segunda-feira, 17 de novembro de 2014

EBD Editora Betel - Eliseu e o Milagre da Ressurreição

Assembleia de Deus CONAMAD
Lição 08 – 23 de novembro de 2014
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1º Trimestre 2015 – Em breve...


Texto Áureo

“Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam” Hb 11:6

O Apóstolo enfatiza mais uma vez, de forma expressa, que a benevolência de Deus paira sobre a fé do ser humano, sobre seu apego perseverante às promessas de Deus: De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador (“recompensador”) dos que o buscam. No presente caso não se trata de uma obrigação dogmática que nos é imposta, mas sim de uma ordem e regra que Deus instituiu. A fé em Deus, tal como nos é evidenciada no exemplo das testemunhas da fé do AT, é a premissa que Deus ordenou para todo o que quiser alcançar a salvação. Assim como as testemunhas do AT, também os membros da igreja do NT estão condicionados à fé. Retoma-se a explicação do conceito de fé do v. 1. A existência de Deus faz parte das coisas celestiais invisíveis que não são acessíveis à nossa compreensão racional. Repetidamente o NT fala da invisibilidade de Deus (cf. Cl 1:15 e 16). A eternidade de Deus e sua invisibilidade neste mundo estão interligadas de modo indissociável, “(ele) habita em luz inacessível” (I Tm 6:16). Não obstante, uma pessoa tem condições de experimentar o Deus invisível no encontro com Jesus Cristo de maneira tal como se estivesse visivelmente presente (Jo 1:18; Hb 11:27). Se por um lado a natureza invisível de Deus constitui premissa não expressa para a fé, por outro lado a fé seguramente é mais do que apenas um processo mental, no qual uma pessoa admite a invisibilidade de Deus. Nossa fé, pelo contrário, é expressão de uma comunhão total de vida com Deus, que abrange todas as esferas da vida. Fé é o passo em direção de Deus, pelo qual nos aproximamos dele, e está vinculada de modo indissociável à pessoa de nosso Senhor Jesus Cristo (Jo 14:1 e 6; Hb 7:25). Quem por meio de Cristo chegou à comunhão com Deus, quem vive com Deus, também está cheio da profunda esperança por um juízo final de Deus, no qual o Deus abscôndito e sua justiça oculta serão manifestos. Deus será o “recompensador”. A volta de Jesus para a redenção definitiva de sua igreja trará concomitantemente o juízo sobre os inimigos de Deus.

Comentári Bíblico NT Esperança – Fritz Laubach

Verdade Aplicada

É muito importante saber honrar as pessoas, principalmente, honrar aqueles que foram levantados por Deus para nos revelar seu intento, seu caminho e sua vontade.



Objetivos da Lição

Ensinar sobre a sunamita e como seus atos de bondade redundou em bênçãos;
Falar sobre o encontro com o profeta e como a sunamita agiu diante da morte de seu filho;
Descrever o livramento e a restituição como frutos da bondade da sunamita.

Textos de Referência

II Rs 4:16-21


Introdução

A Mulher de Suném que o texto se refere, era descendente dos filhos de Issacar, que segundo o registro do primeiro livro das Crônicas, eram aqueles que aconselhavam o reino e conheciam a ciência dos tempos (Js 19:17-18; I Cr 12:32). Ou seja, o Rei só se movia debaixo de seus conselhos.

Creio que precisamos aprender com a família de Issacar. Em I Cronicas 12 encontramos Davi prestes a ser coroado Rei em Hebrom “segundo a palavra do Senhor”. A partir do verso 24 lemos uma longa lista de clãs e famílias que subiram para a peleja em cumprimento da visão de Deus, entretanto, no verso 32 quando se falava sobre “os filhos de Issacar” o Espírito Santo decidiu imprimir ali duas expressões de impacto sobre aquele clã quando afirmou que: “Dos filhos de Issacar, conhecedores da época, para saberem o que Israel devia fazer, duzentos chefes, e todos os seus irmãos sob suas ordens”.
A expressão “conhecedores da época” pode ser literalmente traduzida por “estudiosos dos fatos” ou ainda “conhecedores da história e suas implicações”. O texto, portanto, fala sobre homens que eram informados, atualizados, que possuíam percepção do que acontecia ao seu redor.
A Segunda expressão de impacto sobre estes “filhos de Issacar” é justamente “… para saberem o que Israel devia fazer”, ou seja, com “discernimento” sobre que caminho tomar.
Todas as famílias e clãs ali listados caminhavam juntos com o alvo de coroar a Davi, entretanto, havia entre eles homens que iam além da dinâmica da massa: que estudavam a história, que discutiam sobre as implicações dos fatos, que se atualizavam a cada dia, que provavam cada informação e buscavam discernimento do Alto sobre que atitude tomar. Estes “filhos de Issacar” eram estudiosos, entretanto, também piedosos; acadêmicos, mas orientados pelo Espírito; usavam o intelecto mas queriam ouvir a voz de Deus.

