sexta-feira, 19 de setembro de 2014

EBD Editora Betel - Jesus, o Modelo Inigualável de Liderança

Assembleia de Deus CONAMAD
Lição 13 – 28 de setembro de 2014
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Ferramentario do Trimestre

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Texto Áureo

“Eis aqui o meu servo, que escolhi, o meu amado, em quem a minha alma se compraz. Farei repousar sobre ele o meu Espírito, e ele anunciará juízo aos gentios”. Mt 12:18

O Salvador, o Messias, não fará barulho, não brigará, não gritará nas ruas – por isso será chamado de amado de Deus, o amado em que Deus teve prazer. Ele não quebrará a cana dobrada, não esmagará o pavio que ainda está ardendo. Mateus evoca, a partir da profecia de Isaías, não somente que Jesus se retira para o silêncio por causa da inimizade dos líderes de Israel, mas também que seu nome se torna famoso entre os povos gentios. Em parte, Mt cita com bastante liberdade essa passagem de Isaías, mas no sentido correto. Talvez ele tenha se lembrado de Zc 12.10 e Hc 1.4: Jesus é realmente o “servo” escolhido por Deus, o seu “amado”! No texto original hebraico consta único! A LXX verteu o termo como amado. O Espírito de Deus que repousa sobre o servo de Iavé evidencia-se no recolhimento e no recôndito. Não obstante, apesar de seu silêncio e recolhimento, ele levará o direito e a justiça de Deus a todos os povos. Fará triunfar em todo o mundo a justiça de Deus – por meio de seu sofrimento e sua morte! No texto original grego lê-se: “Para que a justiça de Deus seja poderosamente conduzida para fora”.

Comentário Esperança – Fritz Rienecker

Verdade Aplicada

Jesus Cristo é o modelo mais perfeito para aqueles que desejam sucesso na vida e em sua liderança.

Objetivos da Lição

Definir o que significa uma liderança delegada;
Demonstrar o que é uma liderança servidora;
Apontar o trabalho de um líder cristão como privilégio e responsabilidade.

Textos de Referência

Is 42:1-7


Introdução

O maior modelo de liderança será sempre Jesus Cristo. Desde sua anunciação já se previa um Messias com qualidades jamais vistas pelos seres humanos. Jesus Cristo é o homem perfeito, o modelo para uma vida saudável, feliz e vitoriosa. Não existe líder que não deseje ser como Jesus. Nesta lição, veremos três pilares principais sobre os quais a liderança messiânica repousou, os quais nos servem de base para o desempenho do papel de liderança.

Com relação à liderança, acontece a mesma coisa. Quando alguém apregoa que é líder, tem que provar que o é. E precisa de confirmação de outros que admitam:
“Ele é mesmo o líder”.
O próprio Jesus teve que comprovar sua condição antes que outros o seguissem. Depois que alguns o reconheceram como o Messias prometido, passaram a testemunhar e confirmar sua messianidade.
O Evangelho de João mostra que Jesus estava sempre dando provas daquilo que afirmava acerca de si mesmo, não dando maior ênfase a seus milagres, mas, sim, a comprovações mais contundentes. Podemos encontrar neste evangelho pelo menos sete comprovações do ministério de Cristo. Depois de as examinar, poderemos atacar a questão de saber como se aplicam à liderança atual nas igrejas, aos negócios e a outras organizações.

O Estilo de Liderança de Jesus – Michael Youssef

A autoridade da Igreja não é algum presbitério ou concílio de homens ordenados. Uma Igreja local é formado debaixo da autoridade de Jesus Cristo e deve suprema aliança somente á Ele. A autoridade da Igreja do Novo Testamento não está em alguma convenção ou associação de Igrejas. Está somente em Cristo! Autoridade nos alcança verticalmente de Cristo, não horizontalmente de algum papa, Igreja ou conselho. A Igreja do Novo Testamento está totalmente debaixo da autoridade de Cristo. Esta autoridade que a Igreja possui, nunca pode ser transferido ou delegado. Cristo não transfere sua autoridade á sua Igreja, ele à retem e é somente dele.
Uma Igreja não precisa uma transferência de autoridade à Ela porque Cristo habita em suas Igrejas até o fim do mundo de acordo com Mt 28.20. Quando escolhemos nossos líderes e nus preparamos para liderar uma Igreja Batista, temos que considerar a suprema liderança do nosso Senhor Jesus Cristo para obedecer suas instruções.

O Fundamento Bíblico para Liderança – Laurence A. Justice



1. Liderança delegada

Em várias ocasiões, Jesus demonstrou que sua missão e liderança haviam sido delegadas pelo Pai. Era imprescindível, portanto, que as pessoas cressem nele como alguém vindo de Deus. Séculos antes Ele havia sido apresentado de algumas maneiras que cabia àqueles cidadãos judeus observarem e conferir.

O nosso salvador sempre será o nosso maior exemplo em tudo. Ele delegou aos seus discípulos autoridade (Luc. 9.1,2) e a missão de ir e pregar em todas as nações (Mt 28.19). Ele investiu tempo treinando (Lc 10), encorajando (Jo 14), admoestando (Jo 6), alertando (Jo 15) e intercedendo (Jo 17). Seu exemplo de vida se constituiu numa aula constante aos que caminharam com ele. Ele servia aos seus liderados (Jo 13).

