domingo, 23 de novembro de 2014

EBD Editora Betel - O Milagre da Cura de Naamã

Assembleia de Deus CONAMAD
Lição 09 – 30 de novembro de 2014
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Texto Áureo

“E muitos leprosos havia em Israel no tempo do Profeta Eliseu, e nenhum deles foi purificado, senão Naamã, o siro” Lc 4:27

O resultado será o mesmo dos últimos tempos de Elias e Eliseu. Israel é preterido em favor dos gentios. Estes agarram ansiosamente a salvação que Israel despreza. A viúva de Sarepta foi salva da morte por inanição graças ao profeta Elias, e um gentio, Naamã da Síria, que tinha uma doença incurável, foi curado por Eliseu, tornando-se um reverenciador de Javé em meio ao contexto gentio. É isso que também acontecerá agora. A grande salvação que chegou com Jesus será avidamente agarrada pelos gentios. Israel, porém, ficará de fora. Os judeus não queriam um Salvador de pecados. Esperavam por um Messias (Cristo) que os livrasse exteriormente do penoso jugo romano. Seu Messias deveria realizar grandes prodígios e milagres, restaurar o reino em Israel, posicionar seu povo à frente de todas as nações, tornando-o dominador do Mundo. Por isso ficaram tão enfurecidos quando Jesus aludiu ao fato de que a Salvação passaria aos gentios. Jesus havia tocado no ponto mais sensível. Que pensamento insuportável: os gentios seriam preferidos a eles!

Comentário Esperança NT – Fritz Rienecker

Verdade Aplicada

Assim como um médico prescreve uma receita para a cura de um paciente, o nosso Deus indica a maneira correta de alcançarmos o sobrenatural em nossas vidas.

Objetivos da Lição

Especificar o tipo de lepra de Naamã, quem era, e como foi influenciado a buscar a cura;
Revelar como foi o tratamento utilizado por Deus para a quebra de seu orgulho;
Ensinar lições práticas acerca da cura de Naamã.

Textos de Referência

II Rs 5:1, 9, 10 e 13.


Introdução

A cura de Naamã apresenta inúmeras lições que principiam no orgulho humano e se estendem até o profético. Todos os milagres registrados têm um fundamento, eles não aconteceram de forma despropositada, pois Deus jamais realiza algo sem propósito (Rm 15:4).

Qual o valor que o V.T, tem para o cristão? Ele tem instruções para os crentes cristãos. Ao ler e aceitar as Escrituras do V.T., o cristão recebe as duas coisas, paciência e consolação. Instrução, paciência e consolação são todos elementos essenciais para o cristão que tem esperança (v. 4). O V.T, pode fazê-lo porque é um livro sobre Deus e Seu povo, mais do que sobre idéias.

Comentário Bíblico Moody

Situando a história no Tempo, ela ocorre  quando Israel viveu turbulentos períodos de guerra que envolveu o Reinado de Acazias e a queda da Nação  para a Assíria em 722 a.C. Uma época, em que ser leproso era muito problemático porque o convívio do doente com a sociedade exigia muitas privações. Contrariando a ideia de abatimento, isolamento e discriminações causados pela doença, Naamã era líder de um exercito com transito livre no Palácio e grande influência diante do Rei da Síria.

Naamã é Curado da Lepra – Wilma Rejane

O relato da cura de Naamã nos ensina sobre a humildade e obediência à Palavra de Deus. O Comandante Naamã mesmo sendo estrangeiro, gentio e sem aparente conhecimento do Deus de Israel, creu na orientação poderosa de uma jovem escrava. Vejam o poder de uma vida de adoração e integridade e como o Espírito do Senhor pode operar através dos pequeninos. Tudo é possível ao que crê. Veremos um pouco da vida deste deste homem no livro de II Reis, sua cultura, sua fé e das enormes preciosas lições que a sua cura nos trás.



1. Naamã, o vencedor vencido

Deus usou muitos agentes para efetuar a conversão de Naamã, de um homem orgulhoso e autossuficiente, em um homem crente, humilde, e reverente (I Rs 5:15-18). A Bíblia o descreve como um homem respeitado, homem pelo qual o Senhor dera livramento aos sírios (I Rs 5:1).

