segunda-feira, 1 de setembro de 2014

EBD Editora Betel - Um Líder em Crescimento Constante

Super-Treinamento de Liderança



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Assembleia de Deus CONAMAD
Lição 10 – 07 de setembro de 2014
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Ferramentario do Trimestre

Clique aqui e leia nossa lista de estudos, artigos, apostilas, teses e dissertações que irão te dar bases bíblicas ministeriais, acadêmicas, humanísticas e técnicas poder periciar as lições deste trimestre. Leia, releia, anote e assista aos vídeos tantas vezes quantas forem necessárias. Tente ler todos os livros indicados (ao menos os examinem).

Texto Aureo

“Ele é como árvore plantada junto à corrente de águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo quanto ele faz será bem sucedido”. Sl 1.3

Alguns autores, comentando o Salmo 1 e dizem o seguinte:
A) Gregório de Nissa: “O Salmo primeiro é uma espécie de introdução à Filosofia Espiritual, pois nos persuade a afastar-nos do malvado ou do mal, a aproximar-nos do bom o do bem”;
B) Pérez de Valencia: “Como há três graus de malvados, a saber, os que propõe, os que pecam, os que se obstinam, assim também há três graus de honrados, a saber, principiantes, adiantados, perfeitos. Por isso podemos ler e entender os versículos hipoteticamente assim: Feliz o homem que não segue o conselho dos malvados, mas permanece no conselho dos fiéis e justos; que não se detém nas sendas dos pecadores, mas que persiste em fazer o bem; que não senta no banco da pestilência, mas que persevera na doutrina autêntica da lei”.
Os versículos 2 e 3 dizem que a Torá, a Lei do Senhor, é originalmente instrução diretiva, mas, depois, a vontade de Deus articulada em palavra comunicada ao homem. A relação com Deus está na consciência, ainda que o seu leito seja um texto legal. A Lei de Deus deve ser nosso prazer, nosso desejo. Ela se interioriza e se ama. Desta forma, verificamos sua produção em ação humana, com frutos bons e folhas verdes, pois seu alimento é um rio corrente. Através da meditação o Ser Humano poderá modelar sua conduta. A Torá é a corrente de água que o Homem absorve meditando. O fruto é conseqüência de uma vitalidade bem regada.
Alguns exemplos:
A) O salmo 92.12-14 fala sobre florescer;
B) O profeta Ezequiel 47.12 ensina ficar junto ao rio;
C) Jeremias 17.5-8 fala da planta perto da água;

Salmo 1 - Hélio Gomes Paulo - http://www.ipjacarezinho.org.br

Verdade Aplicada

A liderança que prospera e sempre cresce é aquela que diligentemente tira o melhor proveito das oportunidades boas e ruins.

Objetivos da Lição

Fornecer orientações para o crescimento em liderança;
Expor a melhor maneira de aproveitar o tempo e as oportunidades;
Estimular as pessoas a contribuírem com o melhor de si.

Textos de Referência

II Cr 17:1-6


Introdução

Uma liderança solidificada crescerá em todo o tempo. Para algumas pessoas as circunstâncias adversas podem ser pedras de tropeços, mas para líderes de visão, as circunstâncias podem se tornar ferramentas pelas quais avançarão e obterão sucesso. Os servos de Deus cresceram independentemente de fatores externos, eles nunca olham para fora, mas para dentro si, para a visão que Deus tem neles implantado (Fp 3:14).

Havia alguns crentes em Filipos que, sem dúvida, pensavam que Paulo estivesse ensinando o perfeccionis­mo, isto é, que é possível, enquanto na terra, "vencer" na vida cristã, chegar ao ponto de não mais pecar. Uma vez que Paulo sempre acentuava o fato de que os crentes devem viver como Cristo, e uma vez que Paulo era um exemplo tão tremendo do viver como Cristo, é com­preensível que alguns possam ter chegado a essa conclu­são, especialmente se tiraram alguns ensinos do contexto e deram ouvidos a falsos mestres que, deliberadamente, pervertiam os ensinos de Paulo.
Consequentemente, Paulo apressou-se a esclarecer este novo alvo de vida. Parafraseando estes versículos, Paulo dizia: “Ainda não alcancei o alvo. Ainda não me tomei perfeito como Cristo. Mas é meu alvo, mesmo aqui na terra, tomar-me como Cristo, tornar-me no que ele me chamou para ser. Como disse, ainda não o atingi, mas tenho um único desejo ardente: ser como Cristo em todos os aspectos de sua vida. Não permito que meu passado me detenha. Pelo contrário, sigo a toda veloci­dade para a frente, para o alvo. Quando Cristo me chamar para o lar no céu, receberei o prêmio: serei como Cristo: isto é, completamente conforme à sua semelhan­ça” (paráfrase de 3:12-14).

