidade de realizar algo. As diferenças reais ou imaginárias , e as funções mentais ou físicas, podem produzir sentimentos de inferioridade”(Enciclopédia de Problemas Psicológicos , Livros Logoi, pag.106)

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É muito fácil perceber se a pessoa apresenta características de quem tem Complexo de Inferioridade. A psicóloga lista as principais:

- A pessoa não acredita em si mesma e sente-se incapaz;
- Acredita que nada vai mudar;
- Vê sempre o lado sombrio da vida;
- Apresenta uma percepção negativa sobre qualquer coisa;
- Acha que não vai dar conta da vida.

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1.2 Complexo de inferioridade na Igreja

Na Palavra de Deus, encontramos o padrão, os parâmetros para dirigir cada setor de nossa vida, inclusive a parte psicológica. Nossa comunhão com Deus pode proporcionar uma verdadeira terapia. Ele nos conhece melhor que todos. Podemos nos abrir em cristalina transparência, pedindo cura e perdão, bem como o retorno ao projeto original de Deus para nós. Deleitar-nos na Bíblia que nos oferece grandes desafios de beleza espiritual é agir com sabedoria, não obstante nosso exterior, bens ou status.

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Não é difícil ver pessoas com os sintomas de Complexo de Inferioridade (até mesmo na Igreja). Muitos irmãos crêem ser incapazes de algo mais na obra do Senhor (se acham incompetentes). Por crermos que Deus nos dá todas as possibilidades (dele é todo o poder, a Terra e sua plenitude), não podemos desprezar tais fatos e deixar que o “Tempo cure”. Não podemos agir nem supervalorizando o problema (alguns podem se tornar “inferiores” por carências, dengos e etc.) nem tendo-o como insignificante.


1.3 Como se comporta quem sofre desta enfermidade

Um dos sintomas da Depressão é a Prostração, o indivíduo entra em um processo chamado de melancolia que pode levar até a morte por falta de alimentação, pois, nesse caso, a pessoa perde todo o desejo de alimentar-se. O Complexo de Inferioridade pode, em alguns casos, levar o indivíduo até este ponto. Sendo assim, é importante que observemos, na Igreja, irmãos que estejam afastados por muito tempo da comunhão, e buscar fazer algo para reinseri-lo ao grupo, evitando assim, maiores traumas.

Um complexo de inferioridade, nos campos da Psicologia e da Psicanálise, é um sentimento de que se é inferior a outrem, de alguma forma. Alfred Adler, discípulo de Freud, foi quem denominou de complexo de inferioridade o estado neurótico que tem por fundamento o sentimento de insuficiência ou incapacidade para enfrentar a vida e os seus problemas. Este complexo pode ser provocado por vários motivos, reais ou imaginários. É freqüentemente inconsciente, e pensa-se que leva os indivíduos atingidos à Supercompensação, o que resulta em realizações espetaculares, comportamento anti-social, ou ambos. Diferentemente de um sentimento normal de inferioridade, que pode atuar como um incentivo para o progresso pessoal, um complexo de inferioridade é um estágio avançado de desalento, freqüentemente resultando numa fuga das dificuldades. E, embora possa ser negativo, esse complexo também assumem características positivas, quando se tornam o estímulo para novas possibilidades criativas.
O Complexo de Inferioridade é um conflito muito presente na maioria das pessoas. Se você sofre de complexo de inferioridade, presta atenção nas características abaixo e se tem algo haver contigo, pois ele se apresenta, dentre outros, com os seguintes sintomas:
- Isolamento;
- Sentimentos agudos de incapacidade e de inferioridade;
- Super valorização da bajulação;
- Excessiva sensibilidade a críticas;
- Atitudes supercríticas aos outros.

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Os fracassos que alguém pode experimentar (crianças, jovens ou adultos) podem contribuir para uma atitude de desprestígio próprio (de inferioridade) ou ao medo de fracassos ao tentar dar o melhor de si mesmo. Pessoas que normalmente se consideram incompetentes e inseguros, deixam-se aprisionar por estes pensamentos negativos.
O Complexo de Inferioridade pode ser repelido por aqueles que o percebem. Ninguém deve sentir-se inferior a quem quer que seja (exceto ao Criador, que é o maior de todos). “Aceite-se”(com moderação; não é conformismo nem indolência) como é e busque a sua superação sempre¹. Deixe Cristo desenvolver dentro de você um sentir de valor e de importância.