À primeira vista, Naamã seria a pessoa menos apta a receber algum favor de Deus. Orgulhoso e arrogante o comandante do exército sírio era um homem que não estava disposto a abrir mão de sua autoridade. Era um algoz do povo de Israel, um implacável general que a serviço da Síria havia subjugado muitas outras nações. Naamã era um homem digno de ser severamente castigado. E, aparentemente, ele sofria este castigo. Vemos que o homem que tinha vergado exércitos inimigos padecia de um grande mal: a Lepra.
Nada mais natural para a nossa perspectiva religiosa: o Comandante do Exército que humilhou o Povo de Deus tinha que ser duramente castigado pela afronta. A expectativa era que ele padecesse, e muito. Para os padrões religiosos, sem dúvida, a Lepra era um castigo apropriado para alguém como Naamã. Naquela época a lepra sofria um estigma incomparavelmente pior que qualquer outra doença na História. Pela ótica religiosa, Podia-se afirmar que Naamã havia recebido o castigo merecido. O Juízo de Deus se fazia mais uma vez presente sobre os inimigos de Israel.
No entanto, a vida de Naamã não coaduna com o que se poderia esperar de alguém debaixo de tamanha maldição. A Bíblia nos informa, logo no primeiro versículo da nossa história, que, mesmo sofrendo de um mal tão terrível, Naamã gozava de grande prestígio perante seu rei, posto que, ele era instrumento usado por Deus para dar vitórias militares à Síria. Sim, para surpresa de muitos, vemos que não era apenas por Israel que o Senhor lutava, não era apenas os filhos de Israel que o Senhor abençoava. Deus também estendia sua mão para dar vitória a outros povos e para abençoar outros homens. Naamã era vitorioso porque Deus lhe dava estas vitórias e, o mais espantoso, algumas das vitórias que Deus deu a Naamã foram sobre o seu povo de escolhido. A Graça não é prerrogativa exclusiva de um povo, ela é derramada sobre todos, até de forma surpreendente.

O que Deus fez com Naamã foi um Escândalo! – Denilson Torres

Naamã, Comandante do Exército. Agora começava a fase pública do ministério de Eliseu. A posição de Naamã realçava a importância do acontecimento. Leproso. Na Síria, a Lepra apenas incapacitava a pessoa de realizar suas obrigações; Naamã, estando leproso, já não podia mais obter vitórias para a Síria, o que causava sérias preocupações.

Comentário Bíblico Moody


1.1 Campeão por fora, leproso por dentro

Segundo Reis 5 começa apresentando a personagem principal: “Naamã, Comandante do Exército do Rei da Síria, era grande homem diante do seu senhor e de muito conceito, porque por ele o Senhor dera vitória à Síria; era ele herói da guerra…” (v. 1a).
Naamã era “Comandante do Exército” da Síria. No passado, Ben-Hadade havia liderado o Exército (1 Reis 20:1, 26); mas ele deve ter passado a liderança das tropas para seu “herói da guerra”, Naamã. O Rei considerava Naamã um “grande homem”, “de muito conceito” diante dele.
Pode causar espanto ler que “por ele” — ou seja, através de um comandante idólatra — “o Senhor dera vitória à Síria”. Entendamos que Deus está envolvido nos negócios das nações e pode usar até incrédulos para realizar Seus propósitos (veja Is 44:28; Ez 30:24, 25; Dn 4:25). Por exemplo, quando o povo de Deus rejeitava-O, o Senhor às vezes castigava-os permitindo que povos pagãos os subjugassem (veja II Reis 13:3). Em II Reis 5:1 “vitória” pode se referir à derrota da Síria sobre Acabe e seu exército. Segundo uma tradição judaica não-inspirada, Naamã teria sido o arqueiro cuja flecha matou Acabe.
Naamã tinha uma lista de credenciais impressionante: ele era comandante-em-chefe do exército siro, um homem bem conceituado e respeitado, um herói de guerra vitorioso. A seguir, vêm estas palavras fatais: “porém leproso” (v. 1b).
Na Bíblia, “lepra” é um termo generalizado que descreve uma gama de doenças e estados. Nem sempre o termo se refere ao que chamamos hoje em dia de Lepra (Hanseníase). Sendo assim, alguns escritores minimizam o estado de Naamã e sugerem que ele simplesmente tinha uma doença de pele séria. Vários detalhes do texto indicam que o comandante não estava sofrendo de uma enfermidade relativamente menor. Primeiramente, veja-se até onde Naamã estava disposto a ir a fim de buscar uma cura. Em segundo lugar, veja-se o fato de que as palavras do Rei de Israel a respeito da doença sugerem um estado de risco de morte (v. 7a).

Eliseu, O homem que abençoou uma vida – David Roper

A revista nos informa que a lepra de Naamã não era do tipo grave, contagioso e que exigia o banimento. Não cremos ser tão fácil concluir assim e nem que de fato era assim. Vejamos algumas considerações:

1) Devido a sua honrosa posição diante do Rei, históricos serviços (livrara sua nação) e classe social, ele não seria facilmente banido.
2) Sua nação não possuía leis morais, éticas nem sanitárias tão avançadas quanto Israel (sic). Esta, sim, bania os portadores da Lepra.
3) A Bíblia diferencia ritualistica e sanitariamente Lepra e Apostema/Pústula
4) A Bíblia fala dele como Chefe do Exército, alguém excelente diante do seu senhor (o Rei), nobre, valoroso, porém leproso.
5) A lepra de Naamã pegou em Geazi como castigo Divino. Se fosse apenas uma doença de pele, não seria “branca como a neve” (
Naamã tipifica aquelas pessoas que resolvem os problemas externos com grande facilidade, mas que interiormente sofrem copiosamente. Pessoas que por fora ostentam ser indestrutíveis, mas quando chegam a suas causas e tiram a roupagem de heróis, sabem perfeitamente que a derrota é sua fiel companheira. Pessoas que para muitos são a solução, mas que esperam desesperadamente o fim de suas provações.