Delegando Tarefas – Convenção Batista Fluminense

É consenso na administração que um líder deve saber delegar. Há pessoas que são muito produtivas individualmente e por isso são promovidas. Mas, mesmo sendo competentes, elas nem sempre sabem como liderar suas equipes, principalmente por não saber repassar atividades que fazia tão bem antes da promoção. Nesses casos o risco que se tem é a perda de uma pessoa muito produtiva e ganho de um péssimo gestor.
Compreendemos que o líder que não sabe delegar acaba não desenvolvendo sua equipe para que ela tenha autonomia.

Liderança Ética e Servidora Aplicada nos Institutos Federais – Jesué Graciliano da Silva


1.1 Ele foi apresentado como servo

O próprio Jesus foi o exemplo supremo de alguém que manifestava a verdadeira grandeza. Ele que era o Messias de Deus (Filho do homem; veja 2:10) poderia muito bem fazer-se valer dos seus direitos de ser servido pelos homens. Mas, pelo contrário, ele veio para servir e dar a sua vida pela humanidade. Resgate. Essa palavra significativa era comum no mundo grego do tempo de Jesus, onde era usada com referência ao preço pago para a libertação de um escravo (Adolf Deissmann, Light from the Ancient East, trans. L.R.M. Strachan, pág. 327 e segs.). Este foi o preço exigido por um Deus santo a fim de que a justiça pudesse ser satisfeita no perdão dos pecados. Como resultado desse pagamento, o crente fica livre do pecado e de Satanás. Por muitos. A preposição grega anti traduzir-se-ia melhor para em lugar de, conforme as fontes gregas comprovam esmagadoramente (cons. J. H. Moulton and George Milligan, The Vocabulary of the Greek Testament, págs. 46, 47; Arndt, pág. 72, 73; Vincent Taylor, págs. 444, 445).

Comentário Bíblico Moody

Temos em Cristo o exemplo supremo de liderança espiritual. A maioria de nós pensa sobre liderança imagindo um oficial militar dando ordens ou um empregador, gerente ou chefe olhando de perto os seus subordinados ou empregados, fiscalizando se o trabalho é feito. Isto tudo até fazem parte da liderança, mas não é a essência da liderança espiritual.
Na Liderança Espiritual temos o líder que serve. O próprio Jesus ensinou que o Filho do homem não veio para ser servido “mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos" (Mt 20:28). Ele foi definitivamente o maior líder de toda a História. Cristo não liderou somente com ordens, punições ou supervisionando, mas servindo ao lado de seus seguidores. Assim ele mostrou como ser um servo, sendo um servo também.
Jesus sempre amou ser o que era. Talvez o que mais nos frustre seja não saber quem somos ou o que fomos destinados a fazer. Ele era acima de tudo um servo feliz, gostava de ser humano, não vivia a reclamar da vida. e, mesmo sendo Deus, não usou de forma alguma a autoridade que possuía para livrar-se dos momentos difíceis e da missão que portava consigo. Ele foi até o fim, como um filho obediente e como um servo fiel.


1.2 Escolhido para o prazer de Deus

Aqui o Espírito Santo é compreendido como instrumentalização pública para a atividade que o Senhor de agora em diante irá exercer. Agora iniciam os feitos milagrosos e as curas de enfermos.
O terceiro sinal milagroso acontecido do céu foi a voz divina. Através do meio mais direto, mais pessoal e mais íntimo de expressar a comunhão, a saber, pela “palavra”, Deus revela ao seu Filho o relacionamento, singular por excelência, que existe entre ambos. Soa a voz de Deus, abrindo-lhe o que ele é para Deus, a saber, o amado, amado como um filho único só pode ser amado pelo pai, e revelando o que o Filho por isso é para o mundo, a saber, o instrumento do amor de Deus pelas pessoas. O envio do Filho tem a finalidade de elevá-las à extraordinária dignidade de filhos de Deus (cf. Mt 5:9).

Comentário Esperança – Fritz rienecker

ebed yavé - servo sofredor - seria o grande tema da segunda parte do livro de Isaías (Is 40-55). Ali, como uma figura, é idealizado Israel, Jacó, Abraão, o servo do Senhor (Is 48:8-10). Todos esses textos são ora a idealização da figura de Jacó, outras o próprio profeta, mas fica notório que em Isaías 53 a figura do profeta sofredor é uma descrição muito real da vida, ministério, morte e ressurreição de Jesus. Isto é tão verdade para nós cristãos que o próprio Novo Testamento já reconhece isso: o apóstolo João, ao falar da incredulidade dos judeus, usa o texto de Is 53.1, dizendo: “... para se cumprir a palavra do profeta Isaías, que diz: Senhor, quem creu em nossa pregação? E a quem foi revelado o braço do Senhor?” (Cf. Jo 12.38). Mateus, referindo-se às curas milagrosas de Jesus, diz: “... para que se cumprisse o que fora dito por intermédio do profeta Isaías: Ele mesmo tomou as nossas enfermidades e carregou com as nossas doenças.” (Mt 8.17). Nas cartas de Paulo, 1 Pe, são frequentes as citações a Isaías, especialmente a Isaías 53. O hino do servo sofredor para nós cristãos aponta Jesus, o Messias.