¹ Nota: A busca excessiva por superações pode se tornar em outro extremo: o Perfeccionismo Paranóico.



2. Gideão e o Anjo do Senhor

O diálogo de Gideão com o Anjo do Senhor nos mostra o quanto se considerava incapaz. Gideão se apresenta como o menor entre os menores (Jz 6:15), deixando claro a impressão acerca de si. O fato de o povo de Israel estar sofrendo há sete anos nas mãos dos Midianitas (Jz 6.1) era preponderante na visão que Gideão fazia do povo de Deus. Essa visão se refletia no Complexo de Inferioridade desenvolvido por ele (Pv 27:19) que surgia a partir do momento em que se via como integrante de um povo que não tinha como se defender de seus algozes.
Podemos pensar que Gideão era muito humilde (uma atitude muito elogiada na Bíblia). Porém, era uma falsa humildade, ele estava insatisfeito com que era e culpava Deus por isso! (Jz 6.13), evidenciando seu complexo de inferioridade.

Nas conversas com Gideão, Deus afirmou sua presença repetidas vezes. Primeiro, ele afirmou por palavras: "Já que eu estou contigo, ferirás os midianitas como se fossem um só homem" (Juízes 6:16). Segundo, ele afirmou por sinais. Antes da primeira missão de Gideão, Deus lhe deu um sinal impressionante. O Anjo do Senhor causou subir fogo para consumir a oferta de Gideão. Enquanto pessoas faziam ofertas ao Senhor todos os dias, era muito raro o próprio Senhor mandar o fogo para as consumir. Antes de sua segunda missão, Gideão recebeu mais três sinais. Deus deixou o orvalho molhar uma porção de lã sem molhar a terra em volta dela (Juízes 6:36-38). Na noite seguinte, ele fez ao contrário, deixando a lã seca no meio de terra molhada (Juízes 6:39-40). Nas vésperas da batalha, Deus permitiu que Gideão ouvisse uma conversa entre dois soldados midianitas, confirmando a sua vitória iminente (Juízes 7:9-15). Terceiro, Deus afirmou sua presença através de promessas cumpridas, principalmente no livramento do povo pela mão de Gideão (Juízes 6:16; 7:7,22; 8:10-12). As demonstrações de Deus foram convincentes. Gideão foi convertido!
A maior bênção imaginável é a presença do Senhor em nossas vidas. Quando Jesus veio ao mundo para habitar ou fazer seu tabernáculo entre os homens (João 1:14), foi lhe dado o nome Emanuel, "Deus conosco" (Mateus 1:23). No final da sua missão terrestre, ele foi preparar um lugar para nós na presença de Deus (João 14:1-4). Ele prometeu fazer morada naqueles que o amam (João 14:23).

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2.1 Sentimento de negatividade

Temos escutado muitos, EU NÃO CONSIGO, EU NÃO POSSO, ISSO NÃO VAI DAR CERTO, SEMPRE FOI ASSIM E NÃO VAI MUDAR... E muitos outros NÃO!!!
Quer dizer que a Palavra do Senhor é mentirosa quando nos afirma que: EU POSSO TODAS AS COISAS?? Quando Deus afirma todas as coisas, são todas as coisas mesmo. Ah mas eu sou limitado, a minha fé é pequena, aí que está a raiz do problema a nossa fé está menor que um grão de mostarda, chegou a um ponto de invisibilidade, nem eu mesmo consigo vislumbrar a minha fé no Criador e na sua Palavra, pois infelizmente o negativismo tomou conta da minha mente e do meu coração.
A Palavra do Senhor nos diz em Lucas 6:45, da abundância do seu coração fala a boca, ou seja nossa boca irá falar do que o nosso coração está cheio, se ele está cheio de coisas negativas vamos refletir toda a negatividade existente nele.
Temos palavras e apensamentos tão negativos que acabamos atrasando o cumprimento das promessas do Senhor em nossas vidas.
Automaticamente culpamos a Deus por nossos fracassos, por tudo que dá errado em nossa vida profissional, ministerial e sentimental, sempre será mais fácil culpar a Deus ou alguém próximo a nós quando não somos bem sucedidos do que assumirmos a responsabilidade para nós mesmo.