Os Filhos de Issacar e Nosso Novo Milênio – Ronaldo Lidório

Em aproximadamente 874 - 782 antes de Cristo, surgiu no Reino do Norte de Israel o Profeta Eliseu, discípulo de Elias (I Re 19:16 e 19). Lemos várias histórias sobre o ministério deste profeta na Bíblia, inclusive uma sobre esta mulher. Uma história marcante sobre uma mulher de nome desconhecido, cujo testemunho de vida seguiu por milênios. Um exemplo de Fé!
Ela foi assim chamada devido à cidade de Suném, que significa declive. Sabe-se que Suném estava localizada em umas terras elevadas, a cinco quilômetros ao norte do Vale de Jezreel.



1. A mulher de Suném

A versão espanhola (RV – Reina Valera)¹ apresenta a sunamita como uma “mulher importante”. O termo “importante” significa: Pessoa com dignidade, que tem méritos; pessoa que tem uma formosa maneira de ser. Ela era uma mulher rica em todos os sentidos da palavra.

Um dos cidadãos fiéis de Suném é citado no versículo que inicia esta história: “Certo dia, passou Eliseu por Suném, onde se achava uma mulher rica”(II Re 4:8a). Não sabemos o nome dessa mulher, mas sabemos que tinha idade para ser mãe e era casada com um homem mais velho (v. 14) que era fazendeiro (v. 18). O texto também nos diz que ela era “rica”. O termo parece ter mais a ver com riqueza do que posição social3. O mais importanteé que ela conservara uma fé forte no Senhor mesmo vivendo numa nação idólatra e iníqua (veja vv. 9, 16; I Re 19:18).
De alguma forma, essa mulher veio a ter contato com Eliseu. Talvez fosse costume de Eliseu pregar nas cidades por onde passava, e a mulher o tenha ouvido. Talvez ela simplesmente tenha reconhecido o profeta numa ocasião em que ele passava pelo povoado; provavelmente ele era uma figura bem conhecida naqueles dias. O fato é que a mulher o viu e convidou-o para comer em sua casa.

Eliseu, O homem que concedeu vida – David Roper

¹ Nota: Esta versão é bem difícil de ser encontrada em Língua Portuguesa (pessoalmente tenho uma). Creio que menos de 5% das pessoas a possuam ou mesmo a tenham visto. Logo, citá-la aqui é um requinte que deveria ser evitado.


1.1 Uma mulher sensível e de fácil entendimento

Para Deus, ela não só era importante, mas era uma mulher de coração dócil e sensível. Ao ver que Eliseu, o profeta de Deus, passava sempre por sua cidade, ela abriu as portas de sua casa e seu coração para acolhê-lo. Esta sua atitude mostrou o quanto ela amava e era sensível aos que estavam precisando dela, o quanto ela era hospitaleira, qualidade difícil de se encontrar, hoje em dia.

Veja as suas qualidades:

1- que tem a alma aberta às necessidades daqueles que o Senhor coloca diante dela;
2- que enxerga, de longe, os que estão precisando dela;
3- que ajuda com docilidade, amabilidade aqueles que estão necessitando dela;
4- que mesmo tendo pouco, não mede esforços em dividir o que tem com aqueles que estão precisando dela;
5- que está sempre pronta para ajudar o seu próximo;
6- que sempre tem força e coragem para ajudar os necessitados.

A Biografia da Mulher Sunamita – Jânio Santos Oliveira

As mulheres são portadoras de uma sensibilidade aguçada. De uma só vez ela identificou o Deus que o profeta servia e a qualidade de sua vida espiritual. Não discerne somente o ministério de Eliseu, mas também seu caráter; a autenticidade, e a identidade desse homem de Deus, atitude que vai desencadear poderosas bênçãos sobre sua família, inclusive um filho que não poderia ter (II Rs 4:10,14).
Nossos lares serão transformados quando construirmos um lugar de adoração para o Senhor, um lugar onde o Senhor possa estar. O simbolismo da acomodação de profeta e o que pôde realizar revela simplesmente o que acontece em nossas vidas quando abrimos a porta para Deus e permitimos que Ele se torne íntimo a todos nós.


1.2 Um bom relacionamento produz bênçãos poderosas

Isso é muito importante em nossas vidas, aguardar o momento e a pessoa certa para lançar nossas ansiedades, não podemos jamais fazer com que pessoas que não estão preparadas passem a nos ouvir. O fato de a mulher saber quem era Eliseu nos traz o entendimento de que é necessário que saibam quem somos para que o Senhor venha nos usar mais e mais.
O Profeta Eliseu em momento algum deixou de ser quem ele era e manteve um relacionamento natural com as pessoas que o rodeavam, não fez acepção de pessoas, não se tornou intocável por ser um profeta, ao contrario, quando a mulher se lançou aos seus pés Geazi, seu servo queria impedir, mas ele deixou e ouviu a mulher.
Esse ato da mãe abrir seu coração para a pessoa certa gerou a permanência do que Deus tinha dado a ela.  Seu filho voltou a viver.