Jesus: O Servo Sofredor (Isaías 53) - Paulo Lockmann (editado)

Agradar a Deus exige integridade. Normalmente seguimos quem nos inspira respeito. Falando a servos, Efésios 6:6-8 diz:
-Não apenas para agradá-los(quando eles nos observam)
- Como escravos de Cristo
- Fazendo de coração a Vontade de Deus
- De boa vontade, como ao Senhor
- Pelo bem que praticar, seja escravo, seja livre
Agradar a Deus exige honestidade. Seguimos (ou procuramos seguir) quem gera confiança. (Pv 16:13). O crescimento e a multiplicação legítimos só ocorrem onde há organização. Deus é organizado. Ele só investe aonde há real organização.
Cristo agradeceu mesmo quando o que tinha em mãos não só parecia, mas era parecia pouco. Ele recebeu cinco pães e dois peixes e agradeceu a Deus. O líder segundo o modelo de Jesus está sempre pronto a expressar a gratidão e reconhecer aquilo que Deus tem colocado em suas mãos. Igreja, grupo, equipe de trabalho pequenos? Agradeça a Deus por eles. Reconheça que Deus colocou em suas mãos. Isso fará a grande diferença em seu viver.


1.3 Ele foi habilitado para servir

O Messias-Servo está apresentado como o Profeta compassivo (uma passagem que se aplica ao Senhor Jesus em Mt. 12:18-20). O Servo agora é obviamente um indivíduo e não a nação de Israel como um todo. Deus se compraz ou "se agrada" dele (cons. Mt. 3:17). Como o Escolhido, Ele seria a Cabeça que controlada o povo eleito de Deus. Ele seria especialmente capacitado pelo Espírito Santo (cons. Is. 11:2). Evitando toda a ostentação ou auto-exibição, Ele exerceria um ministério silencioso e despretensioso (embora multidões, como sabemos, correriam para Ele nos campos e montanhas). Mansamente Ele evitaria esmagar a cana quebrada (v. 3). isto é, o pecador contrito, ou extinguindo o testemunho frágil do mais fraco dos crentes. Ele teria um ministério para com todas as nações, aplicando o direito (nos vs. 1, 4 mishpat implica em padrões ou princípios de santidade e verdade divinas – a verdadeira fé do evangelho). Além disso, esta sua mensagem e padrão se enraizaria permanentemente no mundo, até mesmo nas ilhas ou terras do mar do ocidente.

Comentário Bíblico Moody

Servir fala diretamente sobre trabalho (serviço). Se Cristo veio para servir, então o Espírito de Deus é posto sobre o nós para o serviço. Liderar com autoridade, fala muito mais de fazer coisas do que olhar alguém as fazendo. Um servo-líder de Cristo possui uma graça adicional que o habilita a servir em sua obra. O próprio Senhor Jesus viveu e trabalhou servindo movido pelo Espírito Santo. O modelo de serviço cristocêntrico difere e contrasta em muito com o modelo egoísta e carnal de muitas lideranças (em vez de servir querem, e exigem, ser servidos). Temos o E. Santo? Então também estamos hábeis para liderar servindo como o Senhor!
Destaque para seus alunos que existem dois tipos de pessoas no que diz respeito a doar: algumas doam para viver, outras vivem para doar. Esses dois tipos de indivíduos não só têm diferentes hábitos de doação, mas também filosofias de vida diferentes. Quem vive para doar sempre está preocupadocomacausaeanecessidade, quem doa para viver sempre oferece o suficiente. Jesus era um especialista em viver para doar.



2. Liderança servidora

Toda liderança tem um objetivo e uma maneira de alcançá-lo. Deus se preocupou em revelar riquíssimos detalhes acerca da tarefa messiânica. Todavia, o espaço não permite uma exposição maior, sendo assim, ateremo-nos ao texto profético de Isaías.

Competências e qualidades do líder servidor:

•Paciência: Demonstrar autocontrole
•Gentileza: Atenção, apreciação, encorajamento;
•Humildade: Demonstrar ausência de orgulho, ser autêntico, não arrogante;
•Respeito: Tratar todas as pessoas com a devida importância;
•Altruísmo: Ir ao encontro das necessidades alheias;
•Perdão: Não guardar ressentimentos.
•Honestidade: Não tentar enganar ninguém;
Compromisso: Ser fiel a sua escolha;
•Serviço e Sacrifício: Deixar de lado seus próprios desejos e buscar maior benefícios aos outros;

Liderança – Vicente Santana do Nascimento

Acreditar que liderar compreende somente em delegar seus liderados resulta no pensamento primário, sem muito questionamento sobre o que vem a ser de fato o ato de liderar. A Liderança Servidora descreve que essa atividade consiste em determinar um propósito maior, algo que realmente seja importante. Assim, o líder vem a ser chamado de servidor por perceber seus liderados como fonte prioritária para conseguir chegar algo grandioso que será compartilhado por todos. Sua real meta consistirá em priorizar as pessoas, por isso necessita inspirar confiança ao transmitir seus valores e competências, estimulando através de um espírito sustentador o apoio de seus liderados, que passam a serem considerados seguidores que apóiam na obstinação da busca do objetivo almejado. Essa idéia pode parecer um pouco fantasiosa, linda no papel difícil de por em prática. O proposto nessa teoria não consiste em criar um mundo perfeito, mas sim valorizar as potencialidades humanas, desenvolvendo seus pontos fortes, criando expectativas que as façam erguer constantemente seus obstáculos. Contribuindo com fator motivacional, porque estimula nas pessoas a vontade de desenvolverem o seu melhor.
Liderança Servidora no Aspecto do Líder Servidor – Leidyane Cristina Jorge Lino e Jose Humberto da Silva