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Existem pessoas invejosas e negativas, que atingem a vida das outras, de maneira tal, que conseguem feri-la profundamente.
Isso é sério!!! Sério, porque pode derrubar a pessoa, se ela acreditar nisso!!!
Não quero falar aqui de informações rápidas e sociais como facebook ou twitter. Isso é superficial e não tem muito efeito.
Quero falar de nossos relacionamentos íntimos, como: família, irmãos da igreja, amigos pessoais e de trabalho. Todos os relacionamentos de pessoas que nos influenciam diretamente, são os que podem perigosamente, nos fragilizar e nos machucar.
Uma coisa que devemos fazer em primeiro lugar é saber “quem somos” e o “que somos”. Quais os nossos dons, aptidões e o nosso VALOR PERANTE A DEUS (mais importante de tudo).
Sempre quando alguém nos atinge com palavras negativas de desvalorização, temos que rejeitar as palavras e lutarmos contra elas. Não é fácil. Se dissermos que é fácil, mentimos a nós mesmos. A Bíblia diz que, a Palavra boa alegra o coração. Na língua há o poder da vida e da morte.

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A forma natural dos indivíduos que sofrem do complexo de inferioridade se relacionarem com o seus sentimentos em relação às lutas diárias, servirá para identificar o grau de gravidade em que se encontram. Em alguns casos, os acometidos por este mal conseguem, com muito esforço, vencer a inércia e seguir adiante em busca de um objetivo, ao alcançarem o que esperavam, muitos conseguem passar a verem a vida de outra maneira, aprendendo que podem ser capazes se tentarem.


2.2 Sentimento de impotência

Uma estratégia que pode efetivar-se como eficaz face ao sentimento de deceção de não avançarmos nos nossos desejos e/ou ultrapassar outros sentimentos desconfortáveis, ​​é tentar identificar o que fizemos de errado ou o que tememos que nos conduziu à situação presente. A ideia é, “Se eu causei isso, eu posso corrigi-lo“, o que promove uma sensação de poder, em vez de impotência. Evidentemente faz todo o sentido procurar qualquer ponto de apoio que nos permite elevar acima da nossa dificuldade, mas o problema que por vezes emerge com esta estratégia é que leva-nos a que recorrentemente inspecionemos o terreno das nossas deficiências. Este processo pode criar uma mentalidade de “culpar a vítima” ou conduzir-nos a duras autocríticas, que prejudicam ainda mais a situação dolorosa. Podemos sentir-nos como se tivéssemos um melhor controle sobre o problema, mas também pode conduzir-nos à vergonha de ter o problema. Evidentemente, que olhar para as nossas dificuldades e fraquezas e assumir a responsabilidade é um processo que deve merecer a nossa atenção. No entanto, este processo de recolha de informação e de avaliação de nós mesmos, será proveitoso e assertivo se tivermos uma atitude positiva nessa análise.

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Explique aos alunos que desprezar-se é uma atitude anticristã e o fazê-lo é um grave sintoma de complexo de inferioridade. Tentar sensibilizar a Deus como fez Gideão, dizendo: “ai meu Deus!” não leva a nada, pois o Senhor não se deixa influenciar com tal atitude, ele não sente pena de nós, o que Ele sente é amor.


2.3 A ação da Graça sobre o Complexo de Inferioridade

O povo de Israel havia pecado contra Deus, e por isso ele permitiu que o povo de Midiã, os midianitas, o dominasse por 7 anos. Para se esconder dos midianitas, os israelitas ficavam em cavernas e em lugares seguros nas montanhas. Sempre que os israelitas semeavam, os midianitas vinham com os amalequitas e os povos do deserto para atacá-los, destruindo toda a colheita e não deixando sequer uma ovelha, uma vaca ou um jumento para eles viverem. (Juízes 6:1-4).
Imagine-se na situação dos israelitas. Durante 7 anos da sua vida, todo o seu trabalho para sobreviver é destruído. Eles já não aguentavam mais e lembraram-se do Senhor para pedir socorro naquela situação. (Juízes 6:5-6)
Então, Deus enviou um profeta para lembrar os israelitas do pecado que havíam cometido: eles adoraram outros deuses (os deuses dos amorreus) e esqueceram do verdadeiro Deus, que os tirou da terra do Egito e livrou-os dos inimigos que habitavam na terra em que eles estavam. (Juízes 6:7-10)
Mesmo tendo ouvido seus pais e avós contarem todas as maravilhas que Deus havia operado em favor dos israelitas, Gideão não acreditava em Deus.
Não é assim que nós fazemos quando algo parece estar errado? Não acusamos Deus de nos abandonar? Porém, Deus nunca nos abandonou e nunca nos abandonará; Ele espera somente que nós peçamos socorro a Ele, creiamos Nele e estejamos dispostos a servi-lo.