A Estatura de um Cristão – Gene A. Getz


1. Aproveite melhor o seu tempo

A maturidade necessita de tempo. Aprender a valorizar o tempo e administrá-lo com sabedoria trará não somente sucesso, mas confiança naquilo que se faz. O Dicionário Houaiss diz que: “tempo é um período contínuo e indefinido no qual os eventos se sucedem”. O Tempo não pode ser parado ou guardado. Assim, o que nos resta fazer em nossa breve existência é administrá-lo. Vejamos alguns exemplos de como administrar o tempo:

A Bíblia diz em Efésios 5:16 para remirmos o tempo porque os dias são maus. No Salmo 90:12, o salmista ora: "Ensina-nos a contar os nosso dias, para que alcancemos coração sábio." É importante pensarmos nisto porque as pessoas em geral desperdiçam seu tempo por duas razões principais. A primeira é porque não o veem como algo valioso. A segunda é porque pensam que possuem muito tempo e tudo que se pensa ter em excesso acaba-se desperdiçando. Porém, as duas razões estão erradas.
Jonathan Edwards nos dá uma excelente razão para aproveitarmos nosso curto, porém precioso tempo como cristãos, dizendo que "somos responsáveis diante de Deus pelo tempo que Ele nos deu. Nos comportaríamos melhor se soubéssemos que teremos que prestar contas para Deus do nosso tempo".
O tempo está passando a todo instante. Como profissionais temos aproveitado o tempo, isso é certo. Mas e como cristãos, temos lido a Palavra de Deus? Temos falado do evangelho a outros? Temos nos arrependido, dedicado a oração? O fato é que responderemos diante de Deus pelo uso que temos feito do tempo que Ele nos deu.

Como um Cristão Deve Aproveitar o seu Tempo? – Alexandre Pereira Bornelli


1.1 Um líder deve se organizar e estabelecer alvos

O ministério docente dos magistrados estava bem definido: Para que ensinassem nas cidades de Judá, e incluindo o ensinamento interpretativo do Livro da Lei de Jeová (vv 7-9). Este pequeno seminário teológico intinerante, com uma pequena faculdade, tinha a missão de educar ao Povo Judeu nos caminhos de Deus. A Lei de Jeová abrangia o Pentateuco, ou pelo menos Deuteronômio, incluindo talvez os Livros Históricos até II Samuel e as Poesias Davídica e Salomônica. Esta faculdade ambulante pode ter sido uma versão embrionária do que se tornou os evangelistas intinerante do Novo Testamento (III Jo 3:8)

Nuevo Comentario Biblico Siglo Veintiuno - Biblioteca Mundo Hispano (trad. Livre Doutores de Almas)

...As pessoas começaram a perceber que a elaboração de agendas "eficazes" e o controle do tempo com freqüência são improdutivos. A concentração na eficácia gera expectativas que conflitam com as oportunidades de desenvolver relacionamentos mais ricos, de satisfazer as necessidades humanas, e de desfrutar momentos espontâneos diariamente.
Como resultado, muita gente decepcionou-se com os programas e sistemas de administrações do tempo que faziam com que se sentissem amarradas demais, tolhidas, "jogando o bebê fora, junto com a água do banho". Elas retornaram às técnicas de primeira e segunda geração, para preservar os relacionamentos, a espontaneidade e a qualidade de vida.

Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes - Stephen R. Covey

Você sabe onde quer chegar?

Se você não tem um projeto claro de vida, dentro da vontade de Deus, então como você pretende chegar a algum lugar.
Como líder não podemos levar ninguém a um lugar onde não sabemos.
Precisamos ter uma visão clara, estabelecermos alvos em Deus e mobilizarmos o corpo de Cristo para vencer obstáculos a fim de alcançarem as nações para Cristo.
Introdução.
“Se você não sabe aonde quer chegar, todos os caminhos o levarão ao seu destino.” Infelizmente, esta afirmação e verdadeira para muitos líderes.
Bem motivados, portadores de qualidades que poderiam resultar em um grande sucesso, muitos líderes, no mundo secular e na Igreja de Jesus Cristo nunca chegam a alcançar o seu potencial determinado por Deus porque falham nesta disciplina fundamental para um bom lider, que é a de ter alvos objetivos na sua vida e ministerio.
O objetivo desta palavra é de desafiar a cada irmão a fazer parte daquele grupo seleto de líderes excelentes que estabelecem alvos claros para suas vidas e perseguem estes alvos até alcança-los.

O Estabelecimento de Alvos – Videira Belo Horizonte

Ter visão é ver claramente os alvos. É ir além do “sempre fizemos assim”.  Rever todos os anos e avaliar a eficácia do ministério continuamente. Muitos olham as coisas como são e perguntam: porquê? Temos que sonhar acerca de realidades que jamais existiram e pergunto porque não? Ter alvo é:

1) Afirmar os valores do grupo
2) Motivar e estimular o desejo de alcançar os alvos.
3) Administrar, planejar, priorizar, decidir, gastar mais tempo evitando incêndios do que apagando.
4) Criar unidade funcional
5) Gastar tempo para construir e alcançar o alvo – não somente sonhar.
6) Explicar, modelar, incorporar e simbolizar
7) Representar os liderados – Jo 10.4
8) Renovar a organização quando for necessário (vencer as forças reacionárias)


1.2 Um líder deve eleger prioridades

As Quatro Necessidades Humanas.