2.1 Ele promulgará o direito

O versículo 3 declara: “A cana trilhada não quebrará, nem apagará o pavio que fumega; com verdade trará justiça”. Mateus apresenta: “Não esmagará a cana quebrada, e não apagará o morrão que fumega, até que faça triunfar o juízo” (ênfases adicionadas). O significado é que o Senhor não feriria nem mesmo o fraco e o vulnerável, reafirmando que Ele não incitaria violência até depois da época da Sua crucificação e ressurreição. Esta profecia é uma das várias citadas por escritores no Novo Testamento como tendo sido cumprida através de acontecimentos na vida de Jesus Cristo. “Juízo”, como foi usado aqui, significa “raciocínio são”.
O versículo 4 continua as palavras de Deus, o Pai: “Não faltará, nem será quebrantado, até que ponha na terra a justiça; e as ilhas aguardarão a sua lei”. O Pai testifica que apesar dos mais injustos tratamentos, do sofrimento mais intenso e morte por meios mais dolorosos e ignominiosos conhecidos, Jesus Cristo não faltaria em Sua missão salvadora, nem tampouco seria desencorajado. A sentença “As ilhas aguardarão a sua lei” talvez esteja se referindo, em parte, aos nefitas no continente americano, a quem Cristo visitou depois de Sua crucificação e ressurreição. Néfi, citando seu irmão Jacó, registrou que eles estavam “em uma ilha do mar”. Outros servos emulando a Cristo teriam semelhante coragem e perseverança ao levarem a cabo as tarefas designadas pelo Senhor; muitos dariam suas próprias vidas para selarem seus testemunhos.

Isaías: Os Tempos do Cumprimento das Profecias – Ivan Sanderson (Tradução Cláudia Giron Johanson)

A missão dupla do Servo de Deus seria: a) realizar as promessas da aliança feitas a Israel; b) levar a luz da revelação aos gentios. O Criador e Sustentador da vida apoiada e sustentada o Servo em sua missão terrena (v. 6). O Evangelho do Servo operaria para libertação de todos os crentes da prisão do pecado (v. 7). Toda a glória da previsão exata dos acontecimentos vindouros deve ser dada a Deus somente. Ele não a partilhará com os deuses inventados pelos homens.

Comentário Bíblico Moody

Deus revela seu servo o inter-relacionado com o passado histórico de Israel. Tal escolha é semelhante à escolha do Rei Davi: Deus põe o seu Espírito sobre ele (I Sm 16:13). Os planos, estratégia e ações diferem da violência de seus antepassados como em Gideom: sem barulho, sem violência.
A sua vitória é comparável à de Josué: proclamará e colocará o Direito sobre a Terra.
Seu ministério e sua atividade estaria voltada para as nações. Em Isaías vemos que o seu direito teria sentido judicial (41:1; 50:8 e 54:17). Tais promulgações nos mostram e delineiam o domínio do Criador sobre o Mundo e a sua intervenção historicamente notada e incontestável (51:4). Deus é o criador e o mantenedor da vida (v: 5), com isso e por isso, confirma a vocação universal e plena de seu Servo (v. 6). Ele se volta  para a libertação de todos os povos, todos os benditos no crente Abraão (v. 7).
Tal libertação não se verifica como acontece no operar da brutalidade dos assírios nem dos babilônios, mas respeitando os povos, mesmo os mais fracos, desesperançados ou que tropeçam (' 'não esmagará a cana quebrada, nem apagará a torcida que fumega'' — v. 3).
A lâmpada era um pequeno vaso de barro com óleo, com uma alça para carregá-la e uma mecha de linho mergulhada no óleo de oliva. O texto fala em mecha fumegante se referindo a uma que se estava se apagando. A mensagem se dirigia aos enfraquecidos, a muitos dos que figurativamente eram como a cana. Essas pessoas se pareciam como um pavio fumegante, porque seu último sinal de vida quase já se apagava. Estavam realmente oprimidos e precisando de alguém que os curasse e guiasse suas vidas.


2.2 Servirá com suavidade

Nós devemos servir. Não existe como medir o serviço e sacrifício de Jesus. Ele desceu da glória excelsa para a cruz vergonhosa demais (Fp 2:5-11). Ele insistiu conosco que o padrão do reino dele seja totalmente diferente que a regra nos impérios mundanos (Mc 10:42-45). Não devemos disputar lugares de destaque, mas sim, oportunidades para servir um ao outro. Nunca devemos pensar no jeito em que estamos sendo tratados, mas devemos nos preocupar com o bem-estar dos nossos irmãos (Fp 2:3-4). A humildade exigida para manter esta postura é tão difícil conseguir que temos que meditar na vida de Cristo constantemente para realizá-la. Vamos valorizar ao máximo o simples serviço humilde.
Nós devemos deixar o Espírito de Deus habitar cada vez mais em nós. Assim como Jesus recebeu o Espírito sem limitações, devemos crescer para nos tornarmos cada vez mais a morada de Deus por seu Espírito (Efésios 2:21-22). Mas o Espírito não habita num templo indigno (Ez 8-11; 1 Co 6:19-20) e por isso temos que tirar do nosso corpo todo tipo de pecado. Devemos deixar a palavra de Deus, que é a espada do Espírito (Ef 6:17), nos moldar, sempre nos esforçando para nos adaptarmos a fim de imitar a mensagem escrita. À medida que o Espírito de Deus transforma nossas vidas parecemos com Cristo.