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Não me adiantarei a falar das batalhas de Gideão -fica para outro estudo- destacarei o que aprendi com o chamado de Gideão do lagar a destruição dos ídolos em casa de seu pai. Lagares foram feitos para pisar uvas e delas fazer suco e vinho. Esse produto que simboliza alegria, fartura, estava em falta em Israel. Também os louvores e as festas. Lagares em atividade, remetem à prosperidade.
Há tempos os lagares estavam parados naquele lugar, Gideão, porém resolve utilizá-los para o Trigo. Esse produto, tão necessário, havia se tornado motivo de alegria para ele. Gideão, apesar de parecer incrédulo e até teimoso, por questionar tanto Deus, tinha o espírito festivo. Olhar para o lagar e vê-lo vazio, não o conformava. É certo que ao utilizar o lagar para malhar trigo, ele se protege dos ataques e garante segurança a si e ao alimento. O acesso a lugar era difícil e impossibilitava a chegada dos midianitas.
O Trigo, porém, era o produto mais caro por ali. E se Gideão estava malhando-o, significa que seus campos de trigo também foram protegidos do exército inimigo. Deus era com ele. Malhar trigo no lagar implica ainda, em utilizar sua capacidade na direção errada. 
Havia muitos homens em Israel, mas Deus escolheu Gideão e não foi apenas por malhar trigo no lagar, mas pela sua fé. Um homem que não se curvava aos ídolos de seu pai, mas escolhera o Deus das promessas e essas estavam remoendo dentro de Gideão.
Se o Trigo simboliza a Palavra de Deus pura e verdadeira, Gideão ao malhar o trigo no lagar, revivia as promessas feitas ao seu povo. Ele não se entregava ás covas abertas nos vales, nem a miséria, mas batalhava em espírito. 

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Em alguns momentos, todo e qualquer indivíduo pode desenvolver um ou outro sintoma de complexo de inferioridade, há casos em que nos deparamos com situações as quais pensamos que estão acima de nossa capacidade. seja física, emocional ou financeira: no entanto, a Graça de Deus é, indubitavelmente, suficiente para nos fortalecer a ponto de nos tornar capazes de enfrentar todas as lutas.

A Graça de Deus (I) (II) (III)


3. O caminho para curar-se do Complexo de Inferioridade

Assim como outras enfermidades da alma, o complexo de inferioridade também pode não desaparecer com a conversão ao evangelho. No entanto a busca pela presença de Deus pode se tornar uma arma poderosa associada a tratamentos terapêuticos em direção à cura. Ao experimentar a Graça, passa-se por processo total de limpeza que abrange o espírito a alma e o corpo.

É preciso conscientizar-se – trazer o complexo ao nível consciente. Para tanto, é necessário uma auto ajuda para reconhecer quem você é.
É necessário também que você supere suas limitações – superar a incapacidade e nunca aceitar as consequências. Nunca diga que você nasceu assim e que vai morrer assim; e que pau que nasce torto morre torto. Isso não é verdade. O homem é um ser mutável.
Você pode nascer com o sentimento de inferioridade, mas não com o complexo de inferioridade. O complexo é gerado na formação da personalidade do ser até o sexto ano de vida. Então, se é um comportamento aprendido, isso pode ser mudado. Só depende de você lutar contra tais sentimentos.
É preciso ter FÉ - De acordo com a Bíblia, a fé é a ferramenta mais importante para a cura da alma. “A fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem”. (Hebreus 11:1). Então, de acordo com esse texto, podemos dizer que você pode  alcançar o que é impossível, e enxergar o que é invisível. Pense nisso.