Alguns pontos em que o relacionamento pode nos beneficiar:

A) Faz com que conheçamos quem caminha conosco (v. 8 – 10)
B) Nos leva a crer no impossível (v. 11 – 17)
C) Não nos deixa perder o equilírio (v. 18 – 26)
D) Nos leva a manter tudo o que recebemos de Deus (v. 27 – 36)

Relacionamentos – Tiago Correia

Os tempos são difíceis. Vivemos uma época em que os relacionamentos – superficiais, frágeis e instáveis – tornam a vida humana solitária e, por vezes, insuportável. Temos em que o oportunismo, o egoísmo e a ética da conveniência distanciam as pessoas, deixando-as muito mais vulneráveis a tristezas e ao crescente número de somatizações. Tempos em que o Relativismo substitui o certo pelo adequado e o coerente pelo conveniente. Nesse cenário, a dificuldade de se deixar guiar por um caráter cristão é cada vez maior. Por outro lado, os efeitos de um testemunho de vida coerente também serão cada vez maiores em um mundo carente da verdade e do amor duradouros.
Finalmente, convém lembrar que é em nossos relacionamentos que se manifesta o fruto do Espírito: Amor, Alegria, Paz, Longanimidade, Benignidade, Bondade, Fidelidade, Mansidão e Domínio Próprio. (Gl 5:22 e 23). Uma postura em relação aos outros que reflita essas virtudes apresentará ao mundo o Cristo que conhecemos e o evangelho que pregamos. Afinal, é este o desafio: “(…) para que sejais irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis, no meio de uma geração corrompida e perversa, entre a qual resplandeceis como astros no mundo” (Fp 2:15)

Santidade nos Realacionamentos – Ney Ladeia

O coração daquela mulher moveu-se para com o Profeta. “...Façamos-lhe, pois, um pequeno quarto” (II Rs 4:10), disse ela a seu marido, no desejo de abençoar Eliseu. Este mesmo quarto foi o local onde o filho dela viria ressuscitar. Seu desempenho certamente fazia seu marido lhe confiar a administração do Lar. Existem muitas mulheres sábias na Administração; são árvores frutíferas (Sl 128:3).
Esse marido não foi machista; foi tão sábio quanto ela. A mulher virtuosa é eficaz na administração do Lar (Pv 31:10-31). Ela tem o poder de edificar ou derrubar. As sábias agem investindo nas coisas santas e edifica seu lar (Pv 14:1).

Relacionamentos que Transformam - áudio (I) (II)

1.3 É dando que se recebe

Um dia, Eliseu estava descansando em seu “quarto” (v. 11), desfrutando a hospitalidade que lhe fora oferecida, quando decidiu achar um meio de expressar sua gratidão. Jesus disse: “Quem recebe um profeta, no caráter de profeta, receberá o ga lardão de profeta” (Mt 10:41a). Eliseu decidiu que estava na hora daquela mulher receber o seu “galardão de profeta”.
“Então, disse ao seu moço Geazi: Chama esta sunamita” (II Re 4:12a). Esta é a primeira vez que lemos a respeito de Geazi. Ele serviu Eliseu de uma forma semelhante à que Eliseu serviu Elias—mas que diferença havia no caráter dos dois servos! Veremos mais sobre isto posteriormente.
Geazi levou a mulher até Eliseu e “ela se pôs diante do profeta” (v. 12b). Eliseu, todavia, não falou com ela, e sim com Geazi: “Dize-lhe: Eis que tu nos tens tratado com muita abnegação; que se há de fazer por ti?” (v. 13a). Não sabemos por que Eliseu não falou diretamente com ela. (Mais tarde ele fez isto; veja vv. 15 e 16.) Muitos escritores acreditam que o motivo era o fato de Eliseu estar no quarto dele e certas convenções sociais terem de ser observadas.
Não sei como eram os costumes daquela época, mas sei que um servo de Deus não pode ser excessivamente cuidadoso ao relacionar-se com o sexo oposto. Quando um pregador, professor ou conselheiro precisa falar a sós com uma mulher, em seu gabinete ou numa sala especial, convém que ele deixe a porta aberta. Um homem cristão nunca deve visitar ou marcar um estudo na casa de uma mulher sozinho; se ele for casado, deve levar a esposa também. Inconveniências desse gênero já arruinaram mais pregadores do que qualquer outro lapso moral.
Voltemos às palavras de Eliseu para a mulher: “Eis que tu nos tens tratado com muita abnegação; que se há de fazer por ti?” (v. 13a). A palavra traduzida por “abnegação” pode significar “apreensão”. A NVI diz: “Você teve todo esse trabalho por nossa causa”. Outra possível tradução seria: “Tu tens demonstrado para conosco tanta hospitalidade! O que eu posso fazer para demonstrar minha gratidão?”.