Ha certas coisas que são fundamentais a satisfacao humana. Se essas necessidades basicas nao forem atendidas, vamos nos sentir vazios e incompletos:

1) Fisica: saude e bem-estar economico;
2) Social: relacionar-se e pertencer;
3) Mental: aprender continuamente;
4) Espiritual: deixar um legado.

Como Definir Prioridades num Mundo sem Tempo

1 - Você deve dominar a operação. Logo, a primeira ferramenta para liderar com eficiência é ter o conhecimento daquilo que está sob o seu comando.
2 - De posse do conhecimento das atividades cabe ao líder selecionar com mais critério os profissionais que pertencerão à sua equipe.
3 - Liderando uma equipe já estabelecida ou recém contratada, é papel do líder treinar e desenvolver profissionalmente seu pessoal, atribuindo valores às suas funções, destacando a importância do trabalho de cada um
4 - Treinar e desenvolver pessoas com eficiência envolve também uma habilidade chamada vender, que no pepel do líder combina mais com persuadir as pessoas a concordar com suas ideias, projetos e mudanças em seu departamento.
5 - Por fim, dentro da rotina de um líder está a mais importante de todas as as funções para a manutenção de um trabalho eficiente, que é a de acompanhar o trabalho e o desempenho da equipe.

5 Ferramentas para o Desenvolvimento de um Líder – Adriano Berger

O Ativismo (prática e culto ao excesso de atividades) é uma das marcas negativas da liderança cristã na atualidade. Encontramos muitos “fazedores de  tudo”. Alguns alegam falta de pessoas treinadas e aptas a auxiliá-los. Mutos não conseguem viver com poucas funções ou temem a perda do poder. Também há os que buscam avidamente status ou reconhecimento: precisam “aparecer” em sempre.
Muitas perguntas nos surgem: 1) Se não podemos nem devemos fazer tudo, como cumpriremos a liderança na íntegra? 2) Como influenciar e cativar as pessoas se não estivermos disponíveis para atendê-las? 3) Como ser um líder eficaz com sua agenda sempre  suave? Identificar e se firmar nas prioridades. É a resposta mais adequada.
Ter disciplina em eleger prioridades e capacidade para trabalhar em metas é essencial. Não é questão de trabalhar demais, mas ser eficiente. Ter prioridades evita desperdícios; determina o que é mais importante e mais digno (Mt 6:33).


1.3 Um líder deve amar aquilo que faz

É claro que a atitude amorosa do líder faz com que ele se sinta comprometido com o sucesso de seus liderados, isso porque a essência da liderança está no doar o melhor de si: quem ama lidera; quem não ama apenas chefia, dá ordens (OLIVEIRA, 2003). O líder que ama é aquele que, primeiramente, sabe ouvir pacientemente seus colaboradores, pois, ouvir é um pequeno e grande ato de amor. Ninguém pode ser líder se não souber ouvir, afinal, o verdadeiro líder deve "possuir uma habilidade essencial: saber ouvir amorosamente o outro" (HUNTER, 2006).
Há líder que sabe falar muito, porém, falar muito, pedir muito, mandar muito, é sinal de fraqueza, ou muitas vezes de incompetência. Se a essência da liderança é doar-se por amor aos seus liderados, ouvir é a primeira grande habilidade que um líder deve desenvolver. Liderar pessoas é uma tarefa pessoal, exigente, porém que não se faz por obrigação, mas por doação, por opção (HUNTER, 2006).

Liderança: Quando o amor faz a diferença – Dimas Novais de Oliveira

Ficamos mais alegres com a Vida ao fazer o que gostamos. Muitos trabalham de mau humor, como que por obrigação e não por gostar das funções. A lideraça deve animar seus liderados a ponto de serem capazes de buscarem a excelência (I Co 16:14). Quando alcançamos sucesso no que amamos, isso não é trabalho, é uma fonte de vida. Contribuição individualmente e estaremos também desfrutando. Procuremos descobrir tarefas para nos doarmos por inteiro (aquelas que amamos fazer mais).



2. Comunique o melhor de você

A vida de Josafá como líder é impressionante. Ele não somente alcançou o reconhecimento de Deus, mas também o de seu povo. Note que o escritor diz: “O Senhor confirmou o reino nas suas mãos”, em seguida acrescenta: “e todo o Judá deu presentes a Josafá”. O povo se viu tão satisfeito e grato que lhe trouxe incontáveis riquezas. Qual o segredo de Josafá, que lições podemos aprender? Vejamos:

Se você já tem uma atitude positiva, quero incentivá-lo a mantê-la. Por outro lado, se para você é difícil esperar o melhor de si e dos outros, não perca a esperança. Já que pode escolher sua atitude, você pode mudá-la.