1.2 General, mas orientado por uma menina anônima

Uma análise cuidadosa da narrativa mostrará que há dois tipos de personagens ao longo da história: os “heróis” e os “anti-heróis”. Os segundos se definem a partir de indivíduos e condutas que buscam manter as regras do jogo do status quo e de resolver os problemas pela via “mundo real”. Com eles como “ajudantes”, Naamã nunca alcançará a cura nem a restauração. Os primeiros, isto é, os “heróis” se definem a partir de indivíduos e condutas marcados pelo paradigma ou imagem da infância que vão, obviamente,  contra as regras e parâmetros do status quo. Em outras palavras, uns são “as crianças”, e os outros, “os adultos”. Entre esses “adultos” temos o rei da Síria e o rei de Israel; entre as “crianças”, a menina escrava, o profeta e os servos de Naamã. Naamã, na narrativa, começa do lado “adulto”, mas termina do lado “infantil”; diferentemente dele, Geazi começa como “criança”, mas termina como um anti-herói  “adulto”.

Para Falar de Criança: Teologia, Bíblia e Pastoral para a Infância – vários autores

Uma menina sem o nome identificado no relato, mas de um brilho espiritual enorme, que a fez entrar para a História Bíblica. Esta é a Serva de Naamã em 2 Reis, capítulo 5.
Esta jovem adolescente ou pré-adolescente, era judia e havia sido trazida cativa para a Síria, indo trabalhar na casa do Comandante do Exército Sírio.
Que situação sofrida: longe da família, amigos e ter que trabalhar para um homem leproso em uma terra estranha. Tinha tudo para estar revoltada! Não parece ser assim que esta menina pensava. Ela conhecia bem o Profeta Eliseu e o seu Deus, o Deus de Israel. Ela, então, dá o seu melhor como se estivesse servindo ao próprio Senhor dos Exércitos! Certa que a mão do Senhor guiava seus passos via algo no Futuro, apesar dos pesares. Com seu testemunho aconselhador, fez o herói de guerra pôr seu orgulho de lado; decidido, confiou no Deus de Israel e foi curado.
Comparando a vida da menina e a do Rei de Israel, conclui-se que ambos sofrem a consequência do poder avassalador do Rei da Síria. Porém, agem de maneira diferente diante do quadro. O Rei de Israel segue as regras políticas vigentes. Com medo e apatia, segue pelo caminho do individualismo e da falta de solidariedade. A menina, entretanto, diante de angústias e adversidades, não se fecha em suas dores e aflições. Perdoadora e pensando nos semelhantes, leva-os à fonte da solução do problema que vive “o inimigo”.


1.3 General, mas auxiliado por uma mulher especial

A menina provavelmente ficou atônita ao ver o efeito do seu comentário quase casual. A esposa de Naamã parece ter contado ao marido o que a serva lhe disse, e o comandante foi repetir as palavras da menina ao rei da Síria (v. 4). Sem hesitar, o rei planejou mandar Naamã à procura do profeta operador de milagres (v. 5a). O fato de Naamã ter dado ouvido à sugestão de uma jovem escrava indica o seu desespero. O fato de o rei incentivar Naamã a buscar a cura demonstra a elevada estima e preocupação do governante com seu comandante.

Eliseu, O homem que abençoou uma vida – David Roper

- Líderes precisam dedicar tempo para ouvir a opinião da esposa em assuntos relacionados à sua liderança. Muitos líderes na atualidade não param mais para ouvir a esposa. As mulheres possuem uma série de qualidades, e um jeito diferente e detalhado de perceber a realidade, que em muito pode ajudar o seu marido. A esposa pode cooperar com a sua opinião em questões relacionadas à liderança do marido na igreja. Não há nada de errado, diante das mais diversas situações que implicam numa decisão do líder, deste buscar o conselho, a opinião e orientação da sua esposa. Tal opinião deve ser analisada, ponderada, objeto de oração, e sendo entendida como a melhor solução ou sugestão, deve ser aplicada. É preciso alertar, que em algumas situações, a busca pela orientação e conselho da esposa acaba indo para um outro extremo. Há lideres que se tornaram plenamente dependentes da opinião da esposa, ao ponto de deixarem de ter opinião própria. 
- Líderes precisam dedicar tempo para ouvir a opinião da esposa em assuntos relacionados à vida no lar. Mesmo na condição de mantenedor do lar, um líder sensato sempre buscará ouvir a sua esposa nas questões domésticas. Na hora fazer um grande investimento, de comprar ou trocar um terreno, uma casa, um apartamento ou um carro, o líder deve buscar a opinião da sua mulher. Em se tratando da compra de móveis ou eletrodomésticos, ninguém está mais habilitado em saber das reais necessidade do lar do que a esposa, que é quem geralmente lida com o cotidiano das tarefas domésticas. Em boas parte dos casos de aquisições mal feitas, o desejo do marido é o de fazer uma surpresa. Acontece, que a surpresa pode acabar sendo desagradável aos olhos da esposa.
- Líderes precisam dedicar tempo para ouvir a opinião da esposa em assuntos relacionados à vida pessoal. Os líderes estão cada vez mais envolvidos com o trabalho, o que leva a falta de tempo para pensarem e cuidarem de si próprios. Uma esposa zelosa, ao observar que o marido está "esticando demais a corda", buscará a oportunidade para lhe aconselhar no sentido de que ele tenha cuidado com o excesso da carga de trabalho. Uma outra área pessoal onde os líderes pecam por não ouvir a esposa é a financeira. Há muitos maridos endividados, pendurados, "quebrados" e em grande dificuldade financeira por não ouvir a sua esposa. Há esposas que não sabem quanto o seu marido ganha, ou pior, quanto devem na "praça". Além disso, assim como a esposa de Naamã, uma esposa amorosa e cuidadosa se preocupará também com a saúde do marido. No caso de Naamã, temos alguém enfermo, que precisa de tratamento urgente.