Eliseu, O homem que concedeu vida – David Roper

Eliseu não ficou no “muito obrigado”; queria mostrar como estava agradecido (não apenas vernalmente). “…Que se há de fazer por ti? Haverá alguma coisa de que se fale a teu favor ao rei ou ao comandante do exército?” (II Re 4:13b). O Rei e o Capitão (comandante) do exército. Os dois homens mais poderosos de Israel! Eliseu havia salvado a ambos (II Reis 3). Logo, tinham dívida de gratidão; não recusariam qualquer pedido razoável. Se falasse com o Rei poderia conseguir um lugar na corte para a mulher e o marido, ou uma série de favores da Realeza (até mesmo isenção de impostos) ou que o Capitão reforçasse os direitos legais do casal.
O que você pediria a alguém com influência sobre os poderosos do seu país? Compare sua resposta com a da mulher. Ela usou uma linguagem “abreviada” para responder (II Re 4:13c).  Seria algo como: “Sou feliz como eu vivo, entre o meu povo”, “Não preciso de favores políticos ou dos militares”, “Prefiro minha casa ao Palácio do Rei”. Ela deveria não ter problemas com familiares, amigos ou vizinhos. Com sua atidude, também estava dizendo: “Não fiz isto por recompensas. O fato de ajudar o seu ministério é uma recompensa em si”. Para refletir: ela possuía tudo de que precisava e estava grata com Deus ou era necessário aprender a depender de Deus? Seu coração vivia contente ou ela agiu com desdém ou soberba, recusando as bênçãos que o Profeta ofereceu?
De acordo com Êxodo 23:26, uma mulher israelita não ter filhos era estar debaixo de maldição. Observe o peso espiritual dessa palavra: “Ela não tem filho”. Segundo o costume da época, por ser de idade avançada, seu marido não dormia no mesmo quarto que ela. A palavra “velho” indica que era um homem de aproximadamente de oitenta anos.



2. Eliseu e o filho da sunamita

A profecia de Eliseu se cumpriu no tempo determinado, o “tempo da vida” corresponde a nove meses, o tempo de uma gestação (II Rs 4:16a). Sua palavra foi tão poderosa que naquela mesma noite o homem se tornou fértil, e a mulher foi curada de sua esterilidade.

Mas Deus contemplava a sua generosidade e a sua hospitalidade, a dedicação em servir ao Senhor através da ajuda que oferecia ao seu servo Eliseu. E esta atitude de amor para com o homem de Deus, gerou uma promessa, que ela mal podia acreditar; a Sunamita nunca esperou tamanha benção.
E dentro de um ano a promessa de Deus se cumpriu, porque amor gera vida, paz e alegria. Ela concebeu e deu à luz um lindo e abençoado menino, filho da promessa, tal qual foi Isaque para Abraão e Sara.
Agora aquele lar frio se enchia do calor do sorriso de uma criança. Uma família completa e feliz. Em Israel, um filho era considerado a maior benção e alegria que um pai e uma mãe poderiam alcançar. A mulher que não tinha filhos ficava profundamente envergonhada na sociedade.
E a lei judaica dava ao marido direito de se divorciar, caso a sua esposa não pudesse lhe dar um descendente que levaria o seu nome adiante. Mas tudo isso agora estava superado pois, Deus havia lhe dado o presente perfeito, o presente que ela realmente precisava.

A Sunamita e seu Filho, “A Sunamita e Seu Filho, os Sonhos de Deus não Morrem”, www.rudecruz.com


2.1 O menino adoece e morre

De repente, sobreveio um desastre. O menino deve ter agarrado a cabeça enquanto gritava: “Ai! A minha cabeça!” (v. 19a). Não sabemos ao certo qual era a enfermidade do menino. Praticamente, podemos descartar a hipótese de um ferimento na cabeça—talvez causado pela ferramenta de um segador — pois o pai certamente teria notado um machucado visível. A maioria dos comentaristas antigos supõe que o menino tenha sofrido uma insolação, o que seria possível naquela região ensolarada (veja Sl 121:6; Is 49:10). Donald Wiseman, porém, acredita que uma insolação “seria algo raro entre crianças mesmo na planície de Esdralom em época de colheita”. Existem outras explicações médicas possíveis, como aneurisma ou tumor cerebral. Qualquer que tenha sido a moléstia, o pai pressupôs que não era nada que o afetuoso cuidado materno não fosse capaz de curar. Ele precisava permanecer no campo para supervisionar os empregados, por isso disse a um servo: “Leva-o a sua mãe” (II Re 4:19b).