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3.1 Como se vê o indivíduo que sofre com esse problema

Pessoas que sofrem de baixa auto-estima, que se sentem inferiores às outras, enfrentam problemas decorrentes da seguinte leitura de si próprios.

1. Dificuldade de relacionamento com Deus

Podemos nos sentir tão pequenos que achamos que nem mesmo Deus nos aceita e valoriza. Revoltamo-nos contra o que Ele não faz ou não muda, além de culpá-Lo pelo que somos. O amor eterno incondicional de Deus expresso em Jeremias 31:3 pode nos ajudar a que amemos a nós próprios e tenhamos um melhor relacionamento com o Senhor.

2. Dificuldade de relacionamento com os outros

Dá para imaginar quanto uma pessoa com baixa auto-estima pode tornar-se insuportável, rancorosa, amarga, reprimida e triste. O isolamento é uma consequência de tal comportamento. Muitas pessoas se utilizam dessa maneira de ser para chamar a atenção e manipular as pessoas; outras são incapazes de se sentirem amadas.

3. Dificuldade de relacionamento consigo mesmo

Muitas vezes a baixa auto-estima nos impede de ver quem e como realmente somos. Devemos sempre lembrar que, aos olhos do Pai, somos preciosos. Tanto que Ele deu Seu Filho para salvar-nos da perdição eterna. Ele também capacitou pessoas que podem nos ajudar quando atravessamos dificuldades. Pastores, conselheiros, psicólogos cristãos, irmãos em Cristo estão ao nosso alcance para obtermos ajuda, a fim de que tenhamos uma compreensão correta de quem somos e do que precisamos fazer para nos ajustar corretamente, de acordo com a Palavra de Deus.

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3.2 Ação do complexo de inferioridade na personalidade

A Gênese da Auto-Estima

O Movimento da Auto-Estima tem seus fundamentos mais recentes na Psicologia clínica, isto é, nas teorias da personalidade elaboradas por Wiliam James, Alfred Adler, Erich Fromm, Abraham Maslow e Carl Rogers, cujos seguidores popularizaram o movimento. Contudo, as raízes do Movimento da Auto-Estima retrocedem aos primórdios da História Humana.
Tudo começou no terceiro capítulo de Gênesis. Inicialmente, Adão e Eva tinham consciência de Deus, consciência um do outro, das coisas à sua volta e não de si próprios. A percepção de si mesmos era incidental e secundária na sua focalização em Deus e um no outro. Adão compreendia que Eva era osso dos seus ossos e carne de sua carne (comp. Gn 2.23), mas não estava consciente de si do mesmo modo que seus descendentes seriam. O Ego não era problema até a Queda.
Comer da Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal não trouxe a Sabedoria Divina. Resultou, sim, em culpa, medo e na separação de Deus. Assim, quando Adão e Eva ouviram que Deus se aproximava, esconderam-se entre as árvores. Mas Deus os viu e perguntou: "Quem te fez saber que estavas nu? Comeste da árvore de que te ordenei que não comesses?" (Gn 3:11).

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Os Complexos de Inferioridade resultam quase sempre do convívio social na escola, das muitas brincadeiras irreflectidas entre colegas. A maioria das perturbações psicológicas, como: a Anorexia, a Bulimia, a Dismorfofobia e a Fobia Social, são alguns exemplos que servem para ilustrar a complexidade traumática inerente ao convívio desajustado. As crianças rebeldes são geralmente implacáveis nas críticas aos mais fracos, ao ponto de lhes produzirem sequelas traumáticas para o resto da vida. A impotência para fazer frente aos agressores induz sentimentos de revolta, de raiva e ódio. São sentimentos que nunca serão ultrapassados, pelo contrário, eles induzem fracasso, desconfiança e medo. Tudo aquilo que foi experimentado de forma violenta tende a aninhar-se nas profundezas do Subconsciente, interferindo mais tarde no comportamento e na personalidade da pessoa adulta, dando lugar aos sintomas depressivos e ansiosos.