Naamã, O líder que sabia ouvir – Altair Germano

Um líder cercado de servos que zelavam pelo seu bem estar. Sua esposa, sua ajudadora, o valorizava e tinha crédito junto ao mesmo, se assim não fosse ele não a ouviria.
Imaginemos a vida de uma esposa que tem um marido nessas condições: bem possivelmente esta doença cheirava mal, o que talvez exigisse paciência e amor acima dos limites. Como sustentar um relacionamento como esse? Um casamento de surpreender, já que por bem menos que isso os casamentos de hoje se dissolvem. A questão econômica, social e cultural podia a estar prendendo para não perder o conforto (ou o poder do marido a dominava/impedia?). Ainda assim, esta mulher deixa uma grande lição para os matrimônios atuais. Por simples vaidade, ou queixas, as pessoas abandonam tanto o juramento quanto a bênção dada por Deus.
A mulher de Naamã é outra mulher sem nome, mas com uma qualidade de poucas no universo. Assim com a menina escrava, e seus próprios servos (II Rs 5:13). Cada uma dessas pessoas atua no milagre de sua vida de forma particular, mostrando que sua maior vitória era o companheirismo daqueles que lhes eram familiares.



2. Naamã e o Profeta Eliseu

O último agente usado por Deus para a cura de Naamã foi o profeta Eliseu, que tanto ignorou sua presença quanto seus presentes. Eliseu resolveu o problema com uma receita: sete mergulhos para quebrar o orgulho.

O texto nos diz que Naamã trouxe muitas coisas da Síria para Israel. Ele trouxe seu ouro e sua prata (símbolos da sua riqueza pessoal), dez mudas de roupas finíssimas (símbolos do seu bom gosto), uma carta de recomendação do rei da Síria (símbolo do seu prestígio), e além destas coisas materiais, Naamã trouxe também a altivez, o orgulho dentro do seu coração. Provavelmente Naamã imaginava que Eliseu o receberia e lhe daria toda honra que ele era costumado a receber, afinal, ele era comandante do exército da Síria. Mas, ao contrário disso, Eliseu nem ao menos se dá o trabalho de ir atender Naamã, mas manda seu moço (auxiliar) ir e dizer a ele que era pra se lavar sete vezes no rio Jordão que ficaria curado. Naamã fica furioso pelo modo como foi tratado por Eliseu. Deus neste momento estava quebrando o orgulho dele. Ele ficou indignado e ate questionou o porquê de Eliseu o mandar se banhar no rio Jordão, sendo que existiam rios melhores, mais limpos. Creio que por causa do seu orgulho, Naamã estava voltando imediatamente para sua casa, sem receber a cura que tinha saído para receber. Jordão no hebraico significa “o que desce”.


2.1 A comitiva e a decepção

Não fosse a decepção de Naamã em relação a Eliseu, não saberíamos ao certo quem ele era realmente: orgulhoso e murmurador. Ficaríamos com a recomendação do inicio da narrativa Bíblica que o descreveu como “valoroso diante de seu senhor”. E se era valoroso, certamente tinha muitos atributos de bondade, sua lepra, portanto, seria uma incógnita: “como alguém tão bom poderia padecer de tão grande mal”? Diariamente fazemos interrogações desse tipo procurando justificativas para o mal. É como se ele tivesse uma razão de existir, fosse uma sentença.
Esse homem cheio de fé, tinha também muito orgulho dentro de si. Ele era acostumado a receber honras e achava que era merecedor de atenção especial pela posição social que ocupava. Naamã, apesar de leproso, vivia de forma confortável, pois nada lhe faltava financeiramente. Enfim, Naamã pode ser comparado a um nobre diplomata, politico de grande fama e prestígio. Parecido com muitos que vemos na TV, nos jornais e no congresso. Homens importantes para o povo e para a nação, dotados de poder de persuasão, liderança e riquezas, mas inflexíveis diante de Deus, arrogantes nas ações. “Banhar no Jordão? Quanta afronta cometida por Eliseu que sequer veio me cumprimentar”.
Naamã acreditou que veria trovões e fumaça quando de sua cura. Que Eliseu faria algum ritual, tocaria seu corpo e algo eletrizante percorreria seus sentidos enquanto a carne de seu corpo se transformaria. E quantos não estão nessa situação de ignorância para com o agir de Deus? Procurando movimentos que os façam cair, desacordar? Buscando tocar ou se apoiar em “homens e mulheres de poder”? Deus se revela como quer e faz maravilhas em todo e qualquer lugar. Pode ser através de terremotos (Paulo e Silas na prisão), de luzes e visões (Paulo na estrada de Damasco), mas esses fenômenos são exceções, algo raro e especifico. Se em algum lugar essa junção de coisas acontece diariamente e corriqueiramente é de se preocupar: tem algo errado. Somente o conhecimento da Palavra de Deus poderá limpar e curar os doentes presos a esses rituais.