O Servo do Senhor – Gary Fisher

Muitos intérpretes concluem que o grande ajuntamento de pessoas presentes quando Cristo disse o sermão do monte aguardava que ele se levantasse revoltosamente contra o domínio de Roma. Mas, o que lemos predito em Isaías já sinalizava que Jesus como servo não seria um agitador, sedicioso ou revolucionário. Ele não incitaria rebeliões, golpes, revoluções nem violência. A narrativa de Isaías descreve que outros servos (que imitariam o Senhor, os discípulos) também rejeitariam contendas e violência. Assim podemos claramente identificar quem é enviado ou está falando por Deus durante todas as épocas, principalmente nos últimos dias. Infelizmente, isso não se enquadra no trabalho de militares, policiais nem de equipes de segurança, mas também não autoriza a violênvcia gratuita, opressiva, desmedida e rotineira. O mesmo se aplica a pais e tutores legais, pastores e demais obreiros.


2.3 Servirá sem agressões

Jesus leu essa passagem de Isaías quando falou na sinagoga em Nazaré (Lucas 4.16-21), mas omitiu a parte que fala da vingança do Senhor porque ainda seria para o futuro. O Senhor restaurará a nação de Israel. Hoje, ele está restaurando vidas que creem em Jesus como salvador. O profeta está proferindo a Palavra de Deus no contexto do ano do jubileu, o ano aceitável. Era o modo que Deus tinha de frear a ganância e opressão dos ricos contra os pobres. A terra descansava no ano 50º, as dívidas eram perdoadas e os escravos recebiam sua alforria. Assim como o ano do jubileu era uma alegria para os pobres, Jesus tem boas novas ao pecador de coração quebrantado. Ele liberta os cativos do diabo e do pecado. Em vez de cinzas na cabeça, símbolo do lamento, o pecador é ungido com óleo, símbolo da comunhão, alegria e do Espírito Santo. O carvalho como símbolo de firmeza descreve a segurança do crente em Cristo Jesus (v.1-3).

Isaías 61 – Pércio Coutinho Pereira

Cristo aqui está representado com poderes do Espírito para pregar o Evangelho libertador e transformador de vidas (uma passagem que Jesus aplicou a si mesmo em Lc 4:18-21). O Evangelho é especialmente destinado aos quebrantados (isto é, os humildes, que reconhecem seu próprio pecado e a necessidade de um Salvador e os que se arrependem dos seus pecados). É uma mensagem de libertação do cativeiro, de consolação da tristeza e do poder de Deus para uma nova santidade de vida – carvalhos de justiça, plantados pelo Senhor (v. 3). Este Evangelho também promete o justo juízo de Deus sobre todas as forjas do mal sem arrependimento – o dia da vingança do nosso Deus (v. 2).

Comentário Bíblico Moody

O “Servo Sofredor” é descrito de forma poética e profética por Isaías (Is 53:7).
O sofrimento da vida Cristo mostra que ele foi o mais manso de todos. Ele mesmo declarou isto (Mt 11:29). Ele não era fraco, covarde nem medroso. Tinha todo o poder em suas mãos e com uma palavra poderia ordenar e uma multidão celestial viria salvá-lo (doze legiões de anjos, Mt 2.6:53), mas agia com mansidão.
Quando faminto e tentado, não usou seus poderes, mesmo tendo sido incitado pelo Diabo. No Getsêmani e na Cruz ouviu calado as afrontas e acusações contra si (inclusive dos próprios ladrões crucificados com ele, mas optou por amá-los - Jesus poderia trucidá-los!). Nisto tudo agiu com mansidão.
A exegese da palavra mansidão é autocontrole (o domínio de si mesmo), e não covardia, fraqueza ou medo. Hendriksen disse: “Mansidão é submissão ante qualquer provação, a disposição de sofrer dano ao invés de causá-lo. A pessoa mansa deixa tudo nas mãos daquele que ama e que se importa”. John MacArthur: “É o poder sob controle. Mansidão é dominar o espírito. Estar fora de controle é falta de mansidão. A mansidão é o oposto da violência e da vingança”. Se alguém, quando humilhado, afirma que irá se vingar, não possui mansidão, já que o manso memso tendo poder o usa em benefício próprio. 
O jeito cristocêntrico de liderar é se considerar servo. É demonstrar compaixão e levar o direito dado por Deus pela fé às pessoas carentes de reconciliação. É importante demais ter uma missão, mais ainda é que juntamente com ela se tenha a ética em conduzi-la.



3. Liderança recompensada

A recompensa do trabalho messiânico está na realização do próprio trabalho e não fora dele. Como um administrador que tem prazer em ver dar certo o seu empreendimento, sendo-lhe isso uma folga e um prazer. Assim Cristo se realiza e se recompensa com a sua organização.