As 21 Indispensáveis Qualidades de um Líder – John C. Maxwell

Já experimentou participar de um jogo sem saber as regras, ou quando os parceiros, sem avisar, mudavam as regras? Quanta frustração, não foi? Você evita esse tipo de situação e lança um bom alicerce para o encorajamento quando torna bem explícitas e inteligíveis as “regras do jogo”.
Para poder encorajar alguém, será necessário que tanto você como esse alguém compartilhem os mesmos valores, aspirem alcançar os mesmos padrões de excelência. O padrão estabelecido deve ser bem acima da mediocridade, deve exigir o melhor da pessoa. Ao mesmo tempo é essencial que o padrão seja fácil de entender e seja muitas vezes repetido, para que o liderado saiba que o padrão é importante.
Patinar num só lugar ou andar em círculos é deprimente. Ao contrário, quando conhecemos e entendemos os alvos, sentimos o desejo de gastar energia para nos movermos em direção a eles. Os alvos nos ajudam a concentrar a atenção e a ter melhor auto-estima.
É ruim aquele líder que se considera xerife, circulando entre os liderados com o principal objetivo de descobrir se alguém está errando, trabalhando muito devagar ou criando problema. Na hora que esse líder aparece, todo mundo pára de conversar e trabalha a mil. Entretanto, mesmo na presença dele, apenas trabalham de maneira diferente, não estão dando o melhor de si. Quando sabemos que alguém vai aparecer à procura de problemas, a nossa tendência é de esconder os problemas – o que garante que não serão solucionados. Se o gerente não confiar nos funcionários, os funcionários, por sua vez, deixarão de confiar nele. E num ambiente de desconfiança, pouco de bom acontece.
Ao contrário, se os que trabalham tiverem a certeza de que serão visitados por um líder sempre à procura de algo bom para elogiar, eles darão o melhor de si, justamente para ter algo bom para mostrar. E nesse ambiente de mútua aceitação, ajudarão uns aos outros a funcionar bem.
É preciso evitar, a todo custo, que os membros da entidade pensem que os líderes se reúnem quase unicamente para lidar com problemas e criticar a quem tenha cometido erros.

Encorajando os Corações de quem Lideramos – James M. Kouzes e Barry Z. Posner


2.1 Um líder deve trabalhar com diligência

Atividade não é o mesmo que produtividade. Movimento não significa sempre o progresso. Atividade não é, necessariamente, realização. Diligência não é, necessariamente, eficácia. Fidelidade nunca é o mesmo que a fecundidade. Nem todos os esforços trazem resultados. Há uma grande diferença entre fazer as coisas (ocupado) e obtenção de resultados (progresso). Dizer que a diferença é que se trata o presente artigo. Saber a diferença é o que realmente faz alguns líderes mais bem sucedidos do que outros. Líderes bem-sucedidos são líderes com olho de uma águia: prática e viver pelo princípio do foco e prioridade. Eles não são a atividade orientada (ocupada), são resultado impulsionado (progresso). Eles não se importam sobre saber ou fazer tudo; na sua maioria estão preocupados em saber e fazer as principais coisas.

Olho de Águia de Liderança: O princípio da prioridade e foco - ptarticles.com

Provérbios 12.27 ensina: O preguiçoso não assará a sua caça, mas o bem precioso do homem é ser diligente. Ao pesquisar o sentido dessa passagem e ponderar sobre como diligência é comumente definida, compreendi que ela se assemelha ao que Collins define por “vontade profissional”. Uma das definições que encontrei descreve diligência como “atenção perseverante para os detalhes.” Dirigir uma grande organização requer diligência. Provações e dificuldades são inevitáveis, mas perseverando e permanecendo atento aos detalhes, você terá um bem precioso.
Como a Bíblia salienta, tais obstáculos podem contribuir para a formação de sólidas características de liderança. Tiago 1.2-4 diz: Meus irmãos, considerem motivo de grande alegria o fato de passarem por diversas provações, pois vocês sabem que a prova da sua fé produz perseverança. E a perseverança deve ter ação completa, a fim de que vocês sejam maduros e íntegros, sem lhes faltar coisa alguma.

Diligência – Bem precioso

E o SENHOR era com Jeosafá; porque andou nos primeiros caminhos de Davi seu pai, e não buscou a Baalins. Antes buscou ao Deus de seu pai, andou nos seus mandamentos, e não segundo as obras de Israel (II Cr 17:3-4). A palavra “diligência" significa: fazer as coisas com zelo e dedicação procedente de um coração que ama o que faz”. Essa palavra vem do latim “diligentiae”, da mesma raiz procede à palavra “diligo” que significa: estimar, amar. Observamos que o coração de Josafá era puro e firme, seu foco era tanto servir a Deus quanto à nação que presidia como rei. Josafá não cometeu um defeito presente em muitos líderes, que é zerar o que os líderes passados fizeram e começar algo novo baseado apenas em suas ideias. Ele andou nos caminhos de Davi, ou seja, ele se inspirou no modelo do rei que mais agradou a Deus. Isso é diligência.