Naamã é Curado da Lepra – Wilma Rejane

Há de ser que os costumes modernos e as orientações de muitos dirigentes (além do coração bajulador de muitos), hoje iriam safistazer aos anseios de Naamã. Compare os detalhes abaixo e faça um contraste com os que temos visto em muitos lugares.

1) Diante da casa de Eliseu esperava ser recebido com toda pompa compatível com sua posição (II Rs 5:9)
2)“A ter comigo” é uma afirmação que indica pensamentos como “a uma pessoa como eu” (II Rs 4:11)
3) “Certamente” (ARC, BJ; NVI, “eu estava certo de que ele sairia”) uma tradução do infinitivo absoluto hebraico “sairia”, que parte do fato de que Naamã considerava dever de Eliseu ir até ele, por lhe ser socialmente inferior
4) Não queria executar planos diferentes do que ele idealizara (II Rs 5:11-12). A maior decepção de Naamã foi receber apenas a receita para a cura, pois o próprio sequer o recebeu.
Eliseu deixou Naamã em maus lençóis, pois ou se submetia ao tratamento, ou retornava do mesmo jeito. Eliseu deixou claro  também que seu ministério não poderia ser comprado, fator muito comum nos ministérios de nossos dias.


2.2 Tratamento de choque no orgulho

A recusa inicial em mergulhar no rio Jordão, foi devido à frustração das expectativas religiosas fetichistas e pagã a que ele estava acostumado, que só entendia o poder de Deus dentro de um ambiente infestado de pirotecnia. Não foi o mergulho no Rio Jordão que o incomodou, foi a simplicidade do ato, que de tão prosaico poderia ser feito na Síria mesmo. Lembremo-nos que Naamã saiu de sua terra para Israel porque não havia encontrado esperança de cura junto a seu povo e seu deus, portanto, estava disposto a fazer o que o Profeta ordenasse. A trivialidade de ter apenas que dar sete mergulhos no rio é que o tinha deixado desnorteado. Certamente que, se Eliseu fosse pessoalmente com ele até o Jordão, imprecasse fórmulas mágicas em um idioma desconhecido, colocasse-o de joelhos e jogasse sobre ele uma poção supostamente com poderes milagrosos e depois o mandasse dar sete mergulhos no rio, ele o faria sem pestanejar. Esta frustração fica evidente na palavra de seu auxiliar, outra providencial graça de Deus, que questionou: “Se o Profeta mandasse o senhor fazer alguma coisa difícil, por acaso, o senhor não faria?”.
Portanto, a recusa inicial de Naamã de mergulhar no rio é reflexo de sua perplexidade ante a simplicidade estonteante da Graça de Deus. É como dissesse para si mesmo: “Só isso? Não pode ser verdade!”. E assim é conosco também, muitas vezes a Graça nos parece tão escandalosamente simples, que não dá para aceitá-la simplesmente como ela é, precisamos de Ordenanças Humanas, não queremos um profeta como Eliseu, simples, que não se dá ao trabalho de sequer fazer uma “média”, antes ansiamos alguém que, a exemplo de Geazi, servo infiel de Eliseu, nos dê novas ordenanças e leis, que nos coloque em sujeição, que nos dê o preço a pagar pela benção alcançada.

O que Deus fez com Naamã foi um Escândalo! – Denilson Torres

Deixar Abana e Farpar, rios de Damasco (e conhecidos de Naamã), para mergulhar em um rio sujo? Certamente ficaria curado em rios mais limpos mais facilmente... (II Rs 5:12).

1) Naamã trouxe ouro e prata, símbolos de sua riqueza pessoal;
2) Dez mudas de vestes festivais caríssimas, símbolo de seu fino gosto;
3)Uma carta de recomendação do Rei da Síria, símbolo do seu prestígio.

Eliseu não se comoveu e nem se moveu com tudo isto. O Profeta ficou admirado, isto sim, com tamanho orgulho e altivez. Ambos eram maiores que sua doença e do que a sujeira do Jordão.