Paulo teve mais do que uma porção no prazer de melhorar a vida de outros. Quando ele diz: “[...] uma porta grande e oportuna para o trabalho se me abriu” (I Co 16:9), ele referiu-se a alegria do trabalho para Deus de uma forma que trouxesse sua própria recompensa. Nenhum dinheiro estava envolvido, nenhum conforto especial ou vantagens carnais sobrevieram a ele. Ele simplesmente reconheceu que em Éfeso, o entusiasmo estava alto. Muitos queriam ouvi-lo pregar e ensinar o “Evangelho da graça de Deus” (At 20:24). O sucesso no ministério de Paulo foi além de suas expectativas. Todos os habitantes da Ásia puderam ouvir o Evangelho e ver os milagres extraordinários que foram operados através de suas mãos (At 19:10,11). Um dos prêmios mais cobiçados que qualquer líder pode desfrutar vem com o sentimento de realização que o sucesso traz. Essa deve ser a base da mensagem da seguinte frase: “contanto que complete a minha carreira” (At 20:24). O Apóstolo sabia que o partir e o estar com Cristo eram incomparavelmente melhor do que o viver na Terra, ainda assim ele estava disposto a permanecer na Terra para abençoar a vida dos filipenses (Fl 1:23,24). O crescimento e o progresso da igreja de Filipos foi, para o apóstolo, “sua coroa e alegria” (4:1). Quando Deus dá para um de seus servos a certeza de que conseguirá influenciar outros beneficamente, fazendo tudo aquilo que Deus deseja, ele o recompensa com um senso satisfatório de realização.
Como liderança significa “a influência para uma mudança benéfica”, Jesus escolheu seus discípulos-líderes para produzirem o fruto duradouro (“o vosso fruto permaneça”, Jo 15:16). Quando um líder pode ver que Deus o tem usado para melhorar as vidas e que aquelas mudanças positivas são a longo prazo, ele sente a recompensa. Ele tem realizado com êxito a missão que Deus escolhera para ele. Ele pode morrer sem aquele sentimento incômodo de que tem um débito não pago para com a humanidade (cf. Rm 1:14). A satisfação substitui esse sentimento importuno que aparece de uma obrigação não realizada.
As quantidades imensuráveis de esforço e sofrimento gastos são pagos pelo fato de um líder saber que ele tem sido usado por Deus ao máximo do seu potencial. Por isso, o descontentamento destrói as melhores intenções de um líder; ele conclui que Deus não o está usando. Billy Graham, ainda moço, reconheceu os esforços que um ministério evangelístico exigia. Ele orou pela compensação de ver pessoas sendo tocadas por uma fé salvadora em Cristo. “Se o Senhor não salvar pessoas através de mim, deixe-me morrer. Eu não quero viver”. Deus muitas vezes responde a uma oração sincera como essa com bênçãos evidentes e sucesso espiritual. Pense no sentimento de realização que o Dr. Graham continua tendo, mesmo durante esses últimos dias de sua vida!

A Recompensa da Liderança – “O Líder que Deus Usa” – Russell P. Shedd


3.1 Mediador da aliança

A expressão flecha polida consta no livro do profeta Isaías, numa de suas profecias que descrevem a obra do Messias: “(O Senhor) fez a minha boca como uma espada aguda, na sombra da sua mão me escondeu; fez-me como uma flecha polida, e me guardou na sua aljava.” (Is 49:2).
Deus tinha um alvo a ser alcançado pelo Filho: oferecer restauração aos descendentes de Jacó e ser fonte de salvação para todas as nações, até a extremidade da Terra (v. 6). Jesus, como uma flecha perfeitamente preparada, cumpriu perfeitamente este propósito.
A obra de Jesus Cristo em nossas vidas é detalhada em Isaías 49: Ele é o mediador da nossa aliança com o Pai (v. 8), Ele nos libertou da prisão e nos tirou das trevas (v. 9), Ele nos trouxe para um manancial de águas (v. 10). Aleluia! Louvado seja o Senhor por sua obra em nós.
Você também deve ser como uma flecha polida! Todo arqueiro sabe que a flecha precisa ser tratada minuciosamente antes de ser usada para atingir determinado objetivo. Você precisa abrir-se à obra do Espírito Santo que, através da Palavra e do Seu poder, dará o tratamento necessário. Este “polimento” consiste  na implementação do caráter de Cristo em sua vida.

Flecha Polida na Aljava de Deus – Paulo Petrizi

O Cristo humano e divino veio para restabelecer o relacionamento entre Deus e os seres humanos. Um mediador somente é necessário quando existe algum conflito entre duas ou mais partes.
A função de um mediador é fazer ligação entre dois oponentes na tentativa de alcançar a paz. Quando dois oponentes não têm qualquer intenção de fazer as pazes, eles nem pensam em mediador. Isso mostra que o simples fato de existir um mediador na relação ser humano-Deus demonstra interesse da parte divina em resolver o impasse. Em geral, importa que o mediador seja neutro e tenha acesso aos dois lados. Ele precisa buscar o melhor para as duas partes envolvidas no conflito, e não pode favorecer uma em detrimento da outra.
A Escritura apresenta Jesus como o único mediador entre Deus e os homens: “Porquanto há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem””(1Tm 2.5; At 4.12). Como mediador, sendo Deus e homem ao mesmo tempo, Jesus consegue tratar com os dois lados, e procura o bem para as duas partes. Como Deus, ele consegue se aproximar de Deus e, como homem, consegue se aproximar dos homens.

A Morte do Mediador – Leandro Lima

O homem precisa de um advogado junto a Deus, alguém que seja capaz de intermediar em seus assuntos particulares. Todavia não há outro além de Jesus Cristo que seja capaz de cumprir essa mediação (I Jo 2.1). Porém é necessário que os embaixadores de Cristo Jesus anunciem quem de fato ele é. Na verdade, todos foram chamados para tomarem-se anunciadores dessa nova aliança, ninguém está isento dessa missão.



3.2 Luz para os que jazem em trevas

A palavra “luz” é destacada pelo profeta Isaías. O que é a “luz”? Todos sabemos que a luz é a ausência de trevas, mas devemos entender que a questão aqui é a separação entre a luz e as trevas. Lemos já no início da Bíblia: “...e (Deus) fez separação entre a luz e as trevas” (Gn 1.4b). Deus não eliminou as trevas, Ele as separou da luz. Portanto, uma segunda palavra-chave que devemos lembrar é “separação”.
A vinda de Jesus significa exatamente isso: separação! Ou você crê e aceita que Jesus Cristo veio em carne, viveu uma vida sem pecado e sacrificou a si mesmo, derramando Seu sangue na cruz do Calvário pelos seus pecados, e que assim você tornou-se um filho da luz; ou você rejeita essa verdade eterna e continua sendo um filho das trevas.
O versículo inicial não diz apenas “eis que as trevas cobrem a terra”, mas prossegue: “e a escuridão, os povos”. Essa é a realidade em nosso mundo.

Jesus, a luz do Mundo –  www.apaz.com.br

Muitos adolescentes e jovens crescem sem receberem orientação e sem receberem os valores bíblicos. Muitos se sentem inseguros, têm um complexo de inferioridade, ou não têm equilíbrio. Muitos não têm amigos, pois o clima é de desconfiança. Mas o pior de tudo, meus irmãos, é que muitos vivem sem Deus. Muitos não conhecem a Cristo. Muitos levam uma vida cheia de dificuldades e desafios, mas não conhecem o Salvador, e não encontram paz para suas almas.
Assim era também a situação do povo de Deus na época do profeta Isaías. Naqueles dias o povo de Deus se encontrava numa situação muito precária. Não havia luz. Muitos andavam desesperados, perdidos e sem rumo. Muitos procuravam adivinhadores e necromantes. Principalmente as pessoas do norte e nordeste do país de Israel, aqueles que eram da terra de Zebulom e da terra de Naftali, como também os moradores da Galiléia, eram muito carentes (Isaías 9: 1). O caminho deles era um caminho torto. O grande problema deles foi que eles tinham se afastado de Deus. Como conseqüência disto havia “angústia, escuridão, e sombras de ansiedade” (Isaías 8: 22). E mais: O povo de Deus corria risco de vida. Deus mandou o poderoso rei da Assíria, para castigá-los e para dar uma pisa neles. Assim aconteceu. Deus ficou irado, e enviou o rei da Assíria para dar uma lição dura no povo de Israel. O rei da Assíria foi lá e levou muitos, principalmente da região da Galiléia, para a Assíria (2Reis 15: 29). Muitos foram desenraizados e lançados para países distantes. Aqueles que ficaram no país de Israel, entraram em estado de depressão. Assim o povo de Deus vivia uma situação de calamidade inédita. Eles precisavam de socorro. Eles precisavam de alguém que pudesse reanimá-los. Eles necessitavam de alguém que pudesse tirá-los do sufoco.

O Povo que Andava em Trevas viu Grande Luz – www.sermao.com.br


3.3 A glória exclusiva

Cada um precisa curvar-se à verdade. Ainda que Pilatos rejeitasse e desprezasse a questão do Messias como um assunto puramente judaico, desde que não se tornasse perigosa para o domínio romano, Jesus tem o direito de ser ouvido por ele como “testemunha em favor da verdade”. Por isso Jesus agora explica seu reinado: “Eu para isso nasci e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade”. Também neste caso “verdade” não representa a quantidade de descobertas corretas que a ciência elabora. Essas “verdades” não carecem de “testemunhas”. Tampouco transformam alguém em “Rei”. Mesmo aqui Jesus está falando daquela “verdade” que nos revela a realidade última de nossas vidas e é luz que penetra em toda a nossa existência. Essa “verdade” é necessariamente a verdade de Deus, pois somente em sua criação à imagem de Deus o ser humano é reconhecido em sua realidade verdadeira. Ao direcionar a vida para Deus, ela adquire verdade e se torna vida “eterna”. Ao mesmo tempo, a “verdade” traz o juízo sobre o ser humano e o revela como separado de Deus e, por isso, refém das trevas e da morte. Contudo, ela mostra também o amor de Deus, que não desiste do mundo, mas entrega o próprio Filho para a sua salvação. De acordo com Jo 1.17, a “verdade” não pode ser separada da “graça”. Essa verdade precisa de uma “testemunha”. Ela é desconhecida porque é mal-entendida, temida e odiada. As pessoas amam as trevas mais do que a luz, embora as trevas e a mentira que a domina signifiquem a morte e apenas a verdade traga a vida verdadeira.

Comentário Esperança – Werner de Boor

Ao tornar-se homem, Jesus não deixou de ser Deus. Sua encarnação não envolveu subtração de sua deidade. Ele apenas somou a natureza humana à sua Pessoa, tornando-se capaz de sentir fome (Mt 4:2), sede (Jo 19:28), alegria (Lc 10:21), comoção (Jo 11:33), tristeza (Mc 14:34), cansaço (Jo 4:6), dormir (Mt 8:24), chorar (Jo 11:35), comer e beber (Mt 11:19), orar (Mc 1:35), participar do crescimento humano (Lc 2:40,52), enfim, Ele tornou-se igual a nós em todos os sentidos, com a exceção de que jamais pecou (Hb 2:14.17; 4:15). Cristo tinha a natureza humana e a natureza divina.
Como homem, ele precisou do Espírito Santo para operar milagres (At 10:38); como Deus, ele era Todo-Poderoso (II Cr 20:6). Como homem, ele estava confinado em um corpo humano (Hb 10:5); como Deus, ele continuava no céu (Jo 3:13). Como homem, ele possuía um conhecimento limitado (Mc 13:32); como Deus, ele sabia todas as coisas (Jo 16:30; 21:17).
O Verbo que tudo criou, que era Deus e que preexistiu eternamente com Deus-Pai, se fez carne, habitando em um corpo humano. A sua habitação pessoal passou do mais alto céu para um tabernáculo humano, em uma forma humilhada de servo. Sua glória estava escondida atrás daquele véu que era seu corpo (Hb 10:19,20), a mesma glória que cobria o Templo no Antigo Testamento (Ex 40:34,35) e que Ezequiel contemplou (Ez 10:18; 11:22,23), a glória divina que Cristo deixou transparecer no Monte da Transfiguração (Mc 9:2,3).
A Bíblia diz que “foi do agrado do Pai que toda a plenitude nele habitasse” (Cl 1:19), isto é, no homem Jesus Cristo, e que em Cristo “habita corporalmente toda a plenitude da divindade” (2:9). As palavras “toda a plenitude da divindade” são referentes à natureza divina que residiu em Cristo. Embora Ele estivesse habitando um corpo limitado, Jesus possuía a natureza divina, com todos os seus atributos – onipotência, onisciência, imutabilidade, pré-existência eterna, etc. Nenhuma destas características foram abandonadas na encarnação.

A Natureza Divina do Filho – Rafael Gabas Thomé de Souza

Talvez seja difícil entendermos que a recompensa do trabalho seja o privilégio de exercê-lo. O labor é um meio de se trazei' o sustento, de pagar dívidas, etc. Mas o trabalho também é um meio de satisfação, tanto é que muitos se deprimem e adoecem quando não conseguem emprego. A obra de um líder com certeza o ferirá inúmeras vezes, mas é dela que vem o seu consolo e recompensa. Por isso, não devemos desanimar. Ao contrário, devemos ser firmes e constantes.



Conclusão

Jesus é até hoje um enigma para muitas pessoas. Seguir a Jesus não é somente um desafio, mas uma contracultura que nos conduz a viver de um modo diferente e regrado. O que sobressai em Jesus é sua qualidade de vida, sua maneira de agir, sua justiça, verdade, integridade e santidade. E como seguidores, basta-nos apenas seguir seu exemplo de vida: “Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também” (Jo 13:15).

Fontes:

Bíblia Sagrada ARC/ARA/ACF/TB/BV/RV/NTLH
Liderança Cristã – Conhecendo os segredos da Liderança Eficaz (revista EBD professor) – Editora Betel – 3º Trimestre 2014 – Lição 13
O Estilo de Liderança de Jesus – Michael Youssef – Ed. Betânia
O Líder que Deus Usa – Russell P. Shedd – Vida Nova
Cura e Edificação do Líder – Marcos de Souza Borges – Ed. JOCUM
Princípios para uma Boa Liderança – Cleverson de Abreu Faria (link)
Elementos Essenciais da Liderança: Visão, Influência e Caráter – Greg Ogden & Daniel Meyer – Ed. Vida
Novo Dicionário da Bíblia – John Davis – Ed. Hagnos
Enciclopédia Ilúmina
O Antigo Testamento Interpretado – Norman Champlin – Hagnos
O Novo Comentário da Bíblia – F. Davidson – Vida Nova
Comentário Bíblico F. B. Meyer – F. B. Meyer – Ed. Betânia
Comentário Bíblico Matthew Henry (Conciso) – Matthew Henry – CPAD
Comentário Bíblico Moody – Editora Batista Regular
Comentário Bíblico Esperança NT – Editora Evangélica Esperança
Isaías: Os Tempos do Cumprimento das Profecias (link)
O Fundamento Bíblico para Liderança (link)
Liderança Ética e Servidora Aplicada nos Institutos Federais (link)
Liderança Servidora no Aspecto do Líder Servidor (link)
Isaías 61 (link)
Os 7 Princípios da Liderança ao Estilo de Jesus - João 17 (link)
Liderança Espiritual, Um modelo bíblico (link)
A Morte do Mediador (link)
O Povo que Andava em Trevas viu Grande Luz (link)
A Natureza Divina do Filho(link)

Bibliografia Indicada (estude mais)

Nosso Chamamento (link)
O Nome de Jesus (link)
Levanta-te, resplandece (link)
O Zelo pela Palavra Traz devida Recompensa (vídeo)
O Equilíbrio da Autoridade Delegada na igreja (link)
Jesus Servo de Deus na Teologia (link)
Os Servos Sofredores de Deus (vídeo)
Os Cristãos Devem Trabalhar Arduamente Esperando a Recompensa de seu Trabalho (link)

Questionário

1. Qual será sempre o nosso maior modelo de liderança?
R. Jesus Cristo.
2. De que forma Isaías apresenta o Messias?
R. Servo do Senhor.
3. Para quê o messias foi profeticamente enviado?
R. Para o deleite de Deus.
4. Indique uma maneira em que a liderança servidora se manifestou em Jesus:
R. Promulgando o direito.
5. Qual a grande recompensa de um servo?

R. A glória exclusiva de seu Senhor.

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