2.2 Um líder deve ser fiel à organização que preside

Segundo Mari (2001, p.45) “Liderança é a capacidade de deixar claros os rumos do negócio e de enxergar qual o potencial das equipes para atingi-los”.
Essa nova visão das organizações provocadas pelas atuais exigências do mercado passou a exigir um novo tipo de líder, um líder participativo e comprometido com a organização na qual seus conhecimentos, a sua criatividade, a sua autonomia, a sua habilidade de trabalhar em equipe, em motivar pessoas e delegar poderes serão ferramentas utilizadas para o desenvolvimento de sua função. Essas novas exigências fez com que as empresas passassem a repensar o conceito sobre liderança e principalmente sobre o tipo de líder que a organização necessita.
Os líderes precisam ter clareza do que acontece em toda organização, além de encontrar tempo e lugar para praticar o auto-exame, ter consciência de seus sonhos e quais são os objetivos e metas da organização, sem saber tudo isso se torna impossível despertar a paixão, os sonhos e o comprometimento de uma equipe.

Liderança: Um dos fatores primordiais para o sucessos das organizações estatais
- Aparecida Lima dos Santos e Roberto Pereira da Silva

Quando falamos em organização, trata-se de um grupo de pessoas que se reúne com um propósito comum. Em nosso caso, prioritariamente uma igreja, mas podendo ser uma empresa, escola, etc., esteja liderando onde for, seja fiel a Deus, à sua organização. Um líder deve sempre lembrar de que foi posto como modelo, e para o seu crescimento em liderança deve manter-se como tal. Muitos reis orientais do passado exigiam honra e presentes, Josafá recebeu sem ao menos pedi-los, porque trabalhava com dedicação ao seu povo e era fiel a eles. Isso prova que o reflexo da benção é um coração disposto a agradar a Deus e servir com majestade.


2.3 Um líder deve ser sempre vigilante

Os líderes vigilantes se orientam mais por fatores externos: estão abertos a novas idéias, buscam perspectivas diversificadas, estão atentos a uma ampla gama de fontes e cultivam amplas redes sociais e profissionais. Os líderes operacionais trabalham com um foco mais objetivo, têm menos interesse em opiniões externas e limitam suas redes de contato à esfera de conhecidos.
Do ponto de vista da capacidade de formulação de conceitos, ou da previsão estratégica, os líderes vigilantes são mais imaginativos e “investigam a fundo os efeitos de segunda ordem”, assinala Day, citando como exemplo um CEO que analisou a proposta vitoriosa da China para sediar as Olimpíadas de 2008 em Pequim. Mais do que depressa, o executivo passou a considerar o impacto desse evento sobre a demanda de aço e cimento. Os líderes vigilantes também abraçam a incerteza e aprendem com os erros decorrentes de boas intenções. Já os líderes operacionais são mais previsíveis, estão preocupados sobretudo com a tarefa que têm à mão, confiam na experiência passada e tentam evitar erros a qualquer custo.
Em seu papel organizacional, os líderes vigilantes são a um só tempo capacitadores e visionários que abrem brechas para que a empresa possa explorar áreas fora do seu foco de atenção; os líderes operacionais são mais controladores, preocupam-se com a eficiência, com a redução de custos, e não exploram o potencial externo. Por fim, a perspectiva de tempo do líder vigilante é mais prolongada, ao passo que o do líder operacional é mais imediato.

Líderes Vigilantes X Líderes Operacionais – www.knowledgeatwharton.com.br

Modelar tamanha vigilância é uma habilidade de liderança extremamente valorizada, por conta de sua escassez. Os investidores querem saber se os líderes estão ignorando os sinais de aviso ou “perdendo o bonde”. Por outro lado, os líderes vigilantes podem identificar oportunidades e ameaças antes dos concorrentes.
Os conselhos de administração das empresas não esperam por premonições. Acreditam sim, fielmente, na liderança de uma equipe como fator de percepção e ação para sinais e avisos de problemas ou oportunidades.
No entanto, a lentidão para “cair a ficha” é a norma, em situações como essa. Por exemplo, as lideranças da Monsanto demoraram para perceber o crescimento da opinião pública contra os alimentos geneticamente modificados. Recentemente, a crise imobiliária que derreteu gigantes que operavam no setor tinha dado sinais de vida há vários anos, mas foi ignorada ou subestimada pela grande maioria dos investidores, corretores e agências de avaliação. O resultado, todos nós conhecemos qual foi. Inúmeros exemplos como esses poderiam ser mencionados.
Para evitar essa paralisia gerada pela ausência de visão, os líderes precisam ser vigilantes. Isso significa aumentar pesadamente naquilo que chamamos de “estar por dentro das coisas”, caracterizado pela curiosidade, estado de alerta e um desejo de agir em cima de informações incompletas.
Líderes podem influenciar enormemente na capacidade de suas empresas manterem-se vigilantes.
Três qualidades distinguem líderes vigilantes daqueles que priorizam a excelência operacional. O líder vigilante:

- foca de maneira externa e mantém-se aberto para perspectivas diversas;
- aplica previsões estratégicas e investiga profundamente efeitos secundários;
- encoraja os demais a amplamente explorar seu ambiente, criando uma cultura de descobertas.