2.3 Ele desceu (II Rs 5:14)

O Grande Milagre. Naamã mergulhou nas barrentas águas do Jordão por nada menos que sete vezes. Ao sair da água pela sexta vez, continuava leproso. Temos nisso uma lição sobre a necessidade de completa obediência. Porém, ao sair das águas do Jordão pela sétima vez,«...sua carne se tornou como a carne duma criança, e ficou limpo» (vs. 14). Ali estava a manifestação do poder de Deus, de cuja conclusão ninguém seria capaz de escapar. Ver o artigo sobre os Milagres. Até os nossos próprios dias, os homens de ciência tentam encontrar a cura para a lepra; e parece que um grande avanço, nessa direção, está prestes a ser conseguido. Talvez os homens, com seus medica­mentos, consigam fazer o que a simples palavra de Deus sempre foi capaz de fazer, com maior eficiência. Há coisas que simplesmente não podemos fazer, contando com nossos próprios recursos. E então, é quando precisamos da intervenção divina.

Naamã, o Sírio – J. M. Bentes

Eliseu soube que Naamã esteve com o Rei de Israel em busca de cura e mandou uma mensagem para que ele se apresentasse a ele. Esperando honrarias em sua recepção, recebeu somente um “recado” por meio de um servo para que se banhasse sete vezes no Rio Jordão.
Indignado, saiu dali crendo ter perdido tempo. Talvez pensasse que Eliseu sairia e clamaria a Deus. Novamente, pessoas na posição se servos foram usadas para alertar a Naamã. Se o Profeta havia mandado aquilo, que era muito fácil, ele não tinha nada a perder. Assim convencido pelos seus servos “...Ele desceu, mergulhou no Jordão sete vezes...” (II Rs 5:14).
O homem que desceu ao Jordão, não foi o mesmo que subiu de lá. Soberba trocada por reconhecimeto do poder e soberania do Senhor. Grato pela sua cura, ele faz um voto de nunca mais oferecer sacrifícios a outro Deus que não fosse o Deus de Israel.
Agora, só então, foi recebido pelo profeta e despedido em paz! Só o Senhor pode nos dar a Paz verdadeira. Ele quer curar nosso corpo, nossa alma, nos salvar de nosso ego, dando-nos a Salvação. A descida ao Rio Jordão foi a descida de seu pedestal, subindo a presença de Deus.
Naamã que havia se submetido, a Rimom em busca de um milagre, encontrou no Deus de Israel muito mais que a cura de seu corpo. Ao retornar diante de Eliseu, ele oferece sua fortuna, não como no primeiro encontro, mas com uma pura expressão de gratidão pelo que Deus havia realizado em sua vida através do profeta.



3. As lições da cura de Naamã

Naamã provou sua fé por seu trabalho; ele creu na Palavra e agiu de acordo com ela. Apresentava-se diante de Eliseu um novo homem não mais leproso. Agora, um homem restaurado, humilde, com fé no verdadeiro Deus e acima de tudo agradecido (II Rs 5:15).

1. As necessidades são parte dos planos de Deus para mim. (v. 1-8)
2. Deus não se preocupa com a posição. (v. 9-10)
3. Deus mostra misericórdia para com os humildes de coração. (v. 11-14)
4. Você nunca pode pagar a Deus. (v. 15-19)

Lições da Cura de Naamã – Aldeir Araújo


3.1 Chegou um general, retornou um servo

Um Naamã Transformado. Ninguém poderia ser curado conforme Naamã o foi, e não sair dali uma pessoa diferente. Naamã prontamente confessou que Yahweh é o único verdadeiro Deus. E pediu que lhe fosse dada a carga de terra, do solo de Israel, que dois mulos pudessem transportar, para que a levasse consigo, quiçá para que pudesse adorar a Yahweh diante de um «altar de terra» (Êx 20:24). Naamã sabia que seu senhor (o Rei da Síria) havia de continuar em seu culto pagão (vs. 18), e que ele (Naamã), teria de acompanhar o rei; mas seu coração não estaria dedicado a tal culto. E pediu que Eliseu o perdoasse por esse pecadilho. E Eliseu disse-lhe que se fosse em paz, o que talvez indique uma certa liberalidade de sua parte, deixando com o próprio Naamã a solução para seu problema de consciência. É que existem coisas que não estão sujeitas ao nosso controle pessoal.

Naamã, o Sírio – J. M. Bentes

O Comandante do Exército Sírio partiu com o objetivo de ser curado da Lepra. Eliseu, Servo do Deus dos Exércitos Celestiais não o venerou, bajulou nem mesmo foi vê-lo! O Rei da Síria enviara presentes e tesouros supondo poder comprar tudo. Naamã, comitivado pelo Rei, teve que escolher exaltar-se ou exaltar a Palavra de um Homem, Eliseu. Ele foi sábio e trocou suas patentes pela Humildade. Desaparece o imponente capitão, e surge o servo de Eliseu e toma a decisão de adorar ao Senhor de Eliseu, o Deus de Israel. Tendo que retornar aos seus superiores, seguiu em paz por nele existir agora um altar de sacrifício ao verdadeiro Deus. Aonde ele fosse ou onde estivesse, Deus estaria sempre com ele. Mais do que ser curado, tornou-se um adorador verdadeiramente convertido e sendo visto por todos como alguém transformado.
O trajeto do milagre de Naamã envolvia despir-se, não somente de suas vestes, mas daquele velho homem orgulhoso. Todavia, o ponto mais interessante do milagre está no cumprimento dos mergulhos, que representa a perseverança e a fé na palavra profética.