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À Vanglória Perdida (monografia)

3.3 Como Deus age nos casos de Complexo de Inferioridade

O Complexo de Inferioridade inibe a capacidade da pessoa que não acredita em si mesma. A Inferioridade é um pensamento que te faz sentir menor do que realmente é. Jesus compreende você porque mesmo sendo o Deus grandioso que criou todas as coisas, foi capaz de se humilhar em forma humana, sabendo que seria exaltado acima de tudo (Fp 2:1-10). Por isso Jesus deixou uma garantia de que “todo o que se exalta será humilhado; e o que se humilha será exaltado”(Lc 14:11). Não acredite que você não tem valor, pois você foi comprado por alto preço, pelo sangue de Jesus.
Você se sente inferior às pessoas? Deus valoriza e ama sua vida!
Se uma lagarta pensasse que é feia e que vai rastejar sua vida toda, deixando de se preparar ou construir o casulo para o Futuro, certamente nunca se transformaria numa borboleta para voar tão longe.
Talvez você esteja sofrendo com complexos como o Medo, a Inferioridade, Autocompaixão ou Discriminação. Conte tudo para Deus abrindo o seu coração diante do Senhor que pode te curar. Se todos já te decepcionaram, saiba que Jesus nunca vai te decepcionar e você pode confiar nele para sempre como seu melhor amigo. O melhor remédio é dado pelo Médico dos Médicos, mas é preciso se entregar no divã de Deus para ser tratado por ele. Qual é o seu complexo? Jesus é o melhor de todos psicólogos!

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Deus tem uma maneira especial de ver seus filhos. Mesmo que nós não nos valorizemos ou que outros não o façam, cada um de nós é precioso para o Senhor. Ele que nos criou, nos conhece e pode nos fazer desfrutar de um viver saudável, capaz de irradiar a sua beleza. O Pecado certamente interfere nesse processo. A Soberba é pecado, mas ter auto-estima baixa é atitude contrária à de Deus. Devemos buscar equilíbrio e observar como temos tratado as pessoas e reconhecê-las como gostaríamos de ser tratados e reconhecidos.

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Conclusão

O menor no povo de Deus é o maior (Lc 7.28c); o Senhor, quando nos olha, não vê o que somos, mas o que podemos vir a ser. O complexo de inferioridade não é e nunca será suficientemente grande diante da grandiosidade do poder de Deus na vida de seu servo, logo podemos concluir que, mesmo que pensemos que não alcançaremos êxitos em nossos projetos ou nos projetos de Deus para nós, o Espírito do Senhor nos levará a vitória (II Co 12:10).

Fontes:

Bíblia Sagrada ARC/ARA/ACF/TB/BV/RV/NTLH
Enfermidades da Alma (revista EBD professor) – Editora Betel – 2º Trimestre 2014 – Lição 09
As Doenças do Nosso Século (revista EBD) – 3º Trim/2008 – CPAD
Vencendo as Aflições da Vida (Revista EBD) – 3º Trim/2012 - CPAD
Novo Dicionário da Bíblia – John Davis – Ed. Hagnos
Enciclopédia Ilúmina
O Antigo Testamento Interpretado – Norman Champlin – Hagnos
O Novo Comentário da Bíblia – F. Davidson – Vida Nova
Comentário Bíblico Matthew Henry (Conciso) – Matthew Henry – CPAD
Comentário Bíblico Moody – Editora Batista Regular
Comentário Bíblico Esperança NT – Editora Evangélica Esperança
Ajudando uns aos outros pelo Aconselhamento – Gary R. Collins – Vida Nova
Aconselhamento Cristão – Gary R. Collins – Vida Nova
Princípios Básicos de Aconselhamento Bíblico – Dr. Lawrence J. Crabb – Refúgio
Jesus, O maior Psicólogo que já existiu - Mark W. Baker – Sextante
O Líder que Deus Usa – Russell P. Shedd – Vida Nova
Em Busca de Deus (Teologia da Alegria) – John Piper – Ed. Shedd
Cura e Edificação do Líder – Marcos de Souza Borges – Ed. JOCUM
Problemas Cruciais: Uma perspectiva bíblica (link)
A Responsabilidade Pessoal pelos Atos Humanos e o Destino (link)
A Bíblia tem Solução para os Problemas da Depressão, Tendências Suicidas, emocionais e outros problemas similares? (I) (II)
Restauração da Alma - O que é o que não é? (link)
Auto-confrontação (link)
Quadro Avaliativo: Terapia Psicológica x Aconselhamento Bíblico (link)
Não Por Minhas Próprias Mãos (Lições em Juízes) – Bruce McLarty (link)
Complexo de Inferioridade (link)
Comportamentos (link)
Inferioridade e Auto–Estima (link)
Lições da Vida de Gideão (link)
Vencendo o Complexo de Inferioridade (link)