Eliseu, O homem que restaurou à vida – David Roper

Podemos ver, sentir e até presenciar ações malígnas diante da iminência de recebermos bênçãos grandes. O clamor de Daniel chegou a ter a resposta retida no Ar, necessitando da intervenção de Miguel (Dn 10:12-21). Estejamos atentos! Não vemos relatos de problemas de saúde, mas o menino começa a ter uma forte dor de cabeça e vem a falecer nos braços maternos. Esta sem chorar, leva-o ao quarto de Eliseu e coloca o corpo na cama do Profeta.
Diante de seu marido nada esboça do acontecido, dizendo estar tudo bem, e iria ao encontro do Profeta (II Rs 4:23). Quantas qualidades nobres e raras! Era determinada, equilibrada e sabia resolver as crises do Lar. Note que ela sabia como e a quem clamar nos momentos difíceis e ou trágicos (Ef 6:10-13).
O que as atitudes dessa mulher nos remete é uma segurança sobrenatural, uma confiança em Deus que não a desespera. Qual mulher pegaria seu filho morto nos braços e apenas o deixaria numa cama, e partiria ao encontro do profeta? É uma atitude sã e ao mesmo tempo sobrenatural. Pois, nem a seu marido ela conferiu o ocorrido. Ainda dizem que mulheres são frágeis!²

² Nota: Somos dos que dizem que elas [mulheres] são frágeis por estar na Bíblia (I Pe 3:7). Elas são lutadoras e realizadoras, mas precisamos ficar com o que diz a Palavra, não com conclusões ou pensamentos seculares.

O Filho da Mulher Sunamita (I) (II)
O Filho da Mulher Sunamita (Charles Haddon Spurgeon)

2.2 O encontro com o profeta

O Sol de Verão é muito forte naquela região, faz muito calor. Muitos estudiosos acreditam que o filho da Sunamita tenha sofrido de insolação, que dependendo da intensidade da exposição ao calor, pode levar à morte, principalmente em jovens e idosos.
E o menino é levado à sua mãe. Depois de algum tempo ele vem a falecer. Momentos terríveis passou aquela mulher, era o Vale da Sombra da Morte. Ver seu único filho, quem ela amamentou com tanto zelo, muitas vezes acordando no meio da noite. Ela deu amor, deu carinho, ensinou as primeiras palavras, os primeiros passos.
E ele estava ali, nos seus joelhos, ela podia sentir a sua vidinha pouco a pouco se esvaindo, sem poder fazer nada. Eu particularmente não posso nem imaginar a dor que seja passar por uma situação como essa.
Mas se estava passando pelo Vale da Sombra da Morte, ela não temeu. Ela não aceitou a morte do seu sonho! Tomando-o em seus braços, o põe carinhosamente na cama do Profeta Eliseu, e parte para um duro embate, um caminho longo, uma jornada de 24 quilômetros na estrada que subia até o Monte Carmelo, para recuperar a vida de seu filho, fruto da promessa de Deus.
Ao longe ela responde ao Profeta com palavras que demonstravam a sua certeza, a fé de que a vida do seu filho seria restaurada. A frase "vai tudo bem", faz me lembrar da resposta de Abraão ao seu filho Isaque, quando este iria oferecê-lo em sacrifício a Deus.
Ao chegar diante de Eliseu, ela se prostra com o coração quebrantado. E Eliseu sendo um homem poderoso em palavras e obras, nos deixa também uma lição de humildade aqui. Ao invés de tentar "dar uma de advinho", ele reconhece que Deus não havia lhe revelado o que estava acontecendo naquele momento.

A Sunamita e seu Filho, “A Sunamita e Seu Filho, os Sonhos de Deus não Morrem”, www.rudecruz.com

A busca ao Senhor nos ensina muitas coisas. Inclusive a buscá-lo mais, com mais amor, sinceridade e fé. Temos de aprender pela fé a não somente tratar (enfrentar), como a superar todos os nossos medos, confessando e confiando no agir e na mão firme e boa de Deus. Somos, por natureza, conduzidos à acomodação e/ou indolência. Todos nós estamos sujeitos a manter-nos constantes e confortáveis em nossas vidas como ela esta (boa, ótima, ruim ou péssima!). Devemos sempre permitir Deus operar em nossas vidas como ele quiser. Inclusive mudanças.


2.3 Eliseu ressuscita o menino

Eliseu OROU ao Senhor. Esta foi sua reação a situação. Ele certamente estava em uma situação difícil: a criança que Deus prometeu a esta mulher através dele estava morta, e sem qualquer sinal de recuperação mesmo depois de Geazi ter feito o que Eliseu falou a ele. Porém, nós não estamos ao ponto de vermos Eliseu perder sua confiança em Deus, ou sentir-se frustrado e render-se. Em vez disso, ele encarou a situação como deveria: ELE OROU AO SENHOR. É o Senhor que é a fonte de todas as respostas, e Eliseu precisava ter uma resposta sobre o que fazer com a situação. Então, ele orou para o ÚNICO que saberia a resposta: ao Senhor. Como resultado, Deus respondeu sua prece.