3.2 Um grande ministério não pode ser comprado

Após a cura, outra decepção. Instado a receber muitos quilos de ouro e prata como retribuição pelo benefício divino, o profeta simplesmente recusou. É possível que nem tenha conhecido o montante da “bênção”.
Naamã não sabia que existia esse tipo de homem. Pensava que todas as consciências poderiam ser compradas e todo o tipo de fortaleza moral poderia ser vencido com ouro e prata. Diante do que temos visto, o que os leitores acham que aconteceria hoje? Com certeza, receberia Naamã uma oração especial de meia hora; seria apresentado às ovelhas como o irmão Naamã, o maior benfeitor do ministério; seu nome seria colocado numa placa de ouro, em homenagem ao “grande homem de Deus”; seria convidado a ser dizimista da igreja.
Naamã encontrou no profeta uma fortaleza moral inexpugnável. Eliseu recebeu a unção de graça; de graça recebeu o dom da fé, os dons espirituais, a capacitação e a salvação. Receber uma oferta logo após uma cura seria mercadejar os dons recebidos.
Alguns há que não sabem manipular grandes quantias em dinheiro sem se contaminarem. Os geazitas de hoje estão leprosos. São “profetas” a “apóstolos” leprosos. Deveriam se espelhar na integridade moral de Eliseu para servirem de exemplo para o rebanho. Deveriam ter vida “irrepreensível”.

A Integridade Moral do Profeta Eliseu – Airton Evangelista da Costa

A atitude honesta no uso dos dons fez com que a palavra de Eliseu fosse autenticada por Deus. Precisamos ter em mente que o Senhor não mandou Eliseu profetizar nada para Naamã, grande parte de suas predições foram sempre assim, endossadas pelo Senhor (II Rs 2:20-22; 6:6-7; 7:18). Trezentos e cinquenta quilos de prata, setenta e dois quilos de ouro, e dez vestes festivais coloridas (somente os ricos possuíam), sequer balançaram o profeta. Eliseu era um homem conectado, inviolável, e que jamais seria capaz de negociar seu ministério ou a bênção de Deus. Eliseu nos ensina que “unção” representa o selo de uma autoridade, e que homens de Deus devem ser incorruptíveis, não misturando o santo com o profano (Fp 2:15).


3.3 Deus cura quem ele quer

Prestem atenção nisso, a lepra é uma doença transmissível causada por uma bactéria, afeta na maioria dos casos a pele e os nervos. Ela progride lentamente com uma media de um período de incubação de 3 anos. A principal característica de alguém que possui essa doença é a perda da sensibilidade ao calor, e muitas vezes a mutilação de partes do corpo. E se trouxermos isso para o âmbito espiritual?  Será que você não esta com esses sintomas de lepra:

Perda da sensibilidade ao calor - não sente mais a presença de Deus. O fogo e a paixão de Deus não ardem mais. E por mais que Deus faça, não sente nada. Ou pior ainda, nos tornamos insensíveis à necessidade alheia, somente conseguimos enxergar nosso próprio umbigo.

Manchas no corpo - o pecado já está tão impregnado na pele que aquilo que há alguns anos atrás era abominável, hoje se tornou a coisa mais normal do mundo. Torna-se uma doença transmissível, ou seja, já estou tão insensível pras coisas de Deus, que a única coisa que me resta é transmitir meu “veneno” a outras pessoas.

Mutilação de partes importantes do corpo - Quando estamos insensíveis, e nos tornamos contagiosos, logo vemos que parte do corpo de Cristo começa a ser afetada por nossa causa.

Mas temos uma notícia boa: Se você está com algum desses sintomas da lepra, vai aprender como ser curado da lepra espiritual.

A lepra de Naamã... ou sua Também? – Jakeline Machado

A primeira condição para receber uma cura, receber algo de Deus, está em você arrepender-se, humilhar-se, confessando que o erro foi seu e não dos outros. Qual foi a última vez que você chorou diante de Deus lamentando pelos erros que cometeu?
Tenho observado, com tristeza, que os nossos olhos estão secos; não há mais lágrimas, não há mais lamento nem constrangimento ao pecar. O arrependimento continua sendo a solução para as diversas doenças. 
A segunda condição para receber a cura está na oração. Nós cristãos temos cometido uma grande falha ao orarmos: pedimos, pedimos e pedimos! Não sabemos adorar, não sabemos ser um adorador. Parece-me que só entramos em Sua presença quando estamos precisando de alguma coisa. Qual foi a última que nós entramos em sua presença apenas para adorá-Lo, apenas para buscar mais intimidade?  Buscar a Deus pelo que Ele é não é tão fácil assim; agora, para pedir qualquer coisa é muito mais fácil! Ou não? Se o povo de Deus clamar verdadeiramente, Ele vai promover milagres, tirando do nosso meio todo tipo de praga, de desunião e desânimo. Foi Deus quem disse! Foi Deus quem falou!
Veja se eu não estou certo: Se não há mais oração é porque não há fé também. Parece-me que não acreditamos mais em nada, parece-me que fazemos as nossas orações só para tirarmos o peso da consciência; pois, se eu não orar hoje posso ser castigado por Deus amanhã ou a qualquer momento. Então, é bom orar!