Líder Vigilante X Líder Operacional – Alberto Pirró Ruggiero

            “Porque Acabe, rei de Israel, disse a Jeosafá, rei de Judá: Irás tu comigo a Ramote de Gileade? E ele lhe disse: Como tu és, serei eu; e o meu povo, como o teu povo; iremos contigo à guerra” (II Cr 18:3). Não raro sempre há aqueles que se utilizam do exercício de liderança para darem vazão aos seus caprichos egoístas, procurando tirar vantagens nas alianças com servos bem intencionados. Esse foi o motivo da aliança de Acabe, e por não vigiar Josafá sofreu prejuízos presentes e futuros. Essa aliança envolvia cooperação bélica dos dois Reinos contra os sírios (I Rs 22:1-3). Houve tragédia, os reis perderam a batalha e Acabe foi assassinado (II Rs 22:17-28). Além das perdas e dos danos, os desdobramentos da aliança atingiram a família de Josafá. Jeorão, seu filho, assassinou todos os seus irmãos quando assumiu o reino (II Cr 21:1-5). Acazias, seu neto, foi morto por proceder impiamente, e depois dele seus bisnetos (II Cr 22:3-10). A aliança com Acabe comprometeu o futuro moral, espiritual e eterno da família e das gerações de Josafá.
A função de liderança traz consigo seus privilégios, responsabilidades e honras. Vale saber que estão implícitos, nesse pacote, as tentações também. Ser vigilante com as tentações peculiares ao encargo recebido é uma decisão de quem determinou ser achado na qualidade de um “servo bom”. A parábola acerca do servo bom e do mau servo demonstram isso (Mt 24:45-51).



3. Aproveite melhor as oportunidades

Josafá sendo herdeiro do trono de Asa, seu pai, pôde implementar uma série de mudanças em sua gestão como rei de Judá. Ele aproveitou para buscar a Deus e diferentemente dos reis de Israel, andou nos seus caminhos integralmente. Ele descobriu e se realizou tanto nisso que se tornou mais ousado em seguir ao Senhor e reformar o culto a Jeová. Josafá eliminou os lugares públicos de falsa adoração e removeu os postes-ídolos de Judá (I Cr 17:6). Enfim, ele aproveitou todas as oportunidades possíveis para servir a Deus e crescer em liderança.

Você é capaz de lembrar-se de uma oportunidade que perdeu?
A vida é feita de oportunidades. Deus não faz acepções de pessoas, por isso Ele não dá a uma pessoa mais oportunidades do que a outra. As oportunidades são iguais.
A medida de sucesso de uma pessoa é estabelecida pelas oportunidades, que esta pessoa aproveita. Algumas vezes perdemos oportunidades porque não identificamos que  era um oportunidade e existem oportunidades que quando perdidas não voltam mais.
Um fracasso pode se tornar uma grande oportunidade para a sua vida, só depende de como você irá lidar com ele. Estude seu fracasso para não errar novamente.
Oportunidade é algo que acontece no tempo certo.
Três coisas podem acontecer quando perdemos oportunidades:
- Ficar a deriva
- Encalhar
- Naufragar
Não podemos ter medo das oportunidades, porque muitas vezes ela vem até nós disfarçadas de dificuldades.

Como Identificar e Aproveitar Oportunidades – www.cgsede.com.br


3.1 Um líder deve sempre buscar a Deus (II Cr 17:4)

História de um livramento grandioso vindo da parte do Senhor para um rei e para um povo que buscou a sua presença num momento difícil, num momento aonde eles se sentiam indefesos e sem forças perante tão grande multidão de adversários.
Um texto bastante conhecido do povo de Deus, muito estudado, muito pregado e que ao longo dos tempos tem edificado muitas vidas.
Este relato bíblico nos conta a história de um homem de Deus chamado Josafá. Josafá foi rei de Judá e Benjamim no reino sul, depois da divisão das 12 tribos de Jacó, após o reinado de Salomão por causa da idolatria e do pecado, Israel foi dividido ficando 10 tribos como reino norte (Israel), e 2 tribos como reino sul (Judá).
Um fato interessante sobre Josafá é que assim como Asa seu pai foi fiel ao Senhor, Josafá também foi fiel ao Senhor. Um fato digno de nota porque nem sempre os filhos andam nos caminhos do Senhor como seus pais, e com os reis de Judá era algo muito difícil da acontecer. Josafá buscou ao Senhor de todo coração e fez uma limpeza em Judá, abolindo a idolatria do meio do povo, levantando levitas e príncipes para ensinar a nação as leis de Deus.

Deus Concede a Josafá Vitória sobre os seus Inimigos – Claudinei Saldanha

Aprendemos com Josafá que uma liderança piedosa prioriza a vida espiritual em todos os seus aspectos.