A Mulher Sunamita, “Eliseu, a Viúva e a Sunamita”, Anastasios Kioulachoglou

Lemos na revista: “...assim como a bênção dele [Elias] passou para sua vida [de Eliseu], a sua bênção (de Eliseu] passará para mim”. Tendo acrescentado grifos devido às ambiguidades, chamamos a atenção para a bênção da “porção dobrada” que muitos pedem a Deus, com muito boa intenção. Entretanto, este “dobro bíblico” foi de Elias para Eliseu, não de Deus para qualquer outro ser ou pessoa! Leiam atentamente as indicações de artigos constantes na introdução. Elias operou treze milagres e Eliseu apenas vinte e cinco: não houve o dobro, certo? Errado. A cova/cadáver de Eliseu ressuscitou a um soldado, completando vinte e seis. Efetivando o dobro que Elias concedera a seu sucessor.
Que mulher! Ela possuía uma maneira especial e uma fenomenal habilidade para se conduzir nas questões da vida. Uma mulher equilibrada, prudente e inteligente. Ela realmente revela a ciência de Issacar, uma capacidade para entender os tempos e se mover.



3. Os frutos colhidos pela atuação da Bondade

Ao acolher o profeta em sua casa, a mulher sunamita não somente teve o benefício de um filho e a experiência sobrenatural de um milagre, ela viu seu lar totalmente transformado. Agora, uma fome se estende pela terra, e ela é a única que é avisada. Vejamos mais esses frutos por ela colhidos.

A sua atitude de ajudar o profeta Eliseu e Geazi refletia o zelo e o amor a Deus, que ela possuía em seu coração. Ela era uma mulher bondosa e hospitaleira. E as escrituras mostram que no passado, pela hospitalidade, os servos do Senhor haviam hospedado anjos, sem saber.
E ela pensava que ter o Homem de Deus em sua casa representava uma oportunidade de um maior contato com o espiritual. Pra ela, fazer o bem ao homem de Deus era como se estivesse honrando ao próprio Deus.
Então, a Sunamita em uma atitude de amor para com Deus e o seu profeta Eliseu, pede a seu marido que construísse um quarto na parte superior da sua casa, onde poderia abrigar Eliseu. O acesso ao piso superior da casa era feito por uma escada pelo lado de fora do imóvel.

A Hospitalidade da Sunamita, “A Sunamita e Seu Filho, os Sonhos de Deus não Morrem”, www.rudecruz.com

A Bondade é mais uma forma de amor e em muito assemelha-se à benignidade. É tolerante e não mede sacrifícios para ajudar e fazer valer a força do amor com o seu semelhante, não importando a sua raça, religião, sexo, idade etc. Neste aspecto, reconhecemos o grande esforço das pessoas espíritas, no sentido de concentrar forças para realizar a caridade. Elas, entretanto, pecam na maneira de crer em Deus, pois tentam justificar-se diante dele, não pela fé como diz a Bíblia, mas através de obras de caridade; nisto estão totalmente contrárias às Escrituras Sagradas.
Daí, podemos ver que este fruto pode ser praticado não somente pelos cristãos, mas também por qualquer pessoa que nada tem a ver com o Senhor Jesus. Ora, se esta modalidade de amor é possível para aqueles que não provaram o dom do Espírito Santo, quanto mais para os que tiveram uma experiência pessoal com Deus: deve ser uma obrigação!
Aquele que é bom nunca olha somente para si mesmo; senão na direção do outro, querendo ajudá-lo. Ainda que seja afligido, quem é bom continuará olhando sempre na direção do outro, do aflito, com o intuito de proporcionar-lhe o bem.

O Espírito Santo – Edir Macedo


3.1 O aviso e o livramento

A questão de honra é muito séria, honrar significa respeitar, reconhecer, considerar; honra tem a ver com galardão, que é a recompensa. Deus quer que o nosso galardão seja completo, porém muitos terão galardão completos, outros, incompletos, e outros ainda, nenhum galardão. Aquele que honra é abençoado, honra é a recompensa de tudo aquilo que você faz para Deus, para os seus líderes e para os seus semelhantes.
Será que pessoas que passam por crise conjugal o motivo é por ter faltado honra por parte do marido ou da esposa? Filhos com problemas emocionais ou outros tipos de problemas é por desonrar e desrespeitar seus pais? Será que o problema na área financeira de uma pessoa é porque não foi fiel ao Senhor nos dízimos e nas ofertas? Será esse o motivo das portas estarem fechadas? E o que dizer de pessoas que não consideram seus patrões, professores ou suas autoridades? E as pessoas que não honram seus Pastores? A Bíblia diz em 2 Crônicas 20: 20 “Crede no SENHOR vosso Deus, e estareis seguros; crede nos seus profetas, e prosperareis”. E o que dizer das pessoas que não dão crédito na palavra de um profeta? “Quem recebe um profeta, no caráter de profeta, receberá o galardão de profeta;” quem não dá crédito ao dom de uma pessoa não receberá o benefício do dom dessa pessoa.
Muitas pessoas creio que não prosperam, passam por necessidades, por não honrar quando é necessário honrar. Outras pessoas esfriam-se espiritualmente porque são negligentes, porque não buscam a Deus, mas também porque são infiéis com suas Igrejas, se desligam de seus ministérios sem bênção, com problemas de relacionamento, com pecados não confessados, com pendências não acertadas, chamando para si um espírito de desonra.
Quando não há honra para com o profeta, não recebemos o galardão que vem através dele. Uma pessoa que se fecha para com o profeta não recebe a bênção que Deus tem para dar através dele, você não recebe nada daquele a quem você critica, daquele que você desconsidera. Tem pessoas que não honram porque são insubmissos, orgulhosos, melindrosos, não gostam de prestar contas, tem problemas em dar satisfação e tem problemas na área de caráter. Tem pessoas que não progridem profissionalmente porque são murmuradores, reclamões e desonestos.
O que é o galardão do justo? O galardão do justo é a recompensa que nós recebemos de um membro da Igreja igual a nós, o justo é o irmão que congrega conosco, no qual temos os mesmos direitos, as mesmas bênçãos, as mesmas promessas, mas quando você não recebe o dom desse irmão você não está honrando, quando você não considera ele como irmão, você não recebe nada dele. Tenha cuidado para não ferir princípios tão fundamentais e importantes para a tua vida.