Precisamos de Cura – Lourenço Neto

O Senhor Jeová é o Deus das coisas impossíveis, mas não podemos esquecer que seus milagres têm sempre uma finalidade. A cura de Naamã não visava somente quebrar seu orgulho, mas em como sua conversão se tornou notória a todos. Havia muitos leprosos em Israel, mas somente Naamã foi curado. Valorizemos as escolhas divinas e tudo que o Senhor fez, faz e fará em nosso favor! Estamos vivos, salvos e podemos sentir o gozo do Espírito Santo! Naamã ficou grato por ter recebido a Graça sobre si.
No que diz respeito aos salvos, será que nossas experiências com Deus têm nos conduzido a grandes reflexões, ou o tempo passa e continuamos como se nada tivesse ocorrido conosco? Será que não precisamos descer e mergulhar como fez o general?



Conclusão

A arrogância pode nos fazer enxergar apenas aquilo que nos convém, é nessa hora que precisamos de um Jordão, um lugar onde realmente não desejamos mergulhar, mas de vital importância para nos purificar. O importante é que mesmo não querendo, Naamã optou por obedecer, e essa obediência lhe conferiu o milagre mais precioso de sua vida, a cura de seu corpo e a redenção de sua alma.


Fontes:

Bíblia Sagrada ARC/ARA/ACF/TB/BV/RV/NTLH
Milagres do Antigo Testamento (revista EBD professor) – Editora Betel – 4º Trimestre 2014 – Lição 09
Merece Confiança o Antigo Testamento? – Gleason L. Archer Jr. – Ed. Vida Nova
Todos os Milagres da Bíblia – Larry Richards – Ed. Hagnos
Milagres – C.S. Lewis – Ed. Vida
Milagre (vários autores)
A Outra Face dos Milagres (ebook)
Os Milagres Posteriores à Morte de Jesus (link)
A Pessoa de Jesus no Antigo Testamento – Jair José Rodrigues – CPAD
Dicionário Davis – John Davis – JUERP
Novo Dicionário da Bíblia – John Davis – Ed. Hagnos
Enciclopédia Ilúmina
O Antigo Testamento Interpretado – Norman Champlin – Hagnos
O Novo Comentário da Bíblia – F. Davidson – Vida Nova
Comentário Bíblico F. B. Meyer – F. B. Meyer – Ed. Betânia
Comentário Bíblico Matthew Henry (Conciso) – Matthew Henry – CPAD
Comentário Bíblico Moody – Editora Batista Regular
Comentário Bíblico Esperança NT – Editora Evangélica Esperança
Comentário Bíblico Africano – Editora Mundo Cristão
Milagres do Antigo Testamento (link)
Devem os Milagres na Bíblia ser interpretados Literalmente? (link)
Introdução Bíblica – Norman L. Geisler & William E. Nix – Ed. Vida
A Questão da Lepra (link)
O que Deus fez com Naamã foi um Escândalo! (link)
Para Falar de Criança: Teologia, Bíblia e Pastoral para a Infância – vários autores – Ed. Novos Diálogos
Eliseu, O homem que abençoou uma vida (link)
Naamã, o Sírio (link)
Naamã, O líder que sabia ouvir (link)
Lições da Cura de Naamã (link)
Precisamos de Cura (link)

Bibliografia Indicada (estude mais)

Enfermidades e Curas (link)
Feridas Intocáveis (link)
A Lepra de Naamã e a Lepra de Geazi (link)
E Quando Deus não Cura? (I) (II)
Esposa de Pastor: Peso ou privilégio? (link)
Como pode um Marido Ajudar sua Esposa a Crescer em Cristo? (link)
Mulher Chefe de Família: Um estudo de gênero sobre a família monoparental feminina (link)

Questionário

1. Como a Bíblia descreve Naamã?
R. Uma figura de destaque na nação e temido pelos seus inimigos (II Rs 5:1).
2. Qual a doença de Naamã?
R. A lepra (II Rs 5:1-14).
3. Qual profeta Naamã se dirigiu para ser curado?
R. O profeta Eliseu (II Rs 5:9).
4. Cite três agentes usados no processo de cura de Naamã.
R. A menina escrava, a esposa de Naamã, e seus servos (II Rs 5:2-4 e 13).

5. O que representou para Naamã descer e mergulhar?

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