Josafá era um homem ousado para Deus (II Cr 17:6).
Josafá confiava na direção de Deus (II Cr 18:4)
Josafá era um homem de oração
Oração de alguém que conhece a Deus(II Cr 20:6)
Oração de alguém que conhece a aliança (II Cr 20:7,8)
Oração de alguém que conhece as promessas de Deus (II Cr 20:9)
Oração de alguém que confia no poder de Deus (II Cr 20:12)
Oração de alguém que adora a Deus (II Cr 20:18)

Josafá, O líder piedoso – www.cidadeviva.org

Como estamos diante do Senhor? Como e onde temos andado: nos caminhos de Deus em nossos próprios caminhos? O que buscamos para nossa vida: o Senhor e seus mandamentos, nossa satisfação pessoal ou desejos pecaminosos?
O Pai exige nossa fidelidade! Quer o nosso ser completamente. Às vezes falhamos em andar fielmente e coxeamos entre dois pensamentos (querendo servir também a Baal). Queremos morar no Céu ou viver em pecado? Ou entramos pela porta estreita e pelo caminho apertado ou entramos pela porta larga que leva à perdição. Ele quer isso para nós: a Salvação. Por isso nos conduz ao Arrependimento. Deus não tem prazer na morte do ímpio. Ele quer que o ímpio se arrependa dos seus maus caminhos e viva. O exemplo de Josafá nos guia a Deus. Fidelidade é nosso dever amoroso. O Criador requer de isso de cada um dos seus filhos.


3.2 Um líder sempre ousa inovar e reformar (II Cr 17:6)

Aprendemos com Josafá que uma liderança piedosa valoriza a organização de tudo que fazemos.

Ele organizou a estrutura militar (II Cr 17:1). O erro daqueles que não investem na segurança da sua vida, sua família, sua nação. Podemos aplicar esse exemplo à realidade da Guerra Espiritual. A nossa luta não é contra a carne e o sangue.
Ele organizou a Educação do Povo (II Cr 17:7-9). A Educação em Judá era teocêntrica.
Tudo girava em torno da Palavra de Deus.
Ele organizou a infra-estrutura do Reino (II Cr 17:13). A qualidade da vida de uma nação depende de estruturas que viabilizem sua prosperidade e sucesso.
Ele organizou a vida espiritual do povo (II Cr 19:8). Sacerdotes, cultos, adoração. Ele era o pastor do seu povo. Incentivou a todos a buscar a Deus.
Ele organizou o Sistema Judiciário(II Cr 19: 4-11). Sem justiça um povo desintegra-se.
Observamos a injustiça e o suborno em todos os níveis de nossa sociedade.

Josafá, O líder piedoso – www.cidadeviva.org

O capítulo 17 do segundo livro das Crônicas introduz o relato histórico do reinado do rei Josafá. Ele foi o sexto rei de Judá depois de Davi. Quando Josafá começou a reinar a situação do povo de Deus não era das melhores. O povo de Deus achava-se dividido em dois reinos: o reino do Norte (Israel) e o reino do Sul (Judá). O reino do norte encontrava-se numa profunda crise espiritual com a introdução da idolatria (culto a Baal) pelo incrédulo rei Acabe e sua perversa esposa Jezabel. No reino de Judá, a situação não era tão crítica quanto a do Norte, mas ainda tinha os seus problemas. Apesar das reformas de Asa, pai de Josafá, nem todos os altos foram tirados (II Cr 15:17). Além disso, Asa, que mostrou muita fé no início de seu governo, deixou de confiar em Deus no final. Nesse contexto, Josafá é levantado por Deus para reinar em Judá. Nosso texto fala sobre suas primeiras obras como rei de Judá e foi escrito para animar o povo da aliança. Dentro do propósito do livro das Crônicas, o nosso texto é bem apropriado para encorajar o povo que retornou do exílio.

2º Crônicas 17:01-06 (a) - Elissandro Rabêlo

Josafá era o herdeiro legítimo do trono, porém ele não governou por sis: ele buscou a Deus e conquistou a confiança do povo. Depois iniciou algumas mudanças (inovou e reformou). Não se deve assumir uma organização fazendo mudanças drásticas de imediato (salvo raras precariedades). Com o tempo, fica mais ousado e inova, reforma e elimina o que precisa. Asa, pai de Josafá, teve de destituir Maaca, sua mãe. Ela ela era patrocinadora do paganismo em Judá (I Rs 15:11-14). Seu filho, Josafá, pôde tomar uma medida interventiva mais profunda, eliminando tanto os ídolos quanto os lugares altos de adoração pública.


3.3 Todo líder de sucesso tem uma boa equipe (II Cr 17:7-8)

No terceiro ano do seu reinado. Isto é, depois que começou a reinar sozinho, ou em 866* A.C. Uma comparação com II Reis 3:1 e 8:16 indica que o reinado total de Josafá de vinte e cinco anos (II Cr. 20:31) deve ter começado três anos antes da morte do seu pai, ou seja, em 872*. Uma co-regência foi, talvez, necessária por causa da doença de Asa, que se tornou cada vez mais seria no ano seguinte (16:12, observação). Enviou... Bene-Hail, etc. Esses eram os nomes dos príncipes. Para ensinarem. Josafá compreendeu que ensinar a Palavra de Deus (v. 9) é tarefa de todos os líderes que são da fé (cons. Mt. 28:20), não apenas os levitas e sacerdotes profissionais (Dt. 33:10; Lv. 10:11).