O Poder da Honra I – Aristides Alves dos Reis

Quem sabe honrar sempre será honrado por Deus. A fome se abateu por toda a cidade, mas a Sunamita foi avisada pelo Senhor (II Rs 8:1-2). Eliseu revelou a ela sobre a fome que vinha do Alto sobre aquela terra e que duraria sete anos; aquela terra seria passaria pela escassez. Somente uma mulher foi avisada. Eis a recompensa Divina.
O Espírito Santo chama a mulher e diz: “Jeová mandou a fome sobre a terra”. Ela foi avisada, poucos o são. Ela tinha ouvidos apurados para discernir a voz de Deus. O profeta lhe avisa, e ela prontamente avisa sua família e deixa suas terras segundo o aviso profético.

Honrando seu Líder (com áudio)

3.2 Movendo-se no tempo certo

O que é preciso fazer para agir no tempo de Deus?

1- Ouça Deus falar com você -  A ansiedade nos leva a ouvir a voz do eu. Muitas pessoas oram a Deus, mas não param para ouvir a resposta. Interpretam a Palavra de Deus de acordo as suas vontades e desejos e por isso agem fora da vontade de Deus. Poré é necessário que você depois de ouvir a voz de Deus com relação ao que ele quer que você faça, aguarde em oração o tempo dele.
2- Espere em Deus – Salmo 40:1-2 -  Se você souber esperar no Senhor, terá a recompensa de ver Deus se inclinar para lhe ouvir. O Rei Davi passou por muitas lutas e tribulações, mas aprendeu a esperar o tempo de Deus para agir. A nossa alma está constantemente nos seduzindo a agir pela vontade, pelas paixões da Carne, mas no Salmo 42: 5, Davi nos ensina a lidar com a Alma. Ele pergunta para a sua alma: “Por que estás abatida ó minha alma, por que te perturbas dentro de mim? Mas antes que ele ouça a voz da alma, do eu, ele responde: “Espera em Deus!” saber esperar em Deus é caminho para agirmos no tempo certo.
Se você depois de Ouvir a voz de Deus e esperar o Tempo dele, continuar inquieto, ansioso, não desanime, busque a Deus novamente em oração. Depois creia que ele te dará força e não lhe deixará só. Lembre-se que Jesus prometeu que estria conosco todos os dias até a consumação dos séculos.
O Senhor  lhe conduzirá passo a passo e no tempo determinado ele irá a sua frente, assim na hora em que você agir não estará só.
Renda-se e seja sensível a voz do Senhor, obedeça à liderança do Espírito Santo e você terá vitória.
O Senhor está dizendo a você o tempo certo é chegado. Saiba que é Deus quem age, a nossa responsabilidade é obedecer a sua liderança e agir no tempo determinado por ele.

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Aguardar, sair, chegar, parar e sair no tempo de Deus é saber o tempo profético de tudo. Como Issacar, ela se move com sabedoria, e na direção de Deus. Seus atos de abençoar a vida do profeta foram honrados pelo Senhor, que cuidou de tudo o que possuía enquanto ela esteve ausente (Dt 6:25). A A Lei Judaica previa que se alguém se ausentasse de suas terras por sete anos, cabia ao Estado o direito de confiscar seus bens. Mesmo tendo legalmente perdido sua casa e suas terras, por ter saido no tempo e debaixo de uma revelação Divina, teve tudo o que era seu cuidado e guardado.


3.3 A restituição de todas as perdas

Temos que crer e obedecer a Deus mesmo em tempos de escassez, pois quando ouvimos a voz de Deus, seguimos em frente. Por isso, restituição é a bênção em ouvir a voz profética, o povo que ouviu a voz de Deus no deserto, foi restituído com a terra prometida, restituição é a bênção de reaver tudo aquilo que um dia foi perdido ou tomado.
A Sunamita tinha ouvido a voz profética de Elizeu para sair da sua terra, e o rei ficou impressionado e perguntou a Sunamita se realmente ela tinha ouvido e obedecido à Elizeu. Quando ele disse que sim, que tinha saído da sua terra por causa das palavras de Elizeu, o rei mandou logo restituir, devolvendo as terras e ainda mais, mandou fazer os cálculos dos anos que foram perdidos e restituiu a Sunamita.