Bibliografia Indicada (estude mais)

Teoria do Desenvolvimento Psicossocial (link)
Complexo de Inferioridade, Aprofundamento e Reflexão (link)
O Complexo de Inferioridade e Superioridade (link)
Devem Crentes Fazer o Teste do Velo de Lã? (link)
Seis Sinais de que Você Precisa Parar de Falar (link)

Questionário

1. Como o pessimista vê a Vida?
R. Embaçada, como se estivesse sempre em dias nublados.
2. O que acontece com indivíduos que não valorizam o Presente?
R. Desenvolvem um imenso vazio existencial.
3. Por que Gideão se considerava incapaz?
R. Porque se achava o menor entre os menores (Jz 6:15).
4. O que fazia com que o povo de Israel se sentisse inferior?
R. O empobrecimento pela opressão dos inimigos (Jz 6:6).
5. No Complexo de Inferioridade, qual é o maior inimigo do Homem?
R. Ele mesmo.

Um comentário:

  1. É comum a utilização da passagem de Juízes 6.15 pelos propagadores dos pressupostos Freudianos e de Alfred Adler a fim de justificarem o complexo de inferioridade: "E ele disse: Ai, Senhor meu! Com que livrarei Israel? Eis que a minha família é mais pobre em Manassés, e eu, o menor na casa de meu pai".
    Os irmãos acreditam que se Gideão não demonstrasse incapacidade, serviria para a obra do Senhor? Deus então não procuraria outra pessoa para substituir a missão que era imposta a Gideão?. Deixou bem claro Deus a Gideão quem estaria com ele - o próprio Deus.Gideão , com o chamado "complexo de inferioridade" foi uma benção pois ficou totalmente dependente de Deus. Deus não se interessava e continua não se interessando por líderes com auto-confiança, opera sim através de vasos de barro. Grandes homens da bíblia foram inicialmente desconhecidos, não -apreciados, humildes.
    Bem, se Alfred Adler estivesse vivo eu falaria para ele o seguinte:
    "__ OLHA Alfred Adler, Paulo falava de si mesmo como "o menor de todos os santos" (Efésios 3.8) e o principal dos pecadores (1 Timóteo 1.15)."
    E ainda acrescentaria aos propagadores da sutil e profana fábula psicológica de mitos:
    O MODO COMO FOMOS TRATADOS COMO CRIANÇAS NÃO DETERMINA NOSSA VISÃO DE DEUS. NINGUÉM PODE ENTENDER O SEU PRÓPRIO PECADO OU CONHECER O AMOR DE DEUS SEM A OBRA DO ESPÍRITO SANTO. É ELE QUE REVELA NOSSA CONDIÇÃO PECAMINOSA E O GRANDE AMOR SALVADOR DE DEUS.

    Atenção! cuidado com a teoria de personalidade humanística de Alfred Adler! Em certa ocasião , disse ele:
    "somos Senhores de nossas próprias ações[...] se a vida for levada desta maneira, não existirão limites para o progresso de nossas ações" Bobgan, Martin and Deidre. The End of "Cristian Pschology", pp.66

    Precisamos de discernimento (PARA OS CRISTÃOS):

    Quem está se achando feio? Você, escravo da vaidade, da mídia,do orgulho?
    Quem está se achando incapaz de arrumar um emprego ou voltar a estudar? Você preguiçoso?
    Quem está se achando pequeno para realizar uma tarefa? Você que se esquiva sempre de responsabilidade e assim se denomina, incapaz?
    Sabe quem é mais deficiente? Quem tem saúde perfeita, é, diferente de pessoas portadoras de deficiência, muitos de nós, gozadores de boa saúde somos os mais EGOÍSTAS e murmuradores...

    Bom, caso você se sinta como Gideão, não tem nenhum problema. A realização de tarefas da obra de Deus necessariamente ELE utilizará de pessoas que reconhecem serem PECADORAS, VASOS DE BARRO.
    Particularmente não vejo benefícios de Alfred Adler.
    Paz a todos

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