Comentário Bíblico Moody

Veja o que está escrito no verso 5: “O SENHOR confirmou o reino nas suas mãos e todo o Judá deu presentes a Josafá, o qual teve riquezas e glória em abundância”. O verbo “confirmou” é usado várias vezes no sentido de estabelecer uma monarquia. É este o caso do nosso texto. O detalhe importante é que o reino de Josafá não foi estabelecido por ele mesmo, mas foi estabelecido por Deus, pois o SENHOR era com Josafá. Deus abençoou Josafá e tornou o seu reinado próspero tanto materialmente quanto espiritualmente. Josafá se engrandeceu em extremo (grande e forte exército, respeito e dádivas das nações, fortalezas e cidades fortificadas, vs. 10-19). No verso 5 lemos que todo o povo de Judá reconheceu que o SENHOR era com Josafá no seu reino de modo que trouxeram presentes para Josafá. Essa atitude do povo foi uma expressão de respeito, honra, submissão e gratidão ao rei a quem Deus confirmara o reino.
Como podemos enxergar a graça de Deus na confirmação do reino nas mãos de Josafá? Deus recompensou a fidelidade do seu servo com riquezas e honra em abundância. Deus motivou o povo a dar presentes a Josafá, fazendo próspero o seu reinado. Nisso vemos a graça de Deus em favor de Josafá.

2º Crônicas 17:01-06 (a) - Elissandro Rabêlo

As oportunidades são situações-chave para o crescimento em liderança que podem ser aproveitadas ou desperdiçadas. Com base nos tópicos acima, sugerimos: Não espere momentos turbulentos para buscar a Deus, para isso deixe de perder tempo com programas e pessoas vazias, pois as turbulências virão. Outra coisa, nunca chegue a nenhuma organização ou departamento inovando, conheça primeiro, conquiste primeiro, e depois, calma e firmemente, implante sua visão e mudanças. Para levar isso a cabo, você precisará acercar-se de pessoas que compreendam a sua visão e que estejam dispostas a compor sua equipe. Para isso ame-os, seja claro com suas metas, são eles que lhe ajudarão a levar a sua carga como líder.



Conclusão

Para ser bem sucedido em tudo quanto faz em termos de liderança sem dúvida há um conjunto de atitudes como foi brevemente demonstrado acima. Porém, tudo isso pode ser resumido numa única palavra: “diligência”, que representa zelo, dedicação e amor constante ao que se faz. Josafá e tantos outros agiram assim, por que não fazê-lo também?


Fontes:

Bíblia Sagrada ARC/ARA/ACF/TB/BV/RV/NTLH
Liderança Cristã – Conhecendo os segredos da Liderança Eficaz (revista EBD professor) – Editora Betel – 3º Trimestre 2014 – Lição 10
O Líder que Deus Usa – Russell P. Shedd – Vida Nova
Cura e Edificação do Líder – Marcos de Souza Borges – Ed. JOCUM
Princípios para uma Boa Liderança – Cleverson de Abreu Faria (link)
Elementos Essenciais da Liderança: Visão, Influência e Caráter – Greg Ogden & Daniel Meyer – Ed. Vida
A Alegria de uma Família Cheia da Palavra (ebook)
Novo Dicionário da Bíblia – John Davis – Ed. Hagnos
Enciclopédia Ilúmina
Nuevo Comentario Biblico Siglo Veintiuno – Biblioteca Mundo Hispano
O Antigo Testamento Interpretado – Norman Champlin – Hagnos
O Novo Comentário da Bíblia – F. Davidson – Vida Nova
Comentário Bíblico F. B. Meyer – F. B. Meyer – Ed. Betânia
Comentário Bíblico Matthew Henry (Conciso) – Matthew Henry – CPAD
Comentário Bíblico Moody – Editora Batista Regular
Comentário Bíblico Esperança NT – Editora Evangélica Esperança
Comentário Bíblico Efésios - Elienai Cabral – CPAD
A Estatura de um Cristão – Gene A. Getz – Ed. Vida
Salmo 1 (link)
Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes – Stephen R. Covey – Ed. Best Seller
Liderando com Foco nas Prioridades (link)
As 21 Indispensáveis Qualidades de um Líder – John C. Maxwell – Ed. Thomas Nelson Brasil
Dez Tipos de Líderes que Todo Líder e Liderado Deveriam Conhecer (link)
Como Criar Oportunidades e Aproveitar as que Aparecem? (link)
Josafá, O líder piedoso (link)

Bibliografia Indicada (estude mais)

As Prioridades do Líder – Michael Useem – Ed. Elsevier
O Valor das Metas no Ministério Cristão (link)
Homens de Verdade (com áudio)
A Nova Reforma Protestante (link)
Exercer a Liderança e Ser Educado em Todas as Situações (link)

Questionário

1. Cite uma maneira melhor de aproveitar o próprio tempo:
R. Se organizar e estabelecer alvos; Eleger prioridades; Acompanhar os resultados.
2. Qual é o significado da palavra diligência?
R. Fazer as coisas com zelo e dedicação.
3. A função de liderança traz consigo privilégios, mas também está implícito o quê?
R. As tentações.
4. O que um líder não pode fazer assim que assume uma organização?
R. Mudar tudo.
5. Josafá desenvolveu uma equipe com que finalidade?
R. De ensinar a Lei do Senhor. 

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