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Sete anos após cessa a fome. Ela retorna e sua casa está ocupada. Assim ocorre na nossa casa. Se a deixarmos vazia, outros sete espíritos piores entrarão e nela habitarão, deixando o último estado pior do que o primeiro (Lc 1:24-26). Ela vai até o Rei e clama pela sua casa. Naquele momento, Geazi contava sobre seu filho que havia ressuscitado. Geazi só conta feitos dos outros. O Rei lhe pede para contar tudo. Ela lhe fala toda a verdade.
A ordem é dada e um maior que ela vai até sua casa e retira os que lá estão, devolvendo-a. Ainda lhe é dado o que fora ganho em suas terras nos sete anos que ficou fora. Assim ocorre quem O serve. Faça como a Sunamita.  Vá até o Rei dos Reis, Jesus, e conte-lhe tudo !  Ele determinará a restituição do que é seu, bem como seu ressarcimento.  Tome posse ! 

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“...Faze-lhe restituir tudo quanto era seu, e todas as rendas das terras desde o dia em que deixou a terra até agora” (II Rs 8:6b). Todos os bens e valores confiscados durante esses sete anos ausentes foram devolvidos! O Estado sabia tudo o que fora arrecadado durante estes sete anos de ausência, O Rei ordenou a um oficial do palácio dizendo: “faça com que se devolvam a essa mulher todas as coisas que eram suas e tosos os frutos de suas terras, desde o dia em que deixou o país até agora” (II Rs 8:3-6; Jó 33:26; Tg 5:16).



Conclusão

O Senhor recompensou a obediência com a restituição de todos os bens. Seu único esforço foi sair e voltar no tempo certo, foi mover-se no tempo de Deus. Como seria sábio para algumas pessoas retornarem ao lugar da bênção, da revelação, e do livramento!


Fontes:

Bíblia Sagrada ARC/ARA/ACF/TB/BV/RV/NTLH
Milagres do Antigo Testamento (revista EBD professor) – Editora Betel – 4º Trimestre 2014 – Lição 08
Merece Confiança o Antigo Testamento? – Gleason L. Archer Jr. – Ed. Vida Nova
Todos os Milagres da Bíblia – Larry Richards – Ed. Hagnos
Milagres – C.S. Lewis – Ed. Vida
Milagre (vários autores)
A Outra Face dos Milagres (ebook)
Os Milagres Posteriores à Morte de Jesus (link)
A Pessoa de Jesus no Antigo Testamento – Jair José Rodrigues – CPAD
Dicionário Davis – John Davis – JUERP
Novo Dicionário da Bíblia – John Davis – Ed. Hagnos
Enciclopédia Ilúmina
O Antigo Testamento Interpretado – Norman Champlin – Hagnos
O Novo Comentário da Bíblia – F. Davidson – Vida Nova
Comentário Bíblico F. B. Meyer – F. B. Meyer – Ed. Betânia
Comentário Bíblico Matthew Henry (Conciso) – Matthew Henry – CPAD
Comentário Bíblico Moody – Editora Batista Regular
Comentário Bíblico Esperança NT – Editora Evangélica Esperança
Comentário Bíblico Africano – Editora Mundo Cristão
Milagres do Antigo Testamento (link)
Devem os Milagres na Bíblia ser interpretados Literalmente? (link)
Introdução Bíblica – Norman L. Geisler & William E. Nix – Ed. Vida
Um Aviso Divino aos Pastores e Profetas (link)
Filhos de Issacar (link)
Filhos de Issacar II (link)
Os Filhos de Issacar e Nosso Novo Milênio (link)
Eliseu, O homem que concedeu vida (link)
Eliseu, O homem que restaurou a vida (link)
Relacionamentos (link)
Santidade nos Realacionamentos Interpessoais (Link)
A Sunamita e Seu Filho, os Sonhos de Deus Não Morrem (link)
Eliseu, a Viúva e a Sunamita (link)
O Espírito Santo – Edir Macedo – Ed. Unipro
O Poder da Honra (I) (II)
Aprendendo a Agir no Tempo de Deus (link)


Bibliografia Indicada (estude mais)

Relacionamento Interpessoal (link)
A Santidade de Deus (link)
O Agir Invisível de Deus (ebook)
Vai tudo Bem? (ebook)

Questionário

1. Quem eram os descendentes de Suném?
R. Os filhos de Issacar (Js 19.17,18).
2. O que a mulher de Suném discerniu ao ver o profeta?
R. O Deus a quem servia e o nível de sua vida espiritual (2Rs 4.9).
3. Quais as duas dificuldades da sunamita?
R. Ela não tinha filhos e seu marido era velho (2Rs 4.14).
4. Onde a sunamita pôs seu filho após morrer?
R. No quarto do profeta, em sua cama (2Rs 4.21).
5. Cite as três coisas que foram devolvidas a sunamita?

R. A casa, suas terras, e todos os valores dos anos ausente (2Rs 8.1-